Tubarão

Tubarão Peter Benchley




Resenhas - Tubarão


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Jaqueline.Marcondes 08/09/2020

Inspiração
"Você que nunca leu 'Tubarão', você que viu apenas o filme, posso vê-lo franzir a sobrancelha, posso ouvi-lo dizer para si mesmo: 'Romance? Máfia? Do que ele está falando? Onde está tudo isso?' Leia, por favor, e descubra por conta própria." - Peter Benchley (2005).
O livro que inspirou um dos maiores filmes de todos os tempos.
Sempre amei o filme e quando descobri que era inspirado em um livro, claro que tive que ler.
As duas histórias são semelhantes em alguns pontos, e o que foi deixado de lado na adaptação só acrescentou pontos para que a história ficasse perfeita. Mesmo assim não deixe de fazer a leitura, pois a narração nos momentos onde o tubarão aparecesse é de tirar o fôlego.
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Caa 01/02/2021

O livro é bem legal, mas o final... Não foi o que eu esperava não... No início dessa versão tem um texto do autor falando sobre os tubarões, e tipo, faz toda a diferença. Pq o que ele sabia na época em que escreveu o livro não era nada comparado ao que ele sabia quando escreveu a introdução. Acho que vale a pena refletir muito sobre a situação atual dos tubarões antes de vc escolher pra quem torcer durante a jornada suicida com o Quint. Achei muito desconexo o "romance", teve o que? Um capítulo e meio sobre isso e depois morreu? A máfia lá foi outro ponto que tinha tudo de bom pra ser legal de repente sumiu. Muito sei lá esse final, tudo sem mais nem menos.
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JPHoppe 14/12/2020

Existe aquela máxima de "o livro é sempre melhor que o filme". Como praticamente todas as outras generalizações fora das Ciências Exatas, esta é mais uma onde exceções pululam. Mas, não é tanto assim.

"Tubarão" se passa na fictícia cidade litorânea de Amity, basicamente uma "summer town" que vive da temporada de férias onde turistas veem para suas praias. Mas, o que acontece se um tubarão começa a atacar pessoas em suas águas? Muito além do conflito com o epônimo tubarão, o que acontece quando interesses muito humanos entram em jogo?

Os personagens são o ponto fraco do livro. Exceto um ou dois, quase todos são extremamente antipáticos. Talvez o único realmente carismático seja Hendricks, um dos oficiais da polícia de Amity. Todos os demais, incluindo Brody e sua esposa, o prefeito Larry, o biólogo Hooper, conseguem ser, em vários momentos, deploráveis. Tanto que me peguei torcendo pelo tubarão em alguns momentos.

Em compensação, um dos personagens é extremamente bem desenvolvido, apesar de ser aquele do qual menos se espera qualquer arco: o tubarão. Benchley deve ter estudado muito bem a biologia desses animais, especialmente seu equipamento sensorial, com visão pobre, mas olfato extremamente apurado, e a presença da linha lateral, que detecta movimentos a longas distâncias. Durante os ataques, é possível se colocar perfeitamente no ponto-de-vista do tubarão. Os ataques são descritos de forma bem gráfica.

O clímax do livro é um pouco desapontador. Está lá, mas chega apenas nos momentos finais, além de durar pouco. Não é o "smile, you son of a b**ch!", mas pelo menos ecoa "Moby Dick". Melville teria apreciado a homenagem.

Como um biólogo, apenas gostaria de ressaltar que o grande tubarão branco NÃO É um "comedor de homens". Apesar de ser uma das poucas espécies de tubarão com ataques humanos registrados, e a com mais registros, os números são muito reduzidos. Cocos em queda ceifam mais vidas. Assim como bebês humanos, o tubarão explora o mundo com sua boca. No entanto, pesam ligeiramente mais, e sua boca está munida de dentes um pouco mais perigosos.

Tubarões NÃO devem ser odiados. Esta é uma obra de ficção.
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Nerd Geek Feeli 12/06/2015

“Tubarão” de Peter Benchley (resenha)
O que se destaca no início do livro é o pleno domínio de Benchley sobre a narrativa. Nos dois primeiros capítulos ele apresenta o antagonista e o elenco principal, fluindo entre as subtramas de cada personagem com desenvoltura e elegância, ao mesmo tempo em que apresenta breves “biografias” deles, sem prolongar-se ao ponto de prejudicar o ritmo, que é bem agradável.

[...]

Semelhante ao filme de 1975, o livro também usa como artifício a velha máxima de que o melhor tipo de terror é aquele que pouco mostra do “monstro”, e concentra-se mais do efeito que sua presença causa em suas possíveis vítimas. Além disto, o enorme tubarão branco é um vilão perfeito e odiável, quase um serial killer, cujo único “padrão” é não “escolher” um só tipo de vítima. Isto torna-o até mais temível que a maioria dos assassinos “humanos”.

[...]

Um dos melhores momentos de Benchley é a sequência que precede o fim da parte 2, e envolve Brody, jornalistas, e uma família de turistas na praia, enquanto um adolescente nada no mar, e se vê prestes a ser atacado pelo tubarão. O domínio do autor sobre o ritmo e as transições de cena é tão afinado, que você consegue facilmente imaginá-la como um filme de suspense bem decupado.

[...]

Dá pra dizer que Tubarão é composto de três contos que se conectam pelo tema e os personagens em comum. A 1ª parte é uma história de terror; a 2ª é um drama familiar sobre crise de meia idade e adultério; e a 3ª é uma aventura sobre três homens lutando para sobreviverem a uma força incontrolável da natureza, e eliminá-la (se possível).

site: http://nerdgeekfeelings.com/2015/06/12/livro-tubarao-de-peter-benchley-resenha/
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Alexandre 11/02/2020

Comecei sem pretensão alguma, só queria ler o primeiro capítulo mas me surpreendeu demais! Leitura fascinante, curti muito o momento todo e até os defeitos eu entendo. Sem contar que é brutal, lindo e com personagens ótimos
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karen.carolineofc 04/02/2020

Tubarão
O livro é dividido em três partes bem destinas entre si Tubarão é um livro lendo. Seu começo promissor traz a fera dos mares em ação em sequência de muito sangue e pedaço humanos para saciar nossos desejos mais canibais. Mas à medida que a historia avança, ela perde o ritmo para tramas paralelas sem nenhuma relação direta com o mostro dos mares. A segunda parte do livro dedica-se a narrar aventuras amorosas, traições com pitadas sensuais à la anos 70, e divagações sobre distensão de classe social bem curiosas. Nada disso faz o menor sentido para a historia dos ataques de tubarão e parece totalmente solto no conjunto da obra.

Aqui, o livro perde fôlego e começa a se arrastar. A sequência final, que prometia uma caçada do bicho, é enfadonha e novamente se perde em divagações sem muito sentido. A adrenalina retorna somete nas últimas páginas conduzindo para um desfecho satisfatório, mas que deixa um quê de "falta algo" no ar.

Mergulhar nesse livro é desvendar uma historia completamente diferente da que estou acostumada.

Os grande mérito de Tubarão estão nas poucas cenas em que o protagonista surge sorrateira e prepara seus ataques. Ali, de fato, Benchely conseguir despertar aquele nervosismo incômodo na gente. O desespero da cidade, um local turisto dependente da renda do verão, é notável e lembra bastante nosso poder público dos dias atuais. O comportamento dos personagens é interessante, mostra os jogos de interesse envolvidos, mas estão ali apenas coml pano de fundo necessário para sustentar uma historia que, fora das águas, não tem muito o que apresentar. O resto pode ser cartado como material que " encheu linguiça ".

Classico dos anos 1960 a 1980 merecem ser lidos pelos fãs do gênero e Tubarão é um deles.

Tem video no canal:https://youtu.be/JyQZKqk6hAk

site: https://youtu.be/JyQZKqk6hAk
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Thiago.Moreira 04/09/2020

Caiu no mar, tubarão pega
O livro trás uma abordagem muito diferente daquela vista no filme já que o autor, Peter Benchley, foca nas consequências dos acidentes com o tubarão na pacata cidade de Amity enquanto Stephen Spielberg se pauta apenas na ação proporcionada pelos ataques do animal. Superou minhas expectativas!
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sonia 23/01/2012

ah, o medo
História sensacionalista sobre uma praia turistica invadida por um tubarão;
na época uma amiga ficou tão assustada com o filme que nem queria mais passear na areia da praia...
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Talita Gomes 29/11/2010

Fascinante!
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Andre 22/06/2010

Ficou a desejar
Não tinha a intenção de ler tal livro agora. Só o peguei pois havia perdido o outro que estava lendo - "Passeio ao Farol", que recuperarei - e me decidi por ler esse. Não tinha nada a perder, e afinal de contas, dizem que o filme é sensacional. Entretanto, o livro não é o que se pode chamar de "sensacional".

Como todo beste seller, "Tubarão", livro lançaado em 1974 por Peter Benchley, é calcado numa história simples - um tubarão que assola uma cidadezinha - e em vários, mas muitos diálogos, tornando a narrativa muitas vezes cansativa, apelativa demais. Claro que se esperam diálogos de um livro - ou filme - mas eles não devem ser o cerne deste; pelo contrário, devem apenas servir como uma "complementação" ao todo do livro.

Suas descrições são também muito mecânicas, feitas como se fossem obrigações. Elas não saem naturalmente, e além disso, são muito repetitivas e superficiais. Não saem muito do lado de como a pessoa é ou como está se vestindo, ou seja, o lado psicológico do personagem, o mais interessante, foi meio que deixado de lado.

Algo que me irritou muito foi a fuga total, as vezes, do assunto principal da história. Por vários momentos esquecia-se completamente do peixe selvagem para se tratar de casos que não interessavam em nada ao leitor. Talvez servisse como uma distração a quem se está lendo, mas penso isso ser totalmente desnecessário.

Os poucos momentos bons do livro se ateram às descrições dos ataques do "maldtito" tubarão branco. Foram descritas como uma certa crueza que me agradou. Se o senhor Benchley se atesse mais aos assuntos "tubaronísticos", a narrativa seria muito mais interessante. É uma pena, pois se melhor tratado, o livro soaria bem melhor do que o foi.

Espero que valha a frase de Hitchcock em que dizia que "Livros ruins fazem bons filmes"; que Steven Spielberg tenha se servido disso e que seu filme, de nome homônimo, de 1975, e que tenha sido tão bom quanto espero ser. Quanto ao livro, com certeza ficou a desejar!
André 22/01/2014minha estante
Estou no final do livro mas já posso concordar plenamente com você. A segunda parte do livro é praticamente inútil para a narrativa. Se perde mais de 100 páginas com um jantar e um "romance" entre personagens que depois não dá em nada. AS partes relativas ao tubarão são muito boas, mas o "miolo" do livro é meio chato.
Quanto ao filme, esse sim é um filmaço e um dos casos em que o livro foi tão bem adaptado que é bem melhor no cinema do que na literatura.




Gabriela 23/02/2020

Bom...
O filme inspirado nesse livro é um clássico que marcou gerações. O livro, apesar de muito bom, não traz tanto medo ou tensão quanto o filme. Mas ainda assim vale a pena ser lido. Ele não trata apenas da história do Tubarão em si, mas de uma cidade inteira, envolvendo casamentos ruídos, envolvimento com a máfia e luta pelo poder. É uma distração para dias monótonos, mas que não vai dar sustos nos leitores acostumados com o gênero.
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sigma 01/10/2016

Minha visão sobre a obra Tubarão de Peter Benchley
Como primeira resenha de um livro, e já me sentindo pronto para escrever sobre um, confesso que ao adquirir a obra, pensei que a cada parágrafo, cada capítulo, iria conseguir visualizar cada cena do filme homônimo. Engano total. Como o próprio autor deixa claro em sua introdução, a adaptação para o cinema foi tida em linha reta, ou seja, sem romances, máfia, entre outros. Esta decisão para a adaptação aos cinemas mudou muita coisa da história. História que, no livro, se torna bem mais oscilante, uma vez que não é centrada apenas no tubarão, mas também nos personagens, já que também há, de uma forma bem colocada, uma mixagem de romance, adultério, política e máfia.
A história simplesmente se passa numa cidade litorânea fictícia dos EUA que vive de turismo em época de veraneio e de uma hora para outra é aterrorizada pela "ilustre" presença de um tubarão. A partir daí, a história com todos os subtemas acima citados se desenrola de uma forma brilhante, escrita por Peter Benchley.
O autor consegue manter o leitor preso às suas páginas justamente pela oscilação da história, entre as aparições do tubarão e as histórias dos personagens, bem como ações completamente inesperadas, principalmente se for ler o livro lembrando do filme. Confesso que fiquei surpreso em vários detalhes ocorridos na obra. A leitura é rápida, de fácil compreensão e consta de algumas notas de rodapé para explicação de alguns termos.
Sobre a Limited Edition da Darkside Books, uma obra prima muito bem feita, assim como outros da editora.
Recomendo tanto a história, como também a editora.

Helder Medeiros
Radam 04/10/2016minha estante
Rapaz, Heldão, agora me deu vontade de ler esse belo livro. O filme já gostei (e sem saber que tinha sido em 'linha reta'), mas possivelmente gostarei MUUUITO mais do livro.


sigma 05/10/2016minha estante
Valeu, meu caro. Essa foi minha primeira resenha e nem sei se ficou tão boa assim. Tentei salvar a história do livro. Como foi dito, me surpreendi em algumas informações passadas no livro, justamente pelas diferenças ao filme. Acho que você também vai gostar da leitura, também por essas diferenças. E também pela forma como são descritos os ataques do tubarão. Achei muito massa. E obrigado.




Wendy 06/03/2020

Um Pouco Decepcionante.
Tinha uma idéia melhor do livro antes de lê-lo. Fiquei meio decepcionada com a leitura e o rumo da história. Poderia ter sido bem melhor e bem mais aproveitado o "tubarão" opinião minha.
Aquela novelinha me irritou também,achei desnecessário aquele drama pessoal do casal "problemas no casamento" acho que focou muito nisso e fora que me senti em um pedaço do livro dentro de um outro livro só que "erótico".
Achei desnecessário apenas.
Mas,apesar disso tudo, é um livro razoável e gostei do final.
Só não foi o que eu esperava.
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Fran 27/02/2020

Resenha de "Tubarão"
Olá, pessoal! A resenha de hoje é sobre o livro "Tubarão" de Peter Benchley, obra original de 1974, foi publicada, pela primeira vez, no Brasil, pela @darksidebooks, em 2015. Considerada best-seller internacional, foi adaptada para o cinema, por Steven Spielberg, no mesmo ano. Contém 280 páginas.
Trata-se da história de quando um corpo de uma turista com mordidas de um tubarão-branco aparece na praia e o chefe de polícia Martin Brody toma a infeliz decisão de esconder o ocorrido devido a pressão e preocupação do prefeito Larry Vaughan, com o prejuízo financeiro que esse acidente causaria na cidade praiana. Logo, novos acidentes ocorrem e, com a repercussão, o biólogo marinho Matt Hooper aparece, intervindo nas investigações, para, junto com o policial, tentar descobrir como solucionar esse conflito.
Sobre o que eu achei: essa história me surpreendeu. Saber da presença do tubarão, sem ninguém conseguir vê-lo, causa pavor tanto nos personagens do livro quanto no leitor. O risco de morte eminente, descrito a todo instante, provoca uma reação em quem lê, e não tem como não tomar partido em defesa das vítimas. O autor foi o precursor ao contar a história de um tubarão como máquina assassina mas seu ineditismo provêem devido a preocupação de elaborar a reação que uma comunidade praiana teria ao ter notícia desse tubarão: se autoridades e turistas se preveniriam ou acobertariam, até promoveriam, a situação de risco como monetização, essa é a discussão do texto. Sobre o personagem principal, Brody, ele está longe de ser herói ou mocinho, na verdade, as vezes, é detestável e polêmico, mas é um ser atingível, e entendemos sua motivação, o ódio pelo animal, e a desconfiança sobre tudo e todos que o cercam. Já sobre Hooper, a princípio, parece ser um personagem benevolente, sedutor, com boas intenções, mas logo descobrimos que suas atitudes são egoístas e prejudicam mais do que ajudam na busca pelo tubarão.
Recomendo este livro para quem se interessar em conhecer a literatura que foi pioneira em retratar suspense, com animais, aquáticos, e que inspirou, não só o primeiro blockbuster de Spielberg, mas uma série de filmes baseado nesse estilo.
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