The Invisible Life of Addie LaRue

The Invisible Life of Addie LaRue V.E. Schwab




Resenhas - The Invisible Life of Addie LaRue


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Camilla 24/10/2020

Perdi meu tempo
A V.E. Schwab demorou quase dez anos pra escrever esse livro. Sem o audiobook, esse é o tempo que eu levaria para terminar de ler.

Eu realmente achei que eu fosse gostar de Addie LaRue, mas foi impossível. Sabe quando você está lendo um thriller e você vira as páginas desesperadamente para descobrir o que acontece? Isso é exatamente o oposto do que eu senti ao ler esse livro.

A história é sobre a Addie, uma jovem francesa que faz um acordo com o Diabo e se torna imortal. Isso tem um custo: toda pessoa que ela conhecer se esquece dela imediatamente quando ela sai de vista. Como a autora conseguiu arruinar essa premissa? EU NÃO SEI.

Aqui está o que ela fez de certo: ter uma ideia extremamente interessante. E para por aí. Você consegue dizer que ela colocou muito trabalho na escrita, mas o estilo é tão pesado que ficou exaustivo no capítulo 10. E esse é um livro com muitas palavras por página e mais de 100 capítulos, então imagine o meu desespero achando que nunca ia chegar ao final (que, por falar nisso, foi super clichê). Eu também quero ressaltar que fiquei chocada com o quanto os personagens são superficiais, mesmo que o livro não tenha tido muito plot e seja focado no desenvolvimento destes. A química do romance foi inexistente e o triângulo amoroso apenas dispensável. Toda vez que a autora tentou trazer emoção ao leitor, o máximo que eu fiz foi revirar os olhos.

Sinceramente, não recomendo e não pretendo ler mais livros da V.E. Schwab no futuro.
Yasmin Herondale 25/10/2020minha estante
Graças a Deus esperei você terminar de ler hahahah Nem vou perder o meu tempo


Camilla 25/10/2020minha estante
Kkkkkkkkk por favor, pula esse ?


Mateus 26/10/2020minha estante
Gente... que tristeza haahah com essa sinopse com certeza seria um livro que eu pegaria pra ler, mas depois desta resenha foi passar bem longe kkkkkkk


Camilla 26/10/2020minha estante
KKKKKK olha, se você já leu outro livro da V.E. Schwab e amou, pode ser que você goste mais que eu! Eu já tinha lido outro livro dela e achado bem mediano também :/
A sinopse é ótima mesmo mas achei a execução um tédio


Hebert Braz 27/10/2020minha estante
Kkkkkkkk, aparentemente todos os livros dela possuem premissas incríveis e uma execução que sempre deixa a desejar.


Gusta 27/10/2020minha estante
Me deu vontade de ler, mas ao mesmo tempo não me deu vontade kkkkkkkk


Camilla 27/10/2020minha estante
Kkkkkk olha, se você conseguir o audiobook, tenta! Mas o final não é recompensa suficiente pra continuar caso você não esteja gostando :)


Glenda Valverde 06/11/2020minha estante
Tivemos experiências muito diferentes com essa leitura. Esse foi um dos livros mais especiais que li na vida.


Camilla 06/11/2020minha estante
Sim, muita gente amou! Acho que V.E. Schwab não é pra mim :(


Glenda Valverde 06/11/2020minha estante
Mas é assim mesmo. Tem autores que todo mundo ama, com a Cassandra clare, mas ela não é para mim hahahah


Camilla 06/11/2020minha estante
Kkkkkkk também não gosto da Cassandra Clare, a gente tem essa em comum ?


Belle 13/12/2020minha estante
claramente eu lendo, tinha expectativas altas ja que vi muita gente falando bem kkkk aiai cai de cara com o chão


Júlia Maria do Egito Xavier 03/01/2021minha estante
Tem versão em português??? Já procurei tanto e só acho em inglês


Camilla 03/01/2021minha estante
Ei Júlia, acabou de lançar lá fora e acho que nenhuma editora comprou os direitos ainda. Provavelmente não tem traduzido mesmo.


Júlia Maria do Egito Xavier 03/01/2021minha estante
Aaah que pena, até pensei em ler, mas achei MUITO caro e depois da sua opinião fiquei meio receosa em não gostar da história kkkkkkk


Belle 04/01/2021minha estante
já tem editora pra publicar o livro mas não sei quando que vai ser lançado (ainda esse ano)


Júlia Maria do Egito Xavier 04/01/2021minha estante
Hmmm obrigada


Nataly 04/01/2021minha estante
Resumiu bem o livro kkkk terminei de ler só na força do ódio esperando que tivesse algo bom, mas nada me surpreendeu.
E os personagens são bem rasos mesmo.


bestnarryever 10/01/2021minha estante
Concordo totalmente! Infelizmente, uma pena que você desistiu da autora
Eu sou muito fã dela e me decepcionei com esse livro justamente porque com o argumento de 10 anos escrevendo, eu esperava algo bombástico
Mas não, só o tipo medo de estar perdendo algo que todo mundo tá amando, e na verdade é só mais um hype que com certeza boa parte dos leitores tem medo de admitir que não aproveitaram tanto assim




Queria Estar Lendo 20/11/2020

Resenha: The Invisible Life of Addie LaRue
Mais um livro que me coloca num beco sem saída, porque eu simplesmente não sei como explicar em palavras o que foi a leitura de The Invisible Life of Addie LaRue. É, definitivamente, o trabalho da vida da V.E. Schwab e nota-se desde a primeira até a última linha.

Na história, estamos na França durante os anos 1700, em uma pequena vila no meio do nada. Adeline LaRue confronta o finito em uma crise de pânico, forçada a se casar jovem, e foge para a floresta a fim de oferecer qualquer coisa em troca de liberdade. Só que, quando ela pede para um deus, é a escuridão que responde, e eles selam um acordo: Addie dá sua alma em troca da imortalidade.

O preço? Ninguém além da escuridão vai se lembrar dela. Addie é imortal, mas seu rosto, seu nome, sua história - tudo isso se apaga assim que a pessoa que a conhece vira de costas para ela. O livro transita, então, entre os primeiros anos de imortalidade e seu presente, trezentos anos depois, em Nova York - com uma Addie mais madura e ciente de sua maldição.

É em meio a esse marasmo que ela conhece Henry e, para seu completo choque, percebe que o rapaz se lembra dela. Trezentos anos depois, Addie deixou de ser invisível para alguém.

"Livros, ela descobriu, são uma maneira de viver milhares de vidas - ou de encontrar forças para aguentar uma vida muito longa."

Eu... Nem sei por onde começar? The Invisible Life of Addie LaRue me atraiu desde que a Schwab anunciou que estava finalizando o arquivo; ela demorou dez anos para escrever esse livro, e dá para perceber isso em cada frase, palavra e cena. É um trabalho impecável - mas não sem falhas - e emocionante e melancólico do começo ao fim.

Eu vou começar citando os problemas que me incomodaram, e foi basicamente a falta de personagens de cor. Com exceção da melhor amiga de Henry, temos brancos em sua maioria - e eu entendo, no passado, a autora branca ter escolhido fazer de Addie uma garota branca, porque a vivência diferente da dela lá no século 18 seria uma narrativa distante da realidade da Schwab.

"E não importa o tamanho do seu desespero ou desejo, nunca reze para os deuses que respondem depois do anoitecer."

Portanto, não considero uma falha nesse quesito; no presente, no entanto, incomoda no instante em que você percebe. Queria ter visto mais personagens diversos - pelo menos na questão das orientações sexuais ela não pecou, mostrando um leque de pessoas distantes do padrão heterossexual - e queria que Addie tivesse, em seus trezentos anos, se aventurado um pouquinho além da Europa e América da Norte. É um PROBLEMA? Não. Mas mostra uma visão muito eurocêntrica quando você tem a imortalidade e o esquecimento ao seu redor para conhecer O MUNDO.

Enfim. Dito os probleminhas que me incomodaram, eu preciso gritar.

ESSE LIVRO TEM UMA DAS NARRATIVAS MAIS BONITAS QUE JÁ LI NA VIDA! É uma poesia tão triste e solitária e desesperançosa, mas cheia de amor pelo mundo e pela infinidade de coisas que surgem no caminho da Addie com o passar dos anos e com seu amadurecimento a respeito da maldição que carrega.

Sim, ela é esquecível - mas pode deixar seu legado através da arte, da literatura, da música. Sim, quem se apaixona por ela esquece esse sentimento - mas Addie guarda consigo as memórias e os momentos dos quais jamais vai se esquecer.

"Como você anda até o fim do mundo?
Um passo de cada vez."

E ao mesmo tempo em que isso é bonito, é tão, tão triste. Com exceção de Luc - o deus da escuridão que tomou sua alma - Addie está sempre sozinha. E os primeiros anos de sua solidão são desesperadores porque ela não tem mais uma família, amigos, não tem mais um espaço em seu antigo lar; ela foi completamente apagada do mundo, mas precisa sobreviver nele.

Eu amei como a autora construiu seus rompantes de absoluto terror e desamparo no passado para, com a quebra dos capítulos, mostrar a figura amadurecida e consciente e concisa que é Addie no presente; em Nova York, ela sabe o que fazer e quando fazer. Ela sabe quando virar as costas - até que, ao virar as costas para Henry em uma livraria, ele não se esquece dela.

E todo o seu mundo vira de ponta cabeça, porque existe alguém, em trezentos anos, com que ela pode existir. Ser. Alguém com quem Addie pode dividir sua história, seu passado e presente, sua maldição.

"Sete sardas. Uma para cada amor que ela teve."

Eu não quero falar muito do Henry porque a graça do personagem está justamente no mistério. Quem é ele? Por que ele se lembra da Addie? Por que ele carrega uma aura tão triste e soturna? As respostas chegam com o tempo, construindo tensão e suspense, e são arrasadoras. E importantes para o desenvolvimento da trama, principalmente para o seu final.

Esse é um livro total e completamente dedicado a Addie LaRue. À sua memória, à sua existência, mesmo que completamente apagada do resto da história; ao que ela viveu e confrontou e temeu. Aos seus piores e melhores momentos e ao caminho que trilhou porque seguiu seu desejo. Egoísta e imaturo, sim, mas que ganhou tons mais conscientes com o tempo. Um desejo doloroso e impetuoso de viver para sempre - distorcido por uma escuridão debochada que resolveu apagá-la dessa eternidade, mas que não conseguiu apagar sua marca no para sempre.

"O que é uma pessoa, se não as marcas que ela deixa?"

Luc, aliás, tem grande destaque da metade do livro para sempre - e eu já estou preparada para revirar os olhos com comentários de que ele e Addie se apaixonaram e nasceram um para o outro e ela é a luz para a escuridão dele e toda essa baboseira sem sentido (mesma coisa que eu vivo quando escuto alguém dizendo que gosta de Darkling e Alina juntos).

Personagens com o Luc e o Darkling manipulam, abusam (física e psicologicamente) e querem destruir a personagem até não sobrar nada além de uma sombra dela mesma.

A ideia do Luc na história, pelo menos para mim, é o peso de um relacionamento abusivo sem fim. Ele é aterrorizante em alguns momentos e doce em outros, é tentador, sedutor, é belo e apaixonante, e então é furioso e perigoso; ele é um peso determinado a quebrar Addie para arrastá-la até a escuridão eterna, e ela se recusa a quebrar. Ela é forte, ela é teimosa e é incrível por isso. Ela sabe o quanto ele é nocivo, mas também sabe que não tem como se livrar dele a seus termos.

"Adeline LaRue não pode ser uma estranha aqui, para essas pessoas que ela sempre conheceu. Dói demais assistir enquanto se esquecem dela."

A jornada de Addie LaRue fala, principalmente, sobre legado. Sobre a marca que você deixa no mundo. Para citar Hamilton, "o que é um legado? É plantar sementes em um jardim que você nunca vai ver florescer?"; eu me lembrei muito desse trecho enquanto lia, enquanto via Addie lutando contra a maldição para sussurrar inspirações em músicas e pinturas e esculturas, para deixar pequenos lembretes de que esteve ali. Viveu ali. Será lembrada ali.

Quanto a mim, eu só posso dizer que todo esse livro vai ficar guardado no meu coração para todo o sempre. A história de uma garota que implorou por infinidade para a escuridão e, em meio a terrores e felicidades, trilhou sua história através de uma maldição.

Lembrando que esse livro vai ser lançado aqui no Brasil em 2021 pela Editora Galera Record!

site: http://www.queriaestarlendo.com.br/2020/11/resenha-invisible-life-of-addie-larue.html
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Ana 30/12/2020

maravilhoso
a última e uma das melhores leituras de 2020

A Addie foi uma personagem extremamente bem desenvolvidas e a relação dela com todos os outros personagens foi muito bem explorada.
Vi muita gente falando sobre a narrativa ser lenta, e confesso que na primeira parte eu também achei, mas conforme a história foi passando eu entendi que essa forma de narrar os acontecimentos é essencial para o desenvolvimento da vida da Addie.

Voltando às relações da personagem principal, eu amei a forma a qual a autora conseguiu mostrar os lados bons e ruins sobre tudo. Os personagens são extremamente reais, a Vic não economizou ao mostrar que todas as pessoas tem seus defeitos e qualidades, e o quão importante isso é em uma relação.

Eu realmente amei e pude aprender muito com essa leitura, recomendo e vou recomendar sempre pra todo mundo!

Addie, vou sempre lembrar de você e das sete sardas que formam sua constelação.??
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Shai | Leitora Lunática 21/10/2020

Meu primeiro livro 5 estrelas favoritado da V.E.Schwab!!!
Minha missão nessa resenha vai ser convencer aos leitores de que essa é uma obra de arte (e talvez dissuadir algumas pessoas de lerem a história da Addie?).
Vou começar falando da escrita da autora, que mudou sensivelmente. É um livro mais maduro, com questões complexas sobre uma vida imortal e séculos de história que nos convencem, e nos fazem pensar: e se fosse comigo? O que eu faria? Não pense que a ultra-descrição das coisas deixou de ser uma característica, ela só ficou mais bonita, não achei nada do que ela narrou desnecessário ou cansativo (mas entendo quem achar que sim).
Em grande parte do livro a narrativa se torna lírica diante dos nossos olhos. Ela fala muito de artes, teatro e escritores, e quando vemos são versos, poemas e rimas - o que me deixou um pouco preocupada com as traduções da história, então fica minha primeira dica: se puder, leia em inglês.
As personagens são muito verdadeiras, desde a nossa protagonista Addie, até o homem que consegue se lembrar dela, Henry (com seus amigos maravilhosos) e mesmo o "deus que atende depois que escurece", Luc (Shippei? Sim, me julguem).
Eu entendi que a V. E. Schwab quis fazer um livro que ultrapassa barreiras temporais, e ela conseguiu.
Os últimos 10% do livro são só lágrimas, uma tensão, uma sensação de perda e, ao mesmo tempo, aquela esperança de que o final seja bom. E que final!
Espero que os leitores sejam sensíveis a esse livro, que entendam o que ela quis contar, espero que amem a história...
Por fim, eu li o livro acompanhando junto com o audiobook da Audible, e eis aqui a última grande dica: quem puder, ouça o livro - dar voz a essas personagens é outro nível de experiência, a narrativa lírica fica muito mais evidente.
Muito feliz com essa leitura.
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Amanda 26/10/2020

Todo mundo quer ser lembrado.
"Three words, large enough to tip the world. I remember you."

Eu não sei como vou superar esse livro, e é por isso que estou escrevendo essa resenha. Pra ver se consigo colocar meus sentimentos aqui e dar um desfecho para essa história e esses personagens na minha mente.

Em 1714, Addie vende sua alma ao diabo em troca de sua liberdade, mas isso tem um preço e ela é amaldiçoada a ser esquecida por todos que a conhecem. Assim, 300 anos se passam, sem ela conseguir criar conexões com ninguém, a não ser Luc, que a visita anualmente no aniversário de seu acordo. Até que um dia, ao ir em uma livraria, alguém se lembra dela. Mas por quê? Por que só Henry se lembra de Addie?

Eu me conectei de uma forma surreal com esse livro. Fiquei imaginando como seria se eu estivesse no lugar da Addie, o que eu faria numa situação como essa, para onde eu iria... eu senti muita pena dela várias vezes, mas sobretudo a admirei pela sua força por continuar seguindo em frente. Também me identifiquei muito com o Henry, que personagem! O ansioso e intenso Henry Strauss. Eu poderia ler um livro inteiro só no ponto de vista dele. E o Luc? Por mais que eu quisesse, não consegui odiar um personagem tão interessante como ele.

É o quarto livro da Victoria Schwab que eu favorito, e esse especificamente conversou de uma forma profunda comigo. Todas as metáforas, o tema, a escrita. Tudinho. Eu comecei a ler sem saber se meu nível de inglês seria o suficiente, sem querer esperar pela publicação no Brasil, e eu estou tão feliz por ter arriscado. Tão feliz por ter feito essa leitura. Recomendo a todos que a façam também.
Ah, e Addie, eu vou lembrar de você.
Hendy @madrugueilendo 27/10/2020minha estante
Meu deus preciso ler logo??


Amanda 27/10/2020minha estante
acho que você vai amarrrr!


Cat 23/11/2020minha estante
EU VOU LER EM ESPANHOL MAS EU TENHO QUE LER


Amanda 23/11/2020minha estante
Se é pra ler em espanhol espera a galera record publicar em português ano que vem, louca hahaha


Cat 23/11/2020minha estante
AMIGA EU NAO AGUENTO KKKKK SOU EMOCIONADA quando o assunto e VE SCHAWAB




Ana 09/12/2020

O que é a vida sem que uma marca seja deixada?
Que livro!
Nele acompanharemos Addie durante 300 LONGOS anos, com a perspectiva intercalada entre o início do Pacto até o tempo atual e ela é uma personagem INCRÌVEL, Forte e com várias coisas a dizer.
Esse livro é denso, não se pode simplesmente ler e não refletir. Impossível não se perguntar qual é a SUA marca no mundo, visto que a Addie não consegue deixar a dela.
Em vários momentos me peguei pensando:
E se fosse eu? E se fosse comigo, como eu reagiria?

O que a Adeline mais queria era liberdade, era ter escolha, escolher seu próprio caminho, ter mais tempo.
Ela queria ser LIVRE.
Deu certo? Leiam pra saber.
Mas como todas as escolhas feitas na vida, as consequências são difíceis e dolorosas. Acho que a Addie não assume a responsabilidade pela troca que ela fez, ela culpa o Luc quase que o tempo todo, porém ela aceitou seu destino, ela fez o acordo. Ele só ditou o preço e ela concordou, portanto ela também é responsável.

Em dado momento eu já estava apaixonada pelo capiroto, ISSO MESMO, eu me afeiçoei a ele, assim como a Addie.
O Henry foi uma grande supresa, mas não posso dizer que eu o amo, ele foi crucial no enredo, mas não no meu coração. Não me conectei com ele.
Por fim, minha consideração final depois de tanto falatório é:

Leiam e sintam com a Addie, reflitam com ela e pensem em o quanto é importante ser lembrado e amado, ter alguém que espera por você. Qual a marca você deseja deixar nesse mundo?
Vale a pena desistir de tudo por uma liberdade cega?
Talvez a liberdade possa se tornar uma prisão.. Talvez..
O final é absolutamente incrível e eu fiquei MUITO surpresa.
É isso...



brendha 09/12/2020minha estante
como sempre, PERFEIÇÃO em cada palavra sua ana???


Ana 09/12/2020minha estante
?????? você é tudo,ok.


Ely 09/12/2020minha estante
agora eu quero ler dmss. Amiga vc escreveu tudo ok ??
ODIEI PQ VC ME DEIXOU TODA CURIOSA


Ana 09/12/2020minha estante
Leia
ASSIM QUE DER LEIA




Luiza Helena (@balaiodebabados) 25/11/2020

Originalmente postada em https://www.balaiodebabados.com.br/
"Era uma vez. É assim que a história começa."*

The Invisible Life of Addie LaRue é um livro que já nasceu aclamado. Considerado pela Schwab como a obra da sua vida, ela levou nada menos que dez anos para finaliza-lo e lançar. E ela entregou aqui muito mais que eu esperava.

Alternando entre passado e presente, vamos acompanhar Adeline se transforma em Addie. Sim, se transformar; a Addie de trezentos anos não permanece a mesma ao longo dos anos, consequências de sua vivência durante o tempo. Em troca da liberdade em viver sua vida como quiser, a jovem faz esse acordo e a consequência é nunca ser lembrada por ninguém. Addie é determinada, sonhadora, espírito livre, um tanto teimosa, romântica, esperançosa... e todas essas características vão se adaptando à sua personalidade através dos anos que vive.

"Não quero pertencer a ninguém, não quero pertencer a ninguém senão a mim mesma. Eu quero ser livre. Livre para viver e encontrar meu próprio caminho, para amar ou para ficar sozinha, mas pelo menos é minha escolha, e estou tão cansada de não ter escolhas, com tanto medo dos anos que passam correndo sob meus pés. Não quero morrer como vivi, o que não é vida."*

Durante a história, Schwab desenvolve bem a questão de presença, existencialismo, lembranças e memórias. No fato de Addie não ser lembrada por ninguém, ela trabalha o fato de como você quer deixar sua marca no mundo e nas pessoas, como você será lembrado quando partir...

"O que é uma pessoa senão as marcas que deixa?*"

Outro ponto bastante interessante é a ligação de Addie com os vários tipos de arte, seja pintura, literatura, música. Combinado com a escrita melancólica e um tanto triste da Schwab e a narração em terceira pessoa, a leitura se torna muito intimista e não tem como você não se apegar à Addie e sua história. A metalinguagem utilizada aqui foi mais que uma grata surpresa.

"As histórias são uma forma de preservar a si mesmo. Para ser lembrado. E para esquecer.*"

O início do livro pode parecer um pouco lento, mas essa lentidão é essencial para que conheça Addie e suas motivações. Os personagens secundários (e aqui entra qualquer um dos montes de relacionamentos amorosos que a personagem teve) são muito bem trabalhados e têm sua devida importância.

Assim como a Denise (Queria Estar Lendo) pontuou na sua resenha, o fato da história e Addie se ater somente no ambiente europeu e americano foi um detalhe que não curti muito. Durante 300 anos, e deste uns 200 vivendo somente na França, senti que a Addie poderia ter se aventurado mais pelo mundo com sua imortalidade. Porém, Schwab recompensa no quesito representatividade lgbt+, incluindo a própria protagonista.

“Todos nós temos cicatrizes de batalha”, diz ela. “Pessoas do nosso passado.”*

Ao iniciar esse livro, não sabia bem que história a Schwab entregaria e foi muito melhor que eu esperava. Com certeza o hype nesse livro é mais que real e espero que logo todos tenham a oportunidade de ler The Invisible Life of Addie LaRue. (Inclusive um título nunca fez tanto sentido). Não dei mais detalhes porque esse é o tipo de obra que tem de ser vivida!

"Que luxo contar uma história. Para ser lida, lembrada."*

site: https://www.balaiodebabados.com.br/2020/11/resenha-608-invisible-life-of-addie-larue.html
Flávia | @baixinhasleitoras 25/11/2020minha estante
Ansiosa pra ler.




Gabriela 25/10/2020

"If a person cannot leave a mark, do they exist?"
"Addie LaRue" soube tocar nas feridas certas. Muitos dos temas aqui refletiram muito o momento pessoal pelo que estou passando. Na verdade, até me senti atacada em alguns capítulos. Esse é um livro de tristezas, solidão e amores perdidos, mas principalmente de medos. De ser esquecido, de não conseguir deixar uma marca no mundo, de ficar preso em um lugar e deixar que os outros resolvam sua vida. De ver o tempo passar muito rápido e não conseguir viver. De perder tempo.

"Every second, there's a little less time, and a little less air, and sometimes when I'm sitting still, I start to think about it, and when I think about it, I can't breathe. I have to get up. I have to move."

A história se alterna entre passado e "presente" e possui capítulos bem curtos. Foi muito fácil gostar do ponto de vista da Addie, mas nem tanto do de Henry (principalmente porque não gostei do desenvolvimento do grupo de amigos dele). Em determinado ponto, depois da metade, a história pareceu perder objetivo e o livro se tornou mais um relato de acontecimentos do passado ou do presente que pareciam não conduzir a algo maior, já que as maiores expectativas do plot já tinham sido resolvidas. A partir daqui, tive alguns momentos de tédio que fizeram a leitura ser meio arrastada.

Para mim, foi um livro melancólico e, às vezes, não tão fácil de ser lido. Muito satisfatório, porém, na questão de empoderamento feminino e em sua sensibilidade em retratar as dificuldades dos personagens, com uma escrita muito bonita, por sinal. Atribuo muitos pontos positivos para a ambiência das cenas que a V.E. Schwab conseguiu construir, principalmente em Villon, cidade natal de Addie, e nos momentos entre ela e Henry em Nova York -- eu consegui sentir cada lugar descrito. O final foi bem resolvido, na minha opinião, e conseguiu me agradar muito, tornando difícil dizer adeus para os personagens.

Queria ter favoritado, já que este era um dos meus livros mais esperados do ano, mas, no final, tive uma experiência de leitura bem "agridoce".
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Nayane | @sentencaliteraria 23/12/2020

Eu não quero pertencer a ninguém.
《 #SLResenha 》

The Invisible Life Of Addie LaRue | @veschwab

❝Be careful what you ask for, be willing to pay the price.❞

O livro é, em essência, a vida de Adeline LaRue. Na França, séc. XVIII, Addie faz um acordo com o diabo para fugir de um destino que acredita não ser o seu, mas todo acordo é uma concessão de partes e nem sempre existem consequências agradáveis. E a consequência de Addie é ser, para sempre, esquecida.

Addie, o diabo e um menino que possui seus próprios medos, serão nossos acompanhantes nessa jornada de autoconhecimento. Eu demorei para escrever essa resenha. Faz um mês que tento escrever e não consigo pôr no papel a experiência de leitura. Quero deixar claro e dizer que não é uma aventura épica, cheia de aventuras e vitórias. Quem for querendo isso, não vai encontrar neste livro.

❝What is a person, if not the marks the leave behind?❞

Addie é uma menina que nasceu em uma cidade pequena e isso é insuficiente frente ao que deseja para sua vida. Ela quer conhecer o mundo, aspira por grandes feitos e uma vida mágica. Só que quando algo acontece, Adeline precisa tomar uma atitude e que talvez seja sua única saída. Ela corre para a floresta em uma noite escura, e lá ela encontra, no sentido estrito da palavra, a escuridão.

Essa decisão vai ser conflituosa durante todo o livro. De 1714 na França a 2014 na América, Addie irá experimentar batalhas, aprender línguas, subtrair coisas, ler milhares de livros, mentir como ninguém, mas há algo que ela nunca mais irá poder vivenciar: ser lembrada. Existe a ânsia de Addie por amor, por desejo, por conhecimento e, acima de tudo, pela recordação. Entretanto, a vida esquecida sofre impacto quando ela conhece Henry, um simples livreiro que consegue o que era impossível.

❝Do you think a life has any value if one doesn´t leave some mark upon the world?❞

O reflexo das decisões de Addie é algo que nunca a deixará livre. A sexualidade da personagem é explorada aqui, porém a autora não deixou claro se ela é pan ou bissexual (o mesmo com o Henry), já que se relaciona com muitas pessoas (estamos falando de mais de três mil anos).

A companhia constante do diabo, sussurrando em seu ouvido, possuindo-a a cada momento em sua memória, é parte da narrativa depois da metade do livro.

Relacionamentos, inseguranças e incertezas, principalmente quando falamos de futuro, são coisas que não só Addie LaRue tem. Todos nós temos, especialmente quando jovens, em torno dos 20 anos. Isso ressoa em nós, na forma como enxergamos nossa vida, nossas escolhas, nossa ligação com o mundo.

Por isso, essa conexão com a Addie e com as suas atitudes, é algo que liga leitor e personagem. Acredito que isso torna o livro ainda mais especial, porque antes de qualquer coisa, estamos falando de uma simples garota que não estava satisfeita com o futuro que escolheram para ela. Existe muita confusão nessa história, e ao mesmo tempo não.

A relação dela com o diabo é conflituosa, porque em determinado momento não sabemos qual o ponto em que ambos estão na história, relação esta que acaba se estreitando cada vez mais. O mesmo acontece com o Henry, que possui um passado difícil, com uma decepção amorosa que o destruiu. Ao encontrar Addie, ele muda toda a perspectiva de vida que tinha antes.

O final deixa um gosto amargo na boca, pois tudo aquilo que Addie buscou desde o início pareceu mais distante ainda. Uma espécie de final aberto, mas muito bem escrito e que mexe com as emoções de quem acompanhou a jornada da Addie LaRue. Um livro dentro de um livro. Uma escrita poética, uma história envolvente e especial.The Invisible Life Of Addie LaRue, de forma alguma, se tornou invisível para mim.

❝But this is how you walk to the end of the world.
This is how you life forever.
Here is one day, and here is the next, and the next, and you take what you can, savor every stolen second, cling every moment, until it´s gone.❞

Resenha originalmente postada no ig @sentencaliteraria

site: https://www.instagram.com/p/CJJyGffjNVH/
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Maya Blackbeak Galathynius 18/01/2021

Lembro de você, Addie Larue
Eu sinto como se metade do livro tivesse sido escrito pra mim e a autra metade não me deixasse afetada em nada, não sei o que eu estava esperando, se era a morte da Addie ou a redenção do Luc, porém não me desceu bem várias coisas

que tipo de deus o Luc é? a Estele fala que há 7 deuses, pq nenhum deles aparece e somente o Luc toma forma? por que a V.E deixou o livro em aberto? pq não teve explicações mais aprofundadas, conversas mais dinâmicas entre a Addie e o Luc? o Henry precisava existir mesmo? se sim, eu não senti nada sobre o casal, química nenhuma.

sério, eu me abri para esse livro e me sentir complementa tombada até os 50% daí a outra metade foi igual mas nem tanto

consideração final:

Adeline Larue eu amo que você sempre foi uma sonhadora, e sabe o que me lembra isso? a Aelin e sua corte de Terassen, a Velaris e toda corte dos sonhos. Eu amei ler sua trajetória (mesmo 90% sendo triste e horrível, pq convenhamos isso te tornou mais forte e me fez querer te proteger mesmo sem poder - vc n existe)  suas aventuras, suas perdas e suas conquistas (se vingar do Luc vai ser épico, vou imaginar e escrever sobre!) Obrigada por ter sido corajosa, livre mesmo com a maldição, lutando com unhas e dentes para ser sua única dona em um tempo onde mulheres eram vistas miseravelmente como objeto de procriação e prazer dos homens (isso melhorou?). Você é extraordinária e Addie, eu sempre vou me lembrar de você?

o Luc é um merdeiro de merda e mesmo que a Larue tente de tudo não acho que ele vá querer deixar ela ir, o próprio até disse que não quer ela e sim q ELE NECESSITA DELA.

e o Henry vai morrer de qualquer jeito, é humano.

pra tia Estele TE AMO VOCE FOI TUDO EM POUCO TEMPO.

Bea PERFEITA.

Robbie MERDEIRO DE MERDA.

Sr. Larue você criou uma filha maravilhosa!

Srt. Larue vá a merda porém sua filha é incrível.

Isabelle espero que Villon tenha sido tudo que você queria mesmo.
Bianca.Mioti 18/01/2021minha estante
Oii, por onde vc leu?




Lucas dos Reis @EstanteQuadrada 17/01/2021

Todos mundo quer ser lembrado
A premissa curta e impactante é realmente só uma porta de entrada para esse universo: Addie fez um pacto com o Diabo e ela é eterna, porém, ninguém nunca lembrará que ela existe. Até que uma pessoa a reconhece.

Para quem já é leitor de Schwab sabe que essas sinopses são enigmáticas e até isso acontecer de fato dentro do livro tem muuuito chão pela frente. O pacto, por exemplo, então só será descrito em uma cena também lá na frente. E a cena dela sendo reconhecida também está em um capítulo beeem lá pra frente.

Porém, isso não tira o brilho do livro. Detalhes que incrementam a história são apresentados nesse início e que fogem completamente dessa sinopse. Esse breve resumo de pouco mais de duas linhas não é nada comparado a grandiosidade da aventura de Addie LaRue.

Além de ser um livro sobre querer viver para sempre, somos apresentados a questões como: relacionamento abusivo, amor próprio e a busca desenfreada por aceitação e pertencimento. Eu fui impactado por todas essas discussões que acabaram aparecendo e me fez amar ainda mais essa história.

Os personagens são extremamente reais:
Addie é uma personagem forte, teimosa e inteligentíssima. Ela é uma estrategista perfeita e a gente percebe isso lendo o livro. Não posso me alongar nisso, mas ao ler você entenderá.
Henry é um personagem fofo, determinado e profundo. Ele é o lado "humano" da história, que faz o leitor facilmente se conectar.

Ambos são marcantes, identificáveis e apaixonáveis. Tanto é que ambos são bissexuais, mais um belíssimo acerto da Schwab. A representatividade nessa história é um prato cheio pra quem gosta de um trabalho bem feito nesse sentido: os personagens são assim e pronto. Sem drama. Sem LGBTfobia. Sem saídas do armário. Eles são assim e acabou.

A história é narrada entre cenas do presente, em 2014, e de acontecimentos dos últimos 300 anos de vida de Addie. Essa fórmula, já presente em muitos livros da Schwab, torna a narrativa instigante e com capítulos terminando com ganchos eletrizantes do jeito que só a autora sabe fazer.

Outra marca registrada da autora é um livro cheio de frases marcantes. Eu li o e-book e ouvi o audiobook, mas anotei todas as minhas citações favoritas para deixar meu livro físico cheio de post-its. São frases que vão de clichês até falas reflexivas que vão te deixar questionando seu propósito no mundo.

Propósito de vida, por sinal, que para Addie é apreciar arte. É impressionante a forma que Schwab retratou a cultura de uma forma tão importante, delicada e cheia de referências incríveis.

A autora trabalhou neste livro ao longo de 10 anos e descreve como o livro de sua vida. Não há como negar que essa história é de fato uma Obra de Arte™️
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Vitória 25/10/2020

the invisible life of addie larue é, pra mim, o livro do ano (rs) e provavelmente acaba de se tornar um dos meus favoritos da vida. a história conta sobre addie, uma jovem que fez um pacto com deuses que atendem à escuridão: ela queria liberdade, queria a leveza de não pertencer a ninguém, de não estar presa a nada ou lugar algum. mas já diziam as lendas pussycat dolls, be careful what you wish for cause you just might get it..

addie teve seu desejo atendido da forma mais literal possível, e depois daquele momento, ninguém mais se lembra dela. é como se nunca tivesse existido e não pudesse deixar traços no presente. addie vive durante 300 anos sem que ninguém a reconheça, ninguém se lembra dela, não existe a possibilidade de criar laços e conexões, até que um dia, já no ano de 2014, num sebo parado e escondido em nova iorque, uma pessoa a reconhece, e por motivos que vão te colocar no chão, essa é a única pessoa que poderia se lembrar da addie na vida.

a partir daí, é uma história demais de linda, emocionante, extremamente bem escrita e pensada de uma forma que faz tudo se encaixar. os fatores que eu mais amei além da história em si, foram com certeza 1- a representação de personagens lgbtqia+ vivendo suas vidas cotidianas normalmente sem que a sexualidade fosse o tema central, e 2- os elementos poéticos usados para dar forma a arte expressa na história! fala sério, quanta referência sobre arte, música, literatura, fotografia, pelo amor de deus, tudo simplesmente perfeito.

eu amei demais como a história foi se passando entre passado e presente, a velocidade de cada coisa na medica certa, a sensação de estar lendo algo biográfico... ai ai v.e. schwab toma minha vida na sua mão!!!!!!

eu gosto MUITO do henry e me identifiquei com ele em níveis estratosféricos, minha vontade era de abraçar ele a todo momento, eu me apaixonei por um personagem de formas que não fazia há anos.

faz um tempo que não leio uma ficção com fantasia/misticismo e penso Uau e se fosse eu vivendo essa maluquice aí? e essa história me deixou imersa nesse nível de pensar a todo momento quais teriam sido minhas decisões se eu estivesse no lugar de um dos personagens, e foi um labirinto sem fim.

eu amei, amei, amei e amei. 5 estrelas não são suficientes pra mim. ps.: esse é meu primeiro livro da v.e. e agora eu com certeza estarei nos quatro cantos do mundo panfletando essa mulher.
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let 21/12/2020

I remember you.
não faço a minima idéia de como descrever minhas emoções por esse livro. as vezes sentia que tudo aquilo era tão real que começava a me perguntar se já conheci uma Addie e esqueci dela.
De início estranhei a forma de escrita, é bem arrastada, cheia de detalhes, porém bastante poética. Com o progredir da história consegui entender por que é assim, o ponto de vista da adeline, o jeito que ela consegue lembrar de tudo e a sua vontade de registrar cada momento influenciam muito isso, acredito que seja um problema pra algumas pessoas, mas pra mim somente enriqueceu ainda mais essa história.
nunca tinha lido um livro que me fizesse chorar tanto do início ao fim, com todos os seus altos e baixos, todas as suas idas e vindas históricas, sempre sentia algo novo.
consegui me conectar com todos os personagens, nunca odiei um 100% ou amei 100%. é um livro que te mostra as falhas de cada um, mostra como os humanos são errôneos e sempre estão evoluindo com o passar do tempo, mostrando que todas as conquistas nunca vem de graça, que é necessário o sofrimento para que a felicidade prevaleça, porém isso ocorre em ciclos. Nunca tinha lido uma história fictícia tão real, que representasse tão bem as minhas incertezas e motivações, todas as batalhas internas de alguns personagens se aproximam muito da vida real, talvez seja por isso que me apaixonei tanto por essa história.
Apesar de seu tema e sua relação com o esquecimento, esse vai ser um livro que ficará na minha cabeça para sempre. Não quero e não vou esquecer essa história, cada novo aprendizado dos personagens, descobertas, emoções, sentimentos quero levar para sempre.
Sempre lembrarei de Adeline LaRue.
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Mayara Tocantins 08/11/2020

amei e odiei ao mesmo tempo (socorro)
Já faz alguns dias que terminei essa leitura mas só agora consegui sentar para escrever uma resenha. A verdade é que eu terminei esse livro com sentimentos mistos e ainda não cheguei numa conclusão final, a questão é que eu nem sei se há realmente uma necessidade de decidir, então eu aceito que metade de mim amou e a outra não gostou muito (será que isso faz sentido pra você?).

Eu amei do começo do livro até uns 60%. Os pontos altos pra mim são todos os capítulos que mostram a relação entre a Addie e o Luc através dos anos, são as partes mais interessantes porque mostram como a Addie se adaptava a passagem do tempo e também como ela mudava como mulher conforme a sociedade mudava.

Depois dos 60% a história segue um caminho mais previsível, e apesar de amar muito o personagem do Henry fiquei com a sensação de que o livro poderia passar muito bem sem os capítulos no ponto de vista dele. Eu sei que esse é o estilo de escrita da Schwab e eu gosto muito dos múltiplos pontos de vista em outros livros dela, mas nesse aqui parece que foi mais pra encher página sabe? O final foi o que mais me deixou dividida, eu entendo que ele faz sentido pelo plot de toda a história mas eu esperava algo mais, sei lá, feliz.

Enfim acabei dando 3 estrelas porque apesar desses pontos que não gostei ainda assim esse livro me fez pensar muito sobre as escolhas que fazemos na nossa vida e as consequências que elas trazem, nesse ponto a autora não decepciona, ela tem um talento enorme para retratar personagens diversos e abordar assuntos importantes com a delicadeza e seriedade que merecem.
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