Bhagavad Gita

Bhagavad Gita Krishna...




Resenhas - Bhagavad Gita


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glaucia 14/10/2009

Livro de cabeceira
Estudo eterno. Já li e reli diverssas vezes e continuo lendo.

A cada vez uma compreensão diferente, um detalhe que acaba por fazer sentido se refletido em épocas diferentes da minha vida.

Adriano 03/04/2010minha estante
concordo com vc é um livro que deve ser lido e relido várias vezes


Samy Yamamoto 19/08/2016minha estante
Esse é um resumo da obra né? Porque o livro que tenho aqui tem 1066 páginas.




Adriano 03/04/2010

Eterno
Bhagavad Gîta, podendo ser considerado um “tratado” sobre a moral, a ética e os bons costumes, é um texto épico que faz parte da grande epopéia hindu o Mahabarata. Narra a batalha travada entre os Kuravas, que simbolizam a personalidade corrompida do homem, impregnada do culto ao materialismo e os Pandavas seres superiores de alma pura. Em pleno Campo de Kuru as duas tribos disputam o domínio da Cidade da Sabedoria: Hastinapura.
Outrossim, este livro transcreve a luta interior do homem, representado por Arjuna, para a elevação do seu ser. Neste processo Arjuna, o guerreiro do arco, conta com os ensinamentos de um mestre especial, Krishna, a encarnação da suprema Divindade.
É instigante ler um livro milenar (consta que foi escrito a mais de 5.000 anos) que contém ensinamentos eternos. Recomendo.
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LaraF 09/05/2010

Esse livro deve ser lido e relido. A linguagem subjetiva usada em cada pagina, atinge os niveis mais altos da consciencia, fazendo-nos entender principios de forma intuitiva e profunda.
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Márcia 24/10/2012

O livro de cabeceira de Mahatma Gandi
Um livro escrito a mais de 7000 anos é a suprema mensagem de auto-conhecimento e auto-realização que o Oriente dá ao mundo.
Bhagavad Gita nos fala do Deus da Creação e que se quisermos sair da roda das encarnações o Sansara temos que aprender a ver Deus(o Eu Superior) em todas as coisas, que é impossível fazer mal ao outro sem fazer mal a si mesmo, porque todos somos um só, todos temos o sopro de Deus que nos dá a vida, a energia que anima todos os seres, que na Gita é chamado de força creadora que é diferente de criar.
Crear é a manifestação da Essência em forma de existência - criar é a transição de uma existência para outra existência.
O Poder infinito é o Creador do Universo.
A Gita nos ensina que a nossa ignorância da leis de Deus causa o nosso sofrimento e que todas as coisas tem Deus em seu intimo ser e que por isso temos que aprender a nos amarmos e respeitarmos uns aos outros porque amando e respeitando ao meu próximo eu estou amando e respeitando a Deus e a mim mesma,ou como dizem na Índia:
- Somos Todos UM.
- O Deus que habita em mim saúda o Deus que habita em Você.
Descobrir o Invisível no visível.
O Eterno no Temporário.
A realidade no meio das aparências.
O Creador em todas as creaturas.
Ver a Deus em todas as sua obras.
Mais do que um livro Bhavavad Gita é um guia para a vida.
Alberto 05/11/2016minha estante
Gostei da resenha




joedson 15/12/2010

BHAGAVAD GITA

em meio à batalha
o aluno sonha seu mestre
e tudo o mais é palha
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Pra quê? 19/03/2016

Li para ter uma visão, ainda que simplista, da representatividade da obra. Em linhas gerais, é o poema mais famoso do Mahabharata, tem 18 partes, significa "Canção Sublime" e mostra um encontro entre Krishna e o príncipe Ajurna, em um momento de indecisão deste entre o agir e o não agir ao estar envolvido em uma disputa de poder com seus familiares.

O texto filosofa sobre a ação correta a se empregar, chamada de reto agir, alcançada pelo autoconhecimento, domínio das emoções, dos sentidos, do prazer, com determinação e disciplina. A luta que se apresenta e tenta influenciar o príncipe, por extensão a todos, tem duas pontas: a passividade na aceitação das circunstâncias (algo associado ao medo, o não agir) e a agressividade nas ações (o agir impulsivo, sem conhecimento, dominado pela matéria, emoções).

Obviamente, a obra tem muito a revelar nestes aspectos. Foi o que ficou evidente em minha leitura. Particularmente, recebi com interesse essas concepções e acredito que estejam implícitas em todas as religiões, ou deveriam estar. A parte 13 foi a que me chamou mais atenção pela valorização e caracterização do reto agir. Um florescimento na alma que me lembrou algo do capítulo 13 de I Coríntios, na Bíblia.

Por outro lado, não me identifiquei com conceitos referentes a karma, aceitação de Krishna, reencarnação, evolução da alma em processos ancestrais, que pode passar até por "seres inferiores" nos ignorantes. Não tenho entusiasmo ou fé nessas coisas, e que sejamos felizes e respeitosos em nossas escolhas.
Alberto 05/11/2016minha estante
Gostei da resenha.




Carla 24/06/2014

Eu ganhei esse livro em uma fase muito difícil da vida, ganhei de uma pessoa muito especial que me deu esse livro como a resposta do meu pedido de ajuda, esse livro é incrível, deve ser lido durante a vida toda em diferentes fases da vida, acreditem, todas as respostas que você procura está nele e acima de tudo, dentro de você.
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Fabio Shiva 25/01/2018

Haribol!
Que lindo e abençoado dia, este em que termino de ler, pela sétima ou oitava vez nesta presente encarnação, o maravilhoso Gita! Simplesmente não me canso do imortal diálogo entre Bhagavan Krishna, o Senhor da Yoga, e Arjuna, exímio arqueiro e melhor dentre os Bharatas, quando ambos se encontravam com seu carro de combate situado entre os dois poderosos exércitos dos Kauravas e dos Pandavas, no sagrado campo de Kurukshetra!

Na verdade, a cada vez que leio o Gita, só aumenta a minha vontade de ler de novo e de novo. Talvez, com a graça de Deus, chegue logo o dia em que nenhum outro livro me interesse, e que apenas o Gita sacie a minha grande sede de conhecimento.

Para quem ainda não conhece o Gita, recomendo muitíssimo a bela adaptação cinematográfica do Mahabharata feita por Peter Brooks (https://youtu.be/yhqkRGISQr8) e a versão seriada feita na própria Índia (https://youtu.be/1fxwSd0AhEk).

Por sincronicidade, no instante mesmo em que escrevo estas linhas recebo de volta o autorretrato “A Meditação do Homem Raposa”, que pintei anos e anos atrás para registrar, com maravilhamento e assombro, a minha primeira vivência espiritual marcante. Maravilha ainda maior, e gratidão sem limites, é poder olhar para trás e perceber que algum tanto já se caminhou. Isso me dá esperança e força para seguir adiante.

Haribol!

http://comunidaderesenhasliterarias.blogspot.com.br/2018/01/bhagavad-gita.html


site: https://www.facebook.com/sincronicidio
João Mamedes 25/01/2018minha estante
Excelente resenha, Fábio. Terminei hoje minha primeira leitura do livro, pouco mais de 5 horas de leitura, não achei que seria tão fluída como foi. Recomendo o livro "O Ardor", de Roberto Calasso, pela Companhia das Letras, sobre a cultura ritualistica védica, abraço.


Fabio Shiva 27/01/2018minha estante
Valeu pela indicação, caro João! Estou atualmente traduzindo os comentários de Yogananda ao Gita, caso queira receber é só me passar seu email ok! Haribol!


c_c_r_angel 08/02/2018minha estante
Eu gostaria de receber os comentários do Yogananda, por gentileza - carolina.teosofia@gmail.com


Fabio Shiva 15/02/2018minha estante
Oi Carolina! Já enviei para seu e-mail! Boa leitura!


c_c_r_angel 15/02/2018minha estante
Muito obrigada, Fabio!


Fabio Shiva 18/02/2018minha estante
Bem-vinda querida! Namaskar!


Aline.Garcia 02/03/2018minha estante
Olá! Também gostaria de receber os comentários do Yogananda, se puder me enviar meu email é lilignetto@hotmail.com


Fabio Shiva 02/03/2018minha estante
Bem-vinda Aline! Já enviei ok! Boa leitura!


Aline.Garcia 03/03/2018minha estante
Recebi! Muito obrigada!


Fabio Shiva 04/03/2018minha estante
Viva! Boa leitura!




Rafael.Said 23/02/2018

Um livro que tenha sido o principal guia espiritual de uma pessoa como Mahatma Gandhi certamente servirá como inspiração a muitos. Um simples diálogo entre Arjuna e Krishna traz muitas questões a serem pensadas, caminhos a serem seguidos, buscando sempre o equilíbrio em nossa forma de ser.
A sabedoria oriental tem muito a nos ensinar. Quanto mais leio sobre as religiões e os seus principais livros, mais percebo quanta semelhança há entre elas. Me fascina que o contato entre povos com culturas que parecem tão distintas, principalmente em épocas passadas, tenha contribuído para a mudança cultural dos povos. Há mais semelhanças do que diferenças entre todos os seres humanos, independente da cultura na qual se formaram. Afinal, todos vimos ao mundo da mesma forma e terminaremos todos no mesmo lugar.
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Jackie 05/01/2019

Mas tal ensinamento não deve ser passado ao mundano, ao ímpio, tampouco aquele que não quer ouvir...
“Mas tal ensinamento não deve ser passado ao mundano, ao ímpio, tampouco aquele que não quer ouvir, ou aquele que não me tem em boa medida. Deixa que vivam como acharem melhor.
No entanto, aquele que divulgar esta sublime canção entre aqueles devotos que já caminham em minha direção por sua própria vontade, estará cumprindo o maior dos serviços devocionais.”

O Bhagavad Gita é um livro essencial mesmo para quem não professa fé alguma, pois alguns de seus ensinamentos valem para todos, além do fato de ser uma obra que agrega muita bagagem cultural. Mais conhecido no Oriente, uma vez que sua terra de origem é a Índia, essa obra provavelmente foi escrita entre os séculos V e II a. C., em sânscrito, um idioma que faz parte de um conjunto de 23 línguas oficiais da Índia atualmente.

O livro é um trecho da epopeia hindu, o Mahabharata, que descreve o conflito entre dois grupos que possuem laços familiares, o dos Pandavas e o dos Kuravas/Kurus, ambos com o objetivo de conquistar a terra de Hastinapura. O livro é basicamente uma conversa entre Arjuna, dos Pandavas, e Krishna, o Deus Supremo, personificado em seu cocheiro.
A conversa entre Krishna e Arjuna é relatada a Dhritarashtra - o rei cego pai dos Kurus - por Sanjaya, seu cocheiro. O dilema de Arjuna é como lutar contra membros de sua própria família. Krishna explica a Arjuna porque ele deve agir e com isso revela os segredos do mundo transcendental. No plano mítico esse conflito se trata de uma guerra psicológica, pois procura nos fazer notar quem são nosso Kuravas e nossos Pandavas, ou seja, nossos pensamentos materialistas e nossos pensamentos espirituais ou nossos defeitos e virtudes, respectivamente.

Como o livro defende a existência da reencarnação e a “vida” após a morte, muitos das passagens não interessam a quem não possui essa crença. E muitos trechos atingem quem não tem fé, que chegam a parecer uma ameaça:

“Os irracionais e os de pouca ou nenhuma fé se exaurem antes mesmo de haver encontrado o início da trilha que conduz a paz. Assim, descrentes de tudo, eles não são capazes de alcançar a felicidade, tampouco a paz, nem neste mundo nem nos demais.”

“[...] algumas características dos seres que andam em círculos, e não conseguem se aproximar do meu refúgio: hipocrisia, arrogância, orgulho, aspereza, brutalidade e ignorância; [...] neles [nos incrédulos, ignorantes] não há pureza, nem moralidade, tampouco sinceridade.” (essa e diversas outras passagens que hoje, ainda mais com o ateísmo em crescimento, são vistas como absurdas.)

No entanto, dentre as diversas falas de Krishna, destaco aqui as que mais me chamaram a atenção e considero uma sabedoria válida para todos:

“Todas essas sensações são transitórias e impermanentes. Dessa forma, devemos aprender a suportá-las sem nos apegarmos a elas”

“... não se lamente em demasia sobre o que é inevitável”

“Um trabalhador altruísta, desinteressado dos resultados de seu trabalho, porém alegre em simplesmente poder realizar a determinação da natureza, jamais perderá tal alegria.
Aquele que, pelo contrário, trabalha somente pensando em apreciar os frutos de seu esforço, está condenado a uma alegria pobre e passageira.”

“... devemos nos libertar dos pares de opostos, procurando estar sempre tranquilos e serenos, e ignorar os pensamentos de aquisição e preservação dos bens materiais.”

“... seja um obreiro que pensa antes no bem do mundo do que em si próprio”

“... sem autoconhecimento não há paz, e sem paz não é possível haver a verdadeira felicidade.”

“Ao servir e ajudar seus irmãos e irmãs, todos irão prosperar juntos. O serviço altruísta preencherá todos os seus desejos.”

“Aquele que se abstém de ajudar no giro desta roda da natureza através do serviço altruísta (Seva), e se deleita somente com seus próprios prazeres egoístas, este em verdade vive em vão.”

“... para [um] ser auto realizado nenhum trabalho e nenhuma ação são um sacrifício.”

“É pelo exemplo dos grandes líderes que a sociedade avança.”

“A natureza é como é, e tudo decorre das relações de ação e reação neste mundo.” (O segredo aqui é saber como ela funciona para aprendermos a viver melhor)

“... [a mente] é amiga daqueles que exercem controle sobre ela, e inimiga daqueles incapazes de domesticá-la.”

“Os seres deste mundo vivem na ignorância devido à ilusão dos pares de opostos (...) Há alguns poucos que conseguiram se libertar desta ilusão de dualidade e de contraste entre os opostos” (Quantas pessoas não deveriam compreender isso! Em um mundo de extremismos, o entendimento dessa passagem é essencial.)

“... o fruto das ações dominadas pelas paixões é somente a dor”

“Elas [a natureza material] estão apenas agindo conforme a sua natureza.” (Não devemos achar que tudo é ruim/mal, mas que é de sua natureza ter determinadas características.)

“... jamais ignore o conselho daqueles que já trilharam tal jornada há muito tempo”

“Aquele que segue em seu caminho com fé e perseverança, passo após passo, pode percorrer distâncias inimagináveis!”

“É preferível cumprir o próprio dever, ainda que pareça inferior, do que se meter a cumprir o dever alheio, ainda que pareça superior.”

“Vivendo na solidão silenciosa de si mesmo, sendo leve no comer, no beber e no falar, com o corpo e a alma disciplinados pela meditação constante, cultivando o desapego em todos os momentos, ele segue em minha direção. (se você não tem fé, pode entender como “ir em direção a paz”.)
Finalmente, banindo de seus pensamentos todo o egoísmo, todo o orgulho, toda a luxúria, toda a violência, todo o ódio e toda a angústia e da mesma forma, toda e qualquer ideia de posse, até onde as palavras “eu” e “meu” já não carreguem mais sentido algum, ele chegará a porta do meu refúgio, e ela estará aberta!”

Esta obra entrará para o rol de livros que irei reler um dia, mas da próxima vez procurarei de outro tradutor para verificar se há diferenças. Como não conheço outras edições, no momento a considero de fácil leitura e com boas notas explicativas, o que contribui muito para o entendimento. Recomendo para quem irá ler a obra pela primeira vez.

Mais sobre o Mahabharata e o Bhagavad Gita:
Bhagavad Gita - Comentários filosóficos sobre o livro sagrado indiano (Nova Acrópole): https://www.youtube.com/watch?v=FYqJ5fwR4Ps
Peter Brook's The Mahabharata: https://www.youtube.com/watch?v=yhqkRGISQr8
https://www.youtube.com/watch?v=EENh1hxkD6E
https://www.youtube.com/watch?v=dVgBkfNu7k0

Mahabharat Full episode Part 1:
https://www.youtube.com/watch?v=1fxwSd0AhEk&feature=youtu.be
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BARBA 12/03/2013

Bhagavad Gita de Krishna
Qualquer ufólogo deve estudar o Bhagavad-Gita e vedas indus.....

Muito interessante.
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marnie 02/11/2018

Com uma linguagem mais simples e direta pode ser boa opção para os que não conhecem a tradição dos Vedas.
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Marcos Antonio 20/06/2018

Pensamento
Não concordo com as partes sobre reencarnação, porém é livro bom com ensinamentos de dominarmos nossos pensamentos e assim dominaremos a nós mesmos. Ser bondoso é o melhor remédio.
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Paulo T.P. 01/03/2016

Livro que norteia a minha vida!
Lido e relido inúmeras vezes e todas as leituras fizeram a diferença para o meu viver.
A vida tem um sentido maravilhoso com este livro.
Deveria ser leitura mundial; das crianças aos idosos, e este mundo seria muito diferente do que é agora!
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JLM 22/09/2009

http://www.jefferson.blog.br/2007/06/bhagavad-gt-de-krishna_03.html
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