Menina de Vinte

Menina de Vinte Sophie Kinsella




Resenhas - Menina de vinte


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Nana 25/08/2010

Dei muitas risadas!!!
Ler Sophie Kinsella é sempre garantia de diversão! É o tipo de escritora que eu compraria os livros sem nem ler a resenha.
Lara tem 27 anos e por insistência dos pais, foi ao velório de sua tia-avó Sadie , que faleceu aos 105 anos de idade no asilo onde morava. Elas nem se conheciam.
Durante o velório, no momento em que o caixão ia ser recolhido para cremação, o espírito de Sadie aparece para Lara (com a aparência de quando ela era moça de 23 anos) e implora para que ela não a deixe ser cremada antes de encontrar seu colar de estimação.
A partir daí a estória é hilária! Lara é acompanhada por Sadie em várias situações e trapalhadas em busca do colar.
Além disso, Lara está tentando reconquistar o ex-namorado, e batalhando para reerguer a empresa da qual é sócia. Para isto, ela vai contar com a ajudinha do fantasma da tia.
O livro é muito engraçado e as personagens inesquecíveis!
Leia e divirta-se! Ameiiiii!
Debora 23/01/2013minha estante
Nana, tambem amei o livro, ri muito. Adoro a Sophie Kinsella.




Nathália 24/09/2010

Lara está passando por uma fase meio complicada na vida, com tudo de ruim acontecendo ao mesmo tempo.

A sociedade com sua amiga está indo de mal a pior, desde que Natalie foi curtir umas férias e não deu explicações; Josh, o "homem perfeito", terminou com ela sem mais nem menos, mas ela tem certeza de que ele ainda a ama; Sua vida financeira também não vai nada bem, visto os problemas da empresa...

Claro que ela não poderia contar esses pequenos detalhes aos pais, eles achariam que sua vida é um fracasso!

E, como se tudo isso não bastasse, ela começa a ver fantasma!

No dia do velório de sua tia-avó Sadie, de 105 anos, uma garota aparece do nada e começa a gritar feito louca, procurando por um colar. Lara é a única que consegue ver e ouvir e logo percebe que essa garota de 20 e poucos anos, vestida no estilo dos anos 20, é Sadie. Na mesma hora ela pensa que está ficando louca e a partir daí começam as grandes confusões!

Mais uma vez Sophie Kinsella nos apresenta personagens atrapalhadas e muito divertidas.

A vida de Lara que já estava pra lá de confusa, vira de cabeça pra baixo com aquela fantasma mimada e cheia de vontades gritando o tempo todo em seu ouvido. Sadie é super divertida e as maluquices que as duas aprontam são super engraçadas!

Achei o início do livro meio devagar, mas depois que a história engrena é impossível largar e garantia de boas gargalhadas!

Mas o principal aqui é a linda amizade que surge entre elas... O romance, apesar de doce e fofo, fica em segundo plano!
A história tem algumas reviravoltas interessantes e várias cenas pra lá de engraçadas com uma "se aproveitando" da outra pra conseguir o que quer. Já que Sadie não pode tocar em nada e nem ser vista, Lara precisa fazer algumas coisas por ela e claro que aproveita essa amiga "invisível" pra descobrir algumas coisinhas importantes. O resultado disso são algumas horas de leitura leve, agradável e desestressante!

A capa é linda, não?! Eu adorei tudo e super recomendo a leitura pra quem gosta do estilo!
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Queria Estar Lendo 02/12/2016

Resenha: Menina de Vinte
O que falar desse livro que levei tanto tempo para ler e me fez mudar de opinião tantas vezes? Pensei muito sobre essa resenha de Menina de Vinte até descobrir como me expressar sobre um chicklit, já que fazia tanto tempo que eu não lia um.

A história acompanha Lara Lington, a única filha do irmão mais velho de Bill Lington, o dono de uma gigantesca rede de cafés, extremamente rico e bem sucedido. Quando o livro começa, Lara está obcecada com o termino de seu namoro de longa data, tentando entender o que deu errado já que Josh, seu ex-namorado, nunca lhe deu uma satisfação sobre o termino. E agora ela precisa ir ao velório de uma tia-avó de 105 anos que ela nunca conheceu para tentar conseguir a ajuda de seu tio Bill para alavancar sua empresa de caça-talentos, já que ela não sabe nada do que está fazendo desde que sua parceira, Nathalie, abandonou a empresa e ela.

"Honestamente, é tão fácil conseguir o que você quer quando as pessoas pensam que você é uma psicopata."

Mas no funeral, tudo muda. Quando estão prestes a fechar o caixão para a cremação, Lara ouve uma garota gritando por seu colar. Ela não é muito mais nova do que Lara, mas está totalmente caracterizada como os anos 20 e obrigada Lara a parar a cremação para que possa encontrar seu colar.

O problema é que a garota se apresenta como Sadie Lancaster. Sua tia-avó. E Lara é a única que pode vê-la e ouvi-la.

"Você não pode simplesmente desligar seus sentimentos porque a outra pessoa o fez."

Depois de inventar uma história sobre a tia ter sido assassinada na casa de repouso em que morava e se meter em confusão com a polícia, Lara precisa correr contra o tempo para encontrar o colar de Sadie para que ela finalmente possa descansar em paz. O problema é que o colar não está entre as coisas de Sadie e isso quer dizer que elas estão presas uma a outra até que Lara possa encontrar aquilo que Sadie está procurando -- e pelo caminho, descobrir muitas coisas sobre si mesma, a família e sua tia-avó.

Sophie Kinsella é a rainha dos chicklit, na minha opinião (logo ao lado de Candace Bushnell e Helen Fielding). Ela vem escrevendo sobre ele há vinte anos e é garantia de risadas, embora em Menina de Vinte eu tenha me deparado com algumas situações que eram ridículas e absurdas demais até para um chicklit, mesmo que estivesse tratando de um fantasma.

O começo do livro me deixou bastante chateada. A única coisa que eu tinha lido da Sophie até então era Os Delírios de Consumo de Becky Bloom e apesar de um certo desgosto com a protagonista, eu tinha gostado muito do fato da história se concentrar exclusivamente em Becky e seus problemas com o consumismo, e não com em uma caça a relacionamentos amorosos. Esperava algo parecido de Menina de Vinte, mas a principio não foi o que eu encontrei.

"Acreditar não é o suficiente! Você não vê isso, garota estúpida? Você pode passar a sua vida esperando e acreditando! Se um relacionamento é platônico, então vai ser sempre uma pergunta, nunca uma resposta. Você não pode viver sua vida esperando uma resposta."

Lara é uma personagem cativanete depois que você começar a acompanhar o relacionamento dela e de Sadie, mas sempre que voltavamos ao assunto Josh e o namoro dos dois, eu queria atirar o livro pela janela. A Lara era um estereótipo de mulher desequilibrada que vivia em função do relacionamento -- ela caçou tanto o Josh que o cara mudou o número do celular! E isso tudo porque ele não queria dizer para ela os motivos de ter terminado seu relacionamento.

Se um cara é babaca o suficiente para terminar com você por mensagem e nem dizer o porquê, então ele não vale a pena.

Mas então chegamos a parte do livro onde o mistério com o colar de Sadie e todo o passado dessa figura tão cheia de vida se intensifica e deixamos o Josh um pouco de lado. A Lara se mete em muita confusão para conseguir desvendar o passado de Sadie e as duas criam esse relacionamento conturbado e cheio de alfinetadas, que significa nada mais do que amor. Lá pela página 150 eu estava empolgada pelo mistério e pelas coisas absurdas em que a Sadie ia enfiar a Lara, fosse para encontrarem seu colar ou para que Lara fosse sua representante em um encontro completamente estranha com um americano que não fazia ideia de que estava saindo com um fantasma.

Quando finalmente o lance com o Josh é resolvido, só sobram coisas boas no livro. Foi divertido ver o relacionamento da Sadie e da Lara crescendo, descobrir todas as coisas maravilhosas que a Sadia havia feito em vida e, ainda, encontrar um gostinho de vingança para Lara ao fim do livro. Apesar das frustrações que a Lara me causou por causa de toda sua obsessão com Josh, eu ainda torcia para que ela conseguisse dar a Sadie o que ela sempre quis: ser famosa e reconhecida.

"Eu sou alérgica a reuniões de família. As vezes penso que seria melhor se fossemos sementes de dentes-de-leão -- sem família, sem história, só flutuando pelo mundo na nossa própria penugem."

O romance também valeu a pena, especialmente porque não foi o foco da história. Hoje eu vejo muito chicklit onde o propósito é apenas um romance entre dois personagens sem muita personalidade, mas pela segunda vez a Kinsella me surpreendeu, criando uma história envolvente e dando problemas reais para Lara, que vão muito além de encontrar o amor da sua vida no século XXI.

Ed é mais um personagem de apoio para o desenvolvimento de Lara e do seu relacionamento com a Sadie do que o foto solo de toda a história e foi gratificante ver a volorização de relacionamentos femininos. E, para mim, esse é o foco da história, o fato de Lara encontrar em Sadie uma versão ousada, que busca se divertir e correr atrás do quer -- mesmo que seja um encontro com um cara que ela encontrou do nada vasculhando prédios -- sem pedir desculpas por ser quem é ou "diminuir o volume" de si mesma só para agradar as pessoas a sua volta.

"As vezes, quando não consigo dormir, eu imagino todas as regras que eu inventaria se algum dia eu estivesse no controle do mundo."

Como a maior parte da população mundial, Lara tem esses impulsos de ajustar-se para agradar as pessoas, mesmo aquelas que ela nem conhece, e encontrar Sadie é uma forma de aprender e crescer, de descobrir que ela não precisa comprometer a pessoa que é para que as pessoas gostem dela e que, fazer as cosias do seu jeito não é utópico, mas sim o que te move para frente.

A escrita também não é nada rebuscada o que faz o texto leve e de fácil compreensão, você mergulha na história e não percebe o quanto já leu, o que é ótimo, considerando as 495 páginas que ele tem. O bom é que a diagramação da Galera Record é espaçada e torna a leitura mais agradável e menos cansativa.

Por fim, apesar de um começo difícil nas primeiras cem páginas, Menina de Vinte acabou se revelando uma história bastante gostosa e um bom entretenimento. Fechei o livro apegada as protagonistas e até senti um pouco de falta dos absurdos que a Sadie conseguia que Lara fizesse durante todos os capítulos. Para os fãs de chicklit, é um prato cheio sobre amizade, mistério, fantasmas e uma pitada de romance.
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Márcia 29/05/2011

O melhor da comédia romântica

Há muito tempo eu não via um chick lit de verdade, em todos os sentidos do gênero. O romance, o humor, a inteligência e o final feliz e emocionante. “Menina de Vinte” desde a primeira palavra se mostra um chick lit completo. Perfeito.

É exatamente aquele tipo de chick lit com o qual você vira a madrugada com um sorriso no rosto. Os personagens são incrivelmente simpáticos e ao contrário da maioria das “mocinhas” dos chick lits, romances e sobrenaturais lançados em massa hoje em dia, a Lara é compreensível e moderadamente sensata – parece que até no romance perfeito é necessário um pingo de romantismo cego na mocinha, mas no caso da Lara é perfeitamente normal e perdoável, até que não incomoda.

Mas é a Sadie a verdadeira estrela do livro, superando de longe a sobrinha-neta Lara. Atrevida, linda, divertida, determinada, ousada, criativa, jovem, enfim, não há adjetivos suficientes para a doce-menina-má-Sadie. Me atrevo a dizer, depois dessa personagem e sua estória apaixonante que Sophie Kinsella é a melhor autora de chick lit que já conheci. Ela foi mestra em misturar emoções como razão, amor e loucura e fazer dar certo.

A estória de amor que atravessa gerações e pousa nos ombros de Lara juntamente com o fantasma de sua tia-avó recém-falecida de 105 anos, é linda, arrebatadora e assustadoramente bem escrita e orquestrada.
O final é a ameixa do pudim de leite. É doce e incrivelmente saudoso.

Marian Keys, Carole Matthews, Gemma Townley e Meg Cabot, aprendam com a colega Kinsella a fazer um chicklit de verdade.
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Luiza Laier 28/08/2010

Sou suspeita para falar porque Sophie Kinsella é uma das minhas autoras favoritas.
Ol ivro conta a história de Lara Lington,27 anos,sócia de uma empresa de caça talentos que não anda muito bem das pernas pois sua sócia Nathalie a abandonou,foi largada pelo ex-namorado Josh e fica constantemente o perseguindo o ex e mentindo para seus pais a respeito de sua vida amorosa/profissional.
A sua vida muda completamente após ela ir ao funeral de sua tia avó Sadie Lancaster que ela não conhecia.
Eis que no funeral Lara vê o fantastama de sua tia-avó Sadie e acha que está ficando doida.
Dali para a frente,as duas começam uma jornada em busca de um colar de contas e uma libélua na ponta que era de Sadie e desapareceu!A jornada regada a muitas risadas,Charleston,anos 20 com direito a melindrosas e tudo e até um galã,Ed.
Como todos livros de Sophie Kinsella este não é diferente,cheio de reviravoltas que te motivam a ler o livro até o fim!
Karina 12/02/2012minha estante
Luiza tbm adoro os livros da Sophie, se vc quiser saber mais sobre ela da uma passadinha no blog: http://www.feedyourhead.com.br/ e ve a coluna de hoje.
La vc vai encontrar varias curiosidades sobre a vida e obra dessa autora tao espirituosa e cativante! Bjs




Karen 22/07/2015

Apaixonante!
Amo todos os livros da Sophie Kinsella mas esse me deixou encantada! A história é super divertida e você acaba se apaixonando por alguns personagens, no meu caso, a Sadie!
Ri e chorei com o livro e quando acabou fiquei triste, parecia que faltava algo em mim haha.
Vale a pena ler! Recomendo!
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Blog MVL - Nina 05/05/2011

Blog: Minha Vida por um Livro | Marina Moura www.minhavidaporumlivro.blogspot.com
Eu sou (ou era) preconceituosa com o gênero Chick-Lit. Começo a resenha com essa bomba na cabeça dos meus leitores. Esse é o momento em que todas as meninas correm para dar unfollow no blog. A despeito disso, preciso ser honesta com aqueles a quem considero como amigos queridos e que compartilham comigo as loucuras de ser um leitor compulsivo em um País que não compreende esse traço de personalidade (como se diz em Psicologia). Entretanto, eu tenho uma plataforma de autodefesa. Após tentar ler um famoso livro Chick-Lit (não informarei o título) fiquei traumatizada e não quis tentar novamente. Eu já ouvira falar de Sophie Kinsella, a Deusa de tal gênero, mas nunca me dispus a ler uma de suas obras. Até que cruzei com o livro “Menina de Vinte” pelo site Skoob. A sinopse é tão absurda que não pude fazer outra coisa além de querer saber sobre o que a estória realmente se tratava, apesar de, secretamente, esperar que o livro fosse péssimo e eu pudesse finalmente embasar minha opinião negativa sobre Chick-Lit.

Sabe aquela expressão antiga e que certamente sua avó já usou a sua frente? “Deu com os burros N’água”? Então. De forma quase literal isso ocorreu comigo ao terminar de ler o livro enquanto viajava para Santa Catarina. Sinceramente, as pessoas devem ter pensado que eu era desequilibrada, eu oscilava entre gargalhadas frenéticas e pequenos soluços de choro. Sim, não foi uma cena muito bonita de se assistir.

Em “Menina de Vinte” a autora best-seller, Sophie Kinsella, narra a estória de Lara. Uma mulher um pouco desequilibrada e extremamente impulsiva, que joga fora seu trabalho para abrir um negócio de última hora com uma antiga amiga. E vale à pena mencionar também que seu último relacionamento não acabou bem e desde então ela vem, praticamente, caçando o ex-namorado. Ao ir ao funeral de uma tia-avó que ela nunca conheceu, um espírito muito temperamental começa a segui-la. E o pior, é o fantasma de sua tia-avó, só que com uma aparência quarenta anos mais jovem. Sadie, a tal velhinha, precisa descobrir o paradeiro de seu precioso colar de libélula para que possa finalmente ter paz, e nesse meio tempo ela se encarrega de apagar qualquer chance de paz na vida de Lara. Entre intrigas de família e um romance surpreendente, Sophie Kinsella consegue honrar sua reputação.

As duas protagonistas, Lara e Sadie, conquistaram meu coração logo de início. Apesar de ser diametralmente oposta à Lara, eu consegui descobrir aspectos autênticos sobre a personagem que é comum a uma grande parte da comunidade feminina mundial. Sadie é enérgica e daquele tipo de pessoa que faz as coisas acontecerem nem que seja na marra, era sem dúvida, uma pioneira nata nos anos vinte, época em que viveu sua juventude. O romance completamente inesperado que vai tomando forma durante a estória é adorável e eu me peguei torcendo loucamente para o casal ficar junto.

“Menina de Vinte” quebrou meus preconceitos pessoais e certamente possui o potencial de fazer o mesmo por outras pessoas como eu. É um livro leve, para se ler, rir e dar uma pequena chorada. Nesta obra, Sophie Kinsella nos ensina a não perder tempo e a dar valor ao que possuímos hoje, e principalmente, não nos deixar contaminar pelo amargor que a vidas vezes pode causar. Essa foi a lição de Sadie. A lição de Lara foi aprender a gostar do que tinha dentro de si e parar de procurar a si mesmo nos outros, principalmente em seu (ex) namorado.
É obviamente uma leitura feminina, entretanto, ouso dizer que os homens mais perceptivos vão poder aprender uma ou duas coisas sobre as mulheres com o livro.
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Cibele 25/11/2010

Até mesmo Sophie Kinsella resolveu se aventurar com seres sobrenaturais e dessa mistura saiu um livro cheio de humor, como típico da autora. Muitos momentos pra rir, outros pra morrer de vergonha e outros pra se apaixonar por mais um executivo de sucesso como costumam ser os mocinhos da Kinsella (tirando o John do Lembra de mim?). Lara é a típica garota de 20 e poucos anos. Não sabe muito bem o que quer da vida, tem certeza que o cara errado é o amor de sua vida e no começo fica difícil decidir quem é mais chata, ela ou Sadie, pois o fantasma, além de egoísta, não para de gritar, especialmente nos momentos mais inoportunos. Mas depois, conforme as conhecemos melhor e a protagonista vai ficando mais apegada ao fantasma da tia-avó, mais nós vamos gostando delas também.

Leia a resenha completa em: http://www.euleioeuconto.com/2010/09/menina-de-vinte.html
Aline Memória 05/12/2010minha estante
O Nathaniel de Samantha Sweet também não é um executivo de sucesso, mas acho que eles são os preferidos da Sophie Kinsella mesmo.




Cíntia Mara 23/04/2011

Às vezes eu termino de ler um livro e quero comentar dezenas de coisas a respeito dele. Às vezes escrevo posts e tenho que fazer várias revisões, tirando coisas não tão importantes. Às vezes me esqueço de coisas importantes e tenho que complementar nos comentários. E outras vezes... Eu termino um livro e não sei o que poderia falar sobre ele sem repetir o que, possivelmente, diversos outros blogs já disseram. Uma boa solução seria ignorar o livro e não escrever nada, mas aí eu lembro que tenho usado o blog como um registro de leitura, e gosto de reler o que escrevi depois de algum tempo e etc, etc, etc. A outra solução é ser sincera e dizer que não sabe o que vai escrever.

Deixo claro logo de uma vez que isso não tem nada a ver com gostar ou não do livro. Ele é muito bom! Nem com falta de criatividade, pelo menos neste caso. Talvez com falta de tempo.


Apesar de ter os pockets de quase todos os livros da autora, este foi o primeiro que li além de Becky Bloom. Vi algumas pessoas dizendo que ele é mais engraçado que a série, mas nisso eu discordo. Com o quarto e o quinto livro da Becky eu literalmente passei mal de tanto rir. Comecei a tossir que não parava mais. Com Lara e Sadie eu ri, sim, dei umas boas gargalhadas. Mas não chegou a tanto.

Menina de vinte é mais reflexivo. Dá até pra escapar uma lagrimazinha no canto dos olhos. Lara é uma menina de vinte e sete anos que tem problemas como muitas outras meninas de vinte, trinta, quarenta. Problemas com o ex-namorado, problemas com o trabalho, problemas pra se lembrar de pagar as contas, problemas pra lidar com os pais e a irmã chata. Sadie aparece como um fantasma extremamente chato, mas que consegue conquistar o leitor.

Gostei de ver a evolução das duas meninas e também da coragem de Lara ao enfrentar certas situações constrangedoras para que Sadie recupere seu colar e possa “descansar em paz”. Há um mistério em torno do colar e de uma pessoa que pode estar com ele, que no final revela uma grande e bela surpresa e uma história linda.

Só uma coisa que eu não entendi bem foram os poderes “gritantes” de Sadie, que em alguns momentos eram usados e em outros simplesmente ignorados. Faltou uma explicação pra ficar mais coerente.

Pra quem não sabia o que escrever, até que ficou razoável. Pra terminar devo dizer que amei esse negócio de procurar capas diferentes do livro. Twenties Girl foi publicado em vários países e tem várias capas interessantes. A do Brasil é uma das mais lindas. O que acham?

http://www.cintiamcr.com.br/2011/04/menina-de-vinte-sophie-kinsella.html
Isis C. 25/04/2011minha estante
Adorei a resenha! Estava até desanimada a continuar a ler Sophie Kinsella depois da minha decepção com Samantha Sweet.. Ainda vou ler Becky Bloom, espero que Menina de Vinte também seja bom :)


Cíntia Mara 16/07/2011minha estante
Isis, eu amo a série da Becky. É muito divertida ;)




Selma 20/05/2011

A solução que vem do passado
O livro ‘Menina de Vinte’, de Sophie Kinsella, é um romance divertido que utiliza a ficção para desenvolver uma história interessante em que passado e presente se misturam numa trama bem bolada que aproxima duas jovens, sobrinha e tia-avó, que viveram essa juventude em épocas diferentes.
Mas isso se transforma em um detalhe que aproxima essas mulheres Sadie e Lara, lindas, interessantes mas que precisam de uma pitada a mais de relacionamento humano para amadurecerem.
E é exatamente o que acontece nesse encontro transcendental onde não existem barreiras e, por isso mesmo, segredos esquecidos emergem ao presente de uma maneira interessante e envolvente, emoldurados por muito amor.
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Simone MK 19/09/2010

Hilário
O livro é ótimo, como sempre Sophie Kinsella arrasa! Só achei que os personagens Natalie (sócia) e o tio Bill mereciam sofrer um pouquinho mais.... rs. Rende muitas e boas risadas. Recomendo!
Dana 10/10/2010minha estante
Concordo plenamente com vc! =)




Michele.Nunes 26/08/2017

Sadie :)
Queria que tivesse um pouquinho mais de romance, queria que a história de Lara e Ed fosse mais explorada, mas é uma história linda, todos deveriam ter um amor que durasse a vida inteira .
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Larissa Haerolde 22/10/2013

Prontinho!
Li o livro (ebook) sem ler a sinopse ou alguma resenha, pois as vezes gosto de me surpreender totalmente com a história. Dormi lendo e acordei lendo . A Sophie acertou em todos os personagens (sempre, né?). Pra mim, é a rainha do Chick-Lit! E não tem como não se apaixonar pela história. Não tem como não sorrir, gargalhar e até chorar, por que não? É surpreendente e cativante.
Você vai conhecer a Lara, nossa Menina de Vinte, é perseverante e acredita em todo aquele papo de "amor verdadeiro" ; Josh, "pão de plástico" ex da Lara, e super desejado-namorado-de-volta; a família da Lara; o Ed (Ah, Ed!); e a esplêndida mandona-sabe-tudo Sadie, acredite, você vai sentir falta da fantasma mais orgulhosa, arrogante, linda e glamourosa. Vai rir dela e chorar, por ela.
A linda da Sophie ensina pra gente que realmente, nem tudo é o que parece, a família é um pedaço de quem somos, devemos acreditar mais em nós mesmos, sermos nossa própria motivação, sermos também para nós mesmos, nossa razão para seguir em frente, e o amor!? Ah, as vezes nos enganamos, erramos, e ele aparece quando menos esperamos. E ah, claro! Pagar mico! Não é tão ruim assim.
Bem, prontinho! Espero que se divirta tanto como eu, ou mais!

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RenataSara 23/06/2011

Simplesmente perfeito!!! O meu favorito da Sophie!!!
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Izabela 09/02/2015

Eu descobri – recentemente – que adoro a escrita da Sophie Kinsella, por isso, eu pedi esse livro de presente de natal (mais uma vez, obrigada, tia Lena!) e por isso, também, passei ele na frente de muitos outros livros da minha estante. Não me arrependi. Esse livro, assim como os dois outros livros que li da autora (Fiquei com Seu Número e Remember Me?), ganhou cinco estrelas lá no skoob, mas não posso negar que demorou um pouco mais para ele me conquistar, o fato de eu achar que a autora enrolou um pouco ajuda nisso, mas, como sempre, vou falar melhor sobre isso depois que eu contar sobre o que o livro fala em detalhes. Posso contar – antes de tudo – que eu não tinha ideia do que o livro falava quando comecei e isso acabou deixando a história até mesmo mais divertida, não tinha ideia que ia ler sobre uma fantasma e isso não é spoiler, está na contracapa (e quase sempre só leio isso depois que termino o livro, rs). Se você quiser conhecer um pouco mais do livro e o que achei sobre ele é só continuar lendo!

O livro contra a história da jovem Lara e de como tudo na vida dela resolveu dar errado ao mesmo tempo. O amor da vida dela resolveu que não era amor e terminou tudo por email, a empresa (recém-aberta) dela está indo por água abaixo e sua melhor amiga, e sócia, resolveu que precisava de férias de tudo e de todos e sumiu depois de entrar de férias e encontrar um grande amor. Para piorar, o tio dela é um dos empresários mais famosos do mundo e se recusa a ajudá-la, por acreditar que qualquer um consegue chegar ao topo, basta querer (e se deu certo para ele, daria certo para ela também). Tudo já estava um caós, mas, como sempre, pode piorar. Lara foi obrigada a comparecer ao velório de sua tia-avó, Sadie, que morreu aos 105 anos de idade, mesmo nunca tendo a conhecido. Ok, um velório nem é assim o fim do mundo, mas pode virar quando a morta em questão aparece em forma de fantasma só para você. Uma fantasma muito abusada com um corpo jovem e roupas da década de vinte. E o pior, a fantasma quer um colar dela que sumiu e ela se recusa a deixar que a enterrem sem o bendito do colar. O que você faz? Grita e cria um caso de polícia no meio do velório, é claro.

"(...) é muito fácil conseguir o que se quer quando as pessoas pensam que você é psicopata." - Página 236

Agora Lara precisa lidar com todos os seus problemas antigos e o seu mais novo problema, uma tia-avó fantasma que é muito doida. Ela não tem ideia de onde pode estar o colar em questão e não tem como pedir ajuda para ninguém, afinal, a chamariam de louca e a jogariam em algum lugar para cuidar disso. Depois de muito pensar, e acreditar que estava maluca, Lara resolve ajudar Sadie por se sentir culpada, afinal ela morreu com 105 anos e Lara nunca a visitou. Entre a busca pelo colar e as tentativas de arrumar sua vida Lara acaba descobrindo muitas coisas sobre sua empresa, sua amiga, sua família e até sobre ela mesma. Quem diria que uma fantasma de mais de cem anos poderia ser tão útil, era como se ela tivesse um anjo da guarda que podia entrar em apartamentos alheios para espiar e até mesmo arranjar encontros. E é assim que Lara vai resolvendo a vida, com os toques mágicos de sua tia-avó e com muito bom humor. Isso tudo sem esquecer do bendito colar, é claro.

"Não pode viver só olhando para a frente. Precisa olhar em volta. Precisa superar." - Página 295

O livro é muito engraçado em alguns momentos, assim como os outros que li da autora, mas também é muito previsível em outros. Me surpreendi muito (mesmo) com o rumo que o drama do colar levou, era algo que eu não esperava de forma alguma, mas ao mesmo tempo, quando o assunto é romance, eu sabia desde o começo o que ia acontece, porque foi a mesma receita usada nos outros livros que li da autora. Mas isso, de forma alguma, atrapalhou a leitura, o que me incomodou e até atrapalhou um pouco foi que, na minha opinião, o livro podia ter umas cem páginas a menos. Quando eu estava na metade eu já não sabia mais se tinha forças para seguir em frente, mas aí ficou muito bom e eu consegui, mas teria facilitado muito a minha vida (e acredito que a de outros leitores também). É um chick-lit bem clássico, assim dizendo e eu amei a ligação do nome do livro com a história. Quando comecei a leitura acreditava que era porque Sadie tinha voltado com o corpo de 23 anos e porque Lara também estava na casa dos vinte, mas errei e errei feio. Vai muito além da idade e eu achei isso muito genial.

Eu simplesmente pirei com a Sadie. Ela é uma personagem genial e rendeu muitas risadas altas e gostosas na madrugada. O mesmo serve para a Lara, que lembra muito bem as outras personagens principais da autora que já li. Os outros personagens também são muito bem construídos, mas o fato é que o livro é a história das duas e isso não tem como mudar. Ficamos malucos para achar o colar e mais malucos ainda para ver onde tudo que Sadie apronta vai dar. É um livro muito leve, mas devo lembrar que estamos falando de um chick-lit. Se você gostou de algum outro livro da autora pode ler esse sem medo de ser feliz e se você ainda não leu, bom, pode ler sem medo também! É um ótimo livro para começar e por mais que pareça gigante (em alguns momentos) é uma delícia.

site: http://www.brincandodeescritora.com/
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