Laranja mecânica

Laranja mecânica Anthony Burgess




Resenhas - Laranja Mecânica


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Juliana.Gomes 21/06/2017

Ótimo livro
Livro mt bom
Bruno 21/06/2017minha estante
Que comentário mais superficial.
Não agregou nada a ninguém.
Pessoa sem conteúdo e simplória .
Patética


Juliana.Gomes 21/06/2017minha estante
KKKKKKKKK sai daí louco




Luana 05/06/2017

Horrorshow
Estava eu em minha domi pitando meu moloko e pensando com minha gúliver em zasnutar um pouco, quando resolve sobiratar um livro para ler e para minha surpresa meus glazis se deparam com – LARANJA MECÂNICA.
Então o que é que vai ser, hein?
Vós, Ó meus irmãos não vão acreditar, mas neste livro conta-se a razkaz do maltchik Alex e seus druguis, uma shaika ou banda de prestupnik, perversos que só Bog mesmo para ter misericórdia deles.
Laranja Mecânica conta uma história horrorshow, um romance distópico de Anthony Burgess publicado em 1962, que se passa numa Inglaterra futurista e perturbadoramente comparável com os dias atuais, porque embora a narração contada, seja, assustadoramente violenta e de certa forma antiga já que foi escrita em 62, muito se parece com o que podemos ver e ouvir, hoje.
São características dessa sociedade não tao futurista assim (minha opinião), a ultraviolência dos jovens, que adoram se drogar, roubar, e praticar violência gratuitamente, eles tem prazer em ser o que são, ha narração acontece em primeira pessoa onde o pequeno Alex conta suas façanhas violentas e suas experiências com autoridades estaduais que possuem a intenção de reformá-lo. Ao longo da história vemos jovens degenerados e sem pudor algum, nem amor pelo próximo, sem respeito por ninguém, jovens fingidos e dissimulados. Vemos um governo inútil (qualquer semelhança e mera coincidência). Um livro bizumni, chudesni, horrorshow mesmo, com palavras bizumni já que Burgess criou literalmente uma gíria com origens no inglês e no russo tudo misturado, chamada Nadsat, ou seja, é uma história de difícil leitura e muito, mas muito bizumni, mas que te leva a questionar muitas teorias?! Como, é realmente uma distopia o que nele está sendo contado, ou ouvimos sobre isso todos os dias nos jornais, a cura dessa sociedade pobre e podre, bolnói será realmente possível um dia?!
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Kalyne Lauren 28/05/2017

Resenha
O livro é um romance distópico, onde a historia se passa na sociedade inglesa repleta de violência juvenil. Dividido em três partes e narrado em primeira pessoa por nosso personagem principal: Alex, um jovem extremamente violento e agressivo. O livro nós faz questionar e refletir sobre até onde vai a maldade e a violência humana. A narrativa é um pouco confusa, o autor usou uma gíria influenciada pelo russo e inglês, chamada "Nadsat", algumas palavras foram fáceis de entender o significado, outras nem tanto, por sorte existe o glossário com todos os significados dessa gíria. Na primeira parte da história, vemos Alex e seus três “drugues” ou amigos, fazendo altas barbaridades sem motivo nenhum as pessoas, apenas por prazer próprio. Foi extremamente revoltante e agonizante ler algumas dessas cenas. Principalmente uma cena de estupro, da qual foi baseada em fatos reais. Porem as coisas acabam dando errado, Alex é condenado e vai para a prisão, e é lá que ele passa pelo tratamento Ludovico. Um tratamento de modificação de comportamento experimental que prometia retirar todo o gosto e instinto pela violência dos cidadãos. O que não sabíamos é o quão forte e intenso seria esse tratamento, fiquei agoniada, mas não consegui sentir nem um pingo de dó do Alex (sou uma pessoa ruim?). A terceira parte nos mostra a vida para a qual Alex voltou, não vou contar se o tratamento deu certo ou não, isso vocês terão de ler para descobrir haha. Foi bastante difícil prosseguir com essa leitura, além de estar completamente fora da minha zona de conforto e como uma estudante do curso de Direito, por varias vezes cheguei a pensar em desistir e escolher uma outra distopia para encerrar a Dinâmica. Mas como ganhei o ebook da Amazon, graças aquela polemica “Amazon vs João Doria” (google.com), e como sempre quis conhecer essa história, fui forte e não abandonei. Não indico para quem tem o estômago fraco e se impressiona muito com qualquer coisa, a história é pesada. Porem retrata a realidade, a violência não é algo novo, ela existe há bastante tempo e em todos os lugares.
“Bondade é algo que se escolhe, quando um homem não pode escolher, ele deixa de ser um homem”.


site: https://www.instagram.com/oreinoliterario/
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Ferreirinha 25/05/2017

Intenso
Laranja Mecânica é um livro que não consigo definir claramente. O que posso dizer que apesar de muitas pessoas reclamarem da "língua falada" no livro ser um fator que bloqueia a leitura eu não me senti assim.
Consegui imaginar todas as cenas, inclusive as mais violentas mas não tive vontade de assistir ao filme. A história de Burgess durante a escrita desse livro e fantástica e nos faz desejar realmente lê-lo.
Só não dou 5 estrelas porque tinha uma expectativa absurda no livro e no fim não cumpriu 100% para mim.
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Juliana 24/05/2017

Laranja Mecânica - Anthony Burgess

Laranja Mecânica é um livro atemporal. Foi lançado em 62 pelo escritor Anthony Burgess e desde então tem o poder de chocar qualquer um que o leia. Ele foge dos estereótipos e apesar de sua primeira edição ter sido lançada a mais de 50 anos, parece que foi escrito nos dias atuais.E isso que o torna tão único.
Em um mundo futurista a violência tomou proporções gigantescas. a maioria dos jovens são um problema para a sociedade e o Governo quer aplacar a violência com mais violência.
É em meio a este caos que conhecemos o narrador e protagonista da história, o jovem Alex, que com apenas 15 anos já cometeu tanta violência que seria impossível explicar.
Entre roubos, estupros e violência gratuita com os mais velhos, vamos sendo levados pela vida e rotina dele, líder de mais uma gangue que assola a cidade. Com o pouco policiamento e a falta de infra-estrutura na cidade, sobra oportunidades para jovens como Alex, vandalizarem a cidade e seus moradores.

A juventude precisa acabar, ah sim. Mas a juventude é apenas quando nos comportamos tipo assim como animais.

Alex me levou por uma espiral de sentimentos.Primeiramente me senti enojada por sua completa falta de humanidade. Aos poucos fui sentindo pena dele, pensando se ele não seria apenas reflexo do mundo na qual ele vive.
Sem omitir nenhum detalhe de toda brutalidade, Burgess nos dá um tapa na cara, nos faz refletir, nos deixa pasmos ao mesmo tempo impressionados.
É difícil não se chocar com a narrativa crua e sincera do autor, ao mesmo tempo em que pensamos que o futuro violento imaginado por Burgess é na verdade os dias atuais.
Culpo Alex pelos crimes que cometeu, culpo seus pais por não saber educa-lo, culpo a sociedade por criar mais um marginal, culpo o Governo por tentar aplacar a violência com mais violência.

"Ser bom pode ser horrível. E quando digo isso a você percebo o quão autocontraditório isso soa."

Para gerar ainda mais uma estranheza, o autor criou uma linguagem própria usada pelo Alex, que, ao mesmo tempo que nos confunde e nos atrai.
A princípio tive dificuldade em acompanhar o texto, por conta dessa linguagem própria, mas logo nos habituamos e fica fácil entender o que o Alex quer nos passar em sua narrativa. É ao mesmo tempo bizarro e curioso.
O ápice da história se dá quando Alex passa pela terapia Ludovico onde o Governo molda a personalidade de Alex e o faz ter aversão de violência.
Isso me fez questionar até que ponto o Governo pode intervir em nossas vidas? Seria realmente certo e justo muda-lo em prol da sociedade? Ou esse é apenas o meio mais fácil de alcançar bons resultados? Alex é apenas mais um no sistema. Ele pode ser eu ou você, mais um na multidão sendo engolido pelo sistema.

"Será que eu serei apenas uma laranja mecânica?"

O que mais me encantou neste livro foi a rudeza do autor, Muitas vezes fingimos que a violência não faz parte do nosso dia-a-dia, escondendo a verdade embaixo do tapete, e vem Burgess e joga sal na ferida.
Alex representa cada jovem, cada desesperança, cada atrocidade que vemos na TV. Engaçado que mesmo vendo os jornais, ler esse livro me impressionou mais do que qualquer notícia que já tenha visto. Talvez pela simplicidade com a qual o protagonista conta sua história,
Um livro que, sem dúvida alguma, vou levar no coração.

"E, portanto, de vosso pequeno drugui, recebam um adeus."

site: http://www.livrosemcontexto.blogspot.com.br
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Ionah 16/05/2017

Tripé da ficção científica
A base da literatura de ficção, se encontra em 1984 de Orwell, Admirável mundo novo de Huxley e Laranja mecânica de Burgess. Esses três livros expressam os melhores cenários distópicos e apocalípticos da literatura, assim me dispus a ler (ainda falta Admirável mundo novo, mas já está na lista) . Laranja mecânica é um livro que trás um cenário onde a violência é abrangente, nesse ínterim conhecemos o nosso humilde narrador Alex e assim acompanhamos a sua adolescência/juventude, que são divididas em 3 partes de 7 capítulos. No primeiro momento somos ambientados da sociedade do livro e dos atos criminosos de Alex e seus "druguis". No segundo momento a interferência da sociedade na vida de Alex e no fim seu crescimento/reflexões.

O livro, é curto (a edição que eu li tinha apenas 200 páginas), mas não é rápido de ler. Burgess é um linguístico fantástico ao criar o nadsat (ri muitas vezes das palavras utilizadas), e o que faz com que a leitura seja lenta para assimilar o que está sendo exposto por Alex. A história distópica trás em poucas páginas como a sociedade pode se tornar, a violência e o retrato das decisões humanas.

Eu favoritei esse livro, então recomendo muito a leitura. É muito rica e trás grande reflexão a quem ler.

Diverte-se com ele (:
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Naveganttes 14/05/2017

Laranja em construção
Muito bom esse livro, conta detalhadamente a história de laranja mecânica desde a construção até o tão inesperado sucesso.
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spoiler visualizar
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Tatiana.Bianque 23/04/2017

Indignada... Confusa...
É difícil pensar que alguém leu esse livro sem consultar o glossário em algum momento, em minha opinião totalmente necessário. Sei que serei julgada por isso, mas é minha opinião. Acho que Alex mereceu tudo que fizeram com ele, e acho que poderia ter sido pior. Apesar da pouca idade ele era doentio e cruel, nunca chegou a se arrepender de nada fez, sei que é complicado, mas sou a favor de punições cruéis para crimes hediondos, concordei com um dos personagens quando disse: "Empilhe criminosos juntos e .... você obtém criminalidade concentrada..." Em determinados indivíduos, privá-los de liberdade, não é suficiente como castigo.
Creio que as disputas políticas por conta destes métodos, pra mim, tiveram mais destaque que os métodos usados pra tentar expurgar a violência de um delinquente, que a meu ver, foi temporário, a verdade é que a violência nunca deixou de existir, só esteve contida pelas sensações por associação, obtidas com o "tratamento" do governo.
A violência tem tomado cada vez mais espaço na sociedade atual, e quando é que isso vai diminuir? É fácil dar opinião quando não se é uma vítima, hoje em dia, bandidos tem mais direitos que os cidadãos honestos. É revoltante.... Tem uma parte do livro em que Alex é amparado e cuidado por uma das pessoas a quem ele fez muito mal, e nem assim ele sentiu qualquer remorso. Queria que o final tivesse sido diferente, achei injusto...
Se gostei do livro? Acreditem, não sei dizer....
Me irritou bastante, trouxe assunto para longas e longas discussões e muita confusão....
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Presente do Ler 20/04/2017

Nós e a Laranja
"É inegável o caráter político dessas duas obras literárias: “nós” do russo Ievguêni Zamiátin e “Laranja Mecânica” do inglês Anthony Burgess. Essas obras nos apresentam abstrações importantíssimas no que diz respeito à estados totalitários e indivíduos manipulados."

Leia na íntegra: https://presentedoler.com/2017/04/20/nos-e-a-laranja/#more-5753

site: https://presentedoler.com/2017/04/20/nos-e-a-laranja/#more-5753
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Sil 19/04/2017

Preciso comprar
Li esse livro emprestado em 2014 e não tinha gostado muito quando terminei. Porém quanto mais eu ruminava o livro, mais gostava dele! Agora em 2017, decidi que quero relê-lo. Horrorshow!
Andreia.Paula 23/04/2017minha estante
Acabei de comprar esse livro! ?


Sil 24/04/2017minha estante
Se prepare! Possui uma linguagem beeem diferente, e pode ate ser meio confuso, mas é um baita livro, sem duvida. Abraços


Andreia.Paula 30/04/2017minha estante
Há um filme sobre? Ou estou enganada?


Sil 03/05/2017minha estante
Existe sim, bem antigo e perturbador.




Fernando 14/04/2017

O que é que vai ser, hein? Um livro com violência, reflexão e essa kal toda... ;)
O livro é dividido em 21 capítulos divididos em 3 partes. A questão de ser vinte e um, não é por acaso, isso representa a trajetória de amadurecimento, até maioridade, apesar de a estória se passar em um período de três a quatro anos.

Na primeira parte fiquei "chocado" com tamanha violência empregada pela personagem e seus druguis. Também com a coragem do autor de colocar o criador de Laranja Mecânica, como parte das estória, ainda mais em uma cena tão forte.
A primeira parte envolve muita violência, até ele ser preso.

Segunda parte, na cadeia, Alex se mostra um cara esperto que se aproxima de um pastor e, faz de tudo para agradar aos diretores, com a intenção de diminuir sua pena. Após dois anos de cadeia, um acontecimento chave, muda seu destino. Ele vira uma cobaia.

Na terceira parte, ele volta as ruas e tenta voltar a sua vida antiga, mas seu passado vai retribuir toda a maldade que ele causou (quase tive dó dele).

Muito interessante saber o rumo que as personagens tomam. Fiquei orgulhoso de Pete.
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Yvan 27/03/2017

Horrorshow
55 anos depois de escrito na Inglaterra e temos uma realidade tão atual onde temas como violência, sistema carcerário, punição, livre-arbítrio e etc continuam tão corriqueiros. Ele abala com sua ideologia sobre esses assuntos com facilidade.
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Ana Paula Sesterheim 17/03/2017

Resenha do blog Cantinho Geek
O livro é narrado pelo jovem Alex, de 15 anos, que é o líder de um grupo de delinquentes que sempre faltam a aula para cometer atrocidades, tais como: estupros, espancamentos, roubos, etc; apenas por diversão. Em uma noite a amizade deles é posta a prova, mas o poder sobe a cabeça dos amigos de Alex, que não aguentam mais suas ordens e acabam por tramar um plano que o fará ir preso. Na tentativa de estuprar uma mulher, ela acaba reagindo e, sem querer, Alex a mata e leva a culpa, já que seus amigos o abandonam.

Apesar de acreditar que não aconteceria nada demais nesta parte, é aí que começa a história de verdade: Ele vai preso, mas representantes do governo querem alguém extremamente violento para um experimento chamado Técnica Ludovico, e Alex acaba por se dispor a faze-lo, pois acredita que será fácil e também sabe que se colaborar com eles, sairá mais rápido da cadeia. E é aí que seus problemas apenas começam.

Ele é submetido a tortura psicológica por dias e elas tem como objetivo mudar a personalidade brutal do nosso protagonista, ou seja, ele assiste a vídeos de estupros coletivos, assassinatos, roubos, etc; para aprender que é errado. O governo o obriga a continuar com o tratamento até o fim, para provar aos demais que é possível mudar a parte sombria de alguém ensinando-o a repudiar atos que vão contra a sociedade. Obviamente isso o afeta de uma maneira brutal e nosso protagonista não poderia sair dali com a mente ilesa, em várias partes podemos ver o quanto ele ficou perturbado com todo o ocorrido, mas há mais coisas além disso.

No livro há toda uma questão de ideologia e não tem como ser o mesmo depois de lê-lo. É terrivelmente assustador, mas há uma beleza nele também. Alex é sombrio, mas um fã nato de Beethoven e músicas clássicas, assim como de cultura.

Outra coisa que é notável é o amadurecimento do personagem, e é sempre incrível ver que o protagonista aprende com os próprios erros. No início vemos um Alex com a mente de um adolescente, mas depois nos deparamos já com um homem feito, que realmente se preocupa com seus atos de antigamente.

A escrita é muito diferente, o autor criou um vocabulário próprio para o livro chamado Nadsat, e isso fica na cabeça. Por exemplo, a palavra "drugue" significa "amigo", mas há várias outras palavras e termos criados que são bem divertidos. Todas são junções do Inglês com Russo, o que acabou marcando muito Laranja Mecânica. Outro fato importante é que a Editora Aleph explica essas gírias traduzidas e podemos ver que eles realmente tiveram muito cuidado com a tradução para não deixar sem nexo, já que são palavras inventadas pelo próprio Anthony Burgess.

A versão que eu li era a de 50 anos e traz várias curiosidades sobre o livro:
_ Trechos do livro restaurados pelo editor inglês;
_ Notas culturais do editor;
_ Ilustrações exclusivas de Angeli, Dave McKean E Oscar Grillo, entre outras.

Outra coisa legal é que essa edição é com jacket, ou seja, o livro tem uma capa removível. Gostei muito disso e da imagem também, pois ela tem um certo significado para o nosso protagonista.

Então, quem ainda não leu, leia! A edição de 50 anos é maravilhosa e vale muito a pena comprar, sem falar que quem ainda não conhece a história está perdendo um livro maravilhoso com ótimas críticas, mas prepare seu psicológico, pois ele nunca mais será o mesmo.

site: http://www.cantinhogeek.com/2017/02/resenha-laranja-mecanica-anthony-burgess.html
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Bela Libório 02/03/2017

Para ver minha opinião, fotos e mais detalhes, acesse a resenha no blog! Link no fim desse texto:

- A história:
Alex DeLarge é um amante da música que faz parte de uma gangue de garotos formada para assombrar a metrópole em que vivem. Apesar de ter somente 15 anos, ele não pensa duas vezes antes de praticar atos de violência extrema, incluindo estupros, roubos, invasões de domicílios e até assassinatos. E tudo isso só lhe traz um enorme prazer.

“Estou falando sério sobre isso com vocês, irmãos. Mas eu faço o que faço porque gosto de fazer.”

É numa dessas invasões que algo dá errado e Alex acaba sendo pego pela polícia, ao contrário de seus amigos, o que o faz sentir-se extremamente traído. Depois de passar alguns longos dias na prisão, submetem o garoto a um novo tratamento que anda sendo falado pela cidade com o objetivo de acabar com esse seu desejo por violência e torná-lo um “homem bom”: a Técnica Ludovico.

“- Será sua própria tortura – ele disse, sério. – Espero, por Deus, que essa tortura enlouqueça você.”

Alguns dias de torturas desumanas se passam e todo esse processo, principalmente a consequência dele, nos faz refletir muito sobre diversos assuntos, como o livre-arbítrio. É claro que Alex sai diferente daquele lugar, mas será que tudo isso mudou seu modo de pensar?

“- O que Deus quer? Será que Deus quer bondade ou a escolha da bondade? Será que um homem que escolhe o mal é talvez melhor do que um homem que teve o bem imposto a si?”

site: http://www.letitbela.com/2017/03/resenha-laranja-mecanica.html
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