Frankenstein; O médico e o monstro; Drácula

Frankenstein; O médico e o monstro; Drácula Bram Stoker
Mary Shelley




Resenhas - Frankenstein, Drácula, O Médico e o Monstro


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Marcel Sano 31/12/2016

Clássicos da literatura
O que pode-se esperar de um clássico?
Imagine de três em um único livro!

Drácula, talvez um dos romances mais adaptados para o cinema. A história de amor que ultrapassa a barreira do tempo e da vida. Lindamente adaptado por Coppola em 1992.

O Médico e o Monstro, talvez seja o "piorzinho" dos três livros, por trazer pouca diferença às suas adaptações cinematográficas.

Agora Frankenstein, esse sim é surpreendente. Esqueça tudo que você já viu ou assistiu nos cinemas!

O livro de Mary Shelley é incrível, com uma história totalmente diferente daquilo que Hollywood nos apresentou. A história é linda, os personagens cativantes (incluindo o monstro) e quando você termina quer ler de novo.

Hoje, Frankenstein se tornou releitura obrigatória para todos os anos.
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Georgia 09/08/2016

?
Não tem como não se deixar envolver por esses três thrillers tão famosos, mas, ao mesmo tempo, tão pouco explorados pela nossa juventude. Três excelentes autores em histórias atemporais! Lindo de ler!
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Luisa Amélia 24/04/2016

Drácula
O livro é tão emocionante, cativante e quando chega no fim: tudo acaba de repente. Parece até que o autor ficou com preguiça de terminar e escreveu meia dúzia de páginas para finalizar logo a obra rs
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Marques 23/06/2015

Um amor que se confunde por posse.
A relação conflituosa de Criador e Criatura.
A dualidade do Homem.

Três grandes temas intrínsecos a condição humana.
A maneira como foram escritos e a história por detrás das obras já são motivos suficientes para se encantar com essa coletânea dos Clássicos do Horror que serviram de inspiração para inúmeros outros autores.
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Ana Beatriz 31/05/2015

Frankestein, O Médico e o Monstro, Drácula
Eu já tinha lido esses três livros em 2013 e não gostei, não me envolveu não achei um terror bom simplesmente não gostei e pronto.

Tive que reler Frankenstein pra fazer um trabalho da facul e continuo não gostando dessas histórias.

E eu continuo me frustrando com os clássicos :’

site: ultragirlandstuffblr.tumblr.com
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Gabriel Aleksander 10/05/2015

Frankenstein: ou o Prometeu moderno
O Enredo

Victor Frankenstein se interessa por ciência desde muito cedo, começando com uma fixação por conhecimentos desenvolvidos na área da alquimia, posteriormente enveredando por outros ramos da ciência. Em meio aos seus estudos, Victor decide tentar criar vida e para isso reúne um conjunto de pedaços de corpos humanos que serviriam para constituir sua nova criatura. Entretanto, ao atingir o seu objetivo, Franskenstein se depara com um ser monstruoso que lhe causa repulsa e faz com que ele abandone todos os seus planos e até mesmo a sua criação.

Diante dessa primeira rejeição a criatura decide seguir uma jornada paralela a do seu criador, até perceber que em meio aos humanos ele nunca encontrará seu lugar, o que faz o mesmo partir em busca daquele que lhe deu vida em busca de um objetivo ao qual ele fará de tudo para alcançar, criando um rastro de eventos macabros e violentos que seguirão Franskenstein e todos aqueles que estão ao seu redor.
Narrativa

Assim como as histórias de terror que costumam nos assombrar durante a vida, essa é contada para um pessoa por alguém que ouviu essa história de outra pessoa. Robert Walton escreve um conjunto de cartas para sua irmã contando sobre uma expedição que o mesmo está fazendo a navio. Em um determinado momento de tal aventura, ele se vê como expectador de uma perseguição entre uma criatura gigantesca e um homem, e que acaba com o mesmo pedindo ajuda a Walton.

Essa forma de contar a história traz para o leitor um ar de incredibilidade, já que você não sabe até que ponto os fatos acontecidos foram alterados nesse incessante “telefone sem fio”.

A escrita da autora se mostra atemporal e não dará muito trabalho ao leitor na hora da leitura do texto. Entretanto, um ponto negativo na obra é a forma arrastada de contar a história. Apesar de conseguir envolver o leitor naquilo que está contando, Mary Shelley traz alguns momentos enfadonhos para a obra, deixando-a caracterizada pelo ritmo lento com o qual os fatos se desenrolam.

Personagens

O maniqueismo presente nas figuras dos protagonistas é sem dúvida o ponto alto da obra. Tanto Frankenstein quanto sua criatura mostram seu lado obscuro e perverso e também seu lado bondoso e muitas vezes incompreendido.

As duas figuras trazem essa ideia de transição entre os papéis de Lúcifer e Deus (analogia constantemente abordada na obra). Porém, quem realmente ganhou minha compaixão foi a própria criatura, que lida com a rejeição e o preconceito desde sua criação até suas tentativas de se relacionar em sociedade. Constantemente o leitor poderá comparar a criatura com o próprio Satanás, porém, devemos pensar que o personagem bíblico tinham seus seguidores e companheiros, enquanto o personagem do livro em questão não consegue construir laços com absolutamente ninguém, recebendo como resposta a seus atos apenas violência, o que o leva a entrar em um intenso estágio de cólera, alimentando seu sentimento de vingança e seu impulso por buscar a criação de um semelhante.

Enquanto isso, Victor Frankenstein se mostrou, para mim, um personagem confuso e indeciso demais, apesar da maioria de seus atos serem justificáveis, não consegui criar um laço com o personagem, o que me fez contar as páginas das partes que eram focadas apenas nele. (acho que ficou nítido que estou completamente apaixonado pela criatura).

Opinião Final

Esse é um livro que discute a incessante busca pelo conhecimento e até onde o ser humano vai até a busca pela evolução e o saber absoluto. Além de discutir a própria natureza dos seres humanos como seres sociais influenciados por aquilo que os cerca.

É a história de um homem que decide brincar de “Deus”, mas que ao mesmo tempo encarna a própria figura de Satã, assim como seu personagem que se vê rejeitado pelo seu criador, como o próprio Lúcifer foi, e ao mesmo tempo percebe que também possui a capacidade de brincar com a vida daqueles que o cercam, se assemelhando a figura divina.

Com tantos temas complexos e reflexivos, uma escrita atemporal e uma obscuridade deliciosa é que “Frankenstein: Ou o Prometeu moderno” se tornou o melhor clássico que já li na vida. Recomendo para todos que gostem de romances góticos, com uma pitada de ficção científica (já que alguns alegam que essa foi a primeira obra do gênero).

site: fatalityliterario.wordpress.com
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Cris 23/10/2014

Ao meu ver os melhores livros já escritos, mais o meu favorito e Drácula, simplesmente perfeito.
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Bruno Vargas 14/09/2013

Meu Monstrengo preferido
Lembro aqui da primeira vez em que desfrutei da leitura da obra clássica Frankenstein, de Mary Shelley. Um romance que não somente é tido como uma renovação no romantismo gótico, como é considerado o marco inaugural da ficção científica. Um romance surpreendente pelo conteúdo ao todo. Acho que é uma daquelas obras importantes e que todo mundo deve ler e refletir muito. Caso você só tenha visto o monstro nas telas, a leitura se faz mais importante ainda. Irei explicar por quê:

Alguns mitos surgidos no cinema são detonados com o livro Frankenstein. Ficamos sabendo que a pele do monstro é de cor amarelada; tem cabelos longos crespos e escorridos; uma pele horripilante a qual é possível visualizar os seus músculos, nervos e vasos sanguíneos; e mostra também que a criatura é ágil, sendo muito rápida para se esquivar de golpes e fugir. Outro fato interessante é o de que, mesmo se afirmando quase sempre, o monstro em nenhum momento do livro se chama Frankenstein. É certo, talvez, como dizem alguns críticos, a criação adotar o sobrenome do criador.

A inteligência do monstro criado pelo Dr. Frankenstein é grande e impressiona. Podemos dizer que autodidaticamente conseguiu aprender a língua e refletir sobre sua vida e a vida dos outros em sociedade. Adotou inclusive o gosto pela leitura. Porém, sua inteligência não é levada a sério em nenhum momento pelos seres humanos. Isso certamente contribui ainda mais para o aumento da sua angústia.

Mary Shelley foi mesmo uma escritora genial, tanto que consegue nos transmitir a aflição de um monstro rejeitado, mesmo que a narração seja de alguém que é o maior rejeitador dele: o próprio criador Dr. Frankestein. De fato, se trata de colocar nas entrelinhas um possível sentimento de culpa e perdão não assumido do criador por ter odiado sua criação. A influência da abordagem religiosa é gigantesca.

O monstro sofre com a solidão e, depois de ter sido rejeitado pela humanidade, só pede para que o seu criador assuma o compromisso de fazer uma mulher para ele. Incrível é ver também que o preconceito começa com o próprio Dr. Frankestein ao se deparar com a sua criação, desenvolvendo medo e pavor do que fez. Sua covardia faz com que ele tente esquecer o seu feito. Mas a criação circula pelo mundo atrás dele, atrás do seu pai. E o monstro só quer um pouco de compaixão, quer ser amado e amar, pois possui amor para dar. Ao invés disso, só encontra ódio por onde anda, com isso, é o ódio que consegue ter para oferecer aos outros.

Enredo brilhante, misturando momentos fortes de terror e pânico, juntamente com uma forte crítica social das mais arrasadoras, assim como a exploração profunda do sentimento humano. Podemos conferir a repulsa da sociedade pela diferença, o pavor ao que é julgado feio e amedrontador, ameaçador, desconhecido, somente por ser algo novo. O clima soturno da obra nos ajuda a penetrarmos na escuridão do pavor. E em pensar que Mary Shelley tinha apenas dezenove anos quando escreveu...

site: http://infantarialiteraria.blogspot.com.br/2013/01/meu-monstrengo-preferido.html
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Meu Paginômetro 24/03/2013

Resenha: Frankenstein de Mary Shelley
Esqueça aquele monstro verde com parafusos na cabeça. Esqueça aquele cientista maluco. O história original de Frankenstein não tem nada disso. Na verdade, Frankenstein nem é o nome do monstro, é o nome do seu criador. Criador que, como qualquer jovem, tinha ambições de estudar e ser alguém na vida. O jovem Frankenstein adorava estudar. Quando achou que podia crescer mais em uma universidade, mudou-se de cidade. E em outra cidade, cursando uma universidade de ciências biológicas, sua paixão por biologia ganhou vida, literalmente.

Continua em http://meupaginometro.blogspot.com.br/2013/03/resenha-frankenstein-de-mary-shelley.html
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Camila(Aetria) 24/01/2013

3 Resenhas aos poucos...
Como são três livros, iria entupir isso aqui de texto, então vou colocar os links conforme for fazendo as resenhas ok? :)

Frankenstein:
http://www.castelodecartas.com.br/index.php/2012/11/01/frankenstein-ogs34/

atualizado dia 13/12/12

O Médico e o Monstro:
http://www.castelodecartas.com.br/index.php/2012/12/13/o-medico-e-o-monstro-ogs-37/

Atualizado em 24/01/13

Drácula:
http://www.castelodecartas.com.br/index.php/2013/01/24/dracula-ogs40/
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Dieckmann 04/01/2013

Três Clássicos reunidos!
Creio que o que deve ser dito de cada livro deva ser feito na pagina individual de cada livro no skoob.

Mas a reunião destes clássicos do terror é maravilhoso. Mas o maior destaque desta edição tripla é a introdução de Stephen King, palavras perfeitas para descrever cada livro, seu autor e a importância na literatura mundial.
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Michele B. 01/09/2012

muito bom
resenhas em meu blog:

dracula:
http://www.lostgirlygirl.com/2012/08/resenha-81-dracula-o-vampirto-da-noite.html

O médico e o monstro
http://www.lostgirlygirl.com/2012/08/resenha-80-o-medico-e-o-monstro-robert.html

Frankstein
http://www.lostgirlygirl.com/2012/08/resenha-79-frankenstein-ou-o-prometeu.html
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spoiler visualizar
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raulpereira 31/03/2012

Três coleções fantásticas:

Frankenstein, que surpreende pela idade da autora, quanto concebeu a obra, muito bem escrita, mas é bem nítida a idade da autora, ao prestar atenção na leitura.

Drácula, um clássico do terror, mas que me decepcionou um pouco, talvez pelo que a mídia vende. Um belo livro, mas algumas vezes extenso demais, podia ser menor.

O Médico e o Monstro, livro sucinto em todos os sentidos, uma boa viagem no conflito que o homem possui de bem e mau. Ótima leitura.

Os três livros são bem distintos na maneira de escrever e expor as idéias, apesar do tema ser vendido como terror, nenhum deles chega a assustar ninguém, apenas são belos romances trágicos, contados de maneira brilhante, mesmo que uns pequem pelo excesso e outros por serem breve demais. De qualquer forma uma bela leitura para qualquer pessoa.
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Mandy 26/03/2012

Aqui o personagem mau é absolutamente maligno!
Confira as três resenhas na íntegra para cada obra aqui:

http://www.the-sook.blogspot.com.br/


Frankenstein: ou o Prometeu Moderno - Mary Shelley

Victor é um estudante de ciências naturais que acaba por dedicar-se ao ramo da filosofia natural e fisiologia. Que acaba obcecado pela questão de onde viria o princípio da vida. Ele praticamente esquece-se de sua própria existência e entrega-se aos estudos e as experiências em busca de seus maiores sonhos. Até que finalmente, Victor descobre que ele é capaz de dar animação à matéria inanimada.


O Médico e o Monstro - Robert Louis Stevenson

É em uma bucólica Londres recheada de vielas sombrias e coberta pela neblina que podemos ver através do advogado John Utterson, o lado obscuro do Sr. Hyde crescer de forma viciante, enquanto o mesmo tenta esconder seu monstro interior. Diria que o livro não é de terror, pelo menos não totalmente, mas sim um thriller psicológico com uma boa pitada de mistério criminal.


Drácula - Bram Stoker

O inglês Jonathan Harker é corretor de imóveis e acaba por ter que ir à Transilvânia para ministrar informações a respeito de um imóvel na Inglaterra que deseja ser comprado por um homem romeno. Sua viagem é coberta de mistérios e ao chegar no castelo do Conde, é muito bem recebido por Drácula, um homem inteligente, misterioso e excêntrico.

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