Morte de Tinta

Morte de Tinta Cornelia Maria Funke




Resenhas - Morte de Tinta


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Mfarits 30/10/2020

As andorinhas voltaram. E eu também voltei. Kkkkkkkkk
Que dizer desse final? Eu gostei muito de tudo. Aquela pontada de tristeza por ter acabado.
Poxa, minha trilogia. E acabou...
Mas eu gostei muito de tudo. Os casais que eu queria vingaram.
Quem eu queria que morresse morreu.
E se Elinor está feliz, eu estou feliz!
Carlos 30/10/2020minha estante
De nada


Mfarits 30/10/2020minha estante
Te amo Carlota


Camirota 09/01/2021minha estante
Eu amei o título da resenhakkkkkkk

Acabei de terminar o livro e sinto a mesma tristeza, mas tbm felicidade por ter lido e finalmente ver como tudo acaba


Mfarits 10/01/2021minha estante
Kkkkkkkkkkkkkk mt bom


Lais.Lima 25/02/2021minha estante
parece que a autora vai lançar um 4° livro agora em 2021


Mfarits 25/02/2021minha estante
Já quero


Carlos 25/02/2021minha estante
Sério? Mentira


Lais.Lima 25/02/2021minha estante
simm, o título é "die farbe der rache" ainda não tem tradução em pt mas ficaria tipo "vingança de tinta". a cornelia funke tá escrevendo faz 2 anos kkkk


Mfarits 25/02/2021minha estante
Meu Deus, esse momento é nosso




Dear.Manoel.Neto 06/10/2020

Um final de tinta surpreendente
Se passando alguns meses após o livro anterior, a história começa situando onde cada personagem está, o que andam fazendo, enquanto aos poucos vai ficando claro qual rumo irá seguir, se resumindo em como irão trazer Dedo Empoeirado de volta a vida e no embate final entre Cabeça de Víbora e Gaio/Mo, ao mesmo tempo em que há surgimento de novos personagens e aprofundamento de outros, como Orfeu, que no decorrer da história, vai ficando cada vez mais ganancioso e utilizando seu poder para afetar todos ao seu redor.

A narrativa parece simples, mas acompanhar inúmeros personagens em diversos pontos de vistas, acaba atrapalhando e deixando um pouco cansativo. Apesar de ter um objetivo, a autora se perde em focar em um coisa e acaba dando voltas em lugares que poderiam ter sido cortados, resumidos ou colocados de forma mais interessantes, até mesmo as citações neste livro estão pouco inspiradas.

Porém nem tudo são trevas, apesar de esperar que outros mundo fossem abordado, permanecer no Mundo de Tinta proporciona ainda grandes momentos, abordando lugares e mitologias que não foram apresentadas, além de trabalhar diferentes e inesperadas interações entre personagens, que funcionam muito bem.

E mesmo que tenha concluído tramas que foram deixadas do livro passado e deste, ainda consigo enxergar a possibilidade de podermos abordar mais desse universo, provavelmente no livro de contos ?Mundo de Tinta? algumas coisas sejam reveladas, mas no 4o livro ?Vingança de Tinta? (não tem tradução oficial), que será lançado em 2021, com certeza pequenas coisas que ficaram em abertas serão mais exploradas, e certamente os protagonistas ainda tem bastante carisma para carregar novas histórias.
Amanda Linck 07/10/2020minha estante
uma das minhas trilogias favoritas, acho que reli umas 10 vezes cada livro. Sou apaixonada.


Dear.Manoel.Neto 09/10/2020minha estante
Achei que fosse desistir, mas fiquei focado em terminar e agora já tô morrendo de saudades, é uma história incrível! E mal posso esperar livro que estar por vir??


Amanda Linck 10/10/2020minha estante
Qual vai ser o próximo livro? Quero colocar na minha lista


Dear.Manoel.Neto 10/10/2020minha estante
Ainda não foi publicado, mas se chama: Die Farbe der Rache


Lais.Lima 24/02/2021minha estante
a autora vai lançar um 4° livro?? não sabia...


Dear.Manoel.Neto 25/02/2021minha estante
Vai sim Lais.Lima ?




Evelyn Ruani 24/01/2011

DESAFIO LITERÁRIO 2011 - Tema: Infanto Juvenil / Mês: Janeiro (Livro 5)
Cornélia Funke me conquistou completamente com a sua lindíssima trilogia Mundo de Tinta. É sempre difícil começar a resenha dos livros dessa coleção. São tantas coisas para comentar que se torna difícil saber por onde começar. Fico sempre perdida entre falar sobre a narrativa envolvente, os detalhes caprichosos, a imaginação privilegiada na construção de ótimos personagens e cenários deslumbrantes ou por fim do desenrolar da própria história.

Começo então por contar um pouco sobre o que Morte de Tinta nos relata. Neste último livro da trilogia (será que vai ficar só na trilogia mesmo?), muitas aventuras nos envolvem durante a leitura dos capítulos caprichosamente separados por Cornélia. Mortimer, que até então era apenas um encadernador, assume a personalidade de Gaio, uma espécie de Robin Hood criado por Fenóglio nas canções que escrevia para o povo colorido. Mô, como é chamado sempre por sua filha, tem que lutar não apenas contra os vilões da história, como também contra o próprio personagem que interpreta, pois começa a se confundir com ele e se esquecer quem é no mundo real.

Fenóglio, o autor de Coração de Tinta, tem que combater Orfeu que em poder de seu livro, usa suas palavras e passagens para reescrever e manipular a história, criando personagens distorcidos e aliando-se aos vilões. Meggie descobre com Farid as alegrias e as decepções do primeiro amor, enquanto sua mãe Resa está grávida de um novo herdeiro e mesmo assim não pára de ajudar e proteger Mô, embora nem sempre da maneira correta. E por fim, Mô vai enfrentar o mais terrível de todos os vilões inventados por Fenóglio, o Cabeça de Víbora. Nesta batalha final de vida ou morte, ele conta com a ajuda preciosa de Resa, Farid, Violante e o querido Dedo Empoeirado, entre outros que mesmo estando distante, o ajudam de alguma forma, como o Príncipe Negro e Roxane que cuidam de Meggie e protegem as crianças do reino ameaçadas por Cabeça de Víbora e Pífaro a serem levadas às Minas.

História envolvente, com descrição magistral de personagens e principalmente de cenários. Não há como não desejar conhecer o Mundo de Tinta com suas fadas, gigantes, as imensas árvores com ninhos de humanos, o Castelo do Lago e Ombra. Os personagens criados pela autora são especiais e extremamente cativantes. Dedo Empoeirado é o mais fascinante de todos pra mim e o grande ladrão de cenas. Apesar de não ser o herói da nossa história, toda vez que ele participava de qualquer ação, roubava toda a atenção.

É uma pena que seja o último e que seja necessário se despedir da magia do Mundo de Tinta e de seus habitantes fantásticos, muito embora eles permaneçam vivos na lembrança. Vale ressaltar mais uma vez, também, como Cornélia evoca em seus livros a importância da leitura e das palavras. Como podem salvar ou condenar uma vida dependendo da ênfase com que são escritas ou lidas. O que me faz lembrar do capricho da autora ao escolher as citações que dão início aos capítulos e tanto me cativaram. Neste livro, inclusive, ela cita um trecho lindíssimo do igualmente belo poema Procura da Poesia de Carlos Drummond de Andrade:

"Chega mais perto e contempla as palavras.
Cada uma
tem mil faces secretas sob a face neutra
E te pergunta, sem interesse pela resposta,
Pobre ou terrível, que lhe deres:
Trouxeste a chave?
"

Leitura super recomendada!
Lu 20/01/2011minha estante
Eu quero ler! >_


Li 20/01/2011minha estante
Eu vi o filme e achei, sei lá, mais ou menos, então nem fiquei com vontade de ler os livros... Mas você fala com tanta animação que até me interessei! Rs
ótima resenha!

Bjoos


Gabi 17/02/2011minha estante
Primeiro fui eu fazendo vontade em vc com Coração de Tinta, e agora vem vc e faz vontade em mim com o retso da série, poxa...


Ginger 13/06/2011minha estante
Mas o filme é PÉSSIMO, um dos piores que já vi. O livro, esse sim é uma obra prima.


Bia 21/02/2013minha estante
Resenha maravilhosa para um livro completamente encantador! Concordo perfeitamente: Dedo Empoeirado é o mais cativante de todos, e ficará para sempre com os leitores dessa Trilogia perfeita!




Andreia Santana 20/11/2010

Fim do mistério ou o começo de outra história?
Com Mundo de Tinta, Cornélia Funke fecha uma das trilogias mais interessantes dos últimos anos no universo da literatura infanto-juvenil especialmente feita para adultos. O conto de fadas moderno da escritora alemã, metáfora para a própria existência da literatura como portal que conduz ao reino da fantasia, ganha neste terceiro e derradeiro (ao menos até o momento) episódio, um desfecho que beira a perfeição.

A narrativa da autora neste final de saga ganha um ar de tragédia shakespeareana, misturada com elementos da literatura gótica, moderna e pop do britânico Neil Gaiman, só para dar uma ideia do ambiente que aguarda o leitor ansioso para percorrer as 576 páginas da obra.

Senti-me em O Mundo de Sofia, obra ícone da geração dos anos 90, escrita por Jostein Gaarder, só que numa versão bem mais assustadora e cruel, com forte inspiração no lado sombrio da história medieval europeia, com seus príncipes poderosos e malvados, em conflito com herois vigaristas e carismáticos.

A história cresceu e ganhou fôlego desde Coração de Tinta (o primeiro) e Sangue de Tinta, o segundo e magistral episódio, revelando além de um ritmo que vai crescendo até a vertigem, o amadurecimento dos personagens e dos leitores. Se em Coração de Tinta somos apresentados aos atores principais desta intrincada e envolvente trama, e no segundo livro a série define seus contornos de misto de conto de fadas, aventura, suspense e romance; neste terceiro livro, Meggie, a menina que perdeu a mãe sugada para dentro das páginas de um livro aos três anos, agora vive os conflitos da adolescência, com suas dúvidas e dores de amor.

A disputa - numa releitura do complexo de Electra - que se estabelece entre Meggie e Resa, a mãe reaparecida – pela primazia do amor de Mortimer Folchart, o pai, marido, encadernador e agora heroi vingador de Ombra, dotado ainda do poder da sua “língua encantada”, dá toda a densidade dramática de um grande conto em homenagem aos laços invisíveis que prendem aqueles que se amam com profundidade. Meggie não sabe lidar com essa mãe desconhecida e ao mesmo tempo tão familiarizada com o Mundo de Tinta, mas aprende a amar Resa a partir do momento em que se permite ver a mãe pelo olhar apaixonado de Mortimer.

Saltimbancos e fadas - Uma grata surpresa é a valorização do personagem Dedo Empoeirado, o coadjuvante outsider do primeiro episódio, que seduz as filhas da morte no segundo livro, e que neste terceiro, ganha status de protagonista, desenvolvendo atitudes heroicas e funcionando como uma espécie de alma-gêmea de Mortimer.

Além disso, a história do “dançarino de fogo” e de sua mulher Roxane – misto de feiticeira, fada, curandeira e saltimbanco – lembra Romeu e Julieta: terna, intensa e trágica na mesma medida.

Outro personagem da saga que cresce bastante em Morte de Tinta é Orfeu, que se revela a antítese do personagem mitológico do qual rouba o nome, pois ao invés de acalmar o guardião do inferno para salvar a amada Eurídice, este Orfeu criado por Cornélia Funke é dotado de uma lira amaldiçoada e traiçoeira.

Para quem andava também com saudades das loucuras da bibliófila Elinor Loredan, dos resmungos e “egocentrices” de Fenoglio (o alter-ego da autora) e criador do Mundo de Tinta, ou mesmo ansioso para descobrir como Mortimer vai resolver o imbróglio de ter encadernado a morte entre as páginas de um livro em branco para garantir a imortalidade de um príncipe sanguinário, todas as respostas estão neste capítulo final da saga, sem decepção até para os fãs mais xiitas.

Morte de Tinta, porém, tem alguns problemas de ritmo logo no começo. Diferentemente de Coração de Tinta e Sangue de Tinta, que seguem num só fôlego, este terceiro livro, por ser mais denso e filosófico e por ter a tarefa de amarrar todas as pontas soltas da trama, esclarecendo os mistérios, demora um pouco para embalar.

Os capítulos iniciais, embora muito bons (a obra no geral beira a perfeição, como dito acima), carecem do mesmo vigor dos dois primeiros livros. Mas, ao contrário do que ocorre com muitas trilogias, a fórmula não deu sinal de desgastes e depois que o leitor vence essa etapa inicial e mais árida do caminho da leitura, a história começa a falar por si e vai numa crescente narrativa até o clímax e o final poético, de um lirismo encantado e apaixonante.
Evelyn Ruani 19/01/2011minha estante
Belíssima resenha! Faz juz à qualidade da trilogia. Estou no fimzinho do terceiro livro e fiquei apaixonada pela narrativa de Cornélia e seus personagens super bem construídos!
Parabéns pela resenha!
Abraços,
Ly


Andreia Santana 26/02/2011minha estante
Obrigada, Ly :)


Bia 21/02/2013minha estante
Uau! Que resenha incrível! A Trilogia Mundo de Tinta é simplesmente encantadora e tornou-se minha preferida em pouco tempo!




Roberto 09/12/2011

O livro é bom mas a editora poderia ser mais cuidadosa
Com a mudança do tradutor, alguns personagens mudaram de nome sem levar em consideração o segundo volume. Há ainda erros de concordância e falhas grosseiras. A Cia. das Letras não tem revisores para evitar isso antes dos livros irem para as lojas? Sei que a perfeição é algo um tanto utópico, mas tudo poderia ser resolvido com uma simples leitura. Mas parece que o mais importante são as vendas. Ora, estou falando de um país que cria um acordo ortográfico pensando unicamente nisso: vendas... Pena que somos nós que acabamos pagando o pato.
Mesmo apaixonado pelos livros, cada vez que lia "Coruja Mascarada" sentia um frio na espinha...
Raquel Holmes 10/05/2012minha estante
PQP, jura, Roberto?
Odeio quando isso acontece. Quando eu li A Hospedeira também senti uma revolta enorme ao ver que foi revisado por QUATRO pessoas e saiu com aquele monte de erros... Lamentável, vc tem toda razão.


Roberto 13/05/2012minha estante
Pois é, Raquel... O pior é que isso parece estar acontecendo com muita frequência na editora. Acabei de ler há pouco tempo o livro "Os Homens que não Amavam as Mulheres". Também com vários problemas que acabam dificultando a leitura e, lógico, a compreensão do texto. Mas como recebi resposta meio grosseira quando informei sobre os problemas com "Morte de Tinta", não me dei ao trabalho de entrar em contato com a editora sobre esta outra publicação.




Jose.Henrique 31/07/2020

Esse livro é fantástico
Se você passou pelo volume dois e chegou até aqui, só tenho uma coisa para te dizer, NÃO PARE! Leia, não perca o time, não deixe para depois. Esse livro deve ser devorado, pois a história é magnifica, o desfecho é surpreendente. Sem dúvida, esse livro vai te trazer tanto o sentimento de saudade, que vai fazer você querer abrir esses livros e ler novamente.
O meu sentimento, é que eu fui abraçado por essas páginas, e que eu ainda sinto esse abraço. Só sei que fechei essas páginas e fique pensando: "E se isso for verdade, e se existir um mundo dentro de cada livro?" Essa ideia me deixa muito feliz e triste ao mesmo tempo, pois nem todos os livros são felizes. Todo esse universo rico que é mundo de tinta, te mostra sobre como é a criação de um livro, que os autores não são deuses oniscientes de tudo que criam, que até eles mesmos podem esquecer de suas histórias. Que uma história tem vida própria, que o seu escritor só lhe dá o sopro da vida, e então ela começa a caminhar sozinha.

Enfim, lamento se eu não consegui te comprar com essa breve e mega superficial resenha. Mas te garanto, que se você ler esse livro, vai com certeza amar a sua história, e sem duvida, se questionar: "Como será que a história continuou?" Porque de uma coisa eu sei agora, que o ponto final do autor é só o inicio do próximo capitulo que ele não escreveu.

Ansioso por mais um livro...
jana 11/08/2020minha estante
eu amei o primeiro, fui logo ler o segundo, mas ele foi beeeem lento e fiquei com medo do terceiro seguir a mesma linha...
ainda bem que eu estava errada kkkk até agora tô adorando e já estou um pouquinho saudosa desses personagens incríveis :)


Jose.Henrique 13/08/2020minha estante
Sim, ele é meio lento mesmo. Fica mais interessante no final. O primeiro é muito bom mesmo. O terceiro é o melhor deles. Não sei se tu reparou, mas o grau de perigo que os protagonistas correm ele aumenta conforme os livros. Acho isso muito legal.




Letícia 19/01/2012

A trilogia Mundo de tinta depende de Dedo Empoeirado, sem ele a história não é a mesma.

A história sem Dedo empoeirado, não fica tão legal. Pude perceber isso neste livro morte de tinta. Assim como Farid, eu não via a hora de Dedo empoeirado voltar.
Sem dúvida, o cuspidor de fogo é o melhor personagem da trilogia mundo de tinta.
Se Farid também se ausentasse da história, acho que eu também sentiria sua falta, quase do mesmo jeito que senti do saltimbanco cuspidor de fogo. Pois, a amizade que Farid tem por Dedo empoeirado é no mínimo surreal e linda.

Gaio, não gostei muito desse personagem. Aliás, sempre achei Mortimer pacato... Um personagem muito parado. Mas, diferentemente do Gaio, era tão bonitinha a relação que ele tinta com sua filha Meggie; que até dava gosto em ler. Porém, quando passou a interpretar o Gaio, o afeto que ele tinha com a filha mudou; continuava gostando de Meggie, porém, de um jeito diferente. Pois, agora ele estava muito interessado em ser o Gaio, o salteador, o herói daquele mundo.

Morte de tinta foi o livro da trilogia que eu menos gostei.
Dei duas Estrelas, que significa: regular.

Coração de Tinta, livro 1, dei cinco estrelas = ótimo. O que mais me encantou nele foram as fadas. Tive vontade de trazê-las para o mundo real.

Sangue de Tinta, livro 2, dei cinco estrelas = ótimo. Neste volume, passei a gostar mais de Dedo Empoeirado. E, Muito bom o fato dos personagens conseguirem entrar na história e explorar o Mundo de tinta.

Morte de tinta, livro 3, dei duas estrelas = regular. Achei o livro muito extenso e com excessos de informações irrelevantes para o último livro da trilogia, o que faz o leitor ficar cansado de continuar a leitura. Outra coisa que fez com que a história ficasse menos legal foi, a ausência, em parte da história, de um personagem fundamental, Dedo Empoeirado.

Em fim. Dedo empoeirado é o melhor personagem da trilogia. Talvez, devido a Farid.
Difícil encontrar uma amizade igual a que Farid tem por Dedo Empoeirado. Isso torna Farid também um personagem sensacional.
Dedo empoeirado e Farid, personagens inesquecíveis.


Spoiler

Eu me surpreendi com o filho de Violante. Não imaginava que ele iria ajudar ela e o Gaio contra o seu avô.

Bem fofinho o finalzinho da história. Gostei!
Para o irmãozinho de Meggie, o mundo real é o de tinta. Claro, nasceu lá.

Qual é o nome do filho de Resa e Mortimer??? Ah... Ficamos sem saber.

=p
Daniel Vieira 08/06/2012minha estante
vc poderia marcar sua resenha como spoiler! ninguém quer saber o q aconteceu sem antess ter lido amigo


Letícia 09/06/2012minha estante

A parte que tem Spoiler, está escrito Spoiler. Basta a pessoa querer ler ou não.

;)




Jacqueline 09/03/2014

Língua Encantada
Encontrei muitas coisas na trilogia Mundo de Tinta...Aventuras únicas, personagens apaixonantes, desfechos surpreendentes. Cada aflição na fuga,cada mundo, cada palavra dita em voz alta que faz tudo acontecer. Tantos personagens, seus apelidos épicos, o ódio dos vilões, o amor e união dos protagonistas. Protagonistas que fogem do padrão, fico sem saber quem é o protagonista afinal: o pai e a filha? o amigo do pai? a mãe com sua história surpreendente? o amor da filha? o escritor do mundo? A tia? Não sei dizer, todos se entrelaçam...
Um livro que fala sobre livros, a magia das palavras, o poder da colocação das frases.
Quando a trilogia acaba, quando fechei meu livro: ressaca literária. Dias sem ler até absorver todos os acontecimentos, a partir desse dia ler em voz alta não é mais a mesma coisa...
Anna 10/05/2014minha estante
também tive uma baita ressaca literária desse livro, passei dias pensando e repensando sobre todos os fatos




Adriana.FGSM 02/12/2010

"Morte de Tinta" encera a trilogia "Mundo de Tinta" escrita por Cornelia Funke. Nesse livro Mo se vê cada vez mais como o Gaio e apesar dos pedidos de Reza e dos perigos que core não quer voltar para o seu mundo. Em um emaranhado de amor, mentiras, perigos, maldades e aventuras nossos heróis tentam a qualquer custo se livrarem dos vilões, mas essa se mostra uma tarefa cada vez mais perigosa e difícil de se realizar. Em minha opinião a história caio um pouco o padrão que alcançou com "Sangue de Tinta", teve um inicio monótono e cansativo que me fez atrasar bastante a leitura e o final não foi lá muito satisfatório, como se viesse uma continuação. Mas depois da pagina 200, mais ou menos, a história entra nos eixos e as coisas voltaram a andar direito, me agradou principalmente a cena em que o Cabeça de Víbora morreu com a ajuda do próprio neto, o que foi bem inesperado. Também gostei bastante do personagem Doria, acho que combina muito melhor com Maggie que Farid, apesar de também gostar dele. Apesar dos defeitos é um bom livro e recomendo que se termine a trilogia.
Isaías 18/07/2013minha estante
Quando houver spoiler selecione essa opção antes de publicar a resenha!!! Muitos como eu ainda não leram o livro...




dessa 02/07/2012

Mundo de Tinta
Terminei ''Morte de tinta'' há poucos minutos e sinto a saudade judiando meu coração. Sabe quando fechamos o livro e dói? Porque é uma história tão maravilhosa, cativante, apaixonante que você quer que nunca acabe? Então, é assim que me sinto. Parece que um pedaço de mim, ficou ali, em cada página. Vestígios de felicidade, tristeza, surpresa, dor ficarão marcadas para sempre neste exemplar.
O que posso dizer - sem contar spoilers -, pode chegar a ser vago. Mas essa trilogia ensinou-me mais sobre os livros. Essa histórias é uma daquelas que você realmente faz parte, que ao abrir o livro, você é jogado lá dentro. Vendo as cenas, como um expectador. Esse livro ensinou-me a amar a leitura. A amar a fala. A amar minha imaginação - que admito ser muito fértil, porque pude ver todas as cenas na minha cabeça, como se estivesse lá, presenciando-as -. Então, se perguntarem para mim o que achei dessa preciosidade, tudo que posso dizer é: Compre essa trilogia. Você irá se apaixonar.
aliceamalivros 30/05/2014minha estante
fiu fiu




Camirota 09/01/2021

Apenas 3 palavras nas páginas em branco.
Trilogia do Mundo de Tinta: A minha preferida até agora.

Este último livro teve o famoso ?final feliz?, um bom final. Porém, o começo foi denso em algumas partes e notei algumas repetições durante a leitura, o que tornou o desfecho um pouco corrido, com algumas questões que se concluíram muito rapidamente, como o ?combate? com o Íncubo e a verdadeira identidade dele; além disso, esperava que houvesse uma maior participação do meu personagem preferido: Dedo Empoeirado e também do Príncipe Negro.

Mesmo assim, vou levar a leitura dessa trilogia para sempre em meu coração e com certeza vou reler os livros em algum momento, pois já estou com saudades.
Mfarits 10/01/2021minha estante
Simm.
Ei, leia também o livro de contos do mundo de tinta. É rapidinho...
Eu tenho uma opinião formada já sobre ele, mas vou deixar vc tirar suas conclusões.




Samiry Santos 01/04/2021

Mundo de papel
O livro ou melhor a trilogia não acontece como imaginei que aconteceria, porém nao deixa a desejar é agradável e quando as coisas começam a acontecer e se prender a leitura nem se sente as páginas não lidas diminuir.
A história é contada como se o livro do qual fala fosse o que esta sendo lido, que o autor de fato tem os mesmos gosto do autor citado no livro.
E um livro com vários trechos de referência de outros que te insentiva a querer le-los além de fazer sentido com o que acontecerá no capítulo.
Com um fim esperado, mas o que conta mesmo e como acontece.
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Pedro Borges 19/11/2010

O fim (da trilogia)
Lá se vai a Trilogia Mundo de Tinta.Terminei de ler ontem a noite e até agora paro para pensar, de vez em quando, sobre o livro.Realmente muito bonito o final.A autora conseguiu criar uma história emocionante(em todos os sentidos), repletas de surpresas(a cada capítulo,ou quase, a história toma um rumo totalmente diferente do esperado, o que na minha opinião deixa o livro emocionante porque livro previsível não tem graça), ação, etc.O livro fecha com chave de ouro o série.Só achei que o desfecho do livro foi rápido.No capítulo 77 os acontecimentos estam a mil, você não consegue parar de ler, e no capítulo 80 tudo já está acabado. Mas como "o valor das coisas está na intensidade com que acontecem", o final não deixou de ser emocionente.

No último capítulo a autora nos passa a idéia de"os livros acabam por aqui, mas a história continua...".Melhor do que "e foram felizes para sempre..."
Recomendadíssimo!
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anarobs 29/01/2012

Ao terminar “Sangue de Tinta”, penúltimo livro da série “Mundo de Tinta” e antecessor desse, imaginei diversos finais e confesso que nenhum combina muito com o verdadeiro. Por um lado isso pode parecer bom, já que afinal acabou me surpreendendo por ser algo novo. Mas por outro se torna um pouco decepcionante já que foi um demasiado menos do que eu esperava.
Logicamente sendo a continuação de Sangue de Tinta, esse conta o derradeiro fim pra um história que parece ser contada por todos, menos pelo seu patriarca: Fenoglio. Autor de Coração de Tinta (o livro dentro do primeiro livro da série de mesmo nome), Fenoglio parece ter perdido a habilidade de escrever desde que seu pupilo, Cosme, o belo, foi fatalmente tirado do tão querido mundo do autor. A partir disso, qualquer problema que houver no mundo de tinta, que poderia ser facilmente resolvido por Fenoglio, se transforma numa bola de neve praticamente sem solução.
Os problemas criados por ele são diversos, mas o maior deles, tantos para o ‘personagem’ quanto para a história, é o Gaio (que para mim é um dos mais bem descritos e pensados – perdendo apenas para Dedo Empoeirado). Sendo uma das melhores coisas do livro o conflito interno estabelecido pela autora: de um lado Mortimer, um pacato encadernador de livros e do outro o já citado Gaio, ladrão e ao mesmo tempo salvador de todos. Gostei muito disso.
Já que falei do meu preferido é justo falar do mais nojento de todos(ultrapassando até Cabeça de Víbora, o vilão principal, que na verdade, para mim, não convence tanto nesse papel): Orfeu. Homem detestavelmente sem caráter.
O livro em si é bom. Novamente Cornélia presenteia seus leitores com uma forma tão peculiar de escrever que acabou se tornando, para mim, a escritora que mais sabe ‘lidar com as palavras’. Ela escreve de forma poética e detalhista, e é extremamente prazeroso ler.
Mas não só de elogios vive “Morte de Tinta”.
Este último volume traz alguns do que eu chamaria de pequenos defeitos - não encontrado nos outros - e o principal dele é como a maioria dos problemas são resolvidos. Para citar um sem soltar spoiler muito relevante falarei do gigante criado por Fenoglio que apareceu no meio da floresta pronto para salvar a todos, mesmo sem saber disso. Ficou parecendo que foi uma decisão preguiçosa da parte de Cornélia. “Já que não tem mais o que fazer pra resolver isso vou fazer Fenoglio ter inspiração do nada e criar um gigante. Ai tudo fica bem”. Sinceramente, não gostei. Pode parecer uma bobagem e pouquíssimo relevante, mas o acúmulo de coisas assim torna a história um tanto cansativa. Levando em consideração também que outra confusão – maior e mais importante - estava se desenrolando e ele não escreveu/fez nada para ajudar, mesmo com os pedidos desesperados de Meggie.
Outro caso é como O problema final foi resolvido. Um garotinho que conseguiu consertar tudo rapidamente... Mas esse não comentar pois seria um spoiler verdadeiramente grande.
Outra coisa que, na realidade, não chegou a me incomodar, mas que por vezes cansou um pouco foi o fato de o livro ser grande demais para a história que contou. Para mim, a historia poderia sim ser contada numa quantidade menor de páginas. Dessa forma, quem sabe, esses pequenos erros que falei não existiriam.
Verdadeiramente, achei “Morte de Tinta” o mais ‘fraco’ de todos os três (isso não chega a ser uma ofensa, pois os outros são de uma qualidade tão alta que falar que existe um mais fraco ainda o torna um livro muito bom. E também porque existem sim – e não são poucas – passagens bem pensadas e belas), pois faltou, principalmente nas cem páginas finais, um pouco mais de idéias realmente legais e resolução de problemas realmente satisfatórios. Mas claro, isso é minha opinião.
Mesmo com as observações apresentadas quero deixar claro que gostei muito do último livro (estou falando do livro, não do final em si) e que gostei mais ainda de ter descoberto essa série que para mim é uma das mais belas, bem escritas e originais que já tive o prazer de ler. Com certeza, ficou marcado.
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Pluck 29/09/2010

Genial
Caí no erro de ter visto o filme primeiro, o que atrapalhou um pouco meu julgamento do primeiro livro, mas quando cheguei no terceiro a história já estava totalmente formada na minha cabeça.

E cara! A Cornelia criou um mundo genial, com uma trama ao mesmo tempo empolgante e surpreendente que faz você nunca saber o que vai acontecer.
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