Guerra Mundial Z

Guerra Mundial Z Max Brooks




Resenhas - Guerra Mundial Z


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Flavia 20/08/2013

Muito bom!
Guerra Mundial Z, de autoria de Max Brooks lançado no Brasil pela Editora Rocco e que há pouco tempo originou o filme (nada a ver com o livro) de mesmo nome estrelado por Brad Pitt, é um registro coletado por um pesquisador que reúne relatos de pessoas de vários países que presenciaram a infestação e viram o mundo sendo tomado por criaturas monstruosas que quase causaram a extinção da humanidade: os zumbis. E o melhor é que a mera ficção é tratada como se fosse algo real, o que deixa o leitor bem envolvido e empolgado com a leitura.

Os capítulos principais são divididos de forma que possamos acompanhar a evolução dos acontecimentos, desde o estado de alerta, passando pelo pânico da população desesperada, até como foi feita a organização de combate contra os Z's, com subcapítulos iniciados com uma breve descrição e em seguida os depoimentos do sobrevivente entrevistado da vez... E todos tiveram uma importância considerável antes e durante a guerra, desde os simples civis, soldados a grandes figuras, como políticos ou diretores de grandes corporações.

Pelos relatos serem feitos do ponto de vista de pessoas diferentes, que testemunharam e participaram dos acontecimentos, apesar de fragmentada e, às vezes, um pouco confusa (já que é contada em partes limitadas e vai forçar o leitor a imaginar os pedaços que preenchem essas lacunas), toda a história se torna muito crível, como se a "Guerra Mundial Z" realmente tivesse feito parte da História do mundo. Não é nem possível se apegar a nenhum personagem por mais que sua história seja comovente, visto que ele aparece uma única vez pra contar o que presenciou e o que fez, por mais horrível ou heroico que tenha sido. Às vezes eles se referem a outros entrevistados mas todos estão ligados por um único evento: a Guerra.

O autor usou e abusou de termos técnicos referentes a técnicas militares e políticas, mas poupou maiores detalhes de funcionamento delas. É um pouco confuso e chato, mas ao mesmo tempo é um ponto positivo levando em consideração que um soldado ao ser entrevistado, por exemplo, vai relatar o que viu, e não dar aulas explicando em detalhes o funcionamento de armamentos utilizados e afins.
É possível ainda refletir acerca não só do que seria uma Guerra desse tipo, mas também sobre questões políticas, ideológicas, morais, religiosas e etc...

As primeiras infecções são detalhadas com maestria, desde o paciente zero, os primeiros infectados que tentaram fugir e até o tráfico de órgãos contaminados onde um dos transplantes é feito no Brasil e posteriormente o médico presencia seu paciente se reanimar como um monstro...

"'O medo', ele costumava dizer, 'o medo é a mercadoria mais valiosa o universo.' Isso me afetou. 'Ligue a TV!', dizia ele. 'O que está vendo? Gente vendendo seus produtos? Não. Gente vendendo o medo de ter de viver sem os produtos deles.' Mas que merda, ele tinha razão. O medo de envelhecer, o medo da solidão, o medo da pobreza, do fracasso. O medo é a emoção mais fundamental que temos. O medo é primitivo. O medo vende. Este era meu mantra. 'O medo vende.'" - pág. - 66

Chegou a ser frustrante (não no sentido crítico) encontrar num livro que traz o apocalipse zumbi, o fato de como o mundo funciona, pois a verdade incomoda, e ainda mais quando apontada de forma ficcional. Líderes com algum poder só se movem pra fazer alguma coisa quando são atingidos, pessoas que resolvem aproveitar a vida só quando sentem que ela está chegando ao fim, empresários oportunistas que se aproveitaram do desespero alheio para poderem lucrar vendendo remédios e coisas do tipo... Mas ao mesmo tempo, foi bom saber que a união dos povos foi feita em escala global para que a humanidade conseguisse se salvar, mesmo que pra isso o sacrifício fosse necessário. É o mundo de hoje e, pelo visto, o mundo de sempre...

Os zumbis fazem parte, mas mais evidente do que eles nessa história, é a motivação das pessoas e o que elas são capazes de fazer em situações extremas, como podem ver o mundo com outros olhos e mudarem sua formas de ser e agir, como podem abrir mão de sua zona de conforto (ou não) em prol da salvação (própria ou em massa, que seja), e mais: é uma excelente crítica à sociedade e aos diversos sistemas que beneficiam aos que podem pagar ou lucrar com ele.
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Raquel 02/08/2013

Muito mais que uma história sobre zumbis
Muito mais que uma história sobre zumbis (embora eles estejam muito presentes ao longo de todo o livro, em todo o seu horror), "Guerra Mundial Z" fala do melhor e do pior da humanidade, das diferentes maneiras com que as pessoas reagem a crises, da capacidade de lidar com o novo, com o inimaginável, de estratégia, de gerenciamento de crises. Fala de cinismo, de ética, de oportunismo, de esperança, de loucura, de heroísmo. E ainda encontra tempo para falar sobre os zumbis.
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Universo dos Le 29/07/2013

Promoção do livro no blog:

http://universodosleitores.blogspot.com.br/2013/07/promocao-guerra-mundial-z-editora-rocco.html
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Róger 23/07/2013

Criticas a Sociedade, e uma Guerra contra mortos-vivos.
Construído a partir de relatos de sobreviventes da Guerra Z, o livro apresenta críticas a todos os setores da sociedade.

E pode ser descrito da seguinte forma:

"Alienação, Paranoia, Política, Burocracia, Corrupção, Violência, excesso de autoridade, ganância, pobreza, desigualdade social, hipocrisia, etc. E uma Guerra contra mortos-vivos."

Quem gosta de pura ação, matança e zumbis arrancando tripas, talvez se decepcione um pouco. Os relatos quase sempre têm um olhar crítico para a reação de autoridades, celebridades, militares e população em geral, mostrando a incapacidade da sociedade de reagir a grandes crises, expondo suas mazelas, seus defeitos, que não surgem apenas da guerra, mas existem agora, nesse momento, em todos os países, suas consequências assumindo proporções gigantescas em um momento delicado da existência humana.
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Fernanda 23/07/2013

Eu tenho medo de ler coisas que estão muito na moda, mas me surpreendi com o livro. Gostei do modo como o autor colocou a trama em forma de depoimentos, me deixou um tom de realismo muito grande! Muito bom!
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Isaque Bispo 17/07/2013

Sem Spoillers
Basicamente: não se apegue ao personagem do capítulo, ele vai aparecer uma única vez, citar qual seu papel na guerra e como sobrevivei a ela, alguns com um pouco de emoção, mas a maioria descritivos mesmo; mas não se preocupe, o número de capítulos sensacionais é demasiado alto, as descrições são surpreendentes e as situações abordados em alguns capítulos demonstram um pensamento profundo sobre o assunto. Livro sobre Zombies que aborda inúmeras perspectivas e o maior número de ideias sobre o mundo pós apocalíptico deixando os sentimentos de lado, genial.

Surpreendente o modo com o Max Brooks consegue reproduzir diversos tipos de paisagens, lugares e situações completamente diferentes; habilidade que em conjunto com a escrita única torna esta obra deveras especial. Geralmente cada pessoa tem seu próprio modo de escrever, e com o tempo, fica óbvio perceber tais características, porém neste livro há dezenas de modos diferentes, sendo todos eles muito bons, alguns até inovadores e surpreendentes; pois o modo que foi escrito não focou em uma narração descritiva provinda um autor onisciente, mas sim dos pontos de vista únicos dos sobreviventes.

Logo, o conjunto como um todo esta mais para um amontoado de contos sobre o mesmo tema do que um romance. Nenhum "personagem" tem ligação a outro de outros capítulos, e como cada capítulo mostra o ponto de vista de apenas um personagem, o tema central é abordado de inúmeras perspectivas diferentes, fato que não desmerece a obra, muito pelo contrário, a complementa de maneira a poder abordar o maior numero de ideias que o autor teve, do leito oceânico ao fim da atmosfera terrestre, de política a religião, todas sensacionais.
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Flavinha 17/07/2013

Resenha: Guerra Mundial Z
O que você faria se de repente o mundo fosse infestado por Zumbis? Como se esconderia? Como conseguiria alimento para se manter até que a situação fosse controlada? E como manteria a sua família em segurança?

Guerra Mundial Z é um apanhado de relatos de sobreviventes que passaram pela infestação e que viram de perto o mundo que conhecemos se transformando num lugar infestado de monstros que antes só ocupavam nossos pesadelos.

Podemos observar como foram as primeiras reações da população quando se deram conta do que realmente estava acontecendo, como o “estouro” foi abafado pelo governo e como as pessoas usaram o seu instinto natural de sobrevivência para se manter a salvo.

O interessante neste livro é que o autor conseguiu abordar o tema de uma forma fora do comum. O que vemos aqui não são zumbis famintos atrás de cérebro, mas sim, seres humanos lutando para manter o seu lar e a sua família a salvo.
As diversas situações de contágio que são narradas aqui são muito interessantes. Nosso país aparece em um desses relatos, quando um médico do Rio de Janeiro foi fazer um transplante de coração com um órgão infectado contrabandeado da China e depois teve que lidar com o seu paciente se reanimando.

São interessantes as observações que vamos fazendo durante a leitura, acerca dos princípios morais que vão sendo deixados de lado por conta da necessidade de sobrevivência. Muitos roubam, fazem sexo como se não houvesse amanhã (e realmente não havia), outros só se adaptam ao que estava acontecendo e passam a ser heróis quando antes não eram nada mais que nerds de computador.

O livro foi realmente muito interessante, gostei bastante da visão política envolvida no controle de uma situação inusitada como essa.

Agora vou atrás do filme pra ver o Brad Pitt salvando o mundo :)

site: www.chatadoslivros.blogspot.com.br
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mvdamato81 28/06/2013

Regular
Sinceramente esperava mais. Cada capítulo mostra uma entrevista com uma personagem diferente.. Interessante, mas esperava mais.


Ally 17/04/2013

Adorei este livro, cada capítulo é uma história de um personagem de algum lugar do mundo e como ele lidou com o Grande Pânico (GRANDE PÂNICO, que foda), ou qual papel ele representou na Guerra que se seguiu. Muito legal, leitura leve sobre um apocalipse zumbi.
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Conde 15/01/2013

Um livro muito bem escrito
Confesso que ao por minhas mãos no Guerra Mundial Z de Max Brooks estava tomado pelo ceticismo. Não havia lido resenhas a respeito e nem comentários, resolvi não fazê-lo. Busca um livro por puro entretenimento, para relaxar, sem grandes expectativas, afinal, o tema é "Zumbis", tem coisa mais alinhada ao Trash do que isso?

Mas admito, me enganei. O livro é bem construído, os personagens bem desenvolvidos dentro de um contexto de entrevista, o universo é cuidadosamente montado com sua linha de realidade alternativa e o escritor claramente buscou informações sobre material militar, medicina, estratégias de combate, culturas locais etc. Fazia um bom tempo que não lia um livro que me agarrasse de forma tão eficiente. Tanto que o terminei em dois dias!

Indico a leitura!


Rodrigo 03/12/2012

Mortos vivos, de forma política e inteligente.
A Guerra já aconteceu, e o livro é o relato dos sobreviventes, é uma visão inteligente de apocalipse a partir da ideia simples de mortos vivos, os Z's. Acompanhamos o mundo diante das histórias dos sobreviventes, que as vezes são relatos apenas informativos, sem carga emocional, e as vezes desesperadoras histórias de sobrevivência.

O início, com a disseminação do vírus, é um tanto repetitiva para quem tem um pouco de experiência com as histórias de zumbis, mas fica melhor quando mostra a reação dos oportunistas, diante da situação de tragédia da população, a reação por exemplo da industria farmacêutica, o modo cruel como lucra com os placebos é assustador. As ideias são assim desenvolvidos a partir dos problemas que temos na sociedade hoje e então esses problemas são maximizados ao extremo para o contexto de uma guerra.

Então até o final do livro, cada capítulo é dedicado ao desenrolar dos estágios do apocalipse, como a disseminação, a culpa, teorias de onde iniciou o vírus, o plano para acabar com os Z's, que envolve o sacrifício de inocentes, cruel essa parte.

O estilo documental do livro tratou com seriedade um tema bem banalizado, e não focado em justificar os zumbis, mas sim em fazer críticas sobre o atual sistema e ao mesmo tempo entreter bem o leitor.
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marcos 04/11/2012

poderia ser uma história interessante. talvez seja mais para o meio do livro. mas de inicio são pessoas relatando como aconteceu tudo em suas respectivas visões. torna a leitura confusa e de difícil compreensão.
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Sérgio 09/09/2012

Qual seu pior inimigo?
Ficha Técnica

Título original: World War Z: An oral history of the zombie war
Gênero: Romance
Ano de lançamento: 2006
Ano desta edição: 2010
Editora: Rocco
Páginas: 370
Idioma: Português (tradução de Ryta Vinagre)

Citação: "Havia outro motivo para esta evacuação parcial, um motivo eminentemente lógico e insidiosamente sombrio que, muitos acreditam, sempre dará a Redeker o pedestal mais alto no panteão do inferno. Os que ficassem para trás seriam conduzidos a zonas de isolamento especiais. Seriam a 'isca humana', distraindo os mortos-vivos para que não seguissem o exército em retirada à zona de segurança. Redeker afirmou que esses refugiados isolados e não infectados deviam continuar vivos, bem defendidos e jamais reabastecidos, se possível, para manter as hordas de mortos-vivos firmemente presas ao local. Está vendo o gênio, o caráter doentio? Manter as pessoas como prisioneiras porque 'cada zumbi que sitie aqueles sobreviventes será um zumbi a menos lançando-se contra nossas defesas'."


"Guerra Mundial Z" é uma grata surpresa para aqueles que gostam de histórias de zumbi, principalmente porque ela não é uma simples história de zumbis. Para começar, parte de uma premissa diferente: a guerra contra os zumbis acabou há dez anos, e nós vencemos. Portanto ele conta, em perspectiva, tudo o que aconteceu antes, durante, e o que vem acontecendo após o conflito. Mas, como o subtítulo em inglês diz, é uma história oral, contada pelas pessoas que viveram o conflito. O livro é vendido como uma coleção de entrevistas que não entraram no relatório final entregue ao governo americano, e isso dá um aspecto de "documento oficial" a ele. Essa cara de "coisa real" do livro chega a dar calafrios, pois em muitos momentos você chega a se questionar: e se isso estiver acontecendo de verdade, nesse exato momento?

O narrador, que se diz o entrevistador que coletou todos os depoimentos apresentados no livro, é o único personagem em comum em todas as histórias, embora ele diga que prefira interferir o mínimo possível nos relatos apresentados. Daí que o livro não tem um protagonista, a não ser o próprio conflito em si. Por isso mesmo é até difícil categorizar o livro como um "romance". Também não é um simples livro de contos, já que a história é contada de maneira linear, e as diferentes histórias conversam entre si. O relato de um soldado americano faz referência a eventos narrados por um soldado russo, e por aí vai. Portanto, não é um romance tradicional, e acho que esse é um dos grandes trunfos do livro. Ele é narrado pelos personagens de cada história, de diretores da CIA a civis, de generais chineses a médicos brasileiros. E justamente isso, a exposição aos meandros da politicagem, a burocracia, a burrice dos governantes, dá o quê de real do livro.

O livro conta em detalhes as primeiras infecções, as ações dos governos quanto a isso, e como a infestação se tornou mundial. Fosse por refugiados infectados, ou mesmo o transplante de órgãos com o vírus, ninguém percebeu de onde o perigo vinha. Aliás, quando o perigo foi percebido, ele foi sumariamente ignorado pela alta cúpula de inteligência; somente quando os zumbis estavam mordendo a bunda deles (literalmente) é que ações começaram a ser tomadas. A maneira que Max Brooks descreve esse lado de bastidores do governo chega a ser uma aula de política, e te faz olhar com outros olhos os seus governantes reais.

Empresários da indústria farmacêutica que lucraram com a histeria da infestação zumbi; general chinês que fugiu com um submarino nuclear, para preservar sua família e a dos tripulantes; civis que fugiram para o norte, esperando vencer os zumbis com a neve do inverno; os fracassos do exército nas batalhas contra um inimigo implacável, nunca enfrentado antes: o livro vai muito além do óbvio e não narra somente pequenas histórias de sobrevivência, mostrando tudo o que foi feito, em escala mundial, para que se pudessem vencer os zumbis.

Se há um aspecto ruim do livro, é o excesso de termos técnicos do exército: referências a equipamentos e armamentos do exército, sem uma explicação mais detalhada, faz o leitor ficar boiando em alguns momentos, mas não é nada que atrapalhe a leitura. Muito pelo contrário: tais termos só trazem mais verossimilhança ao livro.

"Guerra Mundial Z" está sendo trazida às telas por Brad Pitt, e eu acredito que pode ser um filme muito divertido, mas que, com certeza, não fará juz ao livro: é um livro sem protagonista, contando dezenas (sim, dezenas) de histórias paralelas. É impossível trazê-lo fielmente às telas e, ainda assim, fazer um produto acessível para as massas. Portanto, não se atenha somente ao filme para julgar o livro.

No final, o que fica mais evidente ao ler este livro é que a guerra contra os zumbis não trará somente um inimigo, os mortos; há outro que está sempre por perto, e que, por sua imprevisibilidade, pode se tornar o mais perigoso de todos: os vivos. Dizem que os verdadeiros amigos só aparecem nas piores horas. Acho que num apocalipse zumbi é quando você realmente descobre quem são seus verdadeiros amigos.

Veja mais em: http://catharsistogo.blogspot.com.br/2012/09/guerra-mundial-z-max-brooks.html


Murphy'sLibrary 05/08/2012

Classificado como 3 estrelas e meia no Murphy's Library.

Eu comecei a ler Guerra Mundial Z duas semanas depois de ler um livro cheio de ação zumbi, e estava reticente, achando que a visão política dos zumbis seria tediosa, e eu não gostaria do livro porque ainda estava com a outra história na minha mente.

Eu estava errada de certa forma, mas certa por outro lado. Guerra Mundial Z é o tipo de livro que tem um humor que você não vê frequentemente nas narrativas: ele leva coisas de ficção e cômicas a serio demais. Funciona por um tempo, até que você começa a esperar mais do livro.

Tratando uma situação zumbi de uma forma não fictícia, Guerra Mundial Z nos mostra entrevistas com alguns sobrevivents de um apocalipse zumbi e o efeito que isso teve na raça humana. É um "O que fazer quando o mundo é tomado pelos mortos" tipo de Bíblia, e trata o evento como algo que já passou. Como eu disse, foi uma narrativa engraçada, mas eu não consegui evitar querer mais ação e algo que me envolvesse na história.

Em geral é uma leitura interessante, diferente do que já vi de zumbis, e bom pra passar o tempo. Se você quer um livro técnico sobre essa curiosa doença zumbi, esse é pra você. Brooks fez um excelente e muito criativo trabalho em suas pesquisas no departamento zumbi—[risos].
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Clara 12/05/2012

Uma merda.
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