Tubarão

Tubarão Peter Benchley




Resenhas - Tubarão


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L Soares 24/10/2017

Ao ler o autor falando das mudanças para a adaptação cinematográfica, ter de excluir o romance e máfia, eu fiquei mais curioso para ler o livro.

Em breve sinopse, uma cidade que sobrevive do turismo de verão em razão da praia, e sobrevive muitas vezes bem mal, entra em crise quando um tubarão rodeando a praia afasta os turistas.

Apesar de ser anunciado como uma história de terror, a verdade é que este livro tem muito pouco terror. Toda a história gira muito mais em torno de problemas politico-financeiros da cidade e o drama familiar do chefe de polícia. A história é narrada em sua maior parte por ele, em seus dilemas pessoais, culpa, e problemas familiares, e alterna entre outros personagens em alguns capítulos ou trechos. Mas todas essas questões acabam sendo muito mais evidentes na história que o terror pelos ataques.

Há algum suspense em relação ao tubarão, e as cenas de ataque são muito bem escritas. Mas senti o tubarão como um coadjuvante meio apagado.

Os trechos de terror marinho não decepcionam, mas eu esperava mais, não em qualidade, em quantidade, esperava ler com sangue escorrendo das páginas, acabei me decepcionando um pouco. Não vejo ninguém lendo este livro e depois ficando com medo de entrar no mar.
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Thalita Branco 14/12/2017

Resenha ~ Tubarão - Peter Benchley
Tudo estava bem em Amity, uma cidade costeira famosa por receber inúmeros turistas em alta temporada. Até que uma moça é brutalmente atacada por um tubarão. Seus restos mortais são encontrados na praia e colocam o chefe da polícia Martin Brody em alerta. Ele deseja a todo custo fechar as praias a fim de evitar novos ataques, mas o prefeito pensa diferente. De olho no dinheiro gasto pelos veranistas, trava uma briga com o policial e teima em deixar as praias abertas. Obviamente os ataques continuam até que Martin resolve por a mão na massa e dar um jeito no bicho.

O livro me deixou em um misto de sentimentos. Gostei muito de algumas partes, e de outras nem tanto. Para mim faltou tubarão em Tubarão. Apesar de ser uma presença constante, ele demora para dar as caras e realmente tocar o terror e deixar o leitor apreensivo. Em algumas passagens o autor foca demais na vida pessoal de Martin e no drama conjugal de sua esposa. Parte disso é importante para a história, mas eu esperava menos drama e mais ataques de tubarão entende?

Já o cabo de guerra entre o policial e o prefeito foi interessante, mostrando como as forças políticas podem interferir na vida da população de forma irresponsável e apenas em proveito próprio. Por conta disso, devorei algumas páginas e outras demoraram bastante para passar.

A parte gráfica da Darkside é sempre fantásticas. A brochura é linda e cheia de detalhes, com uma capa que se abre revelando inúmeras imagens e veio com um adorável marcador de tubarão

site: www.entrelinhasfantasticas.com.br
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Mirelly 16/01/2017

Resenha: Tubarão - Peter Benchley / Livros & Açúcar

Peter Benchley se propôs a romancear sobre uma criatura que se tinha pouco conhecimento sobre. Trata-se simplesmente de um tubarão que come gente. Uma criatura assustadora e primitiva que abandona seu habitat natural e ataca uma mulher na cidade balneária de Amity.

Por se tratar de uma cidade turística, Amity depende dos veranistas. O dinheiro gasto por eles durante o verão garante a sobrevivência dos moradores no inverno. Após o primeiro ataque, as autoridades locais abafam o caso para evitar a fuga dos turistas, acreditando que o tubarão vai se deslocar para novas águas. Entretanto, isso não acontece e a criatura ataca novamente. Os dois casos vão a público e o terror se instala no local.

Margeando a ameça permanente do tubarão, está as consequências que a presença desta criatura traz para a cidade e para os moradores. As autoridades se negam a fechar as praias ao passo que o chefe da polícia local tenta interditá-las para evitar novas vítimas. Disputas de poder são constantes e cada pessoa tentar se impor frente à segurança dos banhistas.

Dessa forma, uns passam a defender a interdição das praias e outros, por razões pessoais, a continuidade da temporada.

Tubarão possui uma narrativa instigante que somente melhora com o passar das páginas. Os personagens foram bem construídos, tanto que me apeguei ao chefe da polícia Martin Brody, que durante toda a trama, parecia ser o único que estava disposto a fazer algo não somente para ele, mas para todos, e com o capitão Quint, o marinheiro contratado para apanhar e matar o tubarão.

A linguagem é fluída e a história passa num fôlego, sendo contada em um ambiente de constante terror e suspense. Afinal, o tubarão está a espreita, aguardando por sua próxima vítima.


site: http://livroseacucar.blogspot.com.br/
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AmadosLivros 29/12/2016

Resenha do blog Amados Livros
Hoje trago uma forma de resenha diferente aqui no blog. Será uma resenha sobre o livro e o filme ao mesmo tempo. Já que estamos no #OutubroDasTrevas, resolvi matar dois coelhos com uma cajadada só (sinto pena dos coelhinhos com esse ditado) e toda vez que ler um livro que tenha uma adaptação cinematográfica ou televisiva, farei a resenha de ambos. Vou logo avisando que serão feitas comparações e posso sim soltar alguns SPOILERS. O escolhido da vez foi Tubarão (Jaws, em inglês - mandíbulas), de Peter Benchley, livro que foi republicado recentemente aqui no Brasil pela diva Darkside Books ♥, e adaptado para os cinemas por Steven Spielberg em 1975. O filme virou um clássico do cinema e sucesso de bilheteria, concorreu ao Oscar de Melhor Filme e ganhou a estatueta de Melhor Trilha Sonora, Melhor Montagem e Melhor Som. Então, para embalar nossa resenha, nada melhor que trilha sonora ganhadora e mundialmente conhecida, que gela os ossos toda vez que se escuta, criada por John Williams. Vamos lá?
No livro de Peter Benchley, conhecemos a pequena cidade (fictícia) de veraneio, Amity, em Long Island, Nova York. Cidade essa que tem o azar de ser a escolha de um peixe marinho para almoço. Um tubarão branco gigante ameaça a paz e tranquilidade da cidade, justamente no começo do verão, próximo as festividades do 4 de julho, época em que a cidade se enche de turistas. Uma turista resolve mergulhar nas águas calmas de Amity numa madrugada. Foi a primeira a ser atacada e morta pelo grande predador marinho. O xerife Martin Brody é informado do caso e ao encontrar os restos mortais da moça na areia, pensa em fechar as praias da cidade. Mas os manda-chuvas da região, liderados pelo prefeito Larry Vaugh, pressionam o xerife para que abafe o caso e não feche ainda as praias, com a desculpa de que uma notícia dessas poderia afastar a maior fonte de renda da cidade: os turistas. Brody desconfia que Larry esteja envolvido em mais coisa cabeluda do que se imagina, para preferir que a população fique sem segurança. O mais estranho é que, devido as condições climáticas da praia nessa época do ano, um peixe como este não deveria aparecer ali.

(Continue lendo no blog)

site: http://amadoslivros.blogspot.com.br/2015/10/livrofilme-tubarao.html
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Fernanda 16/12/2016

Acho que por amar filmes de tubarão, criei expectativas demais. Estou decepcionada!
Aline Santos 16/12/2016minha estante
bom saber tua opinião. Tava em dúvida sobre ler ou não ^^


Fernanda 16/12/2016minha estante
Sinceramente, não perca seu tempo. Não vale :/ achei que fosse melhor.




Paulascrap 20/03/2018

Instigante e surpreendente
"Com o conhecimento acumulado de dezenas de expedições, centenas de mergulhos e incontáveis encontros com tubarões de muitos tipos veio a descoberta de que eu nunca poderia escrever tubarão nos dias de hoje. Eu jamais demonizaria um animal, tão bem sucedido em seu habitat natural do que o homem foi ou um dia será .."PB. 2005. • O ataque de tubarão na cidade costeira de Amity e ocultado virtude da cidade ser turística e a interdicao da Praia iria afastar as pessoas e quebraria o comércio local. E com isso, a ameaça de um verão sem turistas envolve o jogo político dos governantes com a pressão dos comerciantes prejudica atuação do xerife para manter a segurança de todos, lutando para fechar as praias e evitar mais mortes. • Mas as mortes continuam e para ajudar o xerife na caçada ao predador é chamado a cidade um biólogo e contratado um caçador de tubarões. •No filme não foram excluídos o romance, que constitui um triângulo amoroso e a máfia, com a lei do mais forte se não forem cumpridas as regras do interesse da maioria. • Como no filme o autor consegue transmitir ao leitor a tensão do ataque e a aproximação do tubarão, com cenas descritivas , impossível ler sem lembrar da música de fundo. Foi uma leitura rápida mas me surpreendeu , fui influenciada a ler assistindo ao vídeo da Duda na net e adorei, ressaltando ainda que essa edição embora seja brochura está lindíssima, como sempre um trabalho impecável da darksidebooks .
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Biahhy 28/10/2018

Tubarão
Minhas opiniões a respeito desse livro clássico de terror e suspense no blog!

site: https://emmeioacalmaria.blogspot.com/2018/10/mes-do-horror-tubarao-de-peter-benchley.html
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Fernando 03/03/2019

Quando a maior ameaça na história não é o Tubarão
Já tinha ouvido falar de que o livro teria bem pouca relação com o clássico filme feito por Steven Spielberg. Particularmente achei isso interessante, já que poderia ter uma nova experiência com o Tubarão mais conhecido dos cinemas.
E cheguei a uma conclusão interessante sobre nosso camarada comedor de pessoas: ele é ainda mais assustador no livro!
Toda vez em que ele aparece, você simplesmente fica tenso, uma ameaça constante, que pode acabar com todos os personagens caso entrem na água. É o ponto mais forte da história, e realmente tudo seria perfeito se não tivesse um porém que ofuscasse os dentes afiados do leviathan.
Esse porém nada mais é do que as subtramas. Simplesmente não fazem nenhum sentido em existirem, não progridem a história, são cansativos e chatos além da conta.
Toda vez que essas partes aparecem, você fica entediado, lutando contras as páginas e rezando para que os capítulos seguintes tragam a grande ameaça que se esconde no fundo do mar.
Tirando esse ponto negativo, que acontece aos vários por sinal, o livro seria perfeito. Infelizmente não posso dizer que adorei. Se tudo o que acontece envolvesse o grande tubarão, nada deveria ser mudado.
Recomendo, mas apenas para aqueles que estarão preparados para lerem trechos entediantes como consequência de um bom terror com o tubarão mais sanguinário que conheci.
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Phillipe 03/03/2019

Tubarão
De tirar o fôlego... sem trocadilhos, realmente muito viciante e um dos poucos livros que receberam um filme à altura
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Lilian_89 24/03/2019

Maravilhoso
Assisti ao filme há muitos anos atrás e de repente me vi com a possibilidade de finalmente ler o livro que deu origem ao filme e devo dizer que amei o livro bem mais do que gostei do filme rsrs.
O livro é muito agradável de ler, te deixa em um estado de suspense durante quase todo o tempo, te põe de frente com as questões de corrupção e como a vida pode ser considerada pouco valiosa diante a busca incessante por dinheiro e status.
O livro narra a chegada de um titânico tubarão branco às praias de um pequeno povoado que vive do turismo, assim sendo, o tubarão não ameaça apenas a vida dos banhistas mas também a própria sobrevivência da cidade, que. como vive do turismo, se vê refém da presença desse enorme predador e a consequente falta de turistas.
Pressionado pelos grandes da cidade, como o prefeito e diversos outros personagens dependentes do dinheiro dos turistas, o chefe de polícia se vê em situações complicadas, após os primeiros ataques ele pretende fechar as praias para assim evitar mais mortes, porém, sob pressão, ele acaba por liberar as praias após um especialista em tubarões ser questionado sobre a possibilidade do animal ainda estar nas águas próximas.
Infelizmente o terrível acontece e mais banhistas são mortos, o que leva o chefe a tomar uma decisão, ele fecha as praias e, com a ajuda de um pescador experiente e o especialista em tubarões brancos parte em busca de encontrar o peixe e matá-lo.
Para saber como e que final teve o peixe e seus captores só lendo o livro, que com uma narrativa envolvente e rápida de faz lê-lo em uma sentada rápida.
Recomendo.
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Jeff.Rodrigues 06/07/2019

Resenha publicada no Leitor Compulsivo
“Ah, o filme é diferente do livro”. Nunca uma afirmação fez tanto sentido quanto essa se pensarmos em Tubarão, clássico do terror da década de 1970 escrito por Peter Benchley. Na verdade, o filme, sucesso de bilheteria, tem toda pegada de tensão, horror e violência necessários para o cinema que o livro desenvolveu de forma bastante tímida e, em alguns casos, deixando a desejar para leitores mais sedentos por sangue.

A literatura de horror nas décadas finais do século XX provocou arrepios ao tratar dos mais diversos temas e possibilidades, dentre os quais, os perigos representados por animais. Aranhas, formigas, ratos, criaturas desconhecidas… A lista é longa e foi do horripilante ao trash num piscar de olhos. E os tubarões, carentes de informações sobre seus hábitos, eram vistos como verdadeiras máquinas de matar. O desconhecimento sobre esses animais impulsionou o trabalho de Benchley e criou uma mitologia em torno deles que levou bons anos para ser derrubada.

Dividido em três partes bem distintas entre si, Tubarão é um livro lento. Seu começo promissor traz a fera dos mares em ação em sequências de muito sangue e pedaços humanos para saciar nossos desejos mais canibais. Mas à medida que a história avança, ela perde o ritmo para tramas paralelas sem nenhuma relação direta com o monstro dos mares. A segunda parte do livro dedica-se a narrar aventuras amorosas, traições – com pitadas sensuais à la anos 70, e divagações sobre distinções de classe social bem curiosas. Nada disso faz o menor sentido para a história dos ataques de tubarão e parece totalmente solto no conjunto da obra. Aqui, o livro perde fôlego e começa a se arrastar. A sequência final, que prometia uma caçada ao bicho, é enfadonha e novamente se perde em divagações sem muito sentido. A adrenalina retorna somente nas últimas páginas conduzindo para um desfecho satisfatório, mas que deixa um quê de “faltou algo” no ar.

Tubarão é um daqueles livros clássicos que ganharam notoriedade em uma época promissora para a literatura de terror. Logicamente impulsionado pelo filme – a obra vendeu mais de 20 milhões de exemplares, sozinho o livro tem seu charme, mas passa longe de deixar marcas nos leitores. Necessário reconhecer todos os méritos de uma trama desenvolvida em cima de uma criatura da qual pouco se conhecia. Tanto que o autor não só fez um mea culpa quando a ecologia e os avanços de pesquisas trouxeram luz ao comportamento dos animais, quanto empreendeu boa parte de sua vida em atividades para proteção dos tubarões.

Mergulhar nesse livro é desvendar uma história completamente diferente da que foi imortalizada nos cinemas. Os grandes méritos de Tubarão estão nas poucas cenas em que o protagonista surge sorrateiro e prepara seus ataques. Ali, de fato, Benchley conseguiu despertar aquele nervosismo incômodo na gente. O despreparo da cidade, um local turístico dependente da renda do verão, é notável e lembra bastante nosso poder público dos dias atuais. O comportamento dos personagens é interessante, mostra os jogos de interesse envolvidos, mas estão ali apenas como pano de fundo necessário para sustentar uma história que, fora das águas, não tem muito o que apresentar. O resto pode ser descartado como material que “encheu linguiça”.

Clássicos dos anos 1960 a 1980 merecem ser lidos pelos fãs do gênero e Tubarão é um deles. Acho valioso desvendarmos as formas como o medo e o horror foram evoluindo na literatura ao passar dos anos, o que mostra também a evolução da sociedade e do seu modo de pensar.

site: http://leitorcompulsivo.com.br/2019/06/18/resenha-tubarao-peter-benchley/
Iara 06/07/2019minha estante
Suas resenhas são muito boas!


Jeff.Rodrigues 07/07/2019minha estante
Ei Iara... obrigado! ^_^




JP_Felix 11/09/2019

Um bom livro, mas...
É bem interessante pensar que um filme sobre um tubarão assassino seja uma adaptação de uma obra bem mais profunda.
Entretanto eu realmente achei que o filme acertou em tirar tanta coisa do original.
O drama da esposa do protagonista só existe para encher páginas e não leva a nada relevante, parece que está lá só para a gente simpatizar com o protagonista.

A mafia é muito falada, e isso é bem interessante. Uma pensa que toda hora dizem que o prefeito está nas mãos dela, mas nunca vemos uma real ação para justificaro medo do cara e aceitar que ele está assumindo um risco como aquele.

O livro é muito bom, mas é muito enrolado e tem muita coisa que te faz pensar "tá, mas e o tubarão?".
Esse é um dos raros casos onde eu considero o filme melhor que o livro.
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