A Última Batalha

A Última Batalha C. S. Lewis




Resenhas - As Crônicas de Narnia: A Última Batalha


62 encontrados | exibindo 1 a 15
1 | 2 | 3 | 4 | 5


Claire Scorzi 22/02/2009

Com saudades do Céu
O começo do livro - até a metade mais ou menos - acho doloroso de ler. Está cheio de fraude, de desespero e de opressão contra o povo de Nárnia, que sofre nas mãos de enganadores (aliás, as possíveis associações com a vida real fazem ainda mais triste essa parte).
Depois, contudo - cada vez mais fácil e mais lindo, lindo. Há muitos símbolos, como em toda a série, e soa até mais profundo teologicamente (e mais sério) do que os outros volumes; e seu desfecho trouxe-me uma sensação inusitada (que se repetiu quando fui reler): tive saudades do que ainda não conheço. Tive saudades do Céu.
vic 01/02/2012minha estante
''tive saudades do céu'' que coisa mais linda claire... me sinto assim tambem


Bia 05/05/2013minha estante
Foi exatamente o que eu senti! Ótima resenha, o livro traz exatamente essa sensação de "saudades do Céu".




Matheus 28/01/2010

Simplesmente... incrivel!
Esse é um dos melhores livros, com um começo cheio de opressão, mas com um final digno de um grande autor. A forma que Lewis escreve é única. Aslam está incrivel como sempre. Só o "final" que Suzana teve que me deixou triste, pois gosto muito dela. Um ótimo livro, em todos os sentidos.
comentários(0)comente



Caio 06/12/2010

O inacreditável, porém brilhante fim de Nárnia
Depois de ter lido todos os livros da série, veio-me à mente que o último seria de uma espetacular graça e desenvolvimento que me encantaria ao descobrir o fim dessa emocionante jornada em Nárnia. No entanto, esse livro me surpreendeu de uma maneira um tanto instigante. O fato de a ruína de um reino grande e forte como Nárnia ser causada através de um ato de um simples e mero macaco fez me pensar que foi, em parte, uma ideia ridícula. Não critico C.S. Lewis quando escreveu o livro, porém, penso que poderia haver um outro meio como, por exemplo, um ataque dos Calormanos junto com outros reinos próximos, ou a interferência de outros seres míticos daquela época. Esse foi o fato de menos gostei ao terminar de ler o livro. Mas, incrívelmente, o livro me fez pensar em como o egoísmo e o orgulho podem nos corromper por dentro, como no caso dos anões, que se distanciaram dos outros, buscando a própria glória e no final acabaram brigando entre si, e não vendo o que havia bem embaixo de seus narizes. De qualquer modo, o que mais surpreendeu foi o fim do livro, quando Nárnia havia caído e todos finalmente foram ao País de Aslam. O fato de que, com coragem e perseverança, quando se acredita que é possível fazer o que os outros pensam que é impossível e com a ajuda de amigos você pode ir mais longe do que imaginava, faz-me refletir que nada é impossível. Não se você ter fé e acreditar que pode, que é capaz. Existem muitos mundos, a cada momento um deles nasce e outro é destruído, e todos necessitam de cuidado. Mas, o mundo que realmente importa é aquele que está dentro do seu coração. Ele é a sua vida, cuide bem dele, porque, no fim, você não se arrependerá do que você fez ao longo de sua existência.
comentários(0)comente



Mary Lupin 30/01/2009

O pior livro de todas as Crônicas... Parece que o final foi feito às pressas, me decepcionei totalmente, nunca pensei que teria um final tão mal feito. :/
vic 01/02/2012minha estante
tambem senti que o autor escreveu as pressas o desfecho...


Matheus. 01/05/2016minha estante
Nossa, finalmente alguém que me entende. A impressão é realmente essa, que foi escrito as pressas, ainda mais que foi escrito alguns anos antes do Lewis morrer, quando este já estava doente... As demais cronicas são sensacionais, mas esse final deixou muito a desejar pela expectativa criada nas primeiras cronicas.




Enza 25/11/2017

Um final doloroso e o começo da verdadeira história.
Após um ano, eis que termino minha segunda releitura d'As Crônicas de Nárnia. As aventuras a Nárnia se encerram com esta crônica cujo título é um tanto sugestivo: "A Última Batalha".

Confesso que lá em 2010, quando eu a li pela primeira vez, não achei que estivesse ao mesmo nível das outras. Mas, depois de sete anos, muito na minha forma de ver o mundo mudou, bem como meus gostos literários e minhas impressões sobre A Última Batalha. Seguindo os paralelos cristãos presentes em todas as obras (e que estão bem mais fortes aqui), Lewis utilizou alegorias bíblicas, apocalípticas mais especificamente, para dar um fim ao seu trabalho mais famoso.

Um ano havia se passado desde que Jill e Eustáquio estiveram em Nárnia pela última vez, no entanto, como em Nárnia o tempo passa mais rápido do que em nosso mundo, décadas e mais décadas se passaram desde a história que nos foi contada em A Cadeira de Prata. Nárnia, agora, era governada pelo rei Tirian, um rei benevolente e honesto, que vê seu reino virar de ponta cabeça quando o esperto macaco Manhoso usa seu amigo burro, vestido com uma carcaça de leão, para enganar narnianos, fazendo-o passar por Aslam.

Quase todos os narnianos acreditam na armação já que, há muito, o grande Leão não dava as caras. Manhoso, então, começa a impor uma série de regras supostamente dadas por Aslam sobre os narnianos, que, cegos diante da fraude implantada, acabam por obedecer e se subjugar a um regime autoritário e ditatorial.

É nesse contexto que Jill e Eustáquio são levados a Nárnia. A princípio, a tarefa parece meio óbvia: unir forças com o rei Tirian, libertar Nárnia do jugo do macaco, que se aliara aos calormanos, e instaurar a paz em solo narniano novamente. Mas, à medida que a história avança, seus planos acabam se frustrando, parte dos narnianos torna-se incrédula e parte prefere ser enganada por Manhoso.

"- Viram só? - disse Aslam. - Eles não nos deixarão ajudá-los. Preferem a astúcia à crença. Embora a prisão deles esteja unicamente em suas próprias mentes, eles continuam lá. E têm tanto medo de serem ludibriados de novo que não conseguem livrar-se."

Foi por isso que, em todas as vezes que li esta história, senti um aperto muito doloroso no coração. Parecia que todo o universo criado por Lewis, por Aslam, estava se desvanecendo. Mas, assim como as outras, está é uma história que vale a pena ser lida e um dos motivos que mais me cativaram foi justamente a presença dos paralelos cristãos.

Os paralelos apocalípticos e uma terceira leitura desta obra, agora em idade adulta, me proporcionaram uma percepção bem maior e reflexões bem mais profundas do que há sete anos. A riqueza do trabalho de Lewis neste livro especificamente é impressionante, como ele conseguiu criar um mundo tão semelhante ao nosso próprio. A semelhança com o nosso mundo hoje, a crônica de Lewis e as visões que João teve na Ilha de Patmos são assustadoras! Vivemos em um tempo em que os olhares mais atentos identificarão fácil os "macacos Manhosos", os narnianos enganados e os anões decepcionados e incrédulos. Lewis foi genial tanto na proposta quanto na execução e, quando eu pensei que não pudesse ser melhor, ele nos ofereceu um dos finais mais lindos da literatura. Fico contente por ter realizado esta releitura na juventude e planejo outras mais. Foi uma experiência muito enriquecedora que me proporcionou um aprendizado enorme, uma compreensão maior das mensagens que o autor quis passar e me fez admirá-lo ainda mais. Recomendo bastante!

"Lembre-se de que todos os mundos chegam ao fim. E uma morte nobre é um tesouro que ninguém é pobre demais para comprar."
Gabriel 26/11/2017minha estante
Meu Deus, você é incrível! Melhor resenha da vida! :)


Enza 26/11/2017minha estante
Você que é um amor! Obrigada, querido


Gabriel 26/11/2017minha estante
:)




Luna 05/02/2012

"Agora, finalmente, estavam começando o Capítulo Um da Grande História que ninguém na terra jamais leu: a história que continua eternamente e na qual cada capítulo é muito melhor que o anterior."


A última e melhor crônica da saga. De modo magnífico C.S. Lewis coloca um ponto final impecável na saga As Crônicas de Nárnia, o último livro recebeu diversos prêmios e consegue provocar as mais diversas sensações ao leitor.

Apocalíptico é a palavra que dá a descrição perfeita a essa última crônica, como todos sabem Lewis levou a séries com base em diversos mandamentos cristãos, como Aslam sendo Jesus cristo e tendo seus seguidores, e seguindo diversos trechos da bíblia, como Genesis em “O Sobrinho do Mago” e então como era de se esperar para finalizar temos como capitulo final o apocalipse. Mas o escritor que nós fez caminhar tão bem por esse universo paralelo não utilizou apenas mandamentos cristãos, novamente as idéias de Platão são usadas como referencia em alguns pontos.

Leia mais (...)
http://sobreserieselivros.blogspot.com/2012/01/resenha-ultima-batalha-as-cronicas-de.html
comentários(0)comente



spoiler visualizar
Claire Scorzi 19/05/2011minha estante

lewsi sempre admirou Platão e seu conhecimento das Letras Classicas - Filosofia, Poesia, Litteratura - dão seu estofo ao pensamento cristão dele, a meu ver muito apurado e imaginativo.




Handers 01/06/2013

O fim de Nárnia
Eis que chega os ultimos dias de Nárnia. Como disse o próprio unicórnio, todas terras chegam ao seu fim, ate Nárnia, (com exceção da Terra de Aslam). O último livro das crônicas de Nárnia é o mais rico de todos, com uma narrativa que deixa qualquer leitor preso no livro, Lewis conta uma história incrível e por trás dela transmite uma mensagem religiosa muito maior que a dos outros livros da série. Desde o fanatismo religioso até ateísmo são algumas das discussões que o livro pode trazer.

Pode parecer ridícula por hora a ideia de um macaco poder derrubar uma Terra, mas a narração de Lewis prova que não, o macaco é só mais um falso líder religioso, sem fé, em busca apenas de conforto a si mesmo e poder, capaz de com sua astúcia mudar o pensamento de inúmeras pessoas.

O livro é o mais maduro de todos, a impressão é que C. S. Lewis escreveu os livros (que é em grande parte destinado ao público infantil) pensando talvez que no último as crianças pudessem ler em sua adolescência, no auge de seu pensamento crítico. O fim é algo que impressiona, a narração nas últimas págs do livro é de emocionar, até que a última revelação nos últimos parágrafos sai como surpresa ao leitor que poderia até ficar triste. Mas o que Lewis escreve é muito mais bonito, trazendo satisfação aos leitores, além de transmitir uma mensagem de fé e religiosidade que poucas pessoas conseguem.
comentários(0)comente



Lacerda 13/10/2010

A última batalha tinha que ser o último livro mesmo. Longe do fim que eu imaginei para Nárnia, sem contar no fundo religioso que prega. A aventura é sem emoção, a batalha sem graça, o país de Aslam virou praticamente o céu e termina como as histórias que costumamos ler; se Nárnia era um país diferente de tudo, seu fim deveria ser algo extraordinário.
vic 01/02/2012minha estante
''se narnia era uma país diferente de tudo, seu fim deveria ser algo extraordinario'' nao poderia concordar mais...


Matheus. 01/05/2016minha estante
Também achei meio chato isso de O Pais de Aslam ser uma sombra da velha Nárnia, e sem contar que ficou mega confuso a explicação de tudo isso.




Anderson Brito 06/08/2012

É muita maestria de C.S.Lewis e muita inocência/ignorância da nossa parte não acha-lo um gênio! Sempre o admirei por encapar estes sete livros com uma fantasia onde a essência é bíblica e religiosa. Isso só lendo para entender!

É com muito orgulho que neste último livro a gente avança página, após página sendo tomados por todas as aventuras que o autor conseguiu criar. É tudo muito puro, e cada vez que ele cita uma lembrança das histórias anteriores, é um misto de emoção, nostalgia e despedida. Um final feliz seria pouco para compreender Nárnia e sua filosofia. Merecíamos era isso mesmo.! Isso! Isso tão complexo transformado em sentimentos que fica impossível descrever.

As Crônicas de Nárnia é um livro para se guardar, olhar daqui a muitos anos seguintes, e se sentir como Digory, Polly, Edmundo, Pedro, Lucia, Jill e Eustáquio. Crentes em um mundo que existe mesmo, seja na forma que for, ele existe. Fica a fé como esperança! Fantasia... Religião... Nárnia...

FIM!
Julyana 03/12/2012minha estante
E Suzana? ;)


Brunna 07/12/2012minha estante
Julyana, sobre a Suzana, só lendo para entender... ;-)

Não darei spoilers.




mateus 11/08/2012

É um final bom para a série, mas eu acho que poderia ser muito melhor. De qualquer jeito, este livro está muito acima da média das obras de fantasia que existem por aí.
comentários(0)comente



Rafa L. 17/03/2011

Nada mais que um livro genial!
Lewis ? Puff, um dos melhores escritores que já pode ter existido sobre o nosso mundo. Talvez, até em Nárnia-que ela reine para sempre!

Esse livro, mesmo que pareça uma surpresa, me deixou pasmado desde o começo. O que me deixou muitro triste: Susana não voltar a incrível terrra de Nárnia.

C.L conseguiu fazer algo biblíco, o quê adoto como "a segunda biblía"; não por ser igual a biblía, por contar fatos que geralmente a biblía descreve. Ele contou tudo tão certo, mas tão fantástico e lindo, que me tornei narniano em dois dias de leitura. Ele tornou Nárnia algo que nosso mundo poderia ser. Nunca será. Há muitos mais fatos, não descreverei-os. Só uma dica:

Pare de ler resenha e vá comprar este livro, pois ele resume tudo que está acontecendo.
Caio 22/08/2011minha estante
O fato de Susana não ter voltado me deixou triste e feliz. Se por um lado pensarmos, ela estaria morta caso voltasse à Nárnia. Pelo outro, ela agora terá de viver a vida adulta, sozinha, e envelhecer, chatamente, como falou "lady" Polly.


estevão 13/02/2013minha estante
avise quando for dar um spoilers




Lucas 01/09/2016

Necessário
Apesar de eu ter umas críticas pontuais (Não contra a história em si, mas sim a forma como foi executada), A Última Batalha é fundamental para dar coerência e também um ponto final a série de livros de Lewis, não tendo uma abragnência, assim, tão grande como tem Tolkien, por exemplo.
Pote De Doçura 31/01/2018minha estante
Uau




Gil 04/02/2016

a última guerra
ótimo livro !
comentários(0)comente



Marcos Ogre 08/08/2014

O Grande Final
Não foi fácil pegar esse livro e ler. Na verdade, posterguei o máximo que pude... Acho que nunca estive preparado para dar adeus a Nárnia, a Aslam e a todo aquele universo mágico. Ler a última palavra de A Última Batalha foi como fechar uma porta que esteve sempre aberta na minha vida e, não, isso não é exagero. Cresci com Nárnia e, uau, tudo tem um fim.

A Última Batalha é um grande fim, honrável para toda a série, um prêmio, um mártir e um bálsamo. C. S. Lewis conseguiu fazer um capítulo final que nada tem de extremamente dramático, sendo novamente um divertimento. Acho que ele, de fato, soube pesar bem tudo o que precisava ser colocado, medindo bem cada centímetro de sua inspiração. Não há trocas súbitas em relação aos nuances do livro, sendo por fim um enredo crescente, emergente.

Aqui, o conflito entre o bem e o mal toma novos pontos de vista, em que tudo está muito dividido. As proezas, as crenças, as boas memórias estão todas em um passado remoto, a alguns se sentem tão afastados disso tudo que simplesmente ignoram o que há de melhor em seus corações, preferindo ser realmente cegos. Descrentes.

A Última Batalha é bem mais intenso do que os anteriores. Nesse livro final tudo toma proporções maiores, a fé tem que se superar, os momentos são mais fortes, o breu é ainda mais escuro. Houve momentos em que eu - realmente! - pude me sentir assustado, sabe, aquela sensação de "Ok, melhor não ler isso de noite"? Claro, não foi lá uma sensação de filme de terror... Mas, com certeza, foi algo que eu nunca imaginei sentir com um livro de C. S. Lewis. Em qualquer outra ocasião eu até poderia, sim, dizer que isso ficou estranho no mundo mágico de Nárnia, que não se encaixou. Porém, aqui não posso dizer isso. Pois, em A Última Batalha, olhamos nos olhos do limite da corrupção e do deterioramento de Nárnia.

E os últimos capítulos são de arrepiar, sem a menor dúvida, os mais tocantes e arrebatadores de todos os sete livros. Então, uau, respire, pois, se um dia isso vier a estar no cinema, muita gente vai chorar. Muita gente vai ficar pasma.

Simplesmente não sei como finalizar esta resenha, me perdoem. É difícil de explicar... Ah, de fato acho que o céu caiu na minha cabeça.

site: http://pensadoremserie.blogspot.com.br/
comentários(0)comente



62 encontrados | exibindo 1 a 15
1 | 2 | 3 | 4 | 5