O Médico e o Monstro

O Médico e o Monstro
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Resenhas - O Médico e o Monstro


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Dani 07/09/2016

Resenha: O Médico e o Monstro (e outras histórias), Robert Louis Stevenson
A estória de O Médico e o Monstro é uma dos trabalhos mais famosos do autor, o tema inspirando inúmeras obras. Eu estava curiosa para conferir e me envolvi completamente!
O protagonista é, na verdade, o advogado Mr. Utterson, que um dia sabe, por um amigo, do estranho Edward Hyde, que parece ser o mal em pessoa, provocando grande desconforto inesquecível em quem o conhece.
Surpreende-no saber que Hyde, uma pessoa tão selvagem, é estimado por seu amigo, o amigável e bondoso Dr. Jekyll. Ele tem até um testamento peculiar nas mãos do advogado, onde o principal herdeiro é Hyde.
Este conto me prendeu e me instigou muito, não sentia vontade de pausar a leitura para nada, é realmente intrigante. Também, assustador como o autor joga com o lado bom e lado mal que cada um de nós possui.
Acabou de uma forma súbita, de certa forma, esta estória, mas nada que me deixasse insatisfeita. Apenas é intrigante demais para se desapegar, sabe? HAHA
Bom, essa versão que li, online, traz mais outros dois contos: Olalla e O Tesouro de Franchard. Como gostei muito de O Médico e o Monstro, aceitei de bom grado essa "surpresa" e me pus a ler. Só que, infelizmente, não me agradaram tanto estes dois contos.
O primeiro, Olalla, trouxe uma narrativa extremamente descritiva e cansativa. Eu lia, lia e lia, e não conseguia me prender à estória. Era sobre um general que é recomendado, por seu médico, a descansar na casa de uma certa família, no interior. Lá ocorrem incidentes inusitados, e há um quadro no quarto do hóspede que o intriga muito. Na verdade, eu não sei o que pensar desse conto, não sei exatamente como classificá-lo.
Pensei que iria seguir uma linha sobrenatural, mas não houve nada concreto no fim. Houve tanto mistério para não haver uma grande revelação (e eu só aceito isso nas obras do Junji Ito!). Só um conjunto de personagens esquisitos e um romance (se é que posso chamar assim) mais difícil ainda de engolir.
O terceiro conto, O Tesouro de Franchard, mostrou que, realmente, não haveria, neste livro, outra leitura como a primeira estória. Esta traz como protagonista um doutor que fica intrigado por um garotinho trabalhador. A narrativa não é enfadonha como o conto anterior, mas também não chega a ser interessante.
O personagem é chato com vontade mesmo, e demora bastante para o enredo de verdade aparecer, o tal tesouro. Não foi uma estória que eu amei, mas tenho de admitir que o desfecho trouxe umas ótimas reflexões, então não é uma perda de tempo.
Enfim, eu acho que me decepcionei mesmo com estas outras estórias porque pensava que seriam todas com a mesma essência. Isso atrapalhou bastante e, se fossem livros independentes, não indicaria os outros dois.

site: http://cookiescreamandmint.blogspot.com.br/2016/09/resenha-o-medico-e-o-monstro-e-outras.html
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Dias 05/09/2016

JÁ LI
Meu contato com "O Médico e o Monstro" veio através de uma coletânea de livros de terror, que contém também Drácula e Frankenstein (foto ao lado). De longe, a estória de Stevenson foi a minha preferida, mesmo reconhecendo o valor dos outros clássicos do terror.
Robert Luis Stevenson nasceu em Edimburgo e também era poeta. Costumava também manter diários bastante detalhados sobre suas viagens. Morreu aos 44 anos enquanto tomava uma taça de vinho, e ninguém na época soube explicar a causa da morte repentina.
O título original deste livro é "O Estranho Caso de Dr. Jekyll e Mr. Hyde". Conta a estória de um advogado londrino chamado Gabriel John Utterson, que começa a investigar estranhos acontecimentos e comportamentos de um amigo seu de longa data, o Dr. Henry Jekyll. Gabriel, então, começa a perceber que tais acontecimentos estão relacionados a uma figura misteriosa e um tanto "maléfica" de Edward Hyde.
Hyde começa a espalhar medo e pânico pela cidade, pois comete assassinatos a sangue frio, sem medo, inclusive, das testemunhas que assistem aos crimes. Em um determinado momento, Hyde mata um dos clientes de Gabriel e ele se sente obrigado a aprofundar ainda mais as investigações. Logo, a cada crime que Hyde comete, a polícia aciona Gabriel, pois sabem da determinação dele de ir até o fim neste caso. Neste meio tempo, Gabriel percebe que Jekyll começa a evitar suas visitas e sua companhia, culminando com a morte de um amigo em comum deles, o que deixa Gabriel ainda mais cismado.
Como o livro é de 1886, me darei o direito de falar abertamente sobre ele, sem medo de spoilers. Portanto, se você não quer saber mais detalhes sobre o livro, sugiro pular este parágrafo. Com o desenrolar da investigação, Gabriel descobre que Jekyll e Hyde são, na verdade, a mesma pessoa, e que seu amigo de longa data está passando por problemas de distúrbio de personalidade. Em uma carta deixada posteriormente, Jekyll/Hyde explica que, a partir de uma experiência química mal sucedida, ele é capaz de transitar entre as duas personalidades, e confessa que, em breve, a parte má - Hyde - acabaria vencendo a parte boa - Jekyll. O final da estória não vou contar, mas foi surpreendente, na minha opinião.

Stevenson sempre foi fascinado por escrever e refletir sobre o fato de que, em uma mesma pessoa, possam existir forças contrárias e opostas, como o bem e o mal, a saúde e a loucura. Antes de escrever "O Médico e o Monstro", ele ensaiou abordar este tema em peças de teatro e romances menores, sem ficar satisfeito com o resultado final de ambos. Até que um dia, em um sonho, ele teve a inspiração de três cenas centrais deste livro, e foi quando soube que tinha encontrado a estória certa.
Embora seja categorizado como terror, acho que este livro é mais um terror psicológico do que qualquer outra coisa. No começo, o clima de suspense e violência é marcante e as investigações de Gabriel deixam a narrativa com jeitão de Sherlock Holmes, o que diminuiu o efeito assustador, na minha opinião. Posteriormente, quando as pistas começam a levar a Jekyll, começa uma atmosfera mais sombria, onde o leitor sente que está muito próximo de encontrar as respostas - assim como Gabriel - mas ainda não consegue alcançar exatamente o que está acontecendo. Perto do fim, quando as transições de Jekyll e Hyde ficam mais claras, aí sim se estabelece o clima de terror psicológico.
Gosto muito do tema de dualidade que é abordado no livro. Também gosto do tom mais pessimista da obra, sugerindo que o lado "mal" é mais forte do que o lado "do bem". A questão da dualidade no ser humano é abordada até hoje, de diversas formas e em vários níveis, e acho que Stevenson é um dos autores que soube tratar deste tema de um jeito muito interessante e crítico. Recomendo muito a leitura deste clássico.

site: http://perplexidadesilencio.blogspot.com.br/2016/04/desafio-livros-pelo-mundo-escocia-o.html
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mylla 31/08/2016

Médico e o Monstro
O médico e o monstro é um clássico por diversos motivos. Lançado em 1886, o livro aborda a questão do bem e do mal de uma maneira diferente elevando o debate que começava na época sobre as teorias psicanalísticas. A sociedade inglesa debatia um caso – no qual o livro foi baseado – de um marceneiro que de dia seguia suas responsabilidades e, de noite, roubava as casas dos moradores. Começou aqui a conversa sobre comportamentos dúbios que mais tarde se transformou em “transtorno bipolar”.

O advogado do Dr. Jekyll, Sr. Gabriel Utterson, recebe o testamento do Dr. escrito à mão e um de seus desejos finais o deixa encafifado: se algo acontecer ao Dr., todos os seus bens deveriam ser entregues ao Sr. Hyde. No entanto ninguém sabia quem era esse Sr. Hyde – e por mais que perguntasse ao círculo próximo do Dr. Jekyll, ninguém nem ao menos havia ouvido falar dele.

Quando finalmente conhece Hyde, Utterson sai incomodado mas não entende o motivo. Sua impressão de Hyde não foi das melhores mas ele não sabe explicar porque. Hyde é uma pessoa que incomoda e deixa uma má impressão.

Um ano depois algo terrível acontece: Hyde mata um idoso na rua de madrugada a sangue frio. Uma jovem sentada à janela vê tudo e o entrega à polícia que imediatamente começa a procurá-lo com a ajuda do Sr. Utterson, mas Hyde não pode ser encontrado em lugar nenhum.

Essa época também traz um Dr. Jekyll mais presente na vida dos amigos após um longo período afastado. Ele os convida para jantar, participa de eventos para caridade e parece que tudo está voltando ao normal. Até ele sumir novamente. Poole – empregado do Dr. Jekyll – aparece em desespero na casa do Sr. Utterson e pede sua ajuda. Ele acredita que seu patrão foi assassinado por Hyde que agora se esconde na casa. Os dois correm para lá e encontram Hyde morto.

A temática é pesada, claro, mas o autor aborda um tema essencialmente humano: o bem e o mal em cada um de nós. Afinal, apesar de Dr. Jekyll e Hyde serem dois lados da mesma moeda, um não criou o outro. Eles dividiam o espaço com o desequilíbrio comum em todos – o bem superando o mal ou vice-versa.

O livro é curto e prende a atenção do leitor, então é possível ler em uma tarde tranquilamente. A atmosfera de suspense é trabalhada extremamente bem e o leitor sente o tempo todo a escuridão por trás da história. É um bom livro para jovens leitores justamente por conseguir prender a atenção tão bem. Um clássico para qualquer idade.
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Kallyssa 29/08/2016

classico
muito suspense, mas nada de ação.
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Raya 29/08/2016

Maravilhoso
Muito gostoso de se ler
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Ingrid 18/08/2016

A Dualidade.
Na verdade essa história é bem pequena lembrando um conto.Fala sobre o conflito de um médico com o seu Eu perverso, como se dentro de um ser humano existissem dois, um bom e outro ruim, por diversas vezes eles se misturam. Nessa narrativa o médico não se conforma com seu lado obscuro e quer por todos os meios se livrar dele.

Um belo dia, em seu laboratório,por puro acaso descobre uma substancia que permite separar essas duas metades do ser humano. Ao beber a tal porção ele separa o lado ruim, na verdade ele se torna o lado ruim, puro.Toda a maldade em um só ser.Toda a sua fisionomia se modifica, fica tanto exteriormente quanto interiormente feio, monstruoso, causa asco nas pessoas, horror, repulsa. Ao beber novamente a porção ele se torna normal ( veja bem, eu disse normal, seu lado bom e ruim estão aqui novamente unidos).

A questão é que ele vai gostando de se transformar no seu Eu maligno,sente-se livre de certa forma,o lado tenebroso o seduz , comete alguns crimes e ao voltar o normal tudo passa, pois a pessoa que os cometeu simplesmente não existe.O enredo envole outros personagens que ficam intrigados com essa pessoa de aspecto tão repulsivo que anda pelas ruas e é amigo íntimo do médico.

Na verdade esse livro parece uma grande metáfora da dualidade do ser humano, da busca pelo bem ligado a religião, que também nega e condena o aspecto mal de todo ser humano.Pois o duplo habita cada um de nós, o eu egoísta, mentiroso, iracundo, perverso, invejoso e todos esses sentimentos que negamos em público, mas sabemos que uma hora ou outra está ali tão pertinho de nós. Talvez seja uma crítica a filosofia das religiões em geral, elas não nos ajudam a trabalhar e aceitar os nossos aspectos negativos, apenas os condenam , o yin yang parece ser um fato apenas nas religiões orientais.

No fim, fica a resposta para a pergunta: E qual dos dois lados ganha? Ganha o lado que você mais usar. E essa resposta é real, latente, verossímil, o lado que você mais utilizar ganha, porque ele cresce e fica cada vez mais forte. No livro tem que, obviamente, ler para saber qual lado venceu: o médico ou o monstro?

Eu particularmente gostei da história, essa edição é bonita, tanto a capa quanto o capricho com as páginas, a tradução é boa, fácil leitura e entendimento , embora manteve em um modo geral o rebuscamento da narrativa. O livro também te leva a filosofar quanto a dualidade, certo x errado, bem x mal, pecado x virtude, Deus x Demônio, e você percebe que tudo tem seu oposto, luz e escuridão,se não fosse a luz não existiriam as sombras.Então o equilíbrio , talvez a perfeição não está em ser uma coisa ou a outra, mas tê-las dentro de si. Eu lembro de uma pessoa que admiro muito falando o seguinte: " Deus criou o demônio para que houvesse o equilíbrio, até porque sem o mal não existiria o bem". Será que compreendes?

Um ponto negativo é a pouca exploração dos personagens, não acompanhamos de perto o médico , nem o monstro, tudo se desenrola pelas reflexões e desconfianças de um amigo advogado. Gosto de acompanhar os dramas dos personagens pelas próprias pernonas. Criar laços e eles se tornam bem explorados o que faltou na narrativa, isso a deixa um pouco pobre e superficial.



site: http://aportadomar.blogspot.com.br/
Francelle 18/08/2016minha estante
Ótima resenha, adorei. A metáfora presente a história é, realmente, o que mais me faz querer ler esse livro.


Ingrid 19/08/2016minha estante
Que bom que gostou da resenha. Espero que você leia o livro , vale a pena, e depois me conte sua opinião. Sou curiosa.


Francelle 19/08/2016minha estante
Sim, estou querendo muito ler ele. Claro, te falo a minha opinião sobre o livro sim. =)


Ingrid 20/08/2016minha estante
Combinando então :)




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Flávia 06/08/2016

Nosso lado sombrio
Decidi ler este livro depois de ver vários comentários a respeito, mas confesso que desconhecia a história.
Li em pouco tempo porque era difícil largar a leitura de tão envolvente que é, além de muito bem traduzido.
Mostra, de forma fantasiosa e imaginária, uma grande realidade dos dirtúbios da personalidade humana e ainda trata do extremo limite da ambição.
Com certeza recomendo!
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Katy 01/08/2016

Uma grande análise do caráter humano
Para quem curte literatura com apelo psicológico, “O médico e o monstro” é um prato cheio. Criado por Robert Louis Stevenson, este livro aborda o conflito interno pelo qual todos nós passamos, entre o bem e o mal, o certo e o errado.

Não é apenas uma ficção científica fantasiosa, mas uma grande obra que nos faz pensar o que faríamos se pudéssemos realizar todos nossos impulsos (racionais ou não) sem necessariamente ter que arcar com as consequências.

A história se passa na terceira pessoa e conta a história de um médico integro e respeitado pela sociedade, o famoso Henry Jekyll, de seu empregado sinistro, macabro e extremamente cruel, Edward Hyde e o melhor amigo de Jekyll, o advogado Utterson.

Seu ponto de partida é quando o misterioso Mr. Hyde começa a cometer crimes desumanos e grotescos, sendo, assim mesmo, protegido por Dr. Jekyll, o melhor e mais digno médico da cidade. Isso desperta o interesse de Utterson, que fica ainda mais intrigado quando Jekyll lhe entrega um testamento passando todos os seus bens à Mr. Hyde caso ele morresse ou desaparecesse. Estaria Henry Jekyll sofrendo algum tipo de chantagem? Porque o tão benevolente médico protegeria alguém que parece ter apenas o mal dentro de si?

O médico e o monstro fala, sobretudo, sobre a dualidade de personalidades que cada um tem. A questão principal do livro é a seguinte: todos nós temos dentro de cada um o bem e o mal, sendo que um sempre se sobrepõe ao outro. E se pudéssemos separar estes dois lados, fazendo de cada um uma pessoa diferente… Como cada um deles se manifestaria?

É o tipo de livro que faz seus leitores se questionarem a respeito do caráter de cada ser humano e, principalmente, sobre as graves consequências que podemos ter ao agir por impulso. Reflete sobre os ímpetos e desejos ocultos que cada pessoa possui dentro de si e sobre como agiríamos se manifestá-los não tivesse nenhum outro resultado que não fosse a satisfação de nossas vontades.

Surpreendente, intrigante e extremamente verdadeiro quando se refere aos pensamentos e sentimentos que se escondem atrás da conduta de cada um.

site: https://bloggerculturando.blogspot.com.br/2015/07/o-medico-e-o-monstro-robert-louis.html
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Marcinha 22/07/2016

O Médico e o Monstro – Robert Louis Stevenson
Confira a resenha completa deste livro no blog ESTANTE DO HORROR.

“O Médico e o Monstro” de Robert Louis Stevenson é um clássico da literatura de terror, com poucas páginas – uma leitura para menos de um dia, nos apresenta o Dr. Jekyll, um médico renomado e conhecido em Londres no século XIX. Esse médico tem um laboratório e realiza vários experimentos, dentre eles, a tentativa de separar a parte “má” do ser humano. (...)

Confira a resenha completa deste livro no blog ESTANTE DO HORROR.

site: https://estantedohorror.wordpress.com/2016/07/04/livro-o-medico-e-o-monstro-robert-louis-stevenson/
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Thananda 27/06/2016

Chato até não poder mais ******** COM SPOILER *******
Cresci ouvindo falar dessa história, e até então não tinha encontrado a oportunidade para ler esse livro, até que o carro- biblioteca da Biblioteca Pública Estadual Luiz de Bessa lançasse o desafio literário de junho com o tema "crimes e monstruosidades na literatura".

Sinceramente, é muita fumaça pra pouco fogo. O livro fala sobre um doutor que está em conflito com a dualidade do seu ser, um lado bom e racional e simpático, que todos conhecem, e o outro mau, cheio de desejos escabrosos e instintos primitivos, o qual ele tenta ocultar, até que descobre uma fórmula para separar seus dois eus e assim pode viver as duas vidas separadamente e alternadamente sem que uma comprometa a outra. Mas é claro, isso no fim acaba dando bode.

Excessivamente misterioso e cansativo, quem quiser pegar a essência da história sem precisar passar pela chatice de ler o livro todo (pra nada, gatanto!), é só pular direto para o último capítulo, que já serve de resumo e conta tudo que o livro inteiro não deu conta de mostrar. Em suma é uma história bobinha, no qual eu não entendo o porquê de ter alcançado tanta fama. Não valeu o meu tempo perdido com essa leitura, e certamente não valerá o seu.

Não recomendo :(

site: Twitter e instagram ========> @nandatgcs
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Tamires.Dourado 08/06/2016

Gostei
Rápido, sagaz, divertido.
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Felippe.Paiiva 23/05/2016

Aquele tipo de livro em q esperamos muito porém nos decepcionam um pouco, é esse o sentimento q sinto (é claro) depois de ler O Médico e o Monstro, esperava BEM mais dele, esperava altas mortes (sim adoro mortes, de personagens q ñ gosto), esperava terror, esperava até um final diferente (sim conheço a história, porém nunca vi nenhuma adaptação dele, a ñ ser uma na serie Jekyll e Hyde de 2015 e o começo na serie Penny Dreadful, de 2014, mas q só aparece na atual temporada (3ª) e esperava um final diferente pra ele). Uma coisa q senti falta foi o pov do Hyde, temos um no final de Jekyll porém queria um do “monstro”.
Deixando de lado as criticas negativas, eu gostei da leitura, foi uma leitura fácil e rápida, afinal ele é bem pequeno, mas o q mais gostei na leitura, foi a filosofia por trás dele, isso de termos dois lados é pura verdade e Stevenson nos mostra isso através de Jekyll e Hyde muito bem, e me faz pensar apesar de tudo Jekyll tinha culpa pelo q Hyde fazia ou não?! Bem ainda ñ cheguei a uma conclusão nisso, mas e você o q acha disso?!
Por fim, apesar de meio decepcionante (no sentido de ter esperado mais) gostei bastante da leitura e aconselhou quem gosta de uma leitura rápida (ou todo mundo q goste de ler) a ler esse clássico de Robert Louis Stevenson.
PS: Vou fazer uma comparação idiota, mas ñ tem como não a fazer, afinal é uma comparação com dois clássicos de Robert Louis Stevenson, uma coisa q me irritou um pouco em A Ilha do Tesouro (q foi a religiosidade muito presente) em O Médico e o Monstro não me irritou, afinal ñ tem muito.
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Denise 13/05/2016

Quais são nossos monstros?
Ler clássicos tem sido para mim uma experiência muito positiva, pois geralmente são livros que me proporcionam boas reflexões. No caso deste livro, O Médico e o Monstro, não foi diferente. A história não se passa de modo instigante, porém possui uma reflexão final interessantíssima.
A discussão principal do livro, em minha opinião, está baseada na vida do homem moderno em sociedade. Aborda esta fragilidade de aparências, como tentamos conduzir nossa existência dentro de valores morais e éticos que são sacrificantes e colocam tantas limitações em nossos desejos e agressividade. Este livro também me fez pensar sobre casos mais específicos como a adicção, onde há relatos sobre uma necessidade que emerge e transforma o sujeito, como se perde o poder de decisão e se sucumbe ao vício. Também, como creio que seria impossível para mim não pensar, a psicose. O último relato de Jekyll expõe como aos poucos seu eu foi sendo cindido, como Hyde foi se tornando independente e dominador. Assim como em algumas psicoses onde a pessoa não se reconhece mais em seus pensamentos, sente-se dividido e cada vez mais enfraquecido em relação a esse outro que tem poder para fazer o que quer dele.
Enfim, poderia me estender e citar outras coisas que me passaram pela cabeça ao ler este livro, no entanto, opto por encerrar minha resenha e indicá-lo a todos que estejam dispostos a ver além do que aparece escrito.
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Allan 25/04/2016

Fraco e covarde..
Um homem que não aceitou sua própria sombra e, ao negá-la, negou também seu contraponto de luz.
Todo o livro é de uma covardia londrina muito frágil. Imagino que se os ingleses fossem mesmo como são descritos nos livros dos séculos XVIII e XIX a Inglaterra não teria resistido em absoluto a nada!
A história é fraca, os personagens rasos e o mistério inexiste. Não sei dizer se inexiste porque todos hoje já sabem o final ou se porque o autor realmente falha em transmitir esse mistério. Porém há uma autenticidade nos relatos do médico temendo o monstro, que transforma uma obra fraca em algo bom. E o amor que o público tem pela sombra transformou-a em clássico. Uma pena, mas me decepcionou.
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