Frankenstein

Frankenstein Mary Shelley


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Resenhas - Frankenstein


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Dri F. @viajecomlivros 12/10/2018

Mais um clássico do terror lido nesse último mês, e que vai para as sextas #viajecomlivroshalloween

Frankenstein foi escrito por Mary Shelley em 1818. E embora seja um clássico de 200 anos, incrível como a leitura é fácil e envolvente de ler.
Me surpreendi muito porque nunca tinha tido nenhum contato com a história original do ?monstro?, só com as versões já produzidas pela TV e pelo cinema, e que boas surpresas vieram.
Victor Frankenstein é um jovem e sonhador cientista que decide usar todo seu estudo e conhecimento para dar vida a uma criatura que, ele acredita, poderá revolucionar as ciências naturais do seu tempo.
Ele atinge seu objetivo depois de muita dedicação, estudos e isolamento, mas logo se percebe assustado com a criatura medonha que se levanta quando ele termina seu experimento. E foge em desespero com o que ele acabou de fazer.
Uma das coisas que eu não sabia é que a criatura não tem nome na história, na verdade Frankenstein é o sobrenome do cientista que a criou.
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A partir daí a história nos envolve em dilemas de ética, certo ou errado frente a nossas responsabilidades. Sim, a criatura é descrita como horrenda, mas aprende sozinho a ler, a falar, e a entender o papel de cada um em sociedade. Victor se tortura pelas suas escolhas e as consequências que elas trazem para seus amigos e familiares.
E vamos acompanhando a narrativa desses dois personagens e suas escolhas, certas e erradas, boas ou más e toda tragédia que vem disso.
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A leitura flui muito facilmente, a escrita é simples e de fácil entendimento, envolvente e que faz o leitor querer muito chegar ao final. O livro começa com cartas de um rapaz para sua irmã e depois da narração do próprio Victor contando a esse rapaz suas desventuras.
Gostei bastante, há sim momentos de tragédia e horror mas nada que não seja condizente com a história. Me surpreendeu em muitos momentos e indico demais mais esse clássico do terror.
Instagram @viajecomlivros
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Eurafaprado 08/10/2018

Clássico
20 Livro de 2018.Frankenstein.

Um clássico, escrito por Mary Shelley em 1818, durante uma noite chuvosa, em uma brincadeira de quem contava a melhor história de terror!
Ao contrário do que se pensa Frankenstein não é o nome da ?Criatura? e sim o sobrenome do Criador.
Um livro repleto de reflexões Morais, que nos mostra a importância de saber escolher e que nem sempre a busca incessante por um objetivo nos leva ao sucesso.
Nota 5 no #skoob , e já se foram 7.000 páginas só este ano !!! De março até aqui ?
Ler é um prazer, uma viagem incrível !!!
Ler é hábito, só se avança, se começar !!! #frankenstein #maryshelley #darksidebooks #literatura #livro #literatura #leituracompartilhada #leia #livroseleitura #booklover #booklovers #book #leia #ler #amantesdelivros #bookstagram #book #skoob #kindle #kindlebrasil #kindleoasis #amazon #kindleunlimited #ebook #lendoclassicos #1001livrosparalerantesdemorrer
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Rani Medeiros 04/10/2018

Clássico incrível
Um homem com sede de conhecimento acaba dando vida a uma criatura incompreendida e confusa. A escrita da autora me envolveu do início ao fim, fui surpreendida a cada capítulo, ela nos faz entender o lado de Victor o criador, mas também o lado do monstro, descrevendo seus sentimentos e temores. Todos os personagens foram muito bem construídos, e a leitura fluiu rápida me deixando mais encantada! E o desfecho surpreendente e dramático ao final fez com que o livro entrasse para os meus favoritos. Amei!
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Ernani.Maciel 04/09/2018

O texto é refinado, a tradução está à altura da grandiosidade da obra; uma narrativa com foco no humano.
Li alguns textos e assisti a filmes com citações desta belíssima obra, que acabaram por induzir-me a desenhar em minha mente algo totalmente diferente do que li. Imaginava um monstro vagando pela Londres do século XIX; uma narrativa grosseira e direta.
Feliz ledo engano. Para se ter uma ideia, Frankenstein é o cientista e o monstro jamais recebeu um nome de batismo. Acreditava que Frankenstein era o monstro.
O texto é refinado, a tradução está à altura da grandiosidade da obra; uma narrativa com foco no humano.
Obra clássica que levou-me a refletir sobre a nossa existência.

E os clássicos sempre deixam importantes lições; relatarei abaixo as que mais saltaram aos meus olhos:

Não devo julgar o livro pela capa, ou seja, tratar a outrem bem, independentemente das nossas diferenças ou opiniões. Às vezes nossas atitudes impensadas, destaco as verbalizadas, marcam negativamente e para sempre a história de outrem; especialmente quando partem de quem amamos e respeitamos;

Não deixar que o ego supere a razão;

Mas a grande lição aqui, a meu ver, é o fato de que não devo dedicar-me tanto a uma determinada tarefa, sonho ou objetivo, a ponto de negligenciar o que me é mais caro, como por exemplo, minha família.

Agradou-me os textos da autora a respeito da ciência e religião.

Impossível não dar 5 estrelas.

Edição: muito boa, capa dura de fácil manuseio. Recomendo.
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Rafael Moura 29/08/2018

Excelente leitura!
Tenho que confessar que subestimei um pouco este livro. Não esperava um livro tão bom e me surpreendi! Uma história gostosa e relativamente fácil de ler, com acontecimentos marcantes e bons diálogos. Se algumas coisas parecem clichês atualmente, é pq vivemos numa cultura que tem exatos 200 anos absorvendo elementos dessa narrativa.

O desespero e a miséria que abatem o Victor Frankenstein fazem com que nós nos identifiquemos com ele logo de cara. Ao mesmo tempo, a autora consegue passagens belíssimas onde conseguimos conexão também com o monstro (que não adota o nome do seu criador, e que não é "batizado" por este com nenhum outro nome). Criador e criatura, num balé de orgulho, medo, raiva, ódio, desprezo, carência, dentre outros sentimentos.

É um clássico e, como tal, pode ser interpretado de várias formas: a relação entre pais e filhos, entre o homem e Deus, entre culturas diversas, a velha discussão entre homem versus ciência, bem e mal, Hobbes x Rousseau, dentre outras. Ainda que fiel ao seu tempo, este livro é, como normalmente os clássicos são, atemporal. Me censuro por ter demorado tanto em lê-lo.

Enfim, é certamente uma leitura indispensável para quem gosta de clássicos, para quem gosta de cultura popular em geral, bem como para aqueles que curtem viajar nos questionamentos de um bom livro.
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20/08/2018

Mary Shelley, em mil oitocentos e lá vai bolinha, conseguiu dar muito tapa na cara dessa nossa sociedade hipocrita de 2018!
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Maria Tereza 17/08/2018

Impressionante
Confesso que nunca imaginei que leria Frankenstein, foi por um mero acaso que tive contato com o livro e decidi que queria ler. E não me arrependi. Minhas metas de leitura do ano passado e desse ano estão cheias de clássicos e nada melhor que acrescentar a obra de Mary Shelley à lista. Enfim, como sabem, a história é impressionante, desde a ideia descabida de Victor até o desenrolar de sua relação com o monstro de sua criação, somos transportados para uma época muito diferente da nossa, em um ambiente único, que nos faz refletir sobre a natureza humana, o bem e o mal e todas as faces das nossas decisões. Finalmente pude entender toda a completude da história e do que a autora quis transmitir.
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Francisco Dunas 24/07/2018

Os Nossos Demônios Internos
Um belo ano para os amantes do gênero terror. "Frankenstein", escrito em 1818 pela escritora britânica Mary Shelley, completa duzentos anos. Nascida no século dezoito, mais precisamente no ano de 1797, filha do jornalista William Godwin e da escritora Mary Wollstonecraft, Shelley cresceu influenciada pela escrita e tornaria-se uma das maiores figuras do universo literário tanto pela composição de sua obra quanto pela criação de um dos maiores personagens da literatura moderna eternizado tanto no universo das letras quanto na sétima arte em suas inúmeras adaptações - por mais que a maioria das dessas releituras cinematográficas tenham fugido do tema principal, elevando cada vez mais o nostálgico charme e originalidade da obra à eternidade.

O primeiro contato com o livro foi algo surpreendente, pois diferente das demais histórias e contos do gênero já tão bem difundidas e reformuladas ao (desnecessário) extremo, Shelley usou de um criativo artifício - o qual possivelmente tenha sido a chave certa para sua obra atravessar décadas e décadas e permanecer atual: Há mais humanidade do que horror neste livro. Afinal, enquanto seres humanos, não há no mundo medo maior do aquilo que somos capazes de fazer.

Vamos à trama: O jovem e sonhador cientista Victor Frankenstein, devido à sua solidão e visões de um futuro promissor, decide usar todos os seus conhecimentos adquiridos para dar vida à uma simples matéria inanimada tendo por base a junção de diversas partes de diversos cadáveres. Almejando tornar-se o grande desbravador de um mundo desconhecido, abdica-se do convívio social por considerá-lo um tanto quanto ultrapassado em comparação à sua jornada, abraçando-a. Quando finalmente alcança o seu objetivo, o jovem dá-se conta de que havia irracionalmente criado um ser tão horripilante e inconcebível que automaticamente ridicularizaria toda a sua inovadora empreitada. E para completar: Ele estava vivo. Desesperado, o doutor o abandona para vagar pelo mundo afora enquanto foge para esconder-se no mundo o qual ele havia dado às costas anteriormente. Porém, inconformado pela reação de seu grande criador, a criatura parte em uma jornada de auto conhecimento no mesmo instante em que aprende a desviar-se do contato humano que tanto o despreza pela sua forma física. Quando sente-se pronto para dar vida ao que seu então "pai" o havia designado, ele fará de tudo para reencontrá-lo para um ajuste de contas.

A obra em questão é visto por muitos como um ensaio sobre a devastação em nome do sucesso. Acredito que a criatura, apesar de cometer atrocidades que o transformam no ser assustador que ele é aos olhos dos homens, não o faria caso tivesse recebido o companheirismo que Dr. Frankenstein poderia ter-lhe oferecido. É justamente neste ponto que o enredo pede ao leitor uma atenção especial: O "monstro" pode ser facilmente observado como a personificação da culpa que todos nós sentimos em relação à certas ações que deixamos sair do controle por não possuirmos aquela determinada experiência que a situação exigia. Entrando em mais detalhes, o cadáver trazido à vida possui alguns atributos interessantes que valem a pena ressaltar: Ele é alto, feio, não fala corretamente e possui uma garganta cavernosa, não possui o conhecimento para locomover-se normalmente - podendo facilmente tropeçar e cair a todo instante - , além de possuir uma força descomunal. Os temíveis diálogos que ele acaba mantendo com seu estupefato criador fazem uma divertida analogia à forma como o homem sempre irá encarar a culpa como algo grande, assustador, desumano e extremamente forte; algo como uma sombra a nos perseguir simplesmente para nos lembrarmos de nossas ações e de suas consequências. Sendo o horror psicológico um dos ápices da trama, é plausível dizer que a escrita do livro consegue atingir o seu objetivo, por mais grosseira que seja a forma como a criatura é descrita.

Uma leitura inteligente e empolgante que causa fascínio até os dias de hoje. Em uma das poucas vezes na literatura, vemos o nosso lado prepotente em uma forma viva a nos perseguir. Escrita em forma de carta - o que acredito fazer a história ganhar um nível maior de suspense, pois somos obrigados a acreditar nas palavras de um personagem relativamente pequeno - pelo capitão de um navio que socorre o cientista quando este está em uma frenética fuga (através do Pólo Norte) de sua "culpa" que agora sabe falar corretamente e tem pleno domínio de suas faculdades mentais e físicas, a obra conseguiu catapultar um gênero que viria eternamente a beber de sua fonte. A relação entre os dois personagens principais ao longo das páginas, justamente pela genialidade de Shelley, é considerada uma das mais desgastantes e trágicas da literatura, mas nem por isso, menos elegante.

Nós criamos os nossos próprios demônios ao ousarmos termos o domínio absoluto de tudo e de todos, incluindo o impossível, o que acaba sendo o grande erro do protagonista e exatamente por isso ele acaba sendo caçado da forma horripilante mundo afora, por um cadáver reanimado, como forma de castigo. Creio que poucas vezes a literatura soube fazer isso de forma tão majestosa.

Além de ter renovado um gênero, o livro ainda abre discussões sobre o posicionamento de mocinho e vilão em diversas outras histórias. No caso da obra em questão, as opiniões divergem, porém, a maioria aponta que Frankenstein é o vilão e a sua criatura é o grande herói, pois no começo da trama encontra-se totalmente distante das normas e regras do mundo que o cerca. A conclusão é um dos desfechos mais convincentes que li até hoje. Afinal, não somos nós mesmos o nosso pior inimigo?
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Iago 19/07/2018

O monstro de Frankenstein
De tudo o que já li na vida eu nunca odiei tanto um personagem quanto o monstro de Frankenstein, consegui sentir todo o ódio e o pesar do Victor e a tomenrta que o monstro produz.
O cinema entrega um ser completamente diferente do livro. Mary Shelley ícone da literatura inglesa.
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Anderson 16/07/2018

Duzentos anos de indagações...
Uma das melhores obras que já tive a oportunidade de ler.
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leila.goncalves 11/07/2018

Quem É O Monstro?
Frankenstein" é o resultado de uma aposta entre uma inglesinha de 19 anos e Lord Byron. Ambos foram desafiados a inventar uma história de terror e Mary Shelley, a autora, criou um clássico do gênero gótico, enquanto que o manuscrito do afamado poeta ficou relegado ao esquecimento....

Na verdade, o livro é uma tocante narrativa sobre o preconceito e a solidão. Escrito entre 1816 e 1817, foi publicado no ano seguinte e revisado pela autora na terceira edição, considerada a definitiva e usada como base para traduções.

Pouca gente sabe que seu título original é "Frankenstein ou o Moderno Prometeu", pois assim como esse titã foi punido por Zeus, quando revelou o segredo do fogo à humanidade; seu protagonista, o jovem cientista Viktor Frankenstein, também recebeu seu castigo ao descobrir o mistério da criação da vida que é considerada de natureza divina. Aliás, o conflito entre o avanço da ciência e a religião também é um dos enfoques narrativos.

Uma confusão frequente é adotar Frankenstein, o sobrenome do criador, como o nome da criatura que sequer é mencionado. Também não há qualquer referência que ela seja produto da mutilação de cadáveres ou mesmo que veio à vida através de um raio.

Tais controvérsias foram introduzidas através das inúmeras adaptações sofridas pela obra nem sempre fidedignas. A própria aparência do monstro descrita no livro é singularmente diferente da imagem atual: sua pele é amarela ao invés de esverdeada e seus cabelos curtos com aquela "cômica" franjinha, na verdade, são lisos e compridos.

Finalmente, em 1994, foi lançada um filme homônimo, dirigido por Kenneth Branagh com ele mesmo no papel do cientista e Robert De Niro como a criatura. É a adaptação muito próxima do original e, sem duvida, merece atenção.
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Juan 09/07/2018

Um clássico!
Admito que fiquei supreso com o livro, achei interessantíssimo a forma que foi tratado o drama das personagens, ja que no livro vemos o ponto de vista do monstro e de seu criador. Concerteza vale a pena a leitura.
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Ray - Bruxinha.literaria 26/05/2018

Clássico!
Frankenstein narra a história de um cientista, que levado pela vaidade, trás a vida a criatura mais horrenda que seus olhos jamais imaginariam ver, o que o leva a abandonar sua ?obra prima? sem pensar nas consequências que seus atos podiam ter... e põe consequências nisso!
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Sua narrativa é agradável, embora tenham partes que considerei desnecessárias.
O texto nos leva a refletir muito sobre nossas atitudes, sobre a consequência de nossos atos, e sobre sono nossas vaidades podem nos cegar... vale a pena ler de novo
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oficialVittin 23/05/2018

Épico! Perfeito! Clássico!
Foi o primeiro romance adulto que li... E com adulto quero dizer que o peguei por engano na biblioteca da escola, após buscar um novo livro infantil que me chamasse a atenção, vi o tão mostro de Victor ( meu chara kkkk) e vale a pena cada segundo de leitura, foi graças a ese livro que hoje eu amo literatura, o li 3 vezes que eu lembro kkkk só não o li mais que "Drácula de Bran Stoker "
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Biblioteca Álvaro Guerra 11/05/2018

Frankenstein é o primeiro clássico da literatura de horror. A autora, casada com o poeta Percy Shelly, tinha dezenove anos quando o escreveu em 1818. É a história de um estudante da mesma idade - Victor Frankenstein - que constrói uma criatura horrenda. Ao despertar para o mundo, o monstro se vê rejeitado por todos. Daí sua tragédia e a terrível vingança que imporá ao seu criador.

Empreste esse livro na biblioteca pública

Livro disponível para empréstimo nas Bibliotecas Municipais de São Paulo. Basta reservar! De graça!

site: http://bibliotecacircula.prefeitura.sp.gov.br/pesquisa/isbn/857232416x
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