Harry Potter e as Relíquias da Morte

Harry Potter e as Relíquias da Morte J.K. Rowling




Resenhas - Harry Potter e as Relíquias da Morte


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W Nascimento 13/08/2010

OBS. Aproveito aqui para falar da saga inteira
Sem dúvidas, J.K. Rowling criou uma verdadeira obra prima. São cerca de 3000 páginas escritas das quais nenhuma é jogada fora e entre os pontos fortes da saga HP eu gostaria de destacar alguns.





- Primeiro, a trama é bem amarrada. Essa e uma saga aonde tudo é aproveitado. Até mesmo aquele acontecimentos pequeno que você imaginava não ter a menor importância será trazido de volta em algum livro futuro e trabalhado. Dica a quem ainda está lendo: Atenção aos detalhes, uma simples joaninha pode esconder um grande segredo (piada interna rsrs).



- Depois, os personagens são sem dúvida cativantes. E de todos, o melhor é Snape. Pra mim esse merece o prêmio de personagem mais bem construído de toda a saga. Também acho que merecem prestígio outros como Hermione, Luna, Dumbledore e Dobby. Esse são ótimos também. Eu só quero dizer que gosto de todos, mas tenho um apreco especial por esses aqui citados.



- Também é interessante a própria preocupação da autora em criar um mundo semelhante ao nosso, aonde fantasia e realidade andam juntas e os trabalhos paralelos como "Quadribol através dos tempos", "criaturas mágicas e onde viviem" e "Contos de Beedle o Bardo" só vem a simbolizar melhor isso. Tudo para dar um toque de possibilidade à essa realidade tão magnífica.



- Outro ponto merecedor de destaque é a sensibilidade da autora em conseguir fazer seu livro crescer junto com os personagens. Pois para quem leu a saga inteira, pôde sentir que junto com Harry, Rony e Hermione, os livros também foram crescendo. O número de páginas foi aumentando, as temáticas foram se tornando mais fortes e maduras e até mesmo a arte da capa foi se desenvolvendo. De fato, aqueles que leram toda a saga não só a acompanharam como também cresceram com ela.





Resumindo, esses foram alguns dos pontos fortes do trabalho de J. K. e é claro que não são os únicos, mas são os que para mim merecem mais atenção. E para encerrar, deixo a frase:





"Quero ser igual a ela quando crescer". rsrsrs

Willian Nascimento
Autor de O Véu
pordetrasdoveu.blogspot.com


Jéssica F. 15/10/2010

[CONTÉM SPOILER] Depois de 7 maravilhosos livros, é plausível e completamente racional concordar que a Professora Minerva McGonagall estava certa. Hoje em dia, não há uma criança no mundo que, ao ouvir o nome " Harry Potter " não traga á mente aquela imagem do garotinho de cabelos negros, olhos verdes, óculos redondos e uma cicatriz em formato de raio na testa. Um garotinho que, á sua maneira, teve que lidar com todas as formas da morte; de seus pais, deu seu padrinho, de seu diretor, de sua coruja, do elfo que salvara sua vida. Um garotinho que, no primeiro ano, lutou com um trasgo montanhês de quatro metros de altura; no segundo, contra um basilisco; no terceiro, dementadores; no quarto, venceu o torneio tribruxo; no quinto, lutou com os amigos contra comensais da morte; no sexto, recebeu uma tarefa inevitável e que, no sétimo e último ano, ele engrenou sua jornada rumo á um final inevitável: a sua morte. Esse garotinho, chamado Harry James Potter, filho de Tiago e Lílian, afilhado de Sírius Black, amigo de Hermione Jane Granger e Ronald Bilius Weasley, namorado de Ginevra Molly Weasley, o aluno que Alvo Percival Wulfrico Brian Dumbledore mais prezava e um garotinho que, mesmo sem saber, sempre foi protegido por Severo Snape, apaixonado por sua mãe desde a infância. E ele aceitou seu destino com garra! E esse garotinho deve ser lembrado, como o garoto que deu á vida para salvar as pessoas com quem se importa, exatamente como sua mãe fez por ele. E há quem diga que ele sobreviveu pelos erros de Riddle, mas eu digo que ele sobreviveu por sua coragem, por sua determinação em mostrar que o amor é a maior de todas as armas, sendo ele na forma de amizade, família e até mesmo o amor por um parceiro.
E, após falar do personagem, devo agradecer a criadora, a gênia por trás desse sucesso, que mente brilhante! Você conseguiu fechar com chave de ouro. Você juntou todos os pedaços, os fios soltos. Você, não criou uma história, criou um MUNDO. Um mundo que, se fosse real, eu não hesitaria em pertencer!


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Maíra F. 27/06/2010

(Contem um leve SPOILER.)


Quanto mais eu vejo pessoas insatisfeitas com o final da obra de J.K. Rowling, mais eu me pergunto o que elas esperavam. É claro, eu respeito as opiniões, mas achei o final completamente condizente com os seis primeiros livros.

As fugas, o medo, a guerra que - finalmente - chega... O livro carrega uma certa tensão e trouxe algo que me surpreendeu: mortes de alguns personagens importantes e amados pelo público. E, embora eu saiba o quanto algumas pessoas reclamaram a respeito disso (e eu mesma tenha ficado triste por vários deles), eu devo admitir que isso me fez gostar ainda mais do Relíquias da morte. Porque trouxe realidade à história. Em uma guerra verdadeira não só os "malvados" morrem.

Enfim... Já ouvi muitos dizerem que o final foi previsível. Pode até ser, mas eu acho que foi o final que a história pedia. Eu não gostaria de ter visto nenhum outro. E acho que, sim, a J.K. terminou a saga com a mesma maestria com que veio conduzindo os primeiros seis livros durante esses anos todos. Para a minha felicidade como fã assídua! :)
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May Furlan 27/09/2013

O pecado de Rowling
A série “Harry Potter”, da escritora britânica J.K Rowling, em seu primeiro livro já levantou polêmica no mundo. Rowling chegou com seu bruxinho e acendeu um fósforo em meio a barris de pólvora, desafiando a Igreja cristã e seus costumes mais conservadores. Driblando de forma espetacular as acusações sem fundamento de que ensinava práticas de magia às crianças, a britânica nos presenteou com uma das melhores séries desses últimos tempos, nos transportando para um mundo repleto de magia, aventura e perigos, onde o sentimento mais valioso é o amor.

No último livro da saga, Harry depara-se com situações que irão exigir muito tanto emocionalmente quando psicologicamente de um garoto que acabou de conquistar a maioridade bruxa. Em meio a conflitos internos do que é certo e errado, da difícil escolha de qual caminho seguir e ainda em meio ao turbilhão de emoções de um adolescente com o destino traçado para o triunfo ou para a morte, o bruxo terá mais do que nunca que se apoiar em seus amigos, Rony e Hermione, e colocar em prova seus verdadeiros valores.

O livro segue em uma narrativa envolvente, ativa e perfeita. O leitor acaba sentindo o que os personagens sentem, condenando e perdoando, alegrando-se e sofrendo. Nesse sétimo livro, Rowling deixa explícito o amadurecimento de Harry e dela como escritora, deixando para trás aquele quê de inocência que acompanhava o bruxinho e que muitas vezes encantava quem estivesse lendo.

Em minha opinião esse é um dos melhores livros da série (perdendo somente para o “Enigma do Príncipe”), ele é um dos que possuem uma das melhores tramas desenvolvidas. Muitos condenam o modo como a escritora apresentou o confronto final entre Harry e o temido vilão Voldemort, porém eu a apoio de certa forma, uma vez que penso que o desenvolvimento dado à luta e o desfecho proposto, foi uma das formas de deixar a alma de Harry imaculada (lembre-se do que Dumbledore disse: “a alma se corrompe através do assassinato”). Essa também foi uma maneira que encontrou para preservar a imagem que Harry tinha desde o primeiro livro, o fato de ser o oposto de seu inimigo mortal, não tendo a capacidade de matar por prazer e muito menos a capacidade de matar para se defender.

O pecado cometido por Rowling foi realizado na última parte de “Harry Potter”, mais precisamente dezenove anos depois. (CUIDADO: A parte a seguir pode conter algumas revelações sobre o enredo do livro) O final “felizes para sempre” que a britânica deu a Harry é simplesmente açucarado demais, feliz demais, não combinando com nenhuma das outras partes da série. Acho que todos nós concordamos que depois de passar pela vida mais cataclísmica do mundo bruxo, Potter merecia um bom final, porém o proposto pela escritora é impossível de acontecer na realidade (tanto dos trouxas quanto dos bruxos).

Acho que para a escrita dessa última parte, Rowling buscou inspiração naqueles comerciais de margarina ou ainda naquele antigo conceito de “American Way of Life”, onde todos estão plenamente felizes com sua extensa prole, nos presenteando com um coro de risadinhas do Willy Wonka e ainda um nível insuportável de fofura, com direito a momento “uôn” (pausa para piscar os olhinhos de forma irresistivelmente doce).

Se Rowling não tivesse tentado derramar o pote de açúcar no final (talvez a inspiração tenha surgido enquanto assistia “As Meninas Super Poderosas” [“Açúcar, tempero e tudo o que há de bom...”]) o livro mereceria 5 estrelas, e fecharia a série com chave de ouro. Enfim, a última parte era algo desnecessário e o livro estaria melhor sem ela.

P.S: Matéria interessante sobre as novidades no universo Harry Potter no link abaixo :D

site: http://fodoca.blogspot.com.br/2013/09/jk-rowling-midas-expansao-do-universo.html


Débora 07/05/2020

Fechamento da saga
O último livro fecha muito bem a saga. Assim como nos volumes anteriores, apresenta uma trama muito bem amarrada, demonstrando o bom planejamento da autora sob a história.

A saga de Harry Potter abriu as portas para o Wizard World, o qual possui cenário para muitas possibilidades e histórias. É intrigante pensar em como J. K. Rowling criou esse universo e as inspirações que a levou aos detalhes.
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Marta 02/06/2020

Que saga! Valeu, J.K Rowling!
Que livro! As Relíquias da Morte é um livro que traz um misto de sensações e sentimentos. Depois de já ter lido 6 livros dessa história fantástica, chegar ao sétimo e ainda ser surpreendida, vejo que valeu muito a pena dedicar uns 3 meses de leitura à essa obra. Não é só sobre fantasia, não se trata apenas de literatura infanto juvenil: com Harry Potter a gente aprende valores sobre a vida, sobre o que realmente deve ser prioridade.
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Andrus ( @andrus05 ) 30/05/2020

Leitura Sensacional
É uma das melhores aventuras já criadas. Que livro maravilhoso. Chorei tanto nas mortes do Dobby, Fred, Lupin e Tonks. O livro já começa com um clima bem tenso e pesado e isso é muito bom em vários sentidos (emoção, apreensão, medo...). Me atrevo a dizer que fiquei um pouquinho decepcionado com a batalha final, mas nada que tire o brilho da história. Tiveram tantos acontecimentos corridos que em certos momentos fiquei pensando que a J.K. poderia ter dividido essa história em dois livros e ter contado ela com mais calma e mais detalhes. É um final que me deixou com vontade de mais livros, mais histórias entre esse tempo dos 19 anos, mais histórias do que o Dobby fazia depois de ter se tornado livre...
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Regiane 23/09/2010

Totalmente emocionante!

Este livro possui uma trama mais complexa e bem-estruturada que os anteriores, já que esta narrativa exibe todo o desenrolar final da saga, além de um olhar mais maduro sobre o mundo, a vida e a morte - visto que os personagens principais entram na vida adulta.

Uma das coisas que mais gostei, foi que ao decorrer da leitura eu me senti fazer parte da história, pois consegui captar tudo que foi descrito nesse livro, imaginando os lugares, como se eu estivesse presente, ao lado dos personagens, viajando com eles, em busca das Horcruxes.

Muitas vezes me senti extremamente angustiada. Toda vez que algum plano parecia infálivel ou que descobriam um melhor caminho a percorrer, ocorria uma desgraça e Harry e seus amigos voltavam à estaca zero. Me senti numa montanha russa, com a emoção quase saltando pela boca.

E se não fosse pouco, a autora ainda conseguiu me surpreender muito. Típico dela. A principal surpresa foi sobre o misterioso Snape, que eu pensava já ter sido esclarecido tudo sobre ele - no livro anterior - mas durante a leitura, ocorreu o verdadeiro desfecho que me deixou pasma! Sem contar as mortes de personagens que fui me afeiçoando durante a série. Como eu chorei e sofri.

Eu gostei muito do livro, só achei que o final - o epílogo - teve poucos detalhes. Rowling não explicou que fim deram grande parte dos personagens secundários. Também achei que faltou explicações sobre a vida de Harry e seus amigos - profissionamente falando.

Ao terminar de ler, me senti triste. Fiquei com gostinho de quero mais. Mas uma coisa eu garanto, o que Rowling escrever daqui para frente, eu irei comprar, pois ela é ótima no que faz. Seus livros são fantásticos!!!


vi 21/03/2020

ELETRIZANTE
Com um enredo cativante, te prende a cada página, trazendo uma enorme curiosidade para ver o final desta incrível e assustadora aventura.
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Jenickson 01/06/2020

Harry Potter e as relíquias da morte
Livro mais que perfeito! Obra mais que perfeita! História mais que perfeita!
Acredito que o 6° livro me cativou muito, e se tornou meu favorito. Mas não posso deixar de concordar com a ideia de que a saga Harry Potter tem um livro melhor do que o outro.
Cada livro que você vai lendo, ele se torna o melhor, é incrível kkkkk. Relíquias da morte não foi diferente. Achei tudo muito perfeito.

Finalmente, depois de anos adiando as leituras desses livros, eu os peguei, com uma meta de terminar todos em pelo menos 2 meses. Terminei de ler em 30 dias, mas poderia ter terminado bem antes, pelo tanto que eu estava amando.

Obrigado, JK.
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srtmoony 02/05/2020

O começo do fim.
É um livro que te prende do começo ao fim, apesar de ter algumas cenas desnecessárias. É aqui que sabemos de todos os segredos, que tudo é posto a prova. Um livro de muitas perdas. A cada página e a cada cena, a nostalgia enche o coração e a vontade de chorar cresce. Os personagens tem arcos muito lindos, onde se vê claramente o seu desenvolvimento. Haja coração. Não sei o que vou fazer agora que acabou.
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João Ferreira 30/12/2013

Resenha: Harry Potter e as Relíquias da Morte [A Consagração de um Mito]
Então, finalmente o fim. Chega ao fim, para minha depressão e tristeza, umas das sagas mais bem escritas e elaboradas que já li. Harry Potter e as Relíquias da Morte começa com aventura, com a despedida dos Dursley e então a viagem de Harry até a Toca, onde Alastor Moody morre, acontecimento que mostra o quanto Rowling aproxima seus livros da realidade, por quê eu detesto aquele clichê de “E viveram felizes para sempre”, nada mais irritante que isso.

Eu gosto dessa aproximação com a realidade, por quê na vida real, principalmente em guerras como a do livro, não são todos os mocinhos que sobrevivem, ocorre a perda de pessoas muito queridas, como foi o caso de Moody, Lupin, Sirius, Tonks, Fred, Dobby, Dumbledore e tantos outros. Gosto desse universo paralelo que ela criou quando lançou os livros “Os Contos de Beedle, O Bardo”, “Quadribol através dos Séculos”, “Animais Fantásticos & Onde Habitam”, sugerindo que sim, existe um mundo de bruxos bem debaixo dos nossos narizes trouxas.

Gostei também da caracterização dos personagens e da igualdade que eles apresentam com pessoas reais. A cada descrição era possível imaginar perfeita e claramente e até comparar com pessoas que conhecemos. Mostra também o quanto é difícil conviver vivendo sobre o mesmo teto, quando Ron, Arry e Mione, amigos de tantos anos começaram a divergir e a brigar, isso é muito cotidiano e comum. Achei simplesmente perfeito Snape ser o mocinho, foi uma das jogadas e surpresas mais felizes de todo o livro. Tudo um plano brilhante de Dumbledore, como sempre um gênio em toda essência.

Destaque também à trama complexa e minuciosamente feita, onde detalhes mínimos no primeiro livro são de uma importância inacreditável na conclusão, e se eu não soubesse que ela levou uma década para escrever os livros, eu poderia jurar que ela escreveu todos e depois começou a lançar, tamanha perfeição em encaixar todos os fatos e explicar todas as dúvidas do leitor. Sem falar que o desfecho da história não teria como ser melhor.

Finalizando, queria dizer que Harry Potter, Ronald Weasley e Hermione Granger ficaram para minha história. Sou grato pelas horas que passei na companhia deles e serei eternamente um amante secreto desse trio.

É com tristeza e dor no meu âmago que termino essa resenha, dizendo que J.K. Rowling ficou para história e se consagrou como um mito do século XXI.
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Lexaus7 16/05/2020

O que falar?
Depois de tanto tempo a emoção ainda é a mesma! Uma série espetacular, que me ainda me surpreende mesmo depois de tanto tempo. Nunca esquecerei! Sei que até hoje é difícil de superar algumas mortes, mas obrigada, JK.
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Cintia 23/05/2020

Fim
E com relíquias da morte se encerrava a aventura nesse universo e deixa com gostinho de quero mais. Todas as peças finalmente se encaixa e a história do Harry é concluída
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