O Homem do Terno Marrom

O Homem do Terno Marrom Agatha Christie
Agatha Christie




Resenhas - O Homem do Terno Marrom


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Deia 13/08/2018

Sem nenhum conhecido
Nessa história Agatha mostra uma nova faceta. Claro que há assassinatos, tramas diabólicas, mas há também uma pegada mais romântica.
Gostei muito da trama, mas não gostei muito da historia toda., me causou arrepios na nuca o machismo em algumas situações que a personagem feminina Anne passava, mas pudera na época que foi escrito, mesmo Anne se comportando como uma mulher a frente de seu tempo. A impressão que me deu foi que não parecia a Agatha que escrevia. Foi um pouco decepcionante, parecia um romance de banca.
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leila.goncalves 15/07/2018

A Casa Do Moinho
Em 1924, após retornar de uma viagem ao redor do mundo, Agatha Christie se inspirou na África do Sul para escrever seu quarto romance. Inicialmente intitulado "A Casa do Moinho", a narrativa chegou às livrarias como ?O Homem do Terno Marrom", sem dúvida, uma escolha mais sugestiva.

Essa alteração não agradou ao chefe do marido da escritora, Major Belcher, que não só tinha encomendado o título rejeitado (vivia num local com esse nome) como convocara a escritora para incluí-lo na história. Pessoa de temperamento difícil, ele serviu de inspiração para o hilário e irascível Sir Eustace Pedler e comenta-se que Mrs. Christie ficou satisfeitíssima com o resultado.

O Coronel Race, agente do Serviço Secreto Britânico e amigo de Poirot, é quem assume a função de detetive neste episódio. Contudo, ele tem uma participação um tanto discreta e para quem pretende conhecê-lo melhor, indico três livros; "Morte no Nilo", "Um Brinde de Cianureto" e "Cartas na Mesa".

Na verdade, quem rouba a atenção é Ann Beddingfield, filha de um famoso antropólogo. Após a morte do pai, sem parentes e com umas poucas de libras no bolso, ela resolve deixar a cidadezinha onde vivia e ir viver em Londres, deixando para trás uma insípida rotina em busca de uma vida repleta de aventuras. Porém, o que ela não suspeita é que acabará metida num caso de alcance internacional, arriscando sua própria segurança.

Aliás, seus problemas começam, quando ela presencia a morte de um homem, eletrocutado ao cair nos trilhos do metrô. Um estranho bilhete que estava com a vítima vem parar nas suas mãos, ligando esse acidente ao assassinato de uma bela mulher numa velha casa desabitada. Quando a polícia decide não dar ouvidos às suas suspeitas, Ann resolve investigar as duas mortes, tendo que enfrentar um dos mais sugestivos vilãos criados por Agatha Christie.

Quanto a narrativa, boa parte do livro transcorre durante uma viagem de navio rumo à Cidade do Cabo e com inúmeras personagens, atenção aos nomes para não perder o fio da meada. Curiosamente, Agatha Christie optou por dois narradores: Ann e trechos do diário de Pedler que com algumas passagens hilárias, conquista a todos.

"O Homem do Terno Marrom" não está entre os principais sucessos da escritora e o que mais atrai os leitores é justamente seu caráter atípico. Ele pouco se assemelha as demais narrativas da Rainha do Crime e com inúmeras surpresas e reviravoltas, o gênero policial cede espaço para o romance e a aventura. Enfim, se você está disposto a arriscar, aposte na sonhadora Ann Beddingfield, você irá passar horas agradáveis ao seu lado.
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leila.goncalves 15/07/2018

A Casa Do Moinho
Em 1924, após retornar de uma viagem ao redor do mundo, Agatha Christie se inspirou na África do Sul para escrever seu quarto romance. Inicialmente intitulado "A Casa do Moinho", a narrativa chegou às livrarias com outro nome, "O Homem do Terno Marrom", sem dúvida, uma escolha mais sugestiva.

Essa alteração não agradou ao chefe do marido da escritora, Major Belcher, que não só tinha encomendado o título rejeitado (vivia num local com esse nome) como convocara a escritora para incluí-lo na história. Homem de temperamento difícil, ele serviu de inspiração para o hilário e irascível Sir Eustace Pedler e comenta-se que Mrs. Christie ficou satisfeitíssima com o resultado.

O Coronel Race, agente do Serviço Secreto Britânico e amigo de Poirot, é quem assume a função de detetive. Contudo, ele tem uma participação um tanto quanto discreta e para quem pretende conhecê-lo melhor, indico três livros; "Morte no Nilo", "Um Brinde de Cianureto" e "Cartas na Mesa".

Na realidade, quem rouba a atenção é Ann Beddingfield, filha de um famoso antropólogo. Após a morte do pai, sem parentes e com umas poucas de libras no bolso, ela resolve deixar a cidadezinha onde vivia e ir viver em Londres, deixando para trás uma insípida rotina em busca de uma vida repleta de aventuras. Porém, o que ela não suspeita é que acabará metida num caso de alcance internacional, arriscando sua própria segurança.

Aliás, seus problemas começam, quando ela presencia a morte de um homem, eletrocutado ao cair nos trilhos do metrô. Um estranho bilhete que estava com a vítima vem parar nas suas mãos, ligando esse acidente ao assassinato de uma bela mulher numa velha casa desabitada. Quando a polícia decide não dar ouvidos às suas suspeitas, Ann resolve investigar as duas mortes, tendo que enfrentar um dos mais intrigantes vilãos criados por Agatha Christie.

Quanto a narrativa, boa parte do livro transcorre durante uma viagem de navio rumo à Cidade do Cabo e com inúmeras personagens, atenção aos nomes para não perder o fio da meada. Curiosamente, Agatha Christie optou por dois narradores: Ann e trechos do diário de Pedler que com algumas passagens hilárias, conquista a todos com seu carisma.

"O Homem do Terno Marrom" não está entre os principais sucessos da escritora e o que mais atrai aos leitores é justamente seu caráter atípico. Ele pouco se assemelha as demais narrativas da Rainha do Crime e com inúmeras surpresas e reviravoltas, o gênero policial cede espaço para o romance e a aventura. Enfim, se você está disposto a arriscar, aposte na sonhadora Ann Beddingfield, você irá passar horas agradáveis ao seu lado.
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Suliany 09/04/2018

Emocionante!
Livro bom e diferente da Dama do Crime.
História policial, romance, aventura. Foi bom!

Anne, a protagonista, se mete em uma aventura atrás de um crime, pois, acidentalmente se vê envolvida. A história se reveza com a protagonista e com um diário de Sir Eustace, o dono da casa, aonde foi cometido o assassinato.
As passagens de Sir Eustace são bem divertidas, ele é cômico.


Ana 19/02/2018

Diamantes, intrigas, muito romance e mistério
Este foi um dos melhores livros que já li na minha vida, e sem dúvida, um dos melhores da Agatha.
A personagem principal, também narradora, é muito ativa na história e me identifiquei com seu espírito de aventura.
Enredo:
Ann Beddingfield,a narradora e protagonista desse livro, mora com o pai, um antropólogo famoso, mas que não liga muito para dinheiro, e eles passam por muitas dificuldades financeiras por conta disso, volta e meia.
O pai dela morre, e Ann se vê um pouco desamparada a princípio, mas também logo se sente desafiada pelas circunstâncias a correr atrás de seu destino.
Então, com umas poucas libras no bolso, Ann deixa a cidadezinha onde vivia e vai para Londres, deixando para trás sua rotina medíocre, em busca de aventuras. Porém, ela mal sabe que acabará envolvida em um caso misterioso de alcance internacional, arriscando sua própria vida.
Para começar, estando no lugar errado e na hora errada, ela testemunha a morte de um homem eletrocutado ao cair nos trilhos do metrô. Um estranho bilhete que estava com a vítima vem cair em suas mãos, ligando esse acidente ao assassinato de uma beldade numa velha casa desabitada. Quando a polícia não lhe dá ouvidos, Ann resolve investigar as duas mortes por conta própria.
Boa parte da narrativa acontece em um navio rumo à Cidade do Cabo, na África do Sul, e há muitos personagens que aparecem nesse navio, tantos que quase perdi o fio da meada na primeira vez em que li, mas isso não tira o encanto da história. Dentre esses personagens está um misterioso e charmoso homem, por quem Ann se encanta. Admito que, da forma como ela o descreveu, também gamei um pouco nele. Artistas da palavra sabem como enfeitiçar os leitores mesmo, e Agatha era um gênio.

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J R Corrêa 12/02/2018

O Homem do Terno Marrom
A jovem e bela Anne vai a Londres atrás de aventuras – e as encontra no local mais corriqueiro possível: a estação de metrô Hyde Park Corner. Ela está na plataforma quando um sujeito magro, com cheiro de naftalina, se desequilibra e cai nos trilhos, morrendo eletrocutado. O veredito da Scotland Yard é de morte acidental. Mas Anne não está convencida. Afinal, quem era o homem do terno marrom que examinou o corpo? E por que ele saiu correndo, deixando atrás de si uma mensagem enigmática? Publicado originalmente em 1924, este romance de mistério que mistura thriller, espionagem e paisagens africanas é um dos preferidos dos fãs de Agatha Christie.


“(...) escrito com verve e humor.” The Observer
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Luciana 20/01/2018

Um pouco arrastado, mas vale a leitura!
O livro não traz nenhum dos famosos detetives de Agatha Christie, a história se passa através dos olhos de uma moça corajosa, sem família, que busca por aventura e uma forma de sobreviver, que se vê envolvida num caso de morte é muito mistério!!
O livro se arrasta um pouco na minha opinião, algumas explicações longas, descrições de viagens e etc intermináveis, mas já nos últimos capítulos, a história se torna mais estimulante e agradável!
Vale a leitura, mesmo que demore alguns dias a mais para fazê-la!
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Isabel G. 26/04/2017

É...
Nesse livro iremos acompanhar a jovem Anne, que tem sede por aventura e largou tudo o que tinha para ir atrás de uma invesigação de um fato que ocorreu próximo a ela em um trem. Essa investigação dela a leva a embarcar em um trem para a África, onde ela irá conhecer o ciclo de pessoas que determinará esse meio de investigação. Como todo livro da Agatha Christie, ficamos a todo momento tentando descobrir quem é o culpado. O diferente nesse livro, é que a personagem principal, a Anne, é muito fraca, grande parte de tudo que acontece não é ela que descobre, e o livro cita diversas vezes coisas que são tarefas de mulheres e de homens, algo normal para a época em que o livro foi escrito, mas difere muito do que esperamos da Agatha.
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Portal JuLund 03/11/2016

O Homem do Terno Marrom, @editorarecord
Hey pessoas! Gente, vocês não têm noção o quanto eu enrolei para ler esse livro, ganhei de um amigo há muito tempo e nunca saía da fila de livros para ler. Mas eu venci! Li rapidinho e simplesmente amei Agatha Christie e seu suspense policial, foi minha primeira leitura da autora e vale muito apena.

Nossa heroína, Anne, cresceu com o pai, um professor, meio paleontólogo, estudioso de arqueologia e entende muito sobre o assunto, mas como todos os profissionais da educação não tinha muito dinheiro. Quando morre, deixa um pouco de dinheiro para a filha, que vai para Londres em busca de aventura, e a aventura é que a encontra primeiro.

Na estação de metrô ela presencia um acidente, o qual um homem cai nos trilhos eletrificados porque, segundo as suspeitas de Anne, estava fugindo de alguém. Na ocasião, um homem de terno marrom dizendo ser médico examina o corpo e foge, deixando mais suspeitas em Anne e uma pista que tirou do bolso do morto enquanto o examinava é encontrada por Anne, que liga o ocorrido a outro assassinato de uma mulher desconhecida que acontecera minutos depois em uma casa vazia.

De posse desse papel, ela acaba indo parar em um navio a procura do famoso homem do terno marrom, que de acordo com ela, causou a morte do homem no metrô e depois matou a mulher e estaria fugindo naquele navio. Para embarcar, ela gasta todo o dinheiro que lhe restou do pai, querendo descobrir tudo o que aconteceu e relatar isso em um famoso jornal.

Resenha completa no

site: http://portal.julund.com.br/resenhas/o-homem-do-terno-marrom-editorarecord
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KADU-BASS 04/09/2016

O homem do terno é o culpado ?
O primeiro livro que li da agatha , onde o hercule poirot não está presente . A história em certo momentos se torna empolgante com diversos ambientes como plano de fundo . Poŕem as vezes cai numa mesmice . Quando é um personagem que achamos que é o criminoso, agatha inverte tudo e por isso que a rainha do crime , sabe como poucos esconder a verdade . A personagem principal e uma jovem orfa que esta em busca de aventura pra fugir da mesmice em que vivia e acaba achando muito mais que ela pretendia no começo .

Na minha opinião , não é o melhor da livro da agatha . Mas também não é o pior . Recomendo que leiam .
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Ana Paula 31/08/2016

Anne Beddingfeld é filha de um famoso antropólogo. Depois da morte de seu pai, recebe a herança e investe todo o capital, com o objetivo de viver uma grande aventura: descobrir o chefe de um grupo de criminosos, ladrões de diamantes. Faz uma viagem de navio para a África do Sul, durante a qual se desenrola a maior parte dos fatos: os inocentes parecem suspeitos, os suspeitos parecem inocentes. Mas a intrépida heroína não se acovarda e persegue seus objetivos até o fim.
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Thaiany 14/09/2015

Bom
De todos os livros que já li da Agatha Christie até agora (9) esse foi o livro que menos gostei. Não pela trama ser ruim, mas há tantas reviravoltas que me irritei em alguns momentos. Claro que nunca desconfiaria do final, vale a pena lê-lo.
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Adilson 04/09/2015

Excelente história! Agatha era fenomenal! Este é um dos melhores que li dela.
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