Capitães da Areia

Capitães da Areia Jorge Amado




Resenhas - capitães de arei


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Thalita 07/04/2015

Incrivelmente realista.
Li esse livro, a princípio obrigada, por ser uma leitura obrigatória da fuvest desse ano, mas acabou entrando para minha lista de favoritos e dos livros que chorei.
"Capitães da areia" do Jorge Amado, é um livro bem antigo, mas parece que foi escrito atualmente, é incrível como mesmo depois de tantos anos esse livro continua emocionando as pessoas, e sendo atual.
A estória é sobre um grupo de meninos pobres e abandonados chamado Capitães da areia, cada capítulo vai contando todas as dificuldades que eles passam, e a descriminação que sofrem.
Esse livro é muito real, foi o livro mais sentimental que já li, parece que eu estava vivendo aquilo na pele como os personagens... Enfim, merece ser um clássico como ele é, e merece ser lido por todos.

site: https://instagram.com/p/0MQb54NQbQ/?taken-by=colorindodevaneios
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Allana 13/04/2015

Capitães de Areia
Trata de um livro escrito por Jorge Amado , que foi escrito no auge de grandes problemas sociais na sociedade , neste livro ele fala de um grupo de jovens que vivem de rapina que vivia num trapiche a beira da praia , eles tem aproximadamente de 13 a 17 anos , o chefe do seu grupo é chamado de Pedro Bala pela a sua rapidez e facilidade de pensar e organizar os assaltos , eles sempre foram protegidos pelo Padre José Pedro onde tentava ao máximo defender os meninos para que eles não fossem para um orfanato , O Professor era o único do grupo que sabia ler ele que mostrava ao grupo as novidades que saia no jornal falando deles e era o grande conselheiro de Pedro Bala , Volta Seca se dizia afilhado de padrinho Lambião odiava as autoridades e tinha o sonho de um dia entrar pro cangaço , Gato o mais bonito do bando e que se vestia melhor acabou se apaixonando pela prostituta Dalva e se tornou o seu cafetão ,Sem pernas por ser manco se fazia de orfã para poder entrar nas casas e descobrir tudo de valor que havia ali , João Grande conhecido pela sua coragem e grande porte fisico muito amigo de Pedro Bala , Pirulito um jovem muito cristão que era muito afeiçoado ao Padre . No tempo que o livro foi escrito a cidade estava com uma grande manifestação de variola onde do grupo morre Almiro Boa vida que após ser levado para o hospital pede para voltar ao trapiche pois la na fazem para cuidar de sua saúde . No mesmo tempo chega Dora e seu irmão Zé Fuinha tragos pelo professor , no começo muitos queriam acedia-la ou que ela fosse embora por que nunca foi permitido mulher lá . So que Dora passou a fazer assaltos com eles , em um deles eles são pegos porém todos escapam e fica só Dora e Pedro Bala que já estavam gostando um do outro, Dora é mandada a um orfanato e Pedro para cadeia , o grupo bolaram um plano e soltaram os dois , só que Dora estava muito doente e dai que voltaram ao trapiche só que na mesma noite Dora pedi para que Pedro faça dela sua mulher , ao acordar de madrugada ele ver que ela esta morta . Depois disso os meninos ja estavam bem crescido foi dai que cada um seguiu o seu caminho fazendo o que mais combinava com eles .
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Gyo 08/07/2015

Livro sensacional!
Sempre tive bastante preconceito com Jorge Amado, porque apesar de ser de muito tempo atrás, eu não gostava e nunca gostei, das novelas dele. Sério, eu achava muito chatas. E num belo dia, eu ganhei este livro, e fiquei pensando se lia, ou não. Daí, vi um garoto aqui na rua de casa lendo Capitães da Areia, e fui perguntar se ele estava gostando, e ele me respondeu que sim, que estava amando. Fiquei curiosa. Eu sabia que tinha um exemplar dele em casa, e falei: agora eu leio!, aproveitei para coloca-lo na #MLI2015, e finalmente, li!
E não sei explicar o quanto este livro se tornou importante para mim. Agora já sei qual livro nacional eu indicaria para qualquer pessoa. O assunto de garotos que moram nas ruas sempre foi bem atual, assim como Zélia diz. O livro é rápido de ser lido, e a leitura é bem fluída; e bem tocante.
Conseguimos ver o quanto esses garotos sofrem, e tem todo direito de serem dessa forma. O reformatório é um lugar que me dói saber que ainda existe lugares assim; lugares ruins. Um assunto tão forte; que Jorge Amado consegue fazer a gente entender tudo. A linguagem que o autor usa, é fácil, apesar ser diferente para mim (sou paulista). Às vezes me pergunto se tem gente que não gosta desse livro...
Um livro que me fez parar e pensar; sobre esses garotos fictícios, ou não-fictícios. Gostei bastante dos personagens. Dora e o Professor, são os meus favoritos. O final desse livro, apesar de triste, é muito sensacional. Todos deveriam ler Capitães da Areia.
Veja minha resenha no meu blog Desejando Livros.

site: http://desejandolivros.blogspot.com.br/2015/07/resenha-capitaes-da-areia-jorge-amado.html
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Wellington.Jean 04/09/2016

Leitura indispensável
Um clássico de Jorge Amado que, por meio de sua beleza literária, denuncia a realidade social de sua época.
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Natalia 13/06/2015

É um livro que mostra a realidade da vida de meninos de rua. Eles vivem em um trapiche na beira do mar em Salvador, capital da Bahia, onde vivem uma vida humilde e são ajudados por um Padre, chamado Zé Maria. Para poder sobreviver eles roubam, esses roubos são sempre bem planejados, o bando planeja minuciosamente todas as suas ações.O bando que é composto por várias crianças, mas os personagens principais são Pedro Bala, o capitão do grupo, Sem Perna, Boa Vida, Gato, Professor, que ler historias para o resto do bando, João de Deus, que recebe esse nome por ser muito religioso e o sobrinho de Lampião, que é o mais violento do grupo.
No meio das suas aventuras em bando uma mulher chamada Dora aparece, será que com o aparecimento de Dora, a única mulher do bando, as coisas iráo mudar ?
Gostei do livro pois ele retrata a realidade da vida dos meninos de rua, mostra a vida humilde, sofrida, esquecida e carente que eles levam, e apesar deles terem que roubar para sobreviver eles não são mal pessoas fazem isso para que de alguma forma eles possam viver melhor.
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Amanda 22/05/2016

Um choque de realidade
Os três principais fatores que fizeram com que eu gostasse muito desse livro foram: 1) a escrita é uma das mais fáceis entre todos os livros dessa lista. Por contar a história e a vida de meninos pobres e infratores, o linguajar de cada um era muito mais fácil de entender. 2) o fato de conter uma história muito mais concreta e envolvente que outros livros e ter uma construção de personagens incrível a ponto de você se apegar a eles, mesmo que você saiba que algumas de suas ações são erradas. 3) o fato de conter uma crítica incrivelmente forte e que ainda serve para os dias atuais. Uma crítica que muitas pessoas ainda precisam entender e refletir sobre antes de julgar.
Capitães da Areia, ao meu ver, é um dos livros clássicos obrigatórios de vestibular que vá realmente ser uma boa leitura a alguns estudantes e leitores. É um dos mais emocionantes, empolgantes e fortes livros dessa lista.
Tenho certeza que pode vir a ser um livro muito polêmico dependendo do seu ponto de vista, mas vale a pena dar uma chance e manter a mente aberta quando se propor a lê-lo.

site: http://amavelutopia.blogspot.com.br/2016/04/os-classicos-que-ja-li.html
PAULINHO VELOSO 04/04/2019minha estante
Mente aberta ... é preciso pra enxergar além do proposto pelo autor. Obrigado pela dica !!!


Amanda 09/04/2019minha estante
Espero que aproveite tanto quanto eu!


PAULINHO VELOSO 11/04/2019minha estante
Estou gostando muito. Sua resenha foi muito verdadeira. Abraço.




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Júh 14/10/2015

Resenha feita para o Blog Mundo dos Livros
Salvador, cidade de grande beleza e felicidade, onde sambas são cantados em suas ladeiras e as pessoas que aqui vivem esbanjam alegria por seus grandes sorrisos nesse céu azul. Mas esta cidade vive aterrorizada pela grande onda de furtos vinda dos Capitães da Areia – grupo de meninos abandonados que moram no areal. Estes não desfrutam dessa felicidade, pois passam fome e solidão, vivendo em condições precárias quase subumanas. Mas mesmo diante de tantas dificuldades, mostram toda a garra e vontade de viver, para aqueles que subestimam suas capacidades.

“Capitães da Areia” é um livro encantador. E bastante polêmico, por sinal. Em 1937, ano em que foi lançada, a obra de Jorge Amado teve exemplares apreendidos e queimados em praça pública, depois de censurado por autoridades da ditadura. Porém, a partir de 1944, uma nova edição é lançada e acaba entrando para a história da literatura nacional, como tantas outras obras do autor.

O livro narra a história de crianças que moram em um trapiche e vivem de pequenos furtos aterrorizando a população da cidade de Salvador, na Bahia. Essas crianças, a grande maioria órfãs, são submetidas a um mundo cruel e impiedoso, seja pela pobreza em que vivem nas ruas, seja pela tortura que passam quando vão para algum orfanato ou, no pior dos casos ao reformatório. O autor enfatiza a sociedade extremamente opressora onde vivem, onde o rico se sobrepõe sobre o pobre, vidas distintas que delimitam o que cada um tem que ser ao longo da vida. Essa sociedade é um dos grandes motivos para que essas crianças sejam do modo como são, já que são desvalorizadas por nascerem em cortiços ou morros, não terem muito que comer e acabarem por viver de furtos, onde a oportunidade era quase inexistente.

Embora tenha se passado 78 anos desde que o livro foi lançado, o tema abordado não deixa de ser atual, tendo em consideração que existem milhares de crianças na mesma situação em que os personagens dessa ficção viviam. Jorge Amado foi o primeiro a denunciar de forma panfletária o problema dos menores abandonados e dos menores infratores que desafiavam a polícia e a própria sociedade. O romance cheio de um realismo, de modo cômico e dramático, consegue introduz o leitor a um mundo bastante diferente do que estamos acostumados a vivenciar, seja na realidade ou na ficção.

Essas crianças, privadas de carinho e atenção pela vida, vão em busca de qualquer forma de conforto, seja no ódio sentido por viverem na miséria, seja em santos, seja na esperança de um dia conseguirem algo melhor para si mesmos, e até mesmo uns nos outros, onde o autor consegue inserir o homossexualismo vindo da carência de amor que a maioria sentia. Conseguir abordar um tema envolvido em um imenso tabu como este, que embora seja mais aceito nos dias de hoje, mas na época deveria ser abominado, cheio de preconceito, foi algo extremamente difícil, gerando mais polêmica do que já havia conseguido.

O livro também relata uma grande busca religiosa dos seus personagens, já que os únicos amigos que estas crianças têm são um padre e uma mãe de santo. Por mais distintos que estes personagens sejam um do outro, são neles que as crianças abandonadas conseguem ajuda, respostas e até mesmo um pouco de conforto para suas vidas tão solitárias e sofridas. Não há traição entre os moleques do grupo, independente da cor ou sexo dos personagens. Você consegue observar por outros olhos a felicidade nas coisas mais simples, como em correr na liberdade das ruas a um carrossel velho de música velha e triste, mas que trás consigo um escape para a vida das crianças.

Sem nenhuma piedade ou condescendência, seus personagens são dotados de energia, inteligência e vontade, mesmo diante das circunstancias que vivem, tornando as suas personalidades ainda mais fortes e marcantes. A história vai acompanhá-los de pequenos até seus desfechos, onde cada um vai seguir um caminho diferente, uns continuando na vida de crime, outros contrariando tudo o que a sociedade estava impondo, levando o leitor a ficar íntimo dos seus personagens a cada demonstração da gana de viver e ser alguém de quem se orgulhem.

Eu sempre tive bastante preconceito com livros nacionais, principalmente por sermos obrigados a ler alguma obra para atribuir pontuação no nosso currículo escolar. É bastante complicado ter que ler algo por obrigação e, muitas vezes, acabamos por não gostar da obra por esse motivo. Eu já passei por isso e não é algo muito agradável. Mas, quando você consegue tornar essa “obrigação” em algo agradável, tudo fica mais confortável e prazeroso. Este foi um dos livros que meu professor disse que eu tinha que ler e eu simplesmente amei.

Apesar de ter uma linguagem um pouco rude, o que enfatiza as crianças que não foram a escola, não sabem ler e se expressar de maneira mais educada, eu achei o livro de uma leitura bastante fácil, envolvente. Rico em detalhes, “Capitães da Areia” entrou para a minha lista de favoritos. Acho que ainda estou falando pouco sobre esta grande obra, mas terão que ler para descobrir as emoções que este livro trás consigo. Espero que vocês tenham gostado da resenha e que se deixem envolver por essa literatura tão próxima e ao mesmo tempo tão distante de nós como é a literatura nacional. Até a próxima, desculpa ter estado em falta com vocês tanto tempo. :D

site: http://www.mundodoslivros.com/2015/09/resenha-especial-capitaes-de-areia-por.html
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Kat Munster 27/07/2015

O futuro que repete o passado
Uma obra literária ambientada em meados dos anos 30 que diz muito mais sobre a sociedade de hoje do que muitos gostariam.

Em uma época de linchamentos e da caçada pelo mal (que é sempre o outro), Capitães de Areia se faz uma leitura fundamental para compreender o processo de formação de uma pessoa criminosa e a culpa que cada membro da sociedade carrega por isso.

A falta de acesso aos direitos sociais básicos, aliada à mesquinharia/má-vontade das pessoas, leva um grupo de crianças a cometer delitos em nome da sobrevivência. Hoje, em pelo 2015, é triste ver que crianças como essas ainda são perseguidas e seus defensores oprimidos como o Padre que ousa acreditar no potencial dos pequenos.

Vale a pena ler.
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Ana Luiza 15/10/2015

Resenha do blog Mademoiselle Loves Books - www.mademoisellelovesbooks.com
Década de 30. A cidade de Salvador, capital da Bahia, é lar da diversidade e da desigualdade. Suas ruas históricas abrigam brancos, negros, mulatos e imigrantes, ricos e pobres, que convivem ao mesmo tempo em paz e em conflito. É nesse tempo de mudança e agitação social que se passa as histórias dos Capitães de Areia, um grupo de crianças abandonadas. Os ricos da cidade os veem como ladrões, marginaizinhos sem redenção, mas para o leitor eles se configuram como heróis desajustados, guerreiros e sobreviventes das mazelas desse mundo cruel.

“Vestidos de farrapos, sujos, semiesfomeados, agressivos, soltando palavrões e fumando pontas de cigarro, eram, em verdade, os donos da cidade, os que a conheciam totalmente, os que totalmente a amavam, os seus poetas.” Pág. 27

Não é a toa que o livro de Jorge Amado incomodou, quando lançado em 1937, e ainda incomoda muita gente. Sem pudor algum, talvez até com um pouco de deleite, o autor expõe o abandono, o preconceito, a miséria e a crueldade. Mas não a crueldade dos meninos (afinal, até onde eles podem ser culpados por suas ações?), mas a crueldade da sociedade, dos chamados homens civilizados e bons, que trabalham honestamente e vão à igreja, mas que deixam crianças à mercê das ruas.

Capitães de Areia é uma obra extremamente atual e uma leitura que incomoda, afinal, é impossível não olhar para todos os personagens que rejeitaram, ignoraram e acusaram os Capitães de Areia e se perguntar: “quantas vezes eu olhei para o outro lado? Quantas vezes eu ignorei as crianças que pediam dinheiro? Quantas vezes fingi que as mazelas do mundo, que as pessoas que vivem na miséria, não são tanto minha responsabilidade quanto dos políticos?”.

Roubo e violência fazem parte do cotidiano dos Capitães de Areia, crianças abandonadas que encontraram uns nos outros uma família. Se por um lado Amado expõe a malandragem, a dissimulação e a agressividade dos meninos, crianças forçadas a crescer diante de tanta pobreza, por outro...

LEIA A RESENHA COMPLETA E VEJA FOTOS DO LIVRO NO BLOG:

site: http://www.mademoisellelovesbooks.com/2015/10/resenha-capitaes-de-areia-jorge-amado.html
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Lari 06/07/2015

A realidade que não vivemos
Este livro fala da vida que as crianças abandonadas da Bahia levam, apesar de um livro escrito a muito tempo, dá para se perceber quanto ainda é real essa situação no Nordeste do nosso Brasil. É tratada com muitos bons detalhes os sentimentos dessas crianças e a forma como levam a vida, assim como sua miséria e fome. Admito não ser uma grande fã da literatura brasileira, mas estes livros como Capitães da Areia, ganham com certeza meu gosto, porque mostra a todos nós realidades que parecem distantes mas que na verdade estão ao nosso lado, e mostra o quanto ignoramos do sofrimento alheio, e neste livro vemos o quanto um gesto de carinho, uma palavra boa, uma ajuda, pode fazer uma enorme diferença na vida e ações dos que mais precisam.
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Regiane Lima 31/05/2015

Capitães de areia
O trapiche é uma casa velha, e abandonada próximo a praia, onde vivem os capitães de área, como assim são chamados. São meninos de rua, que roubam para sobreviver, mais que na verdade já criaram gosto pela coisa. São sobre tudo inteligentes, o capitão que se chama Pedro Bala tem a mente de um vilão de historinha de desenhos que a gente vê na tv, e usa isso a favor dos capitães de areia, bolando planos para furtarem casa de luxo ou até mesmo para salvar algum amigo da policia.
O padre Jose Pedro ajuda os meninos como podem,ensinando-os a bíblia e falando-lhes de Deus. Alem de Pedro Bala havia muitos meninos no trapiche, cada um com sua personalidade, na verdade bem diferente um dos outros.
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Yngrid Mickaell 02/06/2016

Homens desde crianças
Capitães da areia é um clássico da literatura brasileira publicado em 1937 e, apesar de muito bem avaliado pela crítica e pelos leitores, sabemos a resistência da maioria das pessoas em ler esse tipo de livro devido a linguagem ser mais antiga, o que muitas vezes dificulta a conclusão e entendimento da história, ou mesmo uma leitura mais lenta para absorver melhor o conteúdo. Eu particularmente amo muitos livros clássicos, como Senhora e Dom Casmurro, mas muitos outros não me cativaram. Então, imaginem a surpresa prazerosa ao terminar Capitães da Areia e adicioná-lo na minha lista de livros preferidos. [Continua]

site: http://googleweblight.com/?lite_url=http://www.diariodeseriador.tv/2016/05/livros-resenha-capitaes-da-areia.html&ei=4nHjzc93&lc=pt-BR&s=1&m=622&host=www.google.com.br&ts=1464891913&sig=APY536wF4yH1IeNcA7wAFj0bs4Gk8FPUPw
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