A Comunidade Secreta

A Comunidade Secreta Philip Pullman




Resenhas - A Comunidade Secreta


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Romero 07/09/2020

Muitas lacunas abertas
O livro é bom, gostei mais do que o primeiro ( Lá Belle Sauvage). Aqui Lyra já é uma adulta e a trama e a narrativa tem uma pegada muito menos infantil. Vários assuntos são abordados ( e mostrados) como abuso, estupro etc. O que me deixou puto é que o livro não tem final. Ele acaba no meio de uma fala. Mas admito que estou ansioso pelo último.
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Ingrid 29/05/2021

o livro é bom, gostei de estar conhecendo mais um pouco desse universos.
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Qnat 14/12/2020

problemas de incoerência
Estou na dúvida se esse livro é melhor ou pior que o seu anterior.

Eu gostei tanto da trilogia original, que li este livro duas vezes para não ver se o problema era comigo. Sobretudo pelos comentários positivos no Skoob.

Mas preciso ser sincero comigo mesmo, já que escrevo as resenhas para mim mesmo! haha

Imagino que o primeiro livro foi uma apresentação de novos personagens e background para este segundo, então esperava mais desse!

Contudo, este livro está cheio de problemas.

O maior deles está na aparição repentina de personagens secundários, com soluções milagrosas e pouco justificadas, e cujos protagonistas confiam "imediatamente", tendo conversas até mesmo improváveis.
Algumas conversas simplesmente não faziam sentido algum, nem por si só, nem dentro do contexto da história.

O que na literatura se chama de Deus Ex Machina, o autor está chamando de "interferência dos espíritos/sociedade secreta". Basicamente é o acaso e a sorte que faz os personagens principais vencerem as situações impostas.

Espero que no terceiro livro isso seja mais bem explicado, ou só irá parecer uma solução preguiçosa de problemas que o próprio autor criou e não sabia como resolver.

Outro problema está nas escalas. Por exemplo, a imigração do pessoal por causa do problema com as rosas. Será que a economia das rosas é tão grande a ponto de criar um êxodo como o descrito?

E há a impressão é que a "Inglaterra" está caminhando para uma ditadura teocrática. Está naquele meio termo, onde as Universidades não são mais seguras, surgem milícias armadas "em nome de Deus", políticos radicais ganham poder, jornalistas são atacados e alguns grupos religiosos novos surgem.

Bem, tudo muito bem escrito e aterrorizante de fato, sobretudo por lembrar muito o que temos passado no Brasil hoje.
Esta contextualização foi muito bem escrita mesmo, e realmente sentimentos a tensão política surgindo.

Contudo, no universo criado por Pullman, mesmo quando Lyra era um bebê, já era assim!

Ou seja, é como se o livro estivesse fora do tempo do próprio universo criado.
Na trilogia original, cujos acontecimentos são anteriores a este livro, as pessoas já viviam com medo do Magisterium, o mundo já vivia em uma bem estabelecida teocracia (e só a universidade Oxford parecia "segura" para Lyra).

Inclusive toda a trilogia original era baseada nisso!

Mas é tudo descrito neste livro como um processo novo, mesmo estando no futuro em relação à trilogia original...

O que piora tudo: Os eventos finais da trilogia original não respaldaram em nada neste mundo?
Achei isso um pouco incoerente, pois o Magisterium já era forte e mandava em tudo desde sempre!

E a "justificativa" da Lyra perder "sua imaginação"... como assim? Ela viajou entre mundos, conhecia feiticeiras, xamã, espíritos, anjos, era uma leitora sobrenatural do já sobrenatural aletrômetro... E se torna uma pessoa cética porque leu dois livros de filosofia? Só se ela bateu a cabeça em algum momento. Ninguém muda tanto de personalidade.

Entendo que isso é uma metáfora poderosa sobre depressão, mas dentro do universo não é tão justificável.

Pontos positivos:
A escrita pelo Pullman está mais madura, até um pouco mais triste. O livro deixou de ser uma fantasia pura, e tornou-se uma forma de explicar sobre sentimentos, ansiedade, depressão...
Como os leitores da trilogia original (quando do seu lançamento) envelheceram, é legal ver os personagens e temas também amadurecendo.

O livro possui muito mais elementos também de política, discussão sobre filosofia, e mantém uma crítica certeira à teocracia que nos assusta. O livro trabalha melhor elementos de espionagem também, sem parecer forçado.

Foi interessante ler uma fantasia com personagens adultos e problemas adultos, apesar de alguns pontos fracos em ritmo e exagerado carrossel de personagens secundários.

No fundo, no fundo mesmo, o livro seria nota 5 e favoritado se fosse um livro novo, com novos personagens.
Poderia até ser no mesmo mundo de Lyra, mas passado um tempo "antes" da história de Lyra.

Mas sinto que o escritor precisou usar o nome "Lyra" por motivos editoriais e comerciais, e assim criou uma série de incoerências, demolindo sua própria construção de mundo. Nunca pensei em dar nota 2 para Pullman.

Essa resenha ficou grande e um pouco confusa, então desculpa se alguém foi doido de ler isso aqui até o fim!
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Syllas 27/10/2020

Essa continuação do Livro das Sombras, foi muito mais nostálgico por que finalmente vemos a Lyra e seu daemon pós acontecimentos da Luneta de âmbar com a presença dos personagens ja inseridos pelo primeiro livro da nova trilogia. Eu demorei um pouco para engatar na leitura do livro por ter um ritmo mais lento, mas depois foi ficando cada vez mais instigante e quando chegamos no ápice ele acaba com um cliffhanger de nos deixar morrendo pela continuação. O livro tem um caráter bem politico, o que amadureceu muito o universo. Estou muito ansioso para o próximo capitulo da conclusão dessa historia!
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fabio.orlandini 06/04/2020

Maestria
Acho Phillip Pullman um dos melhores narradores de histórias atuais. Para quem já leu Fronteiras do universo e se emocionou com La Belle Sauvage, ele mantém toda a emoção dos outros livros, apresenta novos personagens e nos mostra mais camadas daqueles que já eram conhecidos.
Recomendo a quem já é fã. Não vão se decepcionar.
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Belle 18/05/2020

A história se passa 20 anos depois do primeiro volume, e vários anos depois da trilogia original, com Lyra e Pan já adultos. Malcom, Alice e os outros personagens de La Belle Sauvage também retornam. O mundo de Lyra é bastante aprofundado e (acho que menciono isso na resenha do primeiro livro) tratado de uma forma muito mais adulta, dura e cruel. E, para a minha profunda infelicidade, o ponto central da trama é o fato de que Lyra e Pan não se gostam mais. O retrato do relacionamento atual entre os dois me fez refletir muito sobre os conflitos internos que possuímos, e o quão doloroso, triste e destrutivo é não gostar, e por vezes odiar, alguma parte de si mesmo. Me peguei imaginando, algumas vezes, como seria o meu relacionamento com o meu próprio daemon. No mais, esse volume me fez gostar mais do primeiro, talvez porque agora tenho uma noção melhor de onde Pullman quer chegar com essa nova história. Apesar disso, realmente não sei o que esperar do último volume, e o aguardo com ansiedade e certa apreensão.
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Italo Anatércio 16/06/2020

Tenso e surpreendente!
Comecei essa leitura com receio do que encontraria, afinal a sinopse já nos diz que veremos a Lyra de A Bussola de Ouro como uma jovem adulta. Isso me deixava com certo medo dos dilemas que o Pullman me mostraria através de uma personagem que sofreu muito em livros anteriores. E finalizei a leitura hoje com o coração palpitando forte, minhas mãos tremiam enquanto eu segurava o livro e chegava nas últimas linhas. Foi uma jornada eletrizante, repleta de diversos acontecimentos e muitos deles causados pelas atitudes de muitos personsagens. Sendo esse o Segundo livro dessa nova trilogia, digo que ele é perfeito para deixar os fãs de cabelo em pé e super ansiosos para ler a continuação (espero que não demore). Tive muitas questões nesse livro que julguei serem importantes para quem acompanha His Dark Materials. Philip Pullman me surpreendeu, me deixou angustiado em muitos trechos e agora me deixou ansioso e sem conseguir imaginar as proporções que o proximo livro pode tomar, mas espero algo épico, como foi em A Luneta Ambar, e sinto que não serei decepcionado!
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Julia 13/07/2020

Maduro e um pouco arrastado
"La Belle Sauvage" já nos apresentou a grande mudança da abordagem do universo de Phillip Pulman, com o tom mais adulto e sombrio. Em "A Comunidade Secreta", revisitamos Lyra e Pantailamon, agora adultos e com uma relação muito ruim. Eu confesso que me surpreendou muito os diálogos hostis e cheio de farpas entre eles, já que estávamos tão acostumados com o companheirismo e amizade dos dois. Lyra está adulta e muito abatida por tudo o que aconteceu com ela mais jovem (não é pra menos ne) e dá uma dor no nosso coração também quando ela lembra do Will e de tudo o que viveu e de como isso mudou ela. Os aspectos positivos do livro, além da nostalgia de voltarmos ao universo e aos personagens, são os novos mistérios apresentados e o adensamento de relações dos personagens, além de pequenas descobertas que completam mais a trama. Outro ponto legal são os daemons que são mais explorados, inclusive em um grande debate filosófico sobre a própria existência deles, e com protagonismo para Pan. Um ponto negativo que infelizmente foi bem marcante no livro é o ritmo um pouco arrastado dele. É o clássico caso do segundo livro de uma trilogia, que está ali só para ser uma transição. Acontece muito nas trilogias e foi o caso de "A Comunidade Secreta". A narrativa de Lyra, Pan e de Malcom era interrompida diversas vezes para narrar outras cenas que eram muito longas e arrastadas, contribuindo na minha opinião pouco para a narrativa geral neste livro. Foi esse ritmo arrastado que me fez demorar mais do que o normal para ler. O mais frustrante foi o livro terminar bem no ponto em que as coisas iam começar a acontecer, reforçando o caráter meramente transitório dele. Mas no geral, como qualquer livro do Pulman, é acima da média e cheio de fantasia e de todos os elementos que ele sabe usar tão bem em suas histórias. Agora é esperar ansiosamente pelo terceiro e ver aonde essa jornada vai dar.

P.S: Eu não sei vocês, mas eu ia SURTAR se o Will aparecesse de novo, ele é meu personagem favorito da série e ia ser A MELHOR COISA DA VIDA. Mas infelizmente acho bem improvável kkk
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Instagram: edu_hon_o_aisuru_otoko 29/11/2021

Ficção Magnífica
Este livro não é mais para o público infanto-juvenil como His Dark Materials. The Book Of Dust - The Secret Commonwealth nos remete a um mundo cruel, desumano, onde toda sorte de crueldades podem ser aplicadas às pessoas. A trama se desenrola no ritmo certo e deixa muitos ganchos excepcionais para o próximo livro. Apesar de alguns fatos serem desagradáveis, entendo que foram necessários para o desenvolvimento da história. Também, o que esperar de algo envolvendo Lyra? O que é, se não dor, a história dela desde que ela se separou de Will em A Luneta Âmbar? Desde seu nascimento? 5/5.
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Vladia 22/11/2020

A Comunidade Secreta (Philip Pullman) ***
Segunda parte da série O livro das Sombras. Lyra da Língua Mágica é adulta, faz faculdade e não se entende com seu daemon, Pantalaimon. Um dia, ele some porque diz que Lyra perdeu sua criatividade. Lyra vê várias coisas más acontecerem, e tenta descobrir o que é a Comunidade Secreta enquanto parte para recuperar seu daemon. O livro é bom, mas não me empolgou tanto.
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Rodolfo.Ferreira 29/05/2020

Philip Pullman deixa a história ainda mais interessante!
Me apaixonei pela trilogia fronteiras do universo em 2006/2007 e se tornou uma das sagas mais incríveis e inteligentes já havia lido. Narrativa. História. Personagens. Tudo muito bem colocado. Sem defeitos. Em lá belle sauvage fui levado de volta para saga e não me arrependi e agora no livro comunidade secreta já fiquei com aquele gosto de querer mais, porque o livro é estigante do início ao fim. E a Lyra adulta? Narrativa? Sem defeitos!!
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Julia.Dani 21/05/2021

A Comunidade Secreta
O que eu mais gosto dos livros do Pullman é o fato de ele inserir diálogos densos sobre ciência x religião, pensamento crítico e tudo mais em uma história infanto juvenil e nesse livro, isso é bem marcante. Leitura fantástica que prende o leitor!
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