Morte na Mesopotâmia

Morte na Mesopotâmia Agatha Christie
Agatha Christie
Agatha Christie




Resenhas - Morte na Mesopotâmia


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@aprendilendo_ 18/08/2020

Resenha de Morte na Mesopotâmia
Segundo seu conceito, arqueologia é a ciência a qual estuda os vestígios da presença humana, desde o passado até o agora, com o intuito de compreender mais sobre sua cultura. Portanto, não é de se impressionar que boa parte de suas investigações encontram-se na área mesopotâmica, terra localizada entre os famosos rios Eufrates e Tigre, esses, cooperadores para a criação das primeiras civilizações orientais, como, por exemplo, o Egito. Nesse contexto, em Morte na Mesopotâmia, temos a narrativa de Amy Leatheran, enfermeira a qual, enquanto trabalhava com uma paciente durante uma expedição arqueológica na região do Iraque, teve de lidar com um inesperado assassinato.

Escrito por Agatha Christie, uma das mais vendidas autoras do século XX, o livro trata-se de mais um de seus famosos contos de investigação os quais oferecem um desafio ao “sucessor” de Sherlock Holmes, estamos falando do homem de aparência simples, Hercule Poirot. Dito isso, a obra é narrada a partir da protagonista, Amy, a qual, a partir de um relatório feito após todo o acontecido, conta, nos pormenores e de forma astuta, os melindres do ocorrido em Tell Yarimjah.

Com um desenvolvimento lúcido e carismático, o livro agrada desde as primeiras páginas em sua falta de pressa em colocar uma tensão desnecessária. É nos pormenores e de forma sucinta que a escritora começa a colocar as questões à mesa. Dessa forma, um pouco diferente de outras obras de mesmo tema, o crime e até mesmo o investigador (Poirot), de certa forma, só entram em cena após uma devida e bem formulada contextualização do ambiente. Essa característica traz uma boa sensação de naturalidade e é realçada com os ótimos personagens, como Amy ( que é extremamente cativante), Dr. Reilly e os Leidner os quais nos ajudam a ter uma imersão realmente agradável e descontraída, um balanceamento incrível, entre uma tensão a qual cresce enquanto conhecemos cada sujeito sem, ao mesmo tempo, cair em exageros.

Morte na Mesopotâmia, primeiramente publicado em 1936, consegue, até os dias hoje, chamar a atenção por sua fluidez, bons personagens, uma ambientação encantadora e desafiante, um ótimo livro para os entusiastas do gênero investigativo.

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Leticia.Ficagna 19/08/2020minha estante
Adorei a resenha! Já irei adicionar na minha lista para ler hahaha


@aprendilendo_ 19/08/2020minha estante
Muito obrigado!! Acredito que vc não vai se decepcionar.


anna.ceuta 28/08/2020minha estante
Que resenha incrível, admito que depois de umas leituras seguidas da autora fiquei meio saturada, mas agora depois dessa recomendação, já estou louca para me aventurar em mais um romance da Aghata.


@aprendilendo_ 28/08/2020minha estante
Muito obrigado! O livro é muito bom e aposto que vai ser de um ótimo alívio pra você, espero que tenha uma ótima leitura.


@aprendilendo_ 10/09/2020minha estante
Oii Hana, tudo bem? No caso, o skoob não é um aplicativo estilo kindle ou algo do tipo, mas apenas uma rede social a qual colocamos resenhas e marcamos os livros lidos.


Yonah 29/09/2020minha estante
Que resenha perfeita!


@aprendilendo_ 29/09/2020minha estante
Muito Obrigado!!




Debora.Mello 21/03/2021

Fui ludibriada completamente..
Demorei um pouco pra engatar na leitura confesso. Estava acostumada a uma abordagem diferente. Mais depois tudo se endireitou.
Nesse livro de inicio a história é narrada pela perspectiva da enfermeira Amy Leatheran. O dr. Reilly que estava junto na expedição com a enfermeira pede a ela que escreva os episódios que se sucederam ao crime ocorrido, ou seja, vemos a história através de seus olhos. O que torna ainda mais interessante por que a história te encaminha pra um rumo totalmente diferente. Nessa em especial não consegui desvendar quem seria de fato o criminoso.
Uma narrativa q envolve tanto que você começa a juntar e desconfiar de tudo e que no final é aquela surpresa extraordinária. Sem sombra de duvidas um livro que merece ser lido.
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Italo Ruan 17/06/2021

Amei demais esse, leitura muito fácil e agradável, interessante ver tudo pelo ponto de vista da enfermeira. Mas o que realmente eu amei mais foi que dessa vez ela não me enganou e eu desconfiava de quem era o assassino antes da revelação hahahahag
Debora.Mello 17/06/2021minha estante
Tá de parabéns viu kkk pq nesse ela me engano direitinho?




Paulo 25/08/2020

Leitura rápida
É a minha primeira experiência lendo uma obra de Agatha Christie, mas não é meu primeiro contato com o detetive Hercule Poirot pois eu já o havia visto em ação no filme Assassinato no Expresso Oriente.

Gostei do livro e da ambientalização. Pode ser que no começo eu tenha me sentido um pouco sem saber aonde a história queria ir, mas sei que em livros de mistério policial cada detalhe tem sua razão se ser, então me deixei levar pela narrativa da enfermeira Amy Leatheran até que tudo se encaixasse no final.

Devo dizer que não consegui deixar de comparar esta obra aos livros maravilhosos de Sir Arthur Conan Doyle ao escrever as aventuras de Sherlock Holmes. Durante a leitura eu estive constantemente fazendo comparações. Eu não devo ter sido o único, creio que quem leu obras desses dois autores deve ter feito o mesmo. Até a narradora desta obra faz isso, ao dizer que antes de conhecer Hercule Poirot ela o imaginava como "algo mais ao estilo de Sherlock Holmes".

Na minha opinião, Sherlock é mais genial ao desvendar um mistério, usando suas teorias da dedução e da observação. E lá, toda a história é narrada pelo seu fiel escudeiro o Dr Watson, que passa a entender melhor a mente do detetive e escreve uma história mais rica em detalhes, o que nos faz pensar que até mesmo nós poderíamos aprender um pouco da sagacidade do detetive.

Já nesta obra, Morte na Mesopotâmia, a narradora é uma enfermeira que acaba conhecendo o detetive pelas circunstâncias do crime que ela presencia. Isso, ao meu ver, deixou a história um pouco defasada em detalhes, pois é claro que Hercule Poirot pensou em suas hipóteses também na ausência da enfermeira, e que portanto ela não poderia ter nos narrado tudo, e isso por vezes deixou um pouco chato de acompanhar como o detetive chega na solução do delito, até que ao final da história ele mesmo diga tudo o que pensou desde que conheceu o caso. Mesmo assim, no decorrer da obra algumas coisas são reveladas de como o detetive pensa, por exemplo quando ele expõe: "Entende, é isso que procuro primeiro: quem se beneficia com a morte da pessoa falecida?", entre outros exemplos.

Não digo mais para não incorrer em spoilers.

Não quero me basear em apenas um livro. Pretendo em breve ler outra obra da autora e ver como Hercule Poirot desvenda os crimes que econtra.
Sara 25/08/2020minha estante
Oiee, que bom que gostou desse! Indico muito "morte nas nuvens", também com Poirot.


Paulo 25/08/2020minha estante
Olá, Sara. Muito obrigado pela indicação, eu estava mesmo sem saber qual seria o próximo livro dela que eu iria ler kkkk, agora sei que será esse. :)


Sara 25/08/2020minha estante
Por nada :3


Djúlio 25/08/2020minha estante
Leia: "E não sobrou nenhum." Meu livro favorito da Agatha


Paulo 26/08/2020minha estante
Opa, vou buscar por esse também. Obrigado pela recomendação, Djúlio :)




Julia Calamares 24/02/2021

O livro é narrado pela enfermeira Amy Leatheran, uma mulher com vasta experiência profissional e profundamente dedicada ao trabalho.

Ela foi contratada para cuidar de Louise Leidner, a esposa de um renomado arqueólogo, que vinha sofrendo crises de pânico e acreditava que seria assassinada.

Durante sua estadia, Miss Leatheran procura investigar a saúde mental de Mrs.Leidner, seu relacionamento com os demais membros da equipe de arqueologia em Hassanieh, e sua relação com o marido, Dr. Eric Leidner.

Na verdade, ela aceitou o emprego sabendo pouca coisa sobre sua paciente. Antes de chegar lá, ouviu boatos muito estranhos sobre seu novo local de trabalho e todos pareciam ter uma opinião formada sobre Mrs. Leidner.

Poirot é chamado para resolver o caso quando Louise Leidner é encontrada morta em seu quarto e todos os membros da expedição são suspeitos.

Adorei!
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Mi 07/06/2021

Mais uma narrativa do Poirot que gostei muito.
Apesar da quantidade de personagens que deixa a gente perdida, fluiu muito bem.

Ok, senti falta da vibe fofoqueira, mas mesmo assim deu muito certo pra mim.

O final realmente foi um golpe pois não esperava mesmo.
Aquele papel de trouxa que gosto de fazer :)

Não é rainha àtoa, realmente!
Fabio.Paulino 07/06/2021minha estante
Parabéns pela leitura e pela resenha amiga vai pra minha lista


Mi 08/06/2021minha estante
Obrigada!




Thiago Neiva 24/05/2021

A aventura de Poirot antes de pegar o Expresso Oriente
Não vou falar muita coisa porque quanto menos eu falar, melhor vai ser sua experiência. NÃO LEIA A SINOPSE!! Eu nunca gosto de saber quem morre nas histórias dela, então é mais uma surpresa pra mim durante a leitura.

Nesse livro, Hercule Poirot estava no Iraque quando recebe um caso muito peculiar em suas mãos: uma casa onde está morando um grupo de arqueólogos (cerca de 11 pessoas) e que, em plena luz do dia, alguém morre em seu quarto. Um crime super pensado e muito inteligente. A resolução é incrível e eu fiquei com uma cara horrível de uma pessoa que acabou de ser enganada. A Agatha solta umas pistas durante a leitura e ela vai atrair sua atenção para outro lugar e, quando você for ver, já está mais perdido que cego em tiroteio.

Amei demais, cinco estrelas. Um mistério muito bem feito, com personagens profundos e uma ambientação super exótica e bem-feita. Entrou para o meu hall de livros favoritos da autora. O próximo livro que lerei dela será a Casa Torta, me desejem sorte, fuuuuuuuuiiii!!
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Debbye 18/01/2021

?? Morte na Mesopotâmia ??
Livro recomendadíssimo, e com certeza haverá mais resenhas de livros da Agatha por aqui, porque a Rainha do Crime é minha escritora preferida nesse gênero de ficção policial e eu tenho muitos livros dela para ler. E amém por isso!!

"Ora, todo caso, na minha opinião, tem forma e contorno definidos. A configuração deste, no meu entender, girava exclusivamente em tordo da personalidade de Mrs. Leidner. Antes que eu soubesse exatamente que espécie de mulher ela era, não poderia saber por que fora assassinada nem quem a assassinara?
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Ique 28/02/2021

O Assassinato é um hábito
Morte na Mesopotâmia foi publicado originalmente em 1936 trazendo mais um mistério a ser desvendado pelo icônico detetive Hercule Poirot. O livro é narrado em primeira pessoa através da enfermeira Amy Leatheran que foi chamada para acompanhar e cuidar de Louise Leidner em um sítio arqueológico de Tell Yarimjah em Bagdá. Leidner era esposa do arqueólogo que chefiava a expedição de quem recebia muito amor e admiração, no entanto o marido desconfiava da veracidade das afirmações de ameaças de morte que a mulher havia recebendo, além dos relatos de momentos em que estivera sendo observada. A enfermeira chega ao local e conhece os membros da expedição, ao mesmo tempo que começa a compreender que o medo de Louise Leidner era real uma vez que ela realmente estava sendo observada.

Em meio a um cenário de desconfianças, medos e uma atmosfera estranha entre os membros da expedição o inevitável acontece: ocorre um assassinato onde o(a) culpado(a) só pode ser algum membro e não alguém externo. Para resolver esse enigma, Hercule Poirot (que estava de passagem em terras iraquianas) é convocado e a partir deste momento ocorrem vários depoimentos entre os personagens onde compreendemos que cada integrante da expedição teria uma motivação para cometer o assassinato.

Morte na Mesopotâmia traz um final inesperado e com algumas reviravoltas, tornando-se bem difícil de ser decifrado. Tudo fica mais interessante por ser narrado pela ótica da enfermeira que se mostra leiga no assunto (como o leitor) ao lado de alguém com extrema experiência (como Poirot). Essa similaridade me lembra muito a dupla Poirot e Hastings e deixa a história bem mais leve uma vez que Leatheran é uma personagem muito legal.

O problema do livro é o ritmo, ele demora muito para engatar, são muitos personagens apresentados simultaneamente, com nomes e sobrenomes que demoram um tempo para serem assimilados. Tais personagens não são bem trabalhados (com exceção dos protagonistas) e parecem que apenas precisavam estar ali para criar um pouco mais de mistério. Por conta disso, foi difícil não querer desistir até a metade do livro.

Quando o ritmo chega, tudo ocorre de maneira frenética, acontecimentos que o leitor não espera e também comportamentos estranhos. Quando uma pergunta é respondida várias outras surgem deixando tudo mais difícil de ser resolvido cabendo ao detetive belga colher todas as informações para reunir todos os personagens e revelar a verdade (típico) e essa cena é maravilhosa.
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Cris Rosseto 15/06/2020

A narrativa dos acontecimentos se dá pela visão da enfermeira Amy Leatheran, uma mulher com uma vasta experiência profissional que aparenta ser muito correta, respeitosa e profundamente dedicada ao trabalho. Devido à seu histórico Miss Leatheran foi contratada para cuidar de Mrs. Louise Leidner, a esposa de um renomado arqueólogo, que vinha sofrendo de algumas crises de pânico, ansiedade e até mesmo acreditava que seria assassinada.
Devido ao trabalho com arqueologia, o casal Leidner encontravam-se acampados juntamente com uma vasta equipe em Hassanieh (Iraque), sendo este o local das escavações.
Miss Leatheran durante seu período de estadia procura investigar a saúde mental da Mrs. Leidner, seu relacionamento com os demais membro da equipe e até mesmo seu relacionamento com o seu marido Dr. Eric Leidner. À princípio tudo era baseado em suposições, inclusive alguns daqueles que conviviam com Mrs. Leidner acreditavam que sua personalidade era manipuladora, a mesma estava realizando uma encenação somente para chamar a atenção.
Porém, como nem tudo ocorreu conforme todos pensavam, Mrs. Leidner não estava sofrendo com alucinações ou perseguições sem fundamento, de fato, alguém a queria morta. Algo que infelizmente acontece e o corpo de Mrs. Leidner é encontrado dentro de seu quarto, com uma violenta pancada na testa, no local do crime nada estava fora do lugar, as janelas estavam trancadas, nenhum som suspeito e nada estava fora da normalidade.
Diante deste curioso caso, o detetive Hércule Poirot é chamado para realizar uma investigação, durante as coletas de testemunho descobre-se que Mrs. Leidner não é aquilo que aparenta ser, muitos acontecimentos são revelados, todos são suspeitos, muitos têm motivos para não gostarem dela e mais ainda para matá-la.
Esse foi o 4º livro da autora que tive oportunidade de ler, e confesso que não é dos meus favoritos, em uma comparação com outras de suas obras, o final não foi tão surpreendente, infelizmente eu já havia deduzido quem era o assassino. A narrativa achei a narrativa um pouco mais lenta, a história não me prendeu muito, o livro em si não ruim, mas achei um pouco cansativo.


site: https://www.instagram.com/cristianirosseto/
Marta 17/06/2020minha estante
Qual outro dela vc indicaria pra quem quer um livro dela realmente bom ?


Cris Rosseto 17/06/2020minha estante
Olá Marta,
Eu recomendo a Casa Torta, eu amei esse livro, sinceramente é o meu favorito, o final foi surpreendente




Suzy 29/01/2021

Perfeito ???
Muito envolvente, do início ao fim, tive minhas suspeitas, dúvidas etc. Esse final foi surpreendente e muito bom, nunca que iria imaginar e chegar aquilo. Poirot é muito foda!!! Até agora não tô acreditando nesse final, minha cabeça explodiu. Agatha é incrível, consegue nos pegar até o último segundo.
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Talita.Andrade 24/07/2021

Apaixonada por esse livro, ouso dizer que meu favorito até então.
Inicialmente ela apresenta muitosss personagens, o que me deixou um pouco perdida, precisava sempre ir consultar quem era, porém vamos nos adaptando ao longo da leitura.
consegui descobrir quem foi o assassino logo que aconteceu a morte, mesmo assim ao longo da leitura suspeitei de todo mundo.
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23/01/2021

Como Poirot descreve a descoberta do assassino no final do livro é sempre a melhor parte dos livros de Ágatha. Não gostei da enfermeira que narra a história, não me convenceu. Legal no final do livro a referência com o assassinato no expresso do oriente
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Amanda 18/07/2021

Foi uma leitura mais rápida que o último dela que eu li. Desconfiei do culpado no início mas depois me perdi. Achei a forma que tudo aconteceu um pouco forçada, mas realmente foi inteligente e mais uma vez o Poirot absorveu cada detalhe.
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bia 29/07/2021

Uma expedição, uma morte, todos suspeitos.
| +14 (morte, medo)

Começando pela parte: eu amei, tipo eu amei muito, por mais que parte do final tenha passado na minha cabeça, a outra me deixou totalmente chocada, e eu tive que fechar o livro pra ver se não tinha entendido errado, pq meu deus!!

Basicamente, tem uma mulher que ela começa a ficar esquisita, paranoica e tendo supostamente alucinações, quando ela e o marido vão para uma excursão, ele contrata uma enfermeira para poder cuidar da esposa.

Até que a mulher é encontrada morta no quarto. Como poderia um estranho ter entrado e matado? Como mataram? Por que? As alucinações eram reais? Todos são suspeitos.

Mas essas perguntas são responsabilidade de Poirot (qnd eu era menor e n sabia falar eu chamava ele de Píer Pururu KKKKKKKKK), enfim, eu tentei desvendar, mas falhei.

O livro vai trazer diversos segredos e você vai tentando juntar as peças junto com Poirot.

Isso acontece em todos os livros da Ágatha que já li, mas a ambientação é melhor demorada, e são muitos nomes e muitas vezes ficamos perdidos com isso, mas a medida que o livro vai ?passando? mais você entende e mais se familiariza.

Só leiam por favor, é genial, e eu já to com vontade de apagar pra poder reler e me chocar de novo obrigada
bibis 31/07/2021minha estante
agora vou querer ler todos os livros que tu indicar KKKKKKK


bia 31/07/2021minha estante
KKKKKKKKKK eu c os seus mesma coisa




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