Necrópolis

Necrópolis Douglas MCT




Resenhas - Necrópolis


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Deivid.Frederico 11/05/2020

Uma história muito envolvente, q faz vc ter boas imaginações.
Gostei do mapa do mundo, isso facilita a quem quer imaginar o local, principalmente aqueles q são mais novos, e não conhecem algumas e objetos.
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vortexcultural 06/08/2016

Por Pablo Grilo
Um livro se compra pela capa? No caso de Necrópolis: A Fronteira das Almas, de Douglas MCT, Ed. Draco, 2010, bom, eu comprei por culpa da arte competente de Victor Negreiro.

Vamos a curta premissa do livro: Verne Vípero (homenagem ao Julio Verne?) é um rapaz cético que perde seu irmão Victor de causa misteriosa, e depois de descobrir que tem chances de salvá-lo do abismo da inexistência, ruma ao submundo de Necrópolis.

Com essa interessante premissa que remete ao mito grego de Orfeu aliada a arte da capa, confesso que depositei uma certa expectativa no livro. Entre a compra e a leitura foram cinco meses, o que aumentou bastante minha curiosidade em explorar o livro.

[Resenha completa no Vortex Cultural - Link abaixo]

site: http://www.vortexcultural.com.br/literatura/resenha-necropolis-a-fronteira-das-almas-douglas-mct/
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Vanis 07/09/2015

Fantasia e metáfora
Para quem gosta de fantasia e de um clima mais sinistro, com certeza irá gostar. O personagem principal é o Verne, um jovem que sobre com a perda do irmão, e decide resgatar sua alma. E uma bela metáfora para a morte, como agimos com a perda de entes queridos e até onde iríamos, se fosse possível, para ter a pessoa de volta. É uma história sobre o amadurecimento através da perda o inconformismo.
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Café & Espadas 23/02/2014

Resenha Necrópolis
Fui apresentado a Necrópolis por acaso.

Até ler a obra, não conhecia o autor, nem nunca tinha visto nenhuma outra obra escrita por ele, até que vi um anúncio sobre o segundo volume dessa série (A Batalha das Feras) e, por se tratar de uma obra de fantasia e ainda por cima escrita por um autor nacional, logo me interessei.

Criei várias expectativas com relação a essa história e realmente não sabia o que esperar depois de ter lido a sinopse. E posso dizer que minhas expectativas foram atendidas em todos os níveis possíveis.

Douglas MCT nos apresenta por meio de sua obra um mundo extenso, complexo, miscigenado de criaturas, denso e sombrio. Muito sombrio. Esse é um traço marcante que fez com que essa história se diferenciasse de outras que já li. As dunas de areia azul, Nyx e Solux se revezando no céu, fazendo dias curtos e noites longas, reinos, com seus reis e príncipes temíveis, cidades feitas de opala, duendes, fadas, lycans, mercenários, bárbaros sanguinários, faunos, ladrões que se ocultam nas sombras, artefatos místicos e perigosos... Tudo que uma boa história de fantasia pede está presente nesse livro, e com uma boa dose de suspense e terror, com descrições precisas e bem incorporadas à narrativa e com todos os seu elementos muito bem interligados.

A história começa quando uma criança, sob posse de um espírito demoníaco, mata alguns familiares e ameaça o resto da sua família. O pai, desesperado, logo convoca um padre da Ordem dos Senhores do Céu (um grupo especial de padres especialistas em exorcismo). No meio do ritual, o padre liberta o espírito do poderoso demônio e salva a criança. O espírito vai para outro círculo do Universo. Esse prólogo pode parecer um pouco desconexo da história, já que durante boa parte dela o tal demônio não é mais citado, mas ele tem uma importância crucial para o mal que irá se levantar em Necrópolis no futuro.

Passado esse prólogo, a narrativa avança no tempo e vai para Paradizo, uma cidade italiana, onde vive o jovem Verne Vipero. Um órfão que só tem o irmão caçula, Victor Vipero, como família. Criado por uma tutora desde que foi abandonado pelos pais, Verne cresceu ouvindo histórias sobre mundos paralelos à Terra (círculos, oito no total, que formam todo o Universo) e povoados por todo tipo de criatura. Histórias essas contadas pelo ancião de um grupo de ciganos. Verne é um cético. E mesmo sendo fascinado pelos mitos e lendas contados pelo Velho Sanja, todas essas histórias não passam de contos de fadas para ele.

O que ele não esperava era descobrir o quanto estava enganado. E ele descobriu isso da pior forma possível.

Uma pedra misteriosa, de origem até então desconhecida, foi arremessada na catedral abandonada de Paradizo no momento em que Victor, irmão de Verne, e seus amigos brincavam por lá. A pedra tinha um aspecto incomum, era negra e exalava uma fumaça roxa. Logo todos eles entraram em contato com ela e foram intoxicados pelo efeito maléfico da fumaça, o que fez com Victor e seus amigos tivessem um morte horrenda e trágica, que marcaria a história daquela cidade.

Transtornado, tomado pela solidão e pelo desejo de ter o irmão de volta, Verne não se conforma com a morte prematura do caçula. É aí que surge Elói, um cigano misterioso que oferece a Verne a chance de resgatar a alma de seu irmão, já que a morte dele ocorreu no momento inadequado.

Nesse ponto da história é notada a presença dos AIs (amigos imaginários), que são como projeções da alma das crianças, e se manifestam até uma determinada história. Essa foi uma das coisas que não gostei na história, e não captei o real propósito deles, o que rendeu alguns diálogos chatos entre os personagens e seus respectivos AIs.

Em seguida, Elói mostra não ser o que aparenta, e revela a sua origem verdadeira: Necrópolis. E é para lá que Verne deve ir, se quiser ter a chance de lutar pela alma de Victor.

A narrativa do livro é fluida, de fácil assimilação, e logo somos apresentados aos outros personagens, de igual importância para a narrativa: Simas Tales, o ladrão veloz, beberrão e amaldiçoado; a mercenária, bela e sensual, Karolina Kirsannoff e um corujeiro (homem-pássaro) chamado Ícaro Zíngaro, que tem um passado nebuloso.

Em Necrópolis não temos só uma aventura narrada em terceira pessoa, com personagens que só matam, se ferem, e dão continuidade aos eventos programados. A construção dos personagens (principalmente de Verne) é rica em detalhes, e logo a sua busca se torna uma obsessão, um Santo Graal a ser alcançado custe o que custar, e nada mais importa, mesmo que tudo resulte na sua própria destruição. O ceticismo é desfeito aos poucos, e cada um dos outros personagens apresentam suas dualidades, também muito bem exploradas ao longo da narrativa.

A edição é ótima. Contém alguns erros de revisão, mas nada muito comprometedor. A obra é dividida em três partes (fora o prólogo) e está bem revisada, diagramada, com uma capa agradável, um mapa bem detalhado de toda Necrópolis e um glossário no final do livro, com todos os termos, criaturas e lugares citados na história. Há também um prólogo do segundo livro, que promete ser uma continuação digna desse primeiro volume.

Necrópolis é um livro pra quem quer uma aventura fantástica misturada, de forma bem homogênea, com um terror denso e sangrento. É um livro leve de se ler, sem muita pretensão de ser uma obra complexa. Recomendo a leitura, e mal vejo a hora de ter o segundo volume em mãos.


site: http://cafeeespadas.blogspot.com.br/2014/02/resenha-necropolis-fronteira-das-almas.html
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Greyheart 20/01/2014

Fantasia Nacional Sim Senhor!
Li através de um empréstimo muito bem querido de uma amiga que simplesmente ama a série. Digo que senti aquela resistência comum a quem reconhece vários elementos de outras obras e não demora a julgar. No entanto, quando percebi que precisava de um pouco mais de boa vontade notei que a viagem seria interessante, e foi.
Os seres míticos, a construção do mundo, tudo aquilo que tem um ar rpgístico muito forte soou deliciosamente familiar e me senti em casa.
Alguns personagens me cativaram de tal forma que não me esquecerei tão cedo, espero poder reencontrá-los em breve... nos demais volumes. Indico!
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thirtywishes 28/10/2013

"Tudo que tem um começo tem um fim. E um novo começo."
Como uma criança fascinada por poções polissuco e pedras do sol, muito me assustava o constante desinteresse que sentia quando o assunto era fantasia nos últimos anos. Abdiquei quase que completamente da literatura fantástica, e se pudesse contar o número de livros do gênero que li de 2010 para cá, talvez não chegue nem a todos os dedos de uma mão. Mas felizmente, como o meu interesse por terror sempre foi acima do normal, dei uma pesquisadinha e encontrei um subgênero que me apeteceu logo de cara: Dark Fantasy. E é com Necrópolis, um universo sobrenatural repleto de misticismo, que o paulista Douglas MCT conseguiu renascer uma esperança dentro de mim.

Leia a resenha completa no Escolhendo Livros!

site: http://www.escolhendolivros.com.br/2013/10/a-fronteira-das-almas-serie-necropolis.html
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Gabriel 07/05/2013

Necrópolis - A Fronteira das Almas: Uma obra brasileira que não deixa absolutamente nada a desejar para as obras estrangeiras.
Necrópolis é uma obra brasileira de fantasia e aventura muito original e muito bem elaborada, não deixando absolutamente nada a desejar para as obras estrangeiras.
Juntamente com um monge renegado cheio de mistério, um velocista cafajeste, uma mercenária ambiciosa e um garoto-pássaro para lá de intrigante, Verne Vípero embarca em uma jornada épica por mundos e lugares sombrios, enfrentando todo tipo de desafio para conseguir salvar alma do irmão e trazê-lo de volta à vida.
Só tenho elogios a dizer destre primero volume de Necrópolis e recomendo para qualquer bom apreciador da fantasia e da aventura.
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Ramix 03/03/2013

Originalidade X Desenvolvimento
Original, tema fantástico! Tudo o que faltou foi experiência ao autor para trabalhar melhor o livro.
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D4rK_MetaL 23/01/2013

Um livro deveras inspirador. Onde você encontra diversas raças num mundo que poderia ser o seu, e quando você começa a ler, ele passa a ser seu, você se identifica, se prende, se emociona, não consegue parar. Assim é Necrópolis.

Qual foi minha surpresa quando vi logo no inicio que seriam seis livros rs até então os livros eram presentes, que eu não sabia nem sobre o que se tratavam, mas foi eu ler a contracapa, prefácio, acabou minha vida social, não pude parar de lê-lo até as 02:00 hrs de hoje. Uma pena ter acabado tão rápido, sou assim, tenho tanto prazer em ler, ainda mais quando são obras tão complexas e bem escritas, leio sem parar, ai o livro acaba, aquela sensação de "fim de namoro", nostalgia, querendo reler com mais calma...

Os livros em si são épicos. Joguei D&D pelo menos uns 2 anos, e me senti num grande RPG, onde o Verne & Cia eram meus amigos nesta jornada. Vivi intensamente as emoções dele, sofri suas perdas, lutei suas batalhas, me apaixonei.

Dá para perceber que me tornei uma fã incondicional desta serie não é?

Com certeza, indico a quem não leu ainda, LEIA, é uma aventura que você não vai querer perder, garanto que não se arrependerá, personagens incríveis, descrição de cenas e riqueza de detalhes sem igual, uma obra prima.

Só tenho a agradecer ao Marcio Aguiar (meu esposo) que me presenteou com esses dois livros lindos, com certeza, está entre os melhores presentes que recebi até hoje, um convite a aventura.

Também, Agradecer ao autor Douglas Mct, parabenizá-lo pelo grande trabalho, imagino que foram anos de dedicação que eu "devorei" em poucas horas hauahua, desculpe, prometo ler com mais calma e com certeza absorver muito mais desse mundo maravilhoso que você concebeu xD
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Adhemar 18/01/2013

Necrópolis é certamente mais um bom convite a descobrirmos um mundo inteiramente novo. Em um cenário complexo, com personagens de características bem distintas, o protagonista (ao qual definitivamente muitos de nós nos identificamos) deve embarcar em uma jornada que, à primeira vista, pode parecer simples, mas que se desenrola em algo muito maior.

Na minha opinião, o primeiro livro é excelente e com certeza vou ler o próximo da saga.
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Felipe 25/12/2012

para todos os fãs dessa historia eu bolei uma homenagem em meu blog
deem uma olhada
http://thebooksguardians.blogspot.com.br/2012/12/homenagem-dos-mes-necropolis.html
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Sheila 14/12/2012

Resenha: "Necrópolis" (Douglas MCT)
Por Sheila: Oi pessoas! Hoje vim apresentar a vocês mais um livro de um autor brasileiro, na verdade o primeiro livro de uma série. Este livro 1 de Necrópolis intitula-se "A fronteira das Almas. Nosso protagonista é um jovem órfão de 20 anos, Verne Vipero, que vive junto com seu irmão, Victor, de 13 anos, num orfanato na Itália.

Já de início percebemos que há algo que perturba Verne: olheiras, humos irritadiço, discussões sem motivo aparente com seu irmão e a afável administradora do orfanato Sophie Lacet, que tem pelos meninos um carinho especial por ter sido amiga de sua falecida mãe.

Se a princípio o autor nos dá a atender que o mau-humor de Verne tem a ver com sua transição de adolescente à adulto, bem como a uma rivalidade com outro jovem em função de seu amor não correspondido por Arabella Orr, no desenrolar da trama vemos que há outras coisas mais sombrias perturbando o mais velho dos Vipero.

Mesmo seu AI Chax - seu Amigo Imaginário - não consegue fazê-lo melhorar o humor, só o irrita mais. Uma característica importante é que os AIs costumam acompanhar as crianças apenas até os 15 anos, não havendo explicação para o motivo do AI de Verne ainda não tê-lo deixado. Na verdade, os AIs são aceitos pelo mundo adulto, considerados uma parte da personalidade das crianças que será incorporada naturalmente quando for chegada a hora.

Na verdade, os dois parecem levar uma vida pacífica, Verne com seus conflitos e Victor com seus folguedos junto aos amigos e o despertar das primeiras paixonites, quando o impensável acontece: de alguma forma Victor e seus amigos são envenenados por um gás que lhes garante uma morte horrenda e dolorosa. É quando os limites entre o mundo real e a fantasia começam a se romper para Verne Vipero, procurado por um cigano que é mais do que aparenta ser.

"- Sou eu Verne - disse o homem acenando. - Vim como o prometido.
- O que você quer afinal? - indagou com um suspiro aborrecido (...)
- Os membros das outras famílias não me ouviram, então vim na esperança de que você pudesse me ouvir. Me diga: no que você crê?
Foi a vez do rapaz hesitar, tentando compreender a pretensão da pergunta.
- Acredito em mim, acreditava em Victor. Acredito em algumas pessoas, amigos próximos.
- E algo acima disso?
- Você se refere a algo sobrenatural? Não, eu não creio em nada.Nem em assombrações nem em Deus. Sou cético."

No entanto, todo este ceticismo está prestes a ser abalado já que este não é um cigano comum: seu nome é Elói e, na verdade, ele não é deste mundo. Segundo as histórias contados pelo Velho Saja, um dos ciganos anciões, o universo é formado por oito círculos: Sheol, de onde vêm as criaturas demoníacas; Sonhar, lugar onde surgem os devaneios; Magia, habitada por seres encantados; Isolação; Ilusão; Bestial, das feras adormecidas; Moabite e o Círculo da Criação, origem de tudo e todos.

É do sétimo círculo, Moabite, que vem Elói, mas especificamente de Necrópolis, O Mundo do Mortos. Mas o mais surpreendente é ao que Elói se propõe ao procurar Verne: ajudá-lo a procurar pela alma de Victor, seu irmão, antes que ele atinja o Abismo sem volta. Assim, de uma hora para outra, o cético Verne embarcará em uma aventura por um estranho mundo com Zumbis, doendes, gigantes, vampiros e outras criaturas fantásticas que, para ele, só existiam em contos infantis.

"- Não estou vendo nada. Só estamos nós dois neste lugar.
- Tenha paciência.
O rapaz resolveu respirar fundo. Seu ceticismo era maior que ele, e mesmo depois de ter visto fantasmas em seu próprio quarto, ainda resistia a crenças de criaturas do além-mundo (...)
Uma luz diferente surgiu do outro lado do túnel, era intensa, porém pequenina. Alternava as cores branca e dourada, e era o brilho mais belo que Verne já tinha visto.
- Era uma fada Verne - revelou Elói (...)
Recobrado, o jovem Vipero esfregava as mãos com furor. Parecia estar confuso e chegou a pensar que, talvez, apenas quisesse estar confuso. Mas não tinha mais motivos. Ele tinha visto fadas. Não podia mais negar a existência de seres mágicos."

No entanto, como Elói foi banido, não poderá acompanhar o jovem Vipero em sua jornada. Agora, em Necrópolis, Verne encontra novos aliados que o ajudarão em sua busca para resgatar a alma de seu irmão, antes que esta caia no Abismo.

Apesar do elaborado da trama, e a criação de todo um novo mundo por Douglas MCT, com criaturas fantásticas e acontecimentos inesperados, além de possuir uma narrativa ágil e direta, não consegui gostar muito do livro. Primeiro por que ele faz parte de uma série, pelo que Douglas nos diz em sua nota inicial bem extensa, e ficam diversas perguntas que espero serem esclarecidas nos próximos volumes.

Mas principalmente, não consegui me identificar com os personagens, torcer por eles, sofrer com eles, chorar com eles. Mas a capa e a arte do livro ficaram lindíssimas, e dá para ver o quanto o autor é atento aos detalhes, e a leitura é bem fácil, consegui lê-lo em um dia. Assim, recomendo que você (s) leia (m) até para que possamos comparar nossos pontos de vistas ok? Abraços e até a próxima.
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Mari 24/10/2012

Este livro conta a história de Verne Vipero, um garoto cético que mora em um orfanato na Itália com seu irmãozinho Victor. Quando Victor morre tragicamente, Verne confronta suas crenças e vai até Necrópolis, o Mundo dos Mortos, tentar trazer seu irmão de volta.
Douglas MCT nos apresenta um mundo totalmente novo, onde há humanos e criaturas sobrenaturais, algumas conhecidas como os centauros e até novos seres, como os virleornos e corujeiros. A complexidade de Necrópolis é memorável. No Mundo dos Mortos há paisagens diversas, todas – as que aparecem no primeiro livro – muito bem descritas pelo autor.
A determinação de Verne é contagiante, assim como sua conexão com Victor. Eu me identifiquei, e tenho certeza que muitos se identificarão. Além disso, a capa chama atenção, sendo muito bonita, assim como as artes internas do livro – o mapa, principalmente, está lindo. MJ Macedo fez um ótimo trabalho.
O primeiro livro está muito bem amarrado e mal posso esperar para ler o segundo, A Batalha das Feras. Quero continuar acompanhando Verne em sua jornada.
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Carlos Freitas 05/10/2012

Necrópolis - A Fronteira das Almas
Então vamos lá...
Eu não sou grande conhecedor do estilo literário fantástico e por gostar muito desse universo estou me aventurando mais.
"Necrópolis - A Fronteira das Almas" me chamou atenção na 22º Bienal do Livro de São Paulo, realizada neste ano de 2012. Ao ler as orelhas do livro e a sinopse eu fiquei particularmente curioso pela mescla que Douglas MCT faz entre o estilo fantástico e o estilo Horror/Terror.

A narrativa é bastante fluída e fácil de ler e ao adotar a estratégia de capítulos curtos o autor faz com que a dinâmica do livro seja bastante ágil.

A história tem um "que" de quadrinhos (HQs), acredito que por causa da experiência literária do autor com essa vertente de publicações. A edição que comprei foi muito bem feita, com mapa colorido, glossário de termos e gancho final com o volume dois.

Uma pequena ressalva que faço em relação as descrições que Douglas faz de locais e cenários é a insistência, até um pouco exagerada as vezes, em usar os termos "sombrio" e "sombria". Eu acredito que o autor tenta, de tempos em tempos, lembrar o leitor que, quando em Necrópolis, o ambiente, a atmosfera são diferentes do plano real da Terra em que vivemos. Mas eu acho que há um certo exagero provocado pelo receio de que o leitor comece a "iluminar" demais as coisas.

Os personagens e máquinas voadoras são bem criativos e a aliterações de alguns nomes são divertidas de pronunciar e de lembrar. Nota dez para o autor pela criatividade.

Um detalhe importante que me surpreendeu foi que, ao começar a ler, o leitor pode ser levado a pensar que a história é previsível e de roteiro fácil e óbvio, mas ao final da leitura deste primeiro volume da saga o autor deixa as "pontas" da história corretamente preparadas para o próximo livro e o epílogo é criativamente desenhado e sem clichês tradicionais de finais de histórias entre o bem e o mal.

Eu gostei desse primeiro livro da série, me diverti bastante ao lê-lo, e acho que tem potencial para evoluir ainda mais.
Minha expectativa maior é que , por ser uma série de seis livros, não se torne repetitiva pelo meio do caminho até que se tenha conclusão final.

É isso galera. Um abraço!
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