A Hospedeira

A Hospedeira Stephenie Meyer




Resenhas - A Hospedeira


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Millena.Vagetti 15/11/2017

Hospedeira
Gostei? do livro não é nada mal a historia?
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Isa 28/10/2017

Muito mais que um simples romance
Muitas pessoas dizem que é lento no inicio, e é um pouquinho mesmo. Mas, é bom que a gente entende a mudança que aconteceu com o mundo deles. A gente se prende à historia, e aos personagens. Torce por eles. A gente sente tudo junto com a protagonista. É um livro que te faz refletir sobre o mundo atual também. A gente pensa: e se o nosso mundo fosse baseado nesses princípios? Seria um mundo muito melhor! E os dois lados da historia tem fortes pontos de vista. Mas ao longo de tudo, eles vão compartilhando e entendendo os sentimentos um do outro e aprendendo a respeitar. Eles se juntam para tentar encontrar uma solução boa para ambos. Vale muito a pena ler. É um livro maravilhoso. Eu não sou chegada a romance. Mas, acho que esse livro é muito mais que um simples romance.
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Taty 17/10/2017

Achei boa a história. É tão "paradinha" quanto Crepúsculo ... Mas interessante. Gostei do livro...
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Dayanne 27/09/2017

Ian
Eu me apaixonei por Ian, foi amor conquistado aos poucos, e li em três dias, leitura gostosa.
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Priih 26/09/2017

Resenha: A Hospedeira – Stephenie Meyer
"Eu achei a ideia da autora bastante criativa. Primeiro, porque ela criou uma espécie alienígena que, honestamente, é muito melhor do que nós somos. As almas são pacíficas, altruístas, amigáveis, honestas… boas. E em vários momentos do livro vemos características opostas nos seres humanos, as pessoas pelas quais, em tese, deveríamos torcer. Mas, ao mesmo tempo em que Stephenie Meyer nos apresenta ao lado cruel e sujo da humanidade, ela também faz com que a própria Peg fique encantada por nossa espécie: ela vê como humanos são capazes de amar com todo o coração e fazer de tudo pelas pessoas que lhe são importantes. [...] Eu gostei bastante de A Hospedeira. O plot é criativo e a construção da espécie alienígena é muito bacana."

Leia a resenha completa no link abaixo! =)

site: https://infinitasvidas.wordpress.com/2017/08/20/resenha-a-hospedeira-stephenie-meyer/
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Nath @sobre.ler 18/09/2017

Um distopia original e maravilhosa!
A Hospedeira, além de ser uma incrível distopia, é um livro que retrata de uma forma clara, a humanidade. Nossos medos, nossos amores e nosso egoísmo são expostos nas páginas do livro pelos olhos de alguém que não é daqui.
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A improvável aliança que Malanie e Peg constroem ao longo do livro, se torna um lindo exemplo de sororidade. Duas garotas completamente diferentes, se unem e atravessam dezenas de problemas uma apoiando a outra, sempre. Sem rivalidades bobas, inseguranças ou qualquer coisa chata que sempre tentam colocar entre a amizade de duas mulheres. Elas, ao passar das páginas se tornam amigas leais, irmãs, e lutam lado a lado por sua sobrevivência e pela sobrevivência de quem elas amam.
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O fato de ter um “triangulo amoroso” nesse livro não o torna chato e previsível, como nos outros livros. Na verdade, esse “triangulo amoroso” é uma das características mais legais do livro. Os personagens, cada um de sua forma, vão se apresentando e crescendo na história, nos fazendo se apegar a cada um deles loucamente.
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Lembro que quando li (há alguns anos atrás) as 100 primeiras páginas foram as mais difíceis de vencer. Pensei em desistir várias vezes, mas quando as passei o livro se tornou tão maravilhoso que eu simplesmente não conseguia parar de ler. Com toda a certeza, A Hospedeira é uma das minhas histórias distopicas favorita! Porque, além de ter toda essa imprevisibilidade de um mundo pós-apocalíptico, todas as relações humanas construídas e detalhadas no livro o torna extremamente cativante. Uma junção perfeita de drama, romance e sci-fi.
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Mesmo se você não tenha gostado de Crepúsculo, acredito que deva dar uma nova chance à Stephenie Meyer. Nesse livro ela nos mostra seu talento para escrita nos dando de presente um fim do mundo original e viciante.
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Recomendo para todos que amam distopia.

site: https://www.instagram.com/sobre.ler/
Kelly 20/09/2017minha estante
Eu amo ?




Carolina Gama 11/09/2017

É bom
Comecei a ler o livro e já fiquei intrigada. Até entender que Melanie, a personagem principal da história foi morta na estação de metrô quando fugia de pessoas que na verdade não eram apenas pessoas, foi um trabalho. Mas quando entendi, tudo fluiu. A história em si se trata do planeta Terra dominado por seres que na verdade precisam dos corpos humanos para se desenvolver. Logo no início do livro é possível entender como esse domínio acontece, porque a autora descreve bem o processo de mudança no corpo de Melanie, já que um médico, denominado Curandeiro e seus assistentes, já em corpos humanos, introduzem a nova alma ao corpo dela e faze disso uma experiência assistida. O que eles pretendem é entender como Melanie vai manter a nova identidade. Os buscadores procuram humanos, os Curandeiros são como médicos e os confortadores, são nada mais do que psicólogos, que avaliam como os seres estão em seus corpos e se já esqueceram de fato sua identidade anterior, que pode persistir em não desaparecer. No caso da personagem principal, se trata de uma confortadora e não de um confortador.

Pra que vocês entendam melhor, eu, por exemplo, entendi que esses seres são como uma comunidade alternativa, só que espirituais. Não entendi os personagens como alienígenas, como todo mundo diz. Pra mim, eles são seres que vivem por anos e anos, ou seja, por eras, entre os planetas do universo, experimentando vidas novas e corpos novos. Com isso, espalham seu meio de vida e esperam dominar todas as raças. São apenas almas. Ou alienígenas apenas no sentido da palavra e não literalmente. Ao me encontrar nesse conceito, consegui ler o livro sem me complicar. Porque preciso dizer, gente, por mais que a autora tenha criado uma ótima história, a escrita é bem complicada.

Tirando o conceito, que não é simples de entender, mas confere ao leitor o direito de interpretar como achar que deve, a história é legal. Quando Melanie, ou melhor, sua alma nova, Peregrina, percebe que a antiga identidade dela ainda a influencia, a trama começa a aparecer e o livro se desenvolve. Pena que isso vai acontecendo pelo final do livro. É por causa dessa ambiguidade que Melanie resolve ir atrás de Jared, seu amor e acaba ocupando a mente da Peregrina, sua invadora, com o que deseja. Com todas as vozes ecoando nos pensamentos de Melanie, que não sabe se escuta sua antiga alma ou se segue as regras da Peregrina que a tem, o leitor percebe que o triângulo amoroso se trata de uma pessoa só. Ao contrário de quem não gostou, eu adorei a capa. Tem, sim, tudo a ver com a história.

É um pouco confuso, mas tudo se resolve no final e os conceitos ganham sentido. Achei complicado de ler e precisei de muita calma e silêncio no início, mas recomendo, porque é uma história bem interessante.

site: Resenha postada nos tempos de Entre Livros
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Valéria 13/08/2017

Ok!
Comprei esse livro há uns 7 anos atrás, lembro que li o primeiro capítulo e ja abandonei. Agora, resolvi novamente ler e já tinha começado com o pé atrás, porque uns 3 amigos falaram que era ruim, outros abandonaram antes de acabar e tals. Mas confesso que o livro é bem ok e apesar das 500 páginas, eu consegui acabar relativamente rápido.

A história em si é bem interessante, onde almas, ou pode até ler como seres alienígenas, invadem o corpo dos serem humanos e roubam suas vidas e seus pensamentos, mas claro que isso não daria tão certo assim para Mel e sua hospedeira, a Peregrina. Se bem que tudo deu até certo demais haha. Acho que deixei tudo um pouco confuso agora haha.

Como sempre, a autora gosta de focar em um personagem e dois amores (seria um crepúsculo da vida?), mas aqui há a pequena diferença, onde o corpo é habitado por duas mentes, então acho que dá pra relevar isso.

O que não gostei muito foram os detalhes e as descrições intermináveis da maldita caverna, que não tinham fim nunca: ala pra cá, ala pra lá, descrição de todos os lugares, como era tudo lá dentro... Meu pai que tedioso. Sem contar os erros grotescos de português que peguei ao longo da leitura: cinto (de segurança) escrito com s, trocar o mim pelo eu e o eu pelo mim e etc.

Mas ok, apesar de tudo a leitura é agradável, e da sim pra ler sem maiores problemas!
Nah 16/08/2017minha estante
Essa caverna é uma desgraça! Está na pilha dos abandonos kkkk


Valéria 17/08/2017minha estante
Vc não conseguiu terminar mesmo??? Haha da uma segunda chance, de verdade!! Ignora a chatice da caverna e vai em frente Nah, que vale a pena sim hahaha




Renasom 11/08/2017

A hospedeira
Eu achei muito legal mesmo! Muito melhor que a saga dos vampiros escrito pela mesma autora. Uma trama muito bem elaborada, narrada de uma forma bem sucinta que nos faz torcer pelo sucesso das personagens.
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Fernanda.Granzotto 06/08/2017

BOM ❣️
Eu li este livro 3 vezes e é apenas ... sem palavras para descrever
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Jess 03/08/2017

Confissão
Confesso que só li esse livro por ser da mesma autora de Crepúsculo ( não me juguem), mas achei muito interessante e fiquei muito viciada na história, e ansiosa para ver como as coisas terminariam. É um distópico romântico muito bom e intrigante, ver como duas consciências ocuparam um só corpo foi muito legal (não que eu queira compartilhar meu corpo com outra consciência).
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Maria 27/06/2017

Acabei! Me sinto feliz. Só não sei se feliz por ter acabado ou pelo final totalmente inesperado da historia.
Foram muitos dias - para ser sincera foram semanas mesmo - na angustiante missão de ler A Hospedeira. No inicio achei o livro bem confuso e não gostava muito - em parte era por causa do meu preconceito com a autora -, mas depois se tornou quase impossível não rir das discussões mentais de Peg e Mel.
Sem duvida, a parte em que eu realmente me interessei foi quando surgiu o triângulo amoroso, que logo viraria um quarteto. Amor, ciúmes, raiva, todas as emoções a flor da pele. Foi aí que eu passei a me envolver com todos, em especial com Peg, Mel, Ian e Jamie. Jared não, Jared é um idiota cínico. À essa hora eu estava tão apaixonada por Peg - foda-se o fato de ambas sermos mulheres - que quando vi "Capítulo 58 - Morta" eu simplesmente não aguentei e me desmanchei em lágrimas - acreditem efeitos colaterais, eu chorei muito mais do que no ACEDE.
E quando eu achei que acabaria o livro e entraria em depressão, Stephenie Meyer fez uma reviravolta na historia e fechei o livro sorridente - modo de falar, já que eu li na internet -.
Enfim, com A Hospedeira eu aprendi que não podemos jugar um livro pelo autor e muito menos pela capa - isso vale para o BOO.
Diego 01/07/2017minha estante
Senti o mesmo.Eu tinha muito preconceito com a autora devido,os filmes crepúsculo e as críticas.Antes e achava que se o site de cinema ou de livro,julgasse o material podre eu também,teria que jugar da mesma forma.E não é assim,temos que abrir os olhos ,e,é aquele velho ditado'O que é ruim pra vc,pode ser bom pra mim'.A hospedeira foi um desses casos que me vi,apegado!10 top demais!.




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