Domínio Sombrio

Domínio Sombrio Val McDermid




Resenhas - Domínio Sombrio


12 encontrados | exibindo 1 a 12


mirna 25/03/2019

Domínio Sombrio
Suspense de primeira, com casos entrelaçados de dois desaparecimento que nos leva a alguns assassinatos em uma trama diabólica. Bem escrito e de fácil leitura mas com um formato diferente na colocação das cenas, sem nenhum capítulo e sim separado por datas e local. Só não gostei da forma como foi colocado o final da história.
comentários(0)comente



Janaina Vieira Writer 04/11/2016

Histórias inesperadas
Adoro Val McDermid, mas esse livro deixa um pouco a desejar quanto ao ritmo e à forma pela qual ela insere as datas. Ora no passado, ora no presente, várias vezes me vi obrigada a folhear o que já tinha lido para entender melhor o deslocamento da trama ao longo do tempo e isso é um pouco cansativo em um livro de mais de 300 páginas.

No entanto, mesmo assim, mais uma vez ela consegue surpreender com uma trama que, de início, faz pensar em duas histórias completamente diferentes, mas que de repente se cruzam tornando-se uma única estrada.

O final é emocionante e conseguiu me arrancar algumas lágrimas ao conhecer a pungente história de um dos personagens, cuja infelicidade parece ter se colado aos seus passos desde sempre. Há histórias reais tão tristes quanto essa, com certeza, porque a natureza humana, em sua horrível e tão perigosa ambiguidade, é capaz de levar a péssimas escolhas, que tantas vezes terminam em tragédias, lágrimas e dor. Em caminhos sem volta. Em fatos que não podem mais ser modificados. As manchas sempre estarão lá, como sombras a perseguir aquele que as escolheu.

Muito bom, recomendado para quem gosta de tramas de suspense com fortes pinceladas emocionais e psicológicas! :)
comentários(0)comente



Pandora 26/05/2016

Val McDermid é uma autora da qual ouço falar (bem) há muito tempo. Estava ansiosa para ler seus livros! E realmente ela é uma boa escritora, os diálogos são inteligentes, tecnicamente ela é ótima. Mas esta história não me pegou.

Minhas considerações são muito parecidas com as do Bruno (26/01/2011); eu só não diria que não o recomendo: acho que é um bom livro, só morno demais para mim. Concordo quando o Bruno compara grande parte do livro a uma tortura: busca, pesquisa, investigação, depoimentos, novos personagens... tudo muito cansativo, muito descritivo... as revelações que vão sendo feitas ao longo da história nem chegam a empolgar, tamanha a ladainha que se teve que aguentar para chegar lá. Não ajudou também o fato de que não me conectei a nenhum personagem, nem mesmo Karen e Parhatka. Há certos aspectos sobre o final que achei coerentes e interessantes; outros não, mas não há como escrever sobre isso sem dar spoiler. O que posso dizer é que pretendo, sim, ler outros livros da Val, mas que este, eu desejei muito terminar.
Claudia 26/05/2016minha estante
Eu gostei mesmo foi do Um Corpo para o Crime, dela; acho que o nome é esse...


Pandora 26/05/2016minha estante
Anotado, Claudia! Vou ler. :)


Lu 27/05/2016minha estante
Dizem que o Canto das Sereias é muito bom.


Pandora 27/05/2016minha estante
Mais um! Vou anotar, Lu! ;)


Janaina Vieira Writer 03/11/2016minha estante
Não é o meu preferido. A trama se arrasta, demora a empolgar.
Os melhores dela, eu acho, são Um corpo para o crime e O canto das sereias.




João 27/01/2016

O livro é ótimo,leitura excelente porém a autora exagerou um pouco no final...
Não sei qual a intenção dela ao fazer o que fez(Só lendo pra saber)..simplesmente desnecessário e acabou por complicar o que já estava praticamente resolvido.Porém não tiro o mérito do livro por isso.
Vale a pena a leitura.
comentários(0)comente



Andrea 31/12/2012

Esse é o terceiro livro que leio da Val McDermid e, provavelmente, o meu favorito entre eles. Os outros dois (Um Corpo Para o Crime e O Eco Distante) são muito bons também e, falando neles, agora não lembro porque dei só quatro estrelinhas...

Pensando bem, no Um Corpo Para o Crime, eu descobri o mistério maior lá pela metade do livro e acho que isso me tirou um pouco da graça. Enquanto lia Domínio Sombrio, tive a mesma sensação e fiquei receosa de a autora cair nessa de “fórmula pronta”.

Na verdade, meio que dá pra você sacar o que está acontecendo na metade também, mas não todo o mistério e não acontece como se poderia esperar. E o legal é que tem revelações até na última página. Não estilo Harlan Coben, mas uma coisa um pouco mais... sutil?

Não li o livro todo de uma vez e, pra ser sincera, não fiquei naquela angústia de saber qual o desfecho, qual a solução do mistério. E isso não desmerece o livro. Eu fui caminhando com a narrativa, pegando as pistas, vendo o que cada personagem descobria e onde se encaixava... Mas ainda tenho algumas dúvidas (SPOILERSeráqueaJennyrealmentesabia?AquelecomeçoeraoMickeoToby?SPOILER).

O final foi do meu jeito favorito: nada de tudo fechadinho e arrumadinho e exposto. E os personagens são um caso à parte: Karen e Phil, dupla incrível; e Novo em Folha e Biscoito arrancando risadas. E, putz, a autora é corajosa. Ela fez uma coisa com um dos personagens que eu imaginei, mas depois pensei: aff, ela não vai fazer isso. Só que ela fez! Cojones.

Meu único porém vai para a divisão dos “capítulos”. Ao invés de simplesmente narrarem o passado, há muitos flashbacks e eu me embolei toda com as datas. Às vezes, confundia passado com presente, até acontecer alguma coisa e eu me situar. Não foi nada a ponto de tirar nota do livro, mas me confundiu algumas vezes.

Não foi um livro policial arrebatador, mas achei tão bom quanto.
comentários(0)comente



Ednelson 04/12/2012

Análise:

“Sempre quis te contar a verdade a seu respeito, mas nunca parecia ser o momento certo. Agora estou morrendo, e você merece a verdade [...]”
—Pág. 321

Saudações, caros leitores! Atualmente algumas escritoras figuram entre as pessoas que adoro quando o assunto é suspense, uma delas é Val McDermid, uma autora escocesa e com cinco livros já traduzidos em nosso país. Confesso que me surpreende constatar a habilidade com que mulheres, muitas vezes tidas como o sexo frágil, conseguem criar tramas de fazer gelar o sangue de alguns homens e talvez até tirar algumas horas de sono. Nunca subestimo o talento de quem quer que seja devido ao fato de ser homem ou mulher, contudo a nossa sociedade ainda carrega certos padrões de pensamentos que se mostram equivocados. A obra que será analisada é “Domínio sombrio”. O primeiro livro que li da Val foi “Sombras de um crime” e o encontro com esta segunda obra foi muito bom, um novo formato, para um novo enredo e a autora conquistou-me ainda mais ao me exibir mais um pouco de sua mente criadora.

A obra começa apresentando uma cena introdutória que não chega a fazer sentido, pois não temos qualquer informação sólida a partir da qual pensa-la, mas estabelece uma incógnita que imediatamente nos fazer tecer mil suposições e querer avançar as páginas para encontrar as peças necessárias para compreender o que o quebra-cabeça quer nos revelar. Acho que, apesar disso ser um recurso clichê em histórias de suspense, é uma ferramenta maravilhosa para estimular a curiosidade, atributo indispensável para uma boa imersão no gênero ao qual o livro pertence. Lentamente é que a cena vai ficando mais clara, mas outras peças aparecem e frequentemente retornamos à ignorância dos fatos e temos de refazer as nossas considerações, apagando algumas observações em nossos “bloquinhos” e assumindo novas hipóteses como bons detetives.

O livro oscila entre presente e passado, sendo as regressões temporais um meio de ilustrar os momentos em que alguém é interrogado ou, por meio de uma conversa, refere-se ao passado. A característica mais instigante é que esses retornos ao passado não seguem uma ordem cronológica sempre (a primeira rememoração não é necessariamente sobre algo antes da segunda, por exemplo), fazendo rapidamente uma visão bem definida do que está velado, mas sempre mostram uma perspectiva singular, onde não deixamos de notar algumas avaliações parciais e assim o leitor é convidado a pesar e levar em conta ou não algumas coisas, adorei a estrutura do livro que nos deixa ser uma espécie de observador invisível, mas que colabora na construção do sentido da obra. É até um desafio conseguir solucionar o mistério antes do desfecho.

Nesta obra, ao contrário de “Sombras de um crime”, não temos uma viagem profunda pela psique de um assassino evidentemente desequilibrado, tarefa que a Val McDermid já me demonstrou saber fazer muito bem a ponto de tornar a leitura frenética, mas sim acompanhamos um processo em que o verdadeiro caráter de algumas pessoas é revelado, demonstrando que às vezes guardamos dentro de nós mesmos autênticos terrenos sombrios, sejam marcados por pegadas de sangue ou apenas informações que nos deixariam em papel embaraçoso. Enfim, todos possuem um domínio sombrio.

A autora também apostou em uma divisão do livro em duas linhas com mistérios distintos, mas que aos poucos começam a cruzar seus contornos e talvez não sejam questões tão distantes uma da outra. Essa alternância de contextos deixou o texto muito dinâmico. Basicamente, as personagens que mais nos auxiliam na resolução do desconhecido são: Karen Pirie e Bel Richmond. Alguns personagens teimam em lutar até onde for possível para conservarem seus cofres de segredos muito bem trancados, mas a dose de ação que vemos não é algo exagerado, nota-se como o mistério é priorizado ao invés de jogos de vida e morte. Dou cinco selos cabulosos ao livro, pois Val McDermid acabou de se confirmar mais uma vez como hábil escritora de suspense, sabendo explorar as mais variadas possibilidades que o gênero oferece e ainda dando uma conclusão inesperada para a história. Recomendadíssimo!

Escrevo no: http://leitorcabuloso.com.br/
comentários(0)comente



Leitor Cabuloso 22/10/2012

Leitor Cabuloso: http://leitorcabuloso.com.br/2012/10/resenha-dominio-sombrio-da-val-mcdermid/
Saudações, caros leitores! Atualmente algumas escritoras figuram entre as pessoas que adoro quando o assunto é suspense, uma delas é Val McDermid, uma autora escocesa e com cinco livros já traduzidos em nosso país. Confesso que me surpreende constatar a habilidade com que mulheres, muitas vezes tidas como o sexo frágil, conseguem criar tramas de fazer gelar o sangue de alguns homens e talvez até tirar algumas horas de sono. Nunca subestimo o talento de quem quer que seja devido ao fato de ser homem ou mulher, contudo a nossa sociedade ainda carrega certos padrões de pensamentos que se mostram equivocados. A obra que será analisada é “Domínio sombrio”. O primeiro livro que li da Val foi “Sombras de um crime” e o encontro com esta segunda obra foi muito bom, um novo formato, para um novo enredo e a autora conquistou-me ainda mais ao me exibir mais um pouco de sua mente criadora.

A obra começa apresentando uma cena introdutória que não chega a fazer sentido, pois não temos qualquer informação sólida a partir da qual pensa-la, mas estabelece uma incógnita que imediatamente nos fazer tecer mil suposições e querer avançar as páginas para encontrar as peças necessárias para compreender o que o quebra-cabeça quer nos revelar. Acho que, apesar disso ser um recurso clichê em histórias de suspense, é uma ferramenta maravilhosa para estimular a curiosidade, atributo indispensável para uma boa imersão no gênero ao qual o livro pertence. Lentamente é que a cena vai ficando mais clara, mas outras peças aparecem e frequentemente retornamos à ignorância dos fatos e temos de refazer as nossas considerações, apagando algumas observações em nossos “bloquinhos” e assumindo novas hipóteses como bons detetives.

O livro oscila entre presente e passado, sendo as regressões temporais um meio de ilustrar os momentos em que alguém é interrogado ou, por meio de uma conversa, refere-se ao passado. A característica mais instigante é que esses retornos ao passado não seguem uma ordem cronológica sempre (a primeira rememoração não é necessariamente sobre algo antes da segunda, por exemplo), fazendo rapidamente uma visão bem definida do que está velado, mas sempre mostram uma perspectiva singular, onde não deixamos de notar algumas avaliações parciais e assim o leitor é convidado a pesar e levar em conta ou não algumas coisas, adorei a estrutura do livro que nos deixa ser uma espécie de observador invisível, mas que colabora na construção do sentido da obra. É até um desafio conseguir solucionar o mistério antes do desfecho.

Nesta obra, ao contrário de “Sombras de um crime”, não temos uma viagem profunda pela psique de um assassino evidentemente desequilibrado, tarefa que a Val McDermid já me demonstrou saber fazer muito bem a ponto de tornar a leitura frenética, mas sim acompanhamos um processo em que o verdadeiro caráter de algumas pessoas é revelado, demonstrando que às vezes guardamos dentro de nós mesmos autênticos terrenos sombrios, sejam marcados por pegadas de sangue ou apenas informações que nos deixariam em papel embaraçoso. Enfim, todos possuem um domínio sombrio.

A autora também apostou em uma divisão do livro em duas linhas com mistérios distintos, mas que aos poucos começam a cruzar seus contornos e talvez não sejam questões tão distantes uma da outra. Essa alternância de contextos deixou o texto muito dinâmico. Basicamente, as personagens que mais nos auxiliam na resolução do desconhecido são: Karen Pirie e Bel Richmond. Alguns personagens teimam em lutar até onde for possível para conservarem seus cofres de segredos muito bem trancados, mas a dose de ação que vemos não é algo exagerado, nota-se como o mistério é priorizado ao invés de jogos de vida e morte. Dou cinco selos cabulosos ao livro, pois Val McDermid acabou de se confirmar mais uma vez como hábil escritora de suspense, sabendo explorar as mais variadas possibilidades que o gênero oferece e ainda dando uma conclusão inesperada para a história. Recomendadíssimo!
comentários(0)comente



31/05/2011

http://ihavethings2do.blogspot.com/2010/11/dominio-sombrio-val-mcdermid.html
comentários(0)comente



Bruno 12/04/2011

Não tão sombrio assim...
Eu sou um grande admirador de livros dos gêneros terror/suspense. Confesso que tenho uma estante literária ainda muito limitada, mas posso afirmar que esse livro não me deu nenhum calafrio, medo, falta de respiração ou ansidade.
O livro é basicamente dividido em 2 partes. A primeira parte, que vai do começo até as fronteiras do final da trama, é apenas uma apresentação de personagens, fatos, e a incansável busca para desvendar o mistério.
Aí que está, essa busca é muito monótona, cansativa, não te surpreende em absolutamente nada.
Quando finalmente a tortura acaba e você chega na segunda parte, que é basicamente as últimas páginas do livro, o mistério é desvendado, e aí sim, ocorre um aumento da adrenalina, a parte macabra do livro é despertada e você pode até sentir um pouco de prazer. Tudo muito ameno, como disse.
Enfim, o livro não me chamou muito atenção, não recomendo.
comentários(0)comente



lu 28/02/2011

O livro entrelaça passado e presnete numa história de sequestro de uma mãe e seu filho, a mãe morre no pagamento do resgaste e o filho desaparece, o caso fica sem solução e o caso é arquivado, mas passados mais ou menos 20 anos o caso é novamente reaberto com novas pistas.
Ao mesmo tempo um novo caso aparece, uma filha da queixa do desaparecimento do seu pai, que sumiu de casa tem mais ou menos 20, a princípio seu foi considerado um fura greve, grande greve de mineiros da região, mas novas evidências mostram que isso pode não ser verdade.

Adoro os livros da autora, eles sempre me prendem, mas para mim o livro Um Corpo para o Crime ainda é o melhor.
comentários(0)comente



XANDINHO 01/02/2011

O PIOR LIVRO QUE JÁ LI
Me desculpe quem gostou... mas sinceramente esse foi o pior livro que já li em toda minha vida... super complicado, a cada página um personagem diferente, parecendo até que a autora se perde na história, deixando os leitores perdidos tambem. Não se consegue achar um personagem central da trama, enfim na minha humilde opinião péssimo livro e não recomendo a ninguem.
comentários(0)comente



Naty 27/10/2010

www.meninadabahia.com.br




- Ai, Jesus - ela gemeu. Nem sequer tinha visto o arquivo do caso
e aquela já estava se transformando numa missão dos infernos.
p. 91


Margaret Thatcher, a dama de ferro do governo inglês, passou por um mandato tempestuoso. E mesmo com o acentuado desemprego, conseguiu se reeleger. Esse é o estopim para a greve de mineiros na Grã-Bretanha, ocorrido entre 1984-85.

Depois dessa grande revolução do operariado mineiro, famílias passaram a morrer de fome, ou viver de doações. Mas nada, nada era pior do que ser fura greve. A morte era preferível.

Vinte e três anos se passam...

Karen Pirie, detetive, se vê em meio a dois casos distintos: uma jovem que informou o desaparecimento do pai, ocorrido quase meio século e uma recente pista de um sequestro ocorrido na mesma época.

Escócia

Mike Prentice, mineiro, desapareceu durante a greve em meados dos anos 80. Foi tachado de fura greve e sua família nunca tentou entrar em contato. Agora, sua filha precisa da ajuda da polícia para localizá-lo. Talvez, ele seja a única pessoa que possa salvar o neto.

Catriona Grand, artista e filha de milionários, é sequestrada juntamente com o filho, Adam, de poucos meses. Durante a entrega do resgate é assassinada e seu filho é raptado pelos sequestradores. Nunca mais se ouviu falar nele.

Itália

De férias, Bel Richmond, jornalista, encontra um titereiro. Mas não um titereiro comum. Ela encontra o titereiro do pedido de resgate de Catriona.

Agora, se passado mais de vinte anos, cabe à Karen desvendar o mistério em torno desses casos complexos.

Através de flashbacks, essenciais para a composição da trama e comuns nas narrativas de Val McDermid, vamos construindo um cenário, no mínimo, intrigante. Os dois casos, considerados distintos, estão mais interligados do que o esperado. À medida que a investigação avança, mais complexa fica. Mentiras, trapaças, traições, falsificações, assassinatos. É como se um vulcão, repleto por delitos, entrasse em erupção.

Domínio sombrio, de Val McDermid (Bertrand Brasil, 364 páginas, R$ 43,00) é um thriller sensacional. Somos impulsionados numa jornada tensa pelo mundo de um crime quase perfeito. Karen é uma espécie de Tatcher da polícia. Cheia de fibra, é uma detetive do tipo aniquilante! Não se deixa corromper pelo sistema. Vai até os confins para descobrir a verdade.

A obra também prima pela riqueza dos detalhes. Conseguimos acompanhar perfeitamente a história e imaginar o cenário, sem nos perdermos pelos flashbacks. Recomendo.
comentários(0)comente



12 encontrados | exibindo 1 a 12


Utilizamos cookies e tecnologia para aprimorar sua experiência de navegação de acordo com a Política de Privacidade. ACEITAR