A Hospedeira

A Hospedeira Stephenie Meyer




Resenhas - A Hospedeira


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Nath @sobre.ler 18/09/2017

Um distopia original e maravilhosa!
A Hospedeira, além de ser uma incrível distopia, é um livro que retrata de uma forma clara, a humanidade. Nossos medos, nossos amores e nosso egoísmo são expostos nas páginas do livro pelos olhos de alguém que não é daqui.
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A improvável aliança que Malanie e Peg constroem ao longo do livro, se torna um lindo exemplo de sororidade. Duas garotas completamente diferentes, se unem e atravessam dezenas de problemas uma apoiando a outra, sempre. Sem rivalidades bobas, inseguranças ou qualquer coisa chata que sempre tentam colocar entre a amizade de duas mulheres. Elas, ao passar das páginas se tornam amigas leais, irmãs, e lutam lado a lado por sua sobrevivência e pela sobrevivência de quem elas amam.
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O fato de ter um “triangulo amoroso” nesse livro não o torna chato e previsível, como nos outros livros. Na verdade, esse “triangulo amoroso” é uma das características mais legais do livro. Os personagens, cada um de sua forma, vão se apresentando e crescendo na história, nos fazendo se apegar a cada um deles loucamente.
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Lembro que quando li (há alguns anos atrás) as 100 primeiras páginas foram as mais difíceis de vencer. Pensei em desistir várias vezes, mas quando as passei o livro se tornou tão maravilhoso que eu simplesmente não conseguia parar de ler. Com toda a certeza, A Hospedeira é uma das minhas histórias distopicas favorita! Porque, além de ter toda essa imprevisibilidade de um mundo pós-apocalíptico, todas as relações humanas construídas e detalhadas no livro o torna extremamente cativante. Uma junção perfeita de drama, romance e sci-fi.
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Mesmo se você não tenha gostado de Crepúsculo, acredito que deva dar uma nova chance à Stephenie Meyer. Nesse livro ela nos mostra seu talento para escrita nos dando de presente um fim do mundo original e viciante.
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Recomendo para todos que amam distopia.

site: https://www.instagram.com/sobre.ler/
Kelly 20/09/2017minha estante
Eu amo ?




Carolina Gama 11/09/2017

É bom
Comecei a ler o livro e já fiquei intrigada. Até entender que Melanie, a personagem principal da história foi morta na estação de metrô quando fugia de pessoas que na verdade não eram apenas pessoas, foi um trabalho. Mas quando entendi, tudo fluiu. A história em si se trata do planeta Terra dominado por seres que na verdade precisam dos corpos humanos para se desenvolver. Logo no início do livro é possível entender como esse domínio acontece, porque a autora descreve bem o processo de mudança no corpo de Melanie, já que um médico, denominado Curandeiro e seus assistentes, já em corpos humanos, introduzem a nova alma ao corpo dela e faze disso uma experiência assistida. O que eles pretendem é entender como Melanie vai manter a nova identidade. Os buscadores procuram humanos, os Curandeiros são como médicos e os confortadores, são nada mais do que psicólogos, que avaliam como os seres estão em seus corpos e se já esqueceram de fato sua identidade anterior, que pode persistir em não desaparecer. No caso da personagem principal, se trata de uma confortadora e não de um confortador.

Pra que vocês entendam melhor, eu, por exemplo, entendi que esses seres são como uma comunidade alternativa, só que espirituais. Não entendi os personagens como alienígenas, como todo mundo diz. Pra mim, eles são seres que vivem por anos e anos, ou seja, por eras, entre os planetas do universo, experimentando vidas novas e corpos novos. Com isso, espalham seu meio de vida e esperam dominar todas as raças. São apenas almas. Ou alienígenas apenas no sentido da palavra e não literalmente. Ao me encontrar nesse conceito, consegui ler o livro sem me complicar. Porque preciso dizer, gente, por mais que a autora tenha criado uma ótima história, a escrita é bem complicada.

Tirando o conceito, que não é simples de entender, mas confere ao leitor o direito de interpretar como achar que deve, a história é legal. Quando Melanie, ou melhor, sua alma nova, Peregrina, percebe que a antiga identidade dela ainda a influencia, a trama começa a aparecer e o livro se desenvolve. Pena que isso vai acontecendo pelo final do livro. É por causa dessa ambiguidade que Melanie resolve ir atrás de Jared, seu amor e acaba ocupando a mente da Peregrina, sua invadora, com o que deseja. Com todas as vozes ecoando nos pensamentos de Melanie, que não sabe se escuta sua antiga alma ou se segue as regras da Peregrina que a tem, o leitor percebe que o triângulo amoroso se trata de uma pessoa só. Ao contrário de quem não gostou, eu adorei a capa. Tem, sim, tudo a ver com a história.

É um pouco confuso, mas tudo se resolve no final e os conceitos ganham sentido. Achei complicado de ler e precisei de muita calma e silêncio no início, mas recomendo, porque é uma história bem interessante.

site: Resenha postada nos tempos de Entre Livros
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Valéria 13/08/2017

Ok!
Comprei esse livro há uns 7 anos atrás, lembro que li o primeiro capítulo e ja abandonei. Agora, resolvi novamente ler e já tinha começado com o pé atrás, porque uns 3 amigos falaram que era ruim, outros abandonaram antes de acabar e tals. Mas confesso que o livro é bem ok e apesar das 500 páginas, eu consegui acabar relativamente rápido.

A história em si é bem interessante, onde almas, ou pode até ler como seres alienígenas, invadem o corpo dos serem humanos e roubam suas vidas e seus pensamentos, mas claro que isso não daria tão certo assim para Mel e sua hospedeira, a Peregrina. Se bem que tudo deu até certo demais haha. Acho que deixei tudo um pouco confuso agora haha.

Como sempre, a autora gosta de focar em um personagem e dois amores (seria um crepúsculo da vida?), mas aqui há a pequena diferença, onde o corpo é habitado por duas mentes, então acho que dá pra relevar isso.

O que não gostei muito foram os detalhes e as descrições intermináveis da maldita caverna, que não tinham fim nunca: ala pra cá, ala pra lá, descrição de todos os lugares, como era tudo lá dentro... Meu pai que tedioso. Sem contar os erros grotescos de português que peguei ao longo da leitura: cinto (de segurança) escrito com s, trocar o mim pelo eu e o eu pelo mim e etc.

Mas ok, apesar de tudo a leitura é agradável, e da sim pra ler sem maiores problemas!
Nah 16/08/2017minha estante
Essa caverna é uma desgraça! Está na pilha dos abandonos kkkk


Valéria 17/08/2017minha estante
Vc não conseguiu terminar mesmo??? Haha da uma segunda chance, de verdade!! Ignora a chatice da caverna e vai em frente Nah, que vale a pena sim hahaha




Renasom 11/08/2017

A hospedeira
Eu achei muito legal mesmo! Muito melhor que a saga dos vampiros escrito pela mesma autora. Uma trama muito bem elaborada, narrada de uma forma bem sucinta que nos faz torcer pelo sucesso das personagens.
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Fernanda.Granzotto 06/08/2017

BOM ❣️
Eu li este livro 3 vezes e é apenas ... sem palavras para descrever
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Welly 04/08/2017

Stephenie Meyer se supera!
Stephenie Meyer é uma autora norte-americana conhecida por seus best-sellers da saga Crepúsculo. A autora fez uma viagem e, ficando entediada, inventa histórias para se distrair. Após algum tempo, percebe que já havia criado metade de A Hospedeira.

O livro conta a história de uma época em que a Terra foi dominada por almas que usam corpos humanos como hospedeiros. Peregrina é uma alma que já morou em oito planetas diferentes e finalmente chegou à Terra. A sua hospedeira aqui foi Melanie, um dos últimos humanos a ser capturado.

Mel é uma garota de 17 anos que, ao ser habitada por Peg, se recusa a desaparecer totalmente, não mostrando todas as suas memórias para a alma e invadindo sua cabeça com pensamentos. Ao passar o tempo Peg percebe que Mel não lhe mostrará o paradeiro daqueles que ama, se recusando a colocar Jamie, seu irmão mais novo, e Jared, seu namorado, em perigo. Bombardeando a cabeça de Peg com lembranças de seu amor por Jared, Mel faz a alma se apaixonar por este humano também.

A alma ganha a confiança da humana e, percebendo que seus iguais estavam em perigo, Mel pede para Peg salvá-los. Traindo sua própria raça, Peg faz de tudo para manter aqueles que aprendeu a amar em segurança. No começo foi difícil para ela se encaixar num grupo de sobreviventes, porém surpreende a todos com o tempo com traços de humanidade e seu lado protetor.

Porém, como será que se desenrola essas duas personalidades distintas em um mesmo corpo? Será que conseguiriam continuar convivendo num mesmo hospedeiro para sempre? A Terra continuará a ser o lar de hospedeiros e os seres humanos deixarão de existir um dia?

"Em tantos milênios, os humanos nunca entenderam o amor. Quanto é físico, quanto está na mente? Quanto é acidente e quanto é destino? Por que casamentos perfeitos se desintegram e casais impossíveis prosperam? Não sei as respostas nem um pouco mais que eles. O amor simplesmente está onde está."

O livro também me surpreendeu, assim como a autora. Demorei em começar a ler pois não havia gostado tanto assim de Crepúsculo e, como o livro era maior e mais detalhado, enrolei até ter a coragem de começar a leitura. O começo é meio enfadonho e com muitos detalhes, então conclui que não gostaria deste também. Porém, com o passar da leitura, Meyer foi me conquistando.

A autora, mais uma vez, mostra que podemos nos apaixonar apesar das diferenças. Apesar de ser apenas uma alma alienígena, Peg se apaixonou por um humano. E vice-versa, já que havia Ian, um humano que a amou apesar de ela fazer parte da destruição do seu mundo. Esses relacionamentos – Mel, Peg, Jared e Ian – nos mostram como devemos ceder para ter felicidade.

Uma única coisa que não gostei foi a personagem Peg ter uma vontade de morrer o livro todo. Ela nunca pensava em si mesma, sempre fazia tudo o que lhe pediam e mesmo assim achava que todos queriam matá-la. Às vezes isso me enraiveceu e eu mesma queria matar a personagem. Porém Ian, que no começo da escrita da autora iria ser somente um personagem pequeno, compensou este defeito de Peg… Eu também me apaixonei por ele.

“– É apenas o corpo – repeti.
– Isso não é verdade de modo algum – discordou ele. – Não é o rosto, mas as expressões nele. Não é a voz, mas o que você diz. Não é sua aparência neste corpo, mas as coisas que faz dentro dele. Você é bonita.”


Afinal, como não se apaixonar por um cara desses?

Eu chorei numa cena logo no final do livro, não aguentei! É muito emocionante… E apesar de surpreender a muitos, o final já era esperado por mim – aliás, não sei como alguns poderiam supor outra coisa. Enfim, eu recomendo a leitura e agora só falta o filme ser tão bom quanto, já que até hoje eu ainda não tive coragem de assistir.

site: https://instantesmemoraveis.blogspot.com.br/2016/08/a-hospedeira-stephenie-meyer.html
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Jess 03/08/2017

Confissão
Confesso que só li esse livro por ser da mesma autora de Crepúsculo ( não me juguem), mas achei muito interessante e fiquei muito viciada na história, e ansiosa para ver como as coisas terminariam. É um distópico romântico muito bom e intrigante, ver como duas consciências ocuparam um só corpo foi muito legal (não que eu queira compartilhar meu corpo com outra consciência).
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Maria 27/06/2017

Acabei! Me sinto feliz. Só não sei se feliz por ter acabado ou pelo final totalmente inesperado da historia.
Foram muitos dias - para ser sincera foram semanas mesmo - na angustiante missão de ler A Hospedeira. No inicio achei o livro bem confuso e não gostava muito - em parte era por causa do meu preconceito com a autora -, mas depois se tornou quase impossível não rir das discussões mentais de Peg e Mel.
Sem duvida, a parte em que eu realmente me interessei foi quando surgiu o triângulo amoroso, que logo viraria um quarteto. Amor, ciúmes, raiva, todas as emoções a flor da pele. Foi aí que eu passei a me envolver com todos, em especial com Peg, Mel, Ian e Jamie. Jared não, Jared é um idiota cínico. À essa hora eu estava tão apaixonada por Peg - foda-se o fato de ambas sermos mulheres - que quando vi "Capítulo 58 - Morta" eu simplesmente não aguentei e me desmanchei em lágrimas - acreditem efeitos colaterais, eu chorei muito mais do que no ACEDE.
E quando eu achei que acabaria o livro e entraria em depressão, Stephenie Meyer fez uma reviravolta na historia e fechei o livro sorridente - modo de falar, já que eu li na internet -.
Enfim, com A Hospedeira eu aprendi que não podemos jugar um livro pelo autor e muito menos pela capa - isso vale para o BOO.
Diego 01/07/2017minha estante
Senti o mesmo.Eu tinha muito preconceito com a autora devido,os filmes crepúsculo e as críticas.Antes e achava que se o site de cinema ou de livro,julgasse o material podre eu também,teria que jugar da mesma forma.E não é assim,temos que abrir os olhos ,e,é aquele velho ditado'O que é ruim pra vc,pode ser bom pra mim'.A hospedeira foi um desses casos que me vi,apegado!10 top demais!.




Ana Ira! 11/06/2017

Incrível!!!!
Eu li a série Crepúsculo em 2013, quando eu estava na universidade, numa de minhas visitas à biblioteca - que era enooooooorme! - encontrei os livros da série lá, e me encantei pela beleza das capas, mas como eu já tinha assistido o primeiro filme e não tinha gostado muito, não tinha muita vontade de conhecer a série da autora americana, Stephenie Meyer.
Apaixonada pelas capas, rendi-me a série Crepúsculo, e gente!
Essa série mudou a minha vida!
Eu ameeeeeei demais a série, todos os livros, todos os personagens, e sinceramente, não entendo como pode ter gente que a odeie!
Comprei todos os livros e venho relendo desde então.
Porém, errei muito, confesso. Em não ter lido A Hospedeira logo em seguida :(
Como não havia nenhum exemplar dele na biblioteca, eu acabei deixando pra compra-lo depois, e por fim, só comprei ano passado, e... li esse ano!

Gente do céu! Como puder fazer isso?
Que livro perfeito!
Incrível demais!
Amoooooooo, já to na metade da releitura de tanto que curti.

Apesar das mais de 550 páginas, A Hospedeira tem uma escrita ágil e convincente, que embora trate de ficção científica - gênero que acho difícil de compreender à principio -, da pra ler metade numa sentada só kkkkk

Ah, e quem não gostou da série Crepúsculo, leia sem medo! É beeeeem diferente de Crepúsculo, tanto na escrita, como no desenvolvimento e criatividade da trama.

A escrita é bem diferente da que a Stephenie usou ao escrever Crepúsculo, embora seja superbem escrito e fluído como.
Eu, como milhares de pessoas kkkk tive dificuldade pra me concentrar nas primeiras 90 páginas! Pois é! No começo, embarcamos num momento precioso e decisivo da trama, por isso os nomes e todo o universo científico/fantástico criado pela a autora é ainda muito complicado e diferente, me perdi algumas vezes. Depois das primeiras 90 páginas, fica eletrizante, com descobertas e aventuras até a última página! O que me fez ler beeeeem mais rápido e amar cada palavra!

Enfim, é um livro maravilhoso! Só tenho elogios pra ele kkkkkk

Vamos pra história!

Melanie Stryder é uma das últimas humanas que conseguiu se esconder, muito bem, para não se tornar uma hospedeira dos aliens que invadiram a Terra e tomaram conta dos corpos humanos. Transformando a nossa civilização em algo mais calmo, objetivo e plácido. Apesar de terem nos assaltado com esses assassinatos em massa. Afinal, tiraram nossos corpos!

Melanie tem um irmãozinho, Jamie, o qual protege com todas as suas forças, e seu namorado, Jared. Juntos, estão tentando chegar a um esconderijo no meio do deserto encontrado e dirigido por seu tio, Jeb.

Quando Mel vai procurar sua prima, Sharon, é capturada e quase morta, ocasionando o aprisionamento de seu corpo, e Peregrina, uma alma alien é então, inserida em seu corpo.

Peregrina recebeu esse nome justamente por estar hospedando-se em seu nono planeta. Foram tantos. Mas em nenhum sentiu-se verdadeiramente em casa.

Assim que é inserida e acordada, revê a última lembrança de Mel, a dolorosa quase morte, e passa dias/semanas tentando descobrir mais sobre Mel e os demais humanos escondidos com ela, afim de ajudar a Buscadora (um tipo de polícia, digamos assim) a encontra-los.

A Buscadora é horrenda! Ô mulherzinha nojenta! E que esconde um baita segredo!
Ela é tipo uma policial, fica interrogando as almas aliens recém hospedadas nesses corpos humanos para descobrirem nessas memórias onde estão os humanos refugiados.

Só que com Peregrina tudo é diferente! Mel não morreu. Está abafada em sua mente. E fala o tempo todo com ela. Buscando esconder todas as lembranças que puder e salvar sua família.

Só que o amor de Mel por Jared ultrapassa "as paredes" de sua mente, e Peregrina acaba descobrindo-os, e também se apaixona por Jared.

Assim, Peregrina e Mel, em sua cabeça, fogem da Buscadora, e vão atrás de Jared e Jamie.

E aí passa das 90 primeiras páginas. Até esse ponto os capítulos são curtos e falam muito sobre a vida dos aliens e sua adaptação nos corpos humanos. Suas profissões, estilos de vida, etc., porém, só com o decorrer da trama e com as explicações que a Peregrina dará, é que compreenderemos tudo muito bem.

Peregrina e Mel, sim, chegam até Jared, Jamie e o tio Jeb. E gente, quantas descobertas ocorrem a partir de então!
Diversas aventuras. Muitas lágrimas. Muito amor e uma família que vai se formando. Não foi nada fácil pra Peg (Peregrina), ela meio que se tornou humana, e ela mesma se surpreendeu com esta constatação.

Sua relação de brigas com Mel, que quer seu corpo de volta, vai tomando um rumo completamente inesperado!

O livro inteiro é inesperado!

Bom, como eu disse são mais de 550 páginas. Que fluem muito. E também tem muitoooooos acontecimentos.

Vou parar por aqui, pra não correr o risco de soltar algum spoiler, rsrs

Mas é uma obra genial! Arrasadora!
Amo muitoooooooo!!

E ah, eu to relendo na edição capa do filme em inglês, e temos um capítulo extra com narração da Mel! Pois o livro inteiro foi narrado pela Peg.
Não sei se na edição em português têm esse extra também, a minha edição em português é com a capa original, e não tem. Capa horrível essa, apesar de combinar com a trama, rsrs
Eu gostei bem mais da capa do filme, linda! *-*

A Stephenie Meyer disse logo que este foi lançado, que teríamos mais dois volumes. No entanto, até agora não sabemos de nada.

Eu amei muito o final que o livro teve e tenho medo de ela escrever uma continuação e estragar, ou matar meus personagens preferidos kkkkkkk se bem que, sendo da Stephenie, eu confio!

Geeeeente, se vocês ainda não leram, LEIAM!!!!
É maravilhoso!
Mesmo que não tenha curtindo Crepúsculo, tenho certeza que amarão A Hospedeira!

site: http://elvisgatao.blogspot.com.br/2017/05/resenha-hospedeira-stephenie-meyer.html
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Suka Milk 10/06/2017

Muito diferente do comum
Esqueça tudo que já nos foi apresentado sobre invasão alienígena, esqueça as armas, a devastação, a guerra, isso aqui é muito diferente, e muito melhor...
Stephenie mudou todo o conceito de invasão alienígena e transformou em algo totalmente novo, impressionante e maravilhoso...
Não tem como não se apaixonar pelas Almas, não tem como não sofrer pelos humanos, não tem como não sentir o que a Peregrina sente ou o que a Melanie sente...
Confesso que o livro tem alguns momentos massante, mas a estória é surpreendente e eu realmente gostaria q tivesse uma continuação...
Rosi 20/06/2017minha estante
Eu comecei a ler mas abandonei ,o filme eu gostei bastante


Suka Milk 05/09/2017minha estante
Resolvi ler o livro com causa do filme, q é muito bom mesmo... O livro só não é melhor pq a autora "enrrola" De mais em muitos momentos, e fica uma estória muito cumprida e desgasta a leitura... Mas ainda assim, amei o livro...




Eu Pratico Livroterapia 22/05/2017

A Hospedeira
A Hospedeira não é só mais um livro de ficção científica. Vai muito além disso. Começa com a história de Melanie (Mel) que acaba arriscando a própria vida para que seu irmão não seja pego pelos alienígenas.

Porém, o que ela não esperava é que continuaria viva na mente de sua invasora (Peregrina). Com o tempo Mel vai mostrando flaches do homem que ela ama, e Peg acaba gostando também dele, não só dele, mas também do seu irmão. Peg não sabe bem como lidar com esses sentimentos, mas arrisca e ajuda Mel a encontrá-lo e ver se estão bem, vivos e a salvo, mas nem tudo são flores. Tem a buscadora que quer informações sobre o paradeiro dos outros humanos e Peg faz de tudo, mas Mel não deixa que ela veja.

No decorrer do livro Peg acaba por tentar ajudar Mel. A ver se seus amado e seu irmão estão bem. Ela vai de carro para que chegar ao destino, enquanto Mel vai por onde consegue ir. Acabam tendo que deixar o carro e caminhar por um bom tempo. Seu tio Jeb a encontra e toma um susto vendo que sua sobrinha foi transformada em um deles, porém acaba deixando ela vá com ele e os outros, pois para ele Mel, talvez ainda esteja dentro do próprio corpo.

Alguns capítulos depois vemos a amizade e o amor das duas crescerem e não só isso, mas também vemos o amor em suas diferentes formas: amor de mãe, amor de irmã/irmão, de tios, amor de amigos, enfim em todas as suas formas o amor, com certeza muda o mundo.

Ah! Se as pessoas vissem o que o amor pode fazer.

Enfim, livro recomendadíssimo. É um pouco grande, mas vale muito a pena. É bem mais detalhado que o filme, pois são mídias diferentes. É uma leitura gostosa, tranquila e a escrita da autora nesse livro melhorou muito se comparado a série crepúsculo.



site: http://www.eupraticolivroterapia.com.br/2017/03/resenha-hospedeira-stephenie-meyer.html
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Vivi Vieira 21/04/2017

O melhor de Stephenie Meyer
É verdade! Deixem de lado tudo aquilo que vcs leram em Crepúsculo, a autora mostrou um amadurecimento na sua escrita. Ainda é o do tipo: ame ou odeie. Mas, confesso, foi muito mais do que eu esperava. O livro fala sobre uma invasão alienígena, silenciosa e rápida e principalmente sobre a resistência humana, a luta pela sobrevivência de uma espécie. Também fala sobre amizade, amor, confiança e respeito às diferenças. Um tema controverso, que foi escrito de forma sensível e criativa. Pena que o filme não passou nem 1/3 das emoções que o livro invoca... Chorei muito e entrei em ressaca!
Vale a pena!
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