Menina de Vinte

Menina de Vinte Sophie Kinsella




Resenhas - Menina de vinte


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Bya 28/03/2020

No começo foi entediante, não esperava muito da história não, mas com as reviravoltas e descobertas a partir da metade do livro, me prendeu de uma maneira magnífica, meu mais novo favorito com certeza, vale muito a pena.
lavinia.pontes 30/03/2020minha estante
Nossa eu lembro tanto a raiva que passei lendo ele. Mas no fim acabei gostando muito tb


Bia 22/04/2020minha estante
Nossa me descreveu totalmente ?


Kessia 26/06/2020minha estante
Eu to arrastando o começo, mas estou insistindo...




Nana 25/08/2010

Dei muitas risadas!!!
Ler Sophie Kinsella é sempre garantia de diversão! É o tipo de escritora que eu compraria os livros sem nem ler a resenha.
Lara tem 27 anos e por insistência dos pais, foi ao velório de sua tia-avó Sadie , que faleceu aos 105 anos de idade no asilo onde morava. Elas nem se conheciam.
Durante o velório, no momento em que o caixão ia ser recolhido para cremação, o espírito de Sadie aparece para Lara (com a aparência de quando ela era moça de 23 anos) e implora para que ela não a deixe ser cremada antes de encontrar seu colar de estimação.
A partir daí a estória é hilária! Lara é acompanhada por Sadie em várias situações e trapalhadas em busca do colar.
Além disso, Lara está tentando reconquistar o ex-namorado, e batalhando para reerguer a empresa da qual é sócia. Para isto, ela vai contar com a ajudinha do fantasma da tia.
O livro é muito engraçado e as personagens inesquecíveis!
Leia e divirta-se! Ameiiiii!
Debora 23/01/2013minha estante
Nana, tambem amei o livro, ri muito. Adoro a Sophie Kinsella.




Nay Botelho | @Umsonhodeleitura 10/04/2020

O livro é bem divertido e tudo mas, durante a leitura comecei a pensar em como todas as mulheres criadas por Sophie Kinsella tem aquele esteriótipo irritante de ser muito mentirosa, e isso me irritou bastante
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Queria Estar Lendo 02/12/2016

Resenha: Menina de Vinte
O que falar desse livro que levei tanto tempo para ler e me fez mudar de opinião tantas vezes? Pensei muito sobre essa resenha de Menina de Vinte até descobrir como me expressar sobre um chicklit, já que fazia tanto tempo que eu não lia um.

A história acompanha Lara Lington, a única filha do irmão mais velho de Bill Lington, o dono de uma gigantesca rede de cafés, extremamente rico e bem sucedido. Quando o livro começa, Lara está obcecada com o termino de seu namoro de longa data, tentando entender o que deu errado já que Josh, seu ex-namorado, nunca lhe deu uma satisfação sobre o termino. E agora ela precisa ir ao velório de uma tia-avó de 105 anos que ela nunca conheceu para tentar conseguir a ajuda de seu tio Bill para alavancar sua empresa de caça-talentos, já que ela não sabe nada do que está fazendo desde que sua parceira, Nathalie, abandonou a empresa e ela.

"Honestamente, é tão fácil conseguir o que você quer quando as pessoas pensam que você é uma psicopata."

Mas no funeral, tudo muda. Quando estão prestes a fechar o caixão para a cremação, Lara ouve uma garota gritando por seu colar. Ela não é muito mais nova do que Lara, mas está totalmente caracterizada como os anos 20 e obrigada Lara a parar a cremação para que possa encontrar seu colar.

O problema é que a garota se apresenta como Sadie Lancaster. Sua tia-avó. E Lara é a única que pode vê-la e ouvi-la.

"Você não pode simplesmente desligar seus sentimentos porque a outra pessoa o fez."

Depois de inventar uma história sobre a tia ter sido assassinada na casa de repouso em que morava e se meter em confusão com a polícia, Lara precisa correr contra o tempo para encontrar o colar de Sadie para que ela finalmente possa descansar em paz. O problema é que o colar não está entre as coisas de Sadie e isso quer dizer que elas estão presas uma a outra até que Lara possa encontrar aquilo que Sadie está procurando -- e pelo caminho, descobrir muitas coisas sobre si mesma, a família e sua tia-avó.

Sophie Kinsella é a rainha dos chicklit, na minha opinião (logo ao lado de Candace Bushnell e Helen Fielding). Ela vem escrevendo sobre ele há vinte anos e é garantia de risadas, embora em Menina de Vinte eu tenha me deparado com algumas situações que eram ridículas e absurdas demais até para um chicklit, mesmo que estivesse tratando de um fantasma.

O começo do livro me deixou bastante chateada. A única coisa que eu tinha lido da Sophie até então era Os Delírios de Consumo de Becky Bloom e apesar de um certo desgosto com a protagonista, eu tinha gostado muito do fato da história se concentrar exclusivamente em Becky e seus problemas com o consumismo, e não com em uma caça a relacionamentos amorosos. Esperava algo parecido de Menina de Vinte, mas a principio não foi o que eu encontrei.

"Acreditar não é o suficiente! Você não vê isso, garota estúpida? Você pode passar a sua vida esperando e acreditando! Se um relacionamento é platônico, então vai ser sempre uma pergunta, nunca uma resposta. Você não pode viver sua vida esperando uma resposta."

Lara é uma personagem cativanete depois que você começar a acompanhar o relacionamento dela e de Sadie, mas sempre que voltavamos ao assunto Josh e o namoro dos dois, eu queria atirar o livro pela janela. A Lara era um estereótipo de mulher desequilibrada que vivia em função do relacionamento -- ela caçou tanto o Josh que o cara mudou o número do celular! E isso tudo porque ele não queria dizer para ela os motivos de ter terminado seu relacionamento.

Se um cara é babaca o suficiente para terminar com você por mensagem e nem dizer o porquê, então ele não vale a pena.

Mas então chegamos a parte do livro onde o mistério com o colar de Sadie e todo o passado dessa figura tão cheia de vida se intensifica e deixamos o Josh um pouco de lado. A Lara se mete em muita confusão para conseguir desvendar o passado de Sadie e as duas criam esse relacionamento conturbado e cheio de alfinetadas, que significa nada mais do que amor. Lá pela página 150 eu estava empolgada pelo mistério e pelas coisas absurdas em que a Sadie ia enfiar a Lara, fosse para encontrarem seu colar ou para que Lara fosse sua representante em um encontro completamente estranha com um americano que não fazia ideia de que estava saindo com um fantasma.

Quando finalmente o lance com o Josh é resolvido, só sobram coisas boas no livro. Foi divertido ver o relacionamento da Sadie e da Lara crescendo, descobrir todas as coisas maravilhosas que a Sadia havia feito em vida e, ainda, encontrar um gostinho de vingança para Lara ao fim do livro. Apesar das frustrações que a Lara me causou por causa de toda sua obsessão com Josh, eu ainda torcia para que ela conseguisse dar a Sadie o que ela sempre quis: ser famosa e reconhecida.

"Eu sou alérgica a reuniões de família. As vezes penso que seria melhor se fossemos sementes de dentes-de-leão -- sem família, sem história, só flutuando pelo mundo na nossa própria penugem."

O romance também valeu a pena, especialmente porque não foi o foco da história. Hoje eu vejo muito chicklit onde o propósito é apenas um romance entre dois personagens sem muita personalidade, mas pela segunda vez a Kinsella me surpreendeu, criando uma história envolvente e dando problemas reais para Lara, que vão muito além de encontrar o amor da sua vida no século XXI.

Ed é mais um personagem de apoio para o desenvolvimento de Lara e do seu relacionamento com a Sadie do que o foto solo de toda a história e foi gratificante ver a volorização de relacionamentos femininos. E, para mim, esse é o foco da história, o fato de Lara encontrar em Sadie uma versão ousada, que busca se divertir e correr atrás do quer -- mesmo que seja um encontro com um cara que ela encontrou do nada vasculhando prédios -- sem pedir desculpas por ser quem é ou "diminuir o volume" de si mesma só para agradar as pessoas a sua volta.

"As vezes, quando não consigo dormir, eu imagino todas as regras que eu inventaria se algum dia eu estivesse no controle do mundo."

Como a maior parte da população mundial, Lara tem esses impulsos de ajustar-se para agradar as pessoas, mesmo aquelas que ela nem conhece, e encontrar Sadie é uma forma de aprender e crescer, de descobrir que ela não precisa comprometer a pessoa que é para que as pessoas gostem dela e que, fazer as cosias do seu jeito não é utópico, mas sim o que te move para frente.

A escrita também não é nada rebuscada o que faz o texto leve e de fácil compreensão, você mergulha na história e não percebe o quanto já leu, o que é ótimo, considerando as 495 páginas que ele tem. O bom é que a diagramação da Galera Record é espaçada e torna a leitura mais agradável e menos cansativa.

Por fim, apesar de um começo difícil nas primeiras cem páginas, Menina de Vinte acabou se revelando uma história bastante gostosa e um bom entretenimento. Fechei o livro apegada as protagonistas e até senti um pouco de falta dos absurdos que a Sadie conseguia que Lara fizesse durante todos os capítulos. Para os fãs de chicklit, é um prato cheio sobre amizade, mistério, fantasmas e uma pitada de romance.
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Nathália 24/09/2010

Lara está passando por uma fase meio complicada na vida, com tudo de ruim acontecendo ao mesmo tempo.

A sociedade com sua amiga está indo de mal a pior, desde que Natalie foi curtir umas férias e não deu explicações; Josh, o "homem perfeito", terminou com ela sem mais nem menos, mas ela tem certeza de que ele ainda a ama; Sua vida financeira também não vai nada bem, visto os problemas da empresa...

Claro que ela não poderia contar esses pequenos detalhes aos pais, eles achariam que sua vida é um fracasso!

E, como se tudo isso não bastasse, ela começa a ver fantasma!

No dia do velório de sua tia-avó Sadie, de 105 anos, uma garota aparece do nada e começa a gritar feito louca, procurando por um colar. Lara é a única que consegue ver e ouvir e logo percebe que essa garota de 20 e poucos anos, vestida no estilo dos anos 20, é Sadie. Na mesma hora ela pensa que está ficando louca e a partir daí começam as grandes confusões!

Mais uma vez Sophie Kinsella nos apresenta personagens atrapalhadas e muito divertidas.

A vida de Lara que já estava pra lá de confusa, vira de cabeça pra baixo com aquela fantasma mimada e cheia de vontades gritando o tempo todo em seu ouvido. Sadie é super divertida e as maluquices que as duas aprontam são super engraçadas!

Achei o início do livro meio devagar, mas depois que a história engrena é impossível largar e garantia de boas gargalhadas!

Mas o principal aqui é a linda amizade que surge entre elas... O romance, apesar de doce e fofo, fica em segundo plano!
A história tem algumas reviravoltas interessantes e várias cenas pra lá de engraçadas com uma "se aproveitando" da outra pra conseguir o que quer. Já que Sadie não pode tocar em nada e nem ser vista, Lara precisa fazer algumas coisas por ela e claro que aproveita essa amiga "invisível" pra descobrir algumas coisinhas importantes. O resultado disso são algumas horas de leitura leve, agradável e desestressante!

A capa é linda, não?! Eu adorei tudo e super recomendo a leitura pra quem gosta do estilo!
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Kathrein 15/09/2020

Um descanso para a alma
Os livros da Sophie são sempre uma delícia de serem lidos, sempre penso que todos dariam comédias românticas incríveis, e esse não é diferente. Um livro sobre amor, amizade e o mais importante.... família. Por várias vezes na história gargalhei e refleti, em alguns momentos meus olhos até lacrimejaram, uma história doce e incrível, depois da metade do livro foi impossível parar de ler.
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Roberta 13/02/2020

Um livro que me fez suspirar
Eu ri muito lendo esse livro e me emocionei também. Mas me incomodo muito com as personagens principais que essa autora cria. Normamente são mulheres extremamente bobas, que beiram a estupidez. As vezes eu queria da um grito na cara dessas mulheres pra elas ACORDAREM. O final foi bom, me fez suspirar.
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Yasmin 08/05/2021

Um dos meus livros favoritos! Já li 3 vezes e é sempre a mesma coisa: mergulho na história e me divirto. É um livro que me chamou muita atenção quando vi e de fato, é muito bom. Me surpreendi muito ao decorrer da história.
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Bia 15/03/2021

Que livro maravilhoso! Comecei a ler sem pretensão, não esperava tirar tantos ensinamentos desse livro. Amo como a história se desenrola e como termina. Achei a história muito bonita. Recomendo demais a leitura!
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Márcia 29/05/2011

O melhor da comédia romântica

Há muito tempo eu não via um chick lit de verdade, em todos os sentidos do gênero. O romance, o humor, a inteligência e o final feliz e emocionante. “Menina de Vinte” desde a primeira palavra se mostra um chick lit completo. Perfeito.

É exatamente aquele tipo de chick lit com o qual você vira a madrugada com um sorriso no rosto. Os personagens são incrivelmente simpáticos e ao contrário da maioria das “mocinhas” dos chick lits, romances e sobrenaturais lançados em massa hoje em dia, a Lara é compreensível e moderadamente sensata – parece que até no romance perfeito é necessário um pingo de romantismo cego na mocinha, mas no caso da Lara é perfeitamente normal e perdoável, até que não incomoda.

Mas é a Sadie a verdadeira estrela do livro, superando de longe a sobrinha-neta Lara. Atrevida, linda, divertida, determinada, ousada, criativa, jovem, enfim, não há adjetivos suficientes para a doce-menina-má-Sadie. Me atrevo a dizer, depois dessa personagem e sua estória apaixonante que Sophie Kinsella é a melhor autora de chick lit que já conheci. Ela foi mestra em misturar emoções como razão, amor e loucura e fazer dar certo.

A estória de amor que atravessa gerações e pousa nos ombros de Lara juntamente com o fantasma de sua tia-avó recém-falecida de 105 anos, é linda, arrebatadora e assustadoramente bem escrita e orquestrada.
O final é a ameixa do pudim de leite. É doce e incrivelmente saudoso.

Marian Keys, Carole Matthews, Gemma Townley e Meg Cabot, aprendam com a colega Kinsella a fazer um chicklit de verdade.
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Janise Martins 06/02/2020

Menina de Vinte
Gosto sempre de avisar no início dos meus comentários em qual pessoa o livro é narrado, acho interessante. Acredito que um livro narrado na primeira pessoa pode haver um envolvimento maior com o leitor, eu disse que pode, não que seja lei. Em todo caso, esse é narrado na primeira pessoa, por Lara. E ela já demonstra o estado de espírito em que se encontra: em fim de namoro com a pessoa que ela ainda ama e não explicou o porquê do término, em início de um negócio que é maior furada e indo para uma cremação de um parente que nem conhece. Só falta cair e quebrar a perna! Kkkkkkkkkkkk… não ria, pois acontece pior, ou não? Aparece um fantasma, só pra ela… da tia-avó que seria cremada.
É uma leitura divertida e flui bem. Falando em divertido, tem uma cena dela no restaurante “carézimo” com um rapaz que ela quer recrutar (ela trabalha com algo parecido com uma agência de emprego) e ela não tem um tostão furado. Ela já se apavora só com o menu, mas quando ele começa a fazer o pedido… a gente se diverte. E como já sabemos que quando a coisa está ruim, sempre pode piorar… e, piora: a fantasma aparece no meio da entrevista.
Essa fantasma, é a Sadie, não é lá muito amiga e nem tem muita paciência, logo, quem tem que ter é a Lara. E Sadie inferniza a vida de Lara, suei de vergonha por Lara e soltei algumas risadas.
Kinsella vira a história e revela a linda e triste história de amor de Sadie, hora de suspiros e olhos úmidos…
“— Porque você pode querer, querer e querer. — Ela se vira e abraça os joelhos. Consigo ver os ossos de sua coluna através do vestido. — Mas se ele não a quiser também, é como se estivesse querendo que o céu fosse vermelho.” _ Sadie
Depois de segredos revelados, pedidos cumpridos, sorrisos e suspiros, o livro acaba… ahhhh que pena…
Mas… mas, vou deixar meu desabafo, achei que a Kinsella foi bem pobre no final da história da Lara, acho que ela merecia um carinho especial.
Bem, esse eu também recomendo.
Bjoo



site: https://janiselendo.blogspot.com/2016/02/menina-de-vinte.html
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Adainara 18/07/2020

Eu só queria um filme ou mini série desse livro, é pedir demais? Affff, perfeito. Em um só dia fiquei curiosa, ri, chorei, me contorci de vergonha alheia kkkk... Enfim, amei do início ao fim. O melhor dos que já li até agora de Sophie Kinsella.
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Helena 16/01/2021

QUE LIVRO, MEU AMIGOS, QUE LIVRO!
De todos os livros da Sophie Kinsella que li, com toda certeza, esse possui a história mais cativante. É tudo radiante, e tenho que admitir, isso fez com que tirasse algumas de minhas lágrimas, rsrs.
Também fico fascinada de como a Sadie, a antagonista, consegue ser encaixada perfeitamente com o meme, "i feel like i'm dead, i'm alive but i'm dead".

Brincadeiras a parte, a única crítica que tenho diante ao livro, é a protagonista, a Lara, e tenho que concordar com uma das falas de Sadie, de que Lara é "egoísta e insensível".

Diante de tudo isso, agora tenho minha total certeza de que Sophie Kinsella gosta muito do nome "Kate/Katie", em razão de, que todas vez que leio um livro dela, tem esse nome sendo mencionado.

Vou sentir sua falta, Sadie....
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LarissaRChaves 03/05/2019

Duas meninas de vinte em décadas completamente diferentes...
Lara Lighton não está nada animada em ir no velório de sua tia-avó Sadie. Até porque ela nem ao menos a conheceu. Ela só precisa então aparecer lá junto com sua família, fingir que se importa e voltar para casa. Porém não é exatamente isso que acontece...

As personagens desse livro são SENSACIONAIS. Não é a toa que se tornou meu livro favorito da minha autora favorita. A história é hilária, o romance é incrível e a jornada é perfeita.

Nada melhor do que ler um livro bem escrito, que te prende do começo ao fim e você sente aquela sensação BOA. A melhor sensação que um livro pode te trazer.

Fantasmagóricamente engraçado. A Sadie é a fantasma mais chata que já existiu nesse planeta e mesmo assim a gente ama ela.

Melhor chick-lit que já li na vida!!
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Ana.Balaniuc 04/10/2020

Gostei!
No início do livro fiquei irritada com a Lara e com a Sadie. Achei o início meio enjoado. Mas do meio para o final, o livro ficou bem interessante! Até derramei algumas lágrimas no final! Rs. Então, de modo geral, gostei da história. Indico, embora não seja o melhor que eu li da autora.
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