A Trança

A Trança Laetitia Colombani




Resenhas - A Trança


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Helder 12/02/2021minha estante
Eu vi o ato de cortar o cabelo como uma redenção sim. Como se ela tirasse um peso histórico do corpo pra começar uma nova vida. Este trecho me trouxe esperança.


Beatriz 12/02/2021minha estante
O ato de cortar o cabelo não é o problema, é a crença fé e esperança. O problema foi como ?a matéria prima? que vai enriquecer a europeia sai da cabeça de alguém que não tem o que comer, e no fim mostra como a pessoa que não tinha nada teve que dar o pouco que tinha pras branca de primeiro mundo ajudar a conquistar suas lutas.


Krishna 12/02/2021minha estante
Se quiser um bom livro sobre a cultura e as diferenças sociais na Índia, leia A Distância Entre Nós, de Thrity Umrigar.


Ana 13/02/2021minha estante
Eu estava interessada no livro, agora tô com um pouco de medo de não gostar hahaha eu nem li o livro, mas deu pra ter uma ideia pelo o que você falou, bem interessante seu ponto de vista!


Bheatriz.Lessa 13/02/2021minha estante
Obrigada pela resenha Bea, também não conheço a Índia e vou aproveitar a dica do colega q comentou. Mas pelo bem pouco q sei, sei q ainda existe o sistemas de castas lá, e quem é da mais inferior ou não tem, realmente vive uma vida diferente do restante da população. No livro Quarto de Despejo, que é real, a protagonista não tem paz, é um sofrimento do inicio ao fim. E o triste é que deve ter gente na Índia, tem gente no Brasil, que só vive a parte ruim do país pq ela só tem acesso a isso, a vida vai ser uma desgraça do inicio ao fim. Penso também nas coisas que temos made in Vietnã, made in Taiwan, pessoas que ganham tão pouco, vivem na miséria pra deixar o ocidente feliz.
Queria ter acesso a algum material/ livro de algum indiano que tenha saído dessa casta ou falta de casta, pq também penso que algum material feito por alguem da casta superior vai mostrar também uma India não verdadeira, a Índia dela.
Agora estou curiosa para ler o livro também.


Ya1000li 14/02/2021minha estante
Nossa, sério? Eu tava com as expectativas lá em cima




Helder 29/01/2021

Nome perfeito para um belo livro.
Te desafio a encontrar um 1º capítulo tão forte e chocante quanto o primeiro capítulo de A Trança da autora francesa Laetitia Colombani lançado agora em janeiro em uma bela edição pela Editora Intrínseca.
O livro conta a história de 3 mulheres que levam vidas muito diferentes, a começar pela geografia, pois uma encontra-se na sofrida Índia, outra na ensolarada Itália e a última no frio Canada.
Vidas completamente diferentes que acabam se encontrando em uma bela e aparentemente pequena sutileza, mostrando que tudo o que fazemos movimenta o mundo, e pode atingir alguém que nem conhecemos.
Os capítulos são divididos entre as três protagonistas e a cada final de capítulo a autora deixa um suspense que nos faz querer devorar o livro, que pode ser lido em uma tarde.
No primeiro capítulo conhecemos Smita, a personagem que vive na Índia e até agora não consigo me conformar com as coisas que li neste livro. A vida descrita ali é tão cruel que a leitura vai nos dilacerando. Smita é uma Dalit, a classe social mais baixa dentre as diversas castas existentes na Índia. Não vou contar aqui os trabalhos executados por ela e seu marido, mas há tempos não ficava tão chocado com descrições em um livro e torço muito para que isso seja uma ficção inventada por uma escritora maluca, pois não é aceitável que seres humanos aceitem que pessoas vivam assim. Que vontade de implodir a Índia e jogar todo aquele país num esgoto. Pessoas dirão que aquilo é tradição e devemos aceitar e respeitar. Eu digo não! Aquilo é pura maldade e perversidade, e Smita, que sempre aceitou sua sina como tradição, decide mudar o destino da pequena Laetitia, sua filha, com um gesto simples: colocá-la numa escola, para que diferente dos pais, ela possa aprender a ler e escrever. Para nós, uma coisa banal. Para Smita, algo do outro mundo.
No segundo capítulo conhecemos a jovem Giulia, que vive na ensolarada Palermo na Itália trabalhando no ateliê de seu pai, em uma empresa que tradicionalmente familiar fundada pelo seu bisavô. Mais uma vez a autora nos surpreende, aqui de forma positiva, mostrando uma indústria da qual nunca tinha lido nada e que também não vou revelar aqui para que vocês também possam descobrir este “negócio” extremamente interessante.
Por fim conhecemos a canadense Sarah, uma mulher extremamente solitária, cujo único objetivo na vida parece ser bem sucedida mesmo, ou exatamente, por ser mulher. Ela conseguiu tornar-se sócia em um dos maiores escritórios de direito de Montreal. Porém aos meus olhos Sarah inicia o livro como a personagem mais antipática em sua vida compartimentada, onde consegue esconder até suas gravidezes de suas chefias, pois não pode apresentar nenhuma característica feminina que a diminua frente a sua chefia majoritariamente masculina. Mas a vida não pode ser programada e a realidade crua bate em sua porta com um desafio maior do que talvez ela possa enfrentar.
A autora vai nos contando as estórias destas três personagens de maneira que passamos o livro inteiro nos perguntando qual a intenção de nos contar três histórias tão diferentes, mas Laetitia Colombani consegue fechar todas elas como uma trança, onde três mechas de cabelos vão se enrolando até se juntarem na ponta de uma maneira tão bonita que faz a gente crer que o mundo tem sim muita esperança.
Nunca um título foi tão perfeito para um livro!
E além de todo os sentimentos, do ódio a esperança, que perpassam o livro, A Trança ainda é cheio de cultura que demonstram que a autora fez grandes pesquisas, principalmente nas vidas de Smita na Índia (Há tempos eu não me chocava tanto com uma narrativa) e de Giulia e seus desafios na Itália em seu negócio secular.
A autora também discute o papel da mulher nestas sociedades. Na Índia, a mulher sem voz. Na Itália a menina jovem que precisa convencer a todos que nem toda tradição é perfeita e no Canada o quanto a mulher se cobra para chegar ao ápice de uma carreira.
E por fim, o ponto que acho mais importante entre todos os discutidos é o peso da tradição no nosso mundo atual. Tudo realmente deve ser mantido em nome das tradições ou o mundo mudou e precisamos seguir em frente?
Livraço!
Se procura uma leitura diferente, A Trança com certeza é o que você precisa.
Para mim já foi um início de ano com um livro 5 estrelas que com certeza está entre os melhores do ano e que será lembrado por muito tempo.
Carla 29/01/2021minha estante
Cativante a história... Sem saber sobre o enredo, já me instigou pelo título!
Nunca gostei de brincar com bonecas, mas me afeiçoei com um devido a sua trança.
Incluirei para leituras futuras... Obrigada pelas palavras.


Helder 29/01/2021minha estante
Gostei muito deste livro. Comecei 2021 com o pé direito, já encontrando um favorito!


Caah #DefendaOLivro 30/01/2021minha estante
Essas três histórias se conectam ou são três histórias separadas? É que eu gosto de livros com histórias paralelas que se conectam, principalmente quando são histórias tão diferentes


Helder 30/01/2021minha estante
Caah, vai sem medo. Lá pelos 80 % vamos percebendo qual será a conexão, e qdo ocorre é muito bonito.


Caah #DefendaOLivro 31/01/2021minha estante
Legal, gostei ?


Rosiviti 02/02/2021minha estante
Terminei agora,e amei bastante,já queria outros dela?


Helder 02/02/2021minha estante
Rosiviti, pelo que vi na internet ela tem mais um livro lançado na França


Rosiviti 03/02/2021minha estante
Que venha logo,ao Brasil ?,já quero ler


Myh Barreto 14/02/2021minha estante
Infelizmente a realidade da Índia é mesmo cruel assim... Amei sua resenha, já quero ler. ?


Daisy 07/03/2021minha estante
Gente... Desculpa a pergunta... Mas quantas páginas de livro realmente tem? Tipo essas 200 páginas são de história, ou tem Prefácio ou pósfacio ?


Helder 07/03/2021minha estante
Eu li em versão digital, mas pelo que vejo no cadastro do skoob são 208 páginas. É um livro curto mesmo


Daisy 07/03/2021minha estante
Obrigada Hélder ??


Nina 09/03/2021minha estante
Daisy, são 206 com o epílogo.


Daisy 10/03/2021minha estante
*-* tenho um clube de livros finos, mas só pode abaixo de 160, por isso o interesse, queria indicar esse. Muito obrigada Nina ??


Nina 10/03/2021minha estante
Nada! ??


Helder 10/03/2021minha estante
Daisy, este livro é tão fluido que vcs nem vão perceber as 50 paginas a mais.


Nina 10/03/2021minha estante
Concordo com o Helder... Vale mto a leitura e indicar pra todos.


Daisy 11/03/2021minha estante
Aí genteeee, já tô querendo ler muito!!! Por que ele parece super interessante! Daí com vcs incentivando! O coração não aguenta! (Nem o bolso KKKk)




Nado 15/05/2021

Drama ficcional que foi a obra de estreia da autora francesa, se tornou um verdadeiro fenômeno de vendas em seu país, e rapidamente no mundo todo.
Através de uma leitura fluida e rápida, o leitor conhecerá a história de três mulheres, cada qual em um canto do planeta, que vivem lutas diárias para assumir o controle de suas vidas, mas que o sistema como um todo não admite.
Logo no início o leitor sente a força das histórias através da indiana Smita, que sofre com as condições de miséria em seu país, graças ao controverso sistema de castas que separa a população em grupos, nos quais podem ocorrer as piores das humilhações e casos desumanos. Outra história apresentada é a da italiana Giulia, que precisa tomar conta dos negócios da família depois que seu pai sofre um acidente e ela se depara com uma situação que jamais imaginou. Por fim, o leitor vai conhecer Sarah, uma brilhante advogada canadense que vê sua carreira desabar depois que descobre uma doença grave, esse momento frágil a fará repensar nas suas escolhas e no que ela está priorizando em suas vidas.
O interessante dessa narrativa é que a autora dedica um capítulo para cada personagem, entrelaçando um no outro como se realmente estivesse tecendo uma trança de três partes. No final, é possível assimilar e fazer a alusão de que esses três episódios distintos e distantes fazem parte de um conjunto que quando unido pode se tornar mais presente, significativo, sólido e consequentemente mais forte.
Essa foi uma das leituras mais fluídas que fiz nos últimos meses, a narrativa em terceira pessoa, mesclada com diálogos e algumas poesias inspiradoras, fez com que a leitura pudesse ser prazerosa, mesmo no meio de uma poderosa ressaca literária que perdurou alguns dias
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Pollyanna Reis 27/04/2021

A TRANÇA
Impossível ler este livro e não se emocionar.
São três histórias inspiradoras e que mostra a realidade enfrentada por várias mulheres. Cheio de esperança e com uma escrita fluida e poética, A TRANÇA entrelaça a história de três mulheres: Smita, Giulia e Sarah.
Smita mora na Índia e é uma dalit, uma integrante da casta inferior. Ela sonha com um futuro diferente do seu, para sua única filha. Giulia mora na Itália e tem apenas 20 anos e se vê obrigada a assumir o negócio da família, quando seu pai sofre um grave acidente. E por último temos a Sarah que está no Canadá, uma advogada de sucesso, que vê sua carreira ameaçada após uma descoberta infeliz.

São três mulheres lutando pela vida, cada uma com seus problemas, frustrações, sonhos e desejos. Mulheres lidando com as próprias questões e desafios. São mulheres guerreiras e que não desistirão fácil, que escolheram ser donas de seus próprios destinos, mesmo quando eles já pareciam traçados.
Um livro marcante! Uma leitura rápida, porém, arrebatadora. Super recomendo esse livro.
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Karoline 12/03/2021

Curto e emocionante
Algo a se destacar nesse livro é que ele é extremamente envolvente: você começa e não consegue mais parar. Ele conta a história de três mulheres que não se conhecem: Smita, na Índia; Giulia, na Itália e Sarah, no Canadá. Alguns trechos das vidas dessas mulheres foram simplesmente emocionantes e me tocaram muito. Incrível, eu recomendo muito! É a clássica jóia de biblioteca.
Barbara.Santos 12/03/2021minha estante
Esse livro e Torto Arado foram os melhores livros que li até agora esse ano.
Smita me deixou com o coração em pedaços!




Thammy 11/03/2021

Narrativa muito interessante!
Leitura de narrativa fluida, objetiva, sensível e muito interessante! Adorei viajar pelas mentes e corações das personagens e me identificar com cada uma delas em muitos momentos. É uma ideia de narrativa bem construída que deu origem à uma história emocionante. Sigo acreditando na premissa do livro: estamos todos interligados, de alguma maneira, em todo o mundo. Todas as nossas ações têm a capacidade de transformar a vida de alguém, estando esse alguém longe ou perto.
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Dutra 21/04/2021

Três histórias entrelaçadas
Escrita maravilhosa, vc começa e termina com uma fluidez que não é fácil de se alcançar! Reflexões e mais reflexões com três protagonistas fortes e carismáticas, vai virar filme e já estou louco pra ver! Que seja tão bom quanto o livro!
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Jessica.Jansen 30/03/2021

Que livro lindo, poético e instigante ?
Adorei a estória dessas três mulheres e a estrutura do livro como um todo. Apaixonada pela escritora.
EdelinCerilo 30/03/2021minha estante
Você não sentiu que a escritora só deu mais atenção e mais espaço pra mulher branca da america?


Jessica.Jansen 01/04/2021minha estante
Edelin, senti que a história da Sarah foi contada de forma mais aprofundada mesmo. Teve meio que um início, meio e fim. Diferente das demais personagens. Mas não sei até que ponto pode ter sido intencional ou se porque ela era a última ponta da narrativa. Mas concordo com você que realmente, agora pensando melhor, houve sim uma atenção maior à personagem canadense mesmo.




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Helder 17/03/2021minha estante
Li numa entrevista no UOL que a autora está escrevendo um livro sobre a filha de Smita. Vamos ter mais sofrimento por ai


Caah #DefendaOLivro 18/03/2021minha estante
Ah é?! Não sabia, que legal! Torci tanto pela Smita e Lalita... que bom que vou poder saciar minha curiosidade sobre o que aconteceu com elas... tomara que a autora dê um bom destino pra ela...




Natalia.Castanha 01/04/2021

Que livro!!!!
Estou fascinada com esse livro!!! Profundo, envolvente, traz a história de três mulheres em três continentes distintos, histórias femininas de lutas, preconceitos, dores femininas, sonhos e esperança.
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Marcela.Gomes 25/02/2021

Opinião... ?
Serei sincera, de início a história me pareceu sem profundidade (e até certo ponto ela é), o livro possui 200 páginas e, pela premissa, poderia ter 400. São três vidas, três personagens principais e pouco aprofundamento. A autora poderia ter se dedicado um pouquinho mas em desenvolver cada uma delas.

Entretanto, não consigo não indicar a leitura pra quem gosta de dramas. Fiz inúmeras marcações, me revoltei com coisas que li sobre a cultura indiana, fiquei sentida no final e achei a narrativa linda, poética e rica em vocabulário. Não é um livro de acontecimentos surpreendentes, de reviravoltas e diálogos... É sobre situações dolorosas, sobre luta, sobre persistência.

Um livro que poderia até "ser mais", mas que não é nunca "de menos". Indico a leitura ?
MariBrandão 25/02/2021minha estante
Já leu Todas as cores do céu?! Sua resenha me lembrou dele (tirando a parte de reviravoltas e diálogos)... Queria ler esse, mas se for no mesmo estilo vou dar um tempinho q tô com o Todas as Cores meio entalado ainda.


Marcela.Gomes 27/02/2021minha estante
Já ouvi falar nele e inclusive me indicaram por causa desse aqui!!! Pra mim, pelo que falam, parece que é uma leitura ainda mais intensa no sentido "cultura", e mais aprofundada também.. Tô ansiosa pra ler ele.


MariBrandão 27/02/2021minha estante
Eu achei muito bom, mas é pesado também. Tive que dar umas paradas pra respirar...voltar a ler só no dia seguinte....o no na garganta veio com tudo!




Paula 05/05/2021

A trança da vida
Esse é o tipo de livro que se lê com o google aberto, não faltam oportunidades de aprender novas palavras, culturas, lugares. Pelo menos para mim muita pesquisa foi necessária (e amo terminar uma leitura com essa sensação de que sei mais do que antes).
A narrativa é leve apesar de abordar temas difíceis, também é muito sutil a maneira como cada história se junta nessa trança.
O livro conta a história de três mulheres, cada uma em uma parte do mundo vivendo sua própria realidade de dor e superação.
São elas:
1. Smita: uma dálit indiana, relegada à posição de pária do seu povo. Ela acredita na força da educação e move todos os esforços para que sua filha tenha uma vida melhor. Foi a que mais me emocionou, primeiro pela crueldade do regime de castas indiano, segundo pela sua imensa fé. A parte em que Smita visita o templo de Vishnu é tão forte, tão linda que eu tive que me segurar para não chorar dentro do ônibus.

2. Giulia: uma jovem siciliana que viu o amor além dos preconceitos de cor e religião. E que não deixou esse amor diminuí-la como mulher, seguindo em frente tbm com seus sonhos profissionais.

3. Sarah: uma advogada canadense. Deu tudo de si no emprego para que pudesse estar em pé de igualmente com os homens que se esforçavam menos. E, ainda assim, foi posta de lado em seu momento de vulnerabilidade. Ela aprende dolorosamente que deve se colocar em primeiro lugar, pois o mundo não fará isso por ela.

É uma leitura rica e cheia de reflexões. Vale muito a pena!
Beat 05/05/2021minha estante
Que resenha linda!!


Paula 05/05/2021minha estante
Obrigada, Beat ?




Roberta 21/03/2021

Melhor livro que eu li este ano. O defeito é ter acabado. E ainda acho que merece uma continuação.
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Bia 11/04/2021

Uma Trança
Foi emocionante acompanhar a vida dessas três mulheres fortes. Indico esses livro pra quem gosta de drama. Só não me encantou, o problema sou eu , to com uma ressaca daquelas só consigo ler clichê e livros curtos .

LIVRO é lindo e cheio de esperança talvez se eu tivesse lido em outro momentos teria gostado mais .
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Beatriz.Milena 15/04/2021

Lindo livro
Esse livro é um amorzinho. Conta a vida de três mulheres distintas que vivem em continentes diferentesque batalham da sua propria forma para seguirem seus sonhos e estilo de vida. Mulheres fortes que tem passados, dificuldades da vida, sonhos, tristezas e ainda assim permanecem fiel a quem desejam ser. A vida delas acabam entrelaçando de uma forma linda, me fez pensar que a globalizacão do mundo hoje trouxe para nós que as coisas mais simples que temos voeram de outros paises e tem varias histórias para contar.
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