Kindred

Kindred Octavia E. Butler




Resenhas -


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Sakurazuka 27/04/2021

Nunca vou entender.
Esse livro é simplesmente fantástico, mas nunca vou conseguir compreender o rascismo/preconceito. Essa leitura me despertou tantos sentimentos, tanta revolta, indignação, nojo, desprezo... Imaginar uma vida assim é simplesmente impossível para mim.
Contém vários gatilhos como abuso sexual, abuso psicológico, violencia física, estupro e etc...
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LeandroCastro88 20/04/2021

Que livro!!!
História fantástica.
A autora conseguiu criar uma história que te prende do primeiro ao último capítulo. É um livro de mais de 400 páginas que li bem rápido, tamanha era a curiosidade de saber o que vinha pela frente. Primeiro de muitos que lerei da grandiosa Octavia E. Butler.
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Leh Teterycz 18/04/2021

Não me prendeu tanto quanto eu achei que prenderia
O choque de realidade, o presente e o passado retratado no livro é realmente muito bem colocado, nós faz pensar como é possível tratar outro ser humano de forma tão cruel. Mas achei alguns diálogos cansativos, e a passagem de tempo meio sem pé nem cabeça, o que me frustou um pouco. Mas num geral é um livro muito bom, vale a pena ser lido pelo menos uma vez na vida
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Luizgustavo 07/04/2021

Forever Dana.
Sim esse livro , é sensacional, eu entendi sim a ficção da Octavia butler, que no começo parece um pouco confusa, mas quando o tema principal da trama é revelado a leitura fluí e não paramos mais de ler. Nota 10. A pergunta que fica é, O homem é fruto do seu meio, sim ou não ? Vc vai ter que ler essa obra prima pra saber. Valeuuuuuu.
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Micaelly.Santos 06/04/2021

incomparável
Esse é o meu vigésimo livro do ano! ?
Comprei esse livro em novembro, mas demorei muito pra ter coragem de ler. Eu sabia que seria doloroso demais em alguns momentos. A parte da ficção científica aliviava um pouco porém as cenas sobre escravidão eram tão vivídas, era como se eu pudesse ouvir os açoites.
Um ponto que me incomoda é não entender o ligamento tão forte que Dana sentia por Rufus, apesar que o nome do livro já diz "laços de sangue", ainda assim acho que faltou algo pra mim. Rufus não merecia a compaixão que Dana tinha por ele, o personagem mais imprevisível. Podia ser mel ou fel.

Há coisas piores do que morrer. (Dana)
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Aline 03/04/2021

Laços de sangue
Dana é uma escritora negra casada com Kevin um escritor branco. Juntos, eles vivem no ano de 1976 e estão organizando suas coisas em sua nova casa, no meio da arrumação, Dana se sente mal e quando percebe não está mais em sua casa e sim salvando Rufus, um garotinho ruivo, de se afogar em um lago no Séc. XIX. Após salvar o menino e passar por alguns momentos da mais absoluta confusão e horror, Dana retorna molhada e enlameada a sua sala e encontra Kevin totalmente perplexo dizendo que ela simplesmente desapareceu e reapareceu em seguida após alguns segundos. Sem entender como e porque aconteceu Dana tenta explicar para o marido o que houve. Porém, as viagens no tempo e os encontros com Rufus acabam se tornando cada vez mais frequentes e perigosas, e Dana descobre que elas estão diretamente relacionadas a sua própria origem. Dana, sendo uma mulher negra e instruída, ao viver em uma sociedade escravocrata passa a conviver todos os segundos de suas viagens com o risco de morrer. Lá ela vive situações de violência, abusos, degradações e humilhações que até então ela só conhecia apenas dos livros e filmes. Leitura fluida, porém nos provoca muitos sentimentos e reflexões. Nos fazendo refletir sobre todo o processo de escravidão no mundo e, de uma forma mais superficial, nos fazendo debater sobre a linha tênue que são as relações de amor e ódio.
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Ani 03/04/2021

uma obra de ficção que aborda questões extremamente necessárias . ?Todas as lutas são, essencialmente, lutas por poder?
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Toni 03/04/2021

Não faz tanto tempo assim...
"Kindered - Laços de Sangue", é um romance de Octávia E. Butler. Em minha opinião, por alguma dificuldade editorial, resolveram inserir essa obra no gênero ficção científica, talvez por tratar, ainda que de forma secundária, de viagem no tempo, mas a cientificidade dessa ficção para por aí, pois o que vemos depois é um verdadeiro tratado sobre a condição humana sob determinada circunstâncias históricas. Vale cada segundo dispensado.
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Luiza Helena (@balaiodebabados) 31/03/2021

Originalmente postada em https://www.balaiodebabados.com.br/
Kindred é o tipo de livro que eu enrolei a leitura porque sabia que seria toda trabalha na raiva e ódio sobre as situações que acontecem com o personagem principal. E aqui não foi diferente. Infelizmente já aviso que essa resenha não chegará nem na ponta do iceberg de toda a experiência que foi esse livro pra mim.

Ao longo dessas 400 e tantas páginas, vamos acompanhar Dana viajar de 1976 até os EUA pré-Guerra Civil onde ser negro era ser sinônimo de escravo. Essas suas viagens no tempo (sim, no plural porque como se não bastasse viajar para um dos piores períodos históricos para um negro, ela ainda fica indo e voltado) estão ligadas diretamente à vida de Rufus Weylin. Dana sabe como e porquê essas viagens acontecem, mas não sabe quando podem acontecer.

Raiva, revolta e ódio definem minhas emoções com esse livro e seus personagens. Sim, os personagens também porque você fica revoltado com as situações que Dana tem que se propor a vivenciar para poder continuar viva naquele período. Dana é uma mulher negra que nasceu livre, mas se vê tendo que se propor ao papel de escrava submissa como forma de sobrevivência. Em seu tempo no passado, ela cria uma nova atmosfera na fazenda de Rufus justamente por ser uma negra que ele (de certa forma) respeita e ouve, e isso faz com que ela seja um tanto marginalizada e criticada pelos outros escravos da fazenda.

A relação de Dana e Rufus é beira a dependência de um ao outro. Dana sabe que precisa de Rufus vivo para poder continuar viva. Já Rufus, mesmo se apegando a mulher e até mostrando um certo respeito a ela, utiliza de seu poder de homem branco para controlar Dana. Os sentimentos de Dana em relação a Rufus são bem conflituosos e, ao mesmo tempo que entendi o que ela passa, também fiquei gritando para as páginas do livro MATA LOGO ESSE SEBOSO PELAMOR DE DEUS!!!!!!!!!!!!!!!

Os personagens secundários também possuem bastante importância na narrativa e nas decisões de Dana. O seu marido Kevin até me surpreendeu em algumas atitudes, em outras era o que eu esperava de alguém branco que nunca vivenciará o que os negros vivenciam. Alice é uma escrava que tem sua vida bem interligada também com Dana, sendo também a responsável por fazê-la se lembrar quem Rufus realmente é. Há outros como Tia Sarah, Nigel, Carrie que também ajudam Dana a sobreviver dia após dia nesse tempo.

Octavia não é sutil em suas narrações, principalmente quando se trata do dia a dia dos escravos. Mesmo que na fazenda Weylin aparente que os escravos recebem um tratamento decente se comparado com outras, ainda assim sua condição de vida é sub-humana e o medo de represálias sempre pairam em suas cabeças. Apesar disso, eu devorei a leitura. Esse foi meu primeiro contato com a Octavia e achei sua escrita bem fácil e bastante fluída. Li essas 400 páginas de escravidão e opressão em menos de uma semana.

Mesmo com o assunto extremamente pesado, Octavia te envolve e você fica mais e mais curioso para saber o que será do futuro de Dana (apesar que o prólogo já nos dá uma amostra e eu fiquei bastante curiosa para saber como aquilo iria acontecer). Ao final do livro, você se sente como Dana: em paz, mas com medo que aquela liberdade lhe seja tirada novamente.

site: https://www.balaiodebabados.com.br/2021/03/resenha-657-kindred-lacos-de-sangue.html
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Paula 29/03/2021

Racismo puro e exposto
Muito pesado, muito exposto, muito importante. A parte de ficção científica nem é o mais importante. O importante é ver a escravidão com olhos de hoje. Aliás, viver a escravidão com olhos de hoje. Muito denso. Se você não está preparada, melhor não ler.
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Eliza.Lira 24/03/2021

Recomendo a todos que precisam se colocar no lugar do próximo... a empatia, que tenham que tomar decisões que afetam não só a si, mas a uma época inteira!!!!
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Alecsandro 23/03/2021

Impossível terminar KINDRED sem sentir-se mudado
... você não precisa bater nas pessoas para tratá-las com brutalidade.

... talvez eu seja só como uma vítima de roubo, estupro ou algo assim...Uma vítima que sobrevive, mas não se sente mais segura.
@juliosanttana 08/04/2021minha estante
O meu já chegou aqui em casa ! Terminando Terra Americana ele é o próximo da lista !! Ansioso !!


Alecsandro 09/04/2021minha estante
Terra Americana me surpreendeu demais


@juliosanttana 10/04/2021minha estante
Espero terminar nos próximos dois dias rs




Nanna 15/03/2021

Adorei esse livro
Dana, uma escritora de 26 anos, vai morar em um novo apartamento com seu marido e de repente algo estranho acontece.
Dana passa mal e quando entra em si está em um lugar completamente diferente, com pessoas estranhas, um ligat hostil. Por sorte essa primeira "viagem" dura pouco tempo.
O problema é que essas viagens se tornam frequentes, e os períodos mais longos, com isso ela compreende que viaja no tempo. Dana vive na década de 70 e em suas viagens ela vai pra meados de 1815. Agora, meus amigos, imaginem uma jovem preta no séc. XIX.
Ela vai encontrar perigos, desafios, dor e ainda assim vai conseguir verdadeiras amizades e influenciará muitas pessoas para o bem.

Esse livro me tocou bastante, acho que nunca me identifiquei tanto com uma personagem, idade, etnia... mas sei que eu não teria a força e coragem que ela teve pra enfrentar tudo que viu. Eu certamente teria desistido na primeira chibatada que visse.
Super recomendo. E essa edição da Morro Branco TA LINDAAA.
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Ise 11/03/2021

Scifi escrito por uma mulher preta. Só isso já me fazia ter vontade de ler, por saber que o mundo da ficção científica é dominado por homens branquíssimos. Como quase tudo na sociedade. :~

Mas além do que representa o livro em si, Kindred é uma história muito boa. Muitas vezes angustiante, revoltante, mas uma obra muito pertinente.

Octavia ?
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Jorge 27/02/2021

Sensacional
Eu adoro a temática de viagem no tempo, e esse livro em questão abordou algo que nunca tinha lido, a volta no tempo junto com a escravidão

A escrita da Octavia fluiu super bem, espero em breve consumir mais obras dela
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