Bellissima

Bellissima Nora Roberts




Resenhas - Bellissima


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Bia09 23/09/2010

No começo eu estranhei o andamento da história. Não que seja ruim nem cansativo, mas os personagens, especialmente Ryan, não me pareciam muito típicos da Nora (coisa de fã, que acha que sabe tudo sobre sua diva!), mas as coisas foram crescendo de uma forma, que eu instantaneamente reconheci o terreno. E que terreno!
O tipo de história, é das minhas preferidas dela, com obras de arte roubadas, aventuras inacreditáveis para recuperá-las e, principalmente, eu adoro os personagens masculinos ladrões que ela cria! Depois de Phillip Chambers de Doce Vingança, Ryan Boldari me aparece e me conquista de cara! Miranda também é ótima, inteligente, independente e sabe demonstrar e esconder seus sentimentos na hora certa.
Além do romance de Ryan e Miranda, somos presenteados também com a história de Andrew, o irmão problemático da protagonista, que também tem sua bela história de amor. Não vou dizer com quem, porque no início fica uma dúvida de quem será a mocinha que lhe roubará o coração. Só posso garantir que vale a pena também dar uma atenção à evolução desse personagem.
Para não me alongar mais... o livro é enorme, mas dá para ler de uma tacada só pois é envolvente, sensual e divertido. Mais uma vez palmas para os diálogos criados por Nora. Ri e me emocionei com vários deles.
Preciso dizer que eu recomendo?

Para mais resenhas e promoções:
www.amormisterioesangue.com
naniedias 17/11/2010minha estante
:( Quero ler algum livro da Nora rápido.. todo mundo super fala bem e eu nunca li nada >.


Lady Val 26/12/2010minha estante
O livro realmente é maravilhoso. O que me atrapalhou um pouco na leitura foi a tradução. Não entrava na minha cabeça, uma PHD falando a cada segundo "a gente" ao invés de "nós" e "tá" no lugar de está. Ficou um pouco inverossímil, coloquial demais. Mas a história tem a marca da Nora. Depois que consegui passar pela sensação incômoda inicial, me apaixonei.




@EqualizeLeitura 23/03/2011

[Resenha] Bellissima
Resenha Escrita Para O Blog www.gliteryinthemirror.blogspot.com

Bellisima... Cada dia mais eu me apaixono pelos livros da Nora Roberts, a mulher tem o dom, sabe o que está fazendo.

Eu li o livro em um dia! Mas foi tipo, peguei e passei o dia todo lendo e não fazendo mais nada. O motivo é simples: eu não conseguia me desgrudar. Foi o livro dela que mais me envolveu, com personagens muito marcantes, cativantes, engraçados. A NR tem uma mente muito afiada para descrever os homens em seus livros e simplesmente não tem como não se apaixonar.

Miranda tem como trabalho autenticar valiosas obras de artes. Ela é fria, não teve muito carinho e se dedica completamente ao seu trabalho. Depois de ter sido assaltada na porta de casa, começa a ocorrer coisas estranhas, como a obra que ela estava autenticando ser considerada falsa e a notícia vazar. Então ela se envolve com um ladrão, em busca da obra e descobrir todos os mistérios que a cercam, e acaba esbarrando em...

Ryan é um ladrão de obras de arte. Foi o mocinho-ladrão mais divertido dos livros que eu já li! Ele é cara de pau, é divertido, romêntico, sedutor, cuidadoso, lindo, tem um super ego que chama a atenção... homens típicos da NR. A família dele é a mais louca que eu já li em algum livro também. São irmãos completamente diferentes: um é ladrão, outra uma bela pianista, o outro hacker de computador e a outra... policial. Isso mesmo! Agora imaginem a combinação: você é ladrão e tem uma irmã policial! O melhor é saber que a mãe apoia! Sim, quando eu falei que era loucura a família em questão, é verdade.

- Eu sempre sou honesto com minha família.

- Com certeza. Sem dúvida sua mãe morre de orgulho de ter um filho ladrão.

- Claro que sim.

Ela gaguejou, perdeu completamente a noção do que diria a seguir. - Você tá tentando me convencer que ela sabe que você rouba?

- Claro que sabe. Ela tem cara de idiota? - Ele balançou a cabeça - Eu não minto pra mamãe.

E tem esse trecho do livro também que eu quero destacar, por que foi uma parte que me fez rir muito:

- Alguém roubou alguma coisa de sua amiga? - pergunta a mãe de Ryan.

- Eu roubei – ele disse com facilidade, juntando às mulheres na mesa. – Acontece que era uma falsificação. A gente tá tentando endireitar a situação.

- Ótimo.

- Espera um minuto. – Miranda levantou às mãos. – Ótimo? É isso que você tem a dizer? Ótimo? Quer dizer que você sabe que seu filho é ladrão?

- O quê? Você acha que eu sou idiota? – Maurren secou as mãos antes de levá-las à cintura. – É lógico que eu sei.

- Eu não entendo. – Ela pressionou as mãos contra a cabeça. - Como é que você pode encorajar seu filho a ser um fora da lei?

Por enquanto, foi o melhor livro - em questão de enredo - que eu li da autora. O começo do livro é bem chatinho, mas depois que você passa dessa parte, você começa a querer mais e mais. A Nora fez uma vasta pesquisa na área e a história toda é cheia de detalhes minimalistas, o que dá mais realidade. E todas as cenas hot do livro são maravilhosas. Tem 5 páginas escritas que são simplesmente perfeitas.

Porém, não vá com muita sede ao pote. O livro tem um defeito terrível: a tradução. E eu fiquei feliz em saber que não foi eu apenas que percebi e me senti incomodada. A tradutora escreve termos como está = tá, obrigada = brigada, estamos = tamos, a gente tem. Sim, vocês leram direito. O que faz a história perder um pouco do encanto, quebrar o brilho dos personagen. Essa parte foi frustrante e decepcionante. Como assim a Miranda, doutora, ouvinte de música clássica, autentica obra de artes, fala dessa maneira tão coloquial? O Ryan também, apesar de ladrão, tem o seu estudo.

Outra coisa: em vários momentos eu me perdi sem saber quem estava falando o quê. E se você volta e reler o trecho do livro, você percebe que está errado. Meu apelo, como fã dos livros da Nora Roberts, é que a editora preste mais atenção e que por favor, se pudessem, na nova tiragem do livro fizessem uma revisão total do livro e arrumassem esses erros.

Mas, se vocês tiverem paciência pra ler o livro mesmo assim, aproveitem e se deliciem! É ma - ra - vi - lho - so!

E pra finalizar essa resenha, eu queria colocar dois trechos dos livros que eu mais gostei, pelo diálogo dos persongens e como tudo combinou.

" [...]- Miranda - ele consegiu dizer, dando - se conta subitamente de que sua garganta estava seca. - Você acha que consegue levantar?
- Quando?
Ele riu um pouco e acariciou - lhe o bumbum. - Agora seria ótimo. - Como ela não se moveu, ele rosnou: - Água. Eu preciso de água.
- Não pra você simplesmente me empurrar?"

Página: 437

"[...] - Encontrei o apartamento dele. Ele não estava lá. Mas passei uma meia hora muito interessante com uma vizinha dele, uma prostituta.
- Um segundo. Dá pra repetir isso?
- Que ele sumiu já fazia uns dias?
- Não, a parte que você passou algum tempo com uma prostituta.
- Valeu os cinquenta que eu paguei, quer dizer, cem, na verdade. Eu dei mais cinquenta pra ela quando a gente terminou.
- Ah, sei, tipo corjeta?
- Isso. - ele abriu um sorriso. - Ciúme, darling?
- É pra ter ciúme?
- Um pouquinho de ciúme faz bem.
- Então, tudo bem. - ela cerrou o punho livre e socou o estômago dele.
[...] - Preciso me corrigir. Ciúme difinitivamente não faz bem. Eu paguei pra ela conversar comigo.
- Se eu tivesse imaginado outra coisa, você estaria a caminho das pedras lá embaixo.

Páginas: 441 e 442
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Lilica 05/11/2010

uma Belissima histótia...
Morram de invejaaaaa eu tenho e já li!!! Muuuuiiiitoooooo booommmm, como é a regra nas histórias da Nora uma trama ágil, eletrizante, contagiante... Os protagonistas são deliciosamente apaixonantes. Eu adoro as tramas que envolvem lendas e mitos como ocorre em Belíssima. Mais uma vez Nora nos leva em uma viagem pela Italia e sua incrivel coleção de monumentos históricos e obras de arte, mergulha no mundo da arte e nos mostra os bastidores da descoberta e certificação das obras dos grandes mestes e como não poderia deixar de ser, a história tem muita ação e suspense. Ladrões, assassinatos, disputa de poder, romance e sexo. Faço apenas uma ressalva, não sei se trocaram o tradutor habitual dos livros da Nora, mas me causaou um pouco de estranheza a forma como a história foi vertida com o uso excessivo de linguagem coloquial que não é a caracteristica da escrita da autora. Esta dado é uma pena porque empobrece um pouco o texto. Ainda assim, a história é digna das melhores tramas da Nora Roberts e já está na minha lista de favoritos!!!!
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Deise 30/09/2010

Bellissima......
Esse é o primeiro livro que leio da Nora Roberts, achei a leitura facil, gostosa e envolvente. envolve romance e suspense ..... muito bom
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neli 09/05/2011

Muito bom

O início é um tanto cansativo, devido as muitas descrições de obras de arte e do trabalho de um especialista na autenticação.
Fiquei até com vontade de largar,ainda bem que não o fiz.
Depois dessa parte o livro se desenrola muito bem.

Adoro livros onde o mocinho é um ladrão. E o Rayan é um bem charmoso e divertido, não decepciona.
Achei a estória do assassino um tanto fantasiosa demais, mas não dá pra dizer que a imaginação da Nora está em baixa.
Adorei as histórias paralelas como a do Andrew, irmão alcoólatra da Miranda, com a Annie.

Mais uma vez a "fórmula" da Nora Roberts que dá certo.
Super recomendo.
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Sueli 04/12/2010

Nem tão bela assim....
Sinto ter que admitir que eu esperava muito mais de um livro com um título no superlativo....
Infelizmente, dessa vez, uma de minhas autoras preferidas não correspondeu às minhas expectativas.
Além de um final com muitas pontas soltas, personagens que não disseram nada, um casal principal "meia bomba", um assasssino pífio e previsível, o livro não me agradou como os livros da Nora costumam me agradar...
O que mais me frustou foi o português usado nessa edição. Não posso imaginar uma família tradicional e importante do Maine, usando termos chulos e gírias.
Mas, como Nora é sempre Nora, o livro vale pelas horas de prazer e diversão...
Semiramis 13/12/2010minha estante
Amiga, concordo com vc nessa resenha.
A edição foi decepcionante, mas acho que esse foi um pecado da editora.
E, como vc disse, Nora é Nora, então sempre é bom dar uma conferida.
Uma dica: mova a sua resenha para o livro escrito com dois "eles", é onde está o maior número de pessoas e mais resenhas.
Nesse que vc está, deve estar marcado como duplicado.
bjs




Eduardo 15/05/2012

Quase desisti da leitura no começo, devido ao andamento da história. Depois da página 100, as coisas melhoraram.



Pode ser culpa do tradutor, mas achei chocante pessoas finas dizendo tá em vez de está, tô > estou e teve > esteve. Além disso, a revisão deficiente deixou passar a falta de pontos e de acentos.



Uma obra mediana...em tudo.



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Juliana Vicente 09/02/2011

http://asmeninasqueleemlivros.blogspot.com/
Li este livro dentro de 24 horas, não que eu tenha planejado isso, foi meio involuntário. Estava em casa no fim de semana sem nenhum plano específico e quando percebi havia tirado belíssima da estante e começado a ler, a partir daí não larguei mais. O livro é envolvente e maravilhoso.

Fiquei com receio de ler, pois tinha lido algumas resenhas que diziam que o início do livro era cansativo e monótono e fiquei com isso em mente o que contribuiu na minha demora em ler um livro maravilhoso como a maioria dos livros da Nora.

Neste livro temos romance, suspense e um ladrão mais que charmoso e muito, muito cara de pau… rs

Ryan é um homem que nasceu com um dom, segundo sua mãe um dom de Deus deve ser usado independente de qualquer convicção como certo e errado. (A família do Ryan é formidável, gostaria que eles tivessem participado mais do livro) Miranda é uma mulher competente e totalmente voltada para o trabalho, ela e seu irmão foram criados com regras rígidas e sem nenhum tipo de amor familiar, o que a faz parecer uma mulher fria e distante. É um prazer ver como Ryan destrói essa imagem da Miranda e mostra que não é errado sentir. Ah Ryan!! (Suspiros apaixonados)

A parte de suspense do livro se inicia antes mesmo que a parte romântica e fiquei presa nele tanto quanto no romance entre os personagens, a autora consegue fazer um novelo de todos os atos dos diversos personagens e mesmo o menor ato está ligado ao todo. Só descobri o suspeito no final, na parte que a autora deixa claro quem é o vilão (Quase nunca descubro antes) Uma história bem construída e coesa. (Um verdadeiro prazer ler)

O que acho incrível nos livros da Nora é que ao final de cada um deles que leio, meio que me sinto por dentro da profissão dos nossos personagens. A pesquisa feita pela autora é tão completa que me vejo desejando mudar de profissão. A questão desse livro é se me volto para o trabalho da Miranda que é reconhecer e autenticar obras de arte da época do renascimento ou se pesquiso um pouco mais sobre trabalho do habilidoso Ryan (Se eu sumir vocês já sabem o motivo… Cadeia!)

O único ponto negativo do livro não se deve a autora e sim a tradutora da editora Bertrand que infelizmente transformou expressões como está em “tá” , obrigado em “brigado”. (Isso acontece durante todo o livro) Expressões que empobrecem o livro da Nora, pois não acredito que um PHD da Nova Inglaterra use termos como esse (acaba descaracterizando o personagem). Então faço um apelo à editora que nos próximos livros a serem traduzidos, isso não aconteça mais, afinal à leitura de um livro da Nora é um prazer!
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Vanessa Vieira 16/02/2012

Bellissima_Nora Roberts
O livro Bellissima, de Nora Roberts, nos conta a estória da Dra. Miranda Jones, perita em artes. Miranda nasceu em berço de ouro e tem tudo o que o dinheiro pode comprar, exceto o amor e o carinho dos seus pais, Charles e Elizabeth, que se preocupam mais com a carreira profissional do que com os sentimentos familiares. A única pessoa com a qual Miranda consegue manter diálogo e ter cumplicidade é com o seu irmão Andrew. Andrew sofre de alcoolismo, e esse fator se agravou ainda mais quando ele se divorciou de Elise, secretária de sua mãe, e pela qual ele foi muito apaixonado.

Miranda acaba sendo assaltada e agredida fisicamente quando voltava para sua casa, no Maine, e isso a deixou em polvorosa. Quando ela recebe o convite de Elizabeth para provar a autenticidade de um bronze renascentista intitulado A Senhora Sombria e viajar para a Itália, aceita sem pestanejar, tendo a oportunidade de se desligar do incidente pelo qual passou, e de quebra, alavancar a sua carreira.

O que Miranda não imaginava era que sua viagem à Itália trouxesse consequências indesejadas e totalmente opostas as que ela esperava. Ela não tinha dúvidas de que A Senhora Sombria era uma peça original e pertencente à família Médici, mas o seu veredicto foi errado, pois a obra não é legítima. Ela reluta a contestação, alegando que jamais cometeria um erro de tais proporções, mas isso é o estopim para manchar a sua carreira. Ela se encontra em uma situação deveras complicada, já que sua mãe acredita que o seu parecer sobre a peça não foi minuciosamente estudado, e que Miranda afirmou a legitimidade baseando-se no calor da emoção e da glória. Andrew está afogado nas bebidas e não pode ajudar a irmã nesse momento crucial. Sem ter para onde correr, Miranda acaba firmando um acordo com Ryan Boldari, um sedutor e ardente ladrão de obras de arte.

Contando com a experiência de Ryan nas investigações, ela descobre que nenhum dos incidentes que a acometeram, inclusive o roubo no Maine, aconteceram ao mero acaso, e sim foram arquitetados com uma finalidade fatal: detonar a carreira de Miranda. Enquanto corre contra o tempo, tentando salvar a sua reputação e descobrir quem a odeia a tal ponto, ela se vê imersa em sentimentos intensos e calorosos por Ryan, que acabam se tornando uma paixão sem proporções. Mas como confiar em Ryan, já que ele é um ladrão experiente e pode estar usando-a para outra finalidade? Será que ele realmente a ama ou quer apenas roubar o seu coração como pretexto para algo mais?

Amo os romances da Nora Roberts! Ela consegue prender a atenção do leitor da primeira à última página, com lindas e ardentes cenas de amor e muito suspense. E é claro que Bellissima não poderia ficar de fora dessa conotação.

Miranda é uma personagem forte, destemida e independente. Por mais que tenha uma carência afetiva devido ao tratamento recebido por seus pais, ela não fica se martirizando e alimentando auto-piedade. Muito pelo contrário: ela se esforça com todas as fibras de seu ser para provar para si mesma e para sua família todo o seu potencial e garra. Ryan não é tão dotado de bens materiais quanto ela, mas mantém uma relação saudável e de puro afeto com sua família. Mesmo sendo diferentes, as faíscas surgem (e como surgem!) entre os dois, transformando suas almas e seus corpos para o amor e uma paixão desenfreada.

Andrew se entregou as bebidas há muito tempo, usando o álcool como válvula de escape para os seus problemas. Por mais que ele tenha nisso um subterfúgio, não será o suficiente para afastá-lo dos perigos e ciladas do que estão por vir. Em meio a esse redemoinho, ele vê os seus sentimentos serem transformados por Annie, uma ex-namorada da época de adolescência. Juntos, eles encontrarão a melhor forma para resolver os infortúnios que os assolam.

Bellissima possui todos os ingredientes que me encantam em um romance: paixão, mistério, encanto, descoberta e suspense. O suspense é intenso e acompanhado de algumas mortes também, o que ajuda para que não fiquemos apenas focados no casal apaixonado, e sim em uma rede de conspirações e intrigas. Nora nos surpreende com um final bem elaborado e surpreendente, totalmente imprevisível. Recomendo, com certeza!

http://newsnessa.blogspot.com/
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Sara 22/04/2013

Bellissima
Eu achei o livro muito bonitinho, só acho que a história demorou muito para realmente começar e o final foi um pouco: what? mas eu realmente achei um romance fofo.
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Belle 17/07/2013

Miranda Jones, de uma tradicional família do Maine (os Jones de Jones Point), é uma excepcional cientista, especialista em autenticação de obras Renascentistas, além de uma mulher séria e metódica, vista por muitos como “fria”. Após ser assaltada em frente à sua mansão, Miranda recebe uma ligação da mãe, Elizabeth, uma mulher que põe a própria carreira acima de tudo; ela exige a presença da filha em Florença, Itália, na sede da Standjo, um laboratório especializado em autenticar peças de arte. Mesmo com todo o trauma, físico e mental, que o assalto lhe causou, Miranda nem pensa em discutir a ordem, entretanto, o roubo da sua bolsa com seus documentos a obriga a adiar a viagem.

Cinco dias atrasada, Miranda chega a Florença e se depara com a mais linda e poderosa peça de bronze que já viu, A Senhora Sombria. Só de olhar, ela sabe que o bronze é da Renascença, mas, por ser uma cientista e uma mulher treinada a lidar com fatos, Miranda deixa de lado suas crenças e se dedica arduamente aos testes de laboratório que lhe trarão toda a glória, o orgulho dos pais e a consagrarão como uma das melhores peritas do ramo. Depois de entregar seu relatório para a mãe, onde não apenas autenticava a peça, mas, também afirmava que ela seria uma obra desconhecida de um grande artista, Miranda é surpreendida com a notícia de que as informações sigilosas sobre o bronze e suas possíveis origens vazaram para a imprensa. Desconfiada de que a própria filha teria sido a informante, Elizabeth a afasta do caso e a manda de volta ao Maine, onde deveria se dedicar ao Instituto de arte da família.

Miranda fica arrasada, não apenas por ter perdido a maior oportunidade da sua carreira, mas, também, pela falta de confiança da mãe. Acontece que as duas não têm um relacionamento muito bacana. Aliás, a família Jones sempre foi abastada de dinheiro e prestígio, mas, muito pobre de carinho e afeto. As únicas pessoas próximas de Miranda são o irmão, Andrew, e a avó, que morreu alguns anos atrás. Por terem crescido em um lar tão desajustado, Miranda e o irmão se tornaram pessoas bastante problemáticas. Ele tem baixa autoestima, sempre se deixou ser dominado, vive sentindo pena de si mesmo e, após um divórcio, se entregou a bebida. Já ela, tem sérios problemas de relacionamento, não tem amigos, nenhum namorado e vive para o trabalho, sempre perseguindo a aprovação dos pais.

Quando Ryan Boldari, o sedutor dono de uma rede de galerias de arte (e ladrão nas horas vagas) aparece no Instituto, propondo parceria para uma exposição, Miranda fica assustada com a intensidade do desejo que sente por ele. Para Ryan, Miranda é um efeito colateral prazeroso. Ele pretende roubá-la, mas, não se importaria em ultrapassar a armadura que aquela linda mulher usa para se proteger; Ryan sabe que debaixo de toda aquela praticidade há uma mulher sensual implorando para se revelar. Entretanto, ele não esperava desejá-la tanto.

Quando a reputação da Dra. Jones é jogada na lama, Ryan é o único que pode ajudá-la, só que os interesses dele são questionáveis e Miranda sabe que deve ter cuidado para não acabar tendo o coração roubado junto com os bronzes. Juntos, eles percebem que existem perigos muito maiores do que a perda da reputação de ambos. Há alguém que fará de tudo para destruir Miranda.

Eu adorei o Ryan, mas, a arrogância dele me irritou em alguns momentos. A Miranda me surpreendeu, normalmente as personagens femininas da Nora são muito fortes, não se deixam dominar e, apesar da Miranda ter essa força, ela não sabe. Ela cresceu sendo reprimida e acabou se tornando uma mulher submissa, mesmo essa não sendo a sua natureza. Foi isso o que eu mais gostei na relação dos dois. O Ryan vive provocando ela, fazendo-a ir além dos limites que lhe foram impostos; enquanto que ela o refreia, os mantêm no chão. Ela é a razão, a praticidade e ele é a paixão, os sonhos. Juntos eles se complementam.

A família do Ryan é tudo o que Miranda nunca teve: amor, união, carinho, apoio, diversão. Ela fica perdida no mundo dele, enquanto ele não consegue entender as complexidades e a distância em que todos se mantêm na família dela. O Andrew é o enredo secundário e eu adorei acompanhar o amadurecimento dele, a recuperação… Ele é muito fofo e eu me apaixonei quase tanto quanto pelo Ryan, confesso.

O livro todo foi uma surpresa. Eu não esperava que fosse um suspense. E não fazia a menor ideia de quem seria o vilão. Milhões de teorias se formaram na minha cabeça e, ainda assim, o momento da revelação foi um choque! Os motivos do vilão para perseguir a Miranda ainda me parecem muito fracos, quase bobos (mas, ei, eu não tenho a cabeça de um louco. Eu acho!), mas, a surpresa compensa.

Uma coisa que eu detestei no livro foi o excesso de coloquialismo na tradução, que me irritou profundamente. Do início ao fim o texto é cheio de “tô, tava e a gente”; isso me deixou tão chateada que eu ia adaptando mentalmente para “estava, estou e nós” conforme lia, porque simplesmente essa linguagem não combinava com o tom do livro (aliás, tô pra encontrar um livro que peça essa linguagem… Ou melhor, estou.). Eu detesto as diagramações da Bertrand, principalmente as dos livros da Nora, que são cheios de detalhes bregas nas páginas que separam as partes dos livros, como silhuetas femininas neste, conchas em O Amuleto e diamantes em Doce Vingança.

Ainda assim, Nora é Nora e não dá pra evitar os arrepios e aquele calorzinho gostoso no estômago conforme você vai lendo as cenas mais empolgantes. O coração batendo rápido, conforme as descrições perfeitas das emoções dos personagens te fazem suspirar. Fala sério, a mulher é uma deusa da literatura e merece nota máxima só por ser a autora mais bem sucedida da História. Correndo o risco de soar clichê (porque você, com certeza, já leu isso em algum lugar), Nora Roberts é leitura obrigatória para qualquer mulher! Para qualquer pessoa, aliás!

site: http://itcultura.com.br/
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Nathy 04/06/2013

Bellissima – Nora Roberts | O Blog da Mari
Não é segredo para os leitores do blog que Nora Roberts é a minha autora internacional favorita entre todas, então ler mais um livro dela lançado aqui no Brasil não foi nenhum sacrifício, mas confesso que pela falta de tempo e até mesmo coragem Belissima estava parada na minha estante tinha um bom tempo e com toda a certeza me arrependo de não ter lido antes porque mais uma vez Nora Roberts mostrou que consegue pegar qualquer temática e transformar em uma ótima história, nesse livro já é possível observar que ela tem uma excelente linha de pensamento para mistérios também.

A narrativa é da que mais gosto em terceira pessoa e em cada momento a cena gira em torno de um dos personagens. Esse é outro ponto que gosto nas histórias dela, sempre tem a personagem principal, porém os demais não são deixados de lado e aparecendo poucas vezes, todos são muito bem explorados e desenvolvidos. É possível saber o que cada um está pensando e sentindo naquele exato momento.

“Miranda aumentou a potência do aquecedor até o máximo, programou o CD player para tocar La Boheme, de Puccini, e acelerou, o som do carro nas alturas.“


Continue lendo a resenha aqui: http://bit.ly/14fzaIV
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Maria Carolina 20/12/2011

O Livro e muito bem escrito, Só demorei um pouco no começo , eu achei ele meio devagar mais depois ele te prende ao extremo! O Livro tem bem o jeito da Nora Roberts... um ótimo suspense.... muita ação e o romance na medida certa!Os personagens são ótimos.. Adorei Miranda e o Ryan....e tb gostei bastante do Andrew o jeito dele me cativou!!A estória da Mãe da Mirando me deixou com o queixo caido.. !! Sou fã da Nora Roberts e Recomendo para Leitura!
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Quemlefazfilme 08/10/2010

Bellíssima por www.quemlefazseufilme.com.br
Bellíssima
Título original : Homeport
Nora Roberts
Editora Bertrand

" Ela abriu os olhos, viu-se presa aos dele. Tão intensos, tão quentes, o dourado profundo brilhando como uma queimadura de sol, focados exclusivamente nela. Sua pele se arrepiou novamente, pequenos estremecimentos de desejo tomaram as extremidades de seu corpo e se espalharam. Depois, esses estremecimentos transformaram-se em desejo profundo, cru, um desejo pulsante que fazia com que cada respiração se tornasse um gemido. O prazer tinha garras, e elas a rasgavam, ameaçavam deixá-la aos pedaços.
Quando ela gritou, ele enterrou o rosto em seu cabelo e desmoronou.
Era como se tivesse sobrevivido a um acidente de trem, Ryan concluiu."

Ela é a doutora Miranda Jones PHD especialista em renascença. Junto com seu irmão Andrew, dirige o Instituto de História da Arte da Nova Inglaterra. Apesar da sua mãe dirigir a Standjo na Itália e seu pai se esconder em escavações pelo mundo, os dois ainda estavam no comando de tudo. Todos de uma família tradicional de Jones Point. Os Jones de Jones Point.

Ruiva , quase um metro e oitenta, linda e com olhos azuis, Miranda não desaparecia na multidão nem que quisesse. Tudo nela beirava a perfeição. Alguns a achavam fria mas aquilo não passava de uma barreira necessária para esconder anos de solidão pela criação sem amor que tivera dos pais. Seu irmão era seu porto seguro. Juntos passavam pela tempestade, sozinhos eram tese de analistas e psicólogos.
Andrew Jones se afogava na bebida depois de um divórcio. O casamento com Elise tinha tudo para dar certo mas na sua cabeça ele não fez o suficiente. A sombra do fracasso não o deixava em paz.

Miranda tinha acabado de ser assaltada quando recebeu a ordem da mãe para comparecer a Standjo para testar um bronze. Abalada, ferida e ainda por cima sem passaporte como chegaria a Itália a tempo ? Mas Elisabeth nem se importava, ordem é ordem.

O trabalho era um sonho. Testar e autenticar um bronze supostamente da renascença. A área era a espertise da Miranda, daí a solicitação de sua presença. Sem perceber, Miranda tinha entrado em uma roubada. O projeto sigiloso vaza para a imprensa e ela acaba sendo dispensada da equipe.
Para uma cientista como Miranda , o prazer de autenticar uma peça que ela sabia que era autêntica era imenso. O Bronze de Fiesole entitulado Senhora Sombria, supostamente criado por Michaelangelo. Miranda não conseguia acreditar que fora dispensada dessa forma e que sua reputação fora colocada em jogo tão facilmente.

De volta pra casa, frustrada só podia mergulhar no trabalho no Instituto, afinal, Miranda era tão perfeccionista e organizada que podíamos facilmente chamá-la de uma pessoa cartesiana. Bem , como a vida não é tão carteziana e previsível assim , Andrew apresenta um novo associado do Instituto : Ryan Boldari. O sr. Boldari também trabalhava com arte. Era dono de galerias em Nova York e San Francisco. Moreno claro e dono de olhos castanhos com brilho de raios de sol, para Ryan a arte é viva !
Desde o primeiro olhar Ryan faz Miranda sentir um zumbido. Ele toca e penetra na parede construída com tanto cuidado. Fora a exposição em conjunto e os negócios, Ryan tinha outros interesses. Miranda era para ser apenas um dano colateral, um prêmio, um brinde.

*** Leia resenha completa no link :
http://www.quemlefazseufilme.com.br/2010/10/belissima.html
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Naty 18/10/2010

www.meninadabahia.com.br



" - Não consigo me concentrar em nada que não seja você, quando você tá triste.
- Ah, Ryan. - Como ela poderia defender seu coração contra aqueles ataques de candura? - Eu não tô triste.
- Você é a mulher mais triste que eu conheço. - Ele beijou os dedos dela. - Mas a gente vai consertar isso."
p. 331


Fiesole é uma cidade na região da Toscana, situada na província de Florença. Durante o Renascimento, se tornou um popular destino de férias para famílias abastadas, como os Médici. É nessa cidade, que anos depois um bronze em formato de mulher é encontrado.

O instituto Standford-Jones, dirigido pela dama de ferro Elizabeth, conseguiu o direito de autenticar o bronze. A única pessoa especializada em bronzes na qual ela tinha absoluta certeza da competência é sua filha Miranda.

Miranda Jones é intimada a comparecer à Florença. Seu relacionamento com a mãe não pode se definido como amoroso, apenas cordial, tolerável. Se Elizabeth a chamou é porque a importância é grande.

Depois de se assaltada e ter seus documentos roubados, Miranda consegue chegar à Florença com uns dias de atraso. O bronze fiesole é lindo. A Dama Sombria, amante de Médici, foi retratada com tal realidade, que mesmo sem fazer testes, Miranda poderia afirmar, que a obra é autêntica.

Todos os testes corroboraram sua certeza. O bronze é da era renascentista!

De volta ao Estados Unidos, o instituto de arte de sua família, dirigido por ela e seu irmão, Andrew, é assaltado. Um bronze é furtado.

Ryan Boldari é dono de algumas galerias, mas seu verdadeiro trabalho é roubar. Ryan é ladrão profissional. Como ele costuma lembram: alguns nascem advogados, outros contadores... Ele nasceu para ser ladrão. Esse é seu dom. Sua arte.

O bronze roubado do instituto Jones seria seu trabalho de aposentadoria. Prometera à família que pararia, mas o bronze era falso! Agora ele precisava ‘limpar à barra’ com o cliente.

Miranda fica surpresa ao descobrir que Ryan é ladrão, afinal ele é rico. E fica mais surpresa ainda com sua proposta: ou ela ajuda a descobrir onde está o verdadeiro bronze ou ele espalha que as obras do instituto são falsificadas.

"- Alguém roubou alguma coisa de sua amiga? (pergunta a mãe de Ryan)
- Eu roubei – ele disse com facilidade, juntando às mulheres na mesa. – Acontece que era uma falsificação. A gente tá tentando endireitar a situação.
- Ótimo.
- Espera um minuto. – Miranda levantou às mãos. – Ótimo? É isso que você tem a dizer? Ótimo? Quer dizer que você sabe que seu filho é ladrão?
- O quê? Você acha que eu sou idiota? – Maurren secou as mãos antes de levá-las à cintura. – É lógico que eu sei.
- Eu não entendo. – Ela pressionou as mãos contra a cabeça. - Como é que você pode encorajar seu filho a ser um fora da lei?
- Encorajar? – Maurren deu aquela gargalhada plena novamente. – Quem precisa fazer isso? Decidida a dar à vista uma explicação, ela se desfez do pano de prato. – Você acredita em Deus?
- O quê? O que uma coisa tem a ver com a outra?
- Quando Deus lhe dá um talento, é um pecado não fazer uso... Deus poderia ter dado a ele talento para a música, como fez com minha Mary Jo, que toca piano como um anjo. Deus deu esse talento a ele, em vez disso.
...
- Você sabe o que ele fez com esse talento? ...Ele compra casa para a família, ele manda os irmãos e irmãs pra faculdade. Nada disso seria possível. Por mais que eu e Giorgio trabalhemos duro não se mandam seis filhos pra universidade com salário de professor. Deus deu a ele um talento, um dom – disse novamente, e apoiou a mão no ombro de Ryan – Você quer discutir com Deus?"
p. 223-225


Em seguida, sua mãe lhe informa que o bronze fisole é uma cópia barata, mas bem feita. Miranda fica arrasada. Dois bronzes autenticados por ela são falsos. Sua reputação está comprometida.

Junto com Ryan ela parte para Florença para desvendar esse mistério e, ao mesmo tempo, tentar se controlar pela forte atração que sente por Ryan. Ela precisa manter o foco, afinal ele lhe roubou. Pior, quer descobrir onde está o bronze original para lhe roubar novamente.

Com uma trama eletrizante, ação do início ao fim, Bellissima, de Nora Roberts (Bertrand Brasil, 546 páginas, R$ 55,00) é de tirar o fôlego. Passeando desde o setentrional Maine com suas planícies abundantes, até Florença, berço do Renascimento italiano, somos levados a uma fascinante viagem pelo mundo da arte e do crime.

Escrever é um dom. Reconhecemos um bom livro quando o autor cumpre o que promete. E Nora Roberts faz isso melhor do que ninguém. Me vi torcendo pelo Ryan. Não o julguei, nem condenei apesar dele ser ladrão e querer roubar Miranda ao mesmo tempo em que queria amá-la. Ele é misterioso. Sexy. Perigoso. Tal como Miranda, somos atraídas pelo magnetismo natural de Ryan. E o cenário ao fundo da trama? É simplesmente bellissimo. A casa de Miranda no Maine, lembra o Acadia National Park. Uma charmosa propriedade com seu próprio farol.

Se você é fã de Nora Roberts, com certeza irá concordar que ela acertou maravilhosamente bem nessa história. Tudo é perfeito. E para você que ainda não leu nada da diva: que tá esperando mesmo para ler? Como Alberto Mussa diz: a vida é curta, por isso escolha bem o que irá ler.

Nora Roberts não pode faltar na estante da sua casa. Recomendo.
Amanda 07/06/2012minha estante
Amei esse livro, recomendo =)))




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