O Homem Que Ri

O Homem Que Ri Victor Hugo
Victor Hugo
Victor Hugo
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Resenhas - O Homem que Ri


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Volnei 23/03/2018

O homem que ri
Esta é uma história de dor e paixão onde os personagens vivem a maior parte do tempo em plena harmonia e sem muitos recursos. Quando os recursos começam a se tornar mais ricos para eles os problemas também aumentam . Uma história cheia de mistérios e emoções

site: http://toninhofotografopedagogo.blogspot.com.br
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Ricardo 16/10/2017

Assista o filme antigo (década de 20), leia o livro, leia o livro, leia o livro!!!
Conheci primeiro o filme mudo e em preto e branco, que ficou famoso pelo fato da maquiagem do protagonista ter inspirado o visual do Coringa de Cesar Romero na série de TV Batman. O filme é emocionante pela trilha sonora (canção de Dea no final), o livro é repleto de personagens cativantes (o próprio Gwynplaine, sua cega amada Dea, Ursus o ventríloquo -filósofo, o cão Homo, a princesa Josiane, o vilão Barkilphedro, David Dirry-Moir, Tim-Tom-Jack, os hediondos Comprachicos, o sinistro wapentake, e os bonachões Lordes ingleses e tantos mais).
Confesso que tenho um sentimento passional quanto aos romances de Hugo, ou amo, e amo a maioria (Trabalhadores do mar foi o primeiro clássico que li) ou estranho (Os Miseráveis é excessivo, exagerado, sentimental, perdi as vezes de quanto chorei, quanto ri, quanto tive vontade de abandonar o romance (e o fiz por volta da página 1500...), ao mesmo tempo admiro demais o autor por ser assim, pelo estilo inconfundível que já irritou Machado de Assis (tradutor que resumiu e cortou trechos de Hugo e Dickens, para ficar nos clássicos dos clássicos) pela pessoa que é: mesmo que não concorde com ele politicamente, estou seguro que é o autor que mais me identifico quando trata dos assuntos gerais da política, da época em que vivia. Victor Hugo na maioria dos livros, e principalmente neste nos oferece uma aula de latim, de história, de geografia. Hoje muitos jornais e sites de internet (à direita e à esquerda) apenas jogam informações e dados a partir do nada, sem conteúdo. Hugo vai às fontes, estuda, nada melhor que apresentar um personagem secundário filósofo, Ursus, e obviamente seu lobo Homo, para nos introduzir ao seu mundo, suas ideias, seus personagens, sofredores, amantes, erráticos, demasiadamente humanos.
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Lidiane 27/02/2017

Magnífico
Essa obra de Victor hugo é bem diferente dos miseráveis. Ambos sao clássicos de uma profundeza impecável.
No entendo a obra em questão foca muito mais nas ocorrências da época em que a história se passa do que no romance, oq pode tornar a história bem cansativa, mas vale cada minuto, pois é de uma sensibilidade incrível.
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Pararrayo 06/10/2012

Dimensão do Riso
Um retrato sombrio da natureza humana, mais especificamente da aristocracia inglesa do século XVIII. Victor Hugo parte do grotesco e da deformidade plantada cirurgicamente na face de uma criança de sangue nobre traficada a mando do rei Jacques II para desvelar as mazelas e desmandos de uma sociedade decadente moralmente. A deformidade é um riso rígido e eterno que catapulta um ser humano na plena miséria e na desvalida vida de saltimbanco e pelotiqueiro. Esse ser chama-se Gwynplaine, ou o homem que ri, mas que no fundo não ri e é alvo de contantes risos e humilhações no decorrer da obra. Os risos de várias nuances desvelam as características satânicas de uma aristocracia que vive a massacrar o povo de excluídos e explorados e onde o individualismo desponta repulsivamente na corte e no mundo dos lordes. O sublime e a bondade pode ser vislumbrado nos personagens da cega Dea, do misantropo Ursus e do lobo domesticadoe Homo, representantes das castas mais baixas da sociedade que, juntamente com Gwynplaine, atravessam miseravelmente suas existências. Mas a bondade e o amor que deles irradiam nunca esmorece e são como que fortalezas em suas almas iluminadas, o que não ocorre no mesquinho mundo aristocrático, muito bem denunciado por Hugo nessa grande obra que permanece atual.
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