O Menino do Dedo Verde

O Menino do Dedo Verde Maurice Druon




Resenhas - O Menino do Dedo Verde


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Lucas 09/09/2013

Me identifiquei logo no primeiro capítulo. Assim como O Pequeno Príncipe, esse é um daqueles livros infantis que dão lições nos mais grandinhos. Tistu nos ensina a não ficar com ideias pré-fabricadas na cabeça, mas a ter nossas próprias ideias e correr atrás de nossos objetivos.

Me deu vontade de ler o livro com uma caneta na mão pra ir anotando as frases que mais me marcavam.

"Uma ideia que se instala em uma cabeça em breve se torna uma resolução. E uma resolução só nos deixa em paz quando a pomos em prática."
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Isabella 31/07/2013

Eterna releitura
O Menino do Dedo Verde é o clássico da minha vida. Li a primeira vez aos 8 anos, reli aos 10 e reli agora com 19. A cada releitura descobri algo novo, um detalhe a mais. Obviamente que nesta última releitura pude perceber os aspectos críticos do livro, através de visão de uma criança. Críticas ao sistema de educação, ao sistema carcerário, crítica à prisão dos animais, o questionamento do porquê das guerras, ao lucro... críticas sociais profundas. O livro permite que enxerguemos uma esperança em meio a tudo isso. Tistu, um garoto sensível e perspicaz, nos traz o senso de justiça e o senso do belo, além de outros conceitos simples e que tornam a narrativa fantástica. Simplesmente apaixonante! :)

site: http://universoliterario.blogspot.com.br/2011/07/o-menino-do-dedo-verde.html
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Francini Aguiar EeP 09/07/2013

Lembra O Pequeno Príncipe (e, na minha opinião, é ainda melhor) pelo estilo do livro. Cheguei a conferir se o autor era o mesmo quando li, não é, mas o tradutor sim. Li depois de adulta, (este ano, na verdade) e comprei um igual para a minha prima na primeira oportunidade. É um ótimo livro para qualquer idade, melhor ainda se for lido quando criança e reler diversas vezes durante a vida. Com uma linguagem lúdica e muitos ensinamentos por traz de cada frase é um livro maravilhoso em diversos sentidos.

site: http://espeloteadaepatricinha.blogspot.com.br/2013/06/tag-alfabeto-literario.html
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Suzana 14/06/2013

Marcou minha infância
Como este livro marcou a minha infância. Parecia que a magia estava mais presente na vida do que eu pensava. Ao mesmo tempo que era um dom que o menino possuía, era também um fardo. A criança que eu era quando li este livro sofreu e amadureceu com a leitura
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Lerissa K. 17/05/2013

A vida, afinal, é a melhor escola que existe.
O Menino do dedo verde é uma daquelas histórias que nos trazem grandes reflexões a partir de poucas palavras e seu encanto está na simplicidade. Como não sorrir com as descobertas de Tistu e seus pensamentos tão puros? Como não se encantar? O livro se tornou um dos meus favoritos, porque traz consigo diversas lições sobre as quais podemos pensar...
A história nos conta que Tistu era um menino diferente, vivia em uma casa sempre brilhante e seus pais eram muito ricos. Mas quando foi mandado para a escola, Tistu descobriu que era diferente das outras crianças e foi mandado embora. Tistu acabou descobrindo o seu "dedo verde" o seu dom, aquilo que realmente o tornava feliz e passou a fazer o que podia para melhor utilizá-lo.
Penso que cada pessoa possui seu próprio "dedo verde", um dom característico que não pode ser deixado de lado. Da mesma forma que Tistu usava seu dedo verde para tornar melhores e mais felizes a vida das pessoas, também nós temos que pôr nossos dons a serviço e utilizá-los sempre para o bem, procurando maneiras de melhorar a cada dia não só a nossa própria vida, mas também a de todos aqueles que estão sempre próximos a nós.
Podemos usar nosso próprio "dedo verde" para mudar a realidade em que vivemos, transformar a nós mesmos e até mesmo mudarmos nossos hábitos de vida. A única coisa que realmente não podemos mudar é a morte, destino inevitável a cada pessoa.
Recomendo muito a leitura desse livro!
"A vida, afinal, é a melhor escola que existe."
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Serivaldo 01/05/2013

Inocência e realidade
Tistu é um menino especial, com seu dedo verde é capaz de colocar flores, plantas, beleza, alegria e paz onde existem armas, miséria, doença, tristeza e guerra.
No enredo questiona-se o aprendizado na escola tradicional onde as crianças são submetidas às ideias pré-estabelecidas pelos adultos.
Tistu em vez de aprender sobre leitura, escrita e cálculos na escola à qual não se adapta, é educado sobre as coisas do mundo, da vida, da natureza. Desse aprendizado descobre os problemas das cidades, das cadeias, da miséria, da saúde, dos animais, da guerra e da morte.
História aparentemente ingênua, desperta o leitor, seja uma criança, um jovem ou um adulto, de forma sutil e fantástica, para temas da natureza, da convivência humana, dos conflitos entre nações, dos problemas urbanos, sociais e econômicos, e ao mesmo tempo, demonstra que são possíveis de ser resolvidos, quando existe compreensão, amor e paz, quando as armas forem substituídas por flores.
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Mah 22/04/2013

O menino do dedo verde
Esse livro tem várias mensagens,mais a que deixou marcada para mim foi que uma pessoa é diferente da outra,por isso tem pensamentos diferentes e objetivos diferentes,o menino do dedo verde é um livro para pensarmos e refletirmos se estamos fazendo a diferença nesse mundo cheio de pessoas más e amargas,esse livro encoraja a fazermos a diferença!
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Francelise 19/04/2013

Um livrinho para pessoas grandes
Certamente um livrinho para pessoas grandes! O mistério que envolve o dedo verde do pequenino Tistu nos faz acompanhá-lo pela sua caminhada, pelo seu aprendizado, pelas suas incríveis reflexões e arrebatadoras atitudes! Os amantes do Pequeno Príncipe que me desculpem, mas o Tistu é meu preferido e certamente tem todo o meu coração! Absolutamente emocionante.
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Landcaster 12/03/2013

O menino do dedo verde
Menino do dedo verde? O nome nos leva a pensar, com muita facilidade, que o livro aqui discutido nesta resenha é mais um best seller ; daqueles com nomes bem exóticos criados puramente para despertar um interesse em “leitores-bisbilhoteiros”. Mas não! Relativamente não. Este livro infantil foi escrito por um autor gerado no mesmo ventre acadêmico que Saint-Exupéry e por isso (não só por isso, é claro) digno de prestígio e de leituras cada vez mais apaixonadas. Seu nome é Maurice Druon.
A leitura é fluida de forma exagerada, porque é simples e cumpre o papel que a literatura infantil deve cumprir: simplificar coisas profundas sem deixar de ter magnitude, revelar uma história que faça crianças correrem as páginas como se os olhos fossem a boca para uma fome que é a curiosidade e os adultos invejarem a infâncias de si mesmos se tivessem nas mãos este livro.
Sem muitas delongas, “O menino do dedo verde” questiona a guerra e seu significado para os homens da politicagem e para os homens que constroem armas; “hospedando-se” na perspectiva de uma criança que “não é como as outras”. Tistu, o dito cujo, é o filho do homem mais rico da cidade de Mirapólvora, o dono da fábrica de canhões que tem o maior espaço do mercado bélico mundial. Quando o Sr. Papai o matricula na escola, acaba por receber uma notícia desgostosa: Tistu não pode frequentar as aulas porque não é como os outros. Mas o problema que nasce aí como uma erva daninha, na verdade revela uma belíssima flor: Tistu não vai aprender as coisas do mundo por uma escola de pedra, mas sim, pela escola da vida: O Sr. Papai escolhe os melhores profissionais da cidade, para que ensinem seu filho o que não pôde aprender com um professor. Primeiramente e já em grande surpresa, o jardineiro de sua casa, Sr. Bigode, acidentalmente descobre que o menino tem o polegar verde, que faz germinar as sementes adormecidas das plantas, permitindo que cresçam de maneira monstruosa. O Sr. Bigode afeiçoa-se a Tistu e os dois compartilham o segredo sobre o dedo verde (que não é da cor verde, e que só é chamado assim por que faz crescer a vegetação). Em seguida, com o senhor Trovões, diretor do presídio de Mirapólvora, conhecerá as leis dos homens. Tistu vai observar como as prisões são cinzentas e tristes; e vai tentar colorir tudo o que está atrás das grades com as cores da natureza. E ainda, com o doutor Milmales aprenderá que a saúde é uma dádiva muito frágil e que a doença é uma perdição insistente. Que os hospitais, por serem tão apáticos, tornam as pessoas cada vez mais pálidas e sem vontade de se recuperarem. E o mais importante, descobrirá que a sua diferença para com os outros é boa, milagrosa! Tistu vai descobrindo e sorvendo o mundo a partir da benevolência que pode gerar no coração dos homens: as flores trazem alegria e prosperidade para a vida alheia e por isso devem florir para todos. Sejam prisioneiros, gente da favela ou até mesmo animais do zoológico.
Mas quando a guerra chega á Mirapólvora, Tistu é o único capaz de discernir o que tem que ser feito. Lembremo-nos da famosa cena da flor que é colocada no cano de uma arma. As pétalas e pedúnculos podem exorcizar os males que as balas derramam? A vida que as bombas levam? Tistu nos ensina a guerrear com cores e aromas.
O menino do dedo verde faz germinar a flor inocente da nossa infância, que há muito tempo estava adormecida. Basta que ele nos toque com seu polegar.
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João Victor M. 08/03/2013

Um texto claro, limpo e doce. Fácil de ser devorado. História encantadora, lembrou-me um pouco o Pequeno Príncipe. Traz à tona problemas existenciais do homem, que podem ser curados com a confiança em si mesmo e com o aprendizado cotidiano. É também um livro para se encontrar com o Divino.
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Bia 08/02/2013

O primeiro livro que li na vida, aos 7 ou 8 anos de idade. Reli no ano passado e constatei que é um livro eterno. Sua mensagem é atemporal e universal. Trata de questões referentes à guerra e paz. E também fala sobre bondade e amizade, o poder transformador da bondade e dos pequenos gestos que reverberam e se multiplicam de forma simples e anônima.
Tistu, o garotinho curioso e inocente, espalha amor pela cidade e transforma a vida de muitos.
O Tistu ficou em mim, desde a minha infância, para sempre.
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Zinha 01/02/2013

Tistu e o Príncipe
Bom, as comparações com "O pequeno príncipe" são inevitáveis, embora as histórias sejam realmente distintas. O que se percebe em comum é o modo escolhido para transmitir a mensagem: destinado ao público infantil, o livro tem mensagens e reflexões escondidas que nos emocionam e que talvez somente um leitor adulto possa captar. É ou não é como a obra de Exupéry? As contradições entre o pensamento de Tistu e o universo que o cerca são inquietantes até certo ponto, quando tudo vai se esclarecendo.
Em quatro palavras: curto, reflexivo, ingênuo, delicioso.
Ah, fui pesquisar sobre Maurice Druon e descobri que ele tinha um avô brasileiro. Essa informação conferiu ainda mais pontos à obra.
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Wanderson 22/01/2013

Então, ''O Menino do Dedo Verde'' narra a história de um garoto chamado Tistu, que por não conseguir manter-se acordado durantes as aulas monótonas do colégio em que estudava, ele acaba sendo expulso do mesmo. Como solução para que sua formação intelectual não seja estagnada,seus pais resolvem ensiná-lo de outra maneira, fazendo com que ele aprenda com os próprios olhos,ensinando-lhe nos locais apropriados,a conhecer as pedras,o jardim, os campos, como funciona a cidade,as fábricas entre outras coisas,julgando ser a vida a melhor escola que existe.

Talvez muitos iram julgar por se um livro de infanto-juvenil. Mas não perdendo o foco, por se tratar do primeiro livro que li de Maurice Druon, pesquisei a seu respeito,descobri que embora seja acadêmico e autor de romances históricos,dos quais chamam minha antenção, nada perdeu de flexibilidade,de gratuidade lírica e, até mesmo, não se deixou esclarecer nem emburguesar pelos títulos,lauréis e outros títulos que costumam obstruir a capacidade de escrever um livro do genêro. Druon, é capaz de articular um relato nesse dificílimo idioma que adultos e crianças entendem,os adultos é claro, se ainda não mataram em si o espírito de poesia ao achar que criança não entende nada.

”O Menino do Dedo Verde” é um livro que devemos reler ao longo dos anos,se tivermos a oportunidade de lê-lo na idade cronológica certa,é um livro para meditar em toda sua riqueza,se já somos adultos ou adolecentes. Trata-se de um livro preso às contigências sociológicas do mundo em que vivemos, escrito na era da poluição, da banalização de valores, de agressividade e desentendimento. Creio eu, que a missão desse livro é justamente despoluir, humanizar, de certa forma reintroduzir a poesia num universo do qual ela se encontra exilada,e que livros como "Pollyanna", "Pollyanna Moça", "O Pequeno Príncipe", "Alice no País das Maravilhas", "Ei,Tem alguém aí?" e alguns outros buscam resgatar.

Maurice Druon, foi capaz de criar um símbolo cujo significado jaz um pouco em cada leitor, capaz de florescer ao descobrir-se também possuidor de um polegar verde, e que na medida em que as páginas vão passando,o leitor atento vai descobrindo que ter o dedo verde é uma qualidade maravilhosa, um verdadeiro dom do céu. Uma poesia que só quem tem o coração "regado" pode cultivar.
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Tati 12/01/2013

Quando se vê a realidade.
Confesso que li o livro pela simples informação que ele é parecido com o 'PEQUENO PRÍNCIPE'(meu livro favorito).E todas as informações que eu obtive não deixaram a desejar. O livro é tão apaixonante como 'o Pequeno Príncipe'.

E a minha singela conclusão é que estamos tão mergulhados neste caos de mundo que não enxergamos absolutamente nada. Tistu nos abre os olhos para o que perdemos a cada instante.

E quando se vê a realidade. Quando Tistu deixa sua bela "casa que brilha" para mergulhar nesse nosso mundo cinza desbotado ele começa compreender a tristeza em que vivemos. Tistu mostra que pequenas ações transformam pólvoras em flores.

Livro recomendado para todas as pessoas. Ocupando espaço um espaço de honra na minha estante.

"_Chora, Tistu, chora - dizia Ginástico._É preciso. As pessoas grandes não querem chorar, e fazem mal, porque as lágrimas gelam dentro delas, e o coração fica duro."

Vale a pena.
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Amanda 27/12/2012

Infância
Eu concordo com aqueles pensamentos que dizem que não existe pessoa que não goste de ler, e sim, pessoas que ainda não descobriram seu verdadeiro gosto pela leitura. O menino do dedo verde foi esse livro pra mim, foi o que me fez entrar neste mundo de viagens, fantasias e sonhos.
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