Auto da Compadecida

Auto da Compadecida Ariano Suassuna




Resenhas - Auto Da Compadecida


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Rafito 31/03/2019

Uma obra prima de Suassuna!
Não quero descrever nada da história, porque acho que muitos já fizeram. Contudo, penso que todo mundo deveria ler esse livro pelo menos uma vez na vida. É impossível não se emocionar e não lembrar da adaptação feita para o cinema e TV. Contudo, a imaginação pode ir mais longe ao ler a obra que a inspirou. Algo lúdico, divertido, do nosso Brasil.
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Jéssica.Marins 27/02/2019

"Não sei, só sei que foi assim"
Primeiro livro que leio do Ariano Suassuna e não poderia ter começado melhor. É incrível, lindo, sarcástico e de uma inteligência infinita. E termino dizendo que João Grilo é um dos melhores personagens já inventados.
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Arthur.Pacheco 21/02/2019

Incrível
Em sua totalidade, o livro te faz rir, pensar, sentir com os personagens e tudo isso em um englobamento teatral que te faz sentir o palco da peça na palma da mão. Altamente recomendado!
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Júlia 15/02/2019

O nome que eu dou à isso é obra de arte.
Um dos melhores livros que já li. Já entrou pros preferidos. Claro que o filme também é perfeito, tanto que a gente le a história com a voz dos atores na cabeça kkkk. Mas a gente percebe muitas partes ou detalhes não presentes no filme que enriquece mt a história. Ariano agora mora no meu coração. Tolkien até ontem era meu preferido, ele que se cuide kkk. A parte ruim é que peguei o livro da biblioteca, mas estou muuuito triste em ter que devolver. Snif.
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Biblioteca Álvaro Guerra 11/01/2019

O "Auto da Compadecida" consegue o equilíbrio perfeito entre a tradição popular e a elaboração literária ao recriar para o teatro episódios registrados na tradição popular do cordel. É uma peça teatral em forma de Auto em 3 atos, escrita em 1955 pelo autor paraibano Ariano Suassuna. Sendo um drama do Nordeste
site: https://www.amazon.com.br/Auto-Compadecida-Ariano-Suassuna/dp/8520937829

Livro disponível para empréstimo nas Bibliotecas Municipais de São Paulo. De graça!

site: http://bibliotecacircula.prefeitura.sp.gov.br/pesquisa/isbn/9788599896433
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Dandara 07/01/2019

#desafioliteraturese
#1

Reli o livro O Auto da Compadecida para o desafio do blog Literature-se, do mês de janeiro/2019, que consistiu em ler um livro com uma história muito conhecida - não necessariamente pelo livro. Sendo assim, minha escolha é esta obra teatral que se passa em Taperoá, na Paraíba, do ilustre escritor paraibano, Ariano Suassuna. O livro conta a história de João Grilo e Chicó, dois sertanejos lutando para sobreviver. Os dois se envolvem em diversas peraltices ao longo da história, que sustentam uma crítica social mordaz. O elenco eclesiástico também chama atenção, pois escancara toda a corrupção e hipocrisia na igreja. O ápice da história caracteriza-se justamente na morte de alguns habitantes da cidade que precisam antes serem julgados por Cristo e pelo diabo, é nesse momento também a aparição de Nossa Senhora com o auto proclamado por João Grilo, um auto extraído de um conto popular. É uma literatura leve, engraçada e de um valor cultural inestimável.
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will (IG: amigos_de_paginas) 16/12/2018

Um clássico brasileiro
Provavelmente o último livro finalizado do ano!

O auto da compadecida!
De: Ariano Suassuna.

O livro é uma peça teatral em forma de auto. Um drama nordestino apresentado em três atos. A obra está inserida no gênero comédia com elementos de literatura de cordel, com traços fortes do barroco católico, além claro de apresentar o regionalismo característico do nordeste.

A peça foi escrita em 1955 e encenada pela primeira vez em 1956. Depois de muitos anos foi adaptado para a televisão e para o cinema, respectivamente em 1999 e 2000.

A peça trata de maneira bem leve e humorada, vivido o drama do povo nordestino, a seca e a fome. Perfil característico dessa gente que são subjugados por famílias de coronéis e donos de terra, nesse contexto João grilo, representa muito bem o povo pobre e oprimido que tenta sobreviver no sertão usando a inteligência como arma.

A peça é escrita para ser encenada em forma de teatro de rua, logo um palhaço atua como apresentador, entrando e saindo da trama e conversando com o público.

O livro é lindo, faz parte da nossa literatura de forma brilhante e não fica desatualizado, é peça importante para quem gosta de um bom livro. Engraçado e melancólico na medida certa.

Nota 5 de 5.
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Valdeir 11/12/2018

Ótimo livro
Assim como a maioria das pessoas, conheço o trabalho do Ariano Suassuna através do filme O Auto da Compadecida. Desde então eu passei a admirar seu trabalho, principalmente suas palestras.

O livro é muito gostoso de ler e o Ariano consegue transmitir de forma divertida vários aspectos do nordestino, especialmente do sertanejo.

Apesar de ser bastante leve e, por vezes, engraçado, o autor faz bastantes críticas sutis, por exemplo, ao coronelismo.

“Os donos de terras é que perderam hoje em dia o senso de sua autoridade. Veem-se senhores trabalhando em suas terras como qualquer foreiro. Mas comigo as coisas são como antigamente, a velha ociosidade senhorial!” — Antônio Moraes (O Auto da Compadecida)
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Fernanda Sleiman 03/12/2018

?Porque tudo que é vivo morre? menos Suassuna que viverá sempre...
Ariano, ô Ariano só você consegue dar tanta vida as figuras tão nordestinas! Não sei como, ?só sei que foi assim?! Obrigada Suassuna! Serei um nordestina eternamente grata
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Regi 13/06/2019minha estante
Concordo com a sua resenha.




Edmar.Candeia 28/10/2018

Livro bem conhecido
É umma das obras mas conhecidas de Ariano Suassuna, talvez pelo filme que fez tanto sucesso. A leirua é bom e fácil, a história é engraçada, e ao meu ver, com lições de moral bem disfarçadas.
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Belatris Snape 10/10/2018

Auto da Compadecida
Livro maravilhoso, Ariano Suassuna é realmente um dos grandes da literatura brasileira, ri, refleti e me apaixonei por cada linha desse livro incrível!
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Julio.Argibay 25/09/2018

Só sei que eh assim...
Suassuna eh muito autoral. Nessa peça Ilaria ele consegue resgatar a alma nordestina: seu modo de vida, suas crenças, folclore e o jeito de ser desse povo. Assim, de uma maneira divertida e muito própria ele consegue tratar de um tema tão difícil que eh a apropriação da fé do povo em benefício de uma classe avessa as mazelas de um povo sofrido. João Grilo e seu amigo são personagens do imaginário popular, assim como os outros tão bem explorados. O clero eh mostrado de uma forma tao realista e chocante, com suas vicissitudes, mas ao mesmo tempo muito engraçado. A estoria e inverossímil, beirando a literatura fantástica, chego a perceber um certo sarcasmo. Aqui, o simples torna-se atemporal e universal. Ele eh um verdadeiro mestre.
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Cris 10/09/2018

Maravilhoso!
“Não sei, só sei que foi assim…”

Eu amo o famoso filme que se baseou neste livro, já assisti várias vezes e fazia muito tempo que queria ler o livro.

O livro foi escrito na década de 1950 e foi recriado para ser usado no teatro, usando histórias conhecidas na tradição popular do cordel.
Eu sou apaixonada por cultura nordestina, e o texto mistura vários elementos da nossa cultura popular, como aspectos religiosos e a forma de falar, além de outros hábitos de vida.

A história é um drama, com um toque de comédia e nos apresenta dois personagens principais: Chicó e João Grilo.
João Grilo é um sujeito trapaceiro, mas muito inteligente, que tenta se dar bem na vida usando de sua lábia.
Chicó é o amigo atrapalhado, medroso, acaba se enfiando em confusões por causa dos outros.

Por trás dos diálogos divertidos e muitas confusões que o livro relata, vemos uma crítica muito forte à sociedade da época, mas que também poderia ser aplicada nos dias de hoje.

Eu adoro os diálogos, e acho que o livro retrata muito bem a região nordestina, com toda a sua cultura própria e personagens icônicos. Eu adorei o desfecho da história e acho que o livro é um dos grandes representantes da literatura brasileira, com uma adaptação perfeita no cinema.


site: https://www.instagram.com/li_numlivro/
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Zaira Verena 09/09/2018

Auto da compadecida
Obra escrita por Ariano Suassuna, passada no interior do Nordeste. Inspirado na literatura de cordel, em peça teatral, narrado por um palhaço. Conta as trapaças do João Grilo (o amarelo safado) e seu amigo Chicó. Uma história de muito humor e aborda temas sociais, desde a burguesia ao clero. Dividido em três atos.
● Ato 1:história do cachorro ter testamento ser enterrado em latim seja verídica do trecho do folheto O dinheiro - Leandro Gomes de Barros 1865-1918
● Ato 2: A história do gato que descome dinheiro e da falsa ressurreição na história do cavalo que defecava dinheiro.
●Ato 3:O julgamento no céu no O castigo da Soberba Outras fontes no livro Violeiros do norte - 1925


site: https://youtu.be/moDvlaHsF84
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