Os Sofrimentos do Jovem Werther

Os Sofrimentos do Jovem Werther Goethe




Resenhas - Os Sofrimentos do Jovem Werther


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coelhisonfire 15/09/2016

Aparte final desse livro é extremamente angustiante, chega a doer no leitor.
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Kallyssa 29/08/2016

muito bom
super recomendo!
Edson 20/10/2016minha estante
Só por curiosidade: sendo muito bom e super recomendado por você, por que deu apenas duas estrelas?




Matheus Paes 27/08/2016

Não é só um romance
Goethe, um dos patriarcas do romantismo alemão, consegue nos envolver de uma forma tão incrível através das cartas de Werther. Sentimos seu amor, suas angústias, seu desespero. Não é à toa que há relatos de que houve um surto de suicídios após o lançamento do romance. A poesia de Goethe é atemporal. Suas palavras têm uma doce melodia que faz bem a todos que a ouve. E Werther representa todos os eternos românticos que vivem de amores proibidos. Na incerteza, na paciência e na resiliência até o ponto onde não há mais o que fazer além da aceitação. E nem aempre essa aceitação vem da forma mais bonita. Mas são nas tragédias que os heróis são construídos, e Werther é um herói peculiar. Um herói para todos os amantes solitários, para os amantes silenciosos. É um livro especial que deve ser lido por todos. Corações se aquecem quando se tem Werther ao seu lado.
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Luana 15/08/2016

Reflexões filosóficas e história de amor
Quanto às reflexões presentes nas cartas que escrevia ao amigo, Werther foi sagaz e profundo, embora um tanto imaturo quanto às suas pretensões. Foi o melhor aspecto do livro, tinha sacadas que eu relia só para fixar na memória. Já a história de amor propriamente dita não me agradou muito, o amor dele por Lotte era tão romântico e doentio que eu não consegui compreender e aceitar.
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Julya 03/07/2016

Intenso, impactante e triste
O livro marca o início do romantismo alemão, fiel às características e um marco para toda a literatura mundial, que surgiu como um combate ao iluminismo e todo o seu racionalismo. Neste livro, em meio às várias menções a respeito do contexto, somos inseridos na história do jovem Werther, que em parte é um reflexo da vida de Goethe e daqueles que o rodeiam. O livro é um romance epistolar dividido em três partes fundamentais para todo o desenrolar. A primeira parte é a que mais se assemelha com a realidade do autor, em uma quase autobiografia. O jovem Werther relata acontecimentos que de fato aconteceram na vida de Goethe, e outros modificados. Aqueles que o conheceram atestam várias similaridades do personagem com o autor, tanto nos eventos relatados como na personalidade. É neste início que ele conhece Carlota, prometida a Alberto. Desde então, a paz que o jovem buscava e a exaltação da natureza, vão sendo deixados de lado, dando espaço imediato e sendo desenvolvidos à medida que os relatos vão se aprofundando, ao individualismo, sentimentalismo exacerbado, estados melancólicos, pessimismo, angústia, introspecção, dramatismo, culto à mulher, obsessão, subjetivismo, egocentrismo, transcendência; etc. A partir daí, o sofrimento de Werther se aprimora cada vez mais, impossibilitando-o de afastar-se de Carlota, que inclusive, representa Charlotte, por quem Goethe nutria sentimentos na vida real, casada com Kestner, que por sua vez era representado por Alberto. A segunda parte mostra um Werther lutando para se manter afastado de Carlota e de seus sentimentos, indo para longe e levando uma vida diferente. No entanto, com os pensamentos sempre em Carlota, acaba retornando para perto dela. É nessa segunda parte que o interior fragmentado do personagem torna-se mais evidente, e ele mostra-se mais depressivo. Fica claro que o personagem não é capaz de suportar a dor que sente, que o atormenta e o angustia, optando por meios de extravasar os sentimentos e emoções, em busca de uma plenitude, acreditando que a felicidade existe pós-morte, em uma aproximação com Deus e um destino ao lado da amada, vivendo na eternidade. Werther acredita que a morte é a solução para acabar com todos os seus sofrimentos. Na terceira e última parte, é além de ser o desfecho de tudo, é quando o editor, para quem o jovem enviava as cartas, relata os últimos acontecimentos até a morte do personagem. É importante ressaltar que embora Werther se assemelhe em muito com Goethe, este não teve o mesmo fim. Talvez Werther tenha sido - e feito - o que o interior de Goethe ansiava, mas não fez. De qualquer modo, a morte do jovem no livro é uma "adaptação" da morte de Karl Jerusalem - amigo de Goethe por sete anos -, que também cometeu suicídio da mesma forma, se assemelhando nas atitudes antes da morte, o processo e tudo mais. Os sofrimentos do jovem Werther é um livro sensível, profundo e intenso, que teve atribuição de vários suicídios de jovens na época. É impressionante a capacidade do escritor de passar com exatidão todo o sofrimento do Werther, deixando-nos afetados. É um livro triste, mais triste ainda para aqueles mais sensíveis, emotivos, ou que se identificam de alguma forma. Deixo uma dica, para melhor apreciar o livro: sugiro uma pesquisa tanto do contexto histórico, como também da vida do autor, uma vez que é um romance autobiográfico, e como mencionei, com vários acontecimentos reais, alguns impactantes, fortes; como o suicídio de Jerusalem, reescrito no livro como o do próprio Werther.
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Sil 04/05/2016

O DEDO NO GATILHO?
Olá,

sabe aquela pessoa que gosta de se martirizar? de mostrar o quanto sua vida é miserável? pintar o quadro da dor para o mundo? Sim, isso também existe no mundo literário, e não é de agora.

O livro, Os sofrimentos dos jovem Werther, escrito pelo alemão Johann Wolfgang von Goethe, ou simplesmente Goethe, é um dos clássicos que te deixam muito sem esperança na vida. Como o próprio título sugere, nosso personagem principal se chama Werther, e ele sofre por um amor impossível de ser consumado, por meio de cartas, o mocinho vai contando à um amigo, as suas aflições amorosas.

Detalhe: Após a publicação do livro, houve uma onda de suicídios pela Europa, à qual foi chamada de efeito Werther, porém nunca foi comprovado que o livro tenha influência real nesses acontecimentos.

Abraços e boa quarta feira

site: http://www.colunadovale.com.br/o-dedo-no-gatilho/
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Mi 29/03/2016

Apaixonantemente perfeito
Li em pouco tempo. Presentei um amigo muito especial com ele, mas não dei somente o livro, também foram junto meus pensamentos acerca da vida. sinto que jamais dei presente tão especial a alguém. fiz diversas anotações no decorrer dele, marcando as partes que me cativavam muito e tambem as palavras que me faziam lembrar de algo. Sobre o autor, possui uma escrita perfeita e emocionante, não há mais o que dizer apenas o perfeito. Espero que Felipe tenha gostado tanto quanto eu gostei, em segredo o chamo de minha Lotte,
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Raquel 29/03/2016

Livro para jovens desafortunados pelo amor não correspondido....

Escrito em 1774, mais de dois séculos depois, essa obra de Goethe ainda figura entre os cem livros mais lidos do mundo. É importante entender o contexto da obra para melhor apreciá-la durante a leitura. Os Sofrimentos do Jovem Werther é tida como a autobiografia fictícia do próprio Goethe entrelaçada com a história real de Karl Wilhelm Jerusalem, tendo o mesmo fim trágico do seu personagem. Temos aqui, uma obra epistolar, no qual durante um ano e sete meses, Werther, um jovem escritor e desenhista, escreve para seu amigo Wilhelm contando sobre o amor que sente por Carlota, objeto da sua obsessão e longe do seu alcance, por encontrar-se comprometida a outro homem.
O livro é considerado o marco inicial do romantismo na Europa. O escritor apresenta-nos um lado intensamente devastador do amor não correspondido. Antes, a solidão para o jovem Werther era algo acalentador e benéfico, agora com todas as suas esperanças depositas naquela que é dona de suas afeições, vê-se preso a uma obsessão, falta-lhe plenitude e paz de espírito para desfrutar da vida. Na narrativa é exposto o lado mais intimo de Werther pela exposição dos seus pensamentos e sentimentos. Ao leitor perspicaz é possível ainda notar, a transformação de personalidade ao longo da narrativa; antes calmo e sereno que se satisfazia com as coisas comuns, agora é perturbado por um amor impossível.
Outro ponto interessante são as referências literárias utilizadas pelo protagonista para embasar seu martírio sentimental. São citados, por exemplo, a teoria do amor de Platão (no qual amor é a busca da beleza, da elevação em todos os níveis); ainda temos referência às obras de Homero no primeiro livro e a Ossian em consonância com turbulências de espírito de Werther. Há uma transformação abrupta conforme ele deixa de venerar as coisas que o cercam e centra toda a intensidade do seu coração na admiração pela amada. Não haveria mais contentamento algum em viver, apenas Carlota lhe causava satisfação:

-Não posso dirigir minhas preces senão a ela

Considero o livro como se fosse um diário intimo do personagem pois aqui compartilhamos os sentimentos mais profundos desse jovem apaixonado. Toda a narrativa é centrada no desfortúnio e sua infelicidade. A escrita de Goethe é incomparável, e me pergunto o porque não li antes, até mesmo porque a professora não o incluiu nas aulas de literatura na qual fazia referência ao romantismo?! A reflexão sobre como a obsessão/idealização de algo conduz ao vazio é o tema central da obra de Goethe. Conhecido como o livro dos apaixonados, era por vezes encontrado entre os pertences daqueles que viam no suicídio a solução para o suplício da alma apaixonada. Na época da sua publicação, alguns alegaram que o livro foi responsável por uma onda de suicídio entre os jovens, o que teria incutido certo arrependimento no autor pela produção da obra. Outra peculiaridade é que os trajes que o jovem usava no momento que conheceu Carlota tornou-se moda para os desafortunados românticos da época. Simbolismo para os "amores impossíveis", os sofrimentos do jovem Werther transportou as barreiras do tempo e continua como importante referência para o movimento literário do romantismo. Intenso, dramático e peculiar, com certeza essa é uma obra clássica importante que merece destaque na estante de qualquer leitora.

- Ah, ninguém me poderá dar o amor, a alegria, o calor e o prazer, se tudo isso não estiver dentro de mim mesmo, e com um coração repleto de felicidade não poderei fazer feliz a outrem, se ele permanecer frio e sem forças diante de mim.

Seria grave se todos não tivessem uma vez na vida uma época em que Werther parecesse escrito para si (Comentário presente na introdução do livro na edição da Martins Fontes).
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Camila 14/03/2016

Inventei de ler esse livro por causa do personagem Dan dos livros Gossip Girl ( ele é obcecado por ele , e eu só li os doze livros Gossip Girl pelo Dan). Mas o livro é muito bom , com vários trechos que me tocaram bastante , muito lindos .
P.S.: É muito triste
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A.Soares 12/03/2016

Vamos esclarecer umas coisinhas:
1. Esse livro não conta a história de um triangulo amoroso, o Werther NÃO faz parte do romance que acontece na história;
2. Werther NÃO é um psicopata / sociopata. Ele só não é maduro;
3. O nome do livro é "Os sofriemntos do jovem Werther", ou seja, é o WETHER sofrendo (muito embora, a unica pessoa que tem motivos pra sofrer nessa hisoria é a coitada da Charllote), aguente
ele se lamentar.
4. O livro é ótimo, quem enche o saco é o Werther mesmo.

Em resumo, NÃO seja um Werther da vida.
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Nena 25/02/2016

A construção do personagem é uma mistura do próprio Goethe e de um amigo morto em circunstâncias trágicas. Praticamente tudo q é narrado no livro, foi real. Um jovem apaixona-se de uma forma quase obsessiva por uma moça comprometida, tendo seu noivo como um amigo sincero. Um drama poético. Fiquei interessada qdo li q esse romance causou uma onda de suicídio entre jovens, sendo necessário até proibir sua circulação em alguns países. Acho q se fosse hj, o máximo q aconteceria com Wether era ser diagnosticado como psicopata compulsivo obsessivo.
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Luciano Luíz 24/02/2016

OS SOFRIMENTOS DO JOVEM WERTHER, de GOETCHE conta a estória (história se você preferir) de um rapaz que se apaixona por uma moça. Porém, ela é noiva. Então ele faz o possível para estar próximo dela a maior parte do tempo. No entanto, mesmo quando o noivo chega de viagem, lá está Werther na salinha ou no campo junto do casal, como se fosse um amigo (quase) perfeito. Só que o tempo vai passando e ele ficando cada vez mais obcecado pela garota. Ela quer ser fiel ao seu futuro marido, mas também começa a sentir algumas (leves) vertigens pela paixão arrebatadora de Werther. No fim das contas, ele não mais suporta e se mata. Simples, não?!
A narrativa é fluente. Composta por cartas que Werther escrevia para familiares e uma pessoa que não é identificada (tem o nome, mas isso não basta). Depois, pelo fato de ter cometido suicídio, um narrador desenha o restante do enredo.
Não é nenhum segredo a trama desse clássico. Pois o próprio título já diz muito do que ocorre nas rápidas páginas. A única parte realmente vagarosa, é quando no final, Werther lê um poema para seu amor.
É um daqueles livros que você tem de ter na estante. O mais curioso é que mesmo sofrendo de tamanho desejo pelo coração da mulher, Werther percebe que está agindo de forma doentia, tem plena consciência de seus atos. E é isso que torna o livro muito bom.
Li em 2010, e desde então tinha vontade de dar mais uma conferida nessa desventura que mesmo tendo um fim trágico, é sem dúvida uma obra atemporal. Um Psicose da paixão.

Nota: 10

L. L. Santos

site: https://www.facebook.com/L-L-Santos-254579094626804/?fref=ts
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Craotchky 16/02/2016

Poético
"Quem é o homem, para ousar lamentar-se a respeito de si mesmo?" pág.13

"Por que é que aquilo que faz a felicidade do homem acaba sendo, igualmente, a fonte de suas desgraças?" pág.64

"Poderia dizer a mim mesmo: És um insensato em busca daquilo que não se encontra neste mundo." pág.18

"Eu recebi, de minha parte, duas bofetadas; notei, com grande satisfação, que eram mais fortes do que aquelas que ela dera nos outros." pág.35

"Anjo, por tua causa é preciso que eu viva!" pág.44

"Rio-me do meu coração... e só faço o que ele quer." pág.98

"Que mundo aquele para onde me leva o poeta sublime!" pág.107

"Tenho-a toda em mim, e o sentimento que experimento por ela absorve tudo. Tenho-a toda em mim, e sem ela tudo é para mim como se não existisse." pág.109

"Só isto basta: ela tomou conta do meu ser." pág.26

"...você não pode odiar aquele que arde assim por sua causa!" pág.158

"Meu amigo, sou um homem perdido! Ela faz de mim o que quer." pág.111

"Sofro tanto, ai de mim! Teria havido, então, antes de mim, homens tão desgraçados?" pág.114

"Oh! Quando o dia há de penetrar na tumba para dizer ao que aí dorme: Desperta!" pág.147

"A natureza humana é limitada: ela suporta a alegria, a tristeza, a dor, até certo ponto; se o ultrapassar sucumbirá. A questão não é saber, pois, se um homem é forte ou fraco, mas se pode aturar medida de sofrimento, moral ou físico, não importa, que lhe é imposta." pág.60-61


"E a ti, homem bom, que sentes as mesmas angústias do desventurado Werther, possas tu encontrar alguma consolação em seus sofrimentos! Que este pequeno livro te seja um amigo, se a sorte ou a tua própria culpa não permitem que encontres outro mais à mão!" pág.11

Lido na edição da Abril Cultural 1971.
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André Souza 10/02/2016

Intenso.
Marco inicial do romantismo europeu e a possível causa de uma onda de suicídios na Europa em 1774, o livro conta a história de Werther, um jovem que escreve cartas ao seu amigo Guilherme sobre sua estada em Wahlheim, seus pensamentos acerca da sociedade e sobre tudo o que rodeia Carlota e sua doente paixão por ela.
Muitas das divagações de Werther ao longo do livro parecem estar escritas sem propósito algum, porém conseguem construir a imagem de um jovem com emoções mais fortes que si próprio e que pensa ser o dono de todas as verdades.
Comecei com um pouco de preconceito por ser em formato de diário e ter me cansado muito em alguns momentos do Diário de Anne Frank, mas me surpreendi muito e com toda a certeza se tornou um dos livros favoritos. A forma como Goethe mostra a construção do amor que um homem sente por uma mulher que, infelizmente, não parou em um degrau saudável, é impressionante.
Super recomendo a leitura desse clássico da literatura mundial que me fez terminar pensando que talvez a onda de suicídios na Europa não tenha sido por amores não correspondidos e sim por saberem que dificilmente leriam algum livro tão bom como ele.
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Shirlei 01/02/2016

Os Sofrimentos do Jovem Werther
Este é um romance de uma alma, uma história interior. Dilacerante, arrebatada, é a história de uma paixão literalmente devastadora.
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