Correr ou Morrer

Correr ou Morrer James Dashner




Resenhas - Correr ou Morrer


450 encontrados | exibindo 1 a 15
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Karla Lima - @seguelendo 08/02/2018

Sabe quando você adia o início da leitura de uma série porque sabe que ficará ansiosa para ler todo o resto? Pois é! Adquiri os livros e de vez em quando olhava para eles na minha estante e sempre pensava “ainda não” ou “depois começo”. Bem... Esse ano decidi começar. O difícil, agora, é querer parar.
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A obra acompanha Thomas: um jovem que não sabe nada sobre si mesmo além do próprio nome. O garoto acorda em um elevador que o leva a uma clareira onde outras dezenas de adolescentes e crianças encaram uma rotina dura e compartilham um destino cruel. São prisioneros? São experimentos? Estão seguros? O que raios significa tudo aquilo?
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É o que Thomas e nós leitores nos perguntamos a cada novo absurdo com o qual nos deparamos no decorrer da história, mas assim como o protagonista, nós leitores e nenhum dos demais que estão ali dentro sabem como foram parar ali, nem por quê.
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Descobrimos junto com o personagem que a Clareira é o centro de um imenso labirinto sem saída. Descobrimos também que todas as manhãs as portas de pedra se abrem e que de noite se fecham, separando os clareanos das terríveis criaturas que vivem no labirinto.
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Muitas perguntas, poucas respostas, uma certeza: tudo vai mudar…
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Só não sabemos como até as coisas começarem a acontecer.
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É uma obra muito interessante de se acompanhar e instigante. Você sempre quer saber o que vai acontecer depois e os capítulos curtos tornam a frase “só mais um capítulo” recorrentes. E a cada “só mais um” você avança na história e quando vê já está no final do livro.
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Confesso que não fiquei muito cativada pelos personagens em si, não amei ou odiei nenhum e isso foi o que me fez não dar as 5 estrelas. A história, porém, é forte o suficiente para segurar os personagens que não ganham o leitor de cara. Pode ser que nos próximos livros o interesse surja… Vou pagar para ver.

Recomendo muito a leitura. Adoro Distopias e essa é uma que me ganhou facilmente por se tratar de ficção científica, com aventura e doses cavalares de mistério.


site: https://www.instagram.com/seguelendo/
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Dani 02/02/2018

Livros & Café
Imagine a seguinte situação: você acorda, de repente, dentro de um lugar completamente escuro, sem saber exatamente nada sobre sua vida e como foi parar ali. Assustador, não é? Este é o começo de Maze Runner: Correr ou morrer.

A única coisa que Thomas sabe sobre sua vida é o seu nome. Ele não sabe quem eram seus pais, onde morava, o que fazia até chegar à clareira. Assustado, ele tenta entender como chegou aquele lugar e quem o enviou para lá; e o principal, o porquê. Quando chega à clareira, Thomas é recebido por outros garotos iguais a ele; nenhum ali sabe nada sobre si mesmo. Agora, resta a Thomas entender o motivo de estar ali e tentar se adaptar, ou encontrar uma forma de sair. O problema é que não será fácil encontrar uma forma de fugir deste lugar. Os garotos que vivem há mais tempo já tentaram de tudo e não conseguiram. A única coisa que os garotos (clareanos) sabem é que a caixa que trouxe todos até ali, volta uma vez ao mês com suprimentos e com mais uma pessoa.

“– Legal conhecer você, trolho – disse o garoto. – Bem-vindo à clareira.”

A clareira é um espaço enorme, com algumas áreas, como: a cozinha, lugares para plantar, uma sede, um cemitério, uma floresta e, é claro, o labirinto. Este último é uma zona proibida a todos, exceto aos corredores. Somente eles têm permissão de entrar no labirinto e mapear o lugar em busca de uma saída. Todos os dias esse labirinto se abre, possibilitando que os corredores entrem. Em uma determinada hora do dia, ele se fecha, impossibilitando que as criaturas que vivem nele saiam. Se não bastasse essas criaturas (verdugos), o labirinto ainda muda sempre quando as portas se fecham. Para piorar ainda mais a vida de todos, o elevador traz mais uma pessoa: uma garota; a primeira em anos. Com ela, uma mensagem: “Ela é a última”. A partir daí tudo começa a mudar. Coisas estranhas começam a acontecer. Está na hora deles encontrarem uma saída. Entretanto, parece impossível que Thomas e todos os outros, um dia, consigam escapar dali, correto?

“–Parece mesmo um labirinto – sussurrou Thomas, quase rindo para si mesmo. Como se as coisas não pudessem se tornar mais estranhas. Tinham lhe tirado a memoria e o haviam colocado em um labirinto gigantesco. Era tão louco que até parecia engraçado.”

Maze Runner: Correr ou morrer é o primeiro livro de uma trilogia escrita pelo autor James Dashner. Eu comprei este livro ano passado, e consegui lê-lo este mês. Como teve a estreia do terceiro e último filme da trilogia, eu decidi que leria os livros. Eu já assisti aos outros filmes, então, queria muito poder ler o livro e comparar a obra com a adaptação. Como sempre, o livro é muito melhor, com mais detalhes, mais informações e momentos de tensão. O começo do livro serve para nos situar no enredo; entender o que acontece na clareira, conhecer todos que vivem nela e entender o labirinto. A narrativa é feita em terceira pessoa, com o foco no Thomas. Acompanhamos cada passo do protagonista e descobrimos juntos com ele algumas coisas sobre o lugar. Como eu já tinha visto o filme sabia mais ou menos o que esperar, mas, como nem tudo é igual, acabamos vendo mais coisas e descobrindo mais detalhes.

Se eu já gostava dos personagens na adaptação, durante a leitura, meu amor por eles cresceu muito mais. Começando pelo Thomas, nosso querido protagonista que eu adoro. Sempre corajoso, às vezes impulsivo, mas muito leal. Eu gosto muito do personagem, tanto nos filmes, como agora no livro. Minho, outro personagem que amo. Foi muito bom conhecer mais da personalidade dele durante a leitura. Newt, a voz da razão em muitos momentos. Teresa (eu ainda não li o segundo livro, mas já sei que vou ficar com raiva dela), nesse livro eu até que gostei dela pela sua coragem e determinação. E por último, Gally, o insuportável. Nem preciso dizer mais, né?

James Dashner entrega um enredo maravilhoso, envolvente e cheio de enigmas para serem desvendados. O autor possui uma escrita leve, fluida; os capítulos são bem pequenos, com isso, o leitor nem percebe que está avançando cada vez mais. A trama é cheia de mistérios, suspense, ação, muita tensão e uma pitada, bem pequena mesmo de romance. O final do livro é surpreendente e instigante. Nos fazendo querer ler o segundo livro logo em seguida. Se você é fã de distopias, então eu tenho certeza que você vai gostar muito desse livro.

site: www.livrosecafe.com
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Rachel 28/01/2018

: Andei muito ansiosa para começar a trilogia Maze Runner a tempos, e as minhas primeiras impressões com o primeiro livro foram muito boas.
Achei a leitura muito fluida e divertida, temos Thomas que é um dos personagens principais, e uma narrativa em terceira pessoa focada nele, o ritmo do livro é bem rápido e agradável terminei ele em poucos dias, e somos introduzidos aos personagens e vida da clareira que não passa de uma grande comunidade, bem organizada onde cada clareano é selecionado para trabalhar em alguma área diferente, desde ajudar na cozinha a ser um dos corredores que exploram o labirinto e tentam desvenda-lo, em destaque temos os personagens Newt, Alby, Minho e Chuck. Que são muito marcantes e que fazem você se apegar por cada um deles. Eu achei a proposta do livro muito boa. O livro passa uma mensagem muito boa sobre persistência e sobre motivação
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Cast 27/01/2018

Instigante e maduro, mas nada além disso.
Eu li esse livro pela primeira vez na época do lançamento do seu respectivo filme, e na época eu não achei muito interessante e não segui para as sequências. Agora, depois de um tempo, decidi ler a trilogia completa, mas para isso precisaria reler o primeiro, e foi o que fiz.

Maze Runner: Correr ou Morrer, conta a história de Thomas, um jovem que acorda em um elevador sem se lembrar de nada a não ser o própria nome. Quando as portas desse elevador se abrem, o protagonista se vê em um lugar confinado, com vários jovens de sua faixa etária, cheio de perigos e regras de sobrevivência, incluindo um labirinto recheado de criaturas. Deste modo ele deverá se unir aos companheiros de confinamento e tentar achar uma fuga enquanto cada dia reserva mudanças e situações que nenhum de seus colegas jamais viu.

Sinceramente, me surpreendi, pela minha memória esperava uma narrativa sem graça e clichê, depois de ler grandes obras da literatura e adquirir um “know how” e senso crítico maior, esperava uma leitura qualquer, contudo, dentro do meu preconceito, encontrei uma história muito instigante e de fácil absorção. Quando você engrena no mistério, vai até o fim e fica quase tão paranoico quanto o protagonista atrás das respostas (e olha que eu já sabia do final).

James Dashner, autor da obra, tem relativo domínio narrativo de sua história e consegue transmitir a sensação de confusão e perigo de forma extremamente competente. Ao entrarmos na chamada Clareira (local onde os jovens ficam confinados), ficamos como o protagonista, sem saber onde estamos, o que os muros em torno significam e com sede de respostas e explicações. O mistério entorno do labirinto e da razão pela qual todos estão lá é o que mantém nossa atenção do começo ao fim. Ficamos vidrados em qualquer pista que passe pelos olhos de Thomas e pensamos em tudo o que pode significar.

Obviamente esse tipo de leitura é para geração “Harry Potter”, “Jogos Vorazes” etc. (que eu faço parte, ok?), mas é impossível não notar uma certa maturidade na trama. Apesar das piadas oportunas, personagens jovens de fácil identificação e até do vocabulário criado para substituir o uso de palavrões, Maze Runner é bem maduro em sua trama. Mortes, ferimentos e machucados, intrigas e desconfiança de traição. Todos são abordados de forma crua na narrativa, sem usar de eufemismos para disfarçar o estado de personagens em determinados momentos. Além dos aspectos psicológicos, como a sensação de abandono, a necessidade de ordem para evitar mais problemas etc.

Os personagens principais são bem trabalhados. Thomas é um adolescente inteligente e relativamente impulsivo. Temos diversos momentos em que sua forma de agir sem pensar o coloca em situações perigosas. Alby, Newt, Chuck, Minho, são todos bem construídos, suas personalidades são bem definidas e conseguimos nos apegar bem a suas personas, principalmente quando algum passam por momentos difíceis e de forma provação psicológica. Gally é um fraquíssimo antagonista em minha opinião. Ele não se mostra ameaça em momento algum e eu sentia a trama parar toda vez que ele aparecia. Sua opinião e avisos sobre Thomas são simplesmente ignorados por todos, se nem o autor lhe deu importância, eu que não vou dar.

Dentre minhas maiores criticas ao livro está o mau uso de personagens secundários. Sabemos que há em torno de 50 jovens na Clareira e nos concentramos em no máximo 15. Não é criado peso sobre os demais e eles deixam de parecer importantes em determinadas partes, não conseguimos nos importar por eles. Isso dificulta a imersão do universo. Nem mesmo os chamados Encarregados (líderes de grupos específicos) são bem trabalhados, com exceção de 3 apenas (sendo que tem uns 10). Tanto que temos uma “perda” no final do livro que é bem mais impactante (para o protagonista e para nós) que algo que aconteceu momentos antes, eu até não gosto da decisão do autor, sei lá, achei tirado do nada. Deste modo, é estranho como Thomas, novato, passa a representar tanto e ter uma voz tão ativa. Ao menos o livro entende isso e o próprio Thomas relata diversas vezes que não conhece nem metade de seus “companheiros”.

O “microverso” da Clareia é muito bem construído, entendamos a ordem do local e como a mesma se formou. Conseguimos compreender a justificativa de tudo e vemos ela em ação. É tão interessante essa parte do universo do livro que quando percebemos que tudo vai mudar devido a certos acontecimentos, ficamos, de certa forma, tristes, pois é muito rica a construção dessa hierarquia e gostaríamos de vê-la mais em prática. O labirinto traz uma sensação boa de imensidão e dificuldade, só achei os Verdugos meio confusos em suas descrições físicas, acho que o autor extrapolou na sua forma de descreve-los e em momento algum me pareceu ameaçador. A “Transformação” (algo que acontece por quem é picado por eles) me deixa mais agoniado que a presença de tais monstros.

Por fim, Maze Runner é um livro ok, com um mistério que nos segura do inicio ao fim e personagens cativantes. Não há nada de espetacular em suas páginas, nada muito inovador ou relevante, é apenas uma história divertida de se ler. A introdução de certa personagem no meio do livro começa muito boa, mas sua continuação na história demora para acontecer e depois se desenvolve de forma apressada (ela não me cativou, sorry). O último capítulo é bem fraco em termos de criar um gancho para o próximo, se não fosse o epilogo eu não teria tanta curiosidade de ler a sequência. Caso você queria uma leitura simples para passar o tempo, recomendo este, mas não torne prioridade em sua lista de leitura.

site: twitter.com/_therealcast
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Duda 26/01/2018

Quase um jogo de vídeo games...
Sinopse: Já imaginou acordar sem ter lembrança alguma, sem saber quem você é, onde está ou o que está acontecendo, ter acesso a somente um pedaço de suas memorias, o seu nome.
E é exatamente o que acontece com Thomas, que um dia acorda em um elevador escuro que o deixa em um lugar chamado Clareira, com muros altos que se fecham durante a noite e um enorme labirinto mortal que os cercam, na Clareira vivem outros garotos adolescentes os “clareanos” que o apresentam o lugar e a vida lá. Por em quanto tudo está em ordem e seguro até o dia em que o elevador chega com uma garota e um bilhete escrito “Ela é a última” e aí tudo começa a mudar drasticamente.

Resenha: Andei muito ansiosa para começar a trilogia Maze Runner a tempos, e as minhas primeiras impressões com o primeiro livro foram muito boas.
Achei a leitura muito fluida e divertida, temos Thomas que é um dos personagens principais, e uma narrativa em terceira pessoa focada nele, o ritmo do livro é bem rápido e agradável terminei ele em poucos dias, e somos introduzidos aos personagens e vida da clareira que não passa de uma grande comunidade, bem organizada onde cada clareano é selecionado para trabalhar em alguma área diferente, desde ajudar na cozinha a ser um dos corredores que exploram o labirinto e tentam desvenda-lo, em destaque temos os personagens Newt, Alby, Minho e Chuck. Que são muito marcantes e que fazem você se apegar por cada um deles. Eu achei a proposta do livro muito boa, só fiquei meio chateada com o final que foi um pouco previsível, eu gostaria muito de ter visto o labirinto sendo trabalhado mais a fundo durante os outros livros, mas creio que não será mais possível. O livro passa uma mensagem muito boa sobre persistência e sobre motivação. Estou muito ansiosa para continuar a saga e espero muito não me decepcionar.
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Snow 21/01/2018

Sensacional
Vi o primeiro filme e fui comprar o livro e o livro me prendeu totalmente. Comprei o box. Muito fácil a leitura.
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Micaela Cavalcanti 20/01/2018

Me Surpreendeu
Maze Runner narra a história de um garoto que certo dia acorda em um espécie de caixa, e a única coisa de que consegue lembrar é seu nome. Chegando a um lugar chamado Clareira se depara com vários outros garotos.
Por algum motivo o labirinto que cerca a Clareira parece chamar a atenção de Thomas, nosso protagonista. No início todos ignoram ele por ser o novato, não dão a mínima inclusive para sua mais recente obsessão de se tornar um corredor (garotos que correm pelo labirinto), o que causa muita frustração no personagem já que ele não faz a menor ideia do que está acontecendo e ninguém está preocupado em lhe explicar.
Thomas começa a chamar atenção quando as coisas começam a ficar diferentes de como costumava ser antes d'ele chegar, a começar por a chegada de - pela primeira vez - uma garota. Alguns exigem explicação da parte dele, mas ele realmente não lembra de nada. Com tudo o que vem acontecendo, os clareanos precisam se unir para descobrir o mistério que os cercam. O que todos tem em comum? E por que acordaram sem memória em um lugar com, provavelmente, uma única saída?

Eu já tinha visto o filme antes de ler e tinha uma base do que aconteceria. Mas me surpreendeu bastante.

Acontecem várias coisas que não se passam no filme e algumas outras acontecem, mas de forma diferente. Aqui temos um pouco mais de espaço para os outros personagens. E isso ajudou bastante a me apegar a uns e "odiar" outros.

A narrativa é bem leve e gostosa de se ler, apesar de ser em terceira pessoa. Uma coisa que eu adorei foram as palavras usadas para xingar. Eu já tinha visto um pouco disso, mas o livro me deixou mais familiarizada com as palavras. Me peguei rindo em diversos momentos, o que me fez lembrar de quando li Percy Jackson, e foi maravilhoso haha (As histórias não são parecidas eu lembrei por causa das cenas divertidas).

Enfim, indico o livro, afinal, dei cinco estrelas né?
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Raquel.Vila 09/01/2018

Gostei bastante, principalmente do início, mas não sei porque acabei desanimando no início e enrolei pra terminar. Acho que foi ficando um pouco confuso. Mas vou ler os outros com certeza.
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Geane.Gouvea 07/01/2018

Ler pela segunda vez, só trás a tona as mesmas sensações da primeira impressão que ficou, e ainda melhor!
É tipo um: caro leitor, bem vindo a Clareira! Bem vindo ao labirinto! Bem vindo ao quebra cabeça cheio de plong, com vários trolhos, e uma em especial, chamada Teresa. Particularmente meu personagem principal, sempre continua sendo Thomas, mas o vínculo de amizade que se desenvolve, me faz gostar também do Chuck. E que demais o diálogo de Thomas e Teresa por telepatia. E sem dar "spoiler", vale a pena ler até o final, essa agonizante história, e como já dizia o próprio filme: agora tudo vai mudar, iniciar fase 2.
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coruja 29/12/2017

Literalmente correr ou morrer
Thomas acorda, mas parece que de nada adianta abrir seus olhos. Ele está em um lugar totalmente escuro, sem saber onde está, parece que está se movendo, mas não tem certeza, aliás, não tem certeza nem de quem ele é. Após longos minutos de angústia ele chega em um lugar nomeado clareira, que além de grandes muros cercando o lugar e algumas construções de madeiras, que não parecem nem um pouco consistentes, nada mais há. Claro que vivem lá pessoas, ou melhor, meninos. Rodeados por cerca de 60 meninos e grandes muros com uma abertura em cada lado, Thomas está totalmente confuso, perdido e ninguém explica nada. Quando começa a descobrir as coisas descobre que todos que ali estão passaram pela mesma perda de memória e que estar cercado por um Labirinto que a noite se enche de bichos, que foram nomeados Verdugos. Thomas sente que precisa ser um corredor para desvendar os mistérios do tal labirinto. Porém após sua chegada uma menina é enviada e todos desconfiam de ele ter uma ligação com ela, que além de tudo veio com um bilhete enigmático: "Ela é a última"
O livro surpreende por nos prender do início ao fim. Nele a gente se envolve tanto que tenta, junto dos Clareano, desvendar os mistérios que só vão aumentando cada vem mais. A ligação telepatica entre Thomas e Teresa nos faz também desconfiar deles, ao mesmo tempo que a gente os ama.
Fora o enigma do labirinto ainda temos alguns Clareanos que são totalmente contra Thomas, Gally tenta sempre destruir qualquer progresso ou ideia que o novato tenha. Além, é claro, de tentar voltar todos contra Thomas, que muitos desconfiam, mas o apoiam.
Evoluímos com Thomas conforme o livro vai passando, um livro que instiga e te surpreende a cada página. Porém, claro, a escrita flui, mas a divisão dos capítulos acaba atrapalhando um pouco a leitura.
Afinal, Cruel é bom.

site: instagram.com/samara.f_/
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Jaay 18/12/2017

Uma corrida surpreendente!
Maze Runner superou minhas expectativas, (eu assisti o filme antes de lê-lo).
Achava que leria algo parecido ao filme, porém o livro como sempre foi 1000 de vezes melhor !
A história dos clareanos e sua busca implacável pela fuga do labirinto, sem desistir nem um dia, mostrando a importância do trabalho em equipe.

A personalidade dos personagens é simplesmente uma das coisas que mais me impressionou e não eu não gosto do Thomas, um personagem mandão, que quer achar que está sempre certo é que tudo tem que ser feito no tempo dele!
Gostei muito do Newt e do Chuck sempre de bom humor, procurando o lado bom de tudo!
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Karina 04/12/2017

Resenha | Maze Runner – Correr ou Morrer – James Dashner - Livro 1


Após ser enviado para um local chamado Clareira, Thomas descobre que está preso dentro de um enorme labirinto com bestas nomeadas verdugos. Tudo segue um mesmo padrão, os enviados para este local não conseguem se lembrar da sua vida passada, todos são garotos adolescentes e a cada mês a caixa sobe com um novo clareano. Porém com a sua chegada as coisas começam a mudar. Thomas sente dentro de si que precisa desvendar os mistérios do labirinto e se tornar um corredor. No dia seguinte quando Teresa chega a Clareira, todos começam a desconfiar da ligação enigmática entre ele e a jovem. O bilhete que ela traz, parece confirmar o início das mudanças: “Ela é a última”.

Essa foi a primeira vez que li o livro após ter assistido o filme, e para minha surpresa isso não estragou a leitura, pelo contrário fez a minha curiosidade aumentar a cada página. Apesar de terem suas óbvias similaridades, muitos fatos foram modificados no filme. O livro oferece mais envolvimentos e melhor elaboração de alguns acontecimentos. É possível compreender todo o conflito interior do personagem de Thomas e o estranhamento dos demais garotos em relação a ele.

Como em um jogo, onde cada passo leva a uma próxima pista, o livro envolve o leitor dentro do seu ciclo vicioso é correr ou morrer literalmente, fazendo o leitor procurar as respostas junto com os clareanos. Durante dois anos tudo parecia igual e cômodo a todos eles, mas Thomas acende uma chama de esperança para suas mentes perdidas, alimentando-os com suas dúvidas, questionando todos e tudo ao seu redor. Isso faz Gally odiá-lo, enquanto outros preferem segui-lo em sua busca pela verdade como Minho, Chuck e Newt por exemplo.

A telepatia não mostrada no filme.
Desculpem-me pelo Spoiler, mas algo que é realmente interessante neste livro, que se diferencia do filme é saber que Teresa e Thomas são telepatas. Eles conversam em boa parte da história nos momentos mais inesperados possíveis, deixando claro que possuem um vínculo mesmo que esse não seja lembrado. Estou realmente curiosa para saber como essa ligação irá evoluir nos próximos livros da série, afinal “Correr ou Morrer” deixa um gostinho de mais ao que diz respeito à Teresa e Thomas.

“Cruel é bom”. Afinal o que isso quer dizer? Mesmo quando se encontra o que procura, ainda há o que se buscar. Essa é a mensagem final de Correr ou Morrer. Tudo foi apenas o inicio de um grande experimento em andamento, a primeira fase foi concluída, porém existe algo maior a ser desvendado.

Surpreendente, intrigante, envolvente e altamente viciante, não há como parar de ler até a página final. Que segunda fase comece, que venha a Prova de Fogo! #Recomendo

site: http://paraisodoslivros1.blogspot.com.br/2017/12/resenha-maze-runner-correr-ou-morrer.html
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Paraíso dos Livros 04/12/2017

Resenha | Maze Runner – Correr ou Morrer – James Dashner - Livro 1

Após ser enviado para um local chamado Clareira, Thomas descobre que está preso dentro de um enorme labirinto com bestas nomeadas verdugos. Tudo segue um mesmo padrão, os enviados para este local não conseguem se lembrar da sua vida passada, todos são garotos adolescentes e a cada mês a caixa sobe com um novo clareano. Porém com a sua chegada as coisas começam a mudar. Thomas sente dentro de si que precisa desvendar os mistérios do labirinto e se tornar um corredor. No dia seguinte quando Teresa chega a Clareira, todos começam a desconfiar da ligação enigmática entre ele e a jovem. O bilhete que ela traz, parece confirmar o início das mudanças: “Ela é a última”.

Essa foi a primeira vez que li o livro após ter assistido o filme, e para minha surpresa isso não estragou a leitura, pelo contrário fez a minha curiosidade aumentar a cada página. Apesar de terem suas óbvias similaridades, muitos fatos foram modificados no filme. O livro oferece mais envolvimentos e melhor elaboração de alguns acontecimentos. É possível compreender todo o conflito interior do personagem de Thomas e o estranhamento dos demais garotos em relação a ele.

Como em um jogo, onde cada passo leva a uma próxima pista, o livro envolve o leitor dentro do seu ciclo vicioso é correr ou morrer literalmente, fazendo o leitor procurar as respostas junto com os clareanos. Durante dois anos tudo parecia igual e cômodo a todos eles, mas Thomas acende uma chama de esperança para suas mentes perdidas, alimentando-os com suas dúvidas, questionando todos e tudo ao seu redor. Isso faz Gally odiá-lo, enquanto outros preferem segui-lo em sua busca pela verdade como Minho, Chuck e Newt por exemplo.

A telepatia não mostrada no filme.
Desculpem-me pelo Spoiler, mas algo que é realmente interessante neste livro, que se diferencia do filme é saber que Teresa e Thomas são telepatas. Eles conversam em boa parte da história nos momentos mais inesperados possíveis, deixando claro que possuem um vínculo mesmo que esse não seja lembrado. Estou realmente curiosa para saber como essa ligação irá evoluir nos próximos livros da série, afinal “Correr ou Morrer” deixa um gostinho de mais ao que diz respeito à Teresa e Thomas.

“Cruel é bom”. Afinal o que isso quer dizer? Mesmo quando se encontra o que procura, ainda há o que se buscar. Essa é a mensagem final de Correr ou Morrer. Tudo foi apenas o inicio de um grande experimento em andamento, a primeira fase foi concluída, porém existe algo maior a ser desvendado.

Surpreendente, intrigante, envolvente e altamente viciante, não há como parar de ler até a página final. Que segunda fase comece, que venha a Prova de Fogo! #Recomendo

site: http://paraisodoslivros1.blogspot.com.br/2018/01/resenha-maze-runner-prova-de-fogo-james.html
Gabriel 05/12/2017minha estante
É incrível como essa leitura nos envolve.




Gigi 26/11/2017

Apenas duas escolhas, corra ou morra
Neste livro se passa a história de Thomas, um jovem, que em um certo dia acorda em um tipo de elevador/caixa, mas ele não se lembra de nada apenas do próprio nome. Quando acorda ele se encontra em uma clareira cercada por murros, mas ele não está sozinho, outros jovens também estão presos na clareira, sem saber quem os mandou para lá ou o motivo de tudo o que está acontecendo.
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