O Continente

O Continente Erico Verissimo




Resenhas - O Tempo e o Vento: O Continente - Vol. 1


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Suelen 17/10/2011

Quando você tem que ler um livro desses na escola, você julga sem nem ter lido, achando que vai ser chato. Até que vence a preguiça, começa a ler realmente e vê que não é nada disso. Esse livro conta a história do RS com uma abordagem muito melhor que dos livros de História. O Érico Verrisimo tem uma maneira peculiar de escrever, nunca tinha lido um romance dele antes. Só agora entendo porque ele foi um grande escritor. Resumindo: Recomendo!
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cfsardinha 14/07/2011

O livro conta os 150 anos da história do Rio Grande do Sul, através da história da família Terra Cambará. A primeira parte da história é "A Fonte". Tem esse nome porque o personagem principal, o mameluco Pedro Missioneiro, monta sua família na tal fonte. Ele morou nos Sete Povos das Missões e adquiriu de um padre uma adaga que passa pela família. Pedro tinha visões que se realizavam e, por isso, dizia ser filho da Virgem Maria. Então ele conhece Ana Terra, que se apaixona por ele. Ela fica grávida, o que causa uma confusão (pois não estavam casados). Por conta disso, os irmãos dela matam Pedro. Mas quem disse que a história para por aí?
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Gláucia 03/04/2011

O Tempo e o Vento - O Continente I
Esse volume inicia a saga do Sul, composta por 7 volumes. Aqui já aparecem os principais personagens: Ana Terra que acaba se tornando a matriarca, seu filho Pedro Terra e sua neta Bibiana que também se transformará numa espécie de pilastra do clã Terra/Cambará. Também é nesse livro que surge o Capitão Rodrigo, guerreiro valente e mulherengo, com quem Bibiana se casa.
A história local, suas revoluções, formação cultural, descrição da paisagem tornam a obra um verdadeiro tratado histórico.
Joubert 02/04/2011minha estante
Gláucia, pela sua resenha poderia falar que ele seria "Os Miseráveis" brasileiro?! Histórico
e descritivo.


Marta 09/08/2019minha estante
Você leu toda a saga?


Gláucia 09/08/2019minha estante
Eu li sim Marta, e foi de uma tomada só. Só bons mas se torna repetitivo pois é basicamente a mesma história contada por pessoas diferentes de uma geração a outra. Talvez eu devesse ter lido aos poucos, intercalando com outras leituras


Marta 09/08/2019minha estante
Esse teve o mérito de me trazer de volta o prazer da leitura. Eu não estava conseguindo gostar de nada, começava um sem número e não acabava nenhum. Então vou deixar para ler intercalando com outros. Estou nas últimas páginas desse aí, faltam menos de dez. Você acha que seria cansativo já ir direto para o volume dois ou é só de uma série para outra?


Gláucia 10/08/2019minha estante
Acho que não tem problema. Foi msis pra frente que comecei a me cansar




Li 14/03/2011

DESAFIO LITERÁRIO 2011 - MARÇO - ROMACES ÉPICOS

Sinopse:A trilogia O tempo e o vento (...) é a mais famosa saga da literatura brasileira. São 150 anos da história do Rio Grande do Sul e do Brasil que o escritor compôs em três partes - O Continente, O retrato e O arquipélago -, publicadas entre 1949 e 1962. O primeiro volume de O Continente abre a trilogia. Erico mergulha no passado do Rio Grande do Sul e do Brasil em busca das raízes do presente. O Continente, segundo o crítico literário Antonio Candido "um dos grandes romances da literatura brasileira", lança o leitor em plena ação, durante o cerco das tropas federalistas ao Sobrado do republicano Licurgo Cambará, em 1895, para em seguida retroceder um século e meio e mostrar as origens míticas e históricas do clã Terra Cambará. Acompanhando a formação dessa família, Erico nos apresenta toda a saga. Em sua galeria de personagens há figuras fascinantes, comparáveis a grandes ícones da literatura nacional como Peri, Capitu e Macunaíma. A forte Ana Terra, o valente capitão Rodrigo Cambará, a sedutora Luzia Silva e o curioso doutor Carl Winter são alguns desses personagens eternamente vivos na imaginação dos leitores. Desfilam no romance as disputas entre famílias pelo poder local, regional e nacional; as guerras de fronteira e as civis; a bravura dos homens e a tenacidade das mulheres; a pobreza de meios e a violência contra os desassistidos. Valores caros ao escritor entram em cena: a sobriedade, a liberdade e a coragem - que muitas vezes não está nos campos de batalha, mas na simplicidade do cotidiano e na resistência capaz de sobreviver aos desmandos políticos.

Sempre tive vontade de ler esta trilogia! Lembro de que li um texto do livro que falava de “um certo capitão Rodrigo” numa aula de literatura, e isto ficou gravado na minha memória ("Buenas e me espalho! Nos pequenos dou de prancha, nos grandes dou de talho!")... Finalmente, pensei, vou conhecer Ana Terra, o capitão Rodrigo e a família Terra Cambará! Quando coloquei os olhos nos livros, vi a tarefa titânica que teria pela frente, já que descobri que a trilogia é composta de sete livros enormes! Mas vamo que vamo!
Resenhei aqui os dois volumes do primeiro título da trilogia, achei que a subdivisão era só no meu exemplar velhíssimo, mas acabei descobrindo que não é! Rs.

Bom, quem já ouviu falar do livro sabe que Érico conta uma história de séculos, a saga da família Terra Cambará, dentro de outra história, a do Brasil e do Rio Grande do Sul. Ele reveza, capítulo sim, capítulo não, o “presente” em fins do século XIX, no cerco ao sobrado da família Terra Cambará, que não deixa de ser um personagem, e o passado, partindo de meados do século XVIII, o que deixa o livro com um ritmo ótimo, na minha opinião! Antes de cada capítulo, ele faz uma espécie de introdução a novos personagens na história e uma explicação ou outra sobre a narrativa. Estas partes tem um ritmo maravilhoso!

Pela quantidade de descrições e detalhes, logo nas primeiras páginas tive vontade de desistir, até lembrar que qualquer outro do tema daria na mesma. E achei o livro tão sério... Minha persistência foi recompensada quando “conheci” Ana Terra! A partir da entrada da família Terra, acabei me envolvendo no livro e adorando! E depois que Capitão Rodrigo Cambará aparece na história, a narrativa fica mais divertida e segue este ritmo até o fim, apesar dos acontecimentos... Lembro que penei para sair das primeiras páginas de “viva o povo brasileiro”, de João Ubaldo, e hoje é um dos meus livros preferidos. Acho que esta trilogia vai acabar indo pelo mesmo caminho.

O que acho bom deste tipo de narrativa, que não é só épica, mas também histórica, é que se pode ter um vislumbre de época, neste caso pelos pontos de vista militar, religioso, científico, político e comum, de uma forma direta, simples, sem doutrinação e com clareza, que nenhum livro didático daria. Este livro passa por muitos momentos de revoluções, acontecimentos históricos do Brasil e do mundo, evolução tecnológica, a introdução de hábitos estrangeiros, influenciados principalmente pela imigração Alemã e Italiana, e fica mais realista porque Érico inseriu este contexto de passagem de tempo e evolução de fatos dentro de uma localidade definida... a forma como esses acontecimentos se refletem e influenciam a vida, a personalidade e as atitudes de seus habitantes. Os conflitos e acontecimentos históricos são só um pano de fundo para as vidas das pessoas comuns e suas histórias, ainda mais interessantes!

Livro excelente! Leitura super recomendada! Este trecho abaixo é a visão dos habitantes de Santa Fé pelos olhos do médico alemão Carl Winter, habitante da região e observador da natureza humana:
"Comparava o mundo em que nascera e vivera até os trinta anos com o mundinho de Santa Fé. Ali naquela vila perdida na extremidade sul do Brasil representava-se também uma comédia humana, que era uma paródia da que Winter vira na Europa. Os atores seriam menos consumados, o cenário mais pobre. Mas os eternos elementos do drama lá estavam: o amor, o ódio, a cobiça, a inveja, o desejo de poder e de riqueza, a sensualidade, a vingança... e o mistério."

*http://desafioliterariobyrg.blogspot.com/*
Viquinha 17/03/2011minha estante
Oi, Li! Amo EV. E só de vê-la comentando sobre o livro, me deu vontade de embarcar nessa aventura épica. Òtima resenha!

Bjs


Evelyn Ruani 17/03/2011minha estante
Acredita que nunca li Erico Verissimo? Eu tinha um certo pré-conceito com a literatura brasileira na adolescencia e época da escola. Acho que era o meu ariano se revelando e ficando contra a leitura já que era obrigatória! rs
Mas hoje tenho muita vontade de conhecê-lo e ler principalmente "Olhai os lírios do Campo".
Belíssima resenha e boa sorte nos demais livros! :) Vc vai conseguir com certeza!
Bjosssss


Liz 20/03/2011minha estante
eu simplesmente amo o Luis Fernando Verissimo, e sempre leio as suas cronicas. acho que já esta mais do que na hora de começar a ler o que o Erico escreveu, né? >.<
fiquei com muita vontade de começar a ler os livros dele por essa trilogia. adorei sua resenha!
bjs o/


Gaúcho 06/05/2012minha estante
O melhor que li. Se alguém já leu algo parecido, ou que pelo menos lembre, favor indicar




Luis 06/02/2011

Um painel vigoroso da formação do Rio Grande do Sul.
Custo a entender a razão de Érico Veríssimo ser bem menos venerado do que Jorge Amado, por exemplo. Ambos são gênios literários, têm a mesma estatura, mas Érico sempre recebeu uma porção de atenção aquém da importância e da qualidade de sua obra.
Prova disso, é o primeiro volume da parte inicial da saga “O Tempo e o Vento”, denominada “O Continente”.
A partir da construção de personagens fortes e representativos, Veríssimo reconta a história gaúcha tendo como pano de fundo as lutas seculares que moldaram a região. O “Continente” começa sua ação ainda no século XVIII, quando acompanhamos a infância do primeiro dos grandes personagens do romance : O índio Pedro Missoneiro. Místico e misterioso , Pedro se educa com os jesuítas mas não abdica de sua identidade indígena, que vai encantar Ana Terra, que o encontra perdido na estância da família.
Ana Terra é talvez, ao lado de Dona Flor e Maria Moura, a personagem feminina mais instigante da literatura brasileira do século passado. Desafiando seu pai e seus irmãos, se envolve com o índio, nascendo desse relacionamento o jovem Pedro Terra. O assassinato de Pedro Missoneiro, morto pelo pai e pelos irmãos de Ana Terra, e a posterior tragédia que culminou na eliminação de todos os homens adultos da família, fez de Ana a fortaleza da estância, criando o filho sozinha e liderando o destino dos Terra remanescentes (ainda sobraram a cunhada e a sobrinha) rumo a futura cidade de Santa Fé.
A linhagem Terra segue com Bibiana, neta de Ana, filha de Pedro e quase uma reencarnação da avó. Nesse ponto o romance tem o seu grande momento com a entrada em cena do capitão Rodrigo Cambará, o aventureiro que chega a Santa Fé e com seu estilo arrebatador conquista Bibiana, dando origem à linhagem Terra Cambará, núcleo central do romance.
Rodrigo é o típico herói gaúcho. Amante da guerra, do jogo e de várias mulheres, se volta contra os poderosos da cidade angariando simpatias e inimizades na mesma proporção. Seu destaque na saga é tão evidente, ao ponto do capítulo que narra a sua trajetória se configurar em um livro várias vezes publicado em separado (Um Certo Capitâo Rodrigo).
Suas aventuras e seu dramático desaparecimento são o ponto de corte do tomo 1 de “O Continente”, estruturado por Érico Veríssimo como uma espécie de pêndulo, em que a ação seguidamente se alterna entre o passado e o presente, representado pelo cerco ao casarão dos Terra Cambará, agora comandados por Licurgo, neto de Rodrigo e Bibiana, durante a Revolução Federalista de 1895.
Um painel vigoroso da formação do Rio Grande do Sul magistralmente composto por um de seus filhos mais ilustres.

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Duda 14/01/2011

Foi o primeiro livro do Érico Veríssimo que eu li, e me fascinou.
Mostra não só a força dos gaúchos, mas a garra de uma mulher, sem contar nos detalhes do RS. É extremamente rico, com muitas emoções. E tu não tem vontade de parar de ler.
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Guilherme 24/12/2010

Excelente livro sobre a cultura do povo brasileiro!
O Continente Vol. 1 abre essa saga de 7 livros do Tempo e o Vento de maneira sublime. Érico Veríssimo nos apresenta os primeiros personagens de duas famílias, os Terra e os Cambará. A partir desse livro, todo o universo relacionado a essas duas famílias será contado com uma linguagem envolvente, que nos prende da primeira página até a última em um fôlego só. Ao mesmo tempo em que nos mostra a história dessas famílias, Érico Veríssimo nos brinda com importantes fatos da história do Brasil. Recomendo não só este livro, como também todos os outros da série.
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Fernanda 22/11/2010

Mestre Veríssimo.
Um livro espetacular.
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Salek 15/11/2010

A obra, dividida em quatro volumes, é uma aula de história DELICIOSA. É um livro "colorido", ou seja, para mim foi fácil "entrar" na história. Recomendo sem reservas.
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Jade 15/08/2010

Um romance imortal
Erico Veríssimo teve a melhor de suas inspirações ao contar a história do Rio Grande do Sul e do Brasil a partir das fictícias famílias Terra Cambará e Amaral. Seus escritos se imortalizaram e enriqueceram nossa literatura, se tornando, na minha opinião, o mais belo romance histórico já feito.
Além da belíssima narrativa, os personagens começam a fazer parte da nossa vida como se fosse de carne e osso. Dentre eles, quem mais me encantou foi Ana Terra, que com sua coragem e perseverança foi capaz de vencer as dificuldades impostas, numa constante luta pela sobrevivência e num tempo em que as mulheres tinham que carregar todas as responsabilidades caladas.
Acredito que esta seja uma obra indispensável na estante de qualquer pessoa, não tem como não gostar.
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Lucas 12/02/2010

Você nunca sentirá o vento da mesma forma...
A obra é surpreendente! A leitura pode tornar-se cansativa momentaneamente, já que os ambientes onde se passam as ações dos personagens são restritos, limitando-se à Santa Fé, uma estância ou missão, mas é evidente que trata-se do estilo incontestável e singular de Érico Veríssimo. Os personagens são de uma naturalidade incrível e descritos de modo magistral. Espetacular, estou honrado em tê-lo em minha estante!!
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Dora 05/01/2010

Uma obra fascinante.
A história da colonização no sul do país, contada através de seus personagens fortes, apaixonantes. Uma saga empolgante, que prende a atenção do início ao fim.
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Danielle (@chimarraoelivros) 28/08/2009

tente ler umas 2 vezes na época do vestibular, mas acabei desistindo. ainda pretendo ler. gostei muito de um certo capitão rodrigo, por isso quero dar mais uma chance.
Dani 13/02/2017minha estante
Se não leu, não dê estrelas. Negativou sem conhecer kkkkk olha só o despeito dessa mãe kkkk


Danielle (@chimarraoelivros) 29/03/2017minha estante
Mas eu não avaliei, só coloquei que abandonei e coloquei uma resenha para me lembrar de retomar a leitura.




Thiago 11/08/2009

O Continente inicia definindo o que vem a ser o grande epico de Erico Verissimo. Ja na primeira parte, O Sobrado, somo apresentados a diversos personagens apaixonantes, de geraçoes diferentes, nos aprofundando no turbilhao de emoçoes emanados da familia Terra-Cambara e sua gente. Com uma manetira simples de escrever, Verissimo confronta o passado (atraves das lembranças de Bibiana em sua cadeira de balanço) com presente (a insegurança de Licurgo e a forte e sofredora Maria Valeria) e futuro ( os sonhos de Rodrigo).
Assim, ele parece fazer um prologo de toda saga que virá.
E nao tem como nao se identificar ou apaixonar por essa gente.
Um livro que estou começando a reler, e que ja me faz emocionar, porque parece que estou lendo a historia de algum parente ou amigo meu, tao proximo o escritor traz os personagens a nós.
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Wallas Felippe 23/07/2009

O Vento e o Tempo / O Tempo e o Vento
Não foi simplesmente o melhor romance da literatura brasileira que eu li; mas sim o melhor romance de toda a minha vida. O Tempo e o Vento foi responsável por fazer eu enxergar a vida com outros olhos; foi este romance que abriu a minha mente para o mundo do conhecimento. Pode-se dizer que: se hoje eu cresci intelectualmente, o responsável foi este romance. Foi um livro que me prendeu do ínico ao fim. Um livro onde mostra toda a destreza e perfeição, no modo de escrer e dá sentimento aos personagens, de Érico Veríssimo. No momento em que lia, era capaz de absorver os sentimentos de todos os personagens; eu acabava sentindo e vivenciando a vida junto com eles. Esta obra foi um grande refúgio para mim...

Quando terminei de ler pela segunda vez a única coisa que me veio à mente foi isso:

Tempo...

Às vezes o tempo é nosso maior inimigo,
Outras vezes é nosso maior aliado.
Nada melhor do que dar tempo ao tempo,
Pois tempo é remédio para tudo

A única coisa que sinto nesse momento é o vento lá fora.
O vento sopra e o tempo passa...
O tempo e o vento...

É noite,
Só encontro você em meus pensamentos.
Meus únicos companheiros são:
O tempo e o vento...

Tudo passa,
A morte chega quando você menos espera.
Só restarão duas coisas:
O Tempo e o Vento...

(Wallas Felippe)
Luis 18/12/2014minha estante
Você me fez chorar com sua resenha, então me sinto na obrigação de ler esta obra agora nas férias. Muito obrigado, Wallas, seu poema é esplendoroso.




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