O Filho Rebelde

O Filho Rebelde Rainbow Rowell




Resenhas - O Filho Rebelde


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Queria Estar Lendo 01/02/2021

Resenha: O Filho Rebelde
O segundo volume da série Simon Snow, da Rainbow Rowell, chegou com dois pés no meu peito e me deixou perdida de tanta emoção. O Filho Rebelde, lançado pela Editora Seguinte - que cedeu este exemplar em cortesia - é um bom exemplo de sequências que fazem jus a um primeiro livro muito bom; aqui, um segundo livro ainda melhor!

Vai ter alguns spoilers de Sempre em Frente nessa resenha, fica aqui o aviso.

Na história, acompanhamos Simon Snow alguns meses depois do fim do último ano letivo na escola de magia. Ele não se formou, obviamente, porque seu confronto com o inimigo supremo drenou toda magia que ele tinha - com exceção da asa e do rabo conjurados por ele, Simon é normal agora. O que o coloco numa espiral de frustração.

Do outro lado, Baz e Penelope têm feito seu melhor para equilibrar a vida mágica com a convivência com essa versão soturna e sem energia do Escolhido. Até que Penelope tem uma grande ideia: uma roadtrip pelos Estados Unidos a fim de visitar Agatha, que se mudou para lá alguns meses atrás. A ideia é um problema em vários sentidos, mas nada se coloca no caminho de uma Penelope determinada.

Simon encara essa viagem como uma chance de se reencontrar, e Baz, como uma oportunidade de se aproximar do namorado e entender tudo que ele vem sentindo - e como ajudá-lo a se recuperar.

"Meio que espero ser parado quando passo pelo raio X do controle de segurança. Senhor, só precisamos ver esse rabo."

O Filho Rebelde começa bem, se desenvolve muito bem e termina incrivelmente bem.

A história acontece toda através da roadtrip, uma viagem através de vários estados dos EUA para que o grupo chegue até Agatha - que, eles descobrem através de uma intromissão, viajou com uma colega da faculdade (normal, nada de magia) para um retiro nos confins de algum lugar que eles não descobriram qual é, mas precisam descobrir.

Diferente do primeiro que, a meu ver, demorou um pouco pra engrenar e me fisgar na história, esse aqui já começa muito carismático - com o Simon em crise (bastante compreensível, aliás), Baz tentando ser uma bússola para o equilíbrio, Penelope intrometida - e um desenrolar de história cheia de ação e momentos dramáticos.

Simon perdeu aquela aura de herói confuso e agora está apenas confuso. Ele não sabe o que fazer da vida uma vez que o cargo de Salvador do Mundo foi tirado dele; sem magia e sem missão ou destino, ele é só um jovem adulto com asas e um rabo que não se encaixa na sociedade normal e também não se encaixa na mágica.

"Baz sorri para mim. Como não faz há um tempo. Como raras vezes fez em público. Como se fosse fácil."

Eu gostei de como esses rompantes de frustração aconteceram com o personagem, como foram críveis e compreensíveis dentro de tudo que ele já viveu. A viagem pelos EUA, para Simon, é uma oportunidade de se descobrir novamente. De se encontrar, depois de tantos meses em perdição.

Baz, por outro lado, está bem onde está e se vê frustrado justamente por ter que sair do conforto - até perceber que o conforto era, na verdade, uma zona que ele tinha imposto para não contemplar todos os problemas que estava vivendo.

O maior deles, claro, é com o Simon. Os dois estão juntos, mas estão realmente? O quanto da frustração pelo Escolhido não ser mais o Escolhido atrapalha seu relacionamento? A falta de comunicação por medo e por teimosia faz com que os dois vivam uma crise de meia idade em plena juventude, e é gostosinho de acompanhar. É aquele tipo de angst que, bem escrito, funciona pra deixar a gente bem ansiosa pra ver como o casal vai se resolver.

Eu queria bater a cabeça dos dois na parede em vários momentos do livro, mas nunca foram dramas inverossímeis com o que estavam vivendo. Eram bem reais, em meio a ataques de monstros e vampiros sanguinários perseguindo todo mundo; eram problemas da juventude/começo de vida adulta, especialmente em um relacionamento amoroso.

"Às vezes Simon me beija como se fosse o fim do mundo, e eu fico preocupado que ele possa acreditar que realmente é."

Baz, aliás, se mostrou tão maduro e maravilhoso e eu amo tanto esse menino! Foi o único que eu não quis socar durante o livro todo.

Falando em socar, aliás. Uau, a Penelope. Eu nunca pensei que a feiticeira perspicaz e sarcástica do primeiro livro fosse testar tanto a minha paciência, mas ai como eu ODEIO gente inconveniente. E isso é tudo que ela é durante o livro inteiro.

Inconveniente com os sentimentos dos outros, com as vontades dos outros, com a simpatia dos outros. Quando ela precisa confiar, desconfia até se tornar inconveniente. Quando precisa desconfiar, se entrega de bom grado pra situação que dá vontade de arrancar os cabelos. Não gostei das atitudes, das escolhas e fiquei com raiva durante todo livro. Ela vai ter que ralar muito pra conquistar minha simpatia de volta.

Agatha, por outro lado, teve um arco que foi de "mas como pode ser tão burra?" pra "ah, coitadinha, eu te entendo". A explicação das frustrações e medos dela foram um pouco corridas ali pro final, mas me reconquistaram o suficiente para eu dar mais uma chance pra personagem.

A Penelope não. Ela não pode sentar comigo no recreio.

Ah, também tem a participação especial do Shepard, um novo personagem que chegou muito bem humorado e um amorzinho de pessoa. Eu adorei suas interações com o grupo e como ele se tornou importante sem querer; uma peça essencial pra história toda.

O Filho Rebelde explora bastante o mundo mágico além das fronteiras da escola e da Inglaterra, e gostei de como aqui na América é tudo uma bagunça, mas uma bagunça organizada. Tem regras, mas também tem caos. A questão com os vampiros, principalmente, até levantou umas discussões bacanas. Eu gostei de como os ingleses receberam uns tapões verbais sobre como a Inglaterra não é o centro do universo e seu mundo mágico não passa de uma bolha; que eles preferem ignorar o resto do mundo do que lidar com esse.

Bem a cara de explorador mesmo, né não?

A diagramação tá muito boa. Eu ainda não gosto muito das adaptações dos feitiços, ainda que nesse volume tenha usado mais referências a cantigas e ditados conhecidos da nossa língua. A magia só funciona assim, no fim das contas.

O final vai te dar um giro 360 no emocional, então se prepara pra ficar roendo as unhas e gritando pelo último livro. Até lá, a gente abraça O Filho Rebelde e Sempre em Frente e espera ansiosamente pelo desfecho dos nossos nenéns.

site: http://www.queriaestarlendo.com.br/2021/02/resenha-o-filho-rebelde-rainbow-rowell.html
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charlie 29/11/2020

Sempre em frente
Confesso que no começo desse livro fiquei meio chateado por causa do momento ruim na relação de Simon e Baz. Mas conforte a leitura foi andando passei a aceitar o caos. Sinceramente eu não consegui entender direito a indecisão e confusão repentina que o Simon sente nesse livro. Ele ficava divido entre "ah eu amo o Baz" e "Nossa relação tá estranha, não quero que ele me encoste", e eu fiquei bem confusa. Pra mim esse foi o único ponto fraco do livro porque de resto eu amei.

Enfim, eu amo demais esses personagens não tem como negar. Inclusive eu gostei até da Agatha aqui. É muito bom vez o Baz tendo um desenvolvimento bacana. Ele é um amor, que ódio.

As aventuras desse livro foram uma delícia. Foi muito divertido, eu ri DEMAIS. Os personagens novos que surgem também deram toda uma vibe nova pra história. Gostei muito de Shepard.

Foi muito rápido, eu consegui terminar de ler em um dia, pelo simples fato de que estava obsecado KKKKKKKK

Eu gostei demais, mesmo. Vi pessoas reclamando do final aberto, mas pra mim foi bom, e deu aquele clássico gostinho de "quero mais". Esperando ansiosamente pela conclusão da série.
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Gramatura Alta 04/01/2021

http://gramaturaalta.com.br/2021/01/04/o-filho-rebelde/
Simon Snow venceu. Ele pôs fim às forças do mal que ameaçavam destruir o Mundo dos Magos. Tudo deu certo. Ou quase. Porque, agora, Simon perdeu toda a sua magia. Ele não passa de um normal… Bom, tirando o fato de ter asas e um rabo de dragão. Vendo o melhor amigo mergulhar em um desânimo cada vez maior, Penelope decide levar Simon e Baz em uma viagem de carro para visitarem Agatha, que agora mora na Califórnia. O que era para ser um passeio divertido se mostra muito mais desafiador do que imaginavam. Afinal, os Estados Unidos abrigam todo tipo de criatura mágica mal-intencionada e disposta a causar problemas. Em meio a uma confusão enorme com uma legião de vampiros e outros seres malignos, talvez Simon finalmente seja capaz de reunir a força necessária para seguir em frente ― e deixar algumas pessoas para trás.


O que acontece depois que você cumpriu o seu destino? Em SEMPRE EM FRENTE (resenha aqui), Simon Snow precisou sacrificar toda a sua magia para derrotar o Oco Insidioso e o Mago. Vazio de poder, desiludido e deprimido, nada restou a ele além da auto-piedade.

Em O FILHO REBELDE, segundo livro da saga (e tomara que não o último), os três protagonistas inesquecíveis, Baz, Penélope e Simon, decidem tirar férias, visitar os Estados Unidos e ir atrás de Ágata. Nas entrelinhas, buscam no sonho americano um recomeço, um novo propósito e um motivo para viver.

Quando observo os livros da saga Simon Snow, diria que são quase opostos. Enquanto o primeiro é sobre a bondade do mundo, a esperança e a força da inocência, neste vemos o que há de pior na sociedade, a corrupção e o completo luto.

Snow não está bem. Baz está desesperado. Penélope, perdida. É fácil se identificar e sofrer com eles, afinal, são sensações e sentimentos comuns para a maior parte de nós quando deixamos de lado a inocência da infância, para a maturidade.

O FILHO REBELDE é sobre isso. Sobre o que vêm depois do felizes para sempre. É um livro adulto que, ao menos para mim, me fez repensar sobre sonhos e o valor que damos as nossas próprias conquistas. Aqui, o drama tem seu valor, sobressaindo, até mesmo, toda a magia e o universo espetacular construído pela fantasia no seu antecessor.

E mesmo com as mudanças na essência da história, gostei muito das escolhas de Rainbow Rowell. Diria, inclusive, que deixou de beber em todas as suas inspirações (Harry Potter, Doctor Who, Naruto, entre várias outras) para criar algo próprio. É lindo ver a identidade da autora em cada uma das reviravoltas.

Sem sombra de dúvidas, continuo com a mesma opinião: todos os fãs de fantasia deveriam dar uma chance. São 350 páginas que valem cada segundo investido.

Resenha escrita pela Ayllana para o blog.
http://gramaturaalta.com.br/2021/01/04/o-filho-rebelde/

site: http://gramaturaalta.com.br/2021/01/04/o-filho-rebelde/
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Camila | @abismos.literarios 27/02/2021

Perfeito!!
(Resenha publicada no ig: @abismos.literarios)



"Você era o sol, e eu era puxado na sua direção.
Acordava todas as manhãs e me dizia...
Eu me dizia...
Isso vai acabar em chamas".

Em O filho rebelde, segundo livro da trilogia Simon Snow, teremos respostas à algumas perguntas sobre o que acontece depois da queda do grande vilão de Sempre em Frente, e novas aventuras (de tirar o folego) chegam para o trio maravilha ? Simon, Baz e Penny. Conhecemos também um novo e incrível personagem, Shepard, um normal curioso e astuto ao que se refere à magia.

Simon pode sim ter salvado o mundo mágico no livro anterior, mas agora sua vida está um caos. Após perder sua magia, ele perdeu também o sentido da vida ? passa seus dias deitado no sofá tomando sidra. Agora divide sua rotina com Baz e Penny, que estão na faculdade. Agatha se mudou e seguiu a vida longe de todos e da magia, leva uma vida pacata e faz faculdade como se a magia nunca tivesse feito parte de sua vida.

Penny decide, então, que o trio maravilha precisa de uma viagem para renovar os ânimos... destino: Estados Unidos. Penny planejou tudo, a visita à cidade de Micah, seu namorado, o qual não vê há tempos, e finalmente, uma visita a amiga, Agatha, com a qual estão um tanto preocupados pela esquiva dela em conversar. Penny não podia esperar que tudo fosse ruir...

Nada deu certo nessa viagem, desde o início, a parada para ver Micah, até o destino final. O Estados Unidos é uma terra sem lei... feiticeiros não falam sobre magia e não se relacionam, já os vampiros transitam livremente pela cidade. E, em meio a uma confusão enorme com uma legião de vampiros e outros seres malignos, será que os amigos, com a ajuda de Shepard, sairão ilesos?

Sem mais detalhes para não dar spoilers, Rainbow foi novamente maravilhosa aqui, e deixou um final de surtar para o terceiro livro ? que deve ter seu lançamento em julho deste ano. Nos envolvemos intensamente com os personagens e torcemos por eles em cada página. Gostei demais do novo integrante ? Shepard ? mesmo que Penny não concorde comigo haha. E espero que Baz e Simon possam ter seu momento de paz no próximo livro, já que eu shippo demaaaaaais esses dois.
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Raul Faria 21/11/2020

O livro é bom, a história é fluida. Você lê super rápido, mas na minha humilde opinião não chega perto do que foi o primeiro.

E aquele final então?! Ainda bem que o último livro lança ano que vem (2021), vamos ver que rumo as coisas vão tomar.

E não encontrei a referência do título pelo livro, se alguém souber em que parte esta, caso eu tenha deixado passar, avisa ai.

É isso.
alinelivias 28/11/2020minha estante
Faz referência a uma música chamada "Carry on, wayward son"


Raul Faria 28/11/2020minha estante
OBRIGADO! =)


David.Veruck 01/01/2021minha estante
concordo, o primeiro é muito superior, o final é tão aberto que a autora parece que nem terminou e tem muitas pontas soltas do primeiro que, embora nós saibamos a resposta como: "meu botão de rosa" e que a Leticia e o Mago sejam os pais, Simon não sabe, além dessa descoberta, também gostaria que ele recuperasse a magia, não precisava ser tudo o que ele era....mas seria interessante que o protagonista fosse um mago novamente....




Isa 19/02/2021

Segundo livro do Simon Snow
Foi uma boa leitura, gostei da descrição e ambientação nos EUA durante a viagem. Porém achei o primeiro melhor, o final do livro no prólogo me decepcionou um pouco, pois quando o problema presente em todo o livro ia ser solucionado a autora interrompe a cena, deixando assim um gancho para o próximo livro, mas sabe poderia ter feito de outra maneira melhor. Ainda assim tenho vontade de continuar e ler o próximo livro.
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Mari 15/12/2020

Mais apaixonada ainda pela Penelope.
Muito ansiosa pela continuação.
Simon e Baz tem que parar de brigar e se entender pelo amor de Morgana!!
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Aline.Momm 05/03/2021

Tão bom quanto o primeiro!
?Eu o amei em momentos piores. Eu o amei desesperadamente...
Então o que é um pouquinho mais de desespero??

Foi uma ótima experiência. A escrita é cativante e a evolução dos personagens é ótima. Indico para aqueles que continuam buscando magia, aventura e romance como no primeiro livro.
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ferrerovini 02/03/2021

Meu vampiro favorito!
Conseguiu ser melhor que o primeiro, por alguns motivos, tivemos mais ação, mais criaturas, mais da mitologia, regras dos feitiços, universo mágico expandido e preenche algumas lacunas deixadas no primeiro livro, como, o que aconteceu com a magia que o oco sugou no primeiro livro, além de apresentar novos personagens bem interessantes.

Toda a viagem é muito legal, temos momentos de tensão, comédia, drama e aventura, e como já conhecemos os personagens então fica mais fácil entendê-los sem ficarem se explicando o tempo todo, suas motivações são apenas aprofundadas.

Gosto de como Baz lida com seus sentimentos, ele se esforça, faz muito sentido ele tentar se entender, para ele é uma jornada sobre identidade! Para mim de longe o melhor personagem!

Enquanto Simon continua imaturo, e agora meio perdido pois com o final do último livro ele precisa lidar com seus novos membros e também a ausência de seu poder. Isso é interessante, me vejo muito nele como já disse na outra resenha, logo, consigo entender como a mente dele funciona.

Agatha ficou menos irritante, eu também me identifico com ela mas algumas atitudes dela no primeiro livro acabam irritando. Nesse, temos um pouco mais dos pensamentos dela a respeito do mundo mágico e ela fica mais compreensiva.

Ação, aventura, roadtrip, ternos belíssimos e muito, mas muito sangue, sem contar o ótimo gancho no final! Eu consegui visualizar cada cena e achei incrível, tudo é muito bom, fiquei com medo de esperar demais e me decepcionar mas conseguir manter meus pés no chão e curtir bem essa viagem mágica!

Aguardando ansiosamente o último da trilogia.
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lettie 29/01/2021

LEIAM WAYWARD SON! *LEVES SPOILERS*
acabei. e, que livro f*da! eu preferi esse mais do que o primeiro, juro. a história foi mais cativante pelo fato de termos o nosso ?escolhido? sem seus poderes e sendo um mero normal com asas e rabos, mudou muito o rumo de mocinhos sempre, sabe? achei que quem teve mais protagonismo nesse livro foi o Basilton, com as crises de vampiros quando eles vão para Las Vegas... eu senti que ele ficaria, mas decerto, ele é a p*rra do Baz, né? nunca faria isso e ainda mais sendo cadela do Simon Snow.

Amei o Simon se divertindo no início no carro, ele se sentindo livre com o capô aberto e se sentindo feliz pela primeira vez depois do que aconteceu com o Mago, Ebb e Oco. Baz queria ve-lo feliz, eu sei disso.

Pen no início teve um desfecho com o seu namorado Micah, que terminaram. Eu até concordei com o término e falei que ficava do lado dele nesse caso. Ela foi sensacional nesse livro também, mesmo vulnerável com o término. Ela sempre preocupada com o Simon me toca demais. Amo a amizade dos dois e acho que eles juntos são uma dupla e tanto. Entendo o que o Baz fala deles agora.

Agatha, pode-se imaginar que ela só apareceu para ser a causa do livro. Mas no final, senti mais que isso. Sim, eles passaram pelo inferno para salvar ela mas teve seu propósito. Ela sempre foi insegura com si mesma e a sua magia. Eu acho que ela estava esperando encontrar algo no Braden que preenche-se ela também depois de não ir pro festival que tanto queria. No final do livro ela foi MAGNÍFICA! Ela juntando os poderes e vendo que não precisa de uma varinha e que a magia está sim, dentro dela e que nunca vai sair.

Sobre Shepard, no início com a caminhonete dele acho que era pra todo mundo morrer de medo ne? Mas ele é um menino tão doce, e de perceber que ele só queria ter conhecimento sobre o mundo mágico e querer amizade com eles só pra se ocupar e não pensar que a alma dele está vendida e não tem volta ? Amei muito ele e espero que no terceiro livro ele não morra e tenha algo com a Penelope, quero demais.

Simon e Baz não se resolveram no final do livro, era de se esperar por causa do desenvolvimento. Às vezes Simon se abria e eles se rendiam mas ele simplesmente se fechava do nada. Quero ver eles resolvidos logo, Rainbow!!! Realize o sonho de sua leitora que ama este casal.

Não faço a mínima ideia sobre o que o terceiro livro vai se tratar e qual é o problema enorme que eles estão tendo em Watford, mas já estou ansiosa pro lançamento ?

agora uma confissão secreta, demorei mais de 1 mês pra começar esse livro por pura preguiça. não achei que ele seria muita coisa mas me apeguei com a história. entre esse 1 mês de pausa, eu li uma série inteira e ainda assim fiquei 0 interessada em pegar pra ler. me forcei a começar pois estava nas minhas metas pra janeiro e metas são metas, né? aí de mim se não cumprir, nem que faltem 2 dias pro mês acabar eu tinha que fazer isso acontecer.

agora vem fevereiro! não faço a mínima ideia de qual será os 5 livros que comecarei a ler, talvez percy jackon mas confesso que estou super animada em ler a rainha vermelha. acho que deixarei o app escolher por mim, gosto de desafios ? até o próximo livro appzinho!
maddie 29/01/2021minha estante
lê a rainha vermelha, eh muito bom




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C. Aguiar @coelhoobrancoo 12/01/2021

Após a batalha do livro anterior Simon se encontra no fundo do poço, ele está com um par de asas e um rabo de dragão, como se não bastasse o visual que não vai embora, ele está sem magia nenhuma. Não que existissem muitas opções, ele teria de abrir mão de sua magia ou o mundo da mágico seria destruído, então Simon fez sua escolha e agora terá de conviver com sua nova condição.
Simon e Penelope estão morando juntos, ele mal sai de casa e passa boa parte do seu tempo assistindo televisão. Penelope está cansada de ver o amigo desanimado e decide organizar uma viagem de carro para visitarem Agatha, que está morando na Califórnia.

Então Penelope, Baz e Simon embarcam em uma viagem que tem tudo para ser tranquila, mas com certeza não será.
Agatha decidiu deixar a varinha em casa, ter uma vida normal para variar e cursar a faculdade longe de qualquer coisa que envolva magia, mas ela não pensou que existem criaturas no mundo que desejam magia acima de tudo e fariam qualquer coisa para obtê-la.
Agatha ignora as mensagens de Penelope sobre a visita e acaba aceitando a proposta de uma amiga normal para ir a um retiro. O que era para ser algo chato, com pessoas ricas fazendo yoga e falando sobre salvar o mundo, mas não fazendo nada a respeito, torna-se um sequestro.

No meio da viagem Penelope decide visitar seu namorado, o homem que ela pensava que iria se casar, mas pelo visto ela nunca o escutou nenhuma vez, ela simplesmente decidiu que iria fazer as coisas e pronto, então acaba descobrindo uma grande surpresa quando chega na casa dele.
Depois desse acontecimento a viagem do trio torna-se uma verdadeira comédia, eles não sabem sobre as regras entre as outras criaturas desse novo país, então acabam metendo os pés pelas mãos, brigas com vampiros a luz do dia, magia para fazer dinheiro, vidas em perigo e muitos problemas amorosos.

No meio de tudo isso eles acabam conhecendo um ser humano normal, Shepard. Ele tenta ser charmoso e verdadeiro com qualquer criatura mágica que encontra, pois isso sempre faz com que eles compartilhem segredos com ele.
Shepard deseja aprender mais sobre magia, deseja aprender tudo que é possível, mas pelo visto Penelope e seus amigos não desejam compartilhar muitas coisas com ele. Em várias páginas do livro o trio está fugindo de Shepard, mas acabam envolvendo-se em tantos problemas que decidem levá-lo como guia.

Baz e Simon estão em um momento confuso do relacionamento deles, devido a falta de conversa e suposições que cada um tem, os dois estão desorientados sobre seus sentimentos e ficam imaginando o que o outro está pensando, ao invés de falar o que sentem. Talvez eles não estejam preparados para ter um relacionamento.

O livro foi muito superior ao primeiro, apesar da autora ainda ter um grande problema em escrever finais. Aqui vemos como os feitiços funcionam de acordo com a linguagem e isso foi bem interessante. Existem zonas que são basicamente mortas, não funcionam nada mágico devido a falta de pessoas naquela área, por isso quanto mais pessoas em uma área melhor.

Creio que esse livro foi muito melhor porque a autora não quis criar um universo grandioso em um único livro, como foi no anterior. Ela apenas seguiu uma aventura, adicionou comédia e várias situações interessantes. O primeiro livro é tão cheio de coisas que parece que você está recebendo anos de informações em uma única leitura. Chega a ser cansativo.
Infelizmente o final é muito corrido, mas eu estava tão empolgada com a leitura que na hora eu nem percebi que o final foi feito as pressas.
Esse livro tem uma das capas mais bonitas do ano passado! Não encontrei erros durante a leitura e com toda certeza estou ansiosa pelo próximo livro.

site: http://www.seguindoocoelhobrancoo.com.br/ ou https://www.instagram.com/coelhoobrancoo/
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Sasa 27/01/2021

O filho rebelde.
Gostaria de dizer que amo demais todos os personagens, por mais que alguns em específico ( Penélope cof cof) seja um pouco irritante. O livro se desenvolve do início ao fim, durante a leitura percebemos mudanças em todos os personagens, as frustrações, os medos e os questionamentos.
Baz e Simon são um belo casal, mas que ainda precisam de muita estrada para que possam realmente entender tudo o que passa entre eles. Eles ainda se amam mas não dizem e isso é uma parte frustante em grande parte do livro, porém, totalmente necessária.
Penélope é uma personagem irritante e percebemos que ela acha que sabe de tudo e sempre está certa, mas eu amei o desenvolvimento dela, ela mudou em muitos aspectos e seus pontos de vista mudaram de ângulo, ótimo desenvolvimento de todos os personagens. Amei ainda mais a interação entre Shepard e Penélope, espero que tenham mais desenvolvimento entre si.
Terminei o livro com o sabor de quero mais e espero ansiosa para o próximo livro, parece que tem muita coisa escondida debaixo do tapete, espero que essa poeira levante e mostre tudo. Se tornou um dos meus livros favoritos e a minha primeira leitura e melhor do ano.
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