Oréstia

Oréstia Ésquilo




Resenhas - Oréstia


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Gustavo.Henrique 27/05/2022

Orestia nos apresenta uma grande odisseia na busca por justiça, à história evoca os grandes acontecimentos da guerra de tróia como palco para sua narrativa. O texto é bem rebuscado, e principalmente em Agamenon o texto me pareceu tão difícil que somente consegui captar o essencial do desenrolar da trama, os dois outros textos, principalmente o coeferas foram leituras muito mais proveitosas, em destaque para o matricídio do ato final, a discussão moral que podemos levantar diante essa assassinato da clitemnestra são extremamente enriquecedores. Uma leitura para ser repetida em um momento de maior maturidade, no caso da tradução desse livro, com o português quinhentista.
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Andre.Wiver 24/04/2022

Única trilogia do teatro grego que sobreviveu à modernidade
Constituída pelas tragédias Agamenão, Coéforas e Eumênides, a trilogia de Ésquilo adapta as últimas desgraças da casa de Atreu, desde o assassinato de Agamenão até o julgamento de Orestes.
Nesta trama, reis, deuses e espectros tramam e executam vinganças e retaliações sem previsão de término, até, enfim, darem origem ao sistema legal ateniense.
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Mateus.Silva 18/04/2022

Sobre Oréstia
Confesso que foi uma leitura densa e de difícil compreensão em várias passagens, mas com o auxílio das notas de rodapé consegui ter um entendimento bom sobre a obra. E quanto a isso devo dizer que a adorei.
Composta por 3 peças, a minha favorita foi a terceira: Eumenides. Onde ocorre o julgamento de Orestes pelo crime cometido na segunda peça. Em Eumenides vemos praticamente o nascimento da justiça moderna, trazendo um embate entre "as trevas" (forma antiga de julgar: "olho por olho") representado pelas Erínias de Hades, e a "luz" (forma imparcial e racional de julgar) representado pelos novos deuses Apolo e Atenas.

Tenho certeza de que não absorvi 100% do que a obra tem a oferecer, por isso pretendo ler novamente no futuro, mas de forma geral estou muito satisfeito com essa leitura.
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Carol Jusvi 27/04/2022

Me aventurando nos clássicos
Fiquei muito surpresa que esta edição acompanha os versos originais em grego, apesar de eu não entender nada, rs. A tradução também não é fácil, ao menos não foi para mim, vários termos do português quinhentista que me eram estranhos. Mas aos poucos a leitura flui com o ritmo da métrica, e mesmo que alguns termos sejam desconhecidos o texto não deixa de fazer sentido.
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Joao.Gabriel 14/06/2022

Gostei do livro. Tenho ressalvas com a tradução: erudita demais, escolha de palavras meio confusa o que deixa a compreensão do texto meio torpe.
Das duas, uma: ou é isso mesmo, ou sou burro. Mais provável a segunda.
De qualquer forma, gostei da tragédia do ??, da edição em geral também. Vale a pena ler e com certeza vou dar uma outra chance mais pra frente.

Três da manhã, bixo
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So.bre.vi.ler 15/06/2022

A mesma história, com um direcionamento diferente
Linguagem quinhentista e de nível complexo, história tripla e com reviravoltas. É repleta de mortes e de aparição de deuses e vaticinos romanos. Ainda assim não me foi uma leitura agradável.
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Luã 24/04/2022

Trata-se de uma obra um tanto complexa, mas ao mesmo tempo extremamente gratificante em sua narrativa épica cheia de questões sobre vingança, justiça, ira, destino etc.
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Sol 31/07/2022

Ésquilo, Sófocles e Eurípides são considerados os três maiores representantes da tragédia grega, todavia Ésquilo, o mais velho dos três, é conhecido como o pai da tragédia, o pai do teatro.
Oréstia é considerada a obra prima de Ésquilo e foi a única trilogia que sobreviveu até os dias atuais. Foi apresentada em 458aC e composta das peças trágicas: Agamenon, As Coéforas e As Eumênides.
Oréstia representa um marco civilizacional, ao transformar a resolução de disputas/crimes, ou seja, por meio da abolição da justiça vingativa e da instituição de um novo tipo de justiça gerida pelo primado da lei, onde a razão e os valores morais asseguram a harmonia na coletividade.
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