O Filho Rebelde

O Filho Rebelde Rainbow Rowell




Resenhas - O Filho Rebelde


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charlie ! 29/11/2020

Sempre em frente
Confesso que no começo desse livro fiquei meio chateado por causa do momento ruim na relação de Simon e Baz. Mas conforte a leitura foi andando passei a aceitar o caos. Sinceramente eu não consegui entender direito a indecisão e confusão repentina que o Simon sente nesse livro. Ele ficava divido entre "ah eu amo o Baz" e "Nossa relação tá estranha, não quero que ele me encoste", e eu fiquei bem confusa. Pra mim esse foi o único ponto fraco do livro porque de resto eu amei.

Enfim, eu amo demais esses personagens não tem como negar. Inclusive eu gostei até da Agatha aqui. É muito bom vez o Baz tendo um desenvolvimento bacana. Ele é um amor, que ódio.

As aventuras desse livro foram uma delícia. Foi muito divertido, eu ri DEMAIS. Os personagens novos que surgem também deram toda uma vibe nova pra história. Gostei muito de Shepard.

Foi muito rápido, eu consegui terminar de ler em um dia, pelo simples fato de que estava obsecado KKKKKKKK

Eu gostei demais, mesmo. Vi pessoas reclamando do final aberto, mas pra mim foi bom, e deu aquele clássico gostinho de "quero mais". Esperando ansiosamente pela conclusão da série.
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Gramatura Alta 04/01/2021

http://gramaturaalta.com.br/2021/01/04/o-filho-rebelde/
Simon Snow venceu. Ele pôs fim às forças do mal que ameaçavam destruir o Mundo dos Magos. Tudo deu certo. Ou quase. Porque, agora, Simon perdeu toda a sua magia. Ele não passa de um normal… Bom, tirando o fato de ter asas e um rabo de dragão. Vendo o melhor amigo mergulhar em um desânimo cada vez maior, Penelope decide levar Simon e Baz em uma viagem de carro para visitarem Agatha, que agora mora na Califórnia. O que era para ser um passeio divertido se mostra muito mais desafiador do que imaginavam. Afinal, os Estados Unidos abrigam todo tipo de criatura mágica mal-intencionada e disposta a causar problemas. Em meio a uma confusão enorme com uma legião de vampiros e outros seres malignos, talvez Simon finalmente seja capaz de reunir a força necessária para seguir em frente ― e deixar algumas pessoas para trás.


O que acontece depois que você cumpriu o seu destino? Em SEMPRE EM FRENTE (resenha aqui), Simon Snow precisou sacrificar toda a sua magia para derrotar o Oco Insidioso e o Mago. Vazio de poder, desiludido e deprimido, nada restou a ele além da auto-piedade.

Em O FILHO REBELDE, segundo livro da saga (e tomara que não o último), os três protagonistas inesquecíveis, Baz, Penélope e Simon, decidem tirar férias, visitar os Estados Unidos e ir atrás de Ágata. Nas entrelinhas, buscam no sonho americano um recomeço, um novo propósito e um motivo para viver.

Quando observo os livros da saga Simon Snow, diria que são quase opostos. Enquanto o primeiro é sobre a bondade do mundo, a esperança e a força da inocência, neste vemos o que há de pior na sociedade, a corrupção e o completo luto.

Snow não está bem. Baz está desesperado. Penélope, perdida. É fácil se identificar e sofrer com eles, afinal, são sensações e sentimentos comuns para a maior parte de nós quando deixamos de lado a inocência da infância, para a maturidade.

O FILHO REBELDE é sobre isso. Sobre o que vêm depois do felizes para sempre. É um livro adulto que, ao menos para mim, me fez repensar sobre sonhos e o valor que damos as nossas próprias conquistas. Aqui, o drama tem seu valor, sobressaindo, até mesmo, toda a magia e o universo espetacular construído pela fantasia no seu antecessor.

E mesmo com as mudanças na essência da história, gostei muito das escolhas de Rainbow Rowell. Diria, inclusive, que deixou de beber em todas as suas inspirações (Harry Potter, Doctor Who, Naruto, entre várias outras) para criar algo próprio. É lindo ver a identidade da autora em cada uma das reviravoltas.

Sem sombra de dúvidas, continuo com a mesma opinião: todos os fãs de fantasia deveriam dar uma chance. São 350 páginas que valem cada segundo investido.

Resenha escrita pela Ayllana para o blog.
http://gramaturaalta.com.br/2021/01/04/o-filho-rebelde/

site: http://gramaturaalta.com.br/2021/01/04/o-filho-rebelde/
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Raul Faria 21/11/2020

O livro é bom, a história é fluida. Você lê super rápido, mas na minha humilde opinião não chega perto do que foi o primeiro.

E aquele final então?! Ainda bem que o último livro lança ano que vem (2021), vamos ver que rumo as coisas vão tomar.

E não encontrei a referência do título pelo livro, se alguém souber em que parte esta, caso eu tenha deixado passar, avisa ai.

É isso.
alinelivias 28/11/2020minha estante
Faz referência a uma música chamada "Carry on, wayward son"


Raul Faria 28/11/2020minha estante
OBRIGADO! =)


David.Veruck 01/01/2021minha estante
concordo, o primeiro é muito superior, o final é tão aberto que a autora parece que nem terminou e tem muitas pontas soltas do primeiro que, embora nós saibamos a resposta como: "meu botão de rosa" e que a Leticia e o Mago sejam os pais, Simon não sabe, além dessa descoberta, também gostaria que ele recuperasse a magia, não precisava ser tudo o que ele era....mas seria interessante que o protagonista fosse um mago novamente....




Mari 15/12/2020

Mais apaixonada ainda pela Penelope.
Muito ansiosa pela continuação.
Simon e Baz tem que parar de brigar e se entender pelo amor de Morgana!!
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C. Aguiar @coelhoobrancoo 12/01/2021

Após a batalha do livro anterior Simon se encontra no fundo do poço, ele está com um par de asas e um rabo de dragão, como se não bastasse o visual que não vai embora, ele está sem magia nenhuma. Não que existissem muitas opções, ele teria de abrir mão de sua magia ou o mundo da mágico seria destruído, então Simon fez sua escolha e agora terá de conviver com sua nova condição.
Simon e Penelope estão morando juntos, ele mal sai de casa e passa boa parte do seu tempo assistindo televisão. Penelope está cansada de ver o amigo desanimado e decide organizar uma viagem de carro para visitarem Agatha, que está morando na Califórnia.

Então Penelope, Baz e Simon embarcam em uma viagem que tem tudo para ser tranquila, mas com certeza não será.
Agatha decidiu deixar a varinha em casa, ter uma vida normal para variar e cursar a faculdade longe de qualquer coisa que envolva magia, mas ela não pensou que existem criaturas no mundo que desejam magia acima de tudo e fariam qualquer coisa para obtê-la.
Agatha ignora as mensagens de Penelope sobre a visita e acaba aceitando a proposta de uma amiga normal para ir a um retiro. O que era para ser algo chato, com pessoas ricas fazendo yoga e falando sobre salvar o mundo, mas não fazendo nada a respeito, torna-se um sequestro.

No meio da viagem Penelope decide visitar seu namorado, o homem que ela pensava que iria se casar, mas pelo visto ela nunca o escutou nenhuma vez, ela simplesmente decidiu que iria fazer as coisas e pronto, então acaba descobrindo uma grande surpresa quando chega na casa dele.
Depois desse acontecimento a viagem do trio torna-se uma verdadeira comédia, eles não sabem sobre as regras entre as outras criaturas desse novo país, então acabam metendo os pés pelas mãos, brigas com vampiros a luz do dia, magia para fazer dinheiro, vidas em perigo e muitos problemas amorosos.

No meio de tudo isso eles acabam conhecendo um ser humano normal, Shepard. Ele tenta ser charmoso e verdadeiro com qualquer criatura mágica que encontra, pois isso sempre faz com que eles compartilhem segredos com ele.
Shepard deseja aprender mais sobre magia, deseja aprender tudo que é possível, mas pelo visto Penelope e seus amigos não desejam compartilhar muitas coisas com ele. Em várias páginas do livro o trio está fugindo de Shepard, mas acabam envolvendo-se em tantos problemas que decidem levá-lo como guia.

Baz e Simon estão em um momento confuso do relacionamento deles, devido a falta de conversa e suposições que cada um tem, os dois estão desorientados sobre seus sentimentos e ficam imaginando o que o outro está pensando, ao invés de falar o que sentem. Talvez eles não estejam preparados para ter um relacionamento.

O livro foi muito superior ao primeiro, apesar da autora ainda ter um grande problema em escrever finais. Aqui vemos como os feitiços funcionam de acordo com a linguagem e isso foi bem interessante. Existem zonas que são basicamente mortas, não funcionam nada mágico devido a falta de pessoas naquela área, por isso quanto mais pessoas em uma área melhor.

Creio que esse livro foi muito melhor porque a autora não quis criar um universo grandioso em um único livro, como foi no anterior. Ela apenas seguiu uma aventura, adicionou comédia e várias situações interessantes. O primeiro livro é tão cheio de coisas que parece que você está recebendo anos de informações em uma única leitura. Chega a ser cansativo.
Infelizmente o final é muito corrido, mas eu estava tão empolgada com a leitura que na hora eu nem percebi que o final foi feito as pressas.
Esse livro tem uma das capas mais bonitas do ano passado! Não encontrei erros durante a leitura e com toda certeza estou ansiosa pelo próximo livro.

site: http://www.seguindoocoelhobrancoo.com.br/ ou https://www.instagram.com/coelhoobrancoo/
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Mary Bennett 19/11/2020

Wayward Son/ Filho Rebelde
"Mas foi um erro pensar nisso como um fim. Não há fim. Coisas ruins acontecem e então acabam, mas continuam acontecendo dentro das pessoas "

E o que acontece após o final feliz? O que acontece após o mal ser derrotado? O casal principal fica junto? O feliz para sempre vem nesta parte, não é? Não é?

Então por que Simon Snow não consegue sair do sofá? Por que ele apenas fica lá, bebendo cidra e comendo salgadinhos, enquanto todos conseguem seguir em frente, mas ele parece ter perdido tudo que entendia? E então por que ele vai terminar com seu namorado, para que Baz não precise fazê-lo?

Mas de acordo com Penny, sua melhor amiga, eles precisam de uma mudança de cenário, apenas isso, FÉRIAS. Eles sempre quiseram conhecer os EUA e tudo parece ainda mais certo quando ela está preocupada com Agatha, ela não responde as mensagens, não posta no insta, é o momento perfeito para fazerem tal viagem.

É assim que Simon, Penny e Baz acabam indo parar em uma viagem para Califórnia em um muscle conversível. Mas o que eles não esperavam é o monte de problemas que eles vão se meter (Dragões, Espíritos de água, vampiros e criaturas magicas que nunca encontraram), mas é claro que não seria uma viagem fácil e eles acabam vendo que as vezes em uma viagem para se descobri, você se vê cada vez mais perdido.

?Simon Snow, dói olhar para você quando você está tão feliz.

E dói olhar para você quando você está deprimido.

Não há tempo seguro para eu ver você, nada sobre você que não arranque meu coração do meu peito e o deixe quebrável fora do meu corpo. "

Simon está deprimido, ele se vê parado e tudo que ele amou se foi, sua magia se foi e agora ele é um normal deformado (afinal ele tem asas e uma cauda de demônio de desenho animado e ele nem sabe por que da cauda) e com exceção de Penny e Baz nada mais resta, e ele ainda vai terminar com o ultimo, ele não tem certeza de que o relacionamento deles é o melhor, mas ele tem certeza que um dia Baz vai olhar para ele e ver que tudo que ele amou não existe mais lá, porém vai ficar com pena de terminar e por isso ele o fará. Afinal "Quando alguém mostra quem é, acredite.?, mas ele pode viajar para a América antes, eles podem exigir um pouco mais e aproveitar um pouco mais de Baz, antes que tudo se vá.

"Eu o amei em coisas piores. Eu o amei desesperadamente... Então, o que é um pouco menos de esperança? "

Baz está preocupado com Simon, ele quer ajuda-lo, mas não sabe como, ele tem medo de que se o pressionar demais vá quebra-lo e quando a viagem começa, ele vê Simon melhor, mesmo que ele odeie tudo na América, as coisas estão melhores e é lá que Baz vai finalmente poder conhecer mais sobre o que ele é e como é, mas as vezes quando você ajeita algo outro desmorona.

?-Ha! Agatha sabe que estamos chegando?

-Vai ser uma surpresa! -Penny diz.

-Surpresa! - Baz canta.- É o seu ex-namorado e o namorado dele e aquela garota de quem você nunca gostou muito! "

Penny não falou nada disso, mas a viagem é mais um pretexto, Micah disse que eles precisavam conversar e como seria melhor conversar do que frente a frente? Mas ao chegar lá, ela descobre que Micah quer terminar (que na verdade eles tinham terminado, ela só não entendeu) e que talvez pela primeira vez, Penélope não tenhem um plano e ela também não sabe o que vai ser da vida dela. Ela realmente amava o Micah ou ele era apenas mais uma das coisas de sua lista? Lá ela vai ter que começar a descobrir as respostas.

?Como vivi tantos finais felizes sem nunca aprender como salvar o dia??

Agatha vive uma vida normal, dentro do possível pelo menos, mas ela ainda se sente deslocada e confusa, ela não sabe o que tem errado e acaba indo para com sua amiga Ginger em um tipo de seita de homens ricos e poderosos chamada Sangue Novo e lá ela acaba vendo que talvez esteja se metendo em problemas e que pela primeira vez ela tenha que resolve-los sozinha.

"-O que você come?

Ele levanta uma sobrancelha, me dando uma amostra do meu próprio remédio. -Desespero existencial.?

Também conhecemos Shepard, um Normal que sabe sobre magia e que acaba perseguindo-os, mas vocês também não a perseguiriam se pudessem?

?Ele está entrando em si mesmo. E eu estou desmoronando. ?

Wayward Son é o segundo livro da trilogia de Carry on e talvez você pense que não era necessário, mas eu discordo, eu nunca me senti tão ligada com personagens como nesse livro, eles eram como extensões do meu corpo e dos meus sentimentos, eu senti o que eles sentiam e eu tive medo do que eles tiveram e foi como respirar por outra pessoa e saber o que aconteceria e se negar a aceitar. Poucos livros me tocaram do modo de Wayward Son tocou, ele é mais pesado que Carry on e mais incerto e toda a perspectiva de que tudo sempre fica bem morre nele, as vezes não há final feliz e isso machuca, mas se então o que há depois do fim? E é isso que Wayward son nos mostra.

O único ponto fraco no livro é bem particular meu, eu não sou chegada em pontos aberto no final de um livro para sua continuação, isto me deixa nervosa e obcecada, mas muito mais ansiosa. Mas não há nada que não valha a pena ler nesse novo livro de Rainbow Rowell. Crescer é difícil e nem sempre é sinônimo de final feliz.

Então Simon,

Carry On my Wayward Son,

Any Way the Wind Blows
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Luiza.Campello 14/12/2020

Filho rebelde
A continuação de Carry on. As histórias, o mundo mágico da Rainbow ficam cada vez mais divertidas e complexas.
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Ana 07/01/2021

O primeiro volume, Sempre em Frente, termina obviamente com Simon derrotando as forças do mal, mas pagou um preço caro por isso, já que perdeu toda a sua magia. Se não tivesse adquirido asas e um rabo de dragão durante o processo, seria apenas um humano normal.

A trama de Sempre em Frente se passa pouco tempo depois dos acontecimentos finais do primeiro livro da trilogia. Baz, Penélope e Simon fazem faculdade junto com os normais e dividem um apartamento. O problema é que depois que o Oco foi derrotado, Simon ficou muito deprimido e Penny não aguenta ver o melhor amigo tão triste. Assim, ela decide que eles, os três, vão visitar uma antiga amiga nos Estados Unidos — mas na verdade o que querem mesmo é um novo começo.

Nesse livro, os três personagens principais estão totalmente perdidos, diferentemente da autora, que parece ter finalmente encontrado um rumo para a história de Simon Snow. Aqui eu senti verdadeiramente que Rainbow Rowell conseguiu abandonar suas inspirações para criar o próprio Universo, sabe? E o mais engraçado é que eu achei o início muito morno, típico de segundos volumes, que parece estar ali só para tapar um buraco. Só que de uma hora pra outra a trama dá uma guinada, apresenta novas aventuras e novos perigos, mostrando que ainda tem muita coisa para acontecer com Snow & companhia. Também surge um personagem novo com muito potencial e não vejo a hora de saber como ele será inserido no próximo livro.

Mesmo com tantos ponto positivos, O Filho Rebelde possui um defeito muito grande, que é a imaturidade de Simon para lidar com seu relacionamento com Baz. Ele não tem motivo algum para afastar o menino e mesmo assim insiste em fazê-lo, na moral mesmo, é só drama. E tipo, eles já não são mais adolescentes para ficarem agindo como tal, então não tenho um pingo de paciência com esse chove-não-molha. Antigamente essa fórmula funcionava bastante, mas hoje em dia já não tenho tanta certeza...

Voltando para as coisas que têm para acontecer na trama e plots para desenvolver, que final foi esse, pelo amor de Deus? Com certeza deixa aquele comichão para Any Way the Wind Blows, que já está em pré-venda na gringa e será lançado no início de julho — se eu não estiver muito enganada, é o terceiro e último volume. Só me resta implorar para Editora Seguinte fazer um lançamento simultâneo né? Não dá bicho, já não aguento mais esperar.

site: https://www.roendolivros.com.br
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Amanda.Alves 18/01/2021

Cadê o terceiro traduzido????
O que falar dessa sequência da série do Simon Snow?
Novamente uma história extremamente bem desenvolvida, com personagens que continuam a ter aventuras inacreditáveis... Se eu me apaixonei pelo Baz no primeiro livro, nem tenho palavras pra descrever como me sinto agora. E o Simon não deixa de ser uma bolinha de ansiedade e vontade de lutar. Ele vai ter que arrumar um espada não mágica...
A Penny é mágica por si só... E a Agatha continua sendo o mesmo saco de sempre... Ela é muito chata.

Enfim. Divertidíssimo, daqueles que dá pra terminar em um dia. Vou ter que ler o próximo imediatamente...
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whrsjupiter 19/12/2020

Gostei bastante, confesso que esperava mais pois eu tava super ansioso pra ler a continuação de Carry On, porém o plot foi legalzinho e pela primeira vez senti compaixão pela Agatha. Espero que no 3° livro Simon e Baz se resolvam.
David.Veruck 01/01/2021minha estante
Olha a Agatha... só no final quando quando decide se tornar a Maria Faísca por que antes disso....




Dú @bibliotecadadu 28/12/2020

Eu não sabia como senti falta desse universo até agora
Simon Snow venceu a guerra. Derrotou o Mago. Destruiu o Oco. E para fazer tudo isso acontecer, usou toda a sua magia. Hoje, tudo o que ele tem em si que possui magia são suas asas e seu rabo, ainda sim, apenas consequência da batalha vencida.

O que vem depois? Quando o mocinho derrota o vilão, o que acontece a seguir?

Foi muito legal e interessante ler um livro que conta o que acontece depois que a grande guerra é vencida, sem prometer muito, até mesmo na sinopse, e ainda sim entregar tudo.

Simon está depressivo sem sua magia, não se considera mais merecedor da amizade de Penelope ou do amor de Baz. Sua vida pós O Mago se resume a não sair do sofá.

Penelope simplesmente decide que a melhor coisa a se fazer é juntar as coisas, atravessar o Atlântico e conhecer os Estadoa Unidos de carro. Ela não poderia ter escolhido hora melhor, afinal um novo mistério neste mundo de magia e vampiros aguardam nossos protagonistas lá.

Rainbow Rowell foi muito perspicaz em lançar um segundo livro de Carry On tantos anos depois, anunciado como uma simples aventura e entregado tudo o que os fãs tanto sentiam falta, além da promessa de mais um livro em breve que será a verdadeira grande conclusão da história.

Aqui, a depressão de Simon pela perda de sua magia é algo muito triste e sensível de ler, desde reconhecer os sintomas, os sinais, a descrição. Mas ao mesmo tempo é gratificante acompanhar os momentos em que essa viagem, de fato, muda algo nele para melhor.

Eu precisava de um romance para encerrar o ano e sabia que este livro seria certeiro, mas o tanto que dei risada, me emocionei e vibrei não está escrito... como eu senti falta desses personagens!

O nível que tudo da errado no fim? Épico!

Agora estou vivendo o luto pela demora até o próximo (e último) livro sair.

"Normais não sabem que são normais".
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Babs 16/12/2020

"Isso vai acabar em chamas" resume ambos livros
A leitura segue igual foi Carry On: super leve e gostosa, tomando-me meio dia para terminar o livro.

É um livro focado em pontos deixados soltos em Carry On, e não tanto em Simon e Baz o que foi bom, a sintonia deles não é mais a mesma, afinal, se tornou doloroso de ler.

Temos respostas de como os vampiros são de verdade nesse universo, não aos olhos de feiticeiros, ou a introdução de outros seres mágicos. A compreensão de que nada é eterno e certo, principalmente sem Simon Snow como o herói que salva a todos com sua magia infinita.

Simon e Baz se tornaram um casal agridoce depois de tudo, daquele que você espera ver depois de um evento traumático que os consome, atrapalhando suas vidas normais. Ninguém fica bem após tantas perdas, nem mesmo protagonistas. Ver como a guerra os mudou (não só eles dois, mas todos os feiticeiros num geral) tornou a leitura intrigante com foco em seres além dos feiticeiros.

Gostei demais desse livro, mesmo não o achando melhor que o primeiro. Ele é gostoso, rendeu gargalhadas altas e várias doses de desespero pelo casal tão quebrado, num mundo em caos de diversas formas desde o final de Carry On.

Com o terceiro livro talvez encerre a jornada, ou a eternize.

Seja qual for, o jeito que os personagens fluiram nesse livro me deixou satisfeita e ansiosa por mais. Que venha "Any Way The Wind Blows"
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Lane 04/01/2021

Meu Deus não sabia que quando acabasse de lê esse livro teria continuação.. agora vou ficar sofrendo até sair o próximo livro.
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