Metro 2033

Metro 2033 Dmitry Glukhovsky




Resenhas - Metro 2033


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Jose Ricardo 24/05/2019

Que Massa
Começa tao entediante e chato, mas no decorrer da leitura, faz valer cada minutinho?
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Blackpantoja 26/04/2019

Apocalipse 6:12-13
O autor russo Dmitriy Glukhovskiy destrói a terra com uma guerra nuclear e nos condena junto com o resto da humanidade a sobreviver no sistema subterrâneo de metrô em Moscou. Assim começa o pós-apocalíptico Metro2033, e em meio aos terrores e perigos que atormentam os humanos que sobrevivem pelas linhas do metrô somos apresentados ao nosso herói Artyon, e junto a ele embarcamos em uma jornada em busca da ... verdade? salvação? ou simplesmente uma luz no fim do túnel.
O livro tem um ritmo irregular, as vezes tenso no momento seguinte lento, os personagens em maioria são duros, frios e desconfortáveis, como o chão das estações que Artyon percorre, Glukhovskiy impressiona com a qualidade dos detalhes em seu livro, porém isso deixa a trama um pouco cansativa, são capítulos inteiros descrevendo a cultura, política, religião nada que atrapalhe a experiência, dependendo do tipo de leitor que você é.
Os últimos capítulos são realmente uma recompensa por toda viagem, o medo, as vozes na escuridão, a paranóia, os monstros, o sobrenatural se juntam em um final convincente, que te deixa com a impressão de tudo não passou de um pesadelo.

#Мой друг!!
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5/3 ✰ Skoob
7/5 💀 EEQ【Escala Evelyn de Qualidade】
10/7 🚂🚃 EAQ (Escala Adriel de Qualidade)


Alessandro.Ribeiro 12/03/2019

Claustrofóbico
Um dos livros que mais me passou sensações físicas. Você consegue sentir o que está descrito com uma vivacidade perturbadora.
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Bruno Venâncio 30/03/2018

Um dos melhores livros pós apocalípticos de todos os tempos...
Retrata um mundo pós-apocalíptico, no qual depois de uma guerra nuclear entre Estados Unidos e Rússia, os poucos sobreviventes de Moscou são obrigados a viver no metro russo, criado por Stalin como um imenso Bunker nuclear. Contudo nas profundezas da terra, as velhas divergências entre a humanidade não se alteraram e logo surgem conflitos ideológicos, econômicos e religiosos entre as estações (que se autodenominam pequenas Cidades-Estados). Enquanto a humanidade se aniquila nas velhas redes de transporte, o mundo nuclear origina novas criaturas adaptadas ao atual ecossistema, que colocarão em risco o futuro da espécie humana. O livro envolve, suspense, terror e a superstição de um povo mergulhado na escuridão profunda do subsolo.
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Vinícius 11/11/2016

Que livrão da porra
A história de Artyon do livro e o Artyon do game Metrô 2033 são completamente distintas, os lugares por onde Artyon passa e suas atitudes e missões são completamente diferentes das mostradas no jogo, porém a "Main Quest" se mantém a mesma, pode-se dizer que o jogo e o livro são duas imaginações da mesma aventura (apesar do fato que no jogo Artyon é um genocida que resolve tudo dizimando tropas inteiras e no livro ele basicamente não resolve nada e praticamente só se fode.), no jogo temos um enfoque maior no terror e na ação e no livro temos um enfoque na atmosfera e nas diversas culturas e as "civilizações" que lá dentro vivem, o cotidiano, a política, suas crenças, o misticismo, as fantasias, os amores, e outras conspirações que prefiro não estragar a surpresa de futuros leitores... Jogar o game e ler o livro é uma viajem para uma atmosfera maravilhosa criada por Dmitry, para os que puderem fazê-lo, recomendo.
O clima de chacina, tortura e miséria tornam essa obra única, o clima de insanidade que rodeia os habitantes é incrível.

Se você gosta de Vodka, Fuzil AK, Vladimir Putin, Cheeki Breeky, Mendigo com cajado de plástico falando que é a encarnação de imperador mongol, Satanismo, Dark Ones e protagonista se fodendo, esse livro é pra você Мой друг!!

Obs: Fall Out tem livro? Acho que não, só destacando que a série da betesha é mó histórinha de segunda.


spoiler visualizar
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Thomás 12/07/2016

Incrível
Comecei o livro com um certo receio, por ser uma edição de português de Portugal. Me arrastei um pouco no começo mas a leitura depois engatou. Não é um simples livro, é uma experiência totalmente imersiva, com direito a tudo: comunistas, fascistas, satanistas, dentre outros (para não dar spoiler), com bastante filosofia. Destaque ao personagem mais significativo para mim: Gengis Khan, ou a sua auto intitulada reincarnação.

O livro até a metade é, de certa forma, previsível, pois ao nosso protagonista é dada uma missão. Pelos títulos dos capítulos é possível ter uma noção do desenrolar. Depois, continuei a história com uma surpresa atrás da outra, até o incrível desfecho, que para mim foi inesperado.

Conheci o livro pelo jogo de mesmo nome, e desde o começo acreditava que a história teria um desenrolar totalmente diferente. Mas que surpresa boa: o texto embora rebuscado acabou se mostrando muito rico e denso. Diferente de todos os romances atuais, que são na sua grande maioria rasos, sem muitas explicações e conteúdo.

Enfim, se o livro te interessar, não se incomode com o texto rebuscado. Só insistir que depois fluir melhor. Tem umas passagens meio lentas, mas nada que incomode muito. É um livro muito rico e muito criativo. E leia sempre com o mapa ao lado, irá ajudar muito a entender toda a história. Boa sorte nos tuneis do metro!
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Davenir 06/07/2016

Microcosmo no Metrô
[SEM SPOILERS]
Metro 2033 é mais conhecido por sua adaptação aos games, mas a origem é este livro escrito pelo jornalista russo Dmitry Glukhovsky. Trata-se de uma distopia que aglutina vários elementos de apelo ao publico jovem (mundo pós-apocalíptico, "zumbis", seres paranormais) num rico mundo multicultural espremido num microcosmo do metrô de Moscou. Diferente do jogo que é um FPS claustrofóbico, o foco da narrativa do livro é a jornada do protagonista e como ele muda a cada pessoa e local que conhece.

A Estória se passa em Moscou, duas décadas após uma guerra nuclear, que obrigou os poucos sobreviventes a se abrigarem no metrô da cidade. O ar contaminado por radiação e criaturas oriundas da catástrofe impedem o ser humano de retornar a superfície. Nesse mundo seguimos a jornada de Artyom. Um jovem que sempre viveu nesse mundo claustrofóbico na periférica estação VNDKh ameaçada pelas criaturas da superfície. Um caçador chamado Hunter pede que Artyom siga até um estação, controlada pela Pólis, enviar um relato da ameaça.

A forma: Nessa viagem-jornada-odisseia é que consiste basicamente todo o livro. Como um jovem camponês que vai para a cidade grande, Artyom desbrava esse mundo onde cada estação é como uma cidade e algumas delas se juntaram como países ao longo do tempo, com sua curiosidade, ingenuidade, medo e anseios muito bem trabalhados pelo autor. O narrador onisciente na verdade segue apenas Artyom, ouvindo apenas seus pensamentos, seguindo-o inclusive nos seus sonhos.

Microcosmo no Metrô
Tão bem trabalhado como Artyom, é o mundo do metrô. As divisões políticas entre estações capitalistas, comunistas, nazi-fascistas e a Pólis é construída sem pressa. Também estão lá estações controladas por crime organizado, entre outras estranhezas encontradas no caminho. Os nomes delas, no geral, são de difícil pronuncia, mas que são imensamente facilitadas com o mapa que vem na contracapa da edição brasileira - ainda que algumas estações estejam escritas de forma diferente.

Além das divisões políticas, Artyom encontra com todo tipo de habitantes do metrô com as mais diferentes visões de mundo em que se questiona sempre o motivo de estarem todos ali. Isso ocupa muito mais páginas que os momentos claustrofóbicos que tem a função narrativa de alimentar as dúvidas de Artyom.

Artyom é um personagem bem construído ao longo do livro, assim como o mundo onde vive. Existem excelentes cenas de ação, mas se a expectativa for por grandes doses disso (como encontra-se no jogo) o leitor se decepcionará, porém se o leitor conseguir mergulhar na parte filosófica da viagem, vai conseguir aproveitar até o final.

site: http://wilburdcontos.blogspot.com.br/2016/07/resenha-metro-2033-dmitry-glukhovsky.html
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Ricardo.Vibranovski 26/04/2016

Melhor no início do que no fim.
Apesar de muitas boas sacadas, o livro vai aos poucos se tornando repetitivo e menos criativo em direção ao final, que não é nada surpreendente, nem novidade nenhuma para quem gosta e lê ficção científica. Acho que eu não indicaria...
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joabe.lins 13/04/2016

Um bela descrição de um mundo destruído e (pra variar ) uma humanidade indo ladeira abaixo. OBS: Os nomes das estações são impronunciáveis.
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Cássio Ulisses 03/10/2014

Um tanto, diferente.
Editora Planeta; 2010; 416 paginas
É um livro futurista, como da pra notar pelo título rs. A história é sobre um mundo que foi devastado pelas ações humanas e se passa no metro (lógico rs). O personagem é Artyon (nem me pergunte por que, mas lia Airton toda vez), um rapaz que tem que ajudar a sua estação (sim, estação de metro, tem várias, é tipo estados dentro do país). O livro é de um autor russo, nunca tinha lido um livro daquela região, mas posso falar que é um bom livro. Claro que dificulta às vezes os nomes russos, embora de pra se acostumar com o desenrolar da história. Peguei pra ler um livro em português de Portugal, o que não dificulta, mas é de se estranhar algumas palavras dos portugueses (cobarde, rapariga etc). Uma salada de frutas, um brasileiro lendo um livro da literatura russa, com o idioma de Portugal. Resumindo, o livro é bom, não é excelente, entretanto tem uma boa história e bons personagens, onde um é o principal e os outros são adjacentes, não há outro personagem que se aprofunde tanto como Artyon. E tem um detalhe, ele tem até um jogo a respeito do livro, dizem que é bom, pra quem se interessar em games...
Boa leitura.
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Guilherme Amaro 15/09/2014

Um livro em que nos envolvemos com o ambiente e os personagens, uma aula de filosofia de vida.
O que dizer de um livro que vendeu 400 mil cópias só na Rússia, e no resto do mundo atingiu a marca de 3 milhões?
Um livro que o autor Dmitry utiliza da criatividade e induz a nossa imaginação em cada cena do desenrolar da história, um detalhe interessante é que a todo momento temos a oportunidade de olhar na contracapa do livro o mapa do metro de Moscou "verdadeiro", e suas legendas ;).
Ele utiliza o cenário de verdade do metro de Moscou mais conhecido como "Palácio Subterrâneo" o maior em densidade de passageiros do mundo. Sua rede é composta de 192 estações, distribuídas por 12 linhas através de 320,9 km.
Imagina só um moscovita ou um turista que leu o livro nas estações de metro de Moscou? rsrsr. O personagem principal um dos sobreviventes; Artyom morador da estação independente de 200 pessoas " VDNKh", defende os tuneis do metrô contra qualquer ameaça.
Hunter "caçador " atravessa várias estações do sistema do metrô até encontrar Artyom e lhe dar uma missão.
Sasha o padrinho de Artyom um cara pessimista com o futuro da humanidade e que possivelmente sofre os efeitos do medo .
Citando um pouco de Metro 2033; as estações de trem foram transformadas em pequenas cidades onde é o que sobrou da humanidade , busca manter nos subterrâneos a civilização , na superfície se desintregara com o colápso nuclear.
Enfim nesse mundo subterrâneo, dominado por seitas, clãs, guerrilheiros, nazistas, comunistas, assassinos, militares, mercadores inescrupulosos, onde pessoas comuns se desgastam numa tortura constante pela sobrevivência.

Agora só falta descobrirmos como a humanidade correu para o metro para se salvar.
Como e o por quê da guerra ter acontecido.

Espero com muita ansiedade lançamento do Metro 2034 inédito ainda no Brasil.

Uma breve entrevista com Dmitry Glukhovsky autor do livro metro 2033:

1 - De onde você tirou a inspiração para o protagonista Artyom?

R: No livro, ele sou eu: o não-combatente, não-militante. O típico não-herói. Além disso, eu tinha vinte e poucos anos quando escrevi a maior parte do livro, e essa era a idade do personagem. As principais preocupações de Artyom são o seu padrasto, fazer sua primeira viagem através do Metrô e confrontar suas ideologias conflitantes. Ele está preocupado em ser lembrado e conquistar seu espaço. É algo muito pessoal.

2 - Como foi imaginar os cenários de Metro?

R: Ah, foi muito fácil, porque eu passei metade da minha infância nos metrôs de Moscou. Minha escola era longe da minha casa e o metrô é a maneira mais acessível de transporte. Ao contrário do metrô de Nova York, ele é a maneira mais limpa e mais segura também. As estações são como palácios construídos no subsolo. Eles foram construídos durante o governo de Stalin, no ápice do império soviético, e eles foram feitos para impressionar. Eram a promessa de um futuro melhor.

Mas um dia eu li um relatório dizendo que havia uma segunda rede de metrôs para oficiais do governo e agentes secretos, e que as estações das duas redes se encontram várias vezes nas estações de metrô comuns. E que os túneis do Metrô-2 se entrelaçam com os túneis do metrô comum. E que isso foi feito para salvar a vida da elite governante no caso de uma guerra nuclear. Assim, abaixo dos edifícios dos grandes ministérios o Kremlin, Universidade Estadual de Moscou, o prédio da KGB, Lubyanka haviam estações de metrô privadas. E depois que elas foram abandonadas quando a União Soviética entrou em colapso, eu sei que as pessoas encontraram alguns desses túneis. Ouvi relatos de que as pessoas andam semanas sem chegar ao fim desses túneis, e que eles precisam voltar porque estão sem comida ou água.

"Estava insuportavelmente abafado.Artyom pegou sua máscara de gás, arrancou- Se, loucamente, respirou fundo o ar amargo e gelado.Então, enxugou se as lágrimas do rosto e , sem dar atenção aos gritos, começou a descer a escada. Ia voltar para o metrô. Ia voltar pra casa."


andwarf2004 04/06/2013

Um livro difícil de ler, intrigante e com um final fraco!
Metro 2033 relata a história de Ayrton. A história se passa na Rússia, no ano 2033 onde uma catástrofe nuclear fez com que tudo e todos que estavam na superfície fugissem para os metrôs de Moscou a fim de buscar refúgio. Agora eles vivem lá, e na superfície vivem criaturas transformadas pela radiação e ninguém pode ir até lá.
O primeiro ponto importante a ressaltar aqui é que a história tem uma boa carga de suspense. Constantemente somos apresentados a "monstros" ou situações sobrenaturais e o autor consegue transcrever estas sensações muito bem.
Por ser um livro onde a história se passa na Rússia, os nomes dos personagens - com exceção do protagonista - e das estações são todos russos (óbvio) e é muito complicado de ler. Some-se a isso o fato de que Ayrton passa por várias estações e que a localização delas também é importante para a história e você se verá tendo que anotar os nomes das estações num papel para conseguir acompanhar a história.
A trama toda é bem construída, somos apresentados a personagens interessantes. O próprio protagonista é bem peculiar.
O que estraga um pouco a história, na minha opinião, é o seu desfecho, muito simplista perto do que nos foi apresentado. Ou não.


Stephanie 26/03/2013

Tema o futuro!
Os russos tem uma capacidade incrível para escrever livros trágicos. A mistura do clima frio com a sua história depressiva resulta nos escritores com os contos mais sombrios para relatar, e o pós apocalíptico Metro 2033 não foge disso.

Metro 2033, o livro, é tão famoso na Rússia que, além da continuação, aptamente nomeada Metro 2034, ganhou vários spin-offs escritos por diversos autores. Já no resto do mundo, ficou mais conhecido com o jogo de tiro em primeira pessoa da THQ, que já está recebendo sua continuação, Metro: Last Light, com direito a todos os monstros e zumbis que não existem no livro.

Quer saber mais sobre o livro, com direito ao mapa do metrô e a um curta de 4 minutos? Visite o blog!

http://www.fantasticaficcao.com.br/metro-2033/
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