Pollyanna

Pollyanna Eleanor H. Porter
Eleanor H. Porter




Resenhas - Pollyanna


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Alan Ventura 10/03/2011

Há sempre uma razão para se estar contente

Muitas vezes em nossas vidas,tudo o que fazemos é lamentar,seja porque não estamos satisfeitos com nossa aparência,com nossas roupas,com nossa saúde,condição financeira,e uma série de outros fatores.Mas quantas vezes paramos para vislumbrar,e ficarmos contentes com as coisas que já temos,que já fizemos e conquistamos?

Todo ser humano faz planos e mais planos,todos os dias,queremos ter carros do ano,ipods,celulares,roupas impecáveis,relacionamentos maravilhosos,e achamos que isso é viver,mas o que realmente precisamos é viver com o que temos,e deixar de imaginar como seria a nossa vida com o que não temos.

Eleanor H. Porter,criou uma história fascinante,com diálogos desconcertantes para as pessoas que levam a vida com pessimismo e acham que viver é um labirinto de deveres e obrigações.Provando que se todos decidissem ser um pouco mais otimistas em suas vidas,tudo se tornaria mais simples,mais belo e muito,mas muito mais feliz.

Barbie 27/12/2010minha estante
Perfeita descrição, imaginou se todo o mundo brincasse de ser contente? Não haveria lágrimas nem sofrimento. Tudo seria mais significativo e, de repente, a vida teria mais sentido e valor.


Gláucia 28/12/2010minha estante
Todos concluem que esse livro passa uma mensagem de otimismo mas você foi além disso ao observar a incapacidade do ser humano de se satisfazer. Podemos observar por exemplo os adolescentes de hoje em dia, tão jovens e parecem não se encantar muito com nada.
Contundente também um comentário em seu histórico de leitura: "não sei jogar". Estou tentando aprender...


Jow 28/12/2010minha estante
Um tapa na cara de quem acha que a vida é fácil! Alguém que tira uma lição dessas de um livro, entende o que realmente significa viver.
Resenha genial!


Fran Kotipelto 29/12/2010minha estante
Essa resenha é o tipo de coisa que me faz amar cada vez mais a literatura,extrair um pensamento tão foda como esse após ler um livro é algo fantástico.Pode ter certeza de que vou ler esse livro só por causa desta resenha,indubitavelmente a melhor sobre a obra.


Jéssica Santos 17/04/2011minha estante
Disse tudo


Naiara 03/08/2011minha estante
Legal sua visão, mas melhor seria se escrevêssemos e vivêssemos cada palavra dessa resenha...
Porque o real sentindo da vida não é apenas o saber é vivenciar cada, mas cada lição que aprendemos todos os dias seja em livros, seja em musicas seja como for devemos viver e não apenas pensar que vivemos!


Felipe Lamerck 13/10/2011minha estante
que resenha do caralho , e como você sabe não sou muito chegado a resenhas , mas essa foi a única que lí que realmente despertou minha vontade de ler o livro !!


Alan Ventura 16/10/2011minha estante
Leia o livro, é maravilhoso, fico feliz que minha resenha tenha despertado o seu interesse em ler a obra. Abraço.


Felipe Lamerck 17/10/2011minha estante
Realmente necessito ler esse livro !!


Kátrin 25/05/2012minha estante
É o tipico livro que eu quero que todo mundo leia e que eu vou indicar sempre que puder, toda a minha vida!


myyh 11/04/2014minha estante
preciso ler esse livro, já tinham me falado dele, mas o modo como vc fala me faz querer ler mais ainda.




Letícia 10/08/2011

Cupcake de Lexotan
Livro muito bom pra quem coloca o nome da cachorrinha de Vida, gosta de acordar cedo e acha divertido interagir com as pessoas.

O que não é o meu caso.
Thomas J. S. 29/04/2012minha estante
rsrsrs boa resenha.


Gabi 01/11/2012minha estante
O.o achei tão bom... Na verdade eu só tenho 12 anos mesmo, mas tbm não gosto de interagir com pessoas, minha cachorra se chamava Juba e eu ODEIO acordar cedo! Kkk... enfim...


Stella 12/12/2016minha estante
hahahaha amei o sarcasmo


Stella 12/12/2016minha estante
mesmo adorando o livro, me identifico com a sua avaliação. principalmente no que tange a reação da maioria das pessoas à história.




Thais Fraccari 06/01/2011

Clássico, mas na minha concepção: irritante
Sei que vai ter gente que vai querer me jogar pedras por esta resenha, mas a questão é: Não me dei NADA bem com esse livro!

A narrativa é boa e flui bem, não tive nem um problema com a narrativa antiga, sendo que várias pessoas dizem que tive problemas com Pollyanna justamente por causa disso, o que não é verdade. Já que Eleanor H. Porter escrevia bem SIM.

Mas esse livro não me cativou N-A-D-A! Sinceramente me irritou profundamente muitas vezes (se não sempre)! Tudo bem que o livro passa uma mensagem de felicidade e blábláblá. Uma lição de vida... Mas uma lição de vida que acaba irritando mesmo assim!!!!!!!!!!!! "Oh, estou contente por isso", "Ah! Estou contente por aquilo". ISSO IRRITA POXA!
A menina sofre pra caramba com a Tia Polly, os pais estão mortos e entre outras coisas e a menina fica feliz e toda saltitante com o tal do Jogo do Contente?? Me desculpe, mas isso foi muita forçação de barra na MINHA concepção. E a Pollyanna apesar de ser muito doce, meiguinha, bonitinha e fofinha (pelo menos para os outros...) é uma das personagens que mais me irritaram na literatura. Na continuação deste livro, Pollyanna Moça, é a mesma coisa! Mas enfim, a história me irritou e a Pollyanna também. Só a narrativa que se salva, porque o resto...

Conclusão: PARA MIM o livro foi entediante e irritante, na sua opinião pode até ser que não, mas para mim foi! Já reli esse livro, e a minha opinião sobre ele não mudou! Bom, tenho muito mais a falar sobre esse livro, mas prefiro nem comentar...
TatianeSO 06/01/2011minha estante
Concordo completamente com vc, Thata!! Ô livrinho...


Maria Leão 04/08/2011minha estante
Sem contar o moralismo TRANSBORDANTE nessa porcaria de história, ensinando que as mulheres devem se conformar com a sorte de "deus" nos dá etc etc etc




DêW 29/04/2013

Marcante...

Quando me pego a pensar na lista de viagens literárias que já percorri, automaticamente me vem em mente primeiramente alguns dos livros que mais me marcaram. Não digo um gênero em si, mas sim, a forma com que o autor nos envolve com suas palavras e nos arrasta para o mundo ao qual ele criou, e no deu um passe livre para visitar, através daquelas páginas que enfeitiçam.

“Pollyanna”, neste caso, é um dos que ocupam o topo da lista.
O livro é um romance bem antigo, publicado pela primeira vez em 1913, e a estória, como o título sugere nos leva a acompanha a protagonista Pollyanna.

A estória começa quando a protagonista, Pollyanna, que acabara de ficar órfã, vai viver com sua tia, uma mulher amarga e de mal com a vida.

Provavelmente ao lerem isso irá passar pela cabeça de vocês a mesma coisa que passou pela minha: "Ah, é só uma estória triste de uma garota órfã em que a vilã é a tia malvada." Porém o que diferencia este livro é a forma que Pollyanna escolhe viver, ela tem o que podemos chamar de "filosofia de vida" uma forma, digamos, bem diferente de ver as coisas, denominado por ela de "jogo do contente". Jogo este, que ela aprendeu com o pai quando era mais nova e, ao desejar ganhar de presente de Natal uma boneca acabou por ganhar um par de muletas. Seu pai ao ver a expressão triste da filha lhe ensinou o jogo do contente, que consistia em sempre ver o lado bom das coisas, por exemplo, no caso das muletas ela poderia ter ficado contente por não precisar usá-las. A partir de então Pollyanna passa a fazer deste jogo parte de sua vida. E é justamente este jogo que a leva a superar todos os obstáculos que a tia impõe em seu caminho, lidando com eles de uma forma surpreendente e emocionante.

Mas o que mais me impressionou nesta personagem foi a forma como ela, ao longo dos acontecimentos, vai influenciando os outros personagens, fazendo com que começassem a jogar também o “jogo do contente”, fazendo com que até mesmo sua tia evoluísse para alguém mais amável.

Acredito que seja impossível alguém ler este livro e não se questionar sobre o porquê de reclamarmos tanto por problemas muitas vezes insignificantes.

Pollyanna não é somente um livro, mas também uma lição de vida à qual todos deveriam se aventurar a conhecer.

Portanto, definindo em uma só palavra este livro, sem dúvidas posso dizer: marcante.
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PolyFlores 11/02/2010

Claroo que li este livro quando adolescente, principalmente pq minha mãe se inspirou nele para escolher meu nome. Mas mesmo adolescente, naquela época algumas coisas não me convenceram muito...
Bom, aqui temos como protagonista uma menina muito boazinha que sempre encontrava com pessoas que vivam uma vida triste e sem esperança... Então ela as ensinava o "jogo do contente".

Quando ela era bem menor, esperava ganhar uma boneca, mas seu pai lhe deu um par de muletas. A menina ficou muito triste (e com razão!!), mas o objetivo disso era uma lição: tudo na vida, no fundo, bemmm no fundo, tem o poder de tornar nos deixar contentes. Neste caso o motivo da felicidade seria ela ela não precisar de muletas.
Daí ela se basou neste fato para criar um jogo que consistia em encontrar o lado bom de tudo de ruim que lhe acontecesse, e ficar feliz, ao invés de ficar insatisfeita e tomar alguma atitude.

Que me perdoem os fãs dessa linda menininha, mas ainda adolescente já achava isso tudo demagogia pura e simples, uma leitura que impunha aos jovens um manual de conformismo declarado, de aceitar e baixar a cabeça, pois as coisas "são como são".
E o que fazer com quem sempre acreditou na iniciativa própria, na vontade de virar o jogo, de lutar pelo que quer... e tentar vencer? No fim das contas, não aceitei este tipo de pensamento, o que não me impede de me resignar em algumas situações, de aceitar derrotas e de dar a volta por cima, sem revoltas. Mas o conformismo muitas vezes se assemelha com acomodação, e nesse ponto eu e minha xará só temos mesmo o nome em comum.
Isis C. 14/09/2010minha estante
Nossa, sua resenha ficou ótima! Eu li esse livro na minha pré-adolescência, foi marcante para mim. Mas acho que se eu tivesse lido ele um pouco mais tarde, já não teria gostado tanto assim. Há uma linha tênue entre o conformismo e uma nova maneira de enxergar a vida! Mas acredito que a mensagem siga mais pelo caminho de ver que sempre podemos aprender com um problema, uma situação negativa!




Erica 16/10/2012

"Quando se espera o pior, a gente consegue. Quando sabemos que iremos encontrar o bem... É o que encontramos."
Precisava começar com Pollyanna, que se tornou um dos meus livros de cabeceira. São muitos os motivos para lê-lo, tantos esses que descrevê-lo nos deixa assim 'speechless'.
Com uma narrativa leve e ingênua, o livro é capaz de arrancar suspiros e nos deixar em êxtase da primeira à última página. Acredito ser uma história que à primeira vista não nos desperta tanto interesse (pelo menos comigo foi assim), mas essa ideia muda logo à primeira página, quando percebemos como a autora consegue de maneira singular transmitir sua mensagem. E reforça-se quando, terminada a leitura, nos pegamos involuntariamente jogando o "jogo do contente".
Para não me prolongar, só posso dizer que Eleanor soube como nunca antes vi, plantar uma semente de otimismo em nossos corações.
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Samuel Lemos 09/04/2010

A felicidade em 176 páginas...
Rito de passagem na vida de qualquer um...

Quem nunca se encantou com as coisas mais simples e banais da vida não entenderá dois parágrafos dessa cativante história!

Uma menina que tinha todos os motivos do mundo para ser a mais infeliz das criaturas ignora o senso comum e dá uma verdadeira lição sobre a vida em toda uma cidade!

O jogo do contente!
Uma caixa de pandora invertida: Fique feliz! Você está VIVO!
VIVO!

Um romance para todas as idades e gêneros: Desde que centrados na intangibilidade dos sentimentos...
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Carol Benazzato 24/06/2009

Jamais li outra obra que me prendeu tanto quanto esta.
História fascinante e insubstituível. Faz uma verdadeira "lavagem cerebral" em seus leitores.
Por muito tempo, Pollyanna foi minha "melhor amiga". Eu sempre abria o livro quando sentia-me mal, e hoje, já tornou-se habitual ver sempre o lado positivo dos fatos, por piores que eles sejam.
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Taryne 07/04/2011

Confesso que quando comecei a leitura, Pollyanna me irritou profundamente. Mesmo me considerando otimista, também me considero realista e algumas situações para o "jogo do contente" me pareceram inverossímeis demais. Porém, lá pela metade do livro alguma coisa me aconteceu e acabei me sentindo como alguns personagens do próprio livro, que no início estranham as atitudes da protagonista para depois serem conquistados por ela. Pollyanna é um livro que merece ser lido por exaltar a importância de viver, de valorizar a vida e as coisas lindas que ela pode trazer.
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Eduardo 15/08/2014

O melhor livro infantil de todos!
Com certeza um dos livros mais bonitos que já li. Foi por indicação de uma amiga que o comecei e terminei-o em poucos dias.
Acho que não tem quem não aprenda algo lendo a história de Pollyanna, a menina que via o lado bom de tudo e ensinava todos a também o fazer através do seu grande "jogo do contente". E todo mundo depois de ler quer jogar o jogo do contente, é inevitável.
E um dos grandes destaques que marcam a história é a "presença de uma criança" que Pollyanna foi para todos na cidade, amolecendo o coração dos mais secos e abrindo o alma dos mais fechados.
O livro conta a história da pequena menina que foi viver em um lugar onde todo mundo vivia imerso em suas tristezas, inclusive sua tia, com quem agora morava. Entre idas e vindas, Pollyanna ensina lições das quais ela mesma irá se aproveitar.
Uma história simples, curta, mas cheia de ensinamentos. É pra levar pra vida toda!
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karina 16/11/2009

Odiei.Acho a Pollyana um dos personagens mais chatos da história da literatura.
Karen 02/10/2010minha estante
Fala isso porque não é contente.


karina 09/03/2011minha estante
Nunca fui nem serei


Maria Leão 04/08/2011minha estante
Fala isso porque não é uma comodista, feliz com a moral que coloca as mulheres como inferiores e com o individualismo que responsabiliza os pobres e isenta os ricos das bagunças desse mundo. Karen, leia as coisas com senso crítico, tirando a névoa de purpurina e veja o que o "jogo do contente" realmente é.




Lari 16/07/2014

Pollyanna - Eleanor H. Porter
Vamos aprender a jogar o "jogo do contente"?

O livro fala da jovem Pollyanna, uma criança meiga, admirável, simpática e risonha, que se torna órfã aos 11 anos e vai morar em outra cidade com sua tia (irmã de sua falecida mãe e sua única parenta viva). A tia da garota, a Srta. Polly, é uma pessoa amargurada e mau-humorada que demonstra nenhum carinho ou afeto para com a sobrinha. Esta, porém, não se afeta por isso, já que seu pai, quando estava vivo, ensinou-a a jogar o jogo do contente, que não passa de uma simples visão otimista de tudo o que acontece na vida:

“Bem, o jogo era encontrar um motivo para ficar contente com todas as coisas, não importa o que fossem.”

Mesmo com a morte do pai, a mudança de cidade, e o tratamento péssimo recebido da tia, Pollyanna continua feliz, jogando o jogo que seu pai ensinou, e espalhando essa filosofia pela cidade e vários de seus moradores, como a Nancy, a Sra. Snow e o Sr. Pendleton, menos para a Tia Polly, que se nega a ouvir falar do pai da menina. Será que no fim Pollyanna consegue conquistar até a sua tia?

Este livro é considerado um clássico da literatura infanto-juvenil e foi publicado em 1913. Ele tem uma leitura leve, que flui facilmente e é de uma delicadeza incrível!

site: http://nomundodoleitor.blogspot.com.br/2017/01/resenha-pollyanna-eleanor-porter.html
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pam 19/10/2010

O livro conta a história de perdas e um grande exemplo de vida. Poliana tinha todos os motivos do mundo, para se achar a pessoa mais infeliz do mundo, mas não foi desse jeito que a menina lidou com a vida. Ela perdeu a mãe, os irmãos, e por último o pai e por este motivo logo foi morar com sua tia Paulina. A tia não gostou muito da idéia, mas somente não se queixava por causa do "dever". Lá onde Poliana vai morar, com a tia, ela não é tratada tão bem, mas sempre acaba vendo algo bom dos acontecimentos de sua vida, era o que a menina chamava de jogo do contente, que brincou desde o começo com a empregada da casa. O jogo do contente era simples, a pessoa tinha que ver as coisas boas num acontecimento ruim, por exemplo, Poliana queria tanto uma boneca, mas quando chegou o presente não era o que ela queria, vieram muletas no lugar da boneca. Ela, como qualquer outra criança, chorou, mas o pai, disse que era para ela pensar que ela pelo menos não iria precisar delas. E assim era o jogo do contente, onde se via o lado bom das coisas ruins que aconteciam. Poliana vivia assim, e ao longo da história ela conhece pessoas e consegue mudar a vida dessas com este jogo. Porém, ela sofre um acidente, e como Poliana vai conseguir ainda brincar com o jogo do contente, se não podia fazer o que mais gostava, viver? Vocês verão como e porque essa menina encantou a todos durante anos e ainda continua encantando. Lindo e tão inocente *-*
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Leandro 21/08/2011minha estante
PARABÉNS PELA RESENHA! SIMPLES E CATIVANTE. POSSIVELMENTE IREI LER.




Kátrin 25/05/2012

Terminei de ler esse livro chorando.

Pollyanna é um livro de que sempre ouvi falar, porém por não gostar de uma menina com esse nome, nunca tive interesse em ler. Ontem, sem ter o que fazer, peguei o livro e desde então não pude mais larga-lo e por isso terminei depressa.

Me arrependo de ter sido tão boba e nunca ter o lido, por um motivo tão retardado que tenho até vergonha de admitir.

É o tipico livro que deveria ser obrigátorio a leitura, de todas as pessoas no mundo. Afinal, tem tanto a oferecer e não acredito que seja possível alguém ler ele sem se emocionar e sem pensar que deveria estar jogando o "jogo do contente".

Infelizmente, acredito que hoje em dia não seja possível existir uma menina tão extremamente perfeita e um total anjinho, como essa menina descrita de um modo tão intenso e tocante, que em diversos momentos (quase todos), eu queria muito ter ela por perto, entrar dentro do livro e a abraçar, pegar pra mim e nunca mais soltar por mais egoísta que isso seja. Mas sei que isso não é possível, e fico feliz que não seja, pois não seria justo alguém tê-la. Acredito que devemos cada um de nós pegar um pouco de Pollyana pra si e guardar pra sempre no coração. Todos precisam ter um pouco de Pollyana em sua vida.

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Marcela 18/10/2010

Simplesmente lindo
Sabe quando você, caro leitor, tem aquela sensação que sua vida nunca mais será a mesma depois de determinado livro? Pois é, é exatamente assim que estou me sentindo. Pollyanna é um livro que estava há muito tempo esquecido em minha estante. Bendita a hora que olhei para ele e me senti curiosa. Me apaixonei logo de início. Esse livro será um divisor de águas na minha vida. A "filosofia do contente" vindo da Pollyanna é um ensinamento que levarei para toda vida. A cada página virada pensava no brilhantismo da Eleanor ao escrever cenas que fizeram uma adulta como eu chorar como uma tolinha. Penso que certos autores, leia-se "Autores que enxergam seu exercício com paixão" e não somente como uma jogada mercantil vazia,só podem ser inspirados por algum sopro divino. Pollyanna é de uma pureza sem tamanho. Eleanor será sempre uma imortal. Espero que meus filhos, se um dia eu virei a tê-los, leiam e sintam a mesma coisa mágica que senti.

Para que os "Prozac's" e brigadeiros de panela se podemos jogar o "jogo do contente"? Perguntei-me. Se o "Jogo do contente" se popularizasse seria o declínio da indústria dos antidepressivos? rs

Enfim, não percam mais tempo. Leiam! ;)


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