O Médico e o Monstro

O Médico e o Monstro Robert Louis Stevenson




Resenhas - O Médico e o Monstro


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Julia França 21/04/2017

Clássico!
Não se deixe intimidar pelas poucas páginas do livro, pois o conteúdo dele é riquíssimo, e completo!

Fazer uma resenha a respeito dessa história é um tanto quanto complicado, pois os acontecimentos são previsíveis, eu que não sabia a respeito de nada do enredo, logo saquei durante o desenrolar, porém, a maneira como acontece, as explicações, os elos que o autor abriu durante o trajetória, são fechadas na parte do final, sendo assim não deixando pontas soltas. O assunto abordado no livro é conhecido por sua representação vívida do quanto dentro de nós existe um lado bom e ruim. PE claro que ao ler cada um acaba tirando suas próprias conclusões qual é exatamente a "mensagem" que o autor quis passar.

A história propriamente dita é a respeito de um advogado do Sr. Gabriel Utterson, que recebe o testamento do seu amigo Dr. Jekyll . escrito à mão e um dos seus desejos finais o deixa intrigado pois ele declara que todos os seus bens deveriam ser entregues a um tal de Sr. Hyde. No entanto ninguém sabia quem era esse Sr. Hyde e por mais que perguntasse ao círculo próximo do Dr. Jekyll, ninguém nem ao menos havia ouvido falar dele. Até que um dia o advogado vê um garotinha sendo atropelada "a pé" por um sujeito estranho, meio deformado e horrendo, cujo logo depois descobre que está relacionado ao Dr. E o resto da trama gira em torno do Utterson, tentando descobrir esses mistérios, e claro que mais acontecimentos a por vir. Eu recomendo muito por ser uma novela com elementos de Ficção Científica com um toque de Terror!

Luize 25/04/2017minha estante
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Sayu.Rhee 13/04/2017

O melhor livro
Foi um livro que me prendeu desde o início.
Umas das obras que preciso ler ao menos uma vez por ano. ? Amo demais
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Less 09/04/2017

Não me dou com os clássicos, pelo que parece.
Li e achei entediante, enrolado apesar de ter poucas páginas. A linguagem difícil não foi o problema. A história até é interessante, se fosse contada de outra forma, de um outro ponto de vista. Os personagens, na minha opinião, foram tão mal desenvolvidos. E o final não foi lá grande coisa.
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Rick Muniz 31/03/2017

A luta pela Consciência

“Eu acredito nas pessoas, só não acredito no demônio dentro delas”

O livro de R. Stevenson, “Dr. Jekyll e Mr. Hyde”, conhecido também popularmente como “O médico e o monstro”, encena a dualidade existente no ser humano, mostrando que não existe uma única faceta, ao contrário, a psique humana é um complexo de agregados.
A história é de certa forma uma metáfora para a luta entre o “bem” e o “mal”, mas além disso, mostra que a Consciência Humana é algo complexo, existem muitas facetas ocultas e que não são tão visíveis.
Freud explica isso, kkkk, no inconsciente existe um mundo no qual certos padrões ficam reprimidos, e quando eles vêm à tona, causam um grande estrago.
Simbolicamente, podemos representar o Dr. Jekyll por aquilo que Freud denomina de “Super Ego”, é a parte humana responsável pela moderação, pelo comportamento razoável, pelo julgamento e por um sentido de respeitar a “ordem e os bons costumes”.
Já o “Mr. Hyde”, seria o “ID”, a parte responsável pela pulsão dos sentimentos contidos, que não respeita a ordem, que procura apensas satisfazer os seus desejos egoístas e que representa também o lado “negativo” que existe em todo ser humano.
O conto de Stevenson dialoga com esse pensamento de Freud, mostrando o seu humano como um ser dividido entre muitas “personas” que se complementam num todo harmônico e caótico ao mesmo tempo.
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Cris.Borrego 29/03/2017

Prenúncio ou ficção?
Apesar de ser uma história conhecida de antemão pelo leitor, guarda surpresas a cada página.
E assim, acompanhamos o desenrolar dos fatos e o entendimento pelos demais personagens sobre quem seria o obscuro Mr Hyde.
A ideia principal é bastante original e o último capítulo vale por todo o livro.
Como não associar a dualidade bem x mal com o uso de drogas pesadas como crack? É possível encontrar Mr Hydes a cada esquina em qualquer grande centro urbano tal qual a Londres descrita no livro.
Tai 30/03/2017minha estante
Gostei bastante da sua associação com a dualidade do bem e do mal com os usuários de drogas atualmente, considerando que o próprio doutor Jekyll tinha sua "droga".


Cris.Borrego 06/04/2017minha estante
Mr Hyde representa o obscuro dentro de nós; para mim foi inevitável associar aos dependentes químicos e a crua realidade das cracolândias




mbarbiero 28/03/2017

Excelente argumento, mas...
Com um enredo desses, dava para fazer um desfile de escola de samba, mas o autor preferiu fazer um teatrinho escolar.
Nada contra as escolhas do autor, até porque a lenda diz que ele escreveu a obra em duas semanas, mas poderia ser um clássico do terror com passagens tenebrosas, mistérios quase indecifráveis e, no entanto, virou um livreto de umas 80 páginas de texto.
A vantagem é que se pode trabalhar muitas versões e fazer releituras bem mais interessantes que o original. Nota 3.5
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Tiago.Rodrigues 25/03/2017

O MEDICO E O MONSTRO
Atualmente quando se invoca a questão do natal na Inglaterra vitoriana as opiniões se divergem e em muitos casos se complementam. Para alguns se trata da imagem de um conto de fadas com ruas cobertas de neves, pinheiros decorados, padarias abertas, bolos de frutas e famílias reunidas diante da lareira. Para outros se trata de uma espécie de hipocrisia social institucionalizada uma vez que o natal fornecia os meios através dos quais se reafirmava os ideais da tradicional família burguesa, com seus costumes aparentemente imiscíveis dentro do contexto de uma revolução industrial que havia exacerbado as discrepâncias entre riqueza e pobreza nas grandes metrópoles urbanas. No que se refere a sociedade inglesa do século XIX a “questão natalina”, portanto, preserva no seu cerne aquilo que a caracterizava e aquilo que fez dela uma singularidade absoluta: a dualidade.
Perspectivas opostas como método de interpretação e estudo eram algo que se difundiria ao longo de toda a segunda metade do século XIX, sobretudo nas ciências não exatas como a psicanálise freudiana. O inconsciente, o sobrenatural, o fantástico eram temas recorrentes sendo natural sua incorporação gradual aos meios de criação artística. E nesse contexto que se inserem as historias de fantasmas, características pelo tratamento com o qual a morte é encarada. Para os conservadores vitorianos a morte não era o fim da existência terrena, mas o limiar de uma nova forma de existência, daí porque as historias de fantasmas e terror, chamadas narrativas góticas, escritas para as noites de inverno, serem tão amplamente consumidas
Não há duvidas de que “O medico e o monstro” é um produto que carrega marcas indeléveis de seu tempo. Em 1885, Robert Louis Stevenson, na época com 35 anos de idade e com problemas financeiros, recebeu de seu editor a proposta para criar uma narrativa para o mercado de historias góticas do natal. O resultado foi um dos mais famosos textos já escritos, cuja idéia central serviu de amparo para inúmeras adaptações, seja no cinema ou nos desenhos infantis.
Em “O medico e o monstro” vemos a estranha relação entre o Dr. Jekyll e o Sr. Hyde; indivíduos completamente opostos, mas que mantém uma estranha relação de amizade. Trata-se de uma obra onde o mistério consiste no fator determinante de sua grandeza, portanto quanto menos o leitor souber maior o impacto ao final da leitura. Stevenson explorou a dimensão da subjetividade empregando conceitos científicos de sua época. Conceitos da química, como as reações entre ácidos e bases que resultam na formação de sais – mais estáveis do que seus reagentes – são empregados de forma sutil na construção de uma parábola do dualismo psicofísico da natureza humana.
Hyde é o retrato da vontade humana libertada de todo o racionalismo e de qualquer censo moral fabricado pela orientação dos moldes sociais. A instabilidade desencadeada pela dissociação entre ele e o Dr. Jekyll nos leva a questionar a real relevância de nossos aspectos inconscientes na construção daquilo que somos: Seria de fato um benefício abrir mão de nossa essência primitiva? O grau de dependência entre o irracional e o racional, entre a paixão e a razão não seria uma exigência a nossa preservação?
A natureza humana preserva sua contingência e a manifesta continuamente: ora estamos alegres, ora estamos tristes, às vezes desejamos o bem e às vezes o mal, somos capazes de realizar atos altruístas e também de cometer as maiores barbáries. Essa prevalência intermitente de opostos vai de encontro ao determinismo cientifico do século XIX. Jekyll, um homem racional e de mentalidade cientifica, resolve desafiar sua própria contingência moral ao se propor criar uma substancia capaz de separar nosso lado bom do ruim.
Jekyll e Hyde ambíguos na medida de suas adversidades, e sobrepostos por sua contingência, são as bases para um questionamento no mínimo polemico: existe de fato um conflito de ordem destrutiva entre o bem e o mal ou ambos consistem num engendramento preciso e equilibrado que uma vez desfeito se torna destrutivo? Seria o ser humano perfeito uma síntese dos contrários?

AUTOR
TIAGO RODRIGUES CARVALHO

site: http://cafe-musain.blogspot.com.br/2016/02/atualmente-quando-se-invoca-questao-do.html
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Ana 20/03/2017

O médico e o monstro
E hoje venho aqui trazer pra vocês, uma resenha de minha mais nova aquisição.

Comprei o Box – Mestres do Terror da Editora Nova Fronteira, que traz os clássicos Drácula, Frankenstein e O Médico e o Monstro.

As edições são lindas, capa dura folhas amarelas, uma coisa linda, e como estavam na promoção e eu sempre quis ler Drácula… Comprei.

Só que, pra começar de leve, optei pelo Médico e o Monstro, por ser fino e por eu não conhecer muito bem a história.

Soube da existência da história em 1997 quando vi o o clipe Everybody dos meus lindos, amados e divos Backstreet Boys!! ❤

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Mas nunca me aprofundei no assunto.

Então, ao iniciar a leitura, eu acabei conhecendo o Mr. Utterson, advogado de Dr. Jekyll. Que após um passeio com seu primo, ao passar por uma casa muito estranha e sombria, descobre que lá reside o Mr. Hyde, o misterioso beneficiário de total herança de Jekyll, caso um suposto desaparecimento do mesmo ocorra.

“Naquela noite, Mr. Utterson voltou para sua casa de solteiro num humor sombrio e se sentou para jantar sem prazer. […] Naquela noite, porém, assim que a mesa foi retirada, apanhou uma vela e se recolheu ao escritório. Ali, abriu o cofre, apanhou da parte mais escondida um documento cujo o envelope dizia ‘Testamento do dr. Jekyll’ e sentu-se, o cenho franzido, para estudar o conteúdo. O testamento era hológrafo, pois Mr. Utersson, embora se ocupasse dele agora que estava pronto, havia se recusado a prestar qualquer auxílio à sua elaboração. Determinava não apena em caso de falecimento de Henry Jekyll, medicinae doctor, doutor em direito civil, doutor em ciências jurídicas, membro da Royal Society etc., todas as suas posses iriam para as mãos de seu ‘amigo e benfeitor Edward Hyde, mas também que, caso o primeiro viesse a ‘desaparecer ou ausentar-se de modo inexplicado por qualquer período superior a três meses de calendário’, o citado Edward Hyde seria dono de tudo, sem maiores delongas e livre de qualquer ônus ou obrigação além do pagamento de pequenas quantias aos empregados domésticos do doutor. O documento era havia muito um objeto de aversão para o advogado”
Durante toda a narrativa, acompanhamos o empenho de Mr.Utterson ao tentar solucionar esse grande mistério que é o relacionamento entre Dr. Jekyll e Mr. Hyde.

Eu sempre achei que o livro se tratava de uma narrativa de Dr. Jekyll, mas a verdade é que acompanhamos a história dele sim, só que através das conclusões e descobertas feitas por Utterson.

Ao final do livro, somos contemplados com uma carta de Dr. Jekyll à Mr. Utterson explicando toda sua saga, desde a infância, quando, já ciente de ter uma personalidade diferenciada que precisava ser oculta até o momento de descoberta da divisão desses dois seres, o mal e o aceitável socialmente.

“Foi a partir do lado moral existente em minha própria pessoa que aprendi a reconhecer a profunda e primitiva dualidade do homem; vi que, das duas naturezas que lutavam no campo da minha consciência, podia-se afirmar com correção que eu era qualquer uma as duas mas isso apenas porque e era radicalmente ambas.”
O Médico e o Monstro foi publicado originalmente no ano de 1886, e está sendo o livro mais “velho” que eu já li até o momento! 😀

Achei a história bem interessante e pretendo ver alguma adaptação em breve, porque fiquei bem curiosa em saber como representaram o Mr. Hyde, uma vez que ele é a personificação do lado ruim, da maldade no ser humano, que no caso, era o Dr. Jekyll.

Acho que vale bastante a leitura!!

E aí? Já leu O Médico e o Monstro?? O que achou? Não leu ainda? Pretende ler?? Conta pra gente!! 😉

site: https://literakaos.wordpress.com/2017/02/08/resenha55-o-medico-e-o-monstro-de-robert-louis-stevenson/
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Lindsey 18/03/2017

Muito bom!
Antes de ler esse livro achava que a história era sobre um médico que tomava uma poção e, inesperadamente, se transformava num monstrengo. Lendo descobri que a aparência que ele fica quando se transforma é o de menos. Escrita em 1885, a narrativa fala do Dr. Jekyll, um médico adorado e muito respeitado pela sociedade que faz experimentos em si mesmo buscando entender a psique humana. Em um de seus testes, acaba se transformado em outro corpo e em outra mente, que são o oposto ao seu ‘eu’, e o batiza de Sr. Hyde. Nessa nova realidade se vê livre para agir dentro dessa nova natureza. “Fui o primeiro a poder caminhar aos olhos da sociedade com imensa respeitabilidade e, no momento seguinte, como um garotinho, despir-me dessas qualidades e mergulhar de cabeça no mar da liberdade”, disse o médico. Não é que ele virava um ‘monstro’, quando se transformava apenas deixava transparecer mais sua face Raquel do que Rutinha, entende? E no começo ele se divertiu muito, se sentindo livre das ‘aparências’ que tinha que manter perante a todos. Até a coisa sair de controle. A história fala sobre os dois lados da mesma moeda, sobre ninguém ser 100% do bem ou 100% do mau, numa trama instigante, muito bem escrita, que prende a atenção até a última linha.
* Confira minhas outras resenhas no Instagram @livro100spoiler

site: https://www.instagram.com/livro100spoiler
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Nil 16/03/2017minha estante
Eu não acho o início do livro arrastado. Mas sua resenha está muito boa. Essa relação de bem x mal dentro dos seres humanos é muito bem retratada no livro. Um clássico imperdível!




Erich 08/03/2017

Faltou um acento no titulo
A história começa arrastada, depois vai ganhando um mistério, depois fica chata, mas ai no meio do livro você já descobre o que envolve a trama. Daí pra frente o autor enche o livro com uma verdadeira ladainha desnecessária e maçante, mas você banca e lê. O livro da pra ler numa sentada, mas é tão monótono e previsivel, que você acaba preferindo fazer ou ler outra coisa e vai garimpando este. Os personagens são chatos e muito direto, mas as descrições são bem detalhadas. Não vou dizer que não gostei do livro, como eu costumo dizer: É legal, mas é chato.
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Gessi 16/02/2017

"O doutor Jekyll e o Sr. Hyde são dois ou um?"
"O doutor Jekyll e o Sr. Hyde são dois ou um?"

Fazia tempo que uma história não me impressionava tanto. Com relatos psicanalíticos e filosóficos, Stevenson nos leva pelo caminho que poucos conseguem fazer com tanta maestria: a psique humana. Quem somos nós? Nos conhecemos? Vivemos uma unidade ou dentro de nós brigam terminantemente o bem e o mal? Somos quem pensamos ser? Ou vivemos uma vida de aparências enquanto tentamos afogar nosso lado obscuro?
Essa novela lembrou-me muito O Retrato de Doriam Gray de Oscar Wilde, não pela história que são bem diferentes, mas pelo que elas trazem nas entrelinhas.

Quase não terminava de ler, tamanha a necessidade de voltar pra ler novamente o mesmo capitulo e certificar-me de que eu não tinha deixado nada passar.

Monyele 08/03/2017minha estante
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Marina 13/02/2017

Um dos melhores que já li
LEITURA FINALIZADA: 'Creio que isso se deve ao fato de que todos os seres humanos, quando os encontramos, são uma mistura do bem e do mal - e só Edward Hyde, em meio a toda humanidade, era puro mal.' Pra quem conhece as diversas interpretações do #Medicoeomonstro, sabe que é um dos contos de terror e ficção científica mais bem escritos da literatura. Com poucas páginas, em torno de 80, a narrativa te prende, enche de suspense! O que estaria acontecendo com o Dr. Jekyll? Quem seria o misterioso Mr. Hyde?! Tenho que confessar que esperava muito dessa leitura e ela atendeu as minha expectativas. Narrada através dá visão de Mr. Utterson, advogado e amigo do Dr. Jekyll, conta as estranhas situações em que o protegido do Dr., O Mr. Hyde está envolvido. E fica questão: quem seria Mr. Hyde, e qual o interesse de Henry Jekyll para com ele?! Super indico!
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Monique 05/02/2017

O médico e o monstro
Uma história de terror e mistério, que contesta a dualidade na personalidade do homem.
Henry Jekyll, cavalheiro, médico e homem bom desenvolve um experimento capaz de provar este fato, assim dedicado a descobrir uma maneira de separar o "bom" e o "mal" da natureza humana acaba encontrando toda a maldade do monstro Mr. Hyde.
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JJ 03/02/2017

Gênese da literatura fantástica que dominou o século XX, a obra-prima de Stevenson continua garantindo o prazo do leitor ao incorporar o suspense extraordinário às histórias de mistérios comuns da época. Mesmo sem o impacto do tempo de seu lançamento (pois é difícil não conhecermos o final da trama), aproxima quem lê dos personagens sem esforço e, mesmo tão curto, dá base para questionamentos acerca da dicotomia Bem e Mal. Ótima indicação para incentivar jovens leitores a perderem o medo dos clássicos.
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