O Médico e o Monstro

O Médico e o Monstro
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Resenhas - O Médico e o Monstro


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EllisaAraujo 13/11/2016

O Médico e o Monstro - Recomendo
Um livro surpreendente envolto por mistério, sendo de caráter reflexivo no que se diz respeito a possível existência de duas personalidades no mesmo indivíduo.
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Tiago 09/11/2016

A Dualidade da Alma
A mais de cem anos cativando leitores pelo mundo, O estranho caso do dr. Jekyll e sr. Hyde (mais conhecido como O Médico e o Monstro) acompanhamos o advogado Utterson, que fica sabendo por meio de um parente distante, Sr. Enfield, sobre um indivíduo singular: Numa madrugada, Enfield voltando para casa se depara com uma figura grotesca e sinistra pisoteando uma garotinha. Este indivíduo se chama Sr. Hyde. Utterson conhece o nome pelo Dr. Jekyll, que coloca Hyde como o seu herdeiro em caso de algum mal lhe acontecer. Utterson desconfia que Jekyll esteja sendo chantageado por Hyde, e assim se desenrola a trama.

Junto com Drácula(1897), de Bran Stoker e Frankenstein(1818), de Mary Shelley, O Médico e o Monstro(1886) forma a trindade do horror/terror clássico. A influência desse livro é gigante. Desde livros, musicas, filmes até peças de teatro baseados na obra.
Sem dúvida um dos livros que eu mais queria ler. O Médico e o Monstro atendeu as expectativas. Em parte. A trama é muito bem elabora. O clima de horror/terror é devidamente bem construído. O livro vai bem a fundo na questão do bem e mal. Se somos duas almas (bem e mal) habitando um único corpo. Contudo, acredito eu que seria melhor apreciado se eu não tivesse tido nenhum contado com a história (principalmente em filmes). Nisso se perde um pouco do mistério. Mas nada que atrapalhe o desenrolar da trama.

Um ponto que eu achei muito interessante são os personagens tentando descrever Hyde. Todos concordam que ele tem alguma deformidade, mas ninguém consegue descrever o que, pelo menos nos primeiros capítulos do livro:

“ Não é fácil de descrever. Há algo de errado com suas feições; alguma coisa desagradável, na verdade detestável. Nunca vi um homem com quem eu tivesse antipatizado tanto, e apesar disso nem sei por quê. Ele deve ter algum defeito, dá uma forte impressão de possuir alguma deformidade, conquanto eu não saiba onde. Tem um aspecto incomum, mas nem por isso consigo dizer o que está fora do lugar[...]”

Isso dá maior mistério sobre quem ou o que é Hyde. Deixando você cada vez mais intrigado por essa figura. Um ótimo livro que é mais do que recomendado.
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Camila Peixoto 01/11/2016

O médico e o monstro
O médico e o monstro é um livro publicado em 1886, escrito por Robert Louis Stevenson, um escocês, cuja história é sobre Dr. Jekyll, um renomado médico em Londres, homem de posses, que conciliava o trabalho com experimentos científicos e que através deles busca realizar um desejo secreto.

Primeiro, preciso abrir meu coração e fazer duas considerações:
A primeira delas é Lojas Americanas, amo vocês!
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Joca 27/10/2016

Não às sinopses!
Nunca uma sinopse estragou tanto minha leitura. Sou a favor de que as sinopses façam as mais rasas descrições possíveis - gente, o livro está lá pra você ler! Quando se lê que se trata de uma investigação de assassinatos, e que o livro trata da dualidade do comportamento humano, o que se pode esperar da obra? Simples: o assassino e o personagem que você menos espera são a mesma pessoa! Isso é óbvio! Foi assim que uma leitura que poderia ser surpreendente se transformou numa monótona previsão de enredo. "O Médico e o Monstro" dispensa comentários, mas, ao meu ver, o resumo da história deu dicas demais sobre um possível final. Ainda mais para quem já viu filmes como "Ilha do Medo", "Uma Mente Brilhante", "Passageiros" e tantos outros de finais inesperados.
Enfim, fica aqui uma campanha: diga não às sinopses que estragam as boas leituras! Aff, que raiva!
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Jersianny Lucena 29/09/2016

:)
Sabe aquelas histórias que te prende e que você precisa saber urgente o que acontece no final, pois bem. Este é um desses livros que devorei pra saber o que iria acontecer com Mr Hyde! O livro é do ano de 1886, super antigo e muito bem escrito!

OSB: Não leiam a sinopse antes do livro, nem algumas resenhas por ai, pois a maioria vão dar spoiles! Tenho certeza disso! rsrsr
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Dani 07/09/2016

Resenha: O Médico e o Monstro (e outras histórias), Robert Louis Stevenson
A estória de O Médico e o Monstro é uma dos trabalhos mais famosos do autor, o tema inspirando inúmeras obras. Eu estava curiosa para conferir e me envolvi completamente!
O protagonista é, na verdade, o advogado Mr. Utterson, que um dia sabe, por um amigo, do estranho Edward Hyde, que parece ser o mal em pessoa, provocando grande desconforto inesquecível em quem o conhece.
Surpreende-no saber que Hyde, uma pessoa tão selvagem, é estimado por seu amigo, o amigável e bondoso Dr. Jekyll. Ele tem até um testamento peculiar nas mãos do advogado, onde o principal herdeiro é Hyde.
Este conto me prendeu e me instigou muito, não sentia vontade de pausar a leitura para nada, é realmente intrigante. Também, assustador como o autor joga com o lado bom e lado mal que cada um de nós possui.
Acabou de uma forma súbita, de certa forma, esta estória, mas nada que me deixasse insatisfeita. Apenas é intrigante demais para se desapegar, sabe? HAHA
Bom, essa versão que li, online, traz mais outros dois contos: Olalla e O Tesouro de Franchard. Como gostei muito de O Médico e o Monstro, aceitei de bom grado essa "surpresa" e me pus a ler. Só que, infelizmente, não me agradaram tanto estes dois contos.
O primeiro, Olalla, trouxe uma narrativa extremamente descritiva e cansativa. Eu lia, lia e lia, e não conseguia me prender à estória. Era sobre um general que é recomendado, por seu médico, a descansar na casa de uma certa família, no interior. Lá ocorrem incidentes inusitados, e há um quadro no quarto do hóspede que o intriga muito. Na verdade, eu não sei o que pensar desse conto, não sei exatamente como classificá-lo.
Pensei que iria seguir uma linha sobrenatural, mas não houve nada concreto no fim. Houve tanto mistério para não haver uma grande revelação (e eu só aceito isso nas obras do Junji Ito!). Só um conjunto de personagens esquisitos e um romance (se é que posso chamar assim) mais difícil ainda de engolir.
O terceiro conto, O Tesouro de Franchard, mostrou que, realmente, não haveria, neste livro, outra leitura como a primeira estória. Esta traz como protagonista um doutor que fica intrigado por um garotinho trabalhador. A narrativa não é enfadonha como o conto anterior, mas também não chega a ser interessante.
O personagem é chato com vontade mesmo, e demora bastante para o enredo de verdade aparecer, o tal tesouro. Não foi uma estória que eu amei, mas tenho de admitir que o desfecho trouxe umas ótimas reflexões, então não é uma perda de tempo.
Enfim, eu acho que me decepcionei mesmo com estas outras estórias porque pensava que seriam todas com a mesma essência. Isso atrapalhou bastante e, se fossem livros independentes, não indicaria os outros dois.

site: http://cookiescreamandmint.blogspot.com.br/2016/09/resenha-o-medico-e-o-monstro-e-outras.html
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Dias 05/09/2016

JÁ LI
Meu contato com "O Médico e o Monstro" veio através de uma coletânea de livros de terror, que contém também Drácula e Frankenstein (foto ao lado). De longe, a estória de Stevenson foi a minha preferida, mesmo reconhecendo o valor dos outros clássicos do terror.
Robert Luis Stevenson nasceu em Edimburgo e também era poeta. Costumava também manter diários bastante detalhados sobre suas viagens. Morreu aos 44 anos enquanto tomava uma taça de vinho, e ninguém na época soube explicar a causa da morte repentina.
O título original deste livro é "O Estranho Caso de Dr. Jekyll e Mr. Hyde". Conta a estória de um advogado londrino chamado Gabriel John Utterson, que começa a investigar estranhos acontecimentos e comportamentos de um amigo seu de longa data, o Dr. Henry Jekyll. Gabriel, então, começa a perceber que tais acontecimentos estão relacionados a uma figura misteriosa e um tanto "maléfica" de Edward Hyde.
Hyde começa a espalhar medo e pânico pela cidade, pois comete assassinatos a sangue frio, sem medo, inclusive, das testemunhas que assistem aos crimes. Em um determinado momento, Hyde mata um dos clientes de Gabriel e ele se sente obrigado a aprofundar ainda mais as investigações. Logo, a cada crime que Hyde comete, a polícia aciona Gabriel, pois sabem da determinação dele de ir até o fim neste caso. Neste meio tempo, Gabriel percebe que Jekyll começa a evitar suas visitas e sua companhia, culminando com a morte de um amigo em comum deles, o que deixa Gabriel ainda mais cismado.
Como o livro é de 1886, me darei o direito de falar abertamente sobre ele, sem medo de spoilers. Portanto, se você não quer saber mais detalhes sobre o livro, sugiro pular este parágrafo. Com o desenrolar da investigação, Gabriel descobre que Jekyll e Hyde são, na verdade, a mesma pessoa, e que seu amigo de longa data está passando por problemas de distúrbio de personalidade. Em uma carta deixada posteriormente, Jekyll/Hyde explica que, a partir de uma experiência química mal sucedida, ele é capaz de transitar entre as duas personalidades, e confessa que, em breve, a parte má - Hyde - acabaria vencendo a parte boa - Jekyll. O final da estória não vou contar, mas foi surpreendente, na minha opinião.

Stevenson sempre foi fascinado por escrever e refletir sobre o fato de que, em uma mesma pessoa, possam existir forças contrárias e opostas, como o bem e o mal, a saúde e a loucura. Antes de escrever "O Médico e o Monstro", ele ensaiou abordar este tema em peças de teatro e romances menores, sem ficar satisfeito com o resultado final de ambos. Até que um dia, em um sonho, ele teve a inspiração de três cenas centrais deste livro, e foi quando soube que tinha encontrado a estória certa.
Embora seja categorizado como terror, acho que este livro é mais um terror psicológico do que qualquer outra coisa. No começo, o clima de suspense e violência é marcante e as investigações de Gabriel deixam a narrativa com jeitão de Sherlock Holmes, o que diminuiu o efeito assustador, na minha opinião. Posteriormente, quando as pistas começam a levar a Jekyll, começa uma atmosfera mais sombria, onde o leitor sente que está muito próximo de encontrar as respostas - assim como Gabriel - mas ainda não consegue alcançar exatamente o que está acontecendo. Perto do fim, quando as transições de Jekyll e Hyde ficam mais claras, aí sim se estabelece o clima de terror psicológico.
Gosto muito do tema de dualidade que é abordado no livro. Também gosto do tom mais pessimista da obra, sugerindo que o lado "mal" é mais forte do que o lado "do bem". A questão da dualidade no ser humano é abordada até hoje, de diversas formas e em vários níveis, e acho que Stevenson é um dos autores que soube tratar deste tema de um jeito muito interessante e crítico. Recomendo muito a leitura deste clássico.

site: http://perplexidadesilencio.blogspot.com.br/2016/04/desafio-livros-pelo-mundo-escocia-o.html
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mylla 31/08/2016

Médico e o Monstro
O médico e o monstro é um clássico por diversos motivos. Lançado em 1886, o livro aborda a questão do bem e do mal de uma maneira diferente elevando o debate que começava na época sobre as teorias psicanalísticas. A sociedade inglesa debatia um caso – no qual o livro foi baseado – de um marceneiro que de dia seguia suas responsabilidades e, de noite, roubava as casas dos moradores. Começou aqui a conversa sobre comportamentos dúbios que mais tarde se transformou em “transtorno bipolar”.

O advogado do Dr. Jekyll, Sr. Gabriel Utterson, recebe o testamento do Dr. escrito à mão e um de seus desejos finais o deixa encafifado: se algo acontecer ao Dr., todos os seus bens deveriam ser entregues ao Sr. Hyde. No entanto ninguém sabia quem era esse Sr. Hyde – e por mais que perguntasse ao círculo próximo do Dr. Jekyll, ninguém nem ao menos havia ouvido falar dele.

Quando finalmente conhece Hyde, Utterson sai incomodado mas não entende o motivo. Sua impressão de Hyde não foi das melhores mas ele não sabe explicar porque. Hyde é uma pessoa que incomoda e deixa uma má impressão.

Um ano depois algo terrível acontece: Hyde mata um idoso na rua de madrugada a sangue frio. Uma jovem sentada à janela vê tudo e o entrega à polícia que imediatamente começa a procurá-lo com a ajuda do Sr. Utterson, mas Hyde não pode ser encontrado em lugar nenhum.

Essa época também traz um Dr. Jekyll mais presente na vida dos amigos após um longo período afastado. Ele os convida para jantar, participa de eventos para caridade e parece que tudo está voltando ao normal. Até ele sumir novamente. Poole – empregado do Dr. Jekyll – aparece em desespero na casa do Sr. Utterson e pede sua ajuda. Ele acredita que seu patrão foi assassinado por Hyde que agora se esconde na casa. Os dois correm para lá e encontram Hyde morto.

A temática é pesada, claro, mas o autor aborda um tema essencialmente humano: o bem e o mal em cada um de nós. Afinal, apesar de Dr. Jekyll e Hyde serem dois lados da mesma moeda, um não criou o outro. Eles dividiam o espaço com o desequilíbrio comum em todos – o bem superando o mal ou vice-versa.

O livro é curto e prende a atenção do leitor, então é possível ler em uma tarde tranquilamente. A atmosfera de suspense é trabalhada extremamente bem e o leitor sente o tempo todo a escuridão por trás da história. É um bom livro para jovens leitores justamente por conseguir prender a atenção tão bem. Um clássico para qualquer idade.
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Kallyssa 29/08/2016

classico
muito suspense, mas nada de ação.
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Raya 29/08/2016

Maravilhoso
Muito gostoso de se ler
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Ingrid 18/08/2016

A Dualidade.
Na verdade essa história é bem pequena lembrando um conto.Fala sobre o conflito de um médico com o seu Eu perverso, como se dentro de um ser humano existissem dois, um bom e outro ruim, por diversas vezes eles se misturam. Nessa narrativa o médico não se conforma com seu lado obscuro e quer por todos os meios se livrar dele.

Um belo dia, em seu laboratório,por puro acaso descobre uma substancia que permite separar essas duas metades do ser humano. Ao beber a tal porção ele separa o lado ruim, na verdade ele se torna o lado ruim, puro.Toda a maldade em um só ser.Toda a sua fisionomia se modifica, fica tanto exteriormente quanto interiormente feio, monstruoso, causa asco nas pessoas, horror, repulsa. Ao beber novamente a porção ele se torna normal ( veja bem, eu disse normal, seu lado bom e ruim estão aqui novamente unidos).

A questão é que ele vai gostando de se transformar no seu Eu maligno,sente-se livre de certa forma,o lado tenebroso o seduz , comete alguns crimes e ao voltar o normal tudo passa, pois a pessoa que os cometeu simplesmente não existe.O enredo envole outros personagens que ficam intrigados com essa pessoa de aspecto tão repulsivo que anda pelas ruas e é amigo íntimo do médico.

Na verdade esse livro parece uma grande metáfora da dualidade do ser humano, da busca pelo bem ligado a religião, que também nega e condena o aspecto mal de todo ser humano.Pois o duplo habita cada um de nós, o eu egoísta, mentiroso, iracundo, perverso, invejoso e todos esses sentimentos que negamos em público, mas sabemos que uma hora ou outra está ali tão pertinho de nós. Talvez seja uma crítica a filosofia das religiões em geral, elas não nos ajudam a trabalhar e aceitar os nossos aspectos negativos, apenas os condenam , o yin yang parece ser um fato apenas nas religiões orientais.

No fim, fica a resposta para a pergunta: E qual dos dois lados ganha? Ganha o lado que você mais usar. E essa resposta é real, latente, verossímil, o lado que você mais utilizar ganha, porque ele cresce e fica cada vez mais forte. No livro tem que, obviamente, ler para saber qual lado venceu: o médico ou o monstro?

Eu particularmente gostei da história, essa edição é bonita, tanto a capa quanto o capricho com as páginas, a tradução é boa, fácil leitura e entendimento , embora manteve em um modo geral o rebuscamento da narrativa. O livro também te leva a filosofar quanto a dualidade, certo x errado, bem x mal, pecado x virtude, Deus x Demônio, e você percebe que tudo tem seu oposto, luz e escuridão,se não fosse a luz não existiriam as sombras.Então o equilíbrio , talvez a perfeição não está em ser uma coisa ou a outra, mas tê-las dentro de si. Eu lembro de uma pessoa que admiro muito falando o seguinte: " Deus criou o demônio para que houvesse o equilíbrio, até porque sem o mal não existiria o bem". Será que compreendes?

Um ponto negativo é a pouca exploração dos personagens, não acompanhamos de perto o médico , nem o monstro, tudo se desenrola pelas reflexões e desconfianças de um amigo advogado. Gosto de acompanhar os dramas dos personagens pelas próprias pernonas. Criar laços e eles se tornam bem explorados o que faltou na narrativa, isso a deixa um pouco pobre e superficial.



site: http://aportadomar.blogspot.com.br/
Francelle 18/08/2016minha estante
Ótima resenha, adorei. A metáfora presente a história é, realmente, o que mais me faz querer ler esse livro.


Ingrid 19/08/2016minha estante
Que bom que gostou da resenha. Espero que você leia o livro , vale a pena, e depois me conte sua opinião. Sou curiosa.


Francelle 19/08/2016minha estante
Sim, estou querendo muito ler ele. Claro, te falo a minha opinião sobre o livro sim. =)


Ingrid 20/08/2016minha estante
Combinando então :)




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