A Fada

A Fada Carolina Munhóz




Resenhas - A Fada


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Adriana 05/04/2012

A Fada, de Carolina Munhóz, é um livro que eu não conhecia nem de longe até chegar à livraria, observar ele dando sopa com uma capa linda, uma história de fadas logicamente e uma autora nacional, que foi quando decidi comprar na hora!

Apesar de não estar em minhas prioridades de leitura, justo no dia em que comprei tive que esperar meu namorado no centro da cidade por um tempo e acabei começando a ler (aviso: não consigo ler vários livros ao mesmo tempo, se eu pego um e começo, vou até o fim).

A história gira em torno de Melanie Aine das Fadas sim, este é o nome completo dela, uma garota que, ao fazer 18 anos, recebeu magicamente uma tatuagem de fada nas costas e a morte de seu pai, que veio junto com o presente. A garota acaba por descobrir que seu destino tem muito a ver com a raça humana, mas que ela não faz parte dessa raça como sempre acreditou.

Logo no início do livro descobrimos que há um homem misterioso na vida de Mel, que irá ajudá-la a entender sua missão de vida. Arthur surge em visões e, numa bela tempestade no meio da floresta, ele acaba atropelando-a. Esse é o início da saga de ambos, que irá levar-lhes a viver momentos mágicos e também aprender lições de vida.

A resenha pode estar parecendo confusa, mas é o reflexo do livro e do que eu achei dele: uma confusão. Não é que a escrita da Carolina seja ruim, mas muitas vezes as situações e lugares são jogados às páginas sem um maior cuidado e explicação. Falta ao leitor àquela vontade de continuar, de saber o que vai acontecer e, no final, de visualizar um sentido na maioria das coisas que ocorreram no livro.

Inacreditavelmente, foi o final que salvou a obra de ter uma avaliação ruim da minha parte. Apenas no desfecho da trama é que consegui realmente dizer que gostei de A Fada. E mesmo assim, ele não foi suficiente para abrandar o fato de que todo o livro é como uma introdução que deveria durar, no máximo, trinta páginas, para o desfecho, que deveria ser desenvolvido ao longo de toda a obra e foi contado em cinco páginas.

Um aspecto que me incomodou muito durante a leitura foi a edição mal revisada da Novo Século. Frases sem concordância, o uso de mais no lugar de mas e, principalmente, a não tradução de vários termos em inglês me deixaram extremamente irritada.

O livro se passa na Inglaterra e, por isso, a autora resolveu usar termos de lá para compor o livro. Até aí tudo bem, existem expressões que são difíceis de traduzir, mas que podemos entender mesmo em outra língua. Porém, não é só porque o livro se passa em Londres que o leitor irá querer ler inúmeras palavras em inglês misturadas ao livro. E não são palavras sem tradução aqui ou que não se possa entender em português. Portrait, que significa retrato, por exemplo, está escrito como portrait mesmo. Um leitor que não conhece a língua estrangeira iria ficar sem entender nada! Mas o pior nem foi isso, o pior foi ter que ler: os vestidos eram dignos de estar no red carpet do Oscar! Red carpet??? WTF? O que aconteceu com o bom e velho tapete vermelho? Qual é o problema de escrever tapete vermelho em português?

Outra coisa bastante chata foi que os encantamentos ditos pelos personagens são todos escritos em inglês, sem nenhuma tradução ou explicação posterior. Simplesmente colocaram parágrafos inteiros escritos em outra língua e não foi colocada nem uma nota de rodapé pra ajudar a entender!!!

Claro que eu consegui distinguir as palavras com meu parco conhecimento de inglês, mas alguém que não tenha esse entendimento vai sentir bastante dificuldade!

Por tudo isso, fiquei na dúvida sobre a nota do livro. Mas acho que, no fim, vale mais a pena ser sincera de verdade: não foi ruim, mas também não foi bom, duas estrelas definem bem o que A Fada foi pra mim.

Resenha em http://mundodaleitura.net/?p=2619
Vargas 24/12/2012minha estante
Adriana, adorei a tua resenha!!! É exatamente o que eu queria quando fiz o skoob ontem: saber o que tem no livro, o que as pessoas acharam dele e se a narração e os acontecimentos do livro são lógicos e bem explicados. Muito obrigado, a tua resenha foi muito boa e explicou com ótimas palavras a tua opinião sobre o livro.


Jenny 30/12/2012minha estante
Gostei muito de sua resenha, era exatamente o que eu precisava saber para decisdir se deveria dar uma chance para esse livro.
Um comentário não sobre livro, mas sobre suas maninas...rsrsrs Me identifiquei na parte em que vc diz que não consegue ler mais de um livro por vez!! eu tb sou assim ! haha
E quanto a revisão do livro recentemente eu passei por isso...o que está acontecendo? achei até que eu poderia estar errada e não comentei com ninguém sobre os erros de português mas lendo o que você escreveu aqui hoje me sinto mais a vontade em falar sobre isso.
Bem é isso, adorei sua resenha. Obrigada!


Ana Diegues 06/01/2013minha estante
Realmente, acho que o final foi muito pouco explorado. Sem dúvidas é um livro interessante, porém fiquei um pouco decepcionada com o final, não por ter sido ruim.. mas por ter sido superficial. Nem deu para nos conectarmos com as personagens direito e compreender os sentimentos que estavam envolvidos ali, sim um garotinho agora estava crescido e nutria amores por ela aquele tempo todo, isso a gente até compreende, mas o subto amor que ela sentiu por ele foi estranho.. as coisas n acontecem assim, bom.. sei lá! kkkk
Honestamente, pensei tb que haveria uma batalha em Fairyland, ou algo assim... que a fizesse deixar esse mundo, como que uma missão ainda mais importante naquele momento, isso teria deixado a história mais interessante e conexa.
Bom, resumindo.. a história é boa, mas faltou um final mais digno, afinal passaram-se 20 anos, muita coisa deve ter acontecido nesse período, né?! Ou seja, muita história ficou de fora.
Se surgir um livro A FADA 2 ... suprindo todas essas "falhas" .. então este receberá minhas 5 estrelinhas ;)


Waléria 13/04/2013minha estante
Só de ler a sinopse eu detestei o livro, uma linguagem fraca, que não dá pra definir se é infanto-juvenil ...
claro, isso é minha opinião apenas pela sinopse, mas dps da sua resenha, definitivamente este está fora de minha meta de leitura.


Lane @juntodoslivros 01/03/2014minha estante
Ótima resenha!´
É bem o meu sentimento em relação ao livro. E os encantamentos acho que eram em latim e em inglês.
A autora poderia ter tido um carinho melhor com o livro.
Ah! E eu li a edição antiga, que com certeza dever ter mais erros.
bj!


nelson.pontes.9 18/04/2015minha estante
Haha tamo junto Adriana, também não consigo ler mais de um livro de uma vez e por mais ruim q o livro seja não gosto de deixá-lo pela metade, por isso, graças a sua resenha não pretendo ler esse livro rsrs, abrs!


mel 02/03/2017minha estante
Esse livro é uma bosta! Incoerente é a palavra que melhor descreve ele. Não consegui terminar. Normalmente eu não gosto muito de avaliar um livro, pois no meu caso reflete a minha opinião pessoal do que gosto ou não, e não o ponto de vista técnico. Neste caso, o livro é extremamente mal escrito. Parece que a autora está mudando de ideia o tempo todo sobre como quer desenvolver a história, e no final não faz uma revisão para alinhar o livro...


Juliana 21/02/2018minha estante
amiga, adorei a sua resenha, ela definiu o meu sentimento ao ler o livro, só discordo do final, acho que ele foi decepcionante pois a história inteira te leva a acreditar que vai acabar de uma maneira e de repente acontece um desfecho inesperado que não acrescenta em nada na história e também não explica muitas pontas soltas que a autora deixou durante todo livro. Acho que a autora ficou apegada demais na locação e de menos em desenvolver a história de um modo maduro, ao meu ver, parece que o livro foi escrito por uma adolescente. Se tivesse como, colocaria menos 1 estrela




Fernanda 13/03/2013

Resenha: A Fada - Carolina Munhóz
Resenha no link: http://www.segredosemlivros.com/2013/03/resenha-fada-carolina-munhoz.html

Resenha: “A Fada” me envolveu logo pela capa encantadora e pelo capricho completo da obra, que apresenta vários detalhes ao longo das páginas. Sem falar dos marcadores que vieram junto com o livro, são muito lindos. De início, a sinopse já chama a atenção com um estilo interessante e curioso. E mais, a trama se passa em Londres (awn, eu adoro histórias que se passam nessa cidade cativante).
Na trama, conhecemos Melanie Aine, ou simplesmente Mel. Assim que a garota completa dezoito anos, muitas coisas estranhas começam a ocorrer em sua vida. No dia de seu aniversário, sua mãe a abandona, perde o pai, ganha uma tatuagem inexplicável e para completar...descobre ser uma fada. Isso mesmo uma fada! E agora ela se envolta de muitos mistérios e segredos que parecem ser intermináveis. Outros dois personagens surgem na história, sendo eles; Patrick, o menino que a desenha em uma praça e que desde o começo aparenta ser bem misterioso e surpreendente; e Arhur Wales, ao qual ele e Mel, mais tarde se verão envolvidos e aos poucos será revelado mais sobre sua própria história.

“Quando uma força maior começou a moldar nossa existência, acabou proporcionando um mundo para desenvolvermos. Divisões foram feitas, raças separadas e línguas estabelecidas, contudo nossas mentes não foram limitadas de início e nesse tempo, quando o ‘era uma vez’ ainda não existia, os mortais acreditavam em outras existências. Acreditavam neles. No povo celestial das fadas.” Pg.48-49

Agora, Mel precisa se habituar ao nosso mundo que a espera e nessa jornada, irá descobrir que existem seres que antes só habitavam a imaginação, como duendes, bruxas, elfos, gnomos, e claro as fadas. Ela precisa cumprir uma missão na terra. Se conseguir, ela enfim reinaria o universo das fadas, em Fairyland. Por outro lado, a relação de Mel com Arthur segue instável, com brigas, descobrimentos, confiança, drama e muito romance. Diante de tantas reviravoltas surpreendentes em tão pouco tempo, Mel se vê em dúvida com o que o destino lhe reserva e mais do que tudo, ela precisa decidir o que precisa fazer para enfim, encontrar um rumo certo para sua vida.

“Naquele horizonte fiz um agradecimento. Agradeci por ter encontrado aquele homem. O homem. Se ele parecia certo para mim? Pouco importava. Era ele quem estava ao meu lado. Quem eu queria que estivesse na minha vida.” Pg.96

O amor dos dois se torna descontrolado e obssessivo. Apresenta ser uma relação intensa e até possessiva. O encantamento do primeiro amor envolve duas pessoas totalmente diferentes, mas ao mesmo tempo interligadas, além de que os dois representam seres místicos. Melanie é uma fada, e Arthur é um bruxo de uma família de renome, poderosa e muito tradicional no universo mágico. Você acha que essa relação pode ter algum futuro?

“W for the witches Who exist in the world. I is the intelligence that they possess. C the courages in facing the danger. C is the conscience in seeing the good and A for adore god, the goddess and all its creatures. Wicca is my life. Wicca is my home*
*W para as bruxas que existem no mundo. I para a intelig~encia que elas tem. C para a coragem de encarar o perigo. C para a consciência de enxergar o bem e A por adorar o deus, os deuses e todas as suas criaturas. Wicca é minha vida. Wicca é minha casa.” Pg.124-125

Nessa jornada, ambos os personagens precisam se encontrar e resolver seus conflitos. Esse romance se torna cada vez mais forte, porém eles sabem que precisam lutar por seus objetivos e que nem tudo pode sair como eles desejam.
“A Fada” nos apresenta uma história realmente mágica, onde os personagens e todo esse universo sobrenatural envolto de seres fantásticos e magia sem limites, se torna emocionante, com ótimas descrições e uma narrativa atrativa, fascinante e ao mesmo tempo simples. Por fim, só acho que algumas cenas aconteceram muito rápidas, mas nada que estrague a leitura ou o encanto por tal. Com certeza é um livro mais que recomendado!

“Assistimos ao nascer do sol pela janela, uma mistura de azul Royal com cor-de-rosa. Olhamo-nos apaixonados,ficando claro que todas as esquisitices haviam desaparecido. Uma coisa era certa: estávamos apaixonados.” Pg.159


Resenha no link: http://www.segredosemlivros.com/2013/03/resenha-fada-carolina-munhoz.html
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Lucas 16/01/2013

Faltou originalidade e experiência
Melanie Aine é uma menina comum, mas quando completa seus 18 anos sua vida completamente. Uma fada tatuada aparece em suas costas sem mais nem menos, inesperadamente. Desesperada, ela descobre então que tem uma grande missão pela frente e que grandes mistérios rondam sua vida. Disposta a descobrir sua origem, ela embarca num amor que pode mudar tudo.
A Fada, Carolina Munhóz, é um livro que tem a capa magnífica, uma diagramação perfeita, e uma história que poderia ter sido boa, não foi.
A história se inicia com Mel descobrindo que é uma fada, e após esse acontecimento que tudo passa a se desenvolver, ou não. Desenvolver é uma palavra que expressa uma evolução gradativa, mas não é isso que eu senti nesse livro. Não existe x acontecimentos que me fizeram ficar ávido para terminar a leitura. Foram 216 páginas de um simples vazio, uma narrativa pobre e pouca originalidade.
Eu estaria sendo falso e hipócrita em falar que ela é uma ótima autora, porque não é. A narrativa me incomodou tanto que eu lia em fragmentos: lia um parágrafo, parava, voltava. Quando eu digo que o que falta nela é originalidade, eu tenho fundamento. Várias partes da história me lembraram outros livros, e claro, Harry Potter. Vou dar um spoiler que não é bem spoiler. Quem conhece Harry Potter sabe que tem um salão lá em que o céu fica transparente. E não é que a Carolina fez o mesmo no livro dela? Eu entendo que ela é fã, mas se ela não se desprender desse universo e investir tempo árduo para fazer um livro bom, não terá jeito, ela nunca será uma autora cinco estrelas.
O romance entre ela e Arthur acontece muito rápido, e quando menos se espera, estão os dois numa cama jurando amor eterno. Senti falta de caracterização no universo da Mel. Segundo a autora, ela escreveu o livro quando tinha 16 anos, pode ser por isso que a história é um tanto imatura. Creio que por esse motivo a narrativa tenha ficado um tanto pobre também. Em vários momentos eu me perguntei o porquê de algumas descrições desnecessárias, como uma borboleta pousando no dedo da protagonista.
O final surpreende, mas pra mim foi negativamente. Na verdade, foi como a gota dágua, a ponta do iceberg. O desdobramento da única trama do livro foi o pior possível. Não foi tão catastrófica, mas de todo modo, a atitude, ou melhor, o que a Mel não fez, foi o que eu odiei. E pra completar, no último capítulo eu fui surpreendido com um fato que me deixou totalmente com cara de tacho e me fez ficar convicto que esse livro merecia duas estrelas.
Enfim, não gostei do livro, mas vou lembrar que ela era jovem e por isso não tinha experiência. Quem sabe até esse livro não deveria ter ficado num arquivo de família? Carolina melhorou consideravelmente em O Inverno das Fadas, mas creio que ela ainda não está no caminho certo. Ambos os seus livros não atingiram nem quatro estrelas no Skoob, o que já mostra que algo precisa ser melhorado.
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Flavia 22/06/2012

Mágico
Melanie Aine das Fadas é a personagem principal da história, que se passa na Inglaterra. Ao completar 18 anos, uma tatuagem com o desenho de uma fada aparece em seu corpo de forma mágica e muito dolorosa. Ela também perde o pai e sua mãe vai embora. A partir desses acontecimentos, Mel parte em busca de respostas numa missão onde ela irá descobrir sua verdadeira natureza e identidade.

Não posso deixar de destacar o casal Vicento e Olinda, que são amigos de Mel e a ajudam muito, e Arthur Wales, um jovem que Mel via através de visões. Eles acabam se encontrando na floresta em meio a uma tempestade. A partir daí, Mel e Arthur se apaixonam e começam a viver um romance lindo, mágico, cheio de paixão, selvagem e digno de um verdadeiro conto de fadas!
Arthur segue com Mel para ajudá-la nessa jornada até Fairyland, o mundo mágico onde vivem os seres fantásticos, em busca de respostas para todo esse mistério que a cerca, e lá Mel descobre que ela é muito mais do que imaginava ser.

Ler "A Fada", pra mim, foi uma experiência muito bacana e o final realmente me surpreendeu, pois era algo que eu nunca imaginava que iria acontecer, e isso me gradou muito, já que odeio finais previsíveis e óbvios, afinal, nem sempre o que achamos que vai durar pra sempre é o que o futuro e o destino nos reserva...

Num primeiro momento, talvez devido aos conflitos, questionamentos e dificuldades de Mel, o próposito dela não fica muito claro, mas no decorrer da leitura vamos sendo surpreendidos com esclarecimentos para tudo que ficou com um ponto de interrogação pairando sobre nossas cabeças hehehe.

Sou apaixonada por literatura fantástica que envolve seres mágicos, feitiços e afins. Talvez o livro seja um pouco confuso para alguns, pois a narrativa (que é em primeira pessoa) às vezes mistura elementos que podem não ser do conhecimento ou interesse do leitor, como a cultura celta e wicca, que foram, de forma muito adequada, muito bem abordadas nessa obra, ou como encantamentos e alguns termos que são ditos em inglês, o que pra mim foi muito original.

A diagramação é impecável, tudo foi muito bem escrito de forma que a leitura flui muito fácil e cada início de capítulos tem uma ilustração (adoro livros com ilustrações *-*). A capa, que foi a primeira coisa que me chamou atenção, é linda com detalhes de borboletinhas que dão aquele toque encantador e adorável ao livro.

Acho que posso resumir esse livro em uma só palavra: Mágico.
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Maju Raz 06/06/2011

Melanie Aine das Fadas vai tocar sua alma ^-^
Você começa a ler “A Fada” e espera uma coisa…aí ele te surpreende com um final surpreendente.

Confesso que nunca me interessei muito por fadas. A gente quase não tem o hábito de ler sobre elas. Minha mãe que ama essas “criaturas belas” (palavras dela). E agora com essa mania vampiresca eu devorei os cinco primeiros livros de Diários de Vampiro, estou acompanhando Harry atrasada porque só vi os filmes (graças à minha amiga Rosane que fez meu gosto pela leitura voltar me dando uma surra hahaha) e tem também a onda de anjos etc etc…aí acabam esquecendo as fadas.

Mas então conheci Carolina Munhóz e ela me apresentou Melanie Aine das Fadas. Ouvi dizer que muitos leitores não gostam do sobrenome, mas eu particularmente achei super legal.

Melanie é uma fada que vive “sozinha” em nosso mundo humano já que seu pai morreu há alguns anos e sua mãe teve que se ausentar da terra.

Com seus 18 anos completos ela descobre que é uma princesa das fadas e tem problemas em aceitar tudo isso que lhe aconteceu.

Se pega em um momento de incertezas onde tudo que ela mais quer é saber o porque esses mistérios acontecem com ela.

Eis que surge Arthur! Ele faz parte de uma família de bruxos poderosa… eles vão se conhecendo e um romance vai nascendo e por alguma razão suas vidas estão mais ligadas do que eles possam imaginar.

É muito gostoso de ler Carolina! Ela escreve coisas lindas e em algumas partes você até se identifica:
“ Eu não tinha mais aquela sensação gostosa de viver, aproveitando cada minuto como se fosse o último. Por isso, se pudesse fazer um pedido, pediria para ter essa sensação novamente, pelo menos por uns segundos. Mas quando temos algo que nos preocupa e que sabemos que vai interferir em nossa vida tememos aproveitá-lo, mesmo desejando vivê-lo…”

Ahhh eu amei o fim! Saiu daqueles finais tradicionais novelescos, mas se eu falar mais eu conto então vou deixar no suspsense pra vocês lerem e se encantarem.

Tô ansiosa agora pro próximo livro eeee! Gostei muito e recomendo! É bem fofo e gostoso o livro!

Toca a sua alma! COmo diz Carolina unhoz: "Que as fadas te iluminem!"

Depois que eu terminar meus Harrys eu vou pra “Dragões de Éter” yeah!

Só pra vocês saberem... sou de Ribeirão Preto que nos prestigia todo ano com a feira do Livro.
Esse ano várias atrações legais me alegraram.
No Salão de Ideias conheci os jovens escritores Carolina Munhoz e Rafael Dracoon que nos contaram sobre as dificuldades que já presenciaram no mundo literário e suas experiências como escritores. Falaram também da importância em ler sempre.
O que mais me surpreendeu foi a simpatia e a fofura dos escritores. Eles me deram vontade e ânimo pra retomar algumas coisas que eu estava começando a achar impossível…

Depois do bate-papo eu a minha amiga Rosane ficamos conversando com a fofa da Carolina Munhoz e compramos a Fada. Já devoramos o livro rapidinho e agora só nos falta a bela trilogia “Dragões de Éter” enquanto aguardamos talvez uma continuação de “A fada” ou um próximo livro da mesma escritora.
Maju Raz 07/08/2011minha estante
Pois é hehehe não prestei atenção que escrevi isso hihi, mas foi tão surpreendente que acho que meu cerébro quis dar ênfase mesmo. O livro é bom! Recomendo! E agora tá saindo a nova edição dele com uma capa lindaaaa! ^-^ valeu por ter comentado. Abraços


Ro Tonks 07/08/2011minha estante
Você jura que ela escreveu esse comentário SÓ para falar isso? o.O HUAHUAHUAHUAHUHAUHUAHUAHUAHUAHU


Maju Raz 07/08/2011minha estante
HÁHÁ! Pois é....Thanks miga ;)




Belle 24/05/2013

A primeira vez que tive contato com o livro, deve ter sido em 2011, salvo engano. Estava em uma livraria com uns amigos e dei de cara com a edição antiga. Acabei me interessando pelo título e o peguei para ler a sinopse. Fiquei impressionada. Praticamente chocada! Porque não fazia muito tempo, eu tinha tido um sonho que pretendia (e ainda pretendo) transformar em livro e não podia acreditar nas coincidências que haviam entre A Fada e o dito sonho. Fiquei assustada e com um pouco de raiva. A primeira reação vinha do fato de que a situação era mesmo muito estranha, eu tinha acabado de ter o sonho e fazia umas duas semanas que ruminava o assunto, pensando em personagens e outras cenas que pudessem preencher algumas páginas; já a raiva vinha de outra pessoa ter se adiantado e escrito sobre o assunto antes de mim.

Resumindo: eu precisava ter aquele livro. Não apenas para entender melhor a situação estranha, mas, também para saber até onde iam as coincidências entre aquela história e a que eu imaginei, para não correr o risco de acabar plagiando enquanto desenvolvia o meu sonho. O tempo passou e, apesar de eu nunca ter esquecido o assunto, só fui adquirir o livro no ano passado. Comprei a linda nova edição e me surpreendi com os detalhes incríveis. Parabéns à editora por toda a beleza contida naquela capa e nas páginas do livro. Sinto-me orgulhosa ao dizer que, corajosamente, cheguei até a página 76 (uma salva de palmas, por favor!).

Não vou me aventurar a narrar a história de Melanie Aine porque, sinceramente, o que eu apreendi dela está na sinopse. Vou me ater ao fato de que o livro não é bom! Desde a primeira página a história é confusa e enfadonha. A autora quis transformar o destino da Mel em um mistério que ia se desenrolando no decorrer da história e nos surpreendendo a cada página virada, mas, só conseguiu uma narrativa cheia de descrições vagas, personagens insossos e assuntos mal desenvolvidos. Em cada capítulo há várias subdivisões, daquelas que os autores usam para trocar de ponto de vista ou de lugar e eu senti uma tremenda falta de coesão no uso delas.

A história me pareceu tão infantil desde o início que cheguei a conclusão de que o público alvo era mesmo pré-adolescente e que eu tinha cometido um erro de cálculo ao adquirir o livro. Então, devem imaginar minha surpresa ao chegar em uma parte mais romântica da história (a primeira, aliás) e dar de cara com umas cenas sensuais. Sério, o que elas estão fazendo ali? E, caso eu não tenha sido muito clara, vou repetir: era a primeira cena romântica do livro, praticamente o primeiro encontro da Melanie com o mocinho! Além disso, é claro que a Melanie já está “conectada” com o cara, né? Ela soube que ele fazia parte do destino dela assim que o viu, correndo desembestado no meio de uma praça em Londres. Aquele momento meio erótico dos dois só confirmava tudo o que ela já desconfiava. Eu mencionei que essa cena ocorre depois de ele atropelar ela? Pois é!

Enfim, depois disso eu tive que dar meu braço a torcer e incluir esse livro na minha pequena seção de “abandonados”, que agora conta com três exemplares. Como se não bastasse o tom infantil e a falta de coesão entre os capítulos e até dentro deles, me deparei com coisas realmente absurdas: em vários pontos da narrativa, a personagem afirma algo que logo depois é contradita. Por exemplo, em determinado momento da história, a garota entra em uma sala de música e fica encantada. Ela confessa que nunca aprendeu a tocar qualquer instrumento e nem a cantar, mas, que, ainda assim, possui uma “habilidade nata”! Ao dar de cara com um violoncelo, ela se sente hipnotizada e, atraída, se senta no banquinho e começa a tocá-lo e a cantar. Isso mesmo! É a “habilidade nata” mostrando seus efeitos!!! Tudo bem que ela é uma fada e que o instrumento parecia estar enfeitiçado, mas, achei ridículo, confesso…

p.s: alguém que tenha lido o livro inteiro, poderia ir até o meu Face ou meu perfil no Skoob e me contar o final? Ouvi dizer que é bem surpreendente! Obrigada!
Maleno Maia 26/09/2017minha estante
Tive a mesma impressão que você. Ainda sim dei duas estrelas por que ela não escreve mal. Mas a história não colou. Essa FADA é sem magia mesmo. rsrsrsrsr




Lau 03/02/2020

Sou egoísta
A história me cativou muito, li rápido e me apeguei aos personagens, adorei todo o universo que foi criado.
Poxa então porquê não dei cinco estrelas? O título já diz: porque sou egoísta. Simplesmente não gostei do final, não concordei, tenho raiva até hoje - mas não de uma forma totalmente ruim, juro - eu chorei de soluçar, a ponto de precisar parar por não enxergar mais nada a minha frente, tentar respirar pra ler as últimas páginas.
Não concordo com o final, mas a história é muito boa, é isto.
Carolina 23/07/2020minha estante
eu também não gosto do final do livro, achei muito corrido, eu até reli e continuo com o mesmo ponto de vista (acho que até gostei menos ainda do final nessa segunda leitura)




Nano 19/06/2013

Chato demais!!!
Não consegui ir até o fim...
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Rebeca 08/12/2011

Depois desse livro...Não vou mais julgar os livros pelos titulos.
Achava que este livro era idiota,a história de uma fadinha...
Mais é uma empolgante história,de uma garota que descobriu que era uma fada ao completar dezesseis anos,e por recompensa recebe o pai morto, uma mãe sumida e uma tatuagem.
E ainda descobre seu amor,e no final, tem que abrir mão dele para governar fairyland.
É. . .As aparencias enganam.
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Silmara.Rocha 03/07/2020

Bom
É uma história interessante, mas deixou a desejar, o desenrolar do final poderia ter sido mais elaborado.
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Débora Renata 05/06/2012

A Fada

"Minha família sempre esteve presente na lista sagrada, que define quem pode ultrapassar a área restrita."

O livro conta a historia de Mel, um fada que vive na dimensão dos humanos para poder descobrir seu verdadeiro destino, nisso ela conhece seu primeiro amor, Arthur, um jovem cheio de mistérios. Juntos eles crescem, amadurecem e descobrem que alem de apaixonados são herdeiros de ma grande historia, descobrindo assim seus segredos e desvendando seus destinos neste mundo.

"Acendi um incendo e uma vela. A fumaça do caldeirão e do incenso me induzia a um transe profundo e a chama da vela e o fogo do caldeirão me aqueciam, deixando-me confortável."

" Ao fechar meus olhos um flash pareceu, cmo se fosse uma visão, e apenas uma imagem surgiu: olhos expressivos, masculinos, olhando em minha direção. Lindos olhos!"

Mel é uma fada adolescente, que perdeu seu pai e foi deixada sosinha nesta dimensão, confusa e insegura sobre tudo o que esta acontecendo em sua vida, Mel tenta entender o porque das coisas serem tão complicadas para ela e o porque de sua mão ter deixado ela sosinha.

"... quando me virei, vi uma luz muito forte e rápida vindo em minha direção."

" No minuto seguinte, só senti uma dor muito forte e o gosto de sangue na boca."

A cada página, as duvidas de Mel aumentam, mas ao encontrar Arthur, ela passa a encaixar as peças do quebra cabeça. Eles vivem um lindo romance cheio de amor e é claro um tanto meloso, afinal são 2 adolescentes vivendo intensamente sua primeira paixão.

"Ficamos ali, abraçados, observando a bela lua. Tudo que estava passando em minha mente desapareceu e só consegui sorrir."
Mas nem tudo é perfeito, e como em todo relacionamento, eles tem duvidas e brigas, o que deixa Mel muto triste e confusa.

"Mas ele realmente parecia querer se vingar, ... . Sem eu perceber, ele atirou três shurikens: duas passaram reto, pois no ultimo segundo me virei, mas uma passou de raspão e me fez um pequeno corte no rosto."

Mas isso também ajuda a entender melhor o que se passou com seu amado. E torna ainda mais forte e intenso o seu romance.

"- Foi nesse Céu que pediram um Anjo?"

E é claro que em todo romance temos as belíssimas frases de efeito, mesmo elas sendo muito bregas (rs rs rs , quem nunca falou algo brega quando estava apaixonado) e melosas. E nossa querida Caroline não deixou isso de forra, o que da um ar engraçado e save ao texto.

"- Eu te amo, Mel! - Também te amo, muito! - disse dando um beijo. - Muito... - outro beijo. - Muito!"

Um amor para ser lembrado, uma lenda para nunca ser esquecida. Tudo em A Fada é contado de forma madura e sem muitos arrudeios, uma leitura simples e cativante, onde encontramos um misto de ocultismo e fé, numa harmonia perfeita.

"- O que aconteceu com você? Respirei fundo e disse: - Cumpri minha missão, meu amor! - Sua missão? E qual é ela?"

Muitos mistérios são desvendados, muitos segredos vem a tona, senas chocantes são retratadas no livro, afinal muita coisa que não esperamos que vai acontecer acaba acontecendo. Nem sempre o que achamos que seria o nosso futuro, é o que realmente ele nos reserva. Carolina nos choca a cada capitulo e deixando agente de queixo caído.

"- Amor, você sabe o quanto eu te amo? - Perguntei. - Claro que sei!
O mesmo que eu, muito! - Então você promete que nunca me esquecerá? ... - Promete, Arthur? ... - Eu prometo, meu grande amor!"

Mas uma coisa é certa e a Carolina deixa isso bem claro no livro, tudo o que vivemos de bom, deve ser lembrado e assado para frente. Sempre seremos lembrados por alguém e nossa felicidade estará sempre nos esperando em algum lugar.

"Ao dar meu passo final, nossas roupas mudaram, e não sentíamos mais o frio; sentíamos o calor gostoso do lugar mais mágico de todas as dimensões."

" Bem-vindo a FairyLand, meu amor!

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Ainda encantada com a historia e de cara com lido final do livro.

Super recomendo!
Parabéns Carolina!

Beijos
Renata
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Ana 16/08/2020

Decepção
Comprei esse livro há alguns anos, quando eu vi um livro nacional, sobre criaturas mágicas e ainda com essa capa linda resolvi comprar porém quando fui ler foi uma frustração.
O livro tem um ótimo enredo mas não foi bem executado pois a narração é extremamente confusa. Muitas coisas sem nexo, sem explicação e ?jogadas? na história.
Acredito que, se o livro fosse mais bem escrito, eu indicaria para outras pessoas porém sua falta de sentido não dá vontade de continuá-lo ou de indicá-lo para alguém
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Leitora Viciada 18/01/2013

Este livro rendeu à Carolina o Prêmio Jovem Brasileiro de 2011 e depois de ter lido e me apaixonado por O Inverno das Fadas, seu segundo romance (resenha), eu não aguentava mais de ansiedade para ler seu romance de estreia A Fada.
A autora, embora jovem, batalhou muito para que o livro A Fada fosse publicado. Ela confiou em seu trabalho e conquistou o sucesso perante a mídia e o público leitor.

Agora o livro ganha uma edição definitiva lindíssima pelo selo Fantasy da Casa da Palavra. Acho que ele não poderia receber um tratamento melhor. A capa está deslumbrante com a fada brilhante de costas iluminando uma trilha em meio a uma floresta. No centro de sua visão uma silhueta masculina encaixa-se exatamente no meio do lampião ao longe.
A imagem simboliza o grande caminho a ser desbravado pela fada Melanie, que possui uma missão na Terra a ser cumprida antes de assumir o trono em Fairyland. A floresta mostra a enorme ligação da magia com a natureza. O esboço do homem seria parte de seu destino? Sim, existe um homem em seu caminho. Estará lá para ser guiado ou guiá-la?
Além da bela imagem, o título parece feito de luz, assim como as borboletas presentes na contracapa: Tão reais que parecem saltar do papel! E o fato do "A" inicial e final estarem "cortados" na verdade é uma jogada de marketing. Ao colocar um livro ao lado do outro nas livraras percebe-se claramente que todos se completam e se ligam. Seria outra interpretação de Melanie se sentir incompleta e buscar por si própria?
O livro é realmente muito bem diagramado e trabalhado. Existem milhares de borboletas enfeitando-o.

A Fada não ganhou apenas um visual à altura do conteúdo nesta edição pela Fantasy - Casa da Palavra; ganhou um conto extra com trinta e seis páginas. O título é Outra Vez na Escuridão - História baseada no romance O Inverno das Fadas e é uma noveleta (acho uma longa história para ser apenas um conto) com a Leanan Sídhe Sophia.
Esta "fada negra" é a protagonista de O Inverno das Fadas e aqui a Carolina nos mostra uma história sombria, melancólica e dramática. A vítima é uma jovem cantora britânica que alcançou o estrelato com sua personalidade e voz fortes e consagrou-se eternamente como a diva do pop jazz. Óbvio que o leitor descobre em quem Carolina se baseou para criar Jade. É uma homenagem bela e ao mesmo tempo um alerta ao perigo de uma vida sem regras e inconsequente.
Uma história tão madura e intensa que já seria o motivo para eu comprar esta edição de A Fada. Adorei ler mais páginas com Sophia, uma personagem que realmente me cativa. Adoraria futuramente ler mais dela.

Mais antes de Outra Vez na Escuridão temos o romance A Fada com sua nova revisão.
A primeira surpresa que tive ao ler A Fada é que Carolina realmente é talentosa, pois não parece ser uma história escrita por uma moça tão jovem. Não que a história seja tão madura quanto O Inverno das Fadas, mas a facilidade que a autora tem em escolher as palavras e trazer magia às páginas é visível logo no começo.
A Fada é um livro juvenil, intenso, cheio de sentimentos exagerados, como todos os adolescentes são. Já O Inverno das Fadas, por ser mais sombrio e explícito, é para o público jovem adulto. Talvez isso tenha sido influenciado pela idade que Carolina tinha ao escrever cada um dos livros.
Notei também que a escritora evoluiu muito na forma de transportar os sentimentos para a história e delinear personalidades.

Melanie é uma fada que sofre e possui dúvidas profundas em relação ao seu futuro. Ela é a Princesa das fadas, mas sabe que tem uma missão a cumprir na Terra. O problema é que sua vida sofreu uma reviravolta chocante e a fada está perdida e ao mesmo tempo com os sentimentos à flor da pele.
Ela não carrega o fardo mortal de Sophia de O Inverno das Fadas, mas ter um aniversário como o último a deixou deprimida e a modificou para sempre.
Seu pai faleceu e sua mãe a abandonou. E ela recebeu uma marca e a descoberta de que é uma fada, precisa encontrar seu rumo, cumprir a sua missão e assumir o trono em Fairyland. Tudo isso de uma só vez.
Melanie não sabe por onde iniciar essa jornada dura e se sente fraca.

A autora utiliza da Fantasia, magia e de uma fada para expor vários sofrimentos adolescentes do mundo real. Através das perdas de Melanie, o leitor percebe que não está sozinho, que infelizmente a vida é difícil e que podemos a qualquer momento perder nosso porto seguro e ter de enfrentar o mundo.
Particularmente me liguei à dor de Melanie, pois perdi minha mãe aos quinze anos de idade e meu pai aos vinte e um. Então ela perder o pai logo no próprio aniversário e ser abandonada pela mãe me emocionou muito. A protagonista pode ser uma fada, porém seus dilemas e sentimentos são reais como os de qualquer outro adolescente que enfrenta traumas. A dor é real.

Outro ponto abordado pela autora é o amor juvenil. Uma paixão arrebatadora, um romance do tipo que parece eterno, forte, inconsequente. Um amor impossível de ser controlado, que chega a ser possessivo e ciumento e em outros momentos carinhoso e aconchegante. Opostos que se atraem e se repelem a todo instante. Uma relação marcante e única como o primeiro amor. Qual adolescente que não sofre um amor intenso?
Melanie se envolve com um rapaz incomum, assim como ela. Ele também possui o psicológico abalado, obrigações a serem seladas e um fator que o diferencia dos humanos comuns. Um rapaz bruxo, de uma família muito poderosa e tradicional no meio mágico.
Um relacionamento fugaz e faminto. Um bruxo e uma fada se apaixonam loucamente e precisam descobrir cada um o seu caminho e seu papel na vida.

E esse é o terceiro ponto crucial nas entrelinhas: A busca pelo "eu", as dúvidas pessoais, traçar o próprio destino. Como todo adolescente, a fada e o bruxo precisam assumir cada um o seu papel e suas respectivas responsabilidades.
Enquanto cada um guarda as suas dores, eles explodem em um romance. Mas eles sabem que precisam ir além e encontrar cada um seu verdadeiro caminho.

Além de ser um livro sobre a adolescência, perdas sofridas nessa fase, o primeiro grande amor e a busca pelo futuro e pela própria essência, existe magia.
Mágica, feitiços, seres e mundos sobrenaturais enfeitam a trama transformando os receios de uma adolescente nos receios de uma adolescente fada, deixando o livro mais interessante e atraente ao jovem leitor.
Atraente também está a narrativa da Carolina. Mesmo com os temas abordados, ela é descontraída, leve e agradável. Não é cansativa e o romance arrebatador é intenso como os amores e dores adolescentes.
A Fada foi dividido em vinte e cinco capítulos e um epílogo. Existe também outra divisão paralela, que é pela data. Independentemente da numeração dos capítulos, estes são acoplados as datas. Tudo começa em 20 de fevereiro e vai até... Não posso contar!

E para quem acha que tudo ocorre rápido e intensamente demais em A Fada, pense em como são os sentimentos, hormônios e impulsos juvenis. Depois acrescente o peso da magia e Fantasia e então sim analise o livro.
Ele cumpre o seu papel, que é entreter o público juvenil com Fantasia e seres sobrenaturais e fazer esse público se identificar com os temas abordados..

Após ler e analisar A Fada e O Inverno das Fadas tenho algumas conclusões: Carolina evoluiu muito como escritora, mas já possui o dom; cada um dos livros foi escrito em uma época diferente, tanto da vida e idade da autora quanto o momento cultural e editorial; cada um possui um público alvo diferente; ambos são ótimos e atingem seus objetivos; Carolina Munhóz ainda será uma escritora melhor e de mais sucesso se continuar seu trabalho nessa linha.
Por ter vinte e oito anos de idade, gostei mais de O Inverno das Fadas, porém A Fada me fez perceber e relembrar de tanta coisa que aconteceu comigo há dez anos atrás, quando eu tinha a idade de Melanie.
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AndreLSarausa 12/10/2013

Resenha - A Fada
Melanie Aine completa 18 anos e uma coisa muito estranha acontece. Seu pai morre no mesmo dia, e também aparece uma tatuagem de fada em suas costas. Ela descobre que é a Princesa das Fadas, e que tem um missão para cumprir, só falta descobrir qual é.

Ela mora em Londres e só tem dois amigos na vida. Mas logo ela conhece um homem e se apaixona perdidamente por ele e ele por ela. Ela começa a se apaixonar mais e mais, e começa a descobrir sua verdadeira missão, e faz de tudo para cumpri-la.





Falei pouco, né? É porque realmente não tem mais o que ser dito sobre a história.
A Fada é um livro com uma capa LINDA, a diagramação então nem se fala, mas o principal, que é a história, está faltando. Eu simplesmente amei a história, fala de amor, magia, descobertas...
Porém ela foi mal desenvolvida. Tudo o que está escrito ali seria facilmente resumido em 50 páginas.

Muita coisa ficou sem explicação e os romances aconteceram MUITO, mais MUITO rápido.
As descrições foram realmente escritas com maestria, na verdade, o livro todo foi perfeitamente escrito, porém faltou a história em si. Se ele tivesse sido mais desenvolvido, se tivesse falado sobre o reino das fadas, o que acontece no meio dos acontecimentos, daria 500 páginas facil.

Resumindo: Um livro lindo, com uma ótimo história que foi mal desenvolvida. Não me prendi a leitura, foi um livro que conseguia facilmente para de ler.
Mas, ainda assim, recomendo para quem quer uma história para relaxar e ler um domingo de chuva com um chá quente e uma coberta (Resumi a perfeição).

site: http://www.viajandonoslivros.com/2013/03/resenha-fada.html
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Hebert.Douglas 11/05/2020

MÁGICO
Simplesmente magnífico! Um dos melhores contos que eu pude ter a honra de ler
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