O Alienista

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Resenhas - O Alienista


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Naty 16/02/2013

O Alienista
O Alienista conta a história de Simão Bacamarte que é casado com D. Evarista, uma mulher não bonita nem simpática. simão é apaixonado por ciências e decidi criar uma casa para loucos chamada Casa Verde, e assim começa a tratar de pessoas que ele acha que são loucas. D. Evarista tenta tirar o marido dessa ideia, tentando uma viajem ao Rio de Janeiro, mais acaba dando errado. Então a instituição é criada, no começo a sociedade até gosta da ideia, mais depois tudo vira um caus pois Simão quer colocar qualquer pessoa que acha louca na Casa Verde. Após algum tempo ele mesmo percebe que o louco ali é ele mesmo, e interna-se na Casa Verde, onde morre.
O livro é bom embora seja um pouco cansativo.
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Norskan 27/01/2010

Jah lii essa 'coisa'
q livro entediante.. é pior q 'Memórias Póstumas de Bráz Cubas'..

naum chega aos PÉS de Dom Casmurro
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Albuquerque 29/07/2010

Um dos meu prediletos do Machado.
Achei muito interessante a visão do Machado sobre a loucura e a questão: "Quem seria de fato louco?". O fim do livro é excelente, e ele devia ser lido por todos, mesmo, para que a sociedade assumisse de uma vez por todas: somos loucos... porque existem vários tipos de loucos, inclusive loucos que acham que não são loucos...
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Lu 29/07/2010minha estante
Então eu sou do tipo q sabe q é louca...rs.




Rascunho com Café 01/10/2015

De perto ninguém é normal
O que difere uma pessoa “normal” de uma maluca? O que pode ser considerado como uma mania inocente e o que é indício que a sanidade mental está comprometida? Machado de Assis brinca com essas questões em seu livro O Alienista.

Os livros de Machado de Assis são famosos por serem amados pelos professores e odiados pelos alunos, principalmente em época de vestibular. A linguagem arcaica, os jogos de palavras e pensamento abstrato trazem muita riqueza literária que não é percebida por quem ainda não domina completamente a linguagem culta e não tem a maturidade para entender o sarcasmo e as analogias utilizadas pelo autor. Uma pena, pois a leitura obrigatória nessa época mais afasta que ajuda a divulgação desse gênio que é aclamado no mundo inteiro menos em sua terra natal.

Mesmo suas obras mais curtas, a centenas de contos que escreveu e O Alienista, são repletas de críticas à sociedade e aos indivíduos de forma geral, questionamentos filosóficos e religiosos relevantes sobre os mais diversos assuntos. No caso do livro em questão, questiona-se o que é ser são e o que é comportamento anormal.

O narrador não é contemporâneo dos acontecimentos, ele os conta como se fossem fatos históricos ocorridos séculos atrás:

As crônicas da vila de Itaguaí dizem que em tempos remotos vivera ali um certo médico, o Dr. Simão Bacamarte, filho da nobreza da terra e o maior dos médicos do Brasil, de Portugal e das Espanhas. Estudara em Coimbra e Pádua. Aos trinta e quatro anos regressou ao Brasil, não podendo el-rei alcançar dele que ficasse em Coimbra, regendo a universidade, ou em Lisboa, expedindo os negócios da monarquia.

Além de expor que o caso não é contemporâneo, esse trecho tem uma informação importante: o Dr. Simão Bacamarte não é um homem do povo: de família nobre e educado no Europa, logo averso aos costumes da população local. Ora, muita coisa que ele considera estranha e sinal de loucura são costumes locais. O que é estranho para uma pessoa pode não ser estranho para outra, então cabe um questionamento: quem define o que é normal é o detentor do poder político econômico?

Além dessa questão social, chega uma hora que quatro quintos da população é internada na Casa Verde, quando o Médico reflete sobre o seu conceito e formula uma nova teoria, se a grande maioria da população faz coisas estranhas e busca obter vantagem ilícita, doente mesmo é quem não age assim, esses devem ser tratados:
Ao cabo de cinco meses estavam alojadas umas dezoito pessoas; mas Simão Bacamarte não afrouxava; ia de rua em rua, de casa em casa, espreitando, interrogando, estudando; e quando colhia um enfermo, levava-o com a mesma alegria com que outrora os arrebanhava às dúzias. Essa mesma desproporção confirmava a teoria nova; achara-se enfim a verdadeira patologia cerebral.



É curioso que, ao manter essa teoria, o doutor não estava “curando” as pessoas para deixá-las mais aptas ao convívio social, pois estava tratando de extinguir suas virtudes, que são necessárias ao convívio social como a generosidade. Ora, por esta teoria, é melhor uma sociedade em que todos sejam loucos do que uma em que todos estejam “sãos”.

Como se ver, apesar de uma certa dificuldade que a linguagem pode causar, é uma leitura muito relevante e atemporal, não diz respeito apenas a conhecer uma obra do mais famoso escritor brasileiro e fundador da ABL, mas de fazer uma leitura sobre a alma humana e suas inquietações.
http://www.rascunhocomcafe.com/2015/09/o-alienista-de-perto-ninguem-e-normal.html

site: http://www.rascunhocomcafe.com/
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Joanna Kod'S 09/01/2016

Porque a normalidade é uma ilusão imbecil e estéril
Eu admito que tive um pequeno problema relacionado a imagens quando comecei a ler a história, talvez minha mente ainda esteja adaptada aquela belíssima fotografia empregada na série Capitu da globo, mas a cada palavra que lia imaginava aquele tom leve que conduziu a série. Foi quando me dei conta de que isso não é a série e sim a escrita do próprio Machado.

O Alienista possui a mesma pegada de Dom Casmurro e Memórias Póstumas de Brás Cubas, com um tom critico e leve, carregado de sarcasmo característicos das obras, pelo menos das realistas, do autor. O texto tem uma escrita bastante simples, com exceção de algumas expressões e palavras datadas da época em que o romance foi escrito e que não poderiam ser mudadas sob risco de perda de sentido, pois são parte necessárias para a contextualização e ambientação do texto.

Assim como seus contemporâneos, o texto trás uma critica ácida sobre a realidade daquele momento, porém o texto se mantém atual e em uma renovação constante. Lembrando que o vicio de Bacamarte em seu trabalho, o fazia enxerga-lo por todos os cantos, categorizando diversas loucuras que o cegaram para a realidade dos fatos, que a loucura existe em todos e isso não tem de ser ruim.

Cheio de reviravoltas, o texto não deixa a desejar em sua última reviravolta anterior ao final, que a essa altura não é mais segredo para qualquer um, mas ainda assim fecha com chave de ouro o brilhante texto machadiano.

site: http://econtosepontos.blogspot.com.br/2016/01/resenha-o-alienista-machado-de-assis.html
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Gisa 13/10/2014

Imagine que você more em uma pequena cidade e uma doença comece a se alastrar. Todos parecem contaminados, mas nem todos se acham realmente doentes. Já imaginou a confusão que isso causaria?
Pois é exatamente isso que acontece em O Alienista. Simão cuida dos doentes mentais. Mas com o tempo, ele começa a trancar na Casa Verde, as pessoas queridas pela sociedade. Nem mesmo a sua mulher escapa. E isso acaba gerando uma grande rebelião. Afinal, nem todos podiam estar loucos. Ao final, Simão libera todos e se tranca na casa, acreditando que possui um novo tipo de "loucura", onde ele não possui loucuras.
" -Nenhum defeito?
-Nenhum.
- Nenhum vício?
-Nada.
-Tudo perfeito?
-Tudo."
A maioria das pessoas, acredita que Simão enlouqueceu. Mas não eu. Eu acredito que ele se deu conta de que todas as pessoas são loucas. E que esse é o estado normal das pessoas. Sendo assim, o "estranho" era ele e por isso, se trancou na Casa Verde.
Porque todos nós, temos nossos vícios, manias e loucuras. E isso é normal!
"Quem diria que meia dúzia de lunáticos..."
Enfim, eu indico muito esse livro para quem está começando a ler clássicos. Ou tem vontade de começar. É uma história curta, mas que faz refletir. Afinal, o que é mesmo a loucura?

http://profissao-escritor.blogspot.com.br/
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Bruno Leandro 14/04/2011

Vivemos em loucos tempos.
Machado (sempre ele) novamente nos traz uma avaliação psicológica do ser humano em um de seus livros mais famosos. Um livro, aliás, que está a meio caminho entre conto e novela e a decisão por um dos lados está até hoje chamando a atenção dos especialistas.
Como eu não sou especialista, somente apreciador, vou contar o que achei desta história:
Os desdobramentos psicológicos que encontrei em “O Alienista” são muito curiosos. Quando um homem abre um hospício e, querendo fazer o bem, enlouquece a todos em volta, vemos a verdadeira face da sociedade, além de alguns segredos sujos. Pode um padre querer tão mal a uma pessoa a ponto de fazer com que ela se interne em um hospício? Machado acha que padres são humanos e, como tais, capazes de tudo.
Fiquei impressionado ao ver os desfiles de pessoas que eram loucas, sãs, que não sabiam o que eram... ou melhor, que o Alienista não sabia o que eram. Prende, liberta, trancafia, solta, é louco, não é... cheguei a rir um pouco em alguns momentos, da sandices cometidas em nome da medicina.
É um livro interessante. Machado, claro, tem melhores, mas este foi um livro curioso, o qual me fez questionar a minha própria sanidade, ou, quem sabe, a da sociedade em geral...
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Miguel 09/09/2015

Insanamente sensacional.
A fama de escritor primoroso que Machado de Assis possui não é falsa, e "O alienista" é apenas mais uma prova disso. Neste conto do "Bruxo do Cosme Velho", somos apresentados ao Dr. Simão Bacamarte, um médico famoso e altamente competente que, em dado momento, fica responsável pelo Hospício de alienados de sua cidade. O Dr. é o encarregado de determinar quem é "normal" e "anormal", e ai que reside todo o cerne da trama. Quem é mentalmente saudável? Quem não é muito bom das ideias? pode ser qualquer um, pode ser tanto um dos membros da Câmara Municipal ou um clerígo quanto um simples trabalhador, todos estão sujeitos aos exames do Dr., o que mais tarde acarreta grandes problemas. O conto possui diversos momentos cômicos e divertidos, o que torna a leitura leve e fluida.
Das obras do Grande Machado de Assis essa é uma de minhas preferidas, e é a que, com frequência, recomendo aos que se desgostaram da literatura nacional após o Ensino Médio. Não tenho duvidas que quem se arriscar em ler esse livro não vai se arrepender, pois ele é uma obra excepcional.
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Bit 01/03/2011

Em sua obra, Machado de Assis mesclou uma visão romântica do mundo e das relações humanas a outra, crua, pessimista e calculista. Transitou de uma perspectiva à outra ao longo de sua produção literária, mas sempre deixando algumas pitadas da que não estava em evidência. Passou assim da concepção idealista à pessimista, mas é possível em suas obras encontrar marcas das duas, ainda que sutis. 'O alienista', que faz parte de sua produção da maturidade, é um bom texto para introduzir o leitor nessa discussão.
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Douglas Baron 27/09/2011

O alienista
Em Itaguaí morava Simão Bacamarte, um grande estudioso de medicina, o maior médico do Brasil. Ele se dedicou ao estudo da medicina e dentro dela se interessou pela sanidade e a loucura humana. Foi então que pediu licença ao governo de Itaguaí para construir uma residência onde os loucos da cidade se instalariam e seriam tratados de tal doença. A casa de loucos foi criada, depois de um tempo quase todos os habitantes estavam presos por qualquer tipo de loucura, até sua esposa foi mandada para a casa dos loucos. Em fim passaram se meses, as pessoas foram sendo soltas por Simão. Ele fechou sua clinica de loucos e começou a estudar-se e morreu ali após dezessete meses. Boatos diziam que o único louco que havia em Itaguaí foi o Dr. Simão Bacamarte. É um bom livro, que nos chama atenção pelo seu tema, é bem interessante e nos passa uma mensagem bem reflexiva: quem estuda excessivamente sobre a loucura acaba enlouquecendo. Recomendo este livro para todas as idades e pessoas que gostam de uma história muito engraçada.
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Renata Molina 29/10/2013

Obra-prima
Os Machadianos que me perdoem se eu estiver falando besteira, mas para mim esta é a obra-prima dele...rs

Achei a história genial.

Como gosto não se discute, dou 5 estrelas e é meu preferido dele.

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Márcia 09/07/2013

Alienado é o alienista.
Onde começa a loucura?
Onde termina a razão?
Em o alienista Machado de Assis faz uma divertida crítica as loucuras da nossa sociedade,onde um médico louco leva o caos a uma cidade quando interna em seu sanatório boa parte da população local por qualquer motivo que lhe pareça sinal de demência, uns porque gesticulam demais, outros porque gostam de ostentar, uns porque não falam, outros porque falam demais... e o mais interessante de tudo isso é que a população da cidade se deixa levar pelo fato do médico ser um homem de muito estudo e de alta posição na sociedade, o que não deixa a população da cidade que é guiada pelas aparências e preconceitos perceber que o único louco da história é o próprio médico.
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Braz 27/10/2009

O alienista
Particularmente não gostei.Foi bem escrito e de uma linguagem facio porém a historia não me agradou.
Não recomendo este livro.
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G. X. Vitoriano 08/06/2013

Existem limites entre loucura e a razão? Se existem, quais são eles? E quem está autorizado a apontá-los? Publicado entre 1881 e 1882 no periódico A Estação, o conto O alienista, de Machado de Assis, discute a existência da norma e a delimitação entre loucura e razão.

Ao relatar a história da criação de um asilo em uma pequena cidade do interior do Brasil, Machado de Assis nos oferece uma análise contundente, bem como extremamente irônica, do que foi a prática psiquiátrica em seu início.

Através da sátira à adesão incondicional à ciência e da crítica à psiquiatria do século XIX, o autor aborda muitas questões ao longo do conto: o processo de disciplinar e transformar em patologias as singularidades; a loucura, que aparece tanto onde é esperada – nos loucos, no asilo –, como onde não a procuramos – no médico, no poder político. Mostra também o poder que a ciência representa e/ou assume para a sociedade, pois as idéias de Simão Bacamarte, embora muitas vezes tenham sido contestadas, foram aceitas posteriormente frente à fundamentação científica de seus argumentos.

Nesse sentido, a questão principal é o papel assumido pela ciência de atrair para si o direito de decidir ou determinar, a partir do método científico, pautado pela racionalidade, o que excede ou não determinado limite.

A história é basicamente a de um cientista, Simão Barcamate, que instala em Itaguaí uma casa para cuidar de pessoas com problemas mentais, e acaba criando teorias sem sentido além de provocar vários problemas para a população.

O livro, tem o fato de criticar a ciência e o modo como se cuidava de doentes mentais. Isso é bem aparente, no fato de Barcamate ser o tão aclamado cientista que é dono da verdade e que não entende que está cometendo erros. E ele não percebe que fez de tudo pela ciência, chegando mesmo a prender na Casa Verde um bom pedaço de gente.

Percebe-se, além disso, o papel fundamental do governo nessas situações. Isso aparece nas intervenções da câmera nos assuntos e interesses de Barcamate. Além disso o livro possui até um aspecto um pouco revolucionário. Isso ocorre porque o barbeiro queria derrubar a Casa Verde e aliar-se a vários moradores.

O Dr. Simão Bacamarte considerava-se conhecedor da técnica de diagnóstico e tratamento das doenças mentais, o que lhe garantia o poder de agir sobre os loucos da cidade, experimentando neles suas teorias. Se o resultado de tais experiências fosse a cura não haveria por que questioná-lo. A ciência afirma seu poder baseada na idéia de que a superioridade do homem está no saber. Como personificação da ciência, Bacamarte se coloca, portanto, ideologicamente como verdade inquestionável.

Por intermédio de Simão Bacamarte, o autor denuncia ainda a função da psiquiatria na construção do ideal de normalidade e de sociedade, bem como a relação entre psiquiatria e ordem pública.

O livro é pequeno, daqueles que a gente termina de ler em poucas horas e tem o estilo inconfundível de Machado de Assis.Ele pode ser tão legal e divertido, como visto acima, quanto o Dan Brown por exemplo.

Um livro gostoso de ler, uma surpresa a cada página, personagens atípicos e crédulos da suposta superioridade européia na medicina da loucura. Tremenda crítica à sociedade que o autor nunca perdia oportunidade de mostrar patética e hipócrita. A irônia de Machado de Assis é notória em O Alienista, quando mostra a hipocrisia do ser humano que só pensa em seu próprio prestígio.

As crônicas de Itaguaí, contam que viveu ali em tempos remotos um certo médico o Dr. Simão Bacamarte, filho da nobreza do lugar e o maior dos médicos do Brasil, Portugal e Espanha. Com o fim de estudar a loucura, ele trancafia no asilo que construíra e dera o nome de Casa Verde, um quinto da população da vila. Para ele o normal seria algo homogêneo repetido ao infinito, qualquer pessoa com um gesto ou pensamento que fugisse a rotina era objeto de seus estudos.

A população aterrorizada se revolta, e aí outros tantos passam a morar no asilo. Mas, Simão Bacamarte tão atento às estatísticas, lembra que a norma está sempre com a maioria, e que é esta afinal quem tem razão.

Refaz a teoria, solta os recolhidos e sai ao encalço daqueles poucos que, possuíam coerência moral. Em pouco tempo ele cura a todos, ninguém mais possuía nobres sentimos morais.

Obrigatório na estante dos viciados em livros!
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Luiza 08/12/2012

Cu de rola master.
Esse é, de longe, o pior livro que já li em toda minha vida. Alem dá capa ser ridícula, as folhas serem brancas, a letra ser pequena, o livro é tao cansativo que a sua finura não ajuda em nada, por mais que seja feito com pouquíssimas paginas, essas podem se tornar um verdadeiro tormento..pensei de primeira que demoraria, no máximo, uma hora para le-lo, mas me decepcionei ao ver que demorei mais que uma semana de tao ruim, cansativo e confuso que é esse livro. Machado de Assis deveria ter se matado depois te ter feito essa obra e ainda me pergunto se existe alguém que leria ele por espontânea vontade sem ser forçado a ler como eu. Ou seja, se em algum, paranoico, momento alguém resolver ler esse livro, não leia porque apesar de não colocar futilidades na cabeça, enche-a de nós devido a péssima narrativa de seu autor.
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