O Aleph

O Aleph Paulo Coelho




Resenhas - O Aleph


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Danniki 26/03/2019

Não é o melhor livro dele
Ainda acho que 'Veronika decide morrer' e 'Brida' os melhores livros da carreira dele.

site: https://www.instagram.com/livros.daniellamartins/
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Mavi 05/03/2019

"Viver é experimentar, e não ficar pensando no sentido da vida."
Este é o primeiro livro de Paulo Coelho que leio e, apesar da leitura ter sido maçante em alguns momentos, adorei a obra e a maneira como ela profundamente me tocou e me fez refletir. Logo que terminei de lê-lo, passei a acreditar ainda mais na hipótese de que tive vidas anteriores a esta, e que nelas conheci algumas das pessoas com quem convivo hoje, nesta vida. Recomendo.

"O ser humano tem uma gigantesca dificuldade em se concentrar no presente; está sempre pensando no que fez, em como poderia ter feito melhor, quais as consequências dos seus atos, por que não agiu como devia ter agido. Ou então se preocupa com o futuro, o que vai fazer amanhã, que providências devem ser tomadas, qual o perigo que o espera na esquina, como evitar o que não deseja e como conseguir o que sempre sonhou." (pgs. 16 e 17)
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Bah Peruchena 28/02/2019

Apesar das criticas resolvi ler o livro por gostar das obras do Paulo Coelho, achei uma leitura super agradavel, adorei a historia.
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Dárlia Ruth 21/02/2019

Aleph
Esse é o primeiro livro de Paulo Coelho que leio.

Com pitadas de mistério e espiritualidade, o Aleph, descreve, de forma um tanto quanto confusa, uma viagem de trem pela trasiberiana feita por um famoso escritor brasileiro.

Durante a viagem vão acontecendo várias coisas, dentre elas a passagem pelo Aleph - um ponto da terra aonde todas os momentos se encontram - narrado como uma experiência espiritual.

Do começo ao fim , o narrador-personagem está em busca de respostas. Para encontrá-las ele se submete a várias experiências espirituais nos levando a algumas de suas vidas passadas.

Diante de tantas histórias narradas no livro, o presente e o passado se confundem.

Ainda não sei, se tudo o que foi escrito é ficção ou realidade.
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Dani de Casa 03/08/2018

O Aleph
Finalizando mais um livro, deste autor incrível, quem me conhece sabe que tenho todos os livros dele e que ele é o meu autor favorito acima de todos os autores desde os meus 13 anos de idade. Meu ídolo dentre todos os escritores que um dia eu já tive oportunidade de ler.
No começo esse livro me agradou bastante, durante esses dias que estava lendo postei algumas partes do livro por aqui. A história é em volta da sua perda de fé e que ele queria sair em busca de uma nova peregrinação (como fez em 1986 em Santiago de Compostela contado no livro "Diário de um mago") para se reencontrar.
Então ele embarca numa viagem de trem, para África, depois para Europa e, por fim cruzar a Ásia pela ferrovia Transiberiana, no começo estava tudo muito interessante, porém o livro perdeu o encanto pra mim quando ele se apaixona por uma mulher de 21 anos chamada Hilal sendo que ele é casado com a Christina Oiticia desde 1979. O romance começa quando eles se envolvem com o tal de Aleph, um ponto no trem em que viajam e naquele exato espaço eles descobrem que já se conheciam em uma vida passada quando a moça foi condenada a pena de morte em um momento em que Paulo poderia ajudá-la mas não o fez.
Achei um pouco demais... Rsrsrs
O que salvou mesmo são as suas frases, trechos de mensagens de auto ajuda que eu sempre me encanto desde o primeiro livro que li dele na vida. Enfim... Um pouco decepcionada, já fazia algum tempo que eu não lia mais nada dele acho que não escolhi bem o retorno.... Rsrsrs
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jvsalles 03/01/2018

Desperdício de tempo
Foi a minha tentativa de primeira leitura sobre as obras de Paulo Coelho. Talvez tenha escolhido a pior maneira de começar. O tema inicial é bacana, algo que todo mundo deve sentir uma vez na vida, a redescoberta de si próprio. Mas o autor se perde logo no início do livro. Não consegui ler nem 5 páginas, é muita "viagem" com um toque de auto-ajuda. Abandonei.
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Flordelis 28/11/2017

Aleph
Com certeza não é o melhor livro do Paulo mas, vale a pena lê-lo!!!
Gostei desse resumo pra vcs...

O Aleph narra a história do próprio autor em uma viajem de trem que fez pela Russia em 2006. Seguinte Paulo Coelho, ele precisava encontrar o rei do seu próprio reino e elevar seu lado espiritual. Essa viajem por sua vez traz não só o resultado desejado como também outras situações inesperadas.

O livro se inicia de uma maneira bem sólida. Vemos que a busca pela fé é a grande prioridade, porém no começo de sua viajem ele conhece a jovem Hilal que se apaixona por ele. Até então tudo se mantem, mas logo a dinâmica muda quando ambos se deparam com um ponto do trem onde encontram juntos o Aleph.

Aleph é descrito no livro como o ponto que se origina todas as coisas, algo raro e uma sensação genuína que consegue estimular tranquilidade, leveza e paz.

Diria que o encontro com mestre J. até o jantar, assim como as vidas passadas ao qual Paulo Coelho tem contato são os pontos fortes do livro, pois viajamos com o autor num mundo desconhecido em busca do seu verdadeiro eu. Já os negativos diria ser a história romântica platônica de Hilal e Paulo, junto com o quesito "amor de vidas passadas" acaba gerando um certo desconforto. O autor deixa claro que sua esposa está a sua espera e que a ama,mas não deixa se vivenciar várias situações inusitadas com jovem Hilal.
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arianaestrelar 24/09/2017

#Recomendo
Livro maravilhoso, viajei junto fazendo o trans-siberiano atravessando a Russia de trem, com seus 7 fusos horários.
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pelamente.wordpress.com 24/08/2017

(Resenha) Livro - Aleph - Paulo Coelho
Se tem algo que acho interessante nos livros do Paulo é a linha quase invisível sobre o que é real ou não. Aleph me causou este mesmo sentimento já que ele retrata uma viagem à Rússia no ano de 2006 (que ele realmente realizou) e em especial um passeio de trem pela Transiberiana (que também fez parte de sua viagem).
No livro, o personagem estava um pouco "perdido" em sua fé e precisava reencontrar o "rei do seu próprio reino". É quando sucessivos convites por produtores e livrarias da Europa e Ásia são feitos e aceitos, já que Paulo acredita que entregando-se ao inesperado poderá reencontrar-se em sua espiritualidade.
Acho válido ressaltar que aqueles que discordam da doutrina, todo o universo espiritual, vidas passadas e tudo o mais que o autor sempre carrega em seus livros deverá despir-se de seus próprios conceitos para entrar melhor na história... É muito importante ler dentro do contexto que nos é apresentado sem ponderações sobre ser ou não verdade de acordo com nossos dogmas.
Logo no começo desta viagem Paulo encontra Hilal, uma jovem, persistente e petulante violinista que faz todo o possível para permanecer perto do escritor pois acredita que poderá ajuda-lo assim como foi ajudada depois de ler um livro dele há tempos atrás. Mas ele descobre que a mulher pertence à seu passado, em uma outra vida e que ela é essencial em sua viagem e seu processo de cura, perdão e reaproximação.
Como o livro diz, Aleph é o ponto que se origina todas as coisas. Algo raro. Uma sensação genuína que consegue estimular tranquilidade, conforto, leveza e paz e carrega uma mensagem de reencontro, dor e perdão que nos leva à refletir sobre muitos aspectos durante esta viagem de buscas e descobertas.
Recomendo! Boa Leitura!
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Di Maio 24/05/2017

Não é o melhor livro dele
Parece que é unânime que a história é meio sem pé nem cabeça, o misticismo exagerado afasta a proposta de história real, nenhum personagem tem carisma, pelo contrário, o personagem do Paulo Coelho é um ranzinza e a personagem feminina irrita. Se eu puder dar uma dica: leiam o Alquimista. Pode tirar qualquer má impressão do autor.
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Kleber Rafael 02/05/2017

Esperava mais...
O livro é uma narrativa biográfica da viagem de trem Transiberiana que Paulo Coelho realizou em 2006. Um viagem de quase 10mil km, partindo de Moscou na Rússia até a cidade de Vladivostok. Nessa viagem Paulo precisa recuperar sua fé, e ser o rei de seu reino... Em partes a leitura foi interessante, o cenário do trem, das cidades... mas não gostei do desenrolar da história de vidas passadas e tal. Esperava mais desse livro.
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Fabio 16/03/2017

Mais um “paulo”
Sou um leitor insistente do Paulo Coelho. Tentei terminar dois livros famosos livros dele, sem sucesso, alguns anos atrás terminei o primeiro – que não era nenhum dos dois anteriores – e agora finalizo este.

Não é um autor que me atrai, mas uma pequena passagem deste livro me chamou a atenção e eu embarquei nesta viagem com o mago imaginando que seria uma coisa, mas era outra bem diferente. No final, foi boa a viagem mas não pretendo repetir a experiência.

O Aleph é um livro autobiográfico no qual Paulo narra a sua viagem pela Transiberiana. A ferrovia que corta a Rússia de uma ponta a outra do continente. Nessa viagem ele vai ter que se resolver com uma “treta” de alguns anos, ou melhor, algumas vidas atrás e de alguma forma buscar seu caminho para continuar a evoluir.

Gosto de biografias, talvez por isso o livro me prendeu, ainda mais quando começou a acontecer as diversas situações com a moça russa, ou seria turca? Acho que turca. Fiquei o tempo todo pensando, mas o Paulo não é casado, como é que ele conta isso... Será que eu teria a mesma desenvoltura dele, e será que eu, no lugar da mulher dele, teria a mesma visão?

Até onde é ficção ou realidade? Será que aquela moça existe ou existiu mesmo e as situações, serão todas verídicas? Enfim, é um livro interessante que me fez muitas vezes ponderar até onde as autobiografias são ficção ou fatos...
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Sil 13/01/2017

Desisti
Depois de terminar esse livro, desisti de ler Paulo Coelho.
Maiara 25/03/2017minha estante
oi, é tão ruim assim?


Sil 25/03/2017minha estante
Oi, não tanto assim. Mas depois de ler todos os livros dele, cansei do autor. Já não vejo mais magia ou encanto nos livros, infelizmente. Os melhores foram Diário de um mago, Brida, Onze minutos e As Valkirias. Abraço e boa leitura.


Maiara 02/04/2017minha estante
muito obrigada ?




Gil. 19/11/2016

O Aleph
Uma busca pela fé em um encontro consigo mesmo,sai para uma viagem de trem,aonde ocorre paixões inusitadas com momentos marcantes.até que encontra um certo ponto que se originam o Aleph.
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Suelen 16/05/2016

Livro com relatos vividos pelo escritor Paulo Coelho por volta do ano de 2006. Momento em que decide, para surpresa e pavor de sua empresária, em um jantar dizer sim a todos os convites dos editores da qual conversa para visitar os seus países. Isso acaba quase gerando um colapso em sua agenda, mas no fim todos os compromissos são agendados e ele parte para uma longa e cansativa viagem.

O objeto do escritor de aceitar os convites se deu, pois ele se encontrava em um momento de reflexão profunda e sentia sinais de certa monotonia. O que o faz ir ao encontro de uma resposta da qual nem ele mesmo sabia a pergunta. O que sentia era que precisava fazer uma viagem para (re)encontrar a paz interior.

Foram aproximadamente dois meses de viagem percorrendo alguns países da qual tinha prometido uma visita aos editores. Sua esposa o acompanhou nessa viagem. Porém, em algum momento o escritor decide percorrer de trem a ferrovia Transiberiana, considerada umas das maiores ferrovias do mundo para agradar editores e leitores russos. Fazendo esta viagem com alguns leitores selecionados. Neste momento sua esposa entende que ele deve percorrer essa viagem sem ela.

Um ou dois dias antes de embarcar nesta viagem, quando está autografando os livros de seus leitores, uma movimentação estranha é notada e logo se percebe o escândalo que uma fã está fazendo para se aproximar dele e a discussão com os seguranças só aumenta. Ela argumenta que precisa ficar perto dele.

A insistência da menina é tanta que consegue a atenção dele em outro momento e explica que precisa ficar perto dele para protegê-lo. De tanto investidas em se aproximar dele, um amigo de Paulo acaba pagando a viagem da moça chamada Hilal pela Transiberiana por perceber uma ligação entre o escritor e ela.

Hilal era uma talentosa violinista jovem, russa, de 21 anos que não sabia receber não como resposta, motivo pelo qual ela chegou a ser convidada pelo próprio escritor a se juntar a eles em um jantar com autoridades do local onde estavam. Neste jantar a jovem conta sua história que acaba causando desconforto entre os presentes.

No outro dia, eles embarcam na viagem pela Transiberiana e mais uma vez Hilal arruma confusão no momento em que descobre que sua passagem não daria acesso ao vagão em que o escritor se encontrava. Por sua vez, Paulo decide permitir o acesso de Hilal aos vagões reservados a ele e ao grupo que o acompanhava e mais uma vez a atitude dela causa desconforto entre os viajantes.

Durante a viagem, Paulo descobrirá que a ligação que ele tem com a jovem é de outras vidas através do que ele chama de Aleph, descrevendo como um ponto de universo que onde há uma energia que é capaz de que transporta-lo para acontecimentos do passado e com isso entendeu que a ligação que tinha com essa jovem era muito mais forte do que ele podia imaginar.

Impressão:

De modo geral não gostei do livro, apesar de (de acordo com o autor) ser uma história baseada em fatos reais, envolve muito misticismo, espiritismo para ser uma historia real, pelo menos para mim. A descrição do Aleph, que expus na resenha, é como pude entender. A personagem Hilal é a pessoa mais insuportável do mundo e o encontro deles é bem voltado para o lado do sexualismo, onde ela se mostra para ele algumas vezes na viagem, despida. Foi o primeiro livro que li deste autor e talvez eu tenha iniciado pelo livro errado, não sei se voltarei a lê-lo, se os outros livros tiverem essa mesma pegada, muito provavelmente não lerei.

site: http://vivalivraria.blogspot.com.br/2016/05/o-aleph-paulo-coelho.html
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