Amar é relativo

Amar é relativo Sophie Kinsella




Resenhas - Amar é Relativo


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Simone MK 01/12/2021

Sou fã de Sophie Kinsella! Desde que li o primeiro Becky Bloom não perco um livro lançado, e sempre faço questão de comprar o físico, pra manter na estante a coleção completa! Estava entusiasmada como sempre fico com os lançamentos dela, mas dessa vez me decepcionei!

O livro é moroso, fraco, previsível, irreal, clichê. Parece ter sido escrito para adolescentes, YA (Young Adult). A protagonista (Ava) é chata, imatura, tem quase 30 anos, mas age como se tivesse 15! Me irritou!

Sem dúvida não chega nem perto do nível dos livros anteriores da autora. Uma pena! Espero que os próximos sejam melhores!
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VithAria.Sousa 29/11/2021

Amar é relativo
Livro péssimo....os protagonistas o Matt e a Ava o relacionamento dele no começo é horrível, não tem química nenhuma, não tem construção muito boa e foi rápido demais tbm, eles decidiram ter um relacionamento sem saber nada um do outro, sem bagagem emocional e isso estragou tudo o que eu estava esperando...um romance clichê
Quando eles voltaram pra vida real, foi brigas atrás de brigas porque começaram a ver a vida do outro...a Ava é extremamente chata, que vive num apartamento caindo aos pedaços, ela começa a coisas e nunca termina e Matt é um cara legal mais contando a história dele pareceu artificial demais, a ava achou que poderia mudar o Matt só porque ela é vegetariana

Terminaram e meses depois eles se reencontraram e tentam de novo, eu acredito que eles eram imaturos demais pra um relacionamento, meses depois eles mudaram muito

Não gostei muito do livro não me decepcionei
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Fran 27/11/2021

Complicado
Apesar de ser divertidíssimo e de eu ter gargalhado muito durante a leitura, achei esse o pior livro da Sophie que já li. Sério, o casal se apaixona em questão de dois dias, mesmo sem nem saber o mínimo um do outro. Entendo a crítica que ela quis fazer, porém o problema só piora. Todos os personagens são péssimos. O Matt e o Holandês definitivamente não são o mesmo personagem, porque é tudo tão diferente um do outro que não consigo aceitar, e sinceramente não gosto do Matt. A Ava só me deu raiva, porque sim, ela fala o tempo todo que não tem critérios, mas ela só sabe colocar regras. A família do Matt e ele próprio talvez seja a parte alta do meu ranço, o comportamento deles é inaceitável. Enfim, se tem uma coisa que a Kinsella faz bem é criar personagens completamente detestáveis.
(Três dias de leitura).
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Van 25/11/2021

Não sei porque li até o final. Talvez na força do ódio esperando que não pudesse ser tão ruim, mas era sim. Todos os personagens são chatos, irritantes e sem noção, a autora estragou até o cachorro! Só recomendo se quiser revirar os olhos a cada parágrafo lido.
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-K 25/11/2021

Um desperdício
Em Amar é Relativo, temos uma protagonista que conhece um homem em um retiro de escrita criativa, e ambos se apaixonam perdidamente em 15 segundos e sem motivo nenhum. Após uma semana, o casal descobre que moram em Londres, e passam a se inserir um na vida do outro, e o grande problema começa aí, levando em consideração de que ambos são o exato esteriótipo de oposto, sendo Ava a mulher insegura, irresponsável, e um tanto neorótica, enquanto Matt é o homem que odeia seu trabalho, não tem voz ativa na família, e apesar de ser muito bem sucedido no emprego, mora com dois amigos ainda mais esteriotipados, cuja única serventia é formar par romântico com as amigas de Ava. O livro é narrado em primeira pessoa da perspectiva de Ava, e isso foi que me deixou mais irritada, por que ela está constantemente criando coisas na sua cabeça, e fica mudando de ideia o tempo inteiro, além de ser extremamente insegura com a ex de Matt, pelo simples fato dos pais dele gostarem dela, mesmo ele não dando absolutamente nenhum indício que de esteja remotamente interessado na garota. O livro tem apenas dois aspectos interessantes: costumes austríacos, e quero dizer apenas a cena da sauna, que era algo que não sabia sobre o país, e a doença de Lúpus, que foi pobremente trabalhada, mencionando apenas alguns aspectos da doença em uma cena, e só isso. Como todo livro de comédia romântica, tem o grande término para ter a grande mudança e o grande gesto de amor, que até que poderia fazer sentido, se não tivesse um salto temporal de seis meses, deixando o leitor sem saber as motivações das mudanças e como elas aconteceram. E o final, a cena da janela, não faz sentido nenhum, a protagonista passa o livro inteiro demonstrando que o cachorro é o que ela mais ama na vida, e simplesmente esquece do coitado para ter minutos de conversa sincera com Matt no momento em que deveriam verificar se o cachorro se feriu. Enfim, esse foi o pior livro da Sophie que já li, e não recomendo. Caso você queira ler uma comédia romântica bem sessão da tarde, opte por Minha Vida Não Tão Perfeita, ou O Segredo de Emma Corrigan.
juragni 25/11/2021minha estante
Também gosto muito da Sophie, que conheci lendo Becky Bloom... Mas acho que ela tem livros fantásticos e melhores que os da série da Becky (embora isso seja difícil), como por exemplo "Menina de vinte", e "Samantha Sweet". Mas de qualquer forma, vou dar uma chance para esse novo, já comprei e vou ler. Vamos ver.




Debora.Oliveira 24/11/2021

"As vezes a vida precisa simplesmente de uma reviravolta."
Amo os livros da Sophie Kinsella e esse não foi diferente! Esse livro contém: uma personagem cômica, um pet muito temperamental e muitas risadas com as suas trapalhadas.
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Gramatura Alta 20/11/2021

http://gramaturaalta.com.br/2021/11/18/amar-e-relativo/
Ava está de saco cheio dessa história de procurar namorado em aplicativos de encontros. Na verdade, ela nunca gostou muito disso… sempre preferiu um encontro cara a cara e seguir a própria intuição a confiar em algoritmos que prometem o par ideal.


Depois de um término recente, ela decide não pensar em homens por um tempo e parte para um retiro de escrita na Itália na qual todos os participantes são proibidos de revelar sua verdadeira identidade ou dar qualquer detalhe de sua vida pessoal. Eles não podem nem sequer usar celular, o que para ela é um desafio, já que o grupo de Whatsapp com suas três melhores amigas não para. Além disso, ela precisa ter notícias de seu cachorrinho, que ficou com uma delas. Então, sem contato com o mundo exterior, Ava pretende se concentrar única e exclusivamente no livro que está escrevendo.

Isso até ela conhecer alguém que acha interessante. Tudo o que Ava sabe sobre o cara que se autodenomina Holandês é que ele é divertido e gente boa. Os dias passam como em um sonho; tudo é perfeito, o céu está sempre azul e ensolarado, a comida é deliciosa, as tardes são inesquecíveis… mas chega o dia de voltar para a realidade.

De volta a Londres, Ava finalmente descobre que o cara por quem já está caidinha se chama Matt. E, à medida que o universo de faz de conta dá lugar ao mundo real, eles vão entendendo que o universo de ambos é bem diferente. Os dois estão completamente apaixonados um pelo outro, porém, em pouco tempo, fica óbvio que eles não são lá tão compatíveis como haviam imaginado… Por mais que se amem, simplesmente não conseguem se adequar à rotina um do outro. Será que Ava e Matt são capazes de superar suas diferenças e viver uma vida juntos?

AMAR É RELATIVO é uma história otimista, engraçada, inteligente, que traz aquela fórmula de encontros e desencontros entre dois personagens, até que eles finalmente conseguem se ajustar, ou talvez não. Ava e Matt são bem desenvolvidos, que se metem em situações inadequadas, rodeados por personagens secundários que dão o toque final à trama.

Ava e Matt são aquelas pessoas solteiras que possuem vidas completamente cheias de coisas que acham que importam mais do que qualquer relação. Numa relação a dois, é necessário abrir mão de algumas preferências, e o segredo do sucesso é exatamente equilibrar essas escolhas, para que uma pessoa não precise abrir mão de mais coisas do que a outra. Obviamente, Ava e Matt agem e reagem de maneiras diferentes.

AMAR É RELATIVO possui alguns problemas de construção comuns em livros do gênero, como a protagonista que se apaixona rápido demais, personagens fisicamente perfeitos, atitudes machistas e pretensiosas do personagem masculino que são toleradas como algo normal, entre outros detalhes que, não sei bem o motivo, são toleradas por quem lê ou consideradas normais por serem um reflexo da realidade ao invés de cobrarem por mudanças que poderiam, exatamente, mudar a forma de pensar das pessoas reais.

Enfim, AMAR É RELATIVO, tirando essas partes comuns a tantos outros livros, deve agradar a quem gosta de um romance leve com algumas tiradas engraçadas. Boa leitura!

site: http://gramaturaalta.com.br/2021/11/18/amar-e-relativo/
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Kennia Santos | @LendoDePijamas 18/11/2021

AVA É UMA DAS PERSONAGENS MAIS SEM NOÇÃO QUE JÁ CONHECI
Ava terminou um relacionamento recentemente e resolve “dar um tempo” dessas coisas de relacionamento. Com o incentivo de suas três melhores amigas - Sarika, Maud e Nell - ela resolve ir à Itália para um retiro de escritores, onde pretende buscar inspiração para escrever seu livro, um novo projeto.

Então ela parte rumo à Itália, mas as coisas não acontecem bem como ela imagina: ao invés de focar no seu novo projeto, no retiro ela conhece um cara, conhecido como “Holandês”, com quem começa uma relação tórrida de amor “à primeira vista”.

Isolados do mundo real, Ava e Holandês vivem em um conto de fadas, onde ambos se amam e nada abala a relação deles, nem família, trabalho, ou diferenças. Ela não acredita na sorte que teve em encontrar o cara perfeito.

Mas quando retornam à Londres, se deparam com a vida real e… percebem que na verdade, estão muito longe de ser perfeitos um para o outro.

Em “Amar é relativo”, vemos mais uma vez Sophie Kinsella trazer histórias hilárias com um quê de reflexão, como têm sido em seus últimos lançamentos.

A diferença é que: ESSE LIVRO É PÉSSIMO.

Nessa história, tem TUDO que eu ODEIO:

GENTE INCONVENIENTE
GENTE PIDONA
GENTE SEM NOÇÃO
GENTE COM A SÍNDROME DE “ALICE NO PAÍS DAS MARAVILHAS”
GENTE IMATURA
GENTE INCONSTANTE

Pra vocês terem ideia, eu revirei TANTO os meus olhos lendo esse livro, que até do cachorro eu senti raiva. Gente, até do cachorro. E doguinhos são tudo.

Começando, temos Ava: uma mulher de quase 30 anos que vive em um apartamento remendado que ela chama de 'arte' mas pra mim, é gambiarra, e vive do jeito 'deixa a vida me levar', acha que é dona da verdade, fala uma coisa quando na verdade quer outra e não tem senso de realidade.

Ava começa o livro dizendo que quer dar um tempo nos relacionamentos, paga horrores para ir nesse retiro particular e a primeira coisa que ela faz quando chegar lá é ficar babando no cara que aparece. BABANDO MESMO.

E quando o cara dá a brecha, ela vive 3 momentos com ele e já está: EU TE AMO, VOCÊ É A COISA MAIS PERFEITA QUE JÁ ME ACONTECEU. Eu queria estar exagerando, mas não estou. São exatamente essas palavras que ela pensa.

Instalove quando o livro é YA a gente até entende, porque são jovens e tal… mas não uma mulher adulta. Fala sério.

Daí a gente pensa, 'não, o cara vai barrar esse exagero todo'.

Ele não barra. Ele vai na onda do eu te amo junto. A gente nem consegue torcer pelo casal, porque os dois aparecem e JÁ ESTÃO SE PEGANDO E NO EU TE AMO E TUDO.

A diferença é que, ele tem muito mais noção que ela. Mas meu respeito por ele já acabou antes de começar, com esse incentivo ao instalove.

Pronto, já sabemos que Ava é sem noção e 'Holandês, vulgo Matt' vai na onda de muita coisa.

Agora vamos às amigas de Ava:

-Sarika é a única que salva.
-Nell é muito chata com essas pautas de política, feminismo, BLABLABLA. CHATA PRA CACETE.
-Maud É PIDONA E SEM NOÇÃO. A ponto de estar à tarde em um parque público de família e ficar bêbada e gritando e assustando as pessoas.

Harold, o cachorro de Ava é inconveniente como as amigas dela, mas pelo menos tem a justificativa de: ele é um cachorro. Mas diferente dos outros livros, onde quando algum cachorro faz alguma trapalhada e você ri, nesse livro a gente fica p* da vida.

Meu, eu nunca fui pra casa de um date ou algo assim, mas quem vai pra um encontro com o cara que gosta, NA CASA DELE, leva o próprio cachorro (com mala e cuia, literalmente), SEM AVISÁ-LO, deixa o cachorro tocar o terror, destruir as coisas, e simplesmente fala: “ah, esse é o Harold”? GENTE???????

E Ava chega no apartamento do Matt e COLOCA DEFEITO EM TUDO, e acha um absurdo que ele viva uma vida totalmente diferente da dela e não aceita isso. Tipo:

COMO ASSIM VOCÊ NÃO É VEGETARIANO?
COMO ASSIM VOCÊ TEM ROBÔS PARA TODO LADO?
COMO ASSIM VOCÊ GOSTA DE GOLFE?
COMO ASSIM VOCÊ É FOCADO NO TRABALHO?
COMO ASSIM VOCÊ TEM COMPROMISSO ÀS 6H DA MANHÃ?
COMO ASSIM VOCÊ TEM PROBLEMAS PARA SE COMUNICAR COM SUA FAMÍLIA?

BEM-VINDA À VIDA ADULTA, AVA. QUANTOS ANOS VOCÊ TEM MESMO? 10?

Tem também os amigos do Matt, mas deles eu gosto. Gosto muito. Topher e Nihal, vocês são supimpas.

A história se baseia nesse livro que Ava precisa escrever e durante o decorrer de tudo, a 'Ava escritora' SOME. É como se o projeto não existisse mais, e o novo projeto dela fosse o Matt, e ela RESPIRA POR AQUILO, tudo na vida dela se resume a ele, e nossa, que saco!

As diferenças já começam a aparecer logo que eles chegam à Londres, mas Ava com sua síndrome de país das maravilhas resolve esperar que 'tudo vai dar certo por obra do destino'. PQP, FALA SÉRIO. Tem gente que vive assim mesmo?

Esse livro foi um ETERNO REVIRAR DE OLHOS. De todos os livros da Sophie que já li, esse foi sem dúvida O PIOR.

O final salva um pouco, mas bem pouco. Eu ia dar 1 estrela, mas em parte o fim foi fofo e aumentei por isso.

Não recomendo esse livro se você, como eu, não tem paciência pra gente sem noção e inconveniente.

#pas
Hadassa Batista 18/11/2021minha estante
A revolta, meu pai! kkkkkkkk


Lilian 18/11/2021minha estante
Suas resenhas são as melhores! Suas revoltas são sempre as minhas kkkkkk


Bruna 19/11/2021minha estante
hahahahha ameeei a resenha. infelizmente nao consegui chegar nem na metade do livro, tive q abandonar e fazer valer meu tempo


*Rô Bernas 23/11/2021minha estante
Eu amo a Kinsella, mas essa Ava é a personagem mais chata, sem noção e sem senso de realidade que ela já fez... Eu fico me perguntando se foi mesmo a Kinsella que escreveu esse livro.... Que mulher chata!!!!!!
Ameeeeei sua resenha!!!! Seu sentimento é o meu.


Maks.Bianca 24/11/2021minha estante
Menina achei que eu era o problema. Nao vou conseguir terminar...a piooooor persongem que ja li em toda minha vida. A Ava é insuportável credo....o Matt um bobão q mesmo nao gostando so responde "tudo bem" affff zero paciência


-K 25/11/2021minha estante
Kkkkkk o cachorro destruidor foi a única coisa que gostei




Juliana.Godoy 18/11/2021

Cara , simplesmente um porre
Se você está procurando uma protagonista chata , achou ela em todos os termos nesse livro , comecei a ler com expectativas, mas me decepcionei
Todo casal tem as suas diferenças , mas Ava quer que tudo seja uma bolha perfeita , conta horrores do Matt mas não enxerga deus próprios erros
Na maior parte do tempo os outros personagens se tornam mais empolgantes que ela , o mundo perfeito dela torna o livro irritante
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Aimee 18/11/2021

Muito ruim.
Livro péssimo. Só terminei porque sou neurótica. Construção apressada com personagens chatos, para não dizer insuportáveis.
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Aline 18/11/2021

Não desistam desse livro!
Não sei se, como eu, em algum momento (no meu caso foi praticamente o livro todo) você perderá a paciência com a Ava, a ponto de pensar: Que criatura mais sem noção (Phoebe total!)!!!! ?????? Aí, por mais que tenha um cachorrinho na história, você não vê a hora de acabar de ler. Porém, apesar dos personagens te darem nos nervos, você não consegue parar a leitura e, justo quando você está mais do que preparada pra dizer que não gostou do livro, eis que a mágica acontece e vc se vê concluindo a história com os olhos brilhando, um quentinho no coração e com um quê de otimismo que é até difícil de explicar.
Eu não sei dizer se o fato de eu estar um tanto desanimada com situações da minha vida interferiu na maior parte da leitura, mas tenho que admitir que o livro me trouxe um ânimo que há tempos não sentia. Não, nao espere um milagre. Apenas tô caindo na besteira de relatar o que aconteceu comigo ? Então... se rolar uma impaciência com a trama, respira fundo e da uma chance, quem sabe ela não desperta algo bom em vc assim como fez comigo?!?! Fico aqui na torcida!!! ???
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Mari 18/11/2021

Mais uma história leve e divertida da Sophie Kinsella! Ela é uma das poucas autoras em que consegue fazer a gente realmente dar risada com as situações constrangedoras de suas protagonistas (eu pelo menos sempre rio com as histórias dela).

A Ada e o Matt são quase dois opostos, por isso é interessante e divertido ler uma história em que a gente acompanha o casal tentando fazer o relacionamento dar certo, apesar de tantas diferenças. Fora que o beagle Harold é um show à parte, não tem como não gostar desse ?pestinha?.

Também gostei dos personagens secundários, os amigos deles, achei a história muito fofa e divertida! Uma boa comédia romântica p/ sair da ressaca literária!

Obs.: no retiro literário, ela revelou o nome e ocupação de todos menos da Austen. Sei que isso é irrelevante p/ história, mas senti falta disso, acho que ela esqueceu rs

Obs 2.: estou surpresa com essa nota baixa no Skoob, mas a leitura bate diferente p/ cada um, né?
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Lari 17/11/2021

surpreendente!
Desde a primeira página me identifiquei demais com os personagens e ri horrores com os acontecimentos. Esse foi meu primeiro livro da sophie e eu simplesmente amei, o livro passa uma vibe tao boa e leve que não dá vontade de largar nunca. Os personagens são totalmente cativantes e engraçados. O casal teve uma reviravolta impressionante e tudo se encaixou perfeitamente. Te amo harold!!!
Recomendo demais a leitura para quem quer um livro leve e divertido.
duda 17/11/2021minha estante
mttt ansiosa pra ler


Lari 17/11/2021minha estante
leia!!


Andressa.Cassiana 17/11/2021minha estante
Tudo que você lê tá me dando vontade de ler tbm kkkk


Lari 17/11/2021minha estante
que bom amg KKKKKKKK recomendo demais essas leituras!




Cacau 17/11/2021

Doida?!
Desde Becky Bloom, poucas personagens da Sophie me conquistaram tanto. Ava é quase tão maluca quanto a Becky e é essa veia cômica que me faz gostar tanto dos livros da Sophie. Amei!!
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