Pequena coreografia do adeus

Pequena coreografia do adeus Aline Bei




Resenhas - Pequena coreografia do adeus


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Tatá 18/07/2024

Foi na perspicácia da Júlia que o livro me ganhou.
É o tipo de livro que não leria. A vida já se encarrega de ser feia, então ler a repetição dói.
Mas não dói, só porque é uma história triste.
Dói, porque me vi na Júlia.
Dói, porque vi minha mãe, outrora Júlia, mas agora Vera, e depois Júlia de novo.
E vai saber, quantas outras realidades também não foram assim...
Seguimos, tentando quebrar ciclos.

Foi no discernimento da Júlia que o livro me ganhou. Que perspicácia!
Ela me deu palavras e motivos de um jeito tão simples e certeiro que eu continuei a leitura. Me achei! O livro tá todo grifado, rs.

A autora é de uma riqueza espetacular.
Certamente fico aqui pensando como ela imaginou essa realidade abordada no livro...
Cheguei nele pelas ótimas críticas, e endosso! Com certeza vou ler O peso do pássaro morto.
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Mandyfox 17/07/2024

Emocionalmente dilacerada
Aborda sobre temas traumáticos de maneira poética, brincando com algumas palavras e sentimentos. Me senti dilacerada, despida de alma.
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yasabe 17/07/2024

Ainda perplexa com esse livro.
Amei a forma de como o livro é contado, como a gente vai vendo a julia crescer e lidar com toda a dor e sofrimento que ela carrega desde criança.
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karinho 17/07/2024

Nota máxima!
Uma pequena coreografia do adeus me deixou com aquela sensação de que eu não possuo palavras para descrever as sensações e os sentimentos que ficaram após essa leitura. Ao mesmo passo que dizer que estou sem palavras não é justo com tudo o que tá descrito nestas páginas. Tenho esse livro já há dois anos e uma amiga tinha me alertado que eu deveria estar pronta para essa leitura, por isso demorei. Mas a realidade é que é impossível se preparar para tudo isso.

Acompanhar o crescimento da Julia e o notar o quanto ela é forte e destemida em suas decisões. Compartilhar com ela as mesmas dores em relação aos pais... Aline Bei nos entrega tudo isso com um jogo de diagramação de palavras INCRÍVEL, por meio do qual com uma pausa, ou
com
palavras
derramadas
ela consegue fazer com que aquela sensação seja sentida pelo leitor.

NOTA 10/10. Mas também não vou sair indicando. Leia por sua conta e risco ??.
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Mary 17/07/2024

Inacabado.
Foi exatamente essa a sensação que fiquei ao terminar esse livro. Pareceu que o livro acabou no meio da história, e isso me incomodou muito.
Fora isso, a história é muito triste e pesada, mas contada de forma poética. Li achando que daria 5 estrelas, mas o final me decepcionou, pois nada teve um desfecho.
A escrita da autora continua muito boa e a leitura super fluida (eu queria ler tudo de uma vez só), mas "peso do pássaro morto" é muito superior a esse em todos os sentidos.
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Maria1691 17/07/2024

Tão real para mim, que chegou a doer
Sinto como se tivesse vivido da primeira letra ao ponto final desse livro.

Confesso que em momentos quando Júlia apanha, sinto levemente um gatilho despertando? A relação com a mãe narcisista, o apego pelo pai e sua busca independência tão cedo, são fatos muito familiares. A tristeza que o ano traz junto do Natal? Pesado demais e real demais para mim.

Bacana o trecho em que Júlia e Ricardo tem seu momento de prosa. Adorei o fato dele andar sempre com um caderninho, eu mesma sempre ando com um azul bebê e um estojo repleto de canetas!

O conto que ela escreveu, genial pôr isso dentro de um livro! A autora mandou muito bem.

Chorei no momento em que Júlia perdeu o pai, acho que é meu maior medo na vida. Jamais vou estar pronta para perder o meu.

Enfim, apesar de estranhar o formato do texto, me identifiquei tanto com o livro que em determinados trechos me peguei pensando e ainda tomei nota no e-book ?Eu vivi isso?!?
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Estela123 17/07/2024

Leitura profunda, um livro que fala sobre o abandono, o desamor. um livro pra ser devorado, com pausas para ser digerido.
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Felipe | @fe.ituras 16/07/2024

Na sua primeira obra, a autora Aline Bei tem um foco bem determinado no tema da perda e em como uma vida inteira é moldada por suas perdas. Em "Pequena Coreografia do Adeus", o tema da vez é o abandono e seus desdobramentos na jornada da vida da protagonista.

O estilo da escrita permanece o mesmo, um modelo convincente e funcional, que continua fazendo sentido com o modo de contar histórias da autora. No entanto, neste novo enredo, senti falta de conexão com a personagem, e essa distância não me permitiu criar laços de importância e interesse por ela.

O tema é relevante, e a forma como é escrito é forte e significativa, mas senti que falta força. Em comparação com a primeira experiência de leitura de Aline Bei, foi um tanto frustrante, mas nada que apague a significância, potência e relevância da autora na nossa literatura contemporânea.
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Amanda3913 16/07/2024

?desde de quando sabemos da todas as coisas que acontecem no mundo se mal sabemos o que se passa no fundo do nosso coração?.

?como recolheria meus cacos se eles são invisíveis?.
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sarah 16/07/2024

Pequena coreografia do adeus
Leitura muito rápida mas extremamente profunda, aproveitei cada momento e refleti bastante. Recomendo muito
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emi 16/07/2024

Eu gostei do enredo do livro, do início. Até pensei que poderia ser um novo livro favorito meu, já que vi algumas semelhanças na minha história, mas acho que no decorrer das páginas, o livro "se perdeu". Na verdade, ele só tomou rumos totalmente diferentes do que eu imaginava, e também não deu explicação de muitos acontecimentos, o que me decepcionou. Terminada a leitura, me sobrou um sentimento de estranheza, confusão, sem saber concretizar oq li.
Gostei da escrita e desejo ler mais livros da autora.
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cilis 16/07/2024

A arte pode ser uma dança pela solidão
Um livro curto mas cheio de significado. Diferente do primeiro livro da autora, foi interessante acompanhar a trajetória de uma protagonista com identidade e que, de forma tão poética, carrega as marcas de sua criação violenta e solitária até sua vida adulta.

Minha nota reflete exclusivamente minha conexão com a Júlia, que apesar de ter um passado doloroso, não senti nada além de empatia. Entretanto, Aline Bei segue surpreendendo com suas frases muito bem compostas, onde cada detalhe é arte em forma de palavras.
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sara 16/07/2024

Doeu
Uma história tão crua, sem enfeite nenhum. a leitura te incomoda, não só pela forma como a Aline escreve, mas pelo que ela tá narrando ali. me tirou do eixo porque pra mim é muito difícil de imaginar esse tipo de relação tão conturbada e delicada com os pais. eu queria pegar a Júlia e sentar com ela pra conversar e abraçar essa mulher, sei lá. e o final???? AI EU NÃO TAVA ESPERANDO NÃO, PARA! fiquei desconcertada sim. eu queria mais!! mas o que a Aline nos deu dessa história acho que foi o suficiente. enfim! muito bom, não é porque ela é a queridinha da academia, é que ela é boa mesmo
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Bela 16/07/2024

Uma história dolorida e traumática, mas que a autora consegue trazer de uma forma poética e com várias camadas. Julia é a força, é resiliência, é emoção, é escritora, é artista, é a luz do fim do túnel depois de uma tempestade. A escrita da Aline é incrível demais, fiquei apaixonada pela poesia e pela forma que ela colocou cada letra/ palavra. É um livro triste, mas lindo ao mesmo tempo.
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yasminIisboa 15/07/2024

Por não ser em prosa, o livro tem uma leitura fácil e rápida mas que não me envolveu muito (talvez por não ser como eu esperava). gosto muito das reflexões, dos pensamentos poéticos e de como júlia usou limões bem azedos e conseguiu fazer uma limonada decente. final meio abrupto, talvez com a intenção de ser poético e subjetivo mas me deixou com a sensação de mal acabado. definitivamente dói mais com quem se identifica mas qualquer um consegue sentir a angústia nas palavras de júlia, principalmente na fase criança.
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