A Cadeira de Prata

A Cadeira de Prata C. S. Lewis




Resenhas - As Crônicas de Nárnia: A Cadeira de Prata


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Léo 23/12/2009

Atrativo
Gostei muito desse livro,só o final que é chato.
A melhor parte é quando Rilian sai da Cadeira de Prata,e se liberta do feitiço da bruxa.

Recomendo,um dos melhores livros das Crônicas de Nárnia!
Tony 19/01/2010minha estante
Realmente, pra mim esse é o melhor livro da saga até agora.


amandis 24/05/2011minha estante
Sem spoilers, por favor.


Luisa 22/05/2012minha estante
Mamãe lia pra mim.. nunca vou esquecer !!!!!!!!

que graça..


Luquinhas 27/08/2012minha estante
Realmente!!!


Roh 17/07/2014minha estante
Ainda não consegui terminar os capítulos finais não me prendem, pra mim esta bem chato.


Wilkens 26/12/2014minha estante
o meu favorito...




Paulo 19/08/2016

De volta a Nárnia em outra grande aventura!
Duas crianças em uma terra mágica, um príncipe desaparecido, um Paulama pessimista e uma viagem ao submundo da terra.Todos esses ingredientes acrescidos de uma narrativa envolvente e toda a habilidade de um exímio contador de estórias, nos garante horas de diversão. Faltam-me palavras para dizer o quanto gostei da crônica A cadeira de prata, a escrita de Lewis é bem fluida e simples, o que nos faz desbravar várias páginas sem muito esforço e se encantar com cada capítulo do livro. A obra é o sexto volume da serie de acordo com a ordem cronológica que o autor escolheu. Diverti-me abundantemente com os personagens e toda a trama do enredo. Uma característica interessante que notei é que embora o autor tenha escrito uma estória infantil, aborda questões bem instigantes,senti certo um amadurecimento na escrita do autor comparado com as outras crônicas, o que é em minha opinião é algo bom porque ao escrever para crianças, ele não traz apenas algo bobinho e sem consistência, mas um texto bem elaborado e sólido.
Em Nárnia se passaram 70 anos desde que os irmãos Edmundo e Lúcia e seu primo Eustáquio voltaram para a Inglaterra. O rei Caspian já não é um garoto, mas sim um senhor de idade bem avançada que sofreu amargamente com a morte de sua esposa e o desaparecimento de seu único filho. O velho rei não mede esforços e a apesar de sua idade avançada ele vai a bordo de seu navio pelos mares nas ilhas ocidentais na esperança de encontrar seu filho. Na ausência do monarca Trumpkin, que já está tão velho quanto ele é o regente no trono de Cair Paravel.
Eustáquio acompanhado de sua amiga Jill encontram uma passagem para Nárnia enquanto fugiam de alguns valentões na escola através de um portão misterioso no muro do colégio. Ao chegarem em Nárnia eles descobrem que Aslam os chamou até ali e os reservou uma missão, que seria encontrar o filho do rei, para isso o leão deu a eles quatro passos a serem seguidos que os ajudariam a encontrar o príncipe perdido. E para concluir essa incumbência nossas crianças viveram grandes aventuras e enfrentaram perigos inimagináveis.
Confesso que fiquei meio temeroso enquanto lia a estória, porque os irmãos Pevensie não estão presentes nela, ao invés deles estamos de volta com Eustáquio e conhecemos dois personagens novos que são Jill, uma garota meio chorona e birrenta, mas que a despeito disso é bem legal e Brejeiro, o que posso dizer sobre ele? O personagem é incrível! É de longe o meu favorito em toda a crônica, ele é um Paulama, isto é, um ser humanoide bem alto e esguio com membranas nos dedos das mãos e dos pés semelhantes aos sapos, a característica mais atraente nele com certeza é o seu pessimismo irônico. Ele é aquele tipo de pessoa que mesmo vendo as coisas por uma perspectiva negativa, tenta ver o lado bom delas, ele consegue ser cômico, mas não de uma maneira idiota e engraçada. Mesmo sem Edmundo, Lúcia e os outros irmãos a obra é incrível, e com certeza alcançou seu lugar dentro da serie. Em síntese o enredo é bem simples, possui uma narrativa cativante e nos proporciona uma leitura agradável e gratificante. Traz ainda uma sutil alegoria cristã muito bonita e possui um final bem marcante.
Cássio Costa 20/08/2016minha estante
Este foi, e é, um dos melhores livros de Nárnia. Bem fluido e maduro. Gostei muito. Tô ansioso pra ver o filme que vai sair. Parabéns pela RESENHA, cada vez melhor.




Cristiana Totte Bonzoumet 31/08/2012

História de tirar o meu fôlego!
A história começa com Eustáquio (do livro A Viagem do Peregrino da Alvorada) e Jill. Duas crianças que estudavam no Colégio Experimental, na Inglaterra.
Depois de uma decepção de Jill na escola, Eustáquio tentando consola-la conta sobre Nárnia, Aslam e suas aventuras vividas por ele e seus primos no livro anterior. As duas crianças então desejam ardentemente ir pra Nárnia e pedem isso a Aslam, do fundo do coração.
É aí que começa toda a história...
Eustáquio é soprado para Nárnia pelo leão e Jill encontra-se com o grandioso Aslam, onde ele entrega sinais a Jill para segui-los na super missão de encontrar o príncipe perdido Rilian, filho de Caspian X.
A menina então é soprada para Nárnia para se encontrar com Eustáquio.
A história é cheia de mistérios e aventuras. As crianças seguem viagem em busca do príncipe junto com Brejeiro, um paulama muito pessimista mas de ótimo coração e muito corajoso. Ele ajudou as crianças a não se desviarem da missão além de encorajá-los.
A história é cheia de perigos e aventuras e por um momento os viajantes sofrem terríveis consequências por não obedecerem a risca as ordens de Aslam.
Apesar de Jill por um momento esquecer-se dos sinais, a missão foi cumprida e eles conseguiram resgatar o príncipe com vida. Com direito a passagem por um castelo de gigantes, perseguições e mundo subterrâneo.
Aslam como sempre é perfeito, maravilhoso e faz tudo no tempo certo. A única parte super triste é a morte de Caspian X, no final da história.

É uma narrativa maravilhosa, a 2ª melhor história da saga de Nárnia até agora, em minha opinião.
Bruh 26/11/2016minha estante
podia nao dar spoiler.




Amanda Melanie 24/12/2010

A Cadeira de Prata
A Cadeira de Prata é mais uma história fantasiosa e cheia de magia de C.S. Lewis.
Eustáquio e Jill, uma colega de colégio, por meio de magia, entram em Nárnia. Um acidente traz Aslam até Jill e lhe confia uma missão: encontrar o filho perdido do Rei Caspian X.
Enquanto procuram, conhecem uma coruja falante, uma dama de verde, um paulana e várias criaturas diferentes (que não existem neste mundo), um mundo subterrâneo, mistérios e muita, muita fantasia!
Caspian já está idoso e infelizmente, morre. Depois de morto, Aslam o “ressuscita” e só então ele pode ver o mundo de Eustáquio e Jill, o nosso mundo.
Assim como Pedro, Suzana, Lúcia e Edmundo, Eustáquio e Jill, depois das maravilhosas aventuras em Nárnia, tem que voltar para casa, mas com uma promessa de Aslam de que voltarão!
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David 08/11/2013

Pensei que ia ser mais uma decepção, mas ai aparece uma luz no fim do túnel e o livro conquista seu espaço nos últimos instantes!

“As coisas inventadas parecem um bocado mais importante do que as coisas reais.” - (A Cadeira de Prata – pag: 598)


“Mas quatro crianças brincando podem construir um mundo de brinquedos que dá de dez a zero no seu mundo real.” – (A Cadeira de Prata – pag: 599)


Os tempos dos grandes reis de Narnia se passaram, mas Eustaquio está prestes a voltar lá, desta vez com uma nova companheira, Jill, uma menina problemática como ele, que anseia viver uma grande aventura, só não sabe se está pronta. E a hora não poderia ser mais oportuna. Caspian X, atual rei de Narnia, está à beira da morte e deseja ver seu filho pelo menos uma última vez antes de partir. Rillian, o príncipe perdido, sumiu a dez anos atrás, dos bosques de Narnia e nunca mais foi visto. Mas Aslan a de indicar novos e corajosos guerreiros para encontrá-lo, e nessa jornada, Eustaquio e Jill vão descobrir muito mais do que o príncipe perdido. Uma perigosa feiticeira chegou às domínios de Narnia e anseia por vingança. Serão as crianças capazes de detê-la?

“A vida é uma lição.” – (A Cadeira de Prata – pag: 530)

Foi um volume que comecei detestando. Até o décimo capítulo a coisa parecia se fechar no mesmo erro do livro anterior (A Viagem do Pelegrino da Alvorada), submetendo o leitor à outra leitura cansativa e cheia de detalhes inusitados. Mas ai, do décimo segundo capítulo em diante, a história toma novos rumos e começa a prender você, de forma que as retas finais passam sem que você chegue nem a pestanejar. Além disso, Lewis faz uma crítica bem sutil à sociedade quando representa a escola em que seus personagens estudam, antes de partirem para Narnia e isto não só chama atenção, como também dá aquele ar cômico que necessitávamos.

“Nesse inquérito surgiram cobras e lagartos a respeito do Colégio Experimental; dez pessoas acabaram expulsas. Depois disso, os amigos da diretora perceberam que ela não prestava para diretora, e nomearam-na inspetora-geral. Quando viram que ela não era também grande coisa como inspetora-geral, conseguiram elegê-la para a Câmara dos Deputados, onde ela viveu para sempre feliz.” – (A Cadeira de Prata – pag: 625)

No quesito personagem, este livro deixa a desejar. Pessoalmente não me cativei por nenhum deles. Eustaquio na verdade nunca foi meu personagem favorito. Desde o livro anterior, que para mim, ele sempre foi meio abusado. Porém, temos a apresentação à nova integrante da família: Jill. Ela é legal, meio estática em alguns momentos, mas é legal. Se tiver uma característica que possa elogiar dela, é sua natureza humana. Diferentemente de todos os outros personagens, Jill não é uma guerreira, que aprende a ter coragem do dia para noite. Ela é uma garota comum, que começa a viver momentos alucinantes, onde o medo é algo normal de se ter. Ela não sabe lutar e muito menos se mostra determinada a isto. Ela é apenas humana: frágil e inclinada a erros. E isto foi realmente bacana, porque trouxe novidade para a o enredo em si. Então admito, C.S Lewis, depois de tantos volumes cansativos e tediosos, finalmente me impressionou, amadurecendo nos seus personagens que parecem tão pouco desenvolvidos, e atribuindo a eles características bem mais realistas. E mesmo A Cadeira de Prata sendo um livro meio chatinho no começo, promete sim muitas surpresas e boa leitura a quem quiser se arriscar.

site: http://olimpicoliterario.blogspot.com.br/
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Anderson Brito 09/06/2012

“As Crônicas de Nárnia – A cadeira de prata” é o livro mais leve de todos que eu li até agora na saga. Acho que é devido a falta que faz um dos Pevensie na história.

Ainda assim a dinâmica e a magia de Nárnia se mantém com Jill, Eustáquio, Brejeiro e o príncipe Rilley. A história ganha mais frenesi e nos mantém ligados em tudo. O mais legal é ver lugares virgens serem explorados e que guardam boa parte da história de Nárnia.

No entanto, lendo na ordem cronológica como estou, este penúltimo livro é só uma introdução ao último que nos deixa ansioso pela reunião de todos os personagens para uma “última batalha”.
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Isadora 11/10/2016

Procurando o príncipe
Penúltima história das Crônicas de Nárnia. Para mim, igualmente interessante.

Neste livro, o já conhecido primo Eustáquio juntamente com sua amiga de escola Jill, ganham uma missão de Aislam. Eles precisam resgatar um príncipe perdido, trilhando caminhos desconhecidos e cheios de surpresas.

Muitas aventuras, perigos e novas amizades narram essa bela história.
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Lacerda 01/10/2010

Um dos melhores da série! Traz bastante aventura porém em alguns momentos torna-se monótono.
Gosto da forma que os primeiros filhos de adão saem da trama e como entra Eustáquio e Jill; melhor ainda é a promessa de Aslam de que eles voltarão e pelo jeito, em caráter definitivo.
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mateus 11/08/2012

Um dos melhores livros da série. Envolvente, mágico, e com uma trama muito inteligente. Um retorno digno a Narnia.
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Psychobooks 09/05/2010

A Cadeira de Prata, tem horas que o autor enrola bastante, mas o livro é repleto de mistérios, que nos deixam de cabelos em pé, e que só iremos descobrir no final do livro.

Gostou? Quer ler mais? Acesse:

http://psychobooks.blogspot.com/2010/03/as-cronicas-de-narnia-parte-final_07.html
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Viktorya Zalewski 14/09/2010

O melhor
Na minha opinião, o melhor livro das Crônicas de Nárnia. É cheio de aventura, e apesar do mistério sobre o príncipe ser um pouco óbvio, é muito empolgante. A melhor parte é a do final, e foi muito legal ver as diferentes criaturas que C.S inventou.
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Gabriel 19/06/2011

Brilhanteeeeeeeeeeee ',
Ultra-Super-Hiper-Sensacional, Divertido, Interessante. Assim com todas as outras 6 Crônicas. Indicadíssimo ...
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Rafa 28/01/2012

AS CRÔNICAS DE NÁRNIA - A CADEIRA DE PRATA
Eustáquio está de volta à Nárnia! E desta vez traz consigo uma amiga, Jill, que sofre com os "amigos" na escola.
Mas antes de chegarem à Nárnia, encontram Aslam que lhes explica a atual situação em que Nárnia se encontra.
Esta, encontra-se em preocupação. Caspian, O Navegador está a beira da morte, e seu filho Rilian, que deveria assumir o seu posto está desaparecido a anos.
Aslam então dá esta missão para Jill e Eustáquio, ajudando a eles, com algumas dicas para poderem achar o príncipe perdido.
Nesta aventura, o autor, explora ainda mais Nárnia. Desta vez em vários modos. Criando criaturas que ainda não existiam, dando papel maior para algumas, e criando uma narrativa ainda mais fantástica.
A única coisa que não gostei muito foi do nome do livro. O objeto em questão faz parte sem dúvida da trama do livro, mas este apareçe bem pouco, cerca de duas ou três vezes no livro inteiro. Fora isso, o livro é excelente.
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Vanessa Andrade 09/11/2013

As Crônicas de Nárnia: A Cadeira de Prata- Resenha
Nessa história, Eustáquio volta à Nárnia na companhia de sua amiga de escola Jill.
Aslam leva as duas crianças à Nárnia e lhes dá instruções para encontrar o Príncipe Rilian, filho do rei Caspian, que está desaparecido há muitos anos. Rilian havia ido procurar a serpente que matou sua mãe, e depois de muito tempo, nunca mais foi visto.
As instruções dadas por Aslam à Jill eram pistas, que no decorrer da história ela acaba esquecendo algumas, o que causou problemas a ela e aos seus amigos de busca, Eustáquio e um paulama, que se chamava Brejeiro, divertido e corajoso.
Durante a grande aventura, Eustáquio, Jill e Brejeiro se encontram até em terras de gigantes, e por pouco não viram refeição. Ao escaparem dos famintos gigantes, eles param em um mundo subterrâneo, abaixo de Nárnia, onde acham o que tanto procuravam e dão de cara com uma perigosa feiticeira, a Feiticeira Verde, que busca dominar Nárnia.
Nesse livro, o autor escreve uma aventura onde jovens descobrem a importância de cumprir seus objetivos, numa história envolvente e mágica.
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Bruna 02/04/2014

O melhor até agora!
Amei a Jill, e adorei o Eustáquio, novamente!
Final muito satisfatório =)
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