A Roda da Vida

A Roda da Vida Elisabeth Kübler-Ross




Resenhas - A Roda da Vida


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Luiz 09/10/2010

Encantador
A médica Elizabeth Kubler-Ross, autora de "Sobre a Morte e o Morrer", desenvolveu um trabalho pioneiro. Seus estudos sobre a morte e as fases do luto tiraram aquele escuro véu sobre o assunto e, como resultado, muitos temas da área médica deixaram de ser considerados tabus, melhorando a qualidade de vida de milhares de pacientes terminais desde então.

A Roda da Vida é a sensacional autobiografia da autora, que pode também ser considerada como um livro de desenvolvimento humano, místico e que ajuda a compreender todo o trabalho de sua vida.

Vivendo uma vida cinematográfica por excelência, Elizabeth escreveu cada capítulo de forma muito tocante, como se fossem contos. Sua infância, sua passagem pela II Guerra e muitas de suas aventuras são relatadas de forma clara e doce, que me fez devorar rapidamente as páginas.

E, quando menos se espera, a história de Elizabeth Kubler-Ross dá algumas guinadas sensacionais. Uma, em particular, me deixou de queixo caído. Posso dizer que o livro adquire tons fantásticos mais para o final, o que para mim foi uma grande surpresa.

Em certo momento, a cientista cética começa a ter experiências que a fazem perceber que há algo além do que nossos olhos podem enxergar. Algumas pessoas poderiam antecipar este momento do livro, já que desde as primeiras páginas ela procura deixar claro que, em nossa vida, não existem coincidências nem acaso: tudo faz parte de um plano maior.

Definitivamente, um dos melhores livros que já li na vida, cheio de lições importantes vindas de uma pessoa que cumpriu, muito bem, sua missão na Terra.
Georgia 29/06/2011minha estante
Para mim este tambem foi um dos melhores livros que ja li na vida! Vale a pena complementar que esta deveria ser uma Leitura
Indispensavel para todos aqueles que trabalham com pacientes terminais...


Aline 11/12/2017minha estante
concordo com vc Georgia - tb um dos melhores livros que li na vida.




mura 03/03/2010

Um livro que peguei para ler sem pretensão nenhuma.

Mas com certeza é um livro que mexe muito com a gente.
A autora narra diversos momentos de sua vida. Diversos momentos do tratamento, dado por ela, a pacientes terminais.

Uma boa leitura.
Luiz 08/10/2010minha estante
Uma boa leitura, e você só dá duas estrelas?




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Fabio Shiva 16/06/2013

“A morte não existe.”
A psiquiatra suíça Elisabeth Kübler-Ross tornou-se renomada mundialmente ao praticamente fundar a Tanatologia (estudo da morte) com o seu seminário “Sobre a Morte e o Morrer”, onde pacientes terminais eram entrevistados e falavam abertamente sobre como é estar morrendo... e até além, nos casos de quase morte, quando o paciente é declarado morto mas acaba voltando à vida. Esse estudo permitiu a Kübler-Ross elaborar a profunda teoria que ficou conhecida como “As cinco fases da Morte”, que retratam os estágios emocionais diante de qualquer processo de perda (sendo a morte a maior delas): Negação, Raiva, Barganha, Depressão e Aceitação.

Como ela mesma afirma em sua belíssima e comovente autobiografia, “A Roda da Vida”, nada acontece por acaso. Por isso sei que a minha própria vida está de alguma forma ligada à de Kübler-Ross e ao seu maravilhoso trabalho, e que de algum modo a minha missão pessoal está conectada com a dela... Por isso não tenho como falar desse livro sem falar um pouco de mim mesmo.

Quando eu estudava Psicologia na UERJ, matriculei-me na disciplina eletiva de Tanatologia, com o incrível professor Celso Lugão (se me lembro bem, o desejo de estudar Tanatologia foi um dos fatores determinantes para que eu cursasse Psicologia). O contato com a pesquisa de Elisabeth Kübler-Ross me impactou tanto que junto com meu irmão decidi fazer uma ópera-rock inspirada em seu trabalho. O resultado foi o disco “VIDA – The Play of Change”, da banda Imago Mortis, lançado em 2002 e que recentemente me trouxe a alegria de ser considerado um dos 60 melhores álbuns do heavy metal nacional. Na época, o resultado imediato de mais de um ano pensando noite e dia na morte foi que eu mesmo fui parar numa UTI, com a vida por um fio, onde pude constatar por mim mesmo a veracidade da pesquisa da Dra. Kübler-Ross... uma experiência pela qual sou muito grato e que redefiniu completamente as minhas prioridades desde então.

Mais de dez anos depois, minha amada amiga Elda Araújo, uma grande médica que admiro imensamente, insistiu para que eu lesse esse livro, sem mencionar o nome da autora. Que surpresa a minha ao ler aquele nome tão familiar na capa do livro! Realmente, nada acontece por acaso!

Demorei um pouco na leitura, pelo simples motivo de que é difícil ler com os olhos marejados de emoção... Um livro que mexeu profundamente comigo, me fez refletir muito e me sentir mais perto de Deus. Só lembro de um único livro que calou tão fundo em minha alma, que foi a “Autobiografia de um Iogue” de Paramahansa Yogananda. Comparar o livro de Kübler-Ross com o livro que mais amo no mundo é a minha maneira de expressar o quanto o considero fundamental para a evolução da humanidade!

Recomendado com muito entusiasmo para todos os viventes!!!

“A morte não existe.” – Elisabeth Kübler-Ross


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Adriano 30/05/2014

Muito boa a leitura
Excelente leitura, muito boa a reflexão que o livro nos oferece sobre a morte.
Achei interessante sobre um pequeno trecho do final do capitulo 31 onde a escritora cita as flores e a força magnética delas, sem muitos detalhes para não conter spoilers. Para quem já leu a série A Torre Negra de Stephen King, é impossível não fazer um comparativo com a descrição destas flores do livro A Roda da Vida com a rosa da série A Torre Negra. A paz, a luz, a felicidade, tudo é muito próximo.
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LP 12/06/2017

Uma caixa de surpresa
O livro é uma caixa de surpresas, assim como foi a vida dela.
Incrível a força dessa mulher, sua história é maravilhosa, apesar de vários eventos tristes.
Sobre a morte? Não temos muitas evoluções.
Sobre a vida? Parece que muitas pessoas ainda não aprenderam amar.
Na minha opinião, esse livro deveria ser lido por todos, mas sei que, infelizmente, não são todas pessoas abertas e preparada para enfrentar as palavras escrita nele.
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Mi Hummel 08/09/2013

Tudo passa. Menos o amor.
" A única coisa que vive para sempre é o amor."

Eu relutei em começar a ler este livro. Levei cerca de um ou dois anos para decidir dar início a tarefa. E, devo dizer que não lamento.
Fiz no momento certo.

Elisabeth Kubler-Ross é uma lutadora.
Sobreviveu a si mesma.
Há lições muito belas em todo o livro...E é quase impossível não sentir-se tocada.
A morte é uma fatalidade.
A única diferença é que a maioria de nós pode viver sem pensar muito nisso.
Mas, chegará o momento em que um de nossos entes queridos estarão diante dela. Ou nós mesmos. E, o melhor que podemos fazer é tirar lições valiosas deste importante ciclo.

O estudo da tanatologia ( estudo da morte) é algo novo para o período da Dra Ross. A maioria dos médicos e pessoas a temem e tentam a todo custo evitá-la ou ignorá-la.
Então, a mais mirrada das trigêmeas Kubler-Ross decide "botar" a questão em pratos limpos, lutando contra a ignorância e a carência humana.

É um livro que trata da transitoriedade da vida que conhecemos e da necessidade de nos tornarmos borboletas, deixando para trás um pesado casulo.

O casulo do medo, do ódio, da dor, da posse...
Elisabeth revitaliza a epístola do apóstolo Paulo que em sua bela carta à Igreja de Corintos escreve:

"Agora, pois, permanecem a fé,
a esperança e o amor, estes três;
mas o maior destes é o Amor."
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Augusto 27/03/2015

3 estrelas
Sem dúvida é um daqueles casos de (auto)biografias de pessoas que realmente tem algo para contar de suas vidas. No entanto não gosto do gênero. Não concordo e não creio em muita coisa exposta pela autora, sobretudo no que diz respeito as suas experiências sobrenaturais, mas respeito a crença de Elizabeth, assim como de qualquer outra pessoa. Gostei muito da parte sobre a infância e adolescência dela, o livro vale a pena por isso.
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Patty 29/01/2013

Muito bom!
Um livro maravilhoso sobre o tema da morte!
Amei ler e gostaria que a pessoa para quem eu emprestei, me devolvesse pois foi minha filha que me deu de presente!
Ainda quero reler qdo estiver mais velha!
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Luiz 14/07/2016

3 Estrelas
É uma autobiografia que, inevitavelmente, toca em crenças pessoais. Então caso você não se identifique, muito do livro descerá meio entalado...
A escrita poderia ser melhor, mas não dá pra negar que a vida da Ross é relatada de maneira cinematográfica, cheia de reviravoltas e acontecimentos marcantes.
A primeira parte é ao meu ver, a melhor, talvez por esbarrar pelas minhas convicções na segunda, ou por achar certas passagens, no mínimo, controversas de teor de auto referenciação messiânica...
Mas recomendo, nunca imaginaria que a vida da criadora do modelo tão famoso de luto tinha uma trajetória tão rica em detalhes.
Ela reafirmou e muito sua humanidade nas páginas que oram pareciam voar, ora pareciam se arrastar.
Não é o livro da minha vida, mas pode ser da sua. Então vale ler.
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Aline 11/12/2017

Tudo tem a hora certa
Bom este é também um daqueles livro que li e nunca esqueci....a primeira vez eu o li emprestado por uma amiga...a segunda eu comprei e emprestei para outra amiga e nunca mais o vi....parece que este é o destino dos livros que mais gosto de ler....
Enfim, li várias das resenhas sobre "A roda da vida" e confesso que me surpreendi tanto positiva quanto negativamente.
Para mim foi uma libertação ler esse livro...como se tirassem uma venda dos meus olhos e na esteira dele eu li "a solidão dos morimbundos" do Norbert Elias que também é maravilhoso e "Sobre a morte e o morrer".
Prá mim isso é uma trilogia sobre a humanidade, pois, assim como a vida ou junto com a vida a morte está sempre presente...pois esta é parte daquela e com a sabedoria meu meu avô eu posso afirmar "é a única coisa sobre a qual temos certeza" e mesmo assim, fazemos questão de evitar esse assunto.
Acho que a autora, para além de crenças e qualquer coisa, toca em feridas, em assuntos muito pertinentes muito importantes para serem deixados prá depois, concordo com a pessoa que disse que todos deveriamos ter a oportunidade de ler pelo menos uma vez essas reflexões - os médicos....os familiares...todos.
Não sei nem como expressar minha gratidão e minha admiração por ela compartilhar com todos essas experiências - eu gosto muito de biografias e esta é uma daquelas que jamais poderei esquecer.
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Drica Dicastro 08/05/2019

Que livro maravilhoso! De uma mulher forte e muito guerreira, que não fogiu da luta e muito menos de seus idealismos e convicções. Realmente ela teve um espírito livre e muito evoluído, desde muito cedo pensando em ajudar o máximo de pessoas possíveis e sabendo exatamente o que queria. E com isso abraçou o mundo e toda humanidade, até a perversidade, preconceito e maldade sem medo ou receio das consequências. Arriscando sua vida, ajudou milhares de pessoas, evoluiu seu conhecimento e espiritualidade.
Uma obra de fácil leitura, cheia de emoções e aventuras.
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