Laranja Mecânica

Laranja Mecânica Anthony Burgess




Resenhas - Laranja Mecânica


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Ana Paula Sesterheim 17/03/2017

Resenha do blog Cantinho Geek
O livro é narrado pelo jovem Alex, de 15 anos, que é o líder de um grupo de delinquentes que sempre faltam a aula para cometer atrocidades, tais como: estupros, espancamentos, roubos, etc; apenas por diversão. Em uma noite a amizade deles é posta a prova, mas o poder sobe a cabeça dos amigos de Alex, que não aguentam mais suas ordens e acabam por tramar um plano que o fará ir preso. Na tentativa de estuprar uma mulher, ela acaba reagindo e, sem querer, Alex a mata e leva a culpa, já que seus amigos o abandonam.

Apesar de acreditar que não aconteceria nada demais nesta parte, é aí que começa a história de verdade: Ele vai preso, mas representantes do governo querem alguém extremamente violento para um experimento chamado Técnica Ludovico, e Alex acaba por se dispor a faze-lo, pois acredita que será fácil e também sabe que se colaborar com eles, sairá mais rápido da cadeia. E é aí que seus problemas apenas começam.

Ele é submetido a tortura psicológica por dias e elas tem como objetivo mudar a personalidade brutal do nosso protagonista, ou seja, ele assiste a vídeos de estupros coletivos, assassinatos, roubos, etc; para aprender que é errado. O governo o obriga a continuar com o tratamento até o fim, para provar aos demais que é possível mudar a parte sombria de alguém ensinando-o a repudiar atos que vão contra a sociedade. Obviamente isso o afeta de uma maneira brutal e nosso protagonista não poderia sair dali com a mente ilesa, em várias partes podemos ver o quanto ele ficou perturbado com todo o ocorrido, mas há mais coisas além disso.

No livro há toda uma questão de ideologia e não tem como ser o mesmo depois de lê-lo. É terrivelmente assustador, mas há uma beleza nele também. Alex é sombrio, mas um fã nato de Beethoven e músicas clássicas, assim como de cultura.

Outra coisa que é notável é o amadurecimento do personagem, e é sempre incrível ver que o protagonista aprende com os próprios erros. No início vemos um Alex com a mente de um adolescente, mas depois nos deparamos já com um homem feito, que realmente se preocupa com seus atos de antigamente.

A escrita é muito diferente, o autor criou um vocabulário próprio para o livro chamado Nadsat, e isso fica na cabeça. Por exemplo, a palavra "drugue" significa "amigo", mas há várias outras palavras e termos criados que são bem divertidos. Todas são junções do Inglês com Russo, o que acabou marcando muito Laranja Mecânica. Outro fato importante é que a Editora Aleph explica essas gírias traduzidas e podemos ver que eles realmente tiveram muito cuidado com a tradução para não deixar sem nexo, já que são palavras inventadas pelo próprio Anthony Burgess.

A versão que eu li era a de 50 anos e traz várias curiosidades sobre o livro:
_ Trechos do livro restaurados pelo editor inglês;
_ Notas culturais do editor;
_ Ilustrações exclusivas de Angeli, Dave McKean E Oscar Grillo, entre outras.

Outra coisa legal é que essa edição é com jacket, ou seja, o livro tem uma capa removível. Gostei muito disso e da imagem também, pois ela tem um certo significado para o nosso protagonista.

Então, quem ainda não leu, leia! A edição de 50 anos é maravilhosa e vale muito a pena comprar, sem falar que quem ainda não conhece a história está perdendo um livro maravilhoso com ótimas críticas, mas prepare seu psicológico, pois ele nunca mais será o mesmo.

site: http://www.cantinhogeek.com/2017/02/resenha-laranja-mecanica-anthony-burgess.html
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Iassol 17/03/2017

Maravilhoso!
A maneira como o livro é escrito e a linguagem nadsat me fizeram mergulhar na história! Acabei por me sentir muito íntima do protagonista, Alex! Aliás, a história é contada de tal maneira que mesmo com as atrocidades que ele narra, ainda achei ele bem no fundo um maltchik muito bonzinho e inocente...

Além da história ser muito interessante, existe uma questão filosófica por trás dela, que nos leva a refletir sobre a liberdade, e com certeza questionar nossas ideologias e certezas sobre o bem e o mal.

Só existe uma palavra perfeita para definir esse livro: horroshow!
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Bela Libório 02/03/2017

Para ver minha opinião, fotos e mais detalhes, acesse a resenha no blog! Link no fim desse texto:

- A história:
Alex DeLarge é um amante da música que faz parte de uma gangue de garotos formada para assombrar a metrópole em que vivem. Apesar de ter somente 15 anos, ele não pensa duas vezes antes de praticar atos de violência extrema, incluindo estupros, roubos, invasões de domicílios e até assassinatos. E tudo isso só lhe traz um enorme prazer.

“Estou falando sério sobre isso com vocês, irmãos. Mas eu faço o que faço porque gosto de fazer.”

É numa dessas invasões que algo dá errado e Alex acaba sendo pego pela polícia, ao contrário de seus amigos, o que o faz sentir-se extremamente traído. Depois de passar alguns longos dias na prisão, submetem o garoto a um novo tratamento que anda sendo falado pela cidade com o objetivo de acabar com esse seu desejo por violência e torná-lo um “homem bom”: a Técnica Ludovico.

“- Será sua própria tortura – ele disse, sério. – Espero, por Deus, que essa tortura enlouqueça você.”

Alguns dias de torturas desumanas se passam e todo esse processo, principalmente a consequência dele, nos faz refletir muito sobre diversos assuntos, como o livre-arbítrio. É claro que Alex sai diferente daquele lugar, mas será que tudo isso mudou seu modo de pensar?

“- O que Deus quer? Será que Deus quer bondade ou a escolha da bondade? Será que um homem que escolhe o mal é talvez melhor do que um homem que teve o bem imposto a si?”

site: http://www.letitbela.com/2017/03/resenha-laranja-mecanica.html
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Rafa 17/02/2017

Sem palavras pra esse livro
Apenas leiam! Excelente. Uma obra prima
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Dan Pontes 15/02/2017

Uma Leitura "bugati"
O livro é dividido em 3 partes de 7 capítulos cada. Conta a trajetória de Alex (sem lei), um jovem "ultraviolento" que é preso após um crime e submetido a um tratamento médico revolucionário que promete reabilitar o jovem pra viver em sociedade novamente em pouquíssimo tempo.
...
Quando comecei a ler achei a leitura muito difícil por ter muitas palavras no idioma nadsat (criado especialmente pra deixar o leitor concurso). Fiz um esforço pra continuar lendo até o capítulo 6.
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A partir do capítulo 7 já estava acostumado com a maioria dos termos nadsat e a leitura fluiu. A segunda parte do livro eu li de uma vez só e assim também a terceira, pois o livro vai te prendendo cada vez mais. Por mim o livro poderia ter acabado no capítulo 20 mas o capítulo 21 talvez seja o mais importante do livro pra alguns leitores.
...
Horrorshow! Super recomendo.
Irlan Alves 01/03/2017minha estante
O final de Kubrick é realmente sensacional, mas o capítulo 21 fecha perfeitamente o ciclo do livro e mostra o Alex envelhecendo, entediado, comum ou "curado". Uma antítese perfeita do primeiro capítulo.




Dênison.F 08/02/2017

Demorei, mas ao fim cheguei!!
Laranja Mecânica foi escrito por Anthony Burgess no momento em que sua saúde foi diagnosticada com uma doença fatal. Porém esse diagnóstico estava errado, mas foi a época em que Burgess escreveu esta e muitas outras obras.
O livro é no mínimo esquisito, devido ao seu vocabulário. O Nadsat são gírias usadas pelo núcleo jovem da história. Ao fim do livro contém um glossário com o significado dessas gírias. Tentei ler ser ficar recorrendo ao glossário sempre e com o tempo algumas palavras são de fácil dedução. Justamente por isso a leitura foi lenta mas nada que afetasse todo o propósito desta belíssima obra, sátira super atual.
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Pâmela Abdon 06/02/2017

Ultra Violence
Palavras que eu poderia usar para definir esse livro: fascinante/ estonteante/ extraordinário/ esplêndido/ deslumbrante/ estupendo/ admirável/ magnífico/ excelente/ perfeito/ horrorshow / ou um palavrão que começa com F também seria bem apropriado.

Você já refletiu a cerca da violência? Se sim, imagino que na maioria das vezes você se pôs no lugar da vítima. E esse livro nos apresenta um "vilão" muito malvado, chamado Alex, que é impossível não tentar entendê-lo. Alex era de uma gangue juntamente com quatro druguis (amigos) que bebiam, se drogavam e saiam a noite fazendo as maiores atrocidades com pessoas nas ruas. Mendigos, velhos, mulheres e outros. Alex acaba sendo preso e depois usado como cobaia em um tratamento, que consiste em transformá-lo em uma pessoa "boa".
Será que o ser humano já nasce com a maldade dentro de si?

"Mas, irmãos, esse negócio de ficar roendo as unhas dos dedos do pé sobre qual é a causa da maldade é o que me torna um garoto risonho. Eles não procuram saber qual a causa da bondade, então por que ir à outra loja?"

Então será que um garoto de 14 anos, como é o caso do protagonista, ser um garoto mal seria culpa de seus pais ou da escola?

"Todo dia havia alguma coisa sobre a Juventude Moderna, mas a melhor coisa que eles já publicaram na velha revista foi a de um pop-starre com uma coleira de cachorro que dizia que em sua opinião, e ele estava conversando com um homem de Deus, ERA O DEMÔNIO QUE ESTAVA A SOLTA. Então a culpa não era nossa, não era dos jovens e inocentes meninos. Ok ok ok."

Mas o que fazer com esse garoto? O que o Estado pode fazer para diminuir a violência?  Lotar cada vez mais as prisões? Ou tentar uma técnica nova onde transforma uma pessoa má em boa?

"A bondade vem de dentro, rapaz. Bondade é algo que se escolhe. Quando um homem não pode escolher, ele deixa de ser um homem."

Laranja mecanica é uma distopia pesada que descreve muitas cenas de violência,  mas que são aliviadas um pouco pelo dialeto nadsat (adolescente) usado. Um livro que faz uma crítica descarada ao governo e a religião. E que te leva a refletir profundamente sobre seus princípios.
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edianara.lino 31/01/2017

Apesar da linguagem que achei bem complicado no início para engatar a leitura, a história é bem desevolvida, confesso que fiquei surpresa com final, não esperava o que aconteceu, na verdade nem sabia o que esperar. No todo é um bom livro.
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Renann 31/01/2017

Demorou pra pegar no tranco.
O livro busca trazer uma visão bastante crítica sobre a família e a criação dos filhos, bem como faz uma crítica bastante ácida ao sistema punitivista da sociedade, onde muitas vezes pretende-se tao somente o ganho politico ao invés do social.
No mais, a leitura vai ser um pouco chata e lenta para alguns no início em razao do vocabulario Nadsat que o narrador utiliza. Entretanto, passados esses infortúnios, a leitura torna-se excelente, a história é bastante fluida e nos deixa pensativos a respeito de muitas questoes sociais, psicologicas e familiares.
Laranja mecânica é um excelente livro.
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Mel 31/01/2017

Clássico que todos deveriam ler.
Esse livro nos conduz a profundas reflexões sobre o bem e o mal e o que é liberdade. Necessário e atemporal, se encaixa perfeitamente na sociedade em que vivemos hoje, tanto pela questão da violência como os modos em que deve ser "corrigida" e até onde se deve chegar para "corrigir" as pessoas. Fico sem saber o que falar pra expressar o quanto esse livro é importante e deveria ser lido por todos!
O dialeto nadsat torna a leitura um pouco mais demorada, mas não é nada impossível.
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Fah Mattos 25/01/2017

E então, o que é que vai ser, hein?
Livro tipo assim horrorshow! Pequeno porém demorado devido ao Nadsat. Induz profundas reflexões sobre a bondade e maldade do ser humano e seu livre arbítrio.
Altamente recomendado.
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Pixiegiggle 22/01/2017

Laranja Mecânica: Kubrick, o capítulo 21, temática central do livro, título bizarro e moloko [*SEM SPOILER*]
Pra quem está familiarizado com a adaptação cinematográfica de Kubrick, a primeira coisa que vem a mente quando se fala de "Laranja Mecânica" é violência desvairada caótica e sanguinolenta. E sim, de fato, tanto o livro quanto o filme contêm muita violência, no entanto, no filme, ela é muito mais extrapolada. Essa diferença na dosagem da "tarantinagem", deve-se a uma pura questão de edição. Na edição "original" a.k.a "do resto do mundo", o livro possui 21 capítulos enquanto que, na edição estadunidense "diferentona", o livro termina estrategicamente no capítulo 20, ou seja, não há o capítulo 21. Quem leu a edição "original", sabe que o capítulo 21 (número simbólico estrategicamente usado por Burgess) é um divisor de águas na história, é o momento de grande transformação para Alex. Bom, os "USA" não gostaram muito da "metaformose ambulante" do Alex e preferiram o lado mais "porra-louca" da coisa mesmo. E é nessa versão "porra-louca" que Kubrick baseou o seu filme. Independentemente de versões, edições e adaptações, quem ganha somos nós, leitores/ cinéfilos, pois, nesse caso, felizmente ambas versões são interessantíssimas!

Agora, voltando ao livro, na maneira que Burgess o idealizou, é para ser uma história sobre a importância da liberdade, escolhas e acima de tudo, sobre a transformação na vida de um indivíduo. A liberdade é a força motriz do ser humano, não tem como contê-la por completo, pois é algo inerente a todos nós. Talvez, o contraponto que a história traça com a violência extrema (tanto de Alex e seu grupo quanto do Estado opressor) seja uma forma de ressaltar o quanto o desejo pela liberdade impera sobre a mais nefasta das violências e repressões. Ou ainda, a violência pode ser um símbolo para as fases turbulentas e confusas que antecedem às inúmeras transformações que passamos, ao longo da vida, no melhor estilo "ordo ab chaos".

Em "Laranja Mecânica ", a repressão e a violência contra a liberdade é algo não-natural (no sentido de ir contra a natureza das coisas) e isso é aludido no próprio título. E que título, não? Confuso de entender, a não ser que você seja um especialista em gírias antigas britânicas. Passando para o português ou para qualquer outra língua, fica complicado mesmo de entender. Nessa gíria beem antiga em inglês, "a clockwork orange", é uma expressão usada para designar algo que é estranho, incomum. Realmente, há um aspecto muito imagético nessa expressão...uma laranja mecânica. De um lado, a laranja e todo seu frescor natural, explodindo com sabor e vida. Do outro, as engrenagens frias e metálicas de um relógio...realmente, parece algo bizarro. Sim, porque é bizarro atentar contra a liberdade do ser humano. A laranja representa o aspecto humano, o natural sob o domínio de engrenagens (governo opressor, sociedade alienada, etc) que querem reprimir o exercício natural da liberdade. Dá pra notar como o aspecto linguístico é importante em "Laranja Mecânica", o próprio título já é desafiador. Além do título, Burgess nos oferece, inclusive, vários vocábulos do Nadsat, gíria criada por ele mesmo para a obra que é uma mistura de russo e inglês (escolha, aliás, bem apropriada se levar em conta o contexto histórico no qual o livro foi escrito). Além do Nadsat, temos ainda muitos jogos de palavras, metáforas e outros trabalhos com linguagem que, infelizmente, acabam sendo prejudicados com a tradução. Então, se possível, é melhor ler o livro no idioma original, em inglês.

Realmente, a gente percebe que a obra é boa quando ela continua a reverberar após a leitura e quando ela propõe novas indagações, a cada releitura. Para mim, "Laranja Mecânica" é uma obra que se enquadra, sem dúvida, nessa categoria. Dá uma vontade irresistível de recomendar para todos os "droogies". ^^
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Flavia.Barcelos 19/01/2017

Leitura maravilhosa
Alex, um garoto de 15 anos amante de música clássica comanda uma gangue de jovens rebeldes que cometem vários crimes terríveis (estupros coletivos, invasão de casas, destruição de pertences de outras pessoas e etc). Após ser pego pela polícia e passar um tempo na cadeia, ele pede a alguém que envolva ele na técnica Ludovico. Essa técnica que foi criada como uma solução para a superlotação das cadeias, consiste em transformar jovens violentos em pessoas "boas", fazendo com que eles não consigam cometer nenhum tipo de violência. Alex decide aceitar a técnica para poder sair da cadeia mais cedo, já que se ele aceitasse, ele seria posto na sociedade de novo depois de 15 dias. O livro conta basicamente como funciona essa técnica e como ela poderia ser considerada inumana do modo que era aplicada e também trás questionamentos sobre o livre-arbítrio é um livro que te fará pensar muito nessas questões.

Minha opinião:
O livro escrito pelo Burgess que apresenta uma distopia que fala sobre a violência que se passa na Inglaterra, tem também uma linguagem própria que o autor criou conhecida como linguagem nadsat, que é a mistura de inglês com russo que os jovens das gangues usam. Na versão brasileira do livro possuí um glossário com o significado das palavras nadsat, mas o leitor pode optar por não usa-lo e entender a base do contexto e dedução sem problema nenhum. Eu tentei ler com o glossário mas no meio do livro acabei com preguiça de ir até o final dele só para olhar o que as palavras significavam e acabei só usando em casos de não entender o contexto. No começo do livro, eu não gostei muito e quase larguei, mas quando cheguei no meio foi quando eu comecei a achar ele interessante e daí em diante foi mais fácil de acabar de ler (claro), eu achei legal o modo como o autor aborda a questão da violência e da bondade na estória e também nos faz pensar nessas questões que ainda são presentes em nossas vidas atuais.

PS.: A narrativa é a visão do personagem principal.
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Drica 17/01/2017

Magnífica Leitura
O Laranja Mecânica me surpreendeu demais. Logo de início, fiquei com medo de desistir por causa dos "verbetes" usados pelo narrador Alex, mas depois, orientada por uma amiga leitora assídua, que não se importasse de início com o vocabulário e mergulhasse na história, pude aproveitar tudo o que o livro tinha de potencial.
Essa é uma distopia que vai fundo na problemática da violência dos grupos jovens e suas causas, além das possibilidades de tratamento e ressocialização. Até que ponto é possível condicionar os bons hábitos, sem contar com o livre-arbítrio? Até onde a ética deixaria de existir quando se obriga quem não quer mudar a fazer o que é certo?
Alex promoveu o "terror" e sofreu todas as suas consequências, mas será que isso foi capaz de mudar sua essência? O que aconteceu no final dessa trama? Eu aconselho essa leitura de grande valor a todos os que querem refletir sobre juventude, violência e soluções para o tratamento da criminalidade juvenil.
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Sil 16/01/2017

Horrorshow!
Devo confessar que quando terminei essa leitura me senti em choque. Mas passado um mês, percebi que ele precisava vir pra minha estante o quanto antes. Esse livro é muito foda!
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