Lolita

Lolita Vladimir Nabokov




Resenhas - Lolita


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ju 17/10/2019

"Um belo livro sobre coisas terríveis"
( sem spoilers )

Em "Lolita" temos o nosso personagem principal, o professor Humbert Humbert que está no futuro contando os acontecimentos de sua vida e com o decorrer da narração vários outros personagens vão sendo apresentados.

Tudo tem início na adolescência de H.H, nessa fase dos primeiros amores ele conheceu Annabel, uma garota de 13 anos, então começaram uma relacionamento, só que por diversos motivos, não puderam mais ficar juntos e isso o deixa arrasado, e de alguma forma ele nunca é capaz de esquece - la. Essa frustração se torna uma obsessão, e o professor mesmo já adulto continua a buscar pela mesma menina na qual ele foi amante na adolescência. Até que finalmente a encontra em Dolores Haze, filha de Charlotte Haze, de apenas 12 anos de idade.

É importante lembrar que como é um relato de apenas um ponto de vista, já fica claro desde o início que o narrador não é uma fonte confiável dos fatos, sendo ele um professor de literatura, aliás muito bom no que faz, acaba demonstrando uma incrível habilidade de persuasão.
Ciente desta capacidade o mesmo coloca tudo sempre ao seu favor, diversas vezes alegando que Lolita, como vem a ser seu apelido, o provoca com olhares e gestos e também usa roupas afim de seduzi-lo, e inclusive não só altera as situações mas também descreve os sentimentos dos outros personagens sob sua percepção doentia e sempre romantizando e utilizando palavras bonitas para suavizar os acontecimentos perturbadores.

Este livro é com toda certeza o livro mais bem escrito que já li até hoje. Nabokov apresenta e coloca tão bem as ações e falas dos personagens que eu me senti dentro da mente de um pedófilo.
Se trata de um relato sobre pedofilia, que contém relacionamentos abusivos, ameaças, estupros, mortes e várias outras coisas terríveis que fazem a obra ter sido feita para ser debatida e não romantizada.
ju 17/10/2019minha estante
mds eu sou um lixo pra escrever alguem me mata




Mari 01/10/2019

Um livro dificil e pesado
Sempre ouvi dizer que a escrita do livro era simples, eu não achei. Houve várias vezes que precisei voltar uma ou duas páginas para entender o contexto. As descrições minuciosas da paisagem e o francês é tediante, mas o mais dificil mesmo é aguentar o cinismo de Humbert Humbert. Dolores Haze, sem dúvidas, foi uma das personagens que mais tive pena dos livros que já li e a forma que ele romantiza os sofrimentos dela me dá náuseas. Aguentei a leitura até o fim porque fui movida pela força do ódio. Nao estou criticando o autor, ele conseguiu expressar os pensamentos de um pedófilo perfeitamente, mas não gostei como a história terminou. Meu sentimento até agora é de dó e de compaixão por Dolores.
Marina 14/10/2019minha estante
gostei da sua resenha, mas você acha que deve indicar esse livro pra alguém? ou é melhor as pessoas evitarem o contato com essa leitura?


Mari 14/10/2019minha estante
Oi, chará! Eu acredito que o que não funciona para mim, pode funcionar para outras pessoas. Se você é sensível a este tipo de tema, como a pedofilia e violência, eu não recomendo. Caso não, apesar das resalvas na minha resenha, o autor foi muito inteligente e explora muito bem o que se passa na cabeça do personagem para justificar os seus crimes. Veleu a pena conhecer a história, mas eu não leria novamente.




Erika 21/09/2019

Lolita
Humbert é o narrador, um homem de meia idade. Pedófilo. Ao longo do livro cheguei a acreditar que Dolores, Lolita para o protagonista, uma criança de 12 anos, era a responsável pelos atos nojentos de Humbert. Machismo de minha parte. Ele é doente, asqueroso, Dolores vive cativa, e tem a vida totalmente destruída.

Um livro que provocou um turbilhão de sentimentos contraditórios em mim. Houve passagens em que senti pena dele, até lembrar que o que está sendo mostrado ao leitor é a visão de um pedófilo que administra remédios para dormir a uma menina de 12 anos, para assim poder usufruir da mesma como bem quiser. Humbert é um escritor, um poeta, e me enganei em muitos momentos, pela maneira bonita com que ele descreve sua obcessão por garotinhas.

É uma história suja contada com belas palavras, e não é nem aqui, nem na China uma história de amor. Não foi um livro fácil, me incomodou demais, e por muitas vezes me perguntei ?por quê estou lendo isso??. Nos textos adicionais da edição com apontamentos a respeito do quê Nabokov quis exprimir ao escrever Lolita. Que Humbert representa a velha Europa que corrompe a nova America, representada por Dolores. Outros dizem que é o inverso. Sem dúvida valeu a leitura, mas não pretendo reler.
Marina 14/10/2019minha estante
gostei da sua resenha, mas você acha que deveria indicar esse livro pra alguém? ou pra você é melhor as pessoas evitarem essa leitura?


Erika 14/10/2019minha estante
Marina, li Lolita porque o livro está na lista dos 100 livros essenciais da literatura mundial da Revista Bravo, é um clássico e tals... vale uma boa discussão, o tema é bem polêmico, mas incomoda demais. Se você é curiosa e tem estômago forte, vai fundo. à só uma história. Mas de forma geral, não indico.




Nanda 13/09/2019

Polêmico
Foi uma boa leitura, mas repugnante, estar na cabeça de um pedófilo é como estar na cabeça de um psicopata. Foi uma experiência interessante, mas só recomendo pra quem tem estômago forte
Vih 25/09/2019minha estante
Nossa !!estou lendo o livro ,E a cada pàgina do livro ( lolita) estou se surpreendendo bastante...e principalmente pela escrita!!




Jaine Jehniffer 09/09/2019

Muito bom
Apesar de tratar de um assunto extremamente delicado - a pedofilia - essa não é a temática principal do clássico e polêmico livro de Vladimir Nabokov, a obra Lolita de 1955. Também não é, como muitos dizem - uma história sobre o amor de um homem por uma garotinha. O foco é o personagem Humbert Humbert, mais precisamente o que ele representa.

Humbert Humbert é um escritor bem-apessoado (segundo ele mesmo), de meia-idade e que sente uma forte atração por uma criança. Humbert é o tipo de sujeito que raramente levantaria suspeitas, já que é um homem das letras educado, cortês e com uma boa situação financeira. Ele é a representação perfeita dos pedófilos que abusam de menininhas e não são descobertos.

Humbert acredita que ama Dolores Haze, de 12 anos, e no decorrer da história narra detalhadamente como se sente em relação a ela e os abusos que ele pratica. Ao se ater apenas às partes em que Dolores, apelidada por ele de Lolita, parece feliz, é fácil se deixar levar e acreditar estar diante de uma história de amor. Entretanto, Humbert deixa escapar indícios que dizem o contrário. Em diversos trechos podemos perceber que Dolores não gostava dos abusos que sofria.

Você pode se perguntar então o motivo de ela não ter contado nada para ninguém. A questão é que ela não tinha ninguém. Quem acreditaria em uma menina dizendo "asneiras" enquanto seu "papai", com todas as suas características que atestam seu bom caráter, dizendo que só quer o bem da menina?

No fundo, Humbert Humbert sabe que é doente. Em diversos momentos durante a narrativa ele confessa sua culpa e afirma ser desequilibrado. Ele chega até mesmo a admitir que contribuiu para o fim não apenas da infância de Lolita, mas com todas as desgraças que se sucederam em sua vida. Como um típico carrasco, Humbert justifica o tempo todo, para si mesmo e para os leitores, as suas ações e atitudes.

Finalmente, mais uma coisa deve ser lembrada ao se ler este romance: ele é narrado na primeira pessoa por Humbert, o que significa dizer que foi ele quem escolheu as partes que revelaria e como as revelaria. É uma narrativa tendenciosa, com um narrador não confiável que romanceia quase tudo e que pode levar o leitor mais desatento a acreditar na totalidade do que ele diz e começar a defender o pedófilo e culpar a vítima. Lolita é o tipo de leitura que faz com que o leitor se questione e reflita sobre o ambiente que o circunda. Afinal de contas, você sabe se aquele cara bem-apessoado que você viu na igreja, no parque ou até mesmo na padaria é realmente um homem de caráter?

site: https://www.paginasetakes.com.br/l/lolita/
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Liliane 22/08/2019

Surpresa
Pensei que iria odiar esses livros, mas me enganei feio! N conseguia parar de ler! Enfim... a-do-rei!!!
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allan.tancredo 20/08/2019

Lolita, luz da minha vida, fogo da minha carne.
Tragicamente belo.
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Luciana 19/08/2019

Perturbador
A escrita desse livro é, sem dúvida, uma das mais poéticas que já vi. Os personagens são tão reais que chega a dar um certo nervosismo. A história em si, porém, é perturbadora, é uma narrativa que te deixa sem saber o que pensar e deixa a maior parte do tempo com um ranço de tudo o que é descrito, msm pq é o ponto de vista do agressor que é visto aqui e ele é bem maluco e oscila entre o saber o que está fazendo, a culpa e as atrocidades que comete. Sem dúvida essa é uma leitura difícil de superar.
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Roger 10/08/2019

"Lolita, luz da minha vida, fogo da minha virilidade. Meu pecado, minha alma. Lo-li-ta: a ponta da língua faz uma viagem de três passos pelo céu-da-boca abaixo e, no terceiro, bate nos dentes. Lo. Li. Ta."
Um livro horrendo e asqueroso, com uma escrita praticamente impecável. Difícil descrever esse grande clássico da literatura do século XX que é Lolita.

Escrito por Vladimir Nabokov, um escritor russo que fugiu de seu país no tempo da Revolução e se refugiou nos Estados Unidos, ele tentou de todas as formas tentar publicar o livro em alguma editora por vários anos. Muitas recusaram pelo tema pesado e até outros tiveram medo de ser presos pela publicação polêmica.

O tema pesado em questão é evidente que seria a pedofilia, pois o protagonista do livro nada mais é do que um pedófilo que já esteve em diversos hospícios e tem como grande "amor", uma menina de doze anos. Pelo livro, vemos que esse "amor" é uma grande obsessão doentia disfarçada.

Mas o que faz esse livro de história tão terrível ser tão apreciado? Aí é onde encontramos o poder de Nabokov.

Leia a resenha completa: https://www.instagram.com/p/B0_r1bHjG2q/?igshid=9jiw67ty0cp3

Siga meu Instagram de resenhas literárias: @estranhaleitura
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Tonyfuckin 07/08/2019

"Lolita é um livro cruel sobre a crueldade. É generoso na medida em que o inimigo do nosso inimigo é nosso amigo, por mais repelente que nos seja o seu aspecto. Como crítico, Nabokov tinha uma sensibilidade acima da média para a crueldade literária."

Impossível descrever melhor este livro se não com essa passagem da impressão de número 13º da Alfaguara.

Esse ano me permiti ler uma das obras talvez mais populares desse século e mais distorcida por meio do popular, sendo estes meios a adaptação cinematográfica de 1997, que ao meu ver expressa muito bem não o que como leitor podemos enxergar, mas o que em loucura Humbert Humbert podia sentir em sua doentia história de amor, e, em uma non-adaptação a cantora Lana Del Rey deixou para deleite de uma geração altamente ignorante sua música, Lolita. Ouso dizer que Born To Die tem reflexos da adoração da cantora pela obra do Nabokov, não apenas pela música Lolita, mas também fazendo referência ao apelido Carmen e em Off To The Races quando canta "light of my life, fire of my loins".

Ainda que eu tenha finalizado essa leitura apreciando como um todo a inteligência do autor, a forma arrebatadora na qual ele consegue nos seduzir, devo dizer que não consegui ainda aprecia-lo livre dos meus posicionamentos como ser humano, onde por inúmeras vezes me vi fazendo pausas para respirar fundo e não desistir do conteúdo que me era apresentado, pois enquanto H. H. nos hipnotiza com sua poesia, as atrocidades cometidas por este protagonista nos faz revirar o estômago. Então espero um dia, conseguir me desconectar dos meus princípios para me deixar afogar em Lolita, pois essa é uma obra da qual precisamos estar livres de pré-conceitos, para que possamos nos deliciar com a construção genial do livro.

E embora Lolita não seja hoje um dos meus favoritos, ele consegue ser um dos melhores que já li. E a quem ousa dizer que essa é uma história de amor, é esboçando um sorriso que te peço para que realmente leia Lolita, pois esse pensamento não condiz com a plenitude da obra.
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Colenci 04/08/2019

Algumas anotações, só para constar. (Livro lido há meses).

Talvez algumas pessoas não aguentem entrar na mente de alguém tão asqueroso quanto Humbert Humbert. É uma pena, já que é essa possibilidade que torna o livro tão instigante. À priori, é claro. Conforme a leitura, percebe-se quão bem é construído o enredo e a narrativa. H. H. escreve seu testemunho já na prisão, após todas suas desventuras criminosas. Por isso, o livro pode ser confuso, já que nos capítulos iniciais, Humbert faz alusão aos últimos, sem que percebamos ou entendamos do que ele está falando. Assim, conforme avançamos, começamos a entender suas referências e adentramos cada vez mais naquela cela de prisão, naquela mentalidade doentia.
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Dante 02/08/2019

Da série: Livros bons que eu não leria novamente.
A ideia do livro é muito boa, o autor te põe realmente para pensar e, se você não tiver uma cabeça madura, irá achar que um ponto de vista é o suficiente para se entender uma história.
Não leria de novo pois a história em si não me prendeu muito, fiquei empacada durante dias lutando para terminar. A escrita é boa e poética.
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Vladia 28/07/2019

Lolita (Vladimir Nabokov) 🌟🌟🌟 .
Clássico da literatura mundial. Mas não vai entrar na minha lista de livros memoráveis... Homem de meia idade apaixona-se por garota (enteada) de 12 anos. Após a morte da mãe da garota, passam a viver como um casal e viajar por algumas cidades, a fim de sua condição não ser descoberta. Não sei... Talvez pelo tema, não gostei muito e quase não acabo de ler... O desenvolvimento da história e essa "paixão " do Sr. Humbert pela Lolita não me envolveram... #lolita #vladimirnabokov #abrilcultural
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Daniel.Sene 23/07/2019

Um livro nem para quem tem estômago
Ler este livro foi uma das piores experiências de minha vida. É algo que chega ao escroto, a objetificação de uma criança, a sensualização da mesma. Devemos concordar que épocas diferentes geram conceitos e preceitos de igual maneira, mas ainda assim, não há como ler este livro e pensar que o mesmo está correto. Triste, polêmico e completamente fora daquilo que nos é ético e moral. Trabalho com crianças e hoje vemos também uma infância repleta de influências negativas, distorções na visão a respeito dos pequenos, levaram os mesmos a adentrar em um mundo de sexualidade desregrada logo nos anos iniciais. Vemos, por exemplo, alunos da faixa etária de 5 e 6 anos dançando as "músicas" de sucesso que não passam de sexo com roupas.
Fico apreensivo e as vezes me irrito com este tema por pensar que um dia terei uma família, filhos e sobrinhos. Não consigo imaginar como deve ser difícil para os país verem seus filhos crescendo em um mundo passageiro.
Por estes motivos acredito que um livro como este não seja adequado ao bom senso, pois desperta nas mentes já perturbadas aqueles desejos mais descabidos e desformes guardados a 7 chaves.
Carla Amante 23/07/2019minha estante
Pedofilia?


Daniel.Sene 23/07/2019minha estante
Sim. Tem gente que fala que é uma "história de amor", mas se trata de um padastro que abusa de uma menina de 12 anos, filha de sua esposa que morreu após algum tempo de casados. Depois a menina foge e cai mais uma vez nas mãos de outro pedófilo.
A narração e tendenciosa e quem lê as vezes não percebe que está sendo inclinado a concordar com tudo como se fosse algo normal.


Daniel.Sene 23/07/2019minha estante
Lemos o livro na visão do narrador que é aquele que abusa da menina. Ficamos aprisionados naquela visão de uma pessoa que se reconhece doente e que sente atração por crianças de até 12 anos.


Carla Amante 23/07/2019minha estante
Coloca fogo nesse livro!


Daniel.Sene 24/07/2019minha estante
à o jeito, o que não edifica não serve a ninguém...




Arthur Pacheco 18/07/2019

Então...
?Lolita, luz da minha vida, fogo da minha virilidade. Meu pecado, minha alma. Lo-li-ta: a ponta da língua faz uma viagem de três passos pelo céu-da-boca abaixo e, no terceiro, bate nos dentes. Lo. Li. Ta. Pela manhã, um metro e trinta e dois a espichar dos soquetes; era Lo, apenas Lo. De calças práticas, era Lola. Na escola, era Dolly. Era Dolores na linha pontilhada onde assinava o nome.
Mas nos meus braços era sempre Lolita.?

Assim começa o esplêndido livro de Vladmir Nabokov publicado em 1955 com o incrível posfácio de Martin Amis e traduzidas por Sérgio Flaksman.

Narra a história do amor obsessivo de Humbert. Humbert, um cínico intelectual de meia-idade, por Dolores Haze, Lolita, 12 anos, uma menina que desperta os desejos mais profundos.

Para começo de conversa ler essa obra foi de tamanha dificuldade para o meu estômago. Partes, que sinceramente não gosto de lembrar, onde objetificava o corpo de uma criança da maneira mais poética/repulsiva que já li. Dentre elas ficamos a par de todo o cinismo, e as desculpas criadas pelo narrador justificando suas ações a todo momento. Não me senti confortável.

Sua narrativa e interessante, mas na maioria das vezes se torna repetitiva e deveras cansativa a mente do leitor, solicitando um foco maior na hora de transitar entre as páginas.

Entretanto, poderia gastar linhas e linhas criticando a superficialidade que o livro mostra. Mas a verdade, e que não é assim que funciona. A obra é espetacular no sentido de construção e escrita. Nesses pontos, na minha jornada de leitor iniciante nunca achei uma obra na qual pudesse ter uma empatia tão gratificante por quase por quase todos os personagens, eles são escritos da melhor forma possível, seus arcos são impecáveis, e por mais que sejam todos referenciados a somente um ponto de vista, o do narrador, ainda conquista e enriquece o mundo de Lolita.

A pergunta proposta que me fiz lendo Lolita foi: Até onde pode ir à literatura? O que faz um autor se deixar escrever algo tão inaceitável como pedofilia na forma mais poética?

Estou com essas dúvidas na cabeça desde o final do posfácio, é com grande certeza que não irei achar uma resposta tão cedo.

Enfim, eu não gostei de Lolita. Achei arrastado é nojento. Mas reconheço o seu lugar na literatura e por que é um dos maiores exemplares de narrativas existentes até hoje.
DuinneBlyth 19/07/2019minha estante
Tem que ter muito estômago para ler esse livro. Acho q nunca conseguiria...


Arthur Pacheco 19/07/2019minha estante
Vale a pena pra conhecer um marco literário. Fora isso é um nojo


DuinneBlyth 20/07/2019minha estante
à o nojo q atrapalha kkkk


Gio 20/07/2019minha estante
à um ótimo livro, bem escrito e narrado apenas pelo H.H. o que é um perigo, já que ele aparentemente é um cavalheiro, porém, um pedófilo.
Vale a pena a leitura, mas tem que ter estômago, mesmo ele naturalizando toda essa situação absurda.


Arthur Pacheco 21/07/2019minha estante
Exato Gi




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