A Senhora de Wildfell Hall

A Senhora de Wildfell Hall Anne Brontë




Resenhas - A moradora de Wildfell Hall


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Karol 19/09/2021

Não sei pq demorei tanto...
Eu li recentemente Agnes Grey e agora lendo esse eu só consigo pensar: Pq a Anne não é tão conhecida como as irmãs? Os livros dela são maravilhosos.
Imagino como esse livro foi recebido na época em que jamais uma mulher poderia fazer metade das coisas que a Helen fez.
Acho meio impossível ler e não fazer uma ligação com o que seria o morro dos ventos uivantes se as escolhas dos personagens tivessem sido outras.
Muito bom, recomendo!!
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Barbara.Goes 18/09/2021

A senhora de Wildfell Hall
Um livro maravilhoso, em algumas partes fiquei meio perdida com vários personagens, mas depois me achei e o livro é incrível.
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Lia 17/09/2021

Seria Anne a irmã mais bolada da família Brontë?
Apesar do título meio estranho, sim, Anne era a mais "braba" das irmãs (na minha opinião).
Aquela que teve o livro editado, talvez censurado, pela própria irmã teve a capacidade de causar uma revolta absurda na sociedade em que vivia. Quando aborda um tema que com certeza era um disparate, aonde já se viu uma mulher casada fugir do marido e ainda levar o filho deles junto? Divórcio?! Não para Helen (e outras mulheres né?!).
Acho a Helen a mulher mais forte dos livros das Brontë que já li, sua vida não foi fácil. Tem uma puxada religiosa bem profunda, Anne sempre coloca sua criação religiosa em suas personagens. Mulheres de muita fé e esperança.
Queria não ter demorado tanto pra ler, o livro é fluido, a narrativa em certos momentos é angustiante mas o refresco vem no final de forma muito linda e quando tudo parecia desmoronar.
Te amo, Anne. Obrigada por isso.
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Anna 11/09/2021

Sensacional!
Que a literatura clássica é de grande estima para mim, vocês já sabem, mas esse livro se tornou um dos meus favoritos. A história da Helen poderia ser a história de milhões de mulheres que passam, ou já passaram por situações como essas. E ao final, podemos crer e ler que todos merecem uma segunda chance. Foi incrível embarcar nessa grandiosa história!

Em breve trarei a resenha no instagram, então se vocês não me seguem, o meu user é @blogleituranna
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Letícia 07/09/2021

A Senhora de Wildfell Hall
?A ilusão do amor, as vezes no cega. Mas se deixar cegar completamente, pode ser nossa perdição!

A Senhora de Wildfell Hall - 361 páginas
Anne Bronte - 4|????+??

Sinopse: Gilbert é um homem comum, com uma vida relativamente comum. Mas ela se torna um pouco mais interessante quando se dedica a descobrir os segredos de uma viúva chamada Helen. Uma mulher que pela ilusão do amor, se casou com sua primeira paixão, mas não foi tão feliz quanto esperava.

?Que tapa na cara que é essa história. Tinha me esquecido como as Bronte sabem escrever críticas, e como escrevem. A Anne foi muito direta nesse livro, sobre o que queria criticar.

?Apesar de ser um clássico é muito fluido, e tão atual que me fez sentir parte da história com as personagens. É tão atemporal, que é impossível não se apaixonar.

?Não dei 5 estrelas, porque os primeiros 35% e os últimos 15% foram confusos porque tem muitos personagens e mudanças de tempo e narradores. Mas eu amei e é favorito direto.

?Que saudades que eu tava de um bom romance clássico que dá prazer e um tapa na cara ao mesmo tempo!
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Anne 03/09/2021

Anne Brontë sabe ser única
Das três irmãs, a Anne tem a escrita mais simples de escrever e ao mesmo tempo a leitura é tão gostosa e imersiva que é difícil largar, esse livro deveria ser tão famoso como o das suas irmãs. A história do livro parece tão atual pelo fato de que a protagonista luta tanto por seus direitos e de seu filho numa época tão machista e o suspense no final quase me fez desistir do livro mas foi simplesmente sensacional essa cartada da Anne de enganar o leitor.
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Nanda Carvalho 02/09/2021

To com o coração quentinho!
Primeira pergunta que me faço é porque esse livro não é tão comentado quanto os de Charlote e Emily? Anne e a irmã Brontë esquecida e injustamente.
Essa história mexeu muito comigo não por causa do romance em si o que se desenrola muito bem mas em questão das personalidades dos personagens. São tão reais e verdadeiros e foge dos padrões dos romances escrito na época( o que minha experiência ainda e vasta). Helen é uma mulher como outra começa com expectativas e sonhos em se casar com quem ama e ser feliz mas as coisas não acontecem como ela sonhava. Um casamento horrível com um homem mais horrível ainda, nunca senti tanta raiva de um personagem como senti de Arthur. Em compensação o nosso mocinho Gilbert não começa muito bem mas no decorrer da história ele vai vendo que tem que olhar além das aparências e da fofoca que nessa história tem pra dar e vender.
Anne Brontë foi muito corajosa em escrever um livro que retrata como os casamentos da época eram e faz críticas ao comportamento masculino, a submissão das mulheres e até na criação diferenciada entre meninos e meninas.
Indico fortemente. Leiam e enalteçam Anne Brontë pois ela merece.
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ELCi 22/08/2021

A inquilina
Um livro com temas importantes, como educação, família, resiliência, amizade e diferenças nas relações de classes. Papel feminino forte para época. Uma história maravilhosa.??
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NARA DIAS 22/08/2021

Lindamente triste!
Helen Graham - A jovem viúva ocupa alguns cômodos da decadente Wildfell Hall e como todo povoado pacato, os moradores passam a querer descobrir cada detalhe de sua vida anterior.

Porém Helen carrega um pesado fardo e por isso tenta apenas viver em paz, se relacionando o mínimo possível com seus vizinhos e pintando seus quadros.

Gilbert Markham - Um jovem de 24 anos, filho mais velho, cuida dos negócios agrícolas da família. Com a chegada da jovem viúva, vê o encantamento que sente pela filha do reverendo se esvair dia após dia e seu interesse por Helen aumentar.

Um clássico escrito pela mais novas das irmãs Bronte, nunca ouvi ninguém falar sobre ele...

Uma história INTENSA, cheia de reviravoltas agonizantes.

Por que esse livro não é muito comentado? Por ser um calhamaço? Ou por até pouco tempo atrás não ter sido publicado na íntegra, tendo várias de suas partes cortadas?

Durante a leitura sofri demais tentando imaginar quais rumos a história tomaria e se o final seria ou não feliz.

Ler esse enredo é sofrer com as mulheres que eram submissas em casamentos a maior parte das vezes desastrosos, não falando mal de seus cônjuges nem para suas melhores amigas, não podendo deixá-los e tendo que suportar seus vícios e sua degradação moral.

A construção da narrativa foi muito criativa: Temos o Gilbert escrevendo para seu amigo/cunhado Halford, então a visão do livro todo é masculina. Porém, na parte II passamos a acompanhar o diário da Sra. Graham, que é como se Gilbert estivesse expondo por meio de cartas esse diário ao amigo.

Conforme vamos entendendo os mistérios dessa inquilina e a personalidade e falta de ação de Gilbert em momentos cruciais, mais somos envolvidos nesse doloroso livro.

Se tiver oportunidade de ler, leia!

Se quiser um romance de época que mexa com seus nervos leia!

No final terá sua recompensa!

site: https://www.instagram.com/quelivrotalendo/
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Rafa Gomide 17/08/2021

A Inquilina De Wildfell Hall é dividida entre a narrativa do Gilbert e o diário de Helen. A parte do Gilbert achei muito boa, dinâmica e me deixou curiosa. Já a parte de Helen, é mais lenta, descritiva e cansativa, apesar de apresentar uma evolução muito grande da personagem. Juntando as duas partes, o livro se torna uma obra incrível, com uma personagem feminina arrebatadora.
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Isabela Di Ãngelo 16/08/2021

Anne Brontë ?? Você também é maravilhosa!!!!
Eu adorei esse livro !!!! Acho incrível a força da protagonista. Na minha cabeça, o irmão dela, inspirou bastante " o vilão do livro".
Os diálogos desse livro são sensacionais!!!! Dá vontade de ter conversas assim hahahaha
Vale a pena ler. E perceber, em cada palavra. A genialidade, desta autora.
PS resenha dedicada a Beatriz ?????
Bea 16/08/2021minha estante
Oooowwwn ameeei, já super quero ler.. obrigada ?


Isabela Di Ãngelo 16/08/2021minha estante
Você que é um amor ?




Tati.Tatiana 14/08/2021

Livro incrível!
Mais um livro das irmãs Brontë. Amei a escrita da Anne, ela é mais objetiva e direta do que a Charlotte.
Em a Inquilina vamos conhecer a história de Hellen. Que chega para morar na mansão de Wildefell Hall e provoca os mais diversos burburinhos.
Nessa localidade ela estabelece uma amizade com jovem Gilbert. Com o passar do tempo ele começa a sentir uma atração por ela. Quando ele lhe revela seus sentimentos, Hellen promete contar seus segredos e os motivos deles não poderem ficar juntos.
Assim que descobrimos a verdade, vemos que ela não teve uma vida fácil. Vítima de um marido violento e alcoolatra ela fez de tudo que podia para livrar o filho do mesmo destino do pai.
No decorrer da leitura temos um misto de sentimentos. No início tive muita curiosidade sobre quem era essa Inquilina e quais são seus segredos. Quando descobrimos pelo que ela passou o sentimento que me tomou foi a raiva por aquele marido odioso, raiva pela calma e complacência dela em diversos momentos.
É um romance que quebra paradigmas, nos mostra a realidade de muitas mulheres até hoje.
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katinha 03/08/2021

Uma Mulher Determinada
Uma história como poucas que já vi em livros clássicos, escrito por uma autora que viveu exatamente naquela época. A visão da vida cotidiana das famílias que Anne Bronte nos mostra como eram as moças que se iludiam por rapazes bonitos e muito ricos, mas quando a realidade do casamento batia a sua porta era somente dor e tristeza. O livro começa com Helen Graham vivendo em Wildfell Hall com seu filho Arthur e sua acompanhante Rachel. Todos a viam como uma mulher viúva e muito séria apesar de ainda muito jovem. Helen chama a atenção do jovem Gilbert Markham que depois de conhece-la não consegue mais se afastar dela, até o dia que, por várias vezes que Helen tentou afastá-lo de se, entregou seu diário a ele revelando tudo da sua vida.
Helen Graham na verdade é a senhora Helen Huntingdon esposa do senhor Arthur Huntingdon, mas que se afastou dele porque não tolerava as traições, bebedeiras e prezava pela educação do filho, com somente cinco anos de idade, que estava sendo influenciado pelo pai. Ela é humilhada pelo marido tendo que vê ele trazer a amante para dentro de casa, mas o que mais doía nela era ele estragar seu querido filho que era ainda tão jovem. Helen se mostra uma mulher forte e determinada quando não aceita aquele casamento. Vendo que seu marido não vai iria aceitar a separação amigavelmente, ela planeja fugir e viver longe dele e de toda aquela humilhação.
A história é fascinante porque Anne Bronte nos dá a visão de dois casamentos e de duas mulheres, Helen a nossa protagonista e Milicent Hattersley que era submissa ao seu marido a tal modo de sofrer violência física, mas em contra ponto temos Helen que mostrou ter coragem de enfrentar não só seu marido como todos os homens que tentaram humilhá-la.
Esse livro ultrapassou o tempo e fala com mulheres atuais tão forte quanto na época em que foi escrito.
Favoritado e recomendando.
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Gois 02/08/2021

Feminismo e Independência há 2 séculos atrás.
Livro menos conhecido das irmãs Bronte e que mantém o estilo geral meio sombrio. Um bom livro, uma história envolvente, conta da posição e dificuldades da mulher na época e provavelmente muito mais real do que a maioria das histórias contadas nessa época. Com homens e mulheres reais e não super cavalheiros ou princesas. Em alguns momentos do livro o ritmo fica um pouco lento demais e o tema religioso demais... mas vale a leitura. Toca em temas legais como amor, independência, afeição, feminismo. Na minha exclusiva opinião, acho o "menos bom" dos livros das irmãs Bronte, mas não tira o mérito da leitura.
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Pam 01/08/2021

Corajoso, envolvente e assustadoramente atual.
As últimas palavras de Anne Brontë foram para sua irmã Charlotte "Coragem, Charlotte!" e em A Senhora de Wildfell Hall, publicado em 1848, vemos toda a coragem da Anne. Esse livro é uma obra que aborda diversos tabus e denuncia vários costumes e atitudes problemáticas da época, principalmente em relação ao machismo. Tudo foi relatado de forma tão crua e forte que o livro quase deixou de ser publicado após a morte da Anne, e só voltou a ser vendido numa versão censurada pela própria Charlotte Brontë. Hoje eu digo que isso provavelmente foi o que dificultou a fama da obra ao mesmo nível de outros livros das irmãs, porque é provavelmente o melhor: mais maduro, realista e belíssimo. Li a versão integral do livro e fiquei impressionada com a bravura da Anne de expor tantos problemas na classe alta inglesa sem floreios nem desculpas.

Acompanhamos no livro a chegada de uma mulher misteriosa numa pequena vila no interior da Inglaterra, a Helen. Helen acaba se envolvendo romanticamente com Gilbert, mas o amor entre eles é complexo devido ao passado conturbado da Helen. Já de cara, numa das primeiras cenas da Helen na vila, temos um diálogo fenomenal dela defendendo que meninos e meninas deveriam ser criados igualmente: meninas não são mais sensíveis nem meninos mais brutos. No livro outros personagens acham isso escandaloso, e creio que na época a recepção deve ter sido a mesma. Acho curioso ver que isso perdura até hoje, um livro publicado há quase 200 anos atrás traz questões sobre educação de crianças que até hoje estamos lutando para desconstruir.

Quando passamos a desvendar o passado da Helen, as denúncias ficam mais fortes. A Anne relata perfeitamente um casamento abusivo, com direito a (novamente) assuntos que até hoje vemos e precisamos ter cuidado: ciúmes extremo da parceira, possessividade, destruição de pertences dela, gaslight, marido inventando ofensas sobre a esposa para inferioriza-la, hipocrisia, falta de carinho com filhos, masculinidade tóxica, etc. Eu amei a abordagem da Anne porque ela deixa claro que são coisas ruins e que não tem desculpa, a esposa que sofre na mão do marido sabe que não é culpa dela e que ela é uma vítima, mas está presa porque ela vive numa época em que a mulher é praticamente uma propriedade do marido, assim como seus filhos. Imaginem relatar isso sobre um casal da alta sociedade inglesa no século XIX? Aí entendemos mais ainda a censura. Além disso, Anne aborda outras problemáticas, como o alcoolismo, a hipocrisia de membros da Igreja, dentre outros.

Sabemos que em casamentos abusivos muitas mulheres passam a se sentir culpadas pelas atitudes do marido porque caem em manipulações dele (e a culpa não é delas, isso infelizmente acontece), mas aqui a Anne retratou uma mulher forte, sensata e que pensa sempre de forma racional. Tudo a ponto de reconhecer o verdadeiro culpado e as razões deturpadas que o levaram a fazer isso. Eu achei muito bonito e corajoso ver uma história assim, porque imagino que tenha dado muita força para mulheres leitoras que viviam em situações parecidas, e muitas vivem até hoje.

O romance entre a Helen e o Gilbert também é construído de forma muito bonita, eu gostei de ver como eles acima de tudo eram grandes amigos. O único ponto do livro pra mim é que ele é bem descritivo, quem não gosta disso talvez se incomode, ainda mais no começo que tem bastante disso, mas em seguida passa. A história é muito envolvente e fluida, o que ajuda. Além disso, temos vários mistérios, que me cativaram muito.

Ler um livro publicado em 1848 escrito e narrado por uma mulher expondo um casamento abusivo é algo admirável, Anne Brontë ganhou meu eterno respeito. Personagens realistas, incríveis e dinâmicas muito bem construídas. Já nos primeiros capítulos se tornou um dos meus livros favoritos da vida, sem dúvida.
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