Amores

Amores Léonor de Récondo




Resenhas - Amores


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Érika 22/09/2021

Ainda não sei como me sinto.
A escrita da autora é linda. A história é, ao mesmo tempo, bela e triste.
"Amores" me trouxe tipos diferentes de amor. Trouxe dor também. E angústia, e coração apertado.
É difícil falar sobre esse livro porque eu geralmente falo quando paro de sentir e, um mês após o fim da leitura, sigo sentindo.
Meu coração doeu um pouco (muito) com o desfecho dessa história, mas literatura é assim: mesmo quando bela. às vezes dói.
Paz, amor e bem.
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Manu 27/08/2021

"Todas as noite, elas se amam sem descanso, sem medo. Seus corpos, depois de anos de inexistência, se estendem e se expandem. Elas vibram junto, num uníssono que as leva até o limite de si mesmas, num lugar tão profundo onde se perdem a cada noite e incessantemente se encontram."
"Amores" é uma leitura fluída e fácil, apesar dos temas que trata. Talvez pelo fato de ser um livro curto, com pequenos pontos poéticos, com pouco aprofundamento dos personagens e mais focado nos fatos que vão acontecendo, essa rapidez fique mais visível, e eu tenha esperado - e achasse necessário - esse aprofundamento acontecendo mais. Acho, além disso, que, se você já não carrega uma visão crítica sobre os temas que o livro traz, muitos podem passar batido, mas ele é redondinho em trazer debates sobre machismo; descoberta do amor, do corpo e do prazer individual; das diferenças entre classes e da dificuldade de compreender seus privilégios; e sobre maternidade e suas diferentes representações. Foi um livro que gostei, mas não amei, pois a leitura acabou se tornando bem mecânica.
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kiki.marino 14/08/2021

Me pareceu uma variação de " Uma vida" de Guy de Maupassant ,com interlúdio amoroso entre duas mulheres, separadas por classe social, religiao opressiva e preconceitos,além do pensamento retrógrados quanto ao papel da mulher na época. Celeste é a melhor personagem,mas a estória acaba se tornando banal,apressada e previsível, sem a exploração profunda de nenhum personagem.
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ingritcha 18/07/2021

Amores
Esse livro entrou para os meus favoritos encharcado por minhas lágrimas. E olha que é difícil algo me fazer chorar.
A história se passa em 1908, com o casal Boisvaillant e sua casa luxuosa. A gravidez da criada Céleste faz com que ela se aproxime da esposa de Anselme de Boisvaillant, Victoire. Com um começo nada leve, os acontecimentos vão tornando a narrativa delicada, mostrando que "amores" é a descoberta do amor no plural: a possibilidade de amar o próprio corpo, um filho, uma outra pessoa.
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Ingrid Guimarães 11/07/2021

?Todas as noite se amam sem descanso, sem medo. Seus corpos, depois de anos de inexistência, se estendem e se expandem. Vibram junto, num uníssono que leva até o limite, num lugar tão profundo onde se perdem a cada noite e incessantemente se encontram.?
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Juliana @julianaaf 28/03/2021

Um livro totalmente desconhecido que me prendeu logo nas primeiras páginas, é simplesmente deliciosa a leitura.

Relata as muitas descobertas: o amor, o corpo que habitamos, o toque e também sobre renúncias.

O final me deixou um pouco decepcionada, senti que era mais do mesmo. Mas não tira o mérito de ser um livro bem escrito e direto.
Carla Aires 27/11/2021minha estante
Também me decepcionei com o final. Me pareceu que a autora quis forçar um final triste.




Janaina 12/03/2021

"Eu sou você"
Com uma escrita ágil, limpa e muito fluida, a obra conta a história de um amor que surge da situação mais improvável.
A autora costura uma história de amor com oportunidades de reflexões sobre classes, convenções sociais, privilégios e patriarcado.
Apenas recomendo cautela com alguns gatilhos de estupro, um deles logo na primeira página.
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Nathalie.Murcia 09/11/2020

Triângulo amoroso inusitado
Outro livro que comprei instigada pela capa e pela sinopse. Não me decepcionei. História muito interessante, contada por intermédio de uma prosa limpa e direta, versando uma inusitada relação amorosa nascida entre duas mulheres muito diferentes, mas igualmente oprimidas pelas convenções sociais da época e pelo domínio do mesmo homem.

A descoberta de uma nova forma de amor e dos prazeres do corpo são representadas pela metáfora da queima dos espartilhos em uma fogueira. Outros acontecimentos permeiam o livro, mas não direi para evitar spoilers.

Gostei muito, e pretendo ler outros livros dessa escritora francesa violinista.
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