Frankenstein; O médico e o monstro; Drácula

Frankenstein; O médico e o monstro; Drácula Bram Stoker
Mary Shelley




Resenhas - Frankenstein, Drácula, O Médico e o Monstro


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Na Nossa Estante 08/08/2017

Em 2011 a Editora Martin Claret publicou medo clássico 3 em 1, uma edição linda que contava com Frankenstein, ou o Prometeu Moderno de Mary Shelley, O Médico e o Monstro de Robert Louis Stevenson e Drácula o Vampiro da Noite de Bram Stoker. Neste ano esses clássicos voltaram em uma edição impecável, capa dura com textura, laterais do livro envelhecidas, ilustrações e fita marca página, para ter orgulho de ver na estante e indispensável para os fãs de terror, suspense e aqueles que desejam conhecer esse mundo, já que essas histórias foram inspiração para todo o cenário desses gêneros.

O livro é iniciado por uma introdução de Mary Shelley, contado como chegou à criação de todo o terror psicológico que é Frankenstein com apenas 19 anos de idade. A autora, seu companheiro Percy Shelley, Lorde Byron e John Polidori estavam reunidos durante o verão de 1816 em Genebra e, em uma das noites discutindo e lendo contos de terror, Lorde Byron lançou o desafio de que cada um iria criar um conto, após uma noite de pesadelos, Mary Shelley, a única a terminar o desafio, criou a história que viria a ser uma das primeiras ficções científicas e clássico do terror.

A narrativa é composta pelas cartas de Robert Wanton, um capitão rumo ao Polo Norte, que escreve para sua irmã, Margareth Saville, pois não possui grande expectativa que sobreviva a aventura, no início acompanhamos nas cartas todo o sofrimento da expedição, até que relata ter visto um vulto grande em meio ao gelo, pouco depois encontra um jovem de aparência sofrida. Robert dá abrigo e alimento ao jovem, criando um laço afetivo com este, que após certo tempo se apresenta com Victor Frankenstein, que relata sua história a Robert, que escreve nas cartas para Margareth.

Victor nasceu na Suíça e aos 17 anos foi para a Alemanha estudar ciência moderna, na época vista como Alquimia, a busca do homem de dominar a matéria, vida e morte. Victor fica obcecado por criar um homem imortal, faz diversos estudos com cadáveres até que finalmente consegue reviver um homem, criado a partir de restos mortais. Porém, fica horrorizado com sua criação profana e o abandona, retornando a Genebra, dois anos depois é localizado por seu ser, que por sua aparência foi humilhado e maltratado e agora busca encontrar bondade em uma companheira que seja criada da mesma forma. Cabe a Victor decidir se deve ir contra a natureza, criando outra criatura desalmada ou recusar o pedido e sofrer as consequências de todo o mal que criou.

Dois corpos não ocupam o mesmo espaço, não é uma dúvida ou uma teoria, mas um fato científico. Em O Médico e o Monstro essa afirmação da física é posta em dúvida, poderiam Jekill e Hyde habitarem o mesmo corpo e estarem relacionados aos mesmos horríveis eventos?

O advogado Utterson conversando com um parente toma conhecimento de uma situação de crueldade contra uma criança, vinda de um homem que se parece com uma criatura, não é conhecido por ninguém em Londres, além de ser único herdeiro do médico Dr. Henry Jekyll. O advogado vai até o médico e amigo insistindo para que retire de seu testamento o agressor, no entanto, o médico não pretende realizar nenhuma modificação e após um assassinato, Utterson começa a desvendar a morte de seu amigo e os experimentos de Henry Jekyll na busca de separar-se de sua personalidade animalesca e não domesticada.

Se você assistiu a filmes e mais filmes que adaptaram a história do Conde Drácula, prepare-se, pois a leitura do conto é completamente diferente, extremamente detalhada, sem pontas soltas e muito bem desenvolvida, o vampiro de Bram Stoker não é referência para todas as histórias de terror e ponto de partida para toda a cultura vampiresca à toa.

É narrada por quase todos os personagens participantes, através de cartas, diários e anotações, aprofundando os personagens e apresentando diferentes pontos de vista de uma mesma história. O advogado Jonathan Harker viaja para a Transilvânia para encontrar com o Conde Drácula, um homem que busca mudar-se para Londres, um anfitrião simpático e hospitaleiro. Aos poucos Jonathan passa a notar coisas estranhas e descobre que além de ser um prisioneiro, seu anfitrião é um vampiro.

Sem noticias de seu noivo Jonathan, Mina em visita a sua amiga, Lucy, passa a acordar todas as noites com o sonambulismo da amiga, além de estar mais pálida a cada dia, buscando por ajuda encontram o Dr. Van Helsing, Lucy está cada vez mais pálida por uma perda excessiva de sangue, porém não apresenta qualquer ferimento de hemorragia, quando descobrem a causa decidem ir atrás do causador de todo o sofrimento.

Frankenstein, O médico e o Monstro e Drácula são livros de terror clássico, que abordam a natureza humana e a natureza do mal, em cenários sombrios e até mesmo góticos. Os três livros possuem um ritmo muito diferente, às vezes mais introspectivos, são extremamente detalhistas e exigem um tempo maior de reflexão e geram vários questionamentos de moral. Por mais que todos conheçam as três obras através de filmes, séries e referências, é completamente diferente ler e entrar nos mundos criados pelos autores, nos tormentos e agonias dos personagens, principalmente nessa edição da Martin Claret que completa toda a sensação de estar com histórias tão antigas e profanas nas mãos.



site: http://www.oquetemnanossaestante.com.br/2017/07/frankenstein-o-medico-e-o-monstro.html
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Cavalo de Papel 04/08/2017

Para os amantes da literatura gotica
Comprei esse livro quando eu tinha 15/16 anos, e na época, não lembro se não li ou se abandonei a leitura, mas agora com 31 anos, pude dar uma atenção melhor acabei me apaixonando. Que criatividade destes três autores! Nem mesmo a minha mente fértil chega neste nível. Alguém deveria ter dito para Stephen King que era pra escrever uma introdução, não um quase livro (hahaha). No inicio pensei em fazer a resenha separadamente mas depois pensei fazer uma só.
Mary Shelley - Frankenstein:
Nunca imaginei o monstro como uma criatura boa, como é representada nos filmes. Aliás, não entendo como distorcem tanto os personagens nas adaptações, gostaria de saber se foi uma má compreensão (o livro não é difícil) ou se foi de proposito. frankenstein não é o nome do monstro mas sim de quem o cria, ele não é do mal e se arrepende de ter criado o monstro, não tem intenção de criar o monstro para fazer maldade mas como uma experiencia para ver se ia dar certo ou não.
Dracula - Bram Stoker
Esperava mais por mais interação do Drácula, mas a história é focada nas situações causadas pelo vampiro envolvendo outros personagens. Porém a história tem seu horror, pra quem gosta é um prato cheio. Achei o final decepcionante.
O Medico e o Monstro - Robert Louis Stevenson
Achei a história curta, poderia ter um pouco mais de detalhes envolvendo o Dr. Jekyll. Mas fora isso, nunca tinha sabido o final da história, pois a maioria são parodias e adaptações que eu já tinha assistido ( a do Piu piu e Frajola é a melhor!).
Enfim, recomendo para os amantes de literatura e da cultura gótica e histórias de horror.
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Marcel Sano 31/12/2016

Clássicos da literatura
O que pode-se esperar de um clássico?
Imagine de três em um único livro!

Drácula, talvez um dos romances mais adaptados para o cinema. A história de amor que ultrapassa a barreira do tempo e da vida. Lindamente adaptado por Coppola em 1992.

O Médico e o Monstro, talvez seja o "piorzinho" dos três livros, por trazer pouca diferença às suas adaptações cinematográficas.

Agora Frankenstein, esse sim é surpreendente. Esqueça tudo que você já viu ou assistiu nos cinemas!

O livro de Mary Shelley é incrível, com uma história totalmente diferente daquilo que Hollywood nos apresentou. A história é linda, os personagens cativantes (incluindo o monstro) e quando você termina quer ler de novo.

Hoje, Frankenstein se tornou releitura obrigatória para todos os anos.
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Georgia 09/08/2016

?
Não tem como não se deixar envolver por esses três thrillers tão famosos, mas, ao mesmo tempo, tão pouco explorados pela nossa juventude. Três excelentes autores em histórias atemporais! Lindo de ler!
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Luisa Amélia 24/04/2016

Drácula
O livro é tão emocionante, cativante e quando chega no fim: tudo acaba de repente. Parece até que o autor ficou com preguiça de terminar e escreveu meia dúzia de páginas para finalizar logo a obra rs
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Marques 23/06/2015

Um amor que se confunde por posse.
A relação conflituosa de Criador e Criatura.
A dualidade do Homem.

Três grandes temas intrínsecos a condição humana.
A maneira como foram escritos e a história por detrás das obras já são motivos suficientes para se encantar com essa coletânea dos Clássicos do Horror que serviram de inspiração para inúmeros outros autores.
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Ana Beatriz 31/05/2015

Frankestein, O Médico e o Monstro, Drácula
Eu já tinha lido esses três livros em 2013 e não gostei, não me envolveu não achei um terror bom simplesmente não gostei e pronto.

Tive que reler Frankenstein pra fazer um trabalho da facul e continuo não gostando dessas histórias.

E eu continuo me frustrando com os clássicos :’

site: ultragirlandstuffblr.tumblr.com
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Gabriel Aleksander 10/05/2015

Frankenstein: ou o Prometeu moderno
O Enredo

Victor Frankenstein se interessa por ciência desde muito cedo, começando com uma fixação por conhecimentos desenvolvidos na área da alquimia, posteriormente enveredando por outros ramos da ciência. Em meio aos seus estudos, Victor decide tentar criar vida e para isso reúne um conjunto de pedaços de corpos humanos que serviriam para constituir sua nova criatura. Entretanto, ao atingir o seu objetivo, Franskenstein se depara com um ser monstruoso que lhe causa repulsa e faz com que ele abandone todos os seus planos e até mesmo a sua criação.

Diante dessa primeira rejeição a criatura decide seguir uma jornada paralela a do seu criador, até perceber que em meio aos humanos ele nunca encontrará seu lugar, o que faz o mesmo partir em busca daquele que lhe deu vida em busca de um objetivo ao qual ele fará de tudo para alcançar, criando um rastro de eventos macabros e violentos que seguirão Franskenstein e todos aqueles que estão ao seu redor.
Narrativa

Assim como as histórias de terror que costumam nos assombrar durante a vida, essa é contada para um pessoa por alguém que ouviu essa história de outra pessoa. Robert Walton escreve um conjunto de cartas para sua irmã contando sobre uma expedição que o mesmo está fazendo a navio. Em um determinado momento de tal aventura, ele se vê como expectador de uma perseguição entre uma criatura gigantesca e um homem, e que acaba com o mesmo pedindo ajuda a Walton.

Essa forma de contar a história traz para o leitor um ar de incredibilidade, já que você não sabe até que ponto os fatos acontecidos foram alterados nesse incessante “telefone sem fio”.

A escrita da autora se mostra atemporal e não dará muito trabalho ao leitor na hora da leitura do texto. Entretanto, um ponto negativo na obra é a forma arrastada de contar a história. Apesar de conseguir envolver o leitor naquilo que está contando, Mary Shelley traz alguns momentos enfadonhos para a obra, deixando-a caracterizada pelo ritmo lento com o qual os fatos se desenrolam.

Personagens

O maniqueismo presente nas figuras dos protagonistas é sem dúvida o ponto alto da obra. Tanto Frankenstein quanto sua criatura mostram seu lado obscuro e perverso e também seu lado bondoso e muitas vezes incompreendido.

As duas figuras trazem essa ideia de transição entre os papéis de Lúcifer e Deus (analogia constantemente abordada na obra). Porém, quem realmente ganhou minha compaixão foi a própria criatura, que lida com a rejeição e o preconceito desde sua criação até suas tentativas de se relacionar em sociedade. Constantemente o leitor poderá comparar a criatura com o próprio Satanás, porém, devemos pensar que o personagem bíblico tinham seus seguidores e companheiros, enquanto o personagem do livro em questão não consegue construir laços com absolutamente ninguém, recebendo como resposta a seus atos apenas violência, o que o leva a entrar em um intenso estágio de cólera, alimentando seu sentimento de vingança e seu impulso por buscar a criação de um semelhante.

Enquanto isso, Victor Frankenstein se mostrou, para mim, um personagem confuso e indeciso demais, apesar da maioria de seus atos serem justificáveis, não consegui criar um laço com o personagem, o que me fez contar as páginas das partes que eram focadas apenas nele. (acho que ficou nítido que estou completamente apaixonado pela criatura).

Opinião Final

Esse é um livro que discute a incessante busca pelo conhecimento e até onde o ser humano vai até a busca pela evolução e o saber absoluto. Além de discutir a própria natureza dos seres humanos como seres sociais influenciados por aquilo que os cerca.

É a história de um homem que decide brincar de “Deus”, mas que ao mesmo tempo encarna a própria figura de Satã, assim como seu personagem que se vê rejeitado pelo seu criador, como o próprio Lúcifer foi, e ao mesmo tempo percebe que também possui a capacidade de brincar com a vida daqueles que o cercam, se assemelhando a figura divina.

Com tantos temas complexos e reflexivos, uma escrita atemporal e uma obscuridade deliciosa é que “Frankenstein: Ou o Prometeu moderno” se tornou o melhor clássico que já li na vida. Recomendo para todos que gostem de romances góticos, com uma pitada de ficção científica (já que alguns alegam que essa foi a primeira obra do gênero).

site: fatalityliterario.wordpress.com
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Cris 23/10/2014

Ao meu ver os melhores livros já escritos, mais o meu favorito e Drácula, simplesmente perfeito.
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Bruno Vargas 14/09/2013

Meu Monstrengo preferido
Lembro aqui da primeira vez em que desfrutei da leitura da obra clássica Frankenstein, de Mary Shelley. Um romance que não somente é tido como uma renovação no romantismo gótico, como é considerado o marco inaugural da ficção científica. Um romance surpreendente pelo conteúdo ao todo. Acho que é uma daquelas obras importantes e que todo mundo deve ler e refletir muito. Caso você só tenha visto o monstro nas telas, a leitura se faz mais importante ainda. Irei explicar por quê:

Alguns mitos surgidos no cinema são detonados com o livro Frankenstein. Ficamos sabendo que a pele do monstro é de cor amarelada; tem cabelos longos crespos e escorridos; uma pele horripilante a qual é possível visualizar os seus músculos, nervos e vasos sanguíneos; e mostra também que a criatura é ágil, sendo muito rápida para se esquivar de golpes e fugir. Outro fato interessante é o de que, mesmo se afirmando quase sempre, o monstro em nenhum momento do livro se chama Frankenstein. É certo, talvez, como dizem alguns críticos, a criação adotar o sobrenome do criador.

A inteligência do monstro criado pelo Dr. Frankenstein é grande e impressiona. Podemos dizer que autodidaticamente conseguiu aprender a língua e refletir sobre sua vida e a vida dos outros em sociedade. Adotou inclusive o gosto pela leitura. Porém, sua inteligência não é levada a sério em nenhum momento pelos seres humanos. Isso certamente contribui ainda mais para o aumento da sua angústia.

Mary Shelley foi mesmo uma escritora genial, tanto que consegue nos transmitir a aflição de um monstro rejeitado, mesmo que a narração seja de alguém que é o maior rejeitador dele: o próprio criador Dr. Frankestein. De fato, se trata de colocar nas entrelinhas um possível sentimento de culpa e perdão não assumido do criador por ter odiado sua criação. A influência da abordagem religiosa é gigantesca.

O monstro sofre com a solidão e, depois de ter sido rejeitado pela humanidade, só pede para que o seu criador assuma o compromisso de fazer uma mulher para ele. Incrível é ver também que o preconceito começa com o próprio Dr. Frankestein ao se deparar com a sua criação, desenvolvendo medo e pavor do que fez. Sua covardia faz com que ele tente esquecer o seu feito. Mas a criação circula pelo mundo atrás dele, atrás do seu pai. E o monstro só quer um pouco de compaixão, quer ser amado e amar, pois possui amor para dar. Ao invés disso, só encontra ódio por onde anda, com isso, é o ódio que consegue ter para oferecer aos outros.

Enredo brilhante, misturando momentos fortes de terror e pânico, juntamente com uma forte crítica social das mais arrasadoras, assim como a exploração profunda do sentimento humano. Podemos conferir a repulsa da sociedade pela diferença, o pavor ao que é julgado feio e amedrontador, ameaçador, desconhecido, somente por ser algo novo. O clima soturno da obra nos ajuda a penetrarmos na escuridão do pavor. E em pensar que Mary Shelley tinha apenas dezenove anos quando escreveu...

site: http://infantarialiteraria.blogspot.com.br/2013/01/meu-monstrengo-preferido.html
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Meu Paginômetro 24/03/2013

Resenha: Frankenstein de Mary Shelley
Esqueça aquele monstro verde com parafusos na cabeça. Esqueça aquele cientista maluco. O história original de Frankenstein não tem nada disso. Na verdade, Frankenstein nem é o nome do monstro, é o nome do seu criador. Criador que, como qualquer jovem, tinha ambições de estudar e ser alguém na vida. O jovem Frankenstein adorava estudar. Quando achou que podia crescer mais em uma universidade, mudou-se de cidade. E em outra cidade, cursando uma universidade de ciências biológicas, sua paixão por biologia ganhou vida, literalmente.

Continua em http://meupaginometro.blogspot.com.br/2013/03/resenha-frankenstein-de-mary-shelley.html
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Camila(Aetria) 24/01/2013

3 Resenhas aos poucos...
Como são três livros, iria entupir isso aqui de texto, então vou colocar os links conforme for fazendo as resenhas ok? :)

Frankenstein:
http://www.castelodecartas.com.br/index.php/2012/11/01/frankenstein-ogs34/

atualizado dia 13/12/12

O Médico e o Monstro:
http://www.castelodecartas.com.br/index.php/2012/12/13/o-medico-e-o-monstro-ogs-37/

Atualizado em 24/01/13

Drácula:
http://www.castelodecartas.com.br/index.php/2013/01/24/dracula-ogs40/
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Dieckmann 04/01/2013

Três Clássicos reunidos!
Creio que o que deve ser dito de cada livro deva ser feito na pagina individual de cada livro no skoob.

Mas a reunião destes clássicos do terror é maravilhoso. Mas o maior destaque desta edição tripla é a introdução de Stephen King, palavras perfeitas para descrever cada livro, seu autor e a importância na literatura mundial.
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Michele B. 01/09/2012

muito bom
resenhas em meu blog:

dracula:
http://www.lostgirlygirl.com/2012/08/resenha-81-dracula-o-vampirto-da-noite.html

O médico e o monstro
http://www.lostgirlygirl.com/2012/08/resenha-80-o-medico-e-o-monstro-robert.html

Frankstein
http://www.lostgirlygirl.com/2012/08/resenha-79-frankenstein-ou-o-prometeu.html
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spoiler visualizar
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