O Continente

O Continente Erico Verissimo




Resenhas - O Tempo e o Vento: O Continente - Vol. 1


81 encontrados | exibindo 46 a 61
1 | 2 | 3 | 4 | 5 | 6


JairPJ@ 02/02/2014

Leituras para serem revisitadas.

Esse livro é sempre me proporciona muitas emoções ao acompanhar a saga do imaginário da construção do Estado Gaúcho através de alguns personagens da Família Terra Cambará, não somente pelo cunho histórico (1750 a 1945), sobretudo, pelas situações vividas por Pedro Missioneiro, Ana Terra, Capitão Rodrigo, Bibiana e entre outros. São sempre leituras que precisam ser revisitadas ao longo da vidas, para o entendimento da força desse povo sul riograndense.
comentários(0)comente



Laura Bernardes 05/01/2014

O Tempo e o Vento - O Continente Vol. 1 - Erico Verissimo (Companhia das Letras)
Ai ai. Como começar a escrever sobre esse livro? Erico Verissimo desenvolve toda a história de uma forma tão envolvente e cria personagens tão marcantes que é difícil ler e não se apaixonar. É interessante perceber que a passagem de tempo acontece de uma forma muito "natural" e mesmo sendo uma história que se estende não se torna cansativo. Realmente, um grande clássico.
A Companhia das Letras também tá de parabéns, essa última edição de toda coleção ficou linda! As fotos, ilustrações, tudo! (E a caixa com todos os livros então nem se fala).
Enfim, lindo.
comentários(0)comente



Jônatas 15/12/2013

Um livro para chamar de Grande Literatura
A minha relação com este livro começou da mesma forma que a saga de “O Tempo e O Vento” começa, por coincidência ou destino:

“Era uma noite fria de lua cheia” (pag,1)

[...]

Foi um livro que me marcou e me fez ter inúmeras sensações até a última frase. O tempo e o vento são elementos bastante presentes na trama, só lendo para saber como. Ele possui críticas severas a muitas coisas; criticas que vão direto ao ponto, mas com uma linguagem extramente sofisticada, em termos de literalidade. O que é lindo de ler.

É difícil resumir em poucas palavras um livro tão complexo e gostoso de ler, mas posso dizer que o tempo investido lendo esta obra prima não será, jamais, em vão. Cada páfina nos traz razões e emoções inimagináveis, cada palavra está lá porque tem que está lá escrita no seu lugar certo. Nada se retira. É um livro que podemos chamar de Grande Literatura.

Confira a resenha completa no Blog Alma Critica, Link Abaixo:

site: http://alma-critica.blogspot.com.br/2013/12/resenha-o-tempo-e-o-vento-o-continente.html
comentários(0)comente



Ali e Eto 27/11/2013

CONTRASTE
Uma obra rica e bela...
Fui ler o livro depois que vi o filme...e no fundo agradeço as céus por isso, pois como pintaram o capitão Rodrigo de bom moço e APAIXONADO por Bibiana...nossa..e no livro o cara é um safado..porfavor..diretores tentem ao menos não criar um personagem tão diferente da obra original...aff
comentários(0)comente



spoiler visualizar
comentários(0)comente



erika 05/10/2013

um dos melhores livros que já li!
achei um livro otimo! Além de ter uma história emocionante, conta muito sobre o Rio Grande do Sul.
comentários(0)comente



Erika 23/06/2013

Maravilhoso!
Já tinha lido a saga durante minha adolescência, e resolvi reler a coleção... além da narrativa sensacional do Erico, com seus personagens inesquecíveis (Ana Terra e Capitão Rodrigo eternos!!!), acho muito legal a forma como é inserida um pouco de história brasileira no livro, sem ser maçante...
comentários(0)comente



Alesson 06/05/2013

Buenas e me espalho!
Nos pequenos dou de plancha e nos grande dou de talho!
Mostra a criação do estado do Rio Grande do Sul, contado numa trilogia em sete livros.
Tem passagens de figuras clássicas rio-grandense: Sepé Tiaraju, Col. Bento Gonçalves e outras ícones.
Tem, na personalidade de alguns, a demonstração que a mudança de pensamento e atitudes é quase impossível.
comentários(0)comente



Cristiano 18/04/2013

Incrível!
Livros como "O continente" trazem em si um problema: depois de lidos, tornam todos os demais muito pobres e sem-graça. É daquelas obras em que você imerge na cena, se envolve com os personagens, se emociona, sofre e fica ansioso.

Érico Veríssimo toma como cenário o Rio Grande. A história, narrada através de capítulos alternados nos conta a saga da família Terra Cambará desde o nascimento de Pedro Missioneiro em uma redução jesuítica em meados do séx XVIII até o cerco ao sobrado onde resistem sitiados durante a Revolução Federalista, já no final do séc. XIX. E durante esse período nos envolvemos com a sofrida Ana Terra, o incontrolável capitão Rodrigo Cambará, Bibiana Terra, Padre Lara, Juvenal e tantos outros personagens marcantes.

As virtudes de O Tempo e o Vento dispensam maiores comentários. É merecidamente referenciada como uma das (senão a maior...) obra da literatura brasileira.

Estou ansioso para ler o segundo volume. O primeiro valeu cada página e já deixou saudades.

Cristiano Tavares
Claudia 06/11/2013minha estante
Sempre tive vontade de ler o livro e a leitura não me decepcionou. Super recomendo!




Carol 24/03/2013

“Para que tanto campo? Para que tanta guerra? Os homens se matavam e os campos ficavam desertos. Os meninos cresciam, faziam-se homens e iam para outras guerras. Os estancieiros aumentavam as suas estâncias. As mulheres continuavam esperando.” (p. 181)
comentários(0)comente



Mari 26/02/2013

O Tempo e o Vento - O Continente
Obra fantástica de teor histórico.
Meu tio me disse há algum tempo que essa era sua coleção preferida - só depois de ler o primeiro volume eu entendi a devoção.
Aprofundamento na história do Rio Grande do Sul, o livro entrelaça cuidadosamente fatos históricos e ficcção - deixando a gente sem saber exatamente onde acabam uns e começa o outro. Érico Veríssimo tem um tom de escrever que é difícil de entender, sua linguagem formal exige concentração. No entanto, com dedicação e presistência, o esforço é recompensado por uma belíssima história enriquecedora.
comentários(0)comente



Roselaine 30/12/2012

O continente 1
o LIVRO NARRA A HISTÓRIA DO RS DESDE A ÉPOCA DAS MISSÕES GESUÍTICAS ATÉ A GUERRA DOS FARRAPOS. UTILIZANDO PERSONAGENS MARCANTES COMO ANA TERRA E CAPITÃO RODRIGO O AUTOR MOSTRA A SAGA DAS PESSOAS NESSA ÉPOCA ONDE TODAS AS GERAÇÕES FORAM MARCADAS COM GUERRAS E O CONTINENTE ESTAVA ABANDONADO DO RESTANTE DO PAÍS, OS HOMENS PARTIAM PRA GUERRA E MUITAS VEZES NÃO VOLTAVAM E A SAGA DAS MULHERES ERA REZAR E ESPERAR.
comentários(0)comente



Cíntia 03/10/2012

"(...) Avistou a corticeira... E à medida que se aproximava dela, um novo horror lhe ia tomando conta do espírito. E se lá em baixo à beira do mato encontrasse o filho, a cunhada e a sobrinha mortos também? E então começou a desejar não chegar nunca, mas apesar disso corria sempre. Finalmente chegou à sanga. Pedro! Pedro! Pedro! - gritou. Mas ela não chamava o filho. Chamava o pai de seu filho, como se ele pudesse ouvi-la e vir socorrê-la. Era melhor morrer, morrer duma vez - decidiu de repente."


Uma geração vai, e outra veem; porém a terra para sempre permanece. E nasce o sol, e põe-se o sol, e volta ao seu lugar donde nasceu. O vento vai para o sul, e faz o seu giro para o norte; continuamente vai girando o vento, e volta fazendo seus circuitos. ECLESIASTES - 1,4,5,6
comentários(0)comente



spoiler visualizar
comentários(0)comente



Júlia 11/07/2012

Realidade latente e pornográfica
Minha sensação durante a leitura do Continente foi de admiração e impossibilidade de largar o livro, parecendo muito com a que tive ao ler A Casa das Sete Mulheres. Cada personagem causou-me impacto, a descrição da vida e história de todos eles deixaram-me perplexa. A primeira delas foi Ana Terra, com sua inocência quebrada, seu interesse despertado por Pedro Missioneiro e a ruína de sua sensibilidade até o fim da vida. O sofrimento que se desenrola a partir daí, com todos os personagens, sem exceção, foi o que mais me encantou. A falta de pudor do autor expressando a dor em suas mais diferentes vertentes e desencadeamentos tornaram-me sua fã, que teme e deseja a cada lauda mais uma estupefação. O livro é quase pornográfico por abordar a nudez da alma humana, como se esta fosse fácil de enxergar. Com os olhos de Veríssimo, nunca foram tão nítidas as obscuridades, tristezas e temores que acanham-se dentro da gente. São inegáveis as conflitantes impressões que causaram-me capitão Rodrigo: agi de forma semelhante ao padre Lara, o amando e odiando a cada um de seus atos, e, ao mesmo tempo, invejando sua determinação e vontade que não se abalam de viver, como se a morte não existisse. O mais admirável da história é a forma como o escritor desperta o interesse dos leitores, os emaranhando de tal forma que ao final do livro só pude sentir angústia e vazio, deparando-me com a morte dos membros da família e suas frases e marcas que ficam. A falta de Pedro Missioneiro nunca é remediada, nem a de Ana, muito menos a de Rodrigo, e Bibiana caquética vive em outro tempo onde a avó a compreendia e Rodrigo a fazia feliz... A realidade latente que contém O Continente não se engole facilmente, e pego-me a pensar nos personagens ocupando um raro espaço na literatura brasileira: de inesquecíveis. Concluo então, que romance bem escrito é desses que nos despertam dúvidas, admiração, torpor, vontades inóspitas, e talvez angústia de, junto com os Terra Cambará, perder um punhado de ilusões.
Mariana 02/09/2012minha estante
Faço de cada uma de suas palavras minhas! Exatamente isso que senti a ler esse livro, mal posso esperar para começar a ler o próximo.


Natacha.Mascarello 18/08/2019minha estante
Perfeita a tua resenha!




81 encontrados | exibindo 46 a 61
1 | 2 | 3 | 4 | 5 | 6