O Homem Que Calculava

O Homem Que Calculava Malba Tahan
Malba Tahan


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Resenhas - O Homem Que Calculava


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Alberto 16/05/2011minha estante
Concordo com todas essas suas críticas, principalmente sobre o fim do livro (só acho que você podia ter avisado você conta o final).


Victor 16/05/2011minha estante
Perdão, Alberto, adicionei um aviso agora. Obrigado a todos que gostaram :)




P. M. Zancan 14/02/2012

"Os números governam o mundo." (Pitágoras)
O Homem Que Calculava, de Malba Tahan, é uma excelente leitura para os que gostam de matemática (como eu) assim como para aqueles que não gostam tanto. A estória é contada do ponto de vista de Hank Tade-Maiá que, em sua viagem de volta a Bagdá, encontra o persa Beremiz Samir. O Bagdali, fascinado pelas habilidades do persa com os números, convida-o para Bagdá, onde tais habilidades seriam adequadamente valorizadas. Esse é o ponto de partida para uma jornada de desafios e mistérios resolvidos pelo domínio da matemática.

Esse livro lembra muito as estórias do Sherlock Holmes: Hank, assim como Dr. Watson, é amigo e testemunha das habilidades de Beremiz que, como Holmes, desvenda inúmeros problemas apresentados a ele como "insolúveis mesmo para os mais sábios". Cada resultado é explicado de forma clara, desmistificando o problema de forma simples. As conclusões do persa, que podem parecer arbitrárias e questionáveis de início, revelam-se óbvias após as ponderações do calculista.

Mas nem só de contas é feito o livro. Entre um desafio e outro, são apresentados fatos curiosos a respeito do grande universo matemático (como a origem do jogo de xadrez, por exemplo) e ensinamentos de moral e respeito mútuo. Como a estória passa-se na Bagdá do século XIII, segue-se a meritocracia, onde as recompensas (e os desafios) são proporcionais à habilidades. A cada desafio solucionado, novos problemas são apresentados, cada um mais complicado que o anterior. Por fim, Beremiz é confrontado pelo desafio do califa Al-Motacém, para poder fazer jus a seu prêmio.

O livro é narrado de forma simples e clara, mas aqueles que não estiverem satisfeitos podem se valer dos apêndices, onde os problemas são melhor detalhados. Os problemas abrangem tanto a álgebra de colégio (como a regra de três), a matemática de faculdade (como a metade de algo que tende ao infinito) e a lógica simples e sem números (como uma divisão de 3 por 2 sem resto ou fração).

Aos que gostam de números, sugiro que, a cada problema, interrompam a leitura e tentem desvendá-lo. É muito interessante descobrir se é tão habilidoso quanto Beremiz. Eu mesmo, que trabalho com números, não consegui solucionar todas as questões de cabeça, precisando de lápis e papel para resolver alguns problemas enquanto outros só entendi depois das explicações do persa.

Este é um clássico nacional que recomendo a quem está no colégio, fazendo vestibular, faculdade ou já tenha se formado (seja em matemática, engenharia, filosofia, letras, ...).

P. M. Zancan
http://ladyweiss.blogspot.com/2011/08/resenha-de-o-homem-que-calculava.html
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Silvio Almeida 15/09/2012

Entretenimento, Conhecimento e Espiritualidade
O Homem que Calculava, de Malba Tahan, pseudônimo do brasileiro Júlio César de Melo e Sousa é um livro SUBLIME.

Costumo tecer resenhas com ênfase maior no livro do que em minhas convicções pessoais, mas para este caso tomo a liberdade de agir em regime de exceção e defender uma posição mais pessoal sobre a leitura deste livro.

Logo no início da leitura fiquei me perguntando qual o motivo de tão valiosa obra ter sido omitida nos meus tempos de escola e depois ao longo da vida, mas ao final percebi que por ser há pouco tempo um cristão com certa maturidade pessoal e espiritual, somente agora poderia compreender a lógica por trás do enredo.

Esta obra reúne de maneira singular, Entretenimento, Conhecimento e Espiritualidade.

Entretenimento: O enredo é de leitura agradável, em formato de contos, pois cada capítulo compreende uma história de poucas páginas, que mexe com nossa imaginação e raciocínio, criando um clima de fantasia e suspense, que te envolve e encanta a cada etapa vencida pelo prodigioso calculista Beremiz.

Conhecimento: O livro engloba dentro de um enredo muito bem elaborado e agradável, reflexões e conhecimento sobre a Matemática, o Raciocínio Lógico, a cultura árabe, o Islamismo. Além disso cita frases de grandes pensadores e aborda várias passagens da história mundial, incluindo a Antiguidade Grega, a invenção do jogo de Xadrez e pontos de formação da cultura árabe. O livro contém um glossário e apêndice de fácil consulta para melhor compreensão do texto.

Espiritualidade: A cada capítulo são trazidos costumes da religião árabe, demonstrando-nos a essência do Islamismo, uma vida mais devotada a Deus (o mesmo único Deus dos Cristãos), e ao exercício das virtudes na vida cotidiana do homem.

Ne decorrer da leitura traça-se um grande paralelo entre o Islamismo e o Cristianismo, ou seja, percebe-se que há muito mais semelhanças do que diferenças entre as 2 religiões quanto a sua essência e princípios morais. Seguindo esta linha, o livro traz inúmeros ensinamentos morais para a nossa vida pessoal e enseja um clima de respeito entre as 2 principais religiões da humanidade.

Ao final, o brilhante matemático Beremiz, personagem principal, ao conhecer a Bíblia, tomou a atitude mais lógica e racional para aqueles que se dão a liberdade de conhecê-la e interpretá-la de forma livre de preconceitos, convertendo-se ao Cristianismo e vivendo feliz com sua esposa e filhos.

Para muitos que são "de fora" ou tem uma religião superficial, estado em que me encontrava há pouco tempo, as histórias bíblicas são cheias de lendas e mitos e quem crê nelas são pessoas mais emotivas do que racionais, mas a partir do momento que você ESTUDA as escrituras, você conhece verdades históricas e científicas incontestáveis, sendo ela um livro extremamente racional para pessoas com senso crítico aguçado, como era o caso de Beremiz.

Ora, a fé é o FIRME FUNDAMENTO das coisas que se esperam, e a prova das coisas que se não vêem.
Hebreus 11:1
Gabbi 29/09/2012minha estante
Que ótima analise!
Lendo sua resenha me deu mais vontade de ler esse livro, não sabia que a estória abordava temas como religião e espiritualidade!


Felipe 26/12/2012minha estante
Uma ótima resenha, Silvio Ameida. Li faz algum tempo o livro e lendo a sua resenha, me veio a vontade de lê-lo novamente. Outro título que aborda semelhante tema (Matemática) é o Teorema do Papagaio, indicação pessoal para os que se interessam pela área.




Lari 12/08/2014

O Homem Que Calculava - Malba Tahan
Este livro é uma das obras mais interessantes que eu já li.

Conta as aventuras de Beremiz Samir (um calculista brilhante) pelo Oriente Médio.
Ele e o nosso narrador, o Hank Tade-Maiá, se conhecem durante uma viagem e passam a viajar juntos pelo deserto em direção à Bagdá. Ali, encontram aventuras onde o cérebro do calculista será posto à prova diversas vezes e irá colher os frutos de ser tão criativo e inteligente na resolução dos desafios numéricos, por assim dizer.

Cada capítulo apresenta-nos uma nova aventura e, com ela, um novo problema matemático que Beremiz resolve de maneira surpreendente e até divertida. Confesso que fiquei pensando várias vezes nas resoluções simples e na maneira quase poética com que o Beremiz expressou-as. Ele consegue romancear os números e me deixou não só com a sensação de estar realmente entendendo o problema, como também aprendendo coisas totalmente novas (mesmo que não sejam).

"A geometria existe por toda parte. No disco do sol, na folha da tamareira, no arco-íris, na borboleta, no diamante, na estrela-do-mar e até num pequenino grão de areia."

Demorei a descobrir que Malba Tahan não era, de fato, árabe. Fiquei impressionada quando descobri que ele é, na verdade, o pseudônimo de Júlio César de Mello e Souza – um brasileiro!

Com este livro você aprende matemática, conhece um pouco mais sobre a história dessa ciência, os grandes nomes por trás dela e aprende mais sobre a cultura do meio oriente.

site: http://nomundodoleitor.blogspot.com.br/2017/01/resenha-o-homem-que-calculava.html
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Mayte 04/12/2014

Para os apaixonados por novos conhecimentos
De antemão aviso que é necessário maturidade e paciência para "estudar" o livro. Aos 12 anos comecei a ler e achei chatíssimo; aos 16, devorei-o.
Neste livro Malba Tahan (pseudônimo do professor de Matemática brasileiro Júlio César de Mello e Souza), pela voz do bagdali Hank Tade-Maiá, nos leva a uma impressionante viagem pelas peripécias matemáticas do calculista Beremiz Samir.
O livro me trouxe conhecimento não só matemático e lógico como também da cultura árabe, que eu não imaginava que fosse tão surpreendente.
Vale a pena a leitura.
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Manu 23/12/2010

Um monte de números...
Li, reli, lerei um dia de novo e sou sempre encantadada por esse livro maravilhoso, que faz matemática parecer divertida (pelo menos pra mim, que não possuo muita afinidade com essa ciência) e nos transporta ao fascinante mundo árabe.
Uma boa narrativa + um monte de números = fórmula para o sucesso!
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Phellps 12/07/2010

Um livro para os mais jovens.
O homem que calculava é um livro que trás uma premissa simples. As aventuras de um Árabe que era excepcional na matemática. Inicialmente a premissa simples traz uma história apenas como plano de fundo, para que sejam mostrados problemas matemáticos e soluções incríveis para o mesmo. Além disso, o livro passa uma visão educativa da cultura Persa.

A falta de uma história mais profunda apenas cria um desinteresse maior por aqueles que buscam algo além dos problemas matemáticos apresentados. É um ótimo livro para os que amam calculos e problemas, ou até mesmo para jovens que ainda não desenvolveram um gosto maior pela leitura, mas pra quem busca algo a mais, deixa a desejar.
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Bruna Moraes 23/07/2015

O homem que calculava
Hank-Tade-Maiá estava a caminho de Bagdá, quando se deparou com um homem que estava pronunciando um número muito grande, curioso, foi até ele e o questionou. O homem, que se chamava Beremiz, o explicou com gosto a sua história, a partir dali se tornaram amigos de viagem. Com a história, o bagdali percebeu o quanto era habilidoso o Beremiz em matemática e como apreciava os números. Ao longo do percurso, eles encontraram pessoas que precisavam de ajuda para resolver suas dívidas e heranças, o qual o matemático resolveu com prazer e simplicidade. Não durou muito tempo para sua fama correr aos quatro cantos, e para os Xeques (homens de prestígio) necessitarem de seus serviços.
O homem que calculava foi escrito por um brasileiro, José César de Melo e Souza, que utiliza o pseudônimo Malba Tahan, seu livro conta através das aventuras dos personagens, a importância da matemática. Vários problemas são propostos ao longo da história, e todos são resolvidos de maneira lógica e simples.
A maneira como o autor escreve é típico para atrair a atenção do leitor, capítulos curtos, a presença do glossário para esclarecer o significado das palavras e imagens que ilustram as passagens de Beremiz e o bagdali. Ao contrário do que muitos pensam, o livro não é só para os gênios da matemática, mas com certeza para todos que se interessam por uma boa leitura, pois nela se encontra conhecimentos sobre a cultura árabe e sua religião, a simplicidade com a qual se começa uma amizade, e como tudo, de um jeito ou de outro termina em romance.
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Newton.Loebens 30/11/2018

Simplicity plus complexity
The Man Who Calculated was the first book which I have read that was not a
fantasy story. The time when I read it remembers me of a moment which divides my
feelings about Math, because before the book, Math seemed to me just as one more
discipline that I should study and make some tests. In the story, many events happen to
Beremiz, a man who uses diferent ways to think about math
and logic to solve his and his city problems. Therefore, during the reading I realized that
Math was not just one more discipline, it was the way through which I could enjoy my
time in school.
In the story, Beremiz was a famous Math man in Bagda, known by his
simple solutions to solve, until then, what were hard troubles. He did not use advanced
Math methods in the solutions, which allows anyone to read the book and enjoy the
explanations. At a certain point, the king became aware about Beremiz´s acomplishments
and invited him to go to his palace to make a challenge: if he was able to solve a milenar
and famous test which remainded without solution, the princess would marry Beremiz.
There was no need to think deeply, so, our hero left home in a journey to reach the palace.
The journey was very long, and so was the Mathematician’s fame. Therefore in
every stop he made, there was an unsolved problem that let the people confused. At this
moment, I began to see the importance that Math has in our lives. Furthermore, it is not
just a science made of hard and unknown simbols: it is a tool to make things easier. As the
problems got harder, Beremiz needed time to solve them; however sometimes the solutions
became more difficult, showing to the reader that some troubles cannot be solved quickly,
instead they have to be thought about deeply.
Extensive calculations do not appear in the book. Even then, Math is described and
applied in many kinds and situations, allowing the reader to think logicaly without the fear
that the discipline usually causes in school. Math is everywhere. When the answer for a
problem is known, it seems easy, however the road to get to the solution may be tough,
depending on how the tools are used.
Ismael.Bernardo 30/11/2018minha estante
It seems an interesting reading either for someone of the Math field or someone who is just interesting in it, without the difficulties of theories and calculations.




iviegas 19/08/2015

Boa
leitura agradável... recomendo.
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everton2040 14/12/2009

Interessante
Muito interessante que os problemas apresentados, aparentemente, não possuem solução, e o "homem que calculava" consegue resolver todos.
Também é interessante o conhecimento que o livro traz da cultura árabe.
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Marcos 07/01/2010

Fantástico!
Esse livro é uma experiência única com o universo da matemática! Até para quem não gosta de matemática. Fico surpreso com tamanha facilidade de resolver problemas!
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Josiane 27/04/2010

muito bom!
Ótimo livro para quem gosta de matemática ou para fazer alguém gostar de matemática.

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Talita Gomes 19/01/2010

Fala sério esse Malba é o cara, como um ser pode fazer da vida a matematica?
louco!
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Patty 04/06/2010

Excelente livro
É um livro muito interessante, mostra o quanto a Matemática é uma ciência natural, super presente no dia-a-dia. Apresenta situações divertidas e interessantes nas quais aquele que é possuidor do conhecimento matemático se vê em vantagem em relação aos demais. Vale a pena ler e aplicar em sala de aula (profesosres de matemática)!!
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