A Canção do Súcubo

A Canção do Súcubo Richelle Mead




Resenhas - A Canção do Súcubo


91 encontrados | exibindo 1 a 15
1 | 2 | 3 | 4 | 5 | 6 | 7


Wagner 05/11/2018

Talvez se eu fosse uma garota gótica, próxima dos 20 anos e que curtisse literatura erótica, talvez tivesse gostado
O livro conta a história de uma súcubo que se vê envolvida em assassinatos misteriosos de seres imortais. No contexto da narrativa você tem a presença de duendes, vampiros, fadas, demônios, anjos e assim por diante.

Como livro de suspense ele funciona até que funciona na verdade, ele divide bem os momentos que você vai descobrindo o que está causando essa onda de mortes e revelando as características desses seres imortais, as motivações das personagens e assim por diante. A história não joga todas as informações na sua cara de uma vez só, ele te deixa degustar cada aspecto do livro passo a passo, sem enrolar de mais e sem exagerar na quantidade de informações.

No que abrange a personagem principal, você tem aquele clichê de um "ser imortal que não quer machucar humanos", algo que me lembrou bastante os vampiros vegetarianos do Crepúsculo. Isso me irrita, é uma tentativa maniqueísta de te fazer gostar da personagem, humanizar o que não é humano. Acredito que se um mortal viesse a se tornar um imortal a sua empatia pelo outro seria corroída com o tempo, não consigo entender como um ser que a própria existência se baseia na vampirização da força vital dos outros pode ter tanto receio em fazer aquilo que deve fazer.

Os cenários do livro não são muito sombrios, o que é decepcionante. Não digo que é um problema, mas a estética da capa, o título e a sinopse dão a entender outra coisa. Muitos eventos ocorrem em lugares cheios de pessoas, iluminados, alegres e que qualquer um de nós frequenta sem muita cerimonia. Com isso tudo, o enredo parece se passar em alguma cena do 50 Tons de Cinza. Isso não é demérito, de forma alguma, só me parece uma distorção do conceito de seres das trevas.

E, por fim, acredito que o que mais me afastou da personagem é a perspectiva feminina do que é narrado. Obviamente que isso também não é um problema do livro, mas de mim mesmo como leitor. Quando ela fala dos próprios sentimentos, da visão que tem dos homens, da vaidade dela sendo ressaltada pelo desejo masculino e várias outras coisas do tipo, posso dizer que essas descrições que visam aguçar a empatia do leitor seriam mais do agrado de garotas/mulheres que apreciam literatura erótica (o que não é o meu caso), especialmente se por algum motivo estranho você se sentir exitada ao ler histórias de seres mitológicos se relacionando sexualmente com humanos.

Enfim, não é um livro ruim, apenas não se encaixa no meu perfil.
comentários(0)comente



Roberto.Proença 02/03/2018

O Preço do Prazer
Em um universo onde anjos, demônios, nefilins, vampiros e duendes entre outros, convivem conosco, pobres mortais, descobrimos o Súcubo... em forma de Mulher. Não uma Mulher qualquer. Uma Mulher “Lasciva”. Uma Mulher que invade sua vida e seus sonhos/desejos e pode sugar toda sua energia vital. Basta para isso você sucumbir à sua beleza e ao prazer que ela proporciona. O preço: sua Alma. Melhor resistir ! Será que é possível ? Será que consigo ? Será que quero ?
comentários(0)comente



Maíra 10/07/2017

Carter <3
O que dizer desse livro que eu estava sedenta pra ler? É tanta informação que nem sei por onde começar. kkkk

Logo no começo do livro já dá pra perceber que a narrativa não é destinada ao público YA que virou fã da autora pela série Academia de Vampiros. Definitivamente é um livro adulto, ainda que seja permeado por criaturas sobrenaturais. Me senti dentro da série Grimm, de verdade. Pois bem, a protagonista, Georgina Kincaid, é um súcubo, que seria nada mais, nada menos, do que uma espécie voluptuosa de demônio do sexo feminino que pode assumir a forma que quiser. Sua função? Aumentar o rebanho do lado negro da força. Com todo seu poder e carisma, ela consegue seduzir tanto homens quanto mulheres e, quanto mais virtuoso o ser, mais ela consegue sugar dele. Sinistro, né? A autora nos explica que os súcubos, ao terem qualquer tipo de contato íntimo com um mortal, mesmo um simples beijo, sugam a energia vital dessa pessoa e a utilizam para si próprios. E, meus caros, os súcubos (ou íncubos – masculino) precisam de muito sexo para sua sobrevivência. Tendo dito isso, só posso alertá-los de que o assunto surge o tempo todo durante a narrativa e a autora não nos poupa de detalhes, o que pode deixar os fãs de Academia de Vampiros meio desnorteados.

A nossa protagonista é um ser imortal, mas que curte se ater às suas raízes humanas, por isso ela trabalha numa livraria, é apaixonada por dança, mocha de chocolate branco e por sua gata, Aubrey. Ela é inteligente, determinada, debochada, engraçada, sagaz, divertida, sensual, além de poder trocar jeans por um vestido Valentino em um piscar de olhos. hahaha PORÉM (e sempre tem um porém), às vezes o ritmo da narrativa ficou um pouco lento e isso me chateou um pouco. Por que? Porque apesar de ser um ser imortal etc etc etc, a protagonista sofre e se martiriza por não poder ter uma vida amorosa e constituir família. Achei BEM entediante ler páginas e mais páginas dessa lenga-lenga.

Bom, para resumir o restante, temos a aparição de várias criaturas diferentes vindas do céu e do inferno: duendes, anjos, demônios, vampiros, etc. E eis que surge um ser desconhecido (que, bem lá no fundo, eu já matei logo de cara quem era, o que foi bem frustrante, na verdade) atacando as criaturas imortais da cidade, trazendo pânico e preocupação a Georgina e seus amigos, principalmente porque ele aparenta ter uma certa predileção por ela. A caça por esse ser é o ponto principal da obra e Georgina, embora seja alertada para não interferir, envolve-se profundamente nessa busca.

É claro que, com tudo isso acontecendo, não poderiam faltar pares românticos e tentações para desviar Georgina do seu foco, como seu grande “amigo” Doug, o sexy escritor Seth Mortensen, o misterioso Roman e seu chefe sem noção, Warren. Porém, o par da nossa protagonista já é declarado desde o início, o escritor Seth Mortensen (ainda que eu tenha torcido MUITO pelo Carter, o anjo mais foda de todos os tempos). Achei meio chato esse “vai e não vai” dos dois, bem cansativo, na verdade, embora eu reconheça os motivos dela em não se deixar envolver, mas próximo do final do livro, o querido escritor mostra um pouco do seu outro lado, o que acabou me cativando um pouco mais.

Achei a leitura agradável, embora eu tenha sentido muita falta de duas coisas que acho crucial em um livro: 1- achei bem pobre a descrição física dos personagens, tanto é que não consegui criar uma imagem para o Seth na minha cabeça, e isso me frustra; 2- faltou ação, simples assim. Além disso, ela poderia ter segurado um pouco mais para revelar algumas informações importantes para o entendimento da história, que eu não vou contar, senão perde a graça. A não ser que tenha uma reviravolta MUITO grande no próximo livro, esse primeiro poderia ter só mais algumas páginas pra fechar bem a história e, pronto, um livro seria suficiente.

Enfim, fui com muita sede ao pote e não gostei tanto como pensei que fosse. Beijos de luz.
comentários(0)comente



Maay.Sales 30/06/2017

Expectativas demais [+1]
Acho que por ser Richelle Mead, acabei esperando demais de uma história que no fim foi fraca e cheia de clichês.
Achei muito forçado o lance com o Seth, já que a química propriamente dita entre eles era 0, parecia que o único fator que os unia era a fascinação de Georgina pelo escritor que ele era, não pela pessoa. Além disso achei a construção da protagonista muito fraca, acho que se Georgina fosse uma mulher de temperamento mais forte e com mais atitude combinaria muito mais com seu "papel" de súcubo.
comentários(0)comente



Sissi Freire @dicasdasissi 27/01/2017

Vida de Súcubo Não É Fácil...
Georgina Kincaid é muito mais do que um rostinho bonito. Ela é um corpo bonito, dona de um senso de humor afiado e uma imortal. Ok, imortal inferior, pois Georgie é uma Súcubo.

Apesar de sua sina ser se alimentar da força vital de mortais para poder se manter viva, Georgie tem uma regra - sempre, mas sempre, escolhe aqueles que são tranqueiras. Como assim? Simples, aqueles que não dão a mínima para a moral e os bons costumes, que são desregrados e impuros (por assim dizer). E ela faz isso o mínimo de vezes possível.

De dia nossa linda Georgina trabalha em uma livraria e se revela apaixonada pelo trabalho de um certo escritor. Conhecida entre os amigos pela regra de ler apenas 5 páginas do mesmo livro por dia, Georgie logo descobre que Seth - o escritor em questão - mudou-se para o seu bairro e fez da sua livraria seu novo lugar preferido para escrever.

Tudo seria lindo e romântico se no meio da vida de nossa querida Súcubo não houvessem, anjos, demônios, vampiros, duendes e toda gama de imortais. Isso sem mencionar o passado longínquo e obscuro de nossa (anti) heroína.

A chegada de Seth a vida de Georgie coincide com uma série de assassinatos e agressões a imortais, tornando ainda mais complicado qualquer tipo de relacionamento "normal" entre eles.

Em A Canção do Súcubo vamos acompanhar Georgina e seus amigos em uma caçada a um mal verdadeiro que quer destruir os imortais de Seattle, enquanto a Súcubo oscila entre dois homens de personalidades opostas que disputam suas atenções. Um pouco do passado de Georgina enquanto humana nos é revelado e isso nos deixa com vontade de chegar logo ao segundo volume.

Livro de Urban Fantasy (UF) que não pode faltar na sua prateleira!


site: https://www.youtube.com/DicasdaSissi
comentários(0)comente



Ana 02/09/2016

Expectativa demais.
Pois bem, não sei se criei expectativa demais por ser Richelle Mead, autora da Academia de Vampiros, um livro que achei incrível e bem construído.
A Canção do Súcubo para mim foi frustrante. Eu procurei demais esse livro, tentei comprar pela net, e não consegui. Por acaso viajei para outro estado e encontrei o livro em um canto e não perdi a oportunidade de comprar.
A personagem principal, Georgina, para mim, foi mal construída, juntamente com os demais personagens. O único personagem bom é o Roman, ele tem um objetivo, tem tom sério quando foi preciso ter, se envolveu, e foi intenso diferente dos outros. A narrativa me lembrou de Meg Cabot, que inclusive eu amo demais, contudo, não combinou com a história. Achei que a autora deveria fazer de Georgina um súcubo propriamente dito. A personagem poderia muito bem ser uma mulher como outra qualquer. a palavra "súcubo" parece apenas como um acréscimo de palavra. A história toda pareceu forçada demais. Contudo, uma coisa tenho que admitir, a autora sabe escrever cenas picantes. isso ganhou uma estrela. e minha outra estrela foi para Roman, de resto, nada valeu. Eu não sei dizer se quero ler a continuação, parece algo indiferente. Se eu encontrar o livro por ai, eu compro e leio, mas estou sem nenhuma pressa.
comentários(0)comente



'Dressa 15/02/2016

No início eu apenas queria saber dos flertes e romances de Georgina com os homens, mas com o desenrolar da história e as cenas onde a súcubo descobria mais assassinatos de imortais, passei a ficar muito curiosa e ansiosa para descobrir quem estaria por trás desses eventos.

Descobrir quem é o vilão foi fácil, mas os motivos de ter se tornado assim me surpreendeu.

Os inúmeros valores morais que não condizem em nada com a natureza de uma súcubo tornam a história um pouco artificial, mas como não é dada muita ênfase nesse assunto não achei tão ruim.

O livro me fez dar muitas risadas, em várias ocasiões Georgina fala e/ou age de maneira inapropriada e acaba sendo engraçado quando ela finalmente percebe sua atitude. A cena em que Georgina e Seth se conhecem é a minha preferida.

Ao final do livro fiquei com pena da protagonista, ela só queria ser uma humana normal para poder ser amada e retribuir esse amor, mas sua condição de súcubo torna esse desejo difícil de acontecer. Na verdade, eu não vejo como possa ocorrer, mas quando se trata dos protagonistas sempre devemos ter esperança. Estou muito ansiosa para ler o próximo livro da série e descobrir se a esperança será, ou não, em vão.
Essas são apenas minhas impressões, leiam mais sobre a história e o que achei do livro (capa/diagramação) no blog.

site: https://citandopalavras.wordpress.com/2015/10/12/resenha-a-cancao-do-sucubo-de-richelle-mead/
debora 29/02/2016minha estante
Tenho esse livro mas ainda não li pretendo ler em breve.




Cami 17/09/2015

Apaixonante
Georgina sabe melhor que ninguém como é difícil trabalhar em uma área que não quer. Após certos infortúnios em sua vida, se tornou uma súcubo. Por mais que a "profissão" venha com certa vantagem — como poder ter a aparência que quiser e ainda por cima um charme que poderia fazer qualquer pessoa render aos seus encantos —, de fato não é o que sonhava pro seu futuro. Como se tudo já não fosse complicado demais, ela acaba por se envolver em uma situação... constrangedora com seu escritor predileto.

A Canção do Súcubo, seguindo o típico formato dos livros da Richelle Mead, é uma combinação infalível de romance, comédia, mistério e algum tipo de mitologia. De fato, tão bom quanto Academia de Vampiros, foi de extrema facilidade cair de cabeça na narrativa tão fluída da autora. Li ele praticamente em uma tarde, sem nem mesmo notar o passar do tempo.

Todos que me conhecem, mesmo que de forma superficial, sabem da minha paixão por livros com essa temática meio... fantástica e mitológica, coisa que esteve presente em todos os momentos do livro. Assumo que, antes da leitura do mesmo, não fazia ideia do que era um súcubo, até porque não sou muito adepta a ideia de ler sinopses por gostar muito de um elemento surpresa.

A Canção do Súcubo foi uma leitura que apreciei muito, especialmente pelo fato de estar procurando há muito tempo um livro com um "goodboy" — até porque, na literatura contemporânea, isso tem se tornado uma coisa rara — e acabei achando esse perfil no adorável Seth, que acabou por se tornar minha mais nova paixonite literária. Quando achei que estava já morrendo de encantos pelo autor predileto de Georgina, aparece Roman e, de quebra, Carter, o anjo mais amável desde Patch.

Não se deixem levar pela capa, que achei bem decepcionante, mas sim pela autora, que é encantadora e tem uma facilidade exorbitante de levar o leitor aos extremos: você chora, ri, e se apaixona. A história dos personagens faz jus a suas ações, e quando contadas, faz você pensar "Agora tudo faz sentido".

Recomendo a leitura, mesmo que apenas para diversão em uma tarde sem nada pra fazer. Mais cinco estrelinhas pra tia Richelle
Aline 18/09/2015minha estante
Richelle Mead nunca decepciona né!
Mas você conquistou minha atenção quando falou do Patch. AI QUE SAUDADE DELE.
Ótima resenha. (:


Cami 18/09/2015minha estante
Obrigada, amore




Paulinho 04/09/2015

Sugadora de almas
A Canção do Súcubo um livro da série de Richelle Mead que fala sobre Georgina Kincaid, que é uma súcubo (Demônio feminino que, segundo crendice popular, aparecia no meio da noite para ter relações sexuais com um homem, causando perturbações ao seu sono) Georgina é uma 'demônio' que se alimenta da alma, ou partes delas, de homens... durante o sexo... mas Georgina não gosta disso, ela não queria fazer isso e evita ao máximo pois ela começa a se relacionar com homens bons, cuja alma é ainda mais forte e de um poder enorme para ela. Georgina é uma mulher solteira e bem resolvida, que trabalha em uma Livraria. Fã pelos livros de Seth Mortensen que tem uma série incrível de livros de mistério e ficção: 'Cady & O'Neil'. No início do livro ela está super animada pois no dia seguinte vai ter uma sessão de autógrafos na Emerald... do último livro de Seth... 'O Pacto de Glasgow'... Georgina tem alguns amigos humanos, seus colegas da Emerald: Doug, Paige entre outros e convive com seus amigos imortais: Hugh, o duende, Peter e Cody, os vampiros Jerome, o arquidemônio da região de Seatle, o chefão de Georgina e dos outros e além deles tem Carter, um anjo, que por incrível que pareça anda com esta turma do 'mal'. A história deste livro 'A Canção do Súcubo' é interessante e mostra as dúvidas de Georgina. Conta como foi que ela se transforma em uma súcubo (uma história triste, de traição e arrependimento) e ainda mostra a dificuldade de Georgina em se relacionar com homens.
Como não se apaixonar por uma história dessa? Onde O bem e o mal estão juntos e com o amor de Georgina incondicional por Seth. Ainda neste livro tem um final surpreendente que nos faz querer ler o próximo livro. Super recomendo.
comentários(0)comente



erosgmmj 06/02/2015

Um livro metamórfico como uma Súcubo!


Georgina Kincaid carrega consigo uma série de valores morais não condizentes com sua existência, isso a torna uma personagem mais comercial e de maior identificação com a atualidade.

O romance dela com Seth, também soa como algo artificial, improvável, tanto quanto uma musa que sobrevive da energia sexual, recusar-se a prática do ato.

De inicio a obra é chata, mas à medida que o mistério se desvela... Esta sensação vai se desfazendo, em ação, boas disputas de poder, romance, luxuria e tudo que uma boa história precisa!

Realmente sempre há esperança... Resistir ao inicio de alguns livros pode valer a pena.
comentários(0)comente



Barbarella, Bah, Babi 26/10/2014

Georgina Kincaid
É um livro surpreendente apesar de ser o primeiro romance erótico que eu li, Richelle Mead me surpreendeu
Ser imortal, e ter todos os homens que quiser no seu pé deve ser uma maravilha, mas não para Georgina Kincaid principalmente quando ela se apaixona pelo escritor(BOCÓ)Seth Mortensen, mas isso não vem ao caso agora. Georgina é esperta, e uma mulher que gosta de música clássica e livros(elatrabalhaemumalivraria), é bem estranho pois ela é uma ''prostituta do inferno''.
Tem anjos,demônios,vampiros,nephilins,duendes(safados).E tem um assassino que está matando criaturas sobrenatuais e a suspeita numero um , é George , até o seu arquidemonio,Jerome, suspeita dela.
A narração e os personagens são bem envolventes, não fica aquela enrolação, eu descobri fácil quem era o vilão, mas o porque dele ser o vilão foi o que mais me surpreendeu. Outra parte marcante do livro é os flashes que a George tem do passado dela, e o Carter claro o anjo mais não-fofo do mundo
No livro tem umas músicas e outas foi eu quem escolhi
Trilha sonora perfeita:
Britney Spears - Perfume
U2 - Ultraviolet (light my way)
Lifehouse - Disarray
Rihanna - S&M
comentários(0)comente



25/05/2014

Fã de Richelle Mead que eu sou, desde que li Vampire Academy que tinha vontade de ler esse livro. Mas 1: eu não tinha; e 2, eu tinha um pouco de receio de ele ser parecido com A Irmandade da Adaga Negra (que eu detestei, aliás, julguem-me). O que me dava esperança é que eu já gostava de Richelle Mead, e ela é uma super contadora de histórias, então eu sabia que ela iria desenvolver uma história boa. E não me decepcionei.

Georgina Kincaid é uma jovem que trabalha numa livraria (babando) em Seattle, nos EUA. mas Georgina não é só isso. Ela é também um súcubo, espécie de demônio em forma de mulher que seduz homens e suga sua energia vital para sobreviver. Mas Georgina não quer ser assim. Depois de passar a eternidade usando homens, ela quer mais é levar uma vida normal, ou o mais próximo disso possível, já que ela realmente precisa da energia vital, mas ela fez um juramento solene a ela mesma de não se alimentar de caras legais. E ser súcubo tem também suas vantagens: ela pode tomar a forma que quiser, materializa para si a roupa e os sapatos que desejar, e como é imortal, vai ficar jovem e linda para sempre.

Além disso tudo, ela tem um bom emprego, bons amigos, e ainda teve a oportunidade de conhecer seu autor favorito. A vida vai relativamente bem para ela, seu chefe demônio não pega muito no seu pé, e ela tem bastante liberdade para fazer o que quiser. Mas quando seres sobrenaturais começam a morrer, Georgina é a primeira suspeita. Isso porque ela teve desentendimentos com eles pouco tempo antes de eles morrerem. Começa aí um mistério que vai se estender por todo o livro.

Georgina é forte, independente e não se intimida com qualquer coisa. Vai atrás do que quer, é sarcástica e inteligente, deduz muita coisa fácil. Com uma protagonista assim, claro que o livro já ganha muitos pontos. E ela não está sozinha. Seth Mortensen, o autor que eu falei ali em cima, é tímido, nerd, mas tem tiradas ótimas também. A princípio ele pode não parecer muita coisa, mas é só continuar lendo para ver que ele é sim, muito legal. E o contraponto a ele é Roman, um cara lindo, sociável e sexy para burro. Os personagens são muito bem construídos, e como sempre com Richelle Mead, nem tudo é o que parece.

A história segue de forma fluida, mas por ser um livro introdutório, ele às vezes se arrasta um pouquinho, mas nada que prejudique o resultado final. A narrativa se alterna entre o presente, e algumas passagens no passado, quando Georgina se tornou (e porquê) um súcubo. A trama também tem passagens eróticas, mais explícitas do que os fãs estão acostumados com VA ou Bloodlines. Mas ao contrário da série citada lá em cima, essas passagens são breves e em nenhum momento ofuscam a história, que vem sempre em primeiro lugar. E até dá para se entender isso, Georgina é um súcubo, é parte de sua natureza o sexo. Mas ao contrário do que acontece com a supracitada série, em nenhum momento essas cenas ofuscam a história, e os conflitos internos de Georgina, ou o desenrolar da trama são o centro da história.

Um livro leve, ótimo para espairecer e dar um tempo das guerras, batalhas e caos que eu tanto gosto. O mistério que há no livro prende, apesar de ser um tanto previsível. E como sempre, o livro tem ótimos cliffhangers para o próximo. E que venham mais aventuras de Georgina Kincaid.

Trilha sonora

Ultraviolet (light my way), do U2 foi mencionada, e só por ser linda e uma das minhas favoritas, já vale. Disarray, do Lifehouse também tem a ver.

Se você gostou de A Canção do Súcubo, pode gostar também de:

Vampire Academy Richelle Mead;
Bloodlines Richelle Mead;
Os Instrumentos Mortais Cassandra Clare;
Ahmnat Julien de Lucca.

site: natrilhadoslivros.blogspot.com
Dih 18/10/2014minha estante
Amei sua resenha, comprei ele na bienal, mesmo sem nunca ter lido um livro da autora. Como pra mim era um livro desconhecido fiquei com ele na estante enrolando pra ler. Mas agora me interessei mais pela história. ^^

ps: Como assim, detestou a Irmandade da Adaga Negra? ('morrida' :O), não te julgo(não mesmo, só estou chocada kk), mas é a minha série favorita, e nunca vi ninguém dizendo que odiou ela haha. :'( . Mas enfim, ótima sua resenha.


18/10/2014minha estante
Obrigada. Diih!

Leia sim, os livros da Richelle são uma delícia, pra relaxar mesmo.

Beijo!




Flah 30/01/2014

A Canção do Súcubo - Richelle Mead
Esse é um dos meus favoritos. Como eu já disse antes, histórias sobre seres sobrenaturais me encantam, e sempre que posso, eu leio algum livro sobre o assunto. Eis que em um final de semanas desses da vida (Quando eu ainda sabia o que era um final de semana), me emprestaram a Canção do Súcubo. Bem, eu já tinha lido dezenas de livros sobre vampiros, anjos caídos, bruxas, lobisomens, e um monte de outras criaturas parecidas, mas... Súcubo? Isso era novidade. Peguei o livro para ler, e o fiz com tamanha voracidade, que no mesmo dia eu já tinha chegado ao fim.

Confesso que no início fiquei um pouco espantada com a linguagem “liberal” empregada por Richelle nesse livro, ainda mais depois do pudor usado por ela na série “Academia de Vampiros”. É claro que esse detalhe deixou a história muito mais real. Eu acharia no mínimo estranho se em um livro sobre súcubos houvesse algum tipo de pudor nas descrições, mas achei pertinente falar sobre isso. Se você é menor de idade, nada de “A canção do Súcubo” para você. Ai, ai, ai!
A Canção do Súcubo conta, com um leitura fácil e descontraída, a história de Georgina Kincad, uma atendente de livraria que nas horas vagas absorve energia vital dos humanos através de maneiras... Não muito convencionais. Quero dizer, até são para um súcubo. Exceto pelo fato de que Georgina prefere “sugar” os caras de mau caráter, deixando assim seu trabalho como demônio do sexo um pouco mais fácil.
A história já começa com o assassinato de um ser “imortal”, onde todas as suspeitas recaem sobre a protagonista e esta, disposta a limpar seu nome, começa uma investigação para descobrir quem é o verdadeiro assassino. Em meio a esse cenário, ela conhece Seth Mortensen, que, além de ser seu escritor favorito ainda é lindo e charmoso, fazendo com que todos os seus instintos de súcubo começassem a borbulhar incontrolavelmente em sua presença. Mas não é somente o escritor que passa a fazer parte da vida de Georgina. Roman, um cara muito sexy e sedutor, que livra Kincad de uma situação embaraçosa com seu chefe adúltero (E que por acaso era sua principal fonte de energia), promete ser páreo duro na conquista do coração da protagonista. Isto é, se não fosse pelo fato de que ela não pode ficar com nenhum dos dois, já que um simples beijo poderia levá-los à morte.
Achei a narrativa bem elaborada e original. A autora faz um bom uso da mitologia envolvida e ainda consegue criar personagens super divertidos. Para começar, Georgina é uma das raras protagonistas que eu gosto. Com seu jeito decidido, forte e um pouco inclinado a desobedecer a regras, ela quase consegue o primeiro lugar na minha lista de protagonistas favoritas. Sobre a minha paixão nesse livro, embora Seth seja um escritor lindo, maravilhoso e muito inteligente, quem conseguiu conquistar meu coração mesmo foi Carter, o anjo que fica de olho nos imortais daquela região. Ele é simplesmente incrível! É irônico, misterioso e muito poderoso. Foi praticamente paixão à primeira vista.
A vida de Georgina é uma constante confusão. Teve momento em que eu chorei horrores pensando "Que merda de vida é a dela!". Chega a ser frustrante pensar em como se imortal poder ser tão... Solitário. Uma droga, eu diria. E é ai que mora a magia do livro, a leitura é tão chamativa, que você começa sem querer a sofrer junto com os personagens e a tentar desvendar os mistérios junto com eles. Exceto pelo fato de que eu não tenho um Carter para mim... =(
Sobre a capa, em minha opinião ele é bem feinha. Na descrição do livro, Georgina é uma mulher hipnoticamente bela, e a moça da capa ficou no mínimo (E sendo bem gentil) estranha. Não achei que combinou com o livro. Talvez algo mais abstrato ficasse muito melhor.
Bom, resumindo. O livro é totalmente recomendado a todos que gostam de histórias sobrenaturais. Aconselho a comprar agora mesmo (Aproveite e seja uma alma caridosa me presenteando com um, já que o que eu li era emprestado Ç.Ç).
comentários(0)comente



ingridy 04/01/2014

No centro da historia esta GEORGINA Kincaid uma mulher nao apenas poderosa mais tambem glamorosa.Ela tem todos os homem os seus pes mas nao pode ter o unico homem. Que deseja ser ceder aos seus impulsos pode levar seu amado a morte.Mas como resistir a SETH MORTENSEN o famoso e sexy escritor que o destino colocou no seu caminho
comentários(0)comente



Mosby 17/10/2013

A canção do súcubo - Amor entre imortais e mortais sem entrar no clichê.
"Nós todos temos momentos de fraquezas, é a forma como nos recuperamos que conta de fato."

Georgina é uma súcubo cansado das regras que são ditadas para elas, regras que ela por sua vez decidiu não segui-las corretamente, fazendo então a sua própria regra, mas o que ela não espera é que na cidade pacata de Seattle imortais pudessem ser atacados e com isso levando ela como principal suspeita.
O livro tem uma narratória simples e totalmente envolvente, que te faz entrar dentro da história e te surpreendendo através dela.Ele é sexy e mesmo com suas cenas detalhadas de sexo ele não se torna vulgar, uma história surpreendente e fascinante.
comentários(0)comente



91 encontrados | exibindo 1 a 15
1 | 2 | 3 | 4 | 5 | 6 | 7