Laranja mecânica

Laranja mecânica Anthony Burgess




Resenhas - Laranja Mecânica


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Gean 21/08/2017

Horrorshow!!!
História de um grupo de adolescentes delinquentes ingleses dos 1960. Me chamou a atenção da gíria desse grupo, um linguajar nunca visto antes por mim em livro algum. Maluco. Quanto ao livro em si, o material é de primeira, o papel liso, e a impressão e as imagens que o ilustram também. Horrorshow meus irmãozinhos!
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Rod 19/08/2017

O Cérebro de Todos é de Ferro
Interessante observar em um livro como a sociedade enxerga os adolescentes: animais perversos que só sabem destruir esta merda de cidade. Bem, é justamente isso que fazem Alex e seu grupo. Destroem uma máquina cinza e morta que controla todas as pessoas no enfadonho e precário conceito que definem como sociedade.
Fica claro que nos jovens mora a transgressão, únicos com energia para fazê-lo (transgressão no seu sentido transformador, não apenas criminoso), e por isso a sociedade, educadamente lobotomizada, esculacha aqueles que oferecem força para desbancar essa nojeira que chamamos de mundo moderno.
É maravilhoso ver ilustrado como os sentidos estão todos ao avesso, para fazer as laranjas mecânicas das pessoas perceberem de uma vez que o que seguem é o que são programadas pra seguir.
Burgess oferece uma chance para que nós nos redimamos, mas não posso dizer que compartilho de sua esperança... não como as coisas estão indo hoje em dia. É difícil plantar uma muda de planta em um cérebro de ferro.
Este livro não merece cinco estrelas. Merece todas que existem no céu.
Excelente.
Arte.
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Cris 09/08/2017

Horrorshow demais!
Me senti como se estivesse lendo uma versão do roteiro de "Assassinos Por Natureza" escrita por Thomas Pynchon.
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Leandro Moura 02/08/2017

Só li Laranja Mecânica 8 anos depois de ter visto o filme, e isso acabou sendo uma vantagem por ter me possibilitado um cerro grau de surpresa (afinal de contas, em 8 anos vc acaba esquecendo muita coisa).

A leitura é bastante complicada no começo por causa da gíria usada pelo protagonista. Tive que consultar o glossário várias vezes até ir me acostumando. Depois disso, a leitura flui muito bem e se revela até mais simples do que se imaginava no começo.

A trama é construída aos poucos, sem soar chata ou parada demais. O autor soube manter o interesse e construir uma atmosfera interessante.

A única crítica que eu faço é em relação ao rótulo de "distopia" que muitos críticos deram a Laranja Mecânica. Nao vejo Laranja Mecânica como completamente distópico. Muito pelo contrário: o livro é muito mais realista do que qualquer outra distopia. Talvez somente o condicionamento que o protagonista sofre pode ser encarado como distopia, mas mesmo assim não é nada de outro mundo, ainda mais levando-se em conta que praticavam castração química nos homossexuais na Inglaterra nos anos 50, 10 anos antes do Burguess escrever Laranja Mecânica.

Se em termos de distopia Laranja Mecânica é fraco, pelo menos ele se mantém incrivelmente atual, com discussões bastante pertinentes sobre criminalidade e punição estatal. O final tbm foi uma surpresa, apesar de não ser lá tão original.

Enfim, é uma boa leitura, desde que vc não se incomode com a linguagem usada pelos personagens. Se vc for do tipo que quer uma história mastigadinha, passe longe desse livro!
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Lamboglia (@estantedotibas) 25/07/2017

"A virtude vem de nós mesmos. É uma escolha que só a nós pertence. Quando um homem perde a capacidade de escolher, deixa de ser homem".

Autor: Anthony Burgess
Ano: 2012
Páginas: 352
Ed: Aleph .
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"A Clockwork Orange" (Laranja Mecânica) foi publicado pela primeira vez em 1962 e imortalizado 9 anos depois pelo filme de Stanley Kubrick. "Laranja Mecânica" não só está entre os clássicos eternos da ficção-distópica como representa um marco na cultura pop do séc XX. Nesta maravilhosa edição especial de 50 anos há ilustrações dos famosos cartunistas Dave Mckean, Oscar Grillo e do brasileiro Angeli. Há artigos e ensaios escritos pelo autor, inéditos em Língua Portuguesa, uma entrevista inédita com Anthonny Burguess, reprodução de seis páginas do manuscrito original, com anotações e ilustrações do autor, e muito mais!

Uma ótima leitura atemporal sobre a ultra violência moderna da juventude, "Ó meus irmãos", que é destacado muito bem em três partes o comportamento do jovem Alex. A parte mais intensa é a segunda, pois é ali que começa a aparecer os questionamentos levantados pela forma que o sistema tenta corrigir o condicionamento humano social através da terapia de Ludovico. Além da excelente leitura, há também o filme com o mesmo título dirigido pelo o diretor mais incompreendido e injustiçado da academia, Stanley Kubrick. Que consegue com maestria criar uma sátira intensa e complexa desta obra. Fazendo o uso também da boa e velha semiótica com o personagem principal, Alex, que consegue mudar o contexto de uma música (no filme) que traz felicidade para a ultra violência. Excelente! "Laranja Mecânica" ainda continua fascinando e desconcertando, leitores e cinéfilos mundo afora.
Obra-Prima! .
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Aline 07/07/2017

Horrorshow
Alexinho é aquele maltchique que vocês vão desprezar e por quem vão sentir pena ao longo da história, oh my brothers. Além da gíria, que você não deve tentar aprender antes de começar a história, gostei das provocações que o autor faz como quem não perguntou nada, de como vivemos isso hoje e essa quel toda.
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Wenndel 05/07/2017

Então, o que é que vai ser, hein?
Do que o livro fala você já sabe. Já deve ter ouvido falar, ou já viu o filme. Se não sabe, bem, espero que venha a saber.

É difícil montar uma ideia fixa e certeira do que é certo, ético, moral sob a ótica do mundo do livro. Laranja mecânica faz o leitor questionar seus próprios princípios.

A crítica claramente não está na história de Alex. Está no que o faz ser violento, e no que acontece com ele.

O livro é dividido em três partes. Que segundo uma analise da obra do Burgess significam as fases da vida até sua maioridade. (Três partes, vinte e um capítulos)

A primeira parte somos introduzidos a vida de Alex. E não ao mundo em que ele vive. Alex é um jovem violento, mas ele não vê aquilo como errado. Para ele aquilo é comum e aquilo é legal. O faz se sentir bem.

Termina com Alex começando a descobrir como as coisas funcionam. Como o mundo, pode ser tão violento quanto ele.

A segunda parte é a importante na minha opinião. Aqui Alex tem tudo para mudar. Ele vê os druguis o traindo. Ele vê os ditos companheiros o culparem. Ele vê que o lado que era pra ser bom, não é bom com todos. Não. É apenas bom com aqueles que eles julgam bons. Ele é torturado e perde inclusive aquilo que mais venera, ó irmãos. Ele quer ser mal não por que é mal. Mas porque é ele. Toda a tortura e experiência não o muda. Alex continua violento, porém agora é forçado a fingir aquilo que não sente apenas para viver sem dor. E aí é jogado na rua.

A terceira parte foca em trazer um fim para nosso Querido Narrador. Para o fim de suas coisas. Para o fim de laços fraternos. Para o fim de sua culpa. Para o fim de sua vida. Mas será mesmo o fim?

O controle que o estado e a política tenta colocar sobre tudo e todos me pareceu frágil para contra aqueles que são maus. Alex sofre. Por isso cresce. Ele não cresce por um sistema. Ele não deixa de ser mau. Ele só pensa que aquela maldade, que aquela ultraviolencia e aquela kal total, no fim não fosse aquilo que ele queria mesmo.
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Hipólito 02/07/2017

Uma Sátira Inteligente com Moloko Plus, Por Favor!
"Laranja Mecânica" (A Clockwork Orange, 1962), de Anthony Burgess, é de longe, uma das sátiras mais irresistíveis sobre como o cérebro humano é extremamente mutável diante de circunstâncias anormais. Tudo na obra nos leva à uma violenta realidade aonde seus personagens são vítimas de uma visão errônea sobre como escapar da mola gigante que os pressiona dia após dia - levando o ser humano ao que ele tem de mais baixo em seu senso de humor (transformado de forma invisível, em humor negro), tornando-se um opressor mais terrível e questionador do que a própria "mola gigante". Seu personagem principal, Alex Delarge, o líder da gangue protagonista, diverte-se à custa de sofrimento alheio, até ser preso e tornar-se cobaia de um experimento governamental que almeja erradicar a violência do ser humano, tirando-lhe a oportunidade de escolha, transformando-o em um robô. Alex, famoso por suas misturas de bebidas e drogas, vê-se dentro de um espetáculo de horrores, pois o que se sucede acaba por lançar seus personagens em uma montanha russa de emoções desenfreadas: Pode o monstro ser perdoado?
Bell.Lobo 03/07/2017minha estante
Faz troca?


Hipólito 04/07/2017minha estante
Olá, bom dia. Tudo bem?
Eu sou muito apaixonado por esta obra. Infelizmente, não pretendo trocá-la, pois ela me tocou de um jeito muito diferente. =)




Mirelli 01/07/2017

Poneou, drugui?
Leitura obrigatória junto com as outras distopias do século passado! Livro incrível! A linguagem nadsat foi uma ótima sacada! O livro é fluido e de fácil leitura. O protagonista Alex é de uma maldade extrema, mas é impossível não torcer por ele. A todo momento se espera que ele encontre a redenção. Mas será que há salvação para quem faz uso da ultraviolencia de uma forma tão natural? O livro faz pensar...
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Luana Ludmila 30/06/2017

Muito Horrorshow!!
Ó, meus amigos, que livro bom!
Embora a escrita do Burgess tenha um ar mais futurista, ele é puro realismo. Em nenhum momento eu odiei o Alex, pelo contrário, simpatizei muito. O Filme foi brilhante, pois trouxe o realismo e a singularidade do personagem, gosto mais ainda agora. Além do vocabulário criado pelo autor, que foi incrível, temos a crítica sobre o o modelo de "cidadão exemplar" criado pelo Estado como forma de manipular e manter o domínio sobre a população. Ah, as gírias passam a fazer parte do nosso vocabulário, não há como fugir. Excelente obra, fascinada!
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Alcione 27/06/2017

Horrorshow!!
Totalmente viciante.Real e plausível.Nos faz perceber que o mal reside em cada um.Me diga com quem andas que digo quem tu és.Achei bastante envolvente e reflexivo!!Recomendo.
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Juliana.Gomes 21/06/2017

Ótimo livro
Livro mt bom
Bruno 21/06/2017minha estante
Que comentário mais superficial.
Não agregou nada a ninguém.
Pessoa sem conteúdo e simplória .
Patética


Juliana.Gomes 21/06/2017minha estante
KKKKKKKKK sai daí louco




Luana 05/06/2017

Horrorshow
Estava eu em minha domi pitando meu moloko e pensando com minha gúliver em zasnutar um pouco, quando resolve sobiratar um livro para ler e para minha surpresa meus glazis se deparam com – LARANJA MECÂNICA.
Então o que é que vai ser, hein?
Vós, Ó meus irmãos não vão acreditar, mas neste livro conta-se a razkaz do maltchik Alex e seus druguis, uma shaika ou banda de prestupnik, perversos que só Bog mesmo para ter misericórdia deles.
Laranja Mecânica conta uma história horrorshow, um romance distópico de Anthony Burgess publicado em 1962, que se passa numa Inglaterra futurista e perturbadoramente comparável com os dias atuais, porque embora a narração contada, seja, assustadoramente violenta e de certa forma antiga já que foi escrita em 62, muito se parece com o que podemos ver e ouvir, hoje.
São características dessa sociedade não tao futurista assim (minha opinião), a ultraviolência dos jovens, que adoram se drogar, roubar, e praticar violência gratuitamente, eles tem prazer em ser o que são, ha narração acontece em primeira pessoa onde o pequeno Alex conta suas façanhas violentas e suas experiências com autoridades estaduais que possuem a intenção de reformá-lo. Ao longo da história vemos jovens degenerados e sem pudor algum, nem amor pelo próximo, sem respeito por ninguém, jovens fingidos e dissimulados. Vemos um governo inútil (qualquer semelhança e mera coincidência). Um livro bizumni, chudesni, horrorshow mesmo, com palavras bizumni já que Burgess criou literalmente uma gíria com origens no inglês e no russo tudo misturado, chamada Nadsat, ou seja, é uma história de difícil leitura e muito, mas muito bizumni, mas que te leva a questionar muitas teorias?! Como, é realmente uma distopia o que nele está sendo contado, ou ouvimos sobre isso todos os dias nos jornais, a cura dessa sociedade pobre e podre, bolnói será realmente possível um dia?!
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Kalyne Lauren 28/05/2017

Resenha
O livro é um romance distópico, onde a historia se passa na sociedade inglesa repleta de violência juvenil. Dividido em três partes e narrado em primeira pessoa por nosso personagem principal: Alex, um jovem extremamente violento e agressivo. O livro nós faz questionar e refletir sobre até onde vai a maldade e a violência humana. A narrativa é um pouco confusa, o autor usou uma gíria influenciada pelo russo e inglês, chamada "Nadsat", algumas palavras foram fáceis de entender o significado, outras nem tanto, por sorte existe o glossário com todos os significados dessa gíria. Na primeira parte da história, vemos Alex e seus três “drugues” ou amigos, fazendo altas barbaridades sem motivo nenhum as pessoas, apenas por prazer próprio. Foi extremamente revoltante e agonizante ler algumas dessas cenas. Principalmente uma cena de estupro, da qual foi baseada em fatos reais. Porem as coisas acabam dando errado, Alex é condenado e vai para a prisão, e é lá que ele passa pelo tratamento Ludovico. Um tratamento de modificação de comportamento experimental que prometia retirar todo o gosto e instinto pela violência dos cidadãos. O que não sabíamos é o quão forte e intenso seria esse tratamento, fiquei agoniada, mas não consegui sentir nem um pingo de dó do Alex (sou uma pessoa ruim?). A terceira parte nos mostra a vida para a qual Alex voltou, não vou contar se o tratamento deu certo ou não, isso vocês terão de ler para descobrir haha. Foi bastante difícil prosseguir com essa leitura, além de estar completamente fora da minha zona de conforto e como uma estudante do curso de Direito, por varias vezes cheguei a pensar em desistir e escolher uma outra distopia para encerrar a Dinâmica. Mas como ganhei o ebook da Amazon, graças aquela polemica “Amazon vs João Doria” (google.com), e como sempre quis conhecer essa história, fui forte e não abandonei. Não indico para quem tem o estômago fraco e se impressiona muito com qualquer coisa, a história é pesada. Porem retrata a realidade, a violência não é algo novo, ela existe há bastante tempo e em todos os lugares.
“Bondade é algo que se escolhe, quando um homem não pode escolher, ele deixa de ser um homem”.


site: https://www.instagram.com/oreinoliterario/
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