Tubarão

Tubarão Peter Benchley




Resenhas - Tubarão


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Wendy 06/03/2020

Um Pouco Decepcionante.
Tinha uma idéia melhor do livro antes de lê-lo. Fiquei meio decepcionada com a leitura e o rumo da história. Poderia ter sido bem melhor e bem mais aproveitado o "tubarão" opinião minha.
Aquela novelinha me irritou também,achei desnecessário aquele drama pessoal do casal "problemas no casamento" acho que focou muito nisso e fora que me senti em um pedaço do livro dentro de um outro livro só que "erótico".
Achei desnecessário apenas.
Mas,apesar disso tudo, é um livro razoável e gostei do final.
Só não foi o que eu esperava.
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Fran 27/02/2020

Resenha de "Tubarão"
Olá, pessoal! A resenha de hoje é sobre o livro "Tubarão" de Peter Benchley, obra original de 1974, foi publicada, pela primeira vez, no Brasil, pela @darksidebooks, em 2015. Considerada best-seller internacional, foi adaptada para o cinema, por Steven Spielberg, no mesmo ano. Contém 280 páginas.
Trata-se da história de quando um corpo de uma turista com mordidas de um tubarão-branco aparece na praia e o chefe de polícia Martin Brody toma a infeliz decisão de esconder o ocorrido devido a pressão e preocupação do prefeito Larry Vaughan, com o prejuízo financeiro que esse acidente causaria na cidade praiana. Logo, novos acidentes ocorrem e, com a repercussão, o biólogo marinho Matt Hooper aparece, intervindo nas investigações, para, junto com o policial, tentar descobrir como solucionar esse conflito.
Sobre o que eu achei: essa história me surpreendeu. Saber da presença do tubarão, sem ninguém conseguir vê-lo, causa pavor tanto nos personagens do livro quanto no leitor. O risco de morte eminente, descrito a todo instante, provoca uma reação em quem lê, e não tem como não tomar partido em defesa das vítimas. O autor foi o precursor ao contar a história de um tubarão como máquina assassina mas seu ineditismo provêem devido a preocupação de elaborar a reação que uma comunidade praiana teria ao ter notícia desse tubarão: se autoridades e turistas se preveniriam ou acobertariam, até promoveriam, a situação de risco como monetização, essa é a discussão do texto. Sobre o personagem principal, Brody, ele está longe de ser herói ou mocinho, na verdade, as vezes, é detestável e polêmico, mas é um ser atingível, e entendemos sua motivação, o ódio pelo animal, e a desconfiança sobre tudo e todos que o cercam. Já sobre Hooper, a princípio, parece ser um personagem benevolente, sedutor, com boas intenções, mas logo descobrimos que suas atitudes são egoístas e prejudicam mais do que ajudam na busca pelo tubarão.
Recomendo este livro para quem se interessar em conhecer a literatura que foi pioneira em retratar suspense, com animais, aquáticos, e que inspirou, não só o primeiro blockbuster de Spielberg, mas uma série de filmes baseado nesse estilo.
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Gabriela 23/02/2020

Bom...
O filme inspirado nesse livro é um clássico que marcou gerações. O livro, apesar de muito bom, não traz tanto medo ou tensão quanto o filme. Mas ainda assim vale a pena ser lido. Ele não trata apenas da história do Tubarão em si, mas de uma cidade inteira, envolvendo casamentos ruídos, envolvimento com a máfia e luta pelo poder. É uma distração para dias monótonos, mas que não vai dar sustos nos leitores acostumados com o gênero.
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Alexandre 11/02/2020

Comecei sem pretensão alguma, só queria ler o primeiro capítulo mas me surpreendeu demais! Leitura fascinante, curti muito o momento todo e até os defeitos eu entendo. Sem contar que é brutal, lindo e com personagens ótimos
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@estantedakaah 04/02/2020

Tubarão
O livro é dividido em três partes bem destinas entre si Tubarão é um livro lendo. Seu começo promissor traz a fera dos mares em ação em sequência de muito sangue e pedaço humanos para saciar nossos desejos mais canibais. Mas à medida que a historia avança, ela perde o ritmo para tramas paralelas sem nenhuma relação direta com o mostro dos mares. A segunda parte do livro dedica-se a narrar aventuras amorosas, traições com pitadas sensuais à la anos 70, e divagações sobre distensão de classe social bem curiosas. Nada disso faz o menor sentido para a historia dos ataques de tubarão e parece totalmente solto no conjunto da obra.

Aqui, o livro perde fôlego e começa a se arrastar. A sequência final, que prometia uma caçada do bicho, é enfadonha e novamente se perde em divagações sem muito sentido. A adrenalina retorna somete nas últimas páginas conduzindo para um desfecho satisfatório, mas que deixa um quê de "falta algo" no ar.

Mergulhar nesse livro é desvendar uma historia completamente diferente da que estou acostumada.

Os grande mérito de Tubarão estão nas poucas cenas em que o protagonista surge sorrateira e prepara seus ataques. Ali, de fato, Benchely conseguir despertar aquele nervosismo incômodo na gente. O desespero da cidade, um local turisto dependente da renda do verão, é notável e lembra bastante nosso poder público dos dias atuais. O comportamento dos personagens é interessante, mostra os jogos de interesse envolvidos, mas estão ali apenas coml pano de fundo necessário para sustentar uma historia que, fora das águas, não tem muito o que apresentar. O resto pode ser cartado como material que " encheu linguiça ".

Classico dos anos 1960 a 1980 merecem ser lidos pelos fãs do gênero e Tubarão é um deles.

Tem video no canal:https://youtu.be/JyQZKqk6hAk
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Gabriel 29/11/2019

Fastastico
Um dos melhores livros que já li em minha vida . Emoção até o final
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Bruno.Rafael 12/09/2019

Tubarão
Tubarão, o livro que eu nem sabia que existia e que serviu de inspiração para o famoso filme. Filme que em termos de ação supera o livro. Esse é um dos poucos casos em que o filme é melhor do que o livro, na minha opinião. Mas o livro no geral não é ruim, é até um livro bom!

O livro é bastante diferente em muitos aspectos com maior atenção às histórias paralelas: um romance não romântico e o caso da máfia envolvendo o prefeito da cidade. Ambas as histórias ficam, no final das contas, mas para encher o livro, até porque seria muito difícil fazer essa história falando somente de um tubarão assassino que ataca banhistas em uma cidade pacata. No caso do “romance”, que foi só um caso, a resolução é simples e um pouco forçada, não diferente do caso do prefeito que se envolve com a máfia. Mas até um certo ponto foi bom assim, pois essas não eram as histórias e nem os personagens principais. O protagonista é o peixe, como comumente é chamado no livro. O miolo do livro se concentra mais nessas histórias e nas consequências do surgimento do tubarão. Ele entra mais em ação no começo e no final, a parte III, que é onde vemos bastante ação durante a caça ao tubarão. Nessa parte entra em destaque o personagem Quint, um dos melhores do livro, que é um pescador que vai junto com o policial Brody e o ictiologista Hooper em busca do peixe para matá-lo. É essa parte final que mais se assemelha ao filme e a mais empolgante. O filme é mais eletrizante, nesse aspecto o livro deixa um pouco a desejar.

No fim, no fim mesmo, o tubarão morre e uma vida é poupada. Tem uma fala de uma personagem religiosa que diz que o tubarão apareceu na cidade por intervenção divina (os personagens não conseguem encontrar explicação científica para o surgimento do tubarão ali) e curiosamente esta vida que é poupada no final pareceu também obra divina, não sei se essas informações têm alguma ligação direta e se o autor fez isso propositalmente, mas é um fato curioso. No mais, é um bom livro.
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JP_Felix 11/09/2019

Um bom livro, mas...
É bem interessante pensar que um filme sobre um tubarão assassino seja uma adaptação de uma obra bem mais profunda.
Entretanto eu realmente achei que o filme acertou em tirar tanta coisa do original.
O drama da esposa do protagonista só existe para encher páginas e não leva a nada relevante, parece que está lá só para a gente simpatizar com o protagonista.

A mafia é muito falada, e isso é bem interessante. Uma pensa que toda hora dizem que o prefeito está nas mãos dela, mas nunca vemos uma real ação para justificaro medo do cara e aceitar que ele está assumindo um risco como aquele.

O livro é muito bom, mas é muito enrolado e tem muita coisa que te faz pensar "tá, mas e o tubarão?".
Esse é um dos raros casos onde eu considero o filme melhor que o livro.
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Jeff.Rodrigues 06/07/2019

Resenha publicada no Leitor Compulsivo
“Ah, o filme é diferente do livro”. Nunca uma afirmação fez tanto sentido quanto essa se pensarmos em Tubarão, clássico do terror da década de 1970 escrito por Peter Benchley. Na verdade, o filme, sucesso de bilheteria, tem toda pegada de tensão, horror e violência necessários para o cinema que o livro desenvolveu de forma bastante tímida e, em alguns casos, deixando a desejar para leitores mais sedentos por sangue.

A literatura de horror nas décadas finais do século XX provocou arrepios ao tratar dos mais diversos temas e possibilidades, dentre os quais, os perigos representados por animais. Aranhas, formigas, ratos, criaturas desconhecidas… A lista é longa e foi do horripilante ao trash num piscar de olhos. E os tubarões, carentes de informações sobre seus hábitos, eram vistos como verdadeiras máquinas de matar. O desconhecimento sobre esses animais impulsionou o trabalho de Benchley e criou uma mitologia em torno deles que levou bons anos para ser derrubada.

Dividido em três partes bem distintas entre si, Tubarão é um livro lento. Seu começo promissor traz a fera dos mares em ação em sequências de muito sangue e pedaços humanos para saciar nossos desejos mais canibais. Mas à medida que a história avança, ela perde o ritmo para tramas paralelas sem nenhuma relação direta com o monstro dos mares. A segunda parte do livro dedica-se a narrar aventuras amorosas, traições – com pitadas sensuais à la anos 70, e divagações sobre distinções de classe social bem curiosas. Nada disso faz o menor sentido para a história dos ataques de tubarão e parece totalmente solto no conjunto da obra. Aqui, o livro perde fôlego e começa a se arrastar. A sequência final, que prometia uma caçada ao bicho, é enfadonha e novamente se perde em divagações sem muito sentido. A adrenalina retorna somente nas últimas páginas conduzindo para um desfecho satisfatório, mas que deixa um quê de “faltou algo” no ar.

Tubarão é um daqueles livros clássicos que ganharam notoriedade em uma época promissora para a literatura de terror. Logicamente impulsionado pelo filme – a obra vendeu mais de 20 milhões de exemplares, sozinho o livro tem seu charme, mas passa longe de deixar marcas nos leitores. Necessário reconhecer todos os méritos de uma trama desenvolvida em cima de uma criatura da qual pouco se conhecia. Tanto que o autor não só fez um mea culpa quando a ecologia e os avanços de pesquisas trouxeram luz ao comportamento dos animais, quanto empreendeu boa parte de sua vida em atividades para proteção dos tubarões.

Mergulhar nesse livro é desvendar uma história completamente diferente da que foi imortalizada nos cinemas. Os grandes méritos de Tubarão estão nas poucas cenas em que o protagonista surge sorrateiro e prepara seus ataques. Ali, de fato, Benchley conseguiu despertar aquele nervosismo incômodo na gente. O despreparo da cidade, um local turístico dependente da renda do verão, é notável e lembra bastante nosso poder público dos dias atuais. O comportamento dos personagens é interessante, mostra os jogos de interesse envolvidos, mas estão ali apenas como pano de fundo necessário para sustentar uma história que, fora das águas, não tem muito o que apresentar. O resto pode ser descartado como material que “encheu linguiça”.

Clássicos dos anos 1960 a 1980 merecem ser lidos pelos fãs do gênero e Tubarão é um deles. Acho valioso desvendarmos as formas como o medo e o horror foram evoluindo na literatura ao passar dos anos, o que mostra também a evolução da sociedade e do seu modo de pensar.

site: http://leitorcompulsivo.com.br/2019/06/18/resenha-tubarao-peter-benchley/


Lilian_89 24/03/2019

Maravilhoso
Assisti ao filme há muitos anos atrás e de repente me vi com a possibilidade de finalmente ler o livro que deu origem ao filme e devo dizer que amei o livro bem mais do que gostei do filme rsrs.
O livro é muito agradável de ler, te deixa em um estado de suspense durante quase todo o tempo, te põe de frente com as questões de corrupção e como a vida pode ser considerada pouco valiosa diante a busca incessante por dinheiro e status.
O livro narra a chegada de um titânico tubarão branco às praias de um pequeno povoado que vive do turismo, assim sendo, o tubarão não ameaça apenas a vida dos banhistas mas também a própria sobrevivência da cidade, que. como vive do turismo, se vê refém da presença desse enorme predador e a consequente falta de turistas.
Pressionado pelos grandes da cidade, como o prefeito e diversos outros personagens dependentes do dinheiro dos turistas, o chefe de polícia se vê em situações complicadas, após os primeiros ataques ele pretende fechar as praias para assim evitar mais mortes, porém, sob pressão, ele acaba por liberar as praias após um especialista em tubarões ser questionado sobre a possibilidade do animal ainda estar nas águas próximas.
Infelizmente o terrível acontece e mais banhistas são mortos, o que leva o chefe a tomar uma decisão, ele fecha as praias e, com a ajuda de um pescador experiente e o especialista em tubarões brancos parte em busca de encontrar o peixe e matá-lo.
Para saber como e que final teve o peixe e seus captores só lendo o livro, que com uma narrativa envolvente e rápida de faz lê-lo em uma sentada rápida.
Recomendo.
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Phillipe 03/03/2019

Tubarão
De tirar o fôlego... sem trocadilhos, realmente muito viciante e um dos poucos livros que receberam um filme à altura
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Fernando 03/03/2019

Quando a maior ameaça na história não é o Tubarão
Já tinha ouvido falar de que o livro teria bem pouca relação com o clássico filme feito por Steven Spielberg. Particularmente achei isso interessante, já que poderia ter uma nova experiência com o Tubarão mais conhecido dos cinemas.
E cheguei a uma conclusão interessante sobre nosso camarada comedor de pessoas: ele é ainda mais assustador no livro!
Toda vez em que ele aparece, você simplesmente fica tenso, uma ameaça constante, que pode acabar com todos os personagens caso entrem na água. É o ponto mais forte da história, e realmente tudo seria perfeito se não tivesse um porém que ofuscasse os dentes afiados do leviathan.
Esse porém nada mais é do que as subtramas. Simplesmente não fazem nenhum sentido em existirem, não progridem a história, são cansativos e chatos além da conta.
Toda vez que essas partes aparecem, você fica entediado, lutando contras as páginas e rezando para que os capítulos seguintes tragam a grande ameaça que se esconde no fundo do mar.
Tirando esse ponto negativo, que acontece aos vários por sinal, o livro seria perfeito. Infelizmente não posso dizer que adorei. Se tudo o que acontece envolvesse o grande tubarão, nada deveria ser mudado.
Recomendo, mas apenas para aqueles que estarão preparados para lerem trechos entediantes como consequência de um bom terror com o tubarão mais sanguinário que conheci.
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Hamilton Bavutti (Beto) 10/01/2019

Melhor que o filme
Passeando no centro de Londrina na última segunda-feira entrei num sebo e encontrei esse livro. Eu já o tinha lido há mais de 30 anos atrás e resolvi que era hora de revisitá-lo.
Foi muito legal rever a história toda, bem mais completa que o filme, com várias subtramas que eu já não me lembrava mais. É um ótimo passatempo, leitura fácil e rápida, pra quem está retomando a leitura como eu.
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Biahhy 28/10/2018

Tubarão
Minhas opiniões a respeito desse livro clássico de terror e suspense no blog!

site: https://emmeioacalmaria.blogspot.com/2018/10/mes-do-horror-tubarao-de-peter-benchley.html
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Guynaciria 12/07/2018

Para quem é fã do filme estrelado por Roy Scheider , o livro é um ótimo complemento, uma vez que tem algumas sub-tramas que foram suprimidas no roteiro adaptado. 

A história se passa na cidade de Amity, balneário de  Long Island, sendo essa uma cidade de veraneio,  em que seus cidadãos tem que tirar os recursos para seu sustento no ano, em apenas alguns meses da alta temporada, em que os turistas acabam migrando para a região.

Amity é uma cidadezinha de 1000 moradores, que chega a ter até 10 vezes esse número em um mês bom. Essa realidade foi alterada quando as autoridades locais encontraram o corpo de uma mulher, com claros sinais de ataque de tubarão.

O chefe de polícia Martin Brody, toma a decisão de fechar as praias, mas pelo visto as demais autoridades não concordam com sua resolução, chegando até mesmo a ameaça-lo.

O livro tem alguns personagens e tremas desnecessárias que nada acrescentam ao enredo central, tirando o foco de Martin Brody do que é realmente importante, além de criar nele uma sensação de desconforto decorrente do fato de ter sido forçado a tomar decisões que não coincidiam com seus princípios. 

A medida que a caçada vai evoluindo, a sensação de desconforto do leitor aumenta, pois somos transportados aquele universo, onde o homem deixa de ser o caçador e passa a ser a caça, de um dos maiores e mais terríveis predadores  existentes. 

No geral eu gostei do livro, e recomendo a leitura, pois tem muitas informações interessantes sobre a constituição de um tubarão, suas zonas de caça, seus instintos e a forma como vez sendo endemoniados ao longo das décadas pelos humanos. 
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