Tubarão

Tubarão Peter Benchley




Resenhas - Tubarão


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Weslley Machado 30/05/2015

Devore ou seja devorado
Meus amigos leitores, alguém consegue explicar o motivo desse livro ter passado tanto tempo fora de catálogo aqui no Brasil? Difícil acreditar que uma obra como essa tenha sido negligenciada por tanto tempo, mas ainda bem que as coisas mudaram e agora temos a oportunidade de apreciar esse clássico graças a DarkSide Books.

Já quero deixar claro que Tubarão foi um dos melhores livros que eu já li na minha vida e também a melhor leitura do ano até o momento (ainda estamos em maio, mas para algo superar Tubarão vai ter que ser muito bom). Tendo dito isso, acredito que você deve no mínimo adicionar o livro em sua lista de desejos, pois se trata de uma leitura incrível para qualquer tipo de leitor. Agora, vou explicar e tentar convencer você (espero que consiga) os motivos pelo qual Tubarão é uma leitura praticamente obrigatória. Ah, eu ainda não assisti o filme de Steven Spielberg, portanto, não vou comparar o livro com o filme.

O que acontece em Tubarão? Uma pequena cidade chamada Amity, localizada a aproximadamente 50 metros acima do nível do mar, é atacada por um enorme tubarão-branco. Amity é o tipo de cidade cheia de praias e que por ser pequena depende muito da vinda de seus visitantes durante o verão. Um bom verão garante um bom inverno aos moradores da cidade e vice-versa. O tubarão que por algum motivo está agora se aventurando no mar próximo as praias da cidade começa a gerar um enorme problema, logo faz sua primeira vitima e se torna uma ameaça para a cidade.

É aí que surge Brody, o chefe de policia da cidade, com a responsabilidade de tomar as melhores escolhas e manter a segurança da população de Amity. Com o ataque do tubarão, o chefe resolve fechar as praias, mas com isso terá que encarar conflitos com outras pessoas, pois as praias são importantes para um bom verão na cidade, se as praias ficarem fechadas Amity terá um inverno difícil, porém, se as praias continuarem abertas e o tubarão fizer mais vitimas, é óbvio que o chefe Brody terá uma enorme responsabilidade. Além disso, se a notícia de um tubarão nas águas se espalha quem é que vai querer passar o verão na cidade?

É basicamente isso que faz de Tubarão uma grande obra, pois não se trata de apenas um livro assustador contando a história de um enorme tubarão-branco que ataca e mata pessoas. O livro vai além e nos mostra os interesses de diversas pessoas e o que elas são capazes de fazer para assegurar esses seus interesses. O tubarão está sempre ali escondido e representando uma ameaça, é algo para se temer, uma verdadeira máquina assassina, mas o que em minha opinião torna essa leitura tão prazerosa é tudo o que o livro tem de romance, máfia, política, etc. O relacionamento humano que Peter Benchley conseguiu imprimir nessa obra é algo que eu não via há muito tempo, achei realmente incrível.

Os personagens são difíceis de classificar, mas o chefe Brody conseguiu chamar muito a minha atenção. Durante a leitura é possível perceber que mesmo ele sendo um homem duro, carrancudo e que nem sempre toma a melhor escolha, no fundo ele é apenas uma boa pessoa que busca fazer o melhor para aqueles que ele ama. Ao contrário de outros personagens que só pensam em si mesmo, Brody é o único que parece não ligar apenas para seus próprios interesses, ele realmente se compromete com a cidade assim como faz com sua família. Foi o tipo de personagem que eu me apeguei durante toda a narrativa e torci por ele até o fim.

Tubarão é com certeza uma das melhores leituras que já tive por esses motivos que citei e vários outros que você só vai conseguir entender lendo. É um livro assustador, absolutamente tenso e apresenta nuances tão boas que o mais difícil é dizer ao leitor o que exatamente ele mais irá gostar nesse clássico. É o tipo de livro para devorar ou ser devorado, e nesse caso eu optei por devorar, acredito que você vai querer fazer o mesmo.

site: https://goo.gl/1fK67d
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Jerome 06/12/2011

Expressivo, mas poderia ir além
Muito, mas muito antes de me tornar leitor, tornei-me cinéfilo. Como um assíduo admirador do cinema, não é de espantar que eu já tenha conferido o clássico supremo Tubarão, de Steven Spielberg, há muito tempo. O filme é, como muitos, baseado em um romance - este resenhado por mim.

O tempo passou... o romance também passou... o filme ficou. É esta a mais pura verdade. O romance foi perdendo seu valor com o tempo, tanto que muitos nem sequer sabem que o grande clássico do cinema foi baseado em uma obra literária. Bem, confesso que essa obra do Peter Benchley não é nenhuma obra-prima, mas por outro lado não merecia cair assim no mar do esquecimento. Mas isso infelizmente acontece com quase todo best-seller ''modinha''.

Quanto à qualidade do texto: é um bom trabalho, mas que poderia ir além. De todo modo, consegue cumprir bem sua proposta primária: explora bem seus personagens e os aproxima de nós, leitores, com fluidez... com isso, a tensão necessária para a trama é desencadeada. Não, o vilão dentuço não é nem de longe toda ferramenta da tensão; o nosso ''amigo'' apenas é mais um complemento na confusa vida dos outros personagens.

É daquele romance que te segura e te deixa na posição de testemunha inútil. Ele te obriga a explorar o subconsciente de todos os personagens envolvidos na trama... desde um simples tubarão até um simples chefe de polícia. Todavia, com nossa ''inutilidade'' de leitor, não podemos fazer nada a respeito... apenas temos que ler.

Mas, como já falei, o romance poderia ser melhor. A ideia de Benchley é excelente, mas não foi tão bem executada. Eis que surgiu a deixa de Steven Spielberg, que soube aproveitar o embalo todo: pegou a boa ideia e a executou magistralmente. Não estou comparando a literatura com o cinema, mas sim comparando o trabalho de dois artistas.

Ao final do romance uma imensa sensação de vazio fica no peito, e isso não se dá pelo clima angustiante da trama - por mais que contenha excelente grau de suspense, não chega a tanto -, é por possuir um desfecho vazio. Triste ver tanto potencial desperdiçado assim.
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SakuraUchiha 22/03/2015

Um clássico moderno e aterrorizante
Se você amou o filme, o livro vai fazer você se sentir ainda mais nervoso. Não importa o romance mudo no meio do livro, a luta entre o homem e a natureza é a verdadeira estória aqui.
Conheça Brody, Quint e Hooper três homens diferentes, com diferentes medos e conflitos. Conheça o tubarão, um demônio do mar, que parece estar ciente de tudo o que acontece e é mais do que esses homens inteligentes poderiam esperar. Este foi o livro que inspirou o filme, que estabeleceu as regras de terror e suspense. Final deste livro vai chocá-lo. Não vá para a água. Conheça o terror.
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Inlectus 19/04/2009

Bom de se ler.
Não é a tôa que este livro resultou em um filme, a estória é bem agradavel de se ler.
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Gabriela Leite 31/12/2009minha estante
Devo dizer que concordo plenamente!




Renan 22/12/2015

Agua Parada
O livro te prende, o autor tem uma escrita envolvente, mas faltou tubarão no livro Tubarão.
A história é dividida em três partes distintas. A primeira (a melhor) faz valer todo o livro, foi daqui que veio toda a inspiração para o filme. Nessa parte o suspense impera e onde acontece a maiorias dos ataques do peixe, as duas partes subsequentes são as consequências destes ataques, o tubarão surge nessa parte imponente pra depois mergulhar profundo na parte 2.
E falando nela é aqui onde está o calcanhar de aquiles da obra, a parte 2 troca o suspense para o romance, a paixão, a pegação. Apesar da escrita envolvente está aqui dois dos capítulos mais desnecessários do livro, um que envolve um jantar e outro um almoço, e infelizmente não é jantar nem almoço do tubarão.
A parte 3 chega pra redenção do livro, mas não supera suas paginas iniciais. Novamente troca-se o gênero e aqui temos uma aventura marítima, a caça ao tubarão não é fácil nem rápida, e pode ser cansativa ´para os personagens e o autor resolve passar essa monotonia da pesca em algumas partes arrastadas desse segmento.
Em resumo o livro começa excelente, cai drasticamente e depois consegue se reerguer, mas como todo tombo não se levanta como começou, é meio que cambaleando. Mas o autor sabe escrever e mesmo capítulos desnecessários não chegam a ser desinteressantes,a leitura flui bem.
Zouza 02/07/2016minha estante
Também achei a mesma coisa.




sonia 23/01/2012

ah, o medo
História sensacionalista sobre uma praia turistica invadida por um tubarão;
na época uma amiga ficou tão assustada com o filme que nem queria mais passear na areia da praia...
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Talita Gomes 29/11/2010

Fascinante!
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Nerd Geek Feeli 12/06/2015

“Tubarão” de Peter Benchley (resenha)
O que se destaca no início do livro é o pleno domínio de Benchley sobre a narrativa. Nos dois primeiros capítulos ele apresenta o antagonista e o elenco principal, fluindo entre as subtramas de cada personagem com desenvoltura e elegância, ao mesmo tempo em que apresenta breves “biografias” deles, sem prolongar-se ao ponto de prejudicar o ritmo, que é bem agradável.

[...]

Semelhante ao filme de 1975, o livro também usa como artifício a velha máxima de que o melhor tipo de terror é aquele que pouco mostra do “monstro”, e concentra-se mais do efeito que sua presença causa em suas possíveis vítimas. Além disto, o enorme tubarão branco é um vilão perfeito e odiável, quase um serial killer, cujo único “padrão” é não “escolher” um só tipo de vítima. Isto torna-o até mais temível que a maioria dos assassinos “humanos”.

[...]

Um dos melhores momentos de Benchley é a sequência que precede o fim da parte 2, e envolve Brody, jornalistas, e uma família de turistas na praia, enquanto um adolescente nada no mar, e se vê prestes a ser atacado pelo tubarão. O domínio do autor sobre o ritmo e as transições de cena é tão afinado, que você consegue facilmente imaginá-la como um filme de suspense bem decupado.

[...]

Dá pra dizer que Tubarão é composto de três contos que se conectam pelo tema e os personagens em comum. A 1ª parte é uma história de terror; a 2ª é um drama familiar sobre crise de meia idade e adultério; e a 3ª é uma aventura sobre três homens lutando para sobreviverem a uma força incontrolável da natureza, e eliminá-la (se possível).

site: http://nerdgeekfeelings.com/2015/06/12/livro-tubarao-de-peter-benchley-resenha/
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Andre 22/06/2010

Ficou a desejar
Não tinha a intenção de ler tal livro agora. Só o peguei pois havia perdido o outro que estava lendo - "Passeio ao Farol", que recuperarei - e me decidi por ler esse. Não tinha nada a perder, e afinal de contas, dizem que o filme é sensacional. Entretanto, o livro não é o que se pode chamar de "sensacional".

Como todo beste seller, "Tubarão", livro lançaado em 1974 por Peter Benchley, é calcado numa história simples - um tubarão que assola uma cidadezinha - e em vários, mas muitos diálogos, tornando a narrativa muitas vezes cansativa, apelativa demais. Claro que se esperam diálogos de um livro - ou filme - mas eles não devem ser o cerne deste; pelo contrário, devem apenas servir como uma "complementação" ao todo do livro.

Suas descrições são também muito mecânicas, feitas como se fossem obrigações. Elas não saem naturalmente, e além disso, são muito repetitivas e superficiais. Não saem muito do lado de como a pessoa é ou como está se vestindo, ou seja, o lado psicológico do personagem, o mais interessante, foi meio que deixado de lado.

Algo que me irritou muito foi a fuga total, as vezes, do assunto principal da história. Por vários momentos esquecia-se completamente do peixe selvagem para se tratar de casos que não interessavam em nada ao leitor. Talvez servisse como uma distração a quem se está lendo, mas penso isso ser totalmente desnecessário.

Os poucos momentos bons do livro se ateram às descrições dos ataques do "maldtito" tubarão branco. Foram descritas como uma certa crueza que me agradou. Se o senhor Benchley se atesse mais aos assuntos "tubaronísticos", a narrativa seria muito mais interessante. É uma pena, pois se melhor tratado, o livro soaria bem melhor do que o foi.

Espero que valha a frase de Hitchcock em que dizia que "Livros ruins fazem bons filmes"; que Steven Spielberg tenha se servido disso e que seu filme, de nome homônimo, de 1975, e que tenha sido tão bom quanto espero ser. Quanto ao livro, com certeza ficou a desejar!
André 22/01/2014minha estante
Estou no final do livro mas já posso concordar plenamente com você. A segunda parte do livro é praticamente inútil para a narrativa. Se perde mais de 100 páginas com um jantar e um "romance" entre personagens que depois não dá em nada. AS partes relativas ao tubarão são muito boas, mas o "miolo" do livro é meio chato.
Quanto ao filme, esse sim é um filmaço e um dos casos em que o livro foi tão bem adaptado que é bem melhor no cinema do que na literatura.




Gabriela Leite 31/12/2009

Morte Branca
O livro inicia rapidamente com um ataque de nosso "protagonista" a uma jovem veranista de noite.
A história trata da inesperada aparição de um tubarão branco em uma pequena cidade de veraneio norte-americana, Amity, que começa a questionar a estadia do ‘peixe’ nas praias da cidade: a ciência pode explicar?… , é uma mudança de hábitos do animal?… ou simplesmente a vontade divina?…
Após os 2º e 3º ataque o chefe de polícia Brody, sentindo-se culpado pelas mortes, começa a procurar maneiras de se livrar do tubarão, mesmo que, para isso não possa contar com a ajuda de nenhuma autoridade pública. Tendo como principal fonte de renda os verões badalados de veranistas estrangeiros, a cidade começa a "enfraquecer" com a interdição da praia por causa dos ataques. Mas, não é somente a cidade que "enfraquece", como nos mostrará o nosso "querido" prefeito, Mr. Vaughan.
Entrelaçando histórias de traição, cumplicidade, o poder dos jornais e mafias; o livro nos prende de tal maneira que consegue evocar mistos sentimentos e uma forte angústia de saber como se dará o final desta terrível ameaça.
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Diego 16/04/2017

Decepcionante e ao mesmo tempo interessante.
Quando comprei, fui induzido pelas ótimas resenhas e pela obra prima do Spielberg, e como quase todo obra original é melhor do que a adaptada, adquirir sem receio. Durante a leitura, fui tomado por diversos sentimentos, como euforia, suspense, chateação e por fim, frustração.
Atribuo a frustração, creio eu, pelo fato de que tive o privilégio de assistir o filme antes de ler, pois é infinitamente melhor que o livro, pois observei que o Spiellberg não se prendeu a tramas desnecessárias tratadas no livro foi direto ao ponto, o confronto com o personagem principal que entitula a obra, fato que no livro é tido, ao meu ver, como um pano de fundo para os acontecimentos. O sentimento de decepção vem à tona quando chega ao final da trama, dando uma sensação de inacabado, sem aquele desfecho dramático igual, tivemos com o filmes, sendo mais para um "é só isso, onde está o restante?"
O que chamo de interessante, é o fato de que, durante as cenas com o peixe, sempre ficamos apreensivos ao virarmos a página para saber se algo aterrorizante vai acontecer, mas aterrorizante mesmo, é só o último parágrafo.
Para quem nunca assistiu o filme CLÁSSICO, é uma boa pedida, pois vai absorver conteúdos para assistir a adaptação, mas não espere nada de grandioso e épico, pois é inúmeras vezes chato é previsível. Previsível nas cenas que não contam no filme, pois por mais que traga o título da obra e o nome dos personagens, são tramas de certa forma, muito diferente.
E para quem assistiu o filme primeiro, meu conselho é procurar outras obras para não se decepcionar como eu me decepcionei!
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Luane 16/11/2013

Adorei o livro apesar de achar que o tubarão em si deveria ter mais presença no enredo mas o autor optou por focar mais em questões politicas e nas relações de seus personagens, mas nem por isso deixou de ser uma excelente leitura que vale a pena conferir independente de já ter ou não assistido o filme.
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KeylaPontes 29/12/2015

"Tubarões são como assassinos com um machado, Martin. As pessoas reagem a eles de forma passional. Tem algo de louco, maligno, incontrolável sobre eles."
Desde criança eu sou completamente apaixonada por tubarões. E até hoje todos os filmes que saem eu assisto várias e várias vezes (haha sim, até mesmo sharknado), então eis que a Darkside decide publicar esse clássico e eu fiquei louca!

Depois de muitas tentativas eu finalmente consegui adquirir na blackfriday e fui logo ler.

O livro se passa em uma cidade pequena de veraneio chamada Amity. A cidade é calma a maior parte do ano com os seus pouco mais de mil habitantes. E o ano todo gira em torno da espera pelos meses de verão, que a população chega a mais de 10 mil habitantes e os habitantes podem lucrar com os turistas. Porém uma ameaça chega vindo das águas. Um corpo é achado na praia e tudo indica que o seu corpo foi atacado pelo grande tubarão branco.
Confesso que estava com medo de como seriam relatadas as partes do tubarão e DEUS! Eu amei. As partes do autor relatando o tubarão nas águas sentindo as vibrações no mar, a forma como ele "sentia" uma presa! Gente que cuidado! No início o autor relata o seu amor pelos tubarões (e dá pra sentir isso no modo que ele descreve). Eu me senti ali vendo um documentário. Ótimo!
Porém, devo destacar que o livro não é SOBRE o tubarão. E esta não era mesmo a ideia do autor (isso é explicado na introdução). E sim sobre como um tubarão poderia mudar a dinâmica de uma cidade pequena que praticamente sobrevive do turismo no verão e até onde a ganância (e o instinto de sobrevivência) do homem pode ir.
O livro fala sobre relações humanas, sobre a vida e sobre o cotidiano. Ah. E tem até mesmo cenas de sexo. Quem diria ein? Então crianças, por favor, fiquem longe haha. Eu confesso que esse foi um fator que me assustou pois eu não imaginaria que teria. Enfim, o livro é um verdadeiro prato de elementos! Quando você pensa que o livro vai girar ao redor dos ataques... BAM, um mistério vai te envolvendo e quando você percebe já está totalmente envolvido por uma ameaça bem maior do que o grande tubarão branco!
No livro conhecemos o oficial Martin Brody e a sua esposa Ellen Brody. Os dois tem dois filhos e estão naquele momento do casamento em que as dúvidas começam a surgir sobre os motivos que os levaram a ficar juntos. Martin é um típico policial de cidade pequena. Idealista e que acredita que o seu papel é proteger a cidade de qualquer ameaça, porém com a chegada do tubarão ele vê que o buraco é mais fundo que o mar. Quantos os corpos começam a aparecer, ele tenta fechar a praia, mas os políticos e empresários locais resolvem que isso será péssimo para os negócios locais. O que não deixa de ser verdade. Pois a cada inverno, ao menos três famílias passam necessidade por não ter de onde tirar o sustento.
Diferente do filme (Sim, este foi o livro que originou o clássico filme "Tubarão" (que vou rever hoje mesmo é claro) o livro foca bastante na vida do Martin. E da sua esposa também.
Ellen era a típica garota da sociedade. Que se reunia com as amigas para falar sobre viagens, compras e namoro com os meninos populares. Porem, tudo mudou quando ela conheceu Martin. Se apaixonou e resolveu se casar achando que ele era o seu destino.

Só que muitos anos e alguns filhos depois, Ellen está confusa. E alguém do seu passado aparece para semear ainda mais dúvidas na sua cabeça.
Matthew Hooper é um estudioso de tubarões e quando os ataques começam ele vai até a cidade tentar resolver esse mistério do porque dos ataques. E ao reencontrar Ellen, lembra que ela é ex namorada do seu irmão mais velho. E por quem ele tinha uma quedinha juvenil.

O livro é dividido em três partes. A primeira gira em torno da chegada do tubarão e dos ataques. Na segunda somos apresentados a essa "guerra fria" entre um casal. Crises de meia idade e arrependimentos. Na terceira, enfim, acontece a batalha. Três homens versus a natureza.

Quem vai vencer?

Existe mesmo um vencedor?

Resenha completa em:

site: http://keylinhastureads.blogspot.com.br/2015/12/resenha-tubarao-peter-benchley.html
Filipe 01/01/2018minha estante
Uma grande resenha para um grande peixe! Parabéns, faz o livro nos saltar aos olhos mesmo :)




Biahhy 28/10/2018

Tubarão
Minhas opiniões a respeito desse livro clássico de terror e suspense no blog!

site: https://emmeioacalmaria.blogspot.com/2018/10/mes-do-horror-tubarao-de-peter-benchley.html
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Morcego 29/03/2014

TUBARÃO
Peter Benchley relata com detalhes impressionantes o pânico causado pelo tubarão em Amity. Os personagens são ricos em suas descrições. Um romance completo, que não nos deixa 100% focados no tubarão, e é assim que um texto como esse é construído.
Um ótimo livro.
(Se alguém tiver, eu aceito).
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